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FAEN – FACULDADE ENGENHARIA 
ENGENHARIA CIVIL – BACHARELADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dourados 
2018 
 
Ministério da Educação 
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica 
Universidade Federal da Grande Dourados 
Dourados- MS 
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA 
Docente: Prof. Daniele Araújo Altran 
Discente: Edgar Vinícius Cristaldo Vilhalba e Leticia Caroline Bezerra. 
 
 
 
 
 
EDGAR VINÍCIUS CRISTALDO VILHALBA 
LETICIA CAROLINE BEZERRA 
 
 
 
 
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA 
 
 
 
 
 
 
Trabalho sobre a estrutura interna da terra 
referente à matéria de geologia para engenharia 
– Universidade Federal da Grande Dourados. 
Prof. Daniele Araújo Altran. 
 
 
 
 
 
 
Dourados-MS 
2018 
 
 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 
FAEN - FACULDADE DE ENGENHARIA 
ENGENHARIA CIVIL - BACHARELADO 
 
 
Sumário 
1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 4 
1.1 CROSTA TERRESTRE .................................................................................. 4 
1.2 MANTO .......................................................................................................... 5 
1.3 NÚCLEO ........................................................................................................ 7 
2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ................................................................................. 7 
2.1 FORMAÇÃO DA TERRA ............................................................................... 7 
2.2 ESTUDOS NO INTERIOR DA TERRA .......................................................... 8 
2.3 SISMOLOGIA ............................................................................................... 11 
2.4 GRAVIDADE E GEOMAGNETISMO ........................................................... 11 
3 CONCLUSÃO ..................................................................................................... 12 
4 REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO ...................................................................... 12 
 
 
4 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
 É de conhecimento geral que a terra não possui esférico perfeito, na verdade 
ele se aproxima mais da forma de uma esfera achatada, não homogênea. A 
perfuração mais profunda que já foi feita na superfície da terra, foi aproximadamente 
de 12 Km, um valor muito insignificante perto do raio total da terra, de 6000 Km. 
Contudo, foram conseguidos dados a partir de medições indiretas, com os estudos 
das ondas sísmicas medidas na superfície terrestre. 
 Nossa terra é composta por três camadas que possuem composições e 
propriedades bem diferentes, são elas a crosta, o manto e o núcleo. Dentro de cada 
camada existe uma variação, por isso elas são subdivididas em crosta terrestre, manto 
superior, manto inferior, núcleo externo e núcleo interno. 
 
Figura 1 - As camadas da terra. Fonte: CPRM 
 
1.1 CROSTA TERRESTRE 
 
Essa é a parte externa da terra, a porção em que vivemos, dentre todas essa 
é a mais fina. Apesar de ela ser sólida e ser composta por materiais rochosos, ela é 
na verdade uma camada muito frágil. A dimensão dela pode ser muito diferente 
dependendo da região, embaixo dos oceanos ela pode chegar a 7 Km, já na parte 
continental ela possui um tamanho aproximado de 40 Km. Em geral os seus extremos 
podem ser de 5 Km até 70 Km de espessura. 
 
CROSTA CONTINENTAL 
• Composta basicamente por silicatos aluminosos, uma composição muito 
semelhante ao do granito; 
5 
 
• A espessura varia entre 25 e 50 Km; 
• As ondas sísmicas se propagam com uma velocidade de 5,5 Km/s. 
CROSTA OCEÂNICA 
• Sua composição consiste essencialmente por basalto, que é formado por 
silicatos magnesianos. 
• A espessura varia entre 5 a 10 Km; 
• As ondas sísmicas se propagam com uma velocidade de 7 Km/s. 
 
 A crosta é dividida em muitos fragmentos, que são por sua vez chamados de 
placas tectônicas. Há cerca de 250 milhões de anos atrás, todos os continentes eram 
unidos, formando assim um enorme e único continente, denominado Pangeia. Ao 
decorrer do tempo essa massa continental começou a se separar, formando aos 
poucos os continentes e oceanos que conhecemos. Isso ocorre porque as placas 
ficam se movendo em cima do manto, mais precisamente na região chamada de 
astenosfera, uma camada plástica que se encontra em baixo da crosta. Até os dias 
de hoje essas placas ainda se movimentam, umas se afastando, e outras se 
aproximando cada vez mais. 
 
 
Figura 2 - Placas tectônicas. Fonte: Brasil Escola 
 
1.2 MANTO 
 
 O manto está localizado logo abaixo da crosta terrestre, e essa é a camada 
mais grossa da terra. Se formou há cerca de 4 bilhões de anos atrás, e tem uma 
espessura de aproximadamente 3 mil quilômetros. 
6 
 
No limite entre a crosta e o manto as ondas sísmicas sofrem uma elevação bem 
significativa, essa característica é utilizada para se demarcar os limites de cada 
camada. O local onde essa mudança acontece é chamada de Descontinuidade de 
Mohorovic, uma homenagem ao cientista que a descobriu. 
O manto é dividido em duas partes, a superior e a inferior. 
MANTO SUPERIOR 
• Possui uma temperatura de cerca de 100ºC; 
• A consistência é bem semelhante à camada de cima (Crosta); 
• As ondas sísmicas percorrem nela à uma velocidade de cerca de 8 km/s. 
MANTO INFERIOR 
• Ela pode chegar a até uma temperatura de 2.200ºC perto do núcleo; 
• As ondas sísmicas percorrem nela à uma velocidade de cerca de 13,5 km/s. 
 
Essa mudança na velocidade das ondas sísmicas se dá ao fato da diferença 
significativa na composição química das camadas. Os minerais encontrados nessa 
parte são muito ricos em magnésio e ferro, os mais recorrentes e fáceis de ser 
encontrados são os piroxênios e as olivinas. Os tipos de rochas encontrados na região 
são as peridotitos, dunitos e as eclogitos. 
 Assim que chega aos 100 km de profundidade, pode-se perceber uma redução 
significativa na velocidade das ondas sísmicas, e como não há uma variação muito 
grande de composição na camada, essa mudança só pode significar que as rochas 
estão levemente fundidas, e isso faz com que ela perca a rigidez. 
A região da crosta terrestre e da parte rígida do manto, é denominada Litosfera. 
Já a parte localizada logo abaixo, com uma temperatura de até 870 ºC, é conhecida 
como Astenosfera. Com isso é perceber que as placas tectônicas não pegam apenas 
a região da crosta, mas sim um pedaço da Litosfera. Os limites da Litosfera e 
Astenosfera são difíceis de serem demarcados, o contrário do que acontece com o 
Manto/Crosta. 
 Existe, no manto terrestre, regiões muitos mais quentes que são denominados 
como hot spots. Nesses pontos o material que fica na região do manto tende a subir 
e atravessar a crosta, ao realizar esse feito o que vemos na superfície da terra é um 
vulcão. Como as placas estão em constante movimento e os pontos quentes não, faz 
com que assim que ocorra uma nova erupção, um novo vulcão se forma, e o resultado 
disso é uma fileira de vulcões, mas só o último está em erupção. 
7 
 
1.3 NÚCLEO 
 
 Dentre as camadas existentes no globo terrestre, essa é a mais profunda, e 
também, a menos conhecida. Assim como a Descontinuidade de Mohorovic é a 
divisão entre o manto e a crosta, a Descontinuidade de Gutenberg é a separação do 
manto e do núcleo, ela fica a cerca de 2700 km de profundidade. 
 
NÚCLEO EXTERNO 
• Tem cerca de 2.200 km de espessura; 
• Composta principalmente por ferro e níquel;• As ondas S não se propagam nele, e as ondas S tem uma velocidade bem 
menor, provavelmente ele se encontra no estado líquido devido a isso. 
NÚCLEO INTERNO 
• Tem cerca de 1.250 km de espessura; 
• Tem a mesma composição do núcleo externo, mas provavelmente se encontra 
no estado sólido devido à alta pressão; 
• Pode alcançar uma temperatura de cerca de 5000ºC (mais quente que o sol). 
 
 Assim como o planeta, o núcleo também gira, e esse movimento, muito 
provavelmente, gera uma corrente elétrica. Como um campo elétrico sempre é gerado 
em decorrência de uma corrente elétrica, essa poderia ser a explicação do porquê do 
magnetismo terrestre, que faz o planeta agir como se fosse um imã gigante. 
 
2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 
2.1 FORMAÇÃO DA TERRA 
 
No princípio, o planeta era composto por gás e poeira. Enormes meteoros e 
cometas contribuíram para seu aquecimento. Esse período foi chamado pelos 
cientistas por Hadeano, aproximadamente 4,5 bilhões de anos. 
A partir da solidificação da Terra em torno das águas e da formação dos 
“supercontinentes”, foram divididas eras para organizar os períodos de grandes 
mudanças. São as chamadas Eras Geológicas, divididas dentro dos éons (grande 
intervalo de tempo) Hadeano, Arqueano, Proterozoico e Fanerozoico. 
8 
 
A escala de tempo geológico é uma linha do tempo que mostra os períodos que 
ocorreram desde a formação da Terra até os dias atuais. Mesmo devendo servir como 
base para os cientistas, há discordância entre nomes e datas de suas divisões. Confira 
um breve quadro sobre a escala de tempo geológico e seus principais eventos, 
baseada na Comissão Internacional sobre Estratigrafia 
:
 
Figura 3 - Eras geológicas. Fonte: Planeta Terra Info 
 
2.2 ESTUDOS NO INTERIOR DA TERRA 
 
 Existem dois meios de se fazer os estudos do interior da terra, o método direto 
e o indireto. O método direto diz respeito a observações feitas de maneira direta. Já 
os indiretos, se utiliza de cálculos para se fazer a suposição desse mesmo interior. 
 
 
9 
 
2.2.1 DIRETOS 
 
As formas de uso usuais desse método são a sondagem, estudo e avaliação 
dos xenólitos e magmas além da completa exploração de jazigos minerais e minas. 
Entre as maiores vantagens desse método estão a possibilidade de 
conhecimento preciso por zona de exploração, uma vez que cada canto da Terra tem 
suas próprias características, e um número maior de detalhes a respeito de dados 
como tipos de gases, composição do solo e da água entre outros. 
 
2.2.2 INDIRETOS 
 
Evidentemente, os métodos indiretos de estudos da estrutura interna da Terra 
são mais complexos de serem estudados, uma vez que se baseiam em avaliações 
que fogem da simples observação. 
E, antes de seguir em frente é preciso ressaltar que nesse grupo há uma 
subdivisão entre Planetologia e Astrogeologia e Métodos Geofísicos. 
 
PLANETOLOGIA E ASTROGEOLOGIA 
A planetologia e a astrogeologia utilizam-se de técnicas já aplicadas no estudo 
de outros planetas, a fim de encontrar novas respostas e soluções. 
Um dos recursos que têm ajudado na compreensão da estrutura interna da 
Terra, por exemplo, é o meteorito, que permite um confronto sadio de suas 
composições. 
Vale ressaltar ainda, como exemplo desse tipo de estudo, que a massa total da 
Terra foi calculada a partir desse grupo de método indireto. Com o auxílio de satélites, 
também foram encontrados outros dados, tais como volume, diâmetro e densidade. 
MÉTODOS GEOFÍSICOS 
 Os métodos geofísicos que são responsáveis por estudar a estrutura interna da 
terra que se utiliza de matemática e física, pode ser subdividido em outros grupos 
distintos. 
• Densidade Terrestre; 
• Geomagnetismo; 
10 
 
• Geotermismo; 
• Gravimetria; 
• Sismologia. 
 
2.2.3 MODELOS 
 
GEOFÍSICO - Essa classificação se baseia nas propriedades físicas dos materiais 
encontrados em cada parte interna da terra, como densidade, velocidade de 
propagação de ondas sísmicas, entre outros. 
Ela é dividida nas seguintes camadas: 
• Litosfera: Tudo o que é encontrado nela é sólida e rígida. A espessura pode 
variar de 5 km até 100 km (regiões montanhosas). Ela é caracterizada por ser 
fria, móvel e muito rígida. A divisão entre a Litosfera e a Astenosfera é chamada 
de Isoterma de aproximadamente 1200 ºC. As rochas localizadas abaixo da 
Isotermas são muito quentes, a ponto de se deformarem plasticamente, e as 
localizadas acima são suficientemente frias a ponto de a rocha conseguir 
continuar no estado sólido. (SOARES, Leila. IAG-USP) 
• Astenosfera: Nesta região as rochas são sólidas e muito pouco rígidas. Essa 
camada está localizada logo abaixo da Litosfera. Devido a sua temperatura 
mais elevada, sempre que sujeito à algum tipo de esforço ela pode sofrer uma 
deformação. (SOARES, Leila. IAG-USP) 
• Mesosfera: Essa é a região situada abaixo da astenosfera, ela é sólida, e 
caracterizada pela alta viscosidade, isso ocorre devido o aumento da pressão 
em profundidades muito altas. (SOARES, Leila. IAG-USP) 
• Endosfera: É a região central da terra, possui a parte interna sólida, e a externa 
líquida. A separação entre o externo e interno ocorre a cerca de 5200 km de 
profundidade, caracterizado pela Descontinuidade de Lehmann. (SOARES, 
Leila. IAG-USP) 
GEOQUÍMICO - Classifica as camadas de acordo com a composição química dos 
materiais. É dividida em: 
• Crosta continental; 
• Crosta Oceânica; 
• Manto 
o Manto Superior; 
11 
 
o Manto Inferior; 
• Núcleo Interno; 
• Núcleo Externo. 
 
2.3 SISMOLOGIA 
 
 Sismologia é a área da geofísica responsável por estudar os sismos 
(terremotos): desde as suas causas, a propagação das ondas emitidas pelo terremoto, 
efeitos, etc. A sismologia também é muito utilizada ao se estudar a estrutura da terra 
a partir de ondas sísmicas. 
Um sismo é basicamente o resultado de uma fratura ocorridas em alguma certa 
profundidade, que originam ondas elásticas que se propagam pela terra. As palavras 
Sismos e Terremotos são sinônimos, pois tem o mesmo significado, porém o uso da 
palavra terremoto é mais comum quando ocorre uma um sismo de alta magnitude. 
 O aparelho utilizado para registrar os movimentos no solo é chamado de 
sismógrafo. Normalmente em sua constituição é encontrado um sismômetro, que é 
uma espécie de tradutor que identifica um movimento no solo, e um registrador. Ele 
funciona com uma massa suspensa por molas. Quando o solo começa a oscilar, a 
massa, por ser muito sensível, também balança, assim o movimento é registrado. 
 
2.4 GRAVIDADE E GEOMAGNETISMO 
 
 O campo geomagnético vem sendo alvo de estudos há muito tempo. Pensa-se 
que o núcleo da Terra não gira em sincronia com a rotação para explicar o campo 
magnético. Também, busca-se compreendê-lo estudando outros astros como Marte 
para descobrir a razão da existência do geodínamo, por exemplo, onde não há sinal 
dele, mas há na superfície rochas que fazem pensar que ele já existiu. 
A localização dos polos da Terra não é estática, chegando a oscilar vários 
quilômetros por ano. Assim, os dois polos oscilam independentemente um do outro e 
não estão em posição diretamente opostas no globo. Atualmente o polo sul magnético 
dista mais do polo sul geográfico que o polo norte magnético do polo norte geográfico 
por uma diferença de 11 graus. Esta declinação é diferente em várias partes do 
mundo. 
12 
 
Foi constatado que o campo magnético da Terra tem sofrido inversões, durante 
os últimos 200 milhões de anos, sem um padrão de repetição, mas não se sabe por 
que isto ocorre. Nos tempos mais recentes, essa reversão tem ocorrido a cada 
200.000 a 300.000 anos. No entantoa última inversão ocorreu há 780.000 anos e não 
se sabe ainda a razão disto. 
Acredita-se, ainda, que o núcleo interno é uma esfera sólida composta de ferro 
e níquel e envolvida em ferro líquido que estaria girando em uma velocidade angular 
diferente do restante do planeta. Apesar dos avanços científicos, mesmo no século 
XXI, a origem do campo magnético terrestre continua envolta em mistério. 
 
3 CONCLUSÃO 
 
 O ramo da geologia e geofísica são os principais meios utilizados para se 
estudar a estrutura interna da terra. Com o passar dos anos cada vez mais as técnicas 
vão se aprimorando e ficando cada vez mais exatas, desde os cálculos até as 
suposições. 
 Concluímos que ainda temos muito o que entender da criação e formação do 
planeta terra. E que ele está em constante mudança, a era em que vivemos e o que 
conhecemos é insignificante perto que realmente existe. 
 
4 REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO 
 
ASSUMPÇÃO, Marcelo & DIAS NETO, Coriolano M. Sismicidade e estrutura interna da 
Terra. In: TEIXEIRA, Wilson et al. org. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 
568p. il. p. 47-50. 
 
BAUMAN, Ammy. Núcleo e crosta terrestres. Trad. Carolina Caíres Coelho. Barueri (SP): 
Girassol, 2008. 29 p. il. (Planeta Terra). 
 
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA. Disponível em: 
<http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas---Rede-
Ametista/Canal-Escola/Estrutura-Interna-da-Terra-1266.htML>. Acesso em: 08 set. 2018. 
 
ESTRUTURA DA TERRA: A estrutura interna da terra e a geofisica. Disponível em: 
<https://www.sobregeologia.com/2017/08/estrutura-da-terra-estrutura-interna-da.html>. 
Acesso em: 09 set. 2018. 
 
FORMAÇÃO do campo geomagnético, sua manutenção, inversões de pólos e seu 
enfraquecimento gradativo. Disponível em: 
13 
 
<http://www.venusterra.com.br/arealformacaodocampogeomagnetico.html>. Acesso em: 09 
set. 2018. 
 
MÉTODOS diretos e indiretos e a estrutura da terra. Disponível em: 
<https://tecnicoemineracao.com.br/metodos-diretos-e-indiretos-e-a-estrutura-interna-da-
terra/>. Acesso em: 08 set. 2018. 
 
SISMOLOGIA. Disponível em: <http://www.iag.usp.br/siae98/sismologia/sismologia.htm>. 
Acesso em: 08 set. 2018.

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