Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

ENTREVISTA PRÉ-INSERÇÃO DE DIU DE COBRE 
OBJETIVO 
Descrever e padronizar o atendimento das usuárias que optem pelo uso do DIU como método contraceptivo. 
DEFINIÇÃO 
A entrevista pré inserção de DIU deverá fornecer a usuária orientações sobre indicações, contra indicações e 
efeitos colaterais sobre este método e o profissional deverá avaliar critérios de elegibilidade para o mesmo, 
atendendo o desejo das mulheres que optaram pelo uso do DIU de forma segura. 
APLICAÇÃO 
Unidades Básicas de Saúde. 
INDICAÇÃO E CONTRA INDICAÇÃO 
Indicação: Mulheres em idade fértil que desejarem colocar o dispositivo e estejam incluídas nos critérios 1 
ou 2 de elegibilidade da OMS (Anexo 1). Pode ser inserido em qualquer momento do ciclo menstrual. 
Contra Indicação: mulheres que não desejam o DIU com método contraceptivo. 
PONTOS CRÍTICOS E RISCOS 
RESULTADO ESPERADO 
Indicação correta para inserção do DIU de acordo com o preconizado, garantido assim a segurança da 
usuária. 
DESCRIÇÃO DA ROTINA 
Profissional 
Responsável 
Ação 
Material 
Necessário 
Profissional 
Capacitado 
 Orientar usuária sobre os métodos contraceptivos disponíveis; 
 Confirmar desejo da inserção de DIU como método contraceptivo; 
 Explicar detalhadamente e esclarecer dúvidas quanto ao método; 
 Investigar as condições que contraindiquem o uso do DIU, 
aplicando quadro com critérios de elegibilidade e classificando a 
 
 
 
 
Anexo 1 – 
Pontos Críticos / Riscos Medidas Preventivas 
Usuário Dificuldade de entendimento Utilizar linguagem clara e evitar termos técnicos 
Ocupacional 
(Colaboradores) 
Não se aplica Não se aplica 
Ambiental Descarte inadequado de resíduos Realizar descarte adequado 
 
 
categoria que a mulher se enquadra (Anexo 1); 
 Esclarecer à mulher que é frequente a ocorrência de cólicas, 
menstruação volumosa e um pouco de secreção vaginal após a 
inserção do DIU; 
 Solicitar assinatura do Termo de Consentimento Informado às 
Usuárias de DIU (02 vias), sendo uma via da usuária e outra 
arquivar em prontuário (Anexo 2) e entregar 1 via para a usuária 
caso o DIU seja inserido, caso não, descartar; 
 Questionar sobre a data da última menstruação e realizar teste 
rápido de gravidez (BHCG), caso resultado de BHCG positivo 
iniciar pré-natal conforme rotina pré-estabelecida; 
 Caso não esteja usando nenhum método contraceptivo e não 
apresente atraso menstrual, solicitar exame de sangue BHCG ou 
aguardar atraso menstrual de pelo menos 15 dias para realizar teste 
rápido de gravidez (urina). 
 
Critérios de 
elegibilidade 
para uso do 
dispositivo 
intrauterino – 
DIU de cobre 
 
 
Anexo 2 – 
Termo de 
Consentimento 
 
REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS 
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde 
sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 300 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 26) 
2. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / Ministério da 
Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 230 p. : 
il. 
 
 
ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR 
GTPa 
Selma Eloy Machado - COREN 210915 
Mauricio Kucharsky – CRM 130.642 
Maria Aparecida Domingeus – Coren 82.401 
GTP 
Luciana Carvalho – COREN 0340.258 
Dra Denise de Azevedo Martins – CRM 
94681 
CEJAM-OS 
Sueli Doreto Rodrigues - CRM. 39 923 
Fernanda Fuscaldi – Gerente da Qualidade 
 Versão 01 – Fevereiro/ 2018 Próxima revisão: Fevereiro / 2019 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FLUXOGRAMA - ENTREVISTA PRÉ-INSERÇÃO DE DIU DE COBRE 
 
Não Sim 
Enfermeiro/Médico – Explicar detalhadamente e esclarecer dúvidas 
quanto ao método 
Investigar as condições que contraindiquem o uso do DIU, 
aplicando quadro com critérios de elegibilidade e classificando a 
categoria que a mulher se enquadra (Anexo 1) 
Agendar colocação conforme rotina 
 
Mulher opta pelo uso do DIU em consulta, 
demanda espontânea ou grupo 
Há contra 
indicação? 
Solicitar exame de BHCG na 
urina/sangue Orientar usuária e 
indicar outro método 
Não Sim 
BHCG +? 
 Orientar usuária 
e iniciar Pré-Natal 
Vaginose ou outra 
alteração? 
Tratar vaginose, encaminhar para 
consulta médica (se necessário). 
Orientar/manter método contraceptivo 
em uso, reforçar importância da dupla 
proteção e agendar retorno para 
colocação do DIU 
Sim Não 
 
 
ANEXO 1 - CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA USO DO DISPOSITIVO 
INTRAUTERINO – DIU DE COBRE 
Categoria 1: o método pode ser usado sem restrições. 
 Quatro semanas ou mais após o parto. 
 Pós-aborto (primeiro trimestre). 
 Idade de 20 anos ou mais. 
 Fumante (qualquer idade). 
 Hipertensão: História de hipertensão, onde a pressão sanguínea não pode ser diagnosticada; 
Hipertensão arterial; História de pré-eclâmpsia; o Hipertensão adequadamente controlada, onde a 
pressão sanguínea pode ser diagnosticada. 
 Múltiplos fatores de risco para doença cardiovascular (como idade avançada, fumo, hipertensão e 
diabetes). 
 Diabetes: História de diabetes gestacional; Diabetes (insulinodependente ou não); o Diabetes com 
lesão vascular ou duração maior que 20 anos. 
 Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar atual ou no passado. 
 História familiar de doença tromboembólica (parentesco de 1º grau). 
 Cirurgias: Cirurgia de grande porte com ou sem imobilização prolongada; Cirurgia de pequeno 
porte sem imobilização. 
 Varizes. 
 Tromboflebite superficial. 
 Doença cardíaca isquêmica atual ou passada. 
 AVC. 
 Hiperlipidemias. 
 Doença cardíaca valvular complicada ou não. 
 Cefaléia e enxaqueca com ou sem sintomas neurológicos focais. 
 Nódulo mamário sem diagnóstico. 
 Doença mamária benigna. 
 Câncer de mama atual ou no passado. 
 História familiar de câncer de mama. 
 Ectopia cervical. 
 Neoplasia intraepitelial cervical – NIC. 
 Sangramento vaginal irregular não volumoso. 
 Doença inflamatória pélvica no passado, sem fatores de risco para IST, com gravidez subsequente. 
 Doença biliar sintomática ou assintomática. 
 História de colestase relacionada à gravidez ou ao uso de anticoncepcional oral combinado. 
 Hepatite: Hepatite viral aguda; Portador assintomático de hepatite viral. 
 Cirrose hepática compensada ou descompensada. 
 Tumor hepático benigno ou maligno. 
 Antecedente de gravidez ectópica. 
 Obesidade: IMC maior ou igual a 30 kg/m2. 
 Tireoidopatias (bócio simples, hipertireoidismo, hipotireoidismo). 
 Epilepsia. 
 Esquistossomose não complicada ou com fibrose hepática. 
 Malária. 
 Uso de qualquer antibiótico, incluisive rifampicina e griseofulvina. 
 Uso de anticonvulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbituratos, primidona). 
 Multiparidade. 
 Tuberculose não pélvica. 
 Tumores ovarianos benignos (inclusive cistos). 
 Cirurgia pélvica no passado. 
 
 
 
 
 
Categoria 2: o método pode ser usado. As vantagens geralmente superam riscos possíveis ou 
comprovados. As condições da Categoria 2 devem ser consideradas na escolha de um método. Se a 
mulher escolhe esse método, um acompanhamento mais rigoroso pode ser necessário. 
 Menos de 48 horas pós-parto (lactante ou não): há aumento do risco para expulsão do DIU. 
 Pós-aborto no segundo trimestre: há alguma preocupação sobre o risco de expulsão após aborto 
no segundo trimestre. 
 Menarca até < 20 anos: há aumento do risco de expulsão em mulheres jovens devido à 
nuliparidade e o risco de IST deve ser considerado. 
 Doença cardíaca valvular complicada(hipertensão pulmonar, risco de fibrilação atrial, história 
de endocardite bacteriana subaguda, uso de anticoagulação) é aconselhável o uso de 
antibioticoprofilaxia antes da inserção, se a mulher não está usando antibióticos regularmente. 
 Sangramento volumoso e prolongado avaliar anemia, se presente enquadra-se na categoria 3 
 Sangramento vaginal inexplicado (para continuação do uso): não é necessário remover o DIU 
antes da avaliação. 
 Passado de doença inflamatória pélvica, sem fatores de risco atuais e sem gravidez subsequente: 
o risco atual de IST e o desejo de gravidez são fatores relevantes na escolha do método. 
 Vaginite sem cervicite pururenta. 
 Mioma uterino, sem distorção da cavidade uterina: miomas uterinos preexistentes podem 
distorcer a cavidade uterina e dificultar o correto posicionamento do DIU. 
 Talassemia. 
 Anemia falciforme. 
 Anemia ferropriva: o DIU pode aumentar a perda sanguínea. 
 Nuliparidade: está associada com aumento do risco para expulsão. 
 Alterações anatômicas que não distorcem a cavidade uterina ou não interferem com a inserção 
do DIU (incluindo estenose ou lacerações de colo). 
 Dismenorreia grave: pode haver piora da dismenorreia. 
 Endometriose. 
 
 
 
 
 
Categoria 3 e 4: o método não deve ser usado. Os riscos possíveis e comprovados superam os 
benefícios do método. 
 48 horas a 4 semanas após o parto: existe aumento do risco de perfuração uterina em 
inserções entre 48 horas e 28 dias pós-parto. 
 Risco aumentado para IST/HIV: existe aumento do risco para doença inflamatória pélvica. 
 Aids: para iniciar o uso, essa condição enquadra-se na Categoria 3. Para continuação de uso, 
enquadra-se na Categoria 2. Se a mulher estiver clinicamente bem, mas em terapia ARV, essa 
condição enquadra-se na Categoria 2. 
 Tuberculose pélvica: existe aumento do risco para infecção secundária e sangramento. 
 Câncer de ovário. 
 Gravidez: nenhum método é indicado durante a gravidez. O uso de DIU durante a gravidez 
aumenta bastante o risco para abortamento espontâneo e aborto séptico. 
 Infecção puerperal. 
 Após aborto séptico. 
 Sangramento vaginal inexplicado (suspeita de condições sérias), antes do diagnóstico: se há 
suspeita de gravidez ou alguma condição clínica subjacente, deve-se investigar e a 
classificação da categoria deve ser avaliada após o diagnóstico. Não é necessário remover o 
DIU durante a investigação. 
 Câncer de colo uterino: pode aumentar o risco para infecção e sangramento durante a 
inserção, que pode piorar a situação; o DIU deve ser removido ao começar o tratamento. 
 Câncer de endométrio: pode aumentar o risco para infecção, perfuração e sangramento 
durante a inserção, que podem piorar a condição; o DIU deve ser removido ao começar o 
tratamento. 
 Doença inflamatória pélvica atual ou nos últimos três meses (para iniciar o uso): o DIU 
aumenta muito o risco de doença inflamatória pélvica para essas mulheres. Há sérias 
preocupações de que o DIU possa piorar uma DIP. Uma DIP recente é forte fator de risco 
para uma DIP subsequente. A continuação de uso depende dos fatores de risco da mulher 
para IST e DIP e deve ser uma decisão informada. 
 Doença sexualmente transmissível atual ou nos últimos três meses, incluindo cervicite 
purulenta: há sérias preocupações sobre o aumento do risco de DIP em mulheres com IST, ou 
em alto risco para elas, que inserem DIU. 
 Doença trofoblástica benigna e maligna: há risco maior de perfuração uterina porque o 
tratamento da condição inclui curetagens repetidas. 
 
 
 Alterações anatômicas que distorcem a cavidade uterina: o correto posicionamento do DIU na 
cavidade uterina pode ser impossível. 
 Mioma uterino com distorção da cavidade uterina. 
 
 
CRITÉRIOS E TÉCNICA PARA INSERÇÃO DE DIU 
OBJETIVO 
Descrever e padronizar os critérios e técnica para colocação do DIU (Dispositivo Intrauterino). 
DEFINIÇÃO 
O dispositivo intrauterino consiste em um objeto sólido em formato de T que é inserido através do colo 
uterino na cavidade uterina, com o objetivo de evitar a gestação. O DIU TCu 380 é feito de cobre e tem 
durabilidade de 10 anos. 
APLICAÇÃO 
Unidades Básicas de Saúde. 
INDICAÇÃO E CONTRA INDICAÇÃO 
Indicação: Mulheres em idade fértil que desejarem colocar o dispositivo e estejam incluídas nos critérios 1 
ou 2 de elegibilidade da OMS (Anexo 1). Não é obrigatória a participação no grupo de planejamento 
reprodutivo. 
Não são contra indicações: 
 Não estar menstruada 
 Não apresentar USG prévio 
 Não apresentar Papanicolaou recente (últimos 6 meses) 
 Nuliparidade 
 Adolescência 
 
Contra Indicação: 
 Gravidez; 
 Aborto infectado nos últimos 03 meses; 
 Alergia ao cobre; 
 Alterações anatômicas do útero que impeçam uma correta posição do DIU; 
 Antecedentes de doença inflamatória pélvica por 02 ou mais vezes; 
 Câncer cérvico-uterino, do endométrio, do ovário ou coriocarcinoma; 
 Cervicites por Chlamydia, Micoplasma, Ureaplasma ou Neisseria; 
 Doença inflamatória pélvica atual ou nos últimos 03 meses; 
 Doença trofoblástica benigna; 
 Endometrite pós-parto; 
 
 
 HIV positivo ou AIDS, ou risco para HIV; 
 Risco ou Infecção sexualmente transmissível (IST) atual ou nos últimos 3 meses, incluindo cervicite 
purulenta; 
 Mioma uterino com distorção da cavidade uterina; 
 Portadoras de displasia cervical; 
 Pós-parto imediato ou pós-aborto (entre 48 horas e 4 semanas); 
 Sangramento genital sem diagnóstico etiológico estabelecido; 
 Suspeita ou confirmação de gravidez; 
 Tuberculose pélvica. 
PONTOS CRÍTICOS E RISCOS 
Pontos Críticos / Riscos Medidas Preventivas 
Usuário 
Doença inflamatória pélvica 
Endometrite 
Septicemia 
Incrustação 
Perfuração do útero 
Aborto espontâneo/ Aborto séptico 
Gravidez 
Remoção difícil 
Expulsão do DIU 
Irregularidade menstrual 
Prolongamento do fluxo menstrual 
Dismenorréia 
Orientação sobre os fatores de risco para DIP, 
bem como seus possíveis efeitos na fertilidade 
futura. 
Avaliar técnica de inserção. 
Gestantes cujo DIU permanece in situ devem 
ser advertidas de que existe risco aumentado 
para sepse, aborto espontâneo e parto 
prematuro. 
Inserção durante a menstruação 
Encaminhar para centro especializado. 
Avaliação da cavidade. 
Uso de anti-inflamatórios 
Ocupacional 
(Colaboradores) 
Acidente pérfuro-cortante 
Contaminação biológica 
Manuseio adequado do material 
Use de EPIs (Avental, óculos, luva, máscara e 
calçado fechado) 
Uso de material estéril e descartável 
Ambiental Contaminação ambiental 
Descarte e manipulação adequada do material 
Seguir PGRSS (Plano de Gerenciametno de 
Resíduos Sólidos 
RESULTADO ESPERADO 
Inserção correta e segura do DIU. 
DESCRIÇÃO DA ROTINA 
 
Profissional 
Responsável 
Ação 
Material 
Necessário 
Médico 
 
PRÉ INSERÇÃO 
 Atender usuária, confirmar identificação: nome completo e data de 
nascimento; 
Anexo 1 – 
Critérios de 
elegibilidade 
 
 
 Informar usuária quanto ao procedimento 
 Certificar-se de que a usuária esta incluída nas categorias 01 ou 02 
dos critérios de elegibilidade da OMS (Organização Mundial da 
Saúde) (2007) Anexo 01; 
 Solicitar a usuária que leia, ou auxilia-la se necessário, o termo de 
consentimento e esclarecer dúvidas. A usuária deverá assinar o 
Termo de Consentimento Informado às Usuárias de DIU (02 vias), 
sendo uma via da usuária e outra arquivar em prontuário; 
 Conferir se a usuária possui resultado do USG TV (avaliar mal 
formação), não obrigatório. 
 Pode-se dar Ibuprofeno (200–400 mg), paracetamol (325–1000mg) 
ou outro analgésico 30 minutos antes da inserção para ajudar a 
reduzir as cólicas e a dor e prescrever para uso, se dor, pós inserção 
para uso do 
dispositivo 
intrauterino – 
DIU de cobre 
 
 
Anexo 2 – 
Termo de 
Consentimento 
Médico INSERÇÃO 
 Lavar as mãos; 
 Usar EPIs indicado; 
 Solicitar que a usuária retire a parte de baixo e oferecer avental 
 Colocar a usuária em posição ginecológica; 
 Realizar exame pélvico bimanual que determinará o tamanho, 
posição, consistência e mobilidade do útero e buscando identificar 
pontos dolorosos que possam indicar a existência de infecção; 
 Introduzir o espéculo e realizar assepsia com clorexidina solução 
aquosa à 0,2%; 
 Visualizar a cérvice uterina; 
 Até este momento pode ser utilizada uma luva de procedimento, a 
partir de então, colocar luva estéril; 
 Pinçar o lábio anterior do colo com pozzi, se o útero for retrovertido 
pinçar o lábio posterior do colo; 
 Realizar uma ligeira tração para retificar o canal cervical; 
 Introduzir o histerômetro através do canal cervical até o fundo da 
cavidade uterina para medir a profundidade e confirmar a direção do 
útero; 
 Abrir o invólucro estéril completamente; 
 Carregar o dispositivo no tubo de inserção sem tirar o DIU do pacote 
estéril; 
 Não dobrar os braços do DIU por mais de 5 minutos antes de sua 
introdução no útero; 
 Não dobrar os braços do DIU no sentido contrário; 
 Ajustar o guia azul de modo que indique a profundidade na qual o 
DIU será inserido, de acordo com a histerometria aferida; 
 Adotar uma técnica cuidadosa e lenta durante todas as fases da 
histerometria e inserção, isso reduz o desconforto para a mulher e 
minimiza as chances de perfuração uterina, laceração do colo do 
útero e outras complicações. Durante a inserção mantenha as hastes 
do DIU na posição horizontal; 
 Inserir o dispositivo de inserção carregado através do canal cervical; 
 Empurrar delicadamente o insertor para o fundo do útero, até o anel 
de medição encostar-se à cérvice; 
 Segurar o êmbolo e retrair o tubo de inserção para liberar os braços 
do DIU; 
 Mover o tubo de inserção suavemente para cima, até que sentir a 
Materiais: 
 
Luvas de 
procedimento 
 
Óculos de 
proteção 
 
Máscara 
descartável 
 
Avental 
 
Foco de luz 
 
 
DIU de cobre 
 
Luva estéril 
 
 
Gaze 
 
Pinça Cheron 
 
Histerômetro 
descartável 
 
Tesoura 
 
Espéculo 
 
Pinça Pozzi 
 
Solução anti-
séptica – 
Clorexedine 
aquosa 0,2% 
 
 
resistência do fundo do útero; 
 Retirar o êmbolo segurando o tubo de inserção fixo; 
 Retirar o tubo de inserção; 
 Cortar os fios deixando aproximadamente 2 a 3 cm visíveis para fora 
da cérvice; 
 Limpar o excesso de secreção e retirar a pinça pozzi e o espéculo; 
 Retirar a usuária da posição ginecológica. 
 
PÓS INSERÇÃO 
 Após inserção orientar usuária a procurar o serviço de saúde nas 
seguintes situações: ausência de menstruação; exposição à doença 
sexualmente transmissível; dor intensa no baixo ventre; sangramento 
volumoso; sensação de objeto de consistência dura na vagina ou no 
colo do útero; 
 Na ocorrência de coito desprotegido, recomendar a anticoncepção de 
emergência, antes do 30 dias pós inserção; 
 Orientar usuária a realizar repouso no dia da inserção observando 
sinais de infecção como febre, calafrios, dor pélvica; 
 Orientar a abstinência sexual e não imersão em água por uma 
semana; 
 Realizar controle ecográfico (ultrassom transvaginal)2 após a 
inserção e a cada 6 meses no primeiro ano após a inserção, nos 
demais anualmente; 
 Orientar sobre a possibilidade de: um pouco de cólica durante um ou 
dois dias após a inserção; caso sinta cólicas, ela poderá tomar 
analgésicos; um pouco de secreção vaginal durante algumas semanas 
após a inserção, que é normal; sangramento menstrual mais volumoso 
e, possivelmente, sangramentos ou manchas nos intervalos entre as 
menstruações, especialmente nos primeiros meses após a inserção do 
DIU. 
 Preencher devidamente o cartão de controle do DIU, entregar à via 
da usuária e anexar no prontuário à via do médico; 
 Agendar retorno em 30 a 45 dias, ou antes, caso a mulher julgue 
necessário; 
 Anotar em prontuário o procedimento realizado e intercorrências 
quando houver 
 Seguir rotina de acompanhamento 
Nota: 
1. Não é necessário realizar ultrassonografia, após a inserção, como 
rotina. A ultrassonografia deve ser realizada quando existe dúvida 
se o DIU está corretamente posicionado e na condução de casos 
com suspeita ou presença de complicações (BRASIL, 2002c). 
 
 
Anexo 2 – 
Cartão de 
Controle do 
DIU 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS 
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde 
sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 300 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 26) 
2. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / Ministério da 
Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 230 p. : 
il. 
3. Optima DIU TCu 380A. Responsável Técnico Celina da Cunha, São Paulo: Injeflex Ind e Com LTDA. 
2016. Instruções de Uso. 
4. Conselho Regional de Enfermagem. CÂMARA TÉCNICA.ORIENTAÇÃO FUNDAMENTADA Nº 060/2016 
Assunto: Inserção de DIU (Dispositivo Intra Uterino) pelo Enfermeiro. Disponível em: http://portal.coren-
sp.gov.br/sites/default/files/Orienta%C3%A7%C3%A3o%20Fundamentada%20-%20060_1.pdf. Acessado em 
10 dez 2017. 
5. Conselho Federal de Enfermagem. PARECER Nº 17/2010/ COFEN/ CTLN. Disponível em: 
http://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/Orienta%C3%A7%C3%A3o%20Fundamentada%20-
%20060_1.pdf. Acessado em 10 dez 2017. 
 
 
 
ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR 
GTPa 
Selma Eloy Machado - COREN 210915 
Mauricio Kucharsky – CRM 130.642 
Maria Aparecida Domingeus – Coren 82.401 
GTP 
Luciana Carvalho – COREN 0340.258 
Dra Denise de Azevedo Martins – CRM 
94681 
CEJAM-OS 
Sueli Doreto Rodrigues - CRM. 39 923 
Fernanda Fuscaldi – Gerente da Qualidade 
 Versão 01 – Fevereiro/ 2018 Próxima revisão: Fevereiro / 2019 
 
 
 
FLUXOGRAMA - TÉCNICA PARA INSERÇÃO DE DIU 
 
 
 
 
 
Enfermeiro/Médico: Colocar usuária em posição ginecológica 
realizar exame pélvico bimanual (toque) 
Cortar o fio do DIU, deixando de 2 a 3 centímetros visíveis 
 
Mover o tubo de inserção suavemente para cima, até que sentir a 
resistência do fundo do útero, retirar tubo e embolo 
Agendar retorno de 30 a 45 dias. Orientar 
usuária em relação ao acompanhamento. 
Usuária autoriza a inserção de DIU de 
Cobre 
Reposicionar usuária, realizar orientações pós inserção e 
reforçar necessidade de dupla proteção 
 
Realizar anotação em prontuário. Preencher cartão de DIU e 
entregar para usuária 
 
Introduzir o espéculo e realizar assepsia com clorexidina solução 
aquosa à 0,2% 
Medir profundidade, confirmar direção do útero e proceder a 
inserção do DIU 
 
 
ANEXO 1 - CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA USO DO DISPOSITIVO 
INTRAUTERINO – DIU DE COBRE 
Categoria 1: o método pode ser usado sem restrições. 
 Quatro semanas ou mais após o parto. 
 Pós-aborto (primeiro trimestre). 
 Idade de 20 anos ou mais. 
 Fumante (qualquer idade). 
 Hipertensão: História de hipertensão, onde a pressão sanguínea não pode ser diagnosticada; 
Hipertensão arterial; História de pré-eclâmpsia; o Hipertensãoadequadamente controlada, onde a 
pressão sanguínea pode ser diagnosticada. 
 Múltiplos fatores de risco para doença cardiovascular (como idade avançada, fumo, hipertensão e 
diabetes). 
 Diabetes: História de diabetes gestacional; Diabetes (insulinodependente ou não); o Diabetes com 
lesão vascular ou duração maior que 20 anos. 
 Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar atual ou no passado. 
 História familiar de doença tromboembólica (parentesco de 1º grau). 
 Cirurgias: Cirurgia de grande porte com ou sem imobilização prolongada; Cirurgia de pequeno 
porte sem imobilização. 
 Varizes. 
 Tromboflebite superficial. 
 Doença cardíaca isquêmica atual ou passada. 
 AVC. 
 Hiperlipidemias. 
 Doença cardíaca valvular complicada ou não. 
 Cefaléia e enxaqueca com ou sem sintomas neurológicos focais. 
 Nódulo mamário sem diagnóstico. 
 Doença mamária benigna. 
 Câncer de mama atual ou no passado. 
 História familiar de câncer de mama. 
 Ectopia cervical. 
 Neoplasia intraepitelial cervical – NIC. 
 Sangramento vaginal irregular não volumoso. 
 Doença inflamatória pélvica no passado, sem fatores de risco para IST, com gravidez subsequente. 
 Doença biliar sintomática ou assintomática. 
 História de colestase relacionada à gravidez ou ao uso de anticoncepcional oral combinado. 
 Hepatite: Hepatite viral aguda; Portador assintomático de hepatite viral. 
 Cirrose hepática compensada ou descompensada. 
 Tumor hepático benigno ou maligno. 
 Antecedente de gravidez ectópica. 
 Obesidade: IMC maior ou igual a 30 kg/m2. 
 Tireoidopatias (bócio simples, hipertireoidismo, hipotireoidismo). 
 Epilepsia. 
 Esquistossomose não complicada ou com fibrose hepática. 
 Malária. 
 Uso de qualquer antibiótico, incluisive rifampicina e griseofulvina. 
 Uso de anticonvulsivantes (fenitoína, carbamazepina, barbituratos, primidona). 
 Multiparidade. 
 Tuberculose não pélvica. 
 Tumores ovarianos benignos (inclusive cistos). 
 Cirurgia pélvica no passado. 
 
 
 
 
 
Categoria 2: o método pode ser usado. As vantagens geralmente superam riscos possíveis ou 
comprovados. As condições da Categoria 2 devem ser consideradas na escolha de um método. Se a 
mulher escolhe esse método, um acompanhamento mais rigoroso pode ser necessário. 
 Menos de 48 horas pós-parto (lactante ou não): há aumento do risco para expulsão do DIU. 
 Pós-aborto no segundo trimestre: há alguma preocupação sobre o risco de expulsão após aborto 
no segundo trimestre. 
 Menarca até < 20 anos: há aumento do risco de expulsão em mulheres jovens devido à 
nuliparidade e o risco de IST deve ser considerado. 
 Doença cardíaca valvular complicada (hipertensão pulmonar, risco de fibrilação atrial, história 
de endocardite bacteriana subaguda, uso de anticoagulação) é aconselhável o uso de 
antibioticoprofilaxia antes da inserção, se a mulher não está usando antibióticos regularmente. 
 Sangramento volumoso e prolongado avaliar anemia, se presente enquadra-se na categoria 3 
 Sangramento vaginal inexplicado (para continuação do uso): não é necessário remover o DIU 
antes da avaliação. 
 Passado de doença inflamatória pélvica, sem fatores de risco atuais e sem gravidez subsequente: 
o risco atual de IST e o desejo de gravidez são fatores relevantes na escolha do método. 
 Vaginite sem cervicite pururenta. 
 Mioma uterino, sem distorção da cavidade uterina: miomas uterinos preexistentes podem 
distorcer a cavidade uterina e dificultar o correto posicionamento do DIU. 
 Talassemia. 
 Anemia falciforme. 
 Anemia ferropriva: o DIU pode aumentar a perda sanguínea. 
 Nuliparidade: está associada com aumento do risco para expulsão. 
 Alterações anatômicas que não distorcem a cavidade uterina ou não interferem com a inserção 
do DIU (incluindo estenose ou lacerações de colo). 
 Dismenorreia grave: pode haver piora da dismenorreia. 
 Endometriose. 
 
 
 
 
 
Categoria 3 e 4: o método não deve ser usado. Os riscos possíveis e comprovados superam os 
benefícios do método. 
 48 horas a 4 semanas após o parto: existe aumento do risco de perfuração uterina em 
inserções entre 48 horas e 28 dias pós-parto. 
 Risco aumentado para IST/HIV: existe aumento do risco para doença inflamatória pélvica. 
 Aids: para iniciar o uso, essa condição enquadra-se na Categoria 3. Para continuação de uso, 
enquadra-se na Categoria 2. Se a mulher estiver clinicamente bem, mas em terapia ARV, essa 
condição enquadra-se na Categoria 2. 
 Tuberculose pélvica: existe aumento do risco para infecção secundária e sangramento. 
 Câncer de ovário. 
 Gravidez: nenhum método é indicado durante a gravidez. O uso de DIU durante a gravidez 
aumenta bastante o risco para abortamento espontâneo e aborto séptico. 
 Infecção puerperal. 
 Após aborto séptico. 
 Sangramento vaginal inexplicado (suspeita de condições sérias), antes do diagnóstico: se há 
suspeita de gravidez ou alguma condição clínica subjacente, deve-se investigar e a 
classificação da categoria deve ser avaliada após o diagnóstico. Não é necessário remover o 
DIU durante a investigação. 
 Câncer de colo uterino: pode aumentar o risco para infecção e sangramento durante a 
inserção, que pode piorar a situação; o DIU deve ser removido ao começar o tratamento. 
 Câncer de endométrio: pode aumentar o risco para infecção, perfuração e sangramento 
durante a inserção, que podem piorar a condição; o DIU deve ser removido ao começar o 
tratamento. 
 Doença inflamatória pélvica atual ou nos últimos três meses (para iniciar o uso): o DIU 
aumenta muito o risco de doença inflamatória pélvica para essas mulheres. Há sérias 
preocupações de que o DIU possa piorar uma DIP. Uma DIP recente é forte fator de risco 
para uma DIP subsequente. A continuação de uso depende dos fatores de risco da mulher 
para IST e DIP e deve ser uma decisão informada. 
 Doença sexualmente transmissível atual ou nos últimos três meses, incluindo cervicite 
purulenta: há sérias preocupações sobre o aumento do risco de DIP em mulheres com IST, ou 
em alto risco para elas, que inserem DIU. 
 Doença trofoblástica benigna e maligna: há risco maior de perfuração uterina porque o 
tratamento da condição inclui curetagens repetidas. 
 
 
 Alterações anatômicas que distorcem a cavidade uterina: o correto posicionamento do DIU na 
cavidade uterina pode ser impossível. 
 Mioma uterino com distorção da cavidade uterina. 
 
 
ANEXO 2 – TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA COLOCAÇÃO DE 
DISPOSITICO INTRAUTERINO (DIU) 
 
 
 
ANEXO 3 - CARTÃO DE CONTROLE DO DIU 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ACOMPANHAMENTO PÓS-INSERÇÃO DE DIU 
OBJETIVO 
Descrever e padronizar o fluxo de acompanhamento após a inserção do DIU; verificar por meio do exame 
físico a localização do DIU e sinais de infecção durante o todo o período de uso do mesmo. 
DEFINIÇÃO 
Para garantir a eficácia do método é necessário que a usuária seja acompanhada para que a localização e 
outros fatores que possam interferir na ação do método possam ser identificados e solucionados, atentando 
quanto aos sinais de alerta. 
APLICAÇÃO 
Unidades Básicas de Saúde. 
INDICAÇÃO E CONTRA INDICAÇÃO 
Indicação: mulheres que realizaram a inserção do DIU. 
Contra Indicação: não há 
PONTOS CRÍTICOS E RISCOS 
RESULTADO ESPERADO 
Contracepção efetiva, sem complicações associados ao uso do método. 
DESCRIÇÃO DA ROTINA 
Profissional 
Responsável 
Ação 
Material 
Necessário 
Médico/ 
Enfermeiro 
Capacitado 
 Agendar consulta de retorno dentro de 30 a 45 dias, depois da inserção, 
para avaliação do posicionamento do DIU; 
 Assegurar acesso ao acompanhamento eagenda aberta para consultas em 
caso de intercorrências; 
 
Pontos Críticos / Riscos Medidas Preventivas 
Usuário 
Gravidez indesejada 
Expulsão do DIU 
Má localização do DIU 
Associar uso de preservativo 
Comparecer aos retornos agendados 
Ocupacional 
(Colaboradores) 
Acidente pérfuro-cortante 
Contaminação biológica 
Uso de EPI’s 
Técnica correta 
Ambiental Contaminação ambiental Descarte adequado de resíduos 
 
 
 Realizar controle ecográfico (ultrassom transvaginal)2 após a inserção e a 
cada 6 meses no primeiro ano após a inserção, nos demais anualmente 
(solicitação médica); 
 Retornos subsequentes a cada seis meses no primeiro ano, demais retornos 
anuais; 
 Nos retornos, acompanhar o prazo de duração do DIU e da data de 
remoção; 
 Verificar presença e tamanho do fio do DIU, quando puérpera ou 
colocação após abortamento cortar fio do DIU; 
 Avaliar e pesquisar condições clínicas que possam indicar a 
descontinuação do método; e avaliar a aceitabilidade do método; 
 Atentar para sinais de alerta: 
i. Ausência de menstruação, ou suspeita de gravidez, 
especialmente se também apresenta sintomas de gravidez 
ectópica, tais como sangramento vaginal anormal, dor 
abdominal ou sensibilidade abdominal e/ou desmaios. 
ii. Exposição a ISTs ou diagnóstico de HIV/Aids. 
iii. Queixa de deslocamento do contraceptivo ou um objeto de 
consistência dura na vagina ou no colo, que pode ser parte do 
DIU. 
iv. Dor intensa, ou que vem aumentando no baixo ventre, 
especialmente se acompanhada de febre e/ou sangramento nos 
intervalos entre as menstruações (sinais e sintomas de doença 
inflamatória pélvica). 
v. Parceiro sexual sente os fios do DIU durante a relação sexual e 
isso o incomoda. Nesse caso, os fios podem ser aparados no 
serviço de saúde. 
vi. Sangramento volumoso ou prolongado que incomoda a mulher. 
vii. A mulher ou o seu parceiro não estão satisfeito com o DIU. 
 Monitorar data de vencimento do DIU.. 
 Programar e trocar o DIU a cada 10 anos. 
REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS 
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde 
sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 300 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 26). 
2. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / Ministério da 
Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 230 p. : 
il. 
 
 
 
ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR 
GTPa 
Selma Eloy Machado - COREN 210915 
Mauricio Kucharsky – CRM 130.642 
Maria Aparecida Domingeus – Coren 82.401 
GTP 
Luciana Carvalho – COREN 0340.258 
Dra Denise de Azevedo Martins – CRM 
94681 
CEJAM-OS 
Sueli Doreto Rodrigues - CRM. 39 923 
Fernanda Fuscaldi – Gerente da Qualidade 
 Versão 01 – Fevereiro/ 2018 Próxima revisão: Fevereiro / 2019 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FLUXOGRAMA - ACOMPANHAMENTO PÓS-INSERÇÃO DE DIU 
 
 
 
 
 Agendar consulta de retorno com médico dentro de 30 a 45 dias, 
depois da inserção, para avaliação de ultrassom
2
, exame pélvico e 
revisão, quando puérpera ou colocação após abortamento Cortar 
fio do DIU 
Avaliar e pesquisar condições clínicas que possam indicar a 
descontinuação do método; e avaliar a aceitabilidade do método, 
investigar sinais de alerta, encaminhar para consulta médica se 
necessário, acompanhar o prazo de duração do DIU e da data de 
remoção; 
Programar e trocar o DIU a cada 10 anos 
Mulher pós-inserção do DIU 
PRIMEIRO ANO - Programar retornos semestrais de 
controle; 
DEMAIS RETORNOS ANUAIS 
 
 
INTERCORRÊNCIAS QUANDO USO DO DIU 
OBJETIVO 
Descrever e padronizar o processo de encaminhamento de usuárias que apresentarem intercorrências 
relativas ao DIU (Dispositivo Intra Uterino); identificar as intercorrências previstas quando uso do DIU; 
favorecer método contraceptivo seguro e com qualidade. 
MANEJO DE INTERCORRÊNCIAS OU COMPLICAÇÕES: 
1) Sangramento vaginal prolongado e volumoso: 
Realizar exame pélvico para afastar doença cervical, gravidez ectópica ou doença inflamatória 
pélvica ou outra anormalidade e encaminhar quando necessário. 
Avaliar se o sangramento prolongado e volumoso está relacionado com menos de três meses da 
inserção do dispositivo, se sim o sangramento está dentro do esperado como normal, tranquilizar a 
mulher explicando que as alterações menstruais são normais e provavelmente diminuirão com o 
tempo. 
Incentivar o consumo de alimentos ricos em ferro e recomendar sua ingestão. Se necessário, fornecer 
suplementação de ferro. 
Investigar se usuária deseja manter uso do dispositivo e sim orientar retorno em três meses para 
reavaliação. 
Sangramento persistente recomendar uso de ibuprofeno ou outra droga anti-inflamatória não 
esteroide para ajudar a diminuir a perda de sangue 
Remover DIU quando desejo da usuária e incentivar o uso de outro método contraceptivo. 
 
2) Sangramento após três meses da inserção do dispositivo e sem sinais de infecção ou outra 
anormalidade: 
Avaliar queixa de sangramento ou dor intensa, avaliar hipótese de remoção do DIU de Cobre, 
incentivar escolha de um novo contraceptivo. 
Solicitar hemograma para avaliar série vermelha, fornecer suplementação de ferro por três meses se 
anemia confirmada e indicar remoção do dispositivo. 
 
 
 
3) Sangramento vaginal inexplicado e anormal que sugira gravidez ou condição clínica 
subjacente: 
A mulher pode continuar a usar o DIU enquanto se submete à investigação. Avaliar e tratar a condição 
clínica subjacente ou encaminhar para tratamento. 
4) Dor em baixo ventre que sugira doença inflamatória pélvica – DIPA: 
Investigar a história e realizar o exame físico e valorizar região pélvica. Se os seguintes achados forem 
encontrados, encaminhar para serviço de referência: 
 Ausência de menstruação, atraso menstrual ou gravidez. 
 Parto ou aborto recente. 
 Dor ou sensibilidade à palpação do abdome durante o exame. 
 Sangramento vaginal. 
 Massa pélvica. 
Se a mulher não apresentar nenhuma das condições acima, diagnosticar DIPA, caso apresente quaisquer dos 
seguintes achados: 
 Febre. 
 Corrimento vaginal ou cervical anormal. 
 Dor à mobilização do colo uterino durante exame pélvico. 
 Sensibilidade sobre a região pélvica. 
 Parceiro sexual com secreção uretral ou tratado para gonorreia. 
O diagnóstico de DIPA pode ser difícil. Os sinais e sintomas podem ser leves ou ausentes, ou podem se 
confundir com sinais e sintomas de outras condições como gravidez ectópica e apendicite. Em caso de 
DIPA, tratar ou encaminhar para tratamento imediatamente, de acordo com o protocolo da abordagem 
sindrômica para IST e tratar o parceiro. 
5) Infecção sexualmente transmissível em atividade ou nos últimos três meses 
Mulheres assintomáticas para DIPA, quando apresentam culturas positivas para gonorreia ou clamídia, 
devem ser tratadas com as drogas recomendadas, sem a remoção do DIU. Entretanto, se existirem sintomas 
ou sinais de DIPA, o DIU deve ser retirado prontamente. Em caso de vaginose bacteriana, deve ser tratada, 
sem a necessidade de retirada do DIU 
 
 
 
 
6) Gravidez: 
 Se os fios do DIU estão visíveis e a gravidez está no primeiro trimestre: explicar à mulher que a remoção é 
indicada devido ao risco de infecção. Explicar também que ela corre o risco de abortamento espontâneo. Se 
aceitarremover o DIU encaminhar para a remoção em ambiente hospitalar. 
Se a gravidez já passou do primeiro trimestre, com o DIU distante do orifício interno do colo, as tentativas de 
retirada devem ser evitadas, pois a ocorrência de insucesso é muito alta. Nesses casos, é importante o 
aconselhamento da gestante, ressaltando que aquela gestação possui risco aumentado de abortamentos, 
trabalho de parto prematuro e infecções. A gestante deve ser encaminhada para atenção ao pré-natal de alto 
risco 
7) O parceiro se queixa dos fios 
Explicar à mulher (e ao seu parceiro, se possível) que uma sensibilidade ao fio do DIU é esperado, realizar 
exame especular e avaliar se os fios podem ser aparados mais curtos, recomendar nova tentativa e se 
persistência do incômodo avaliar remoção do DIU. 
8) Não visualização do fio do DIU 
Os cordões podem frequentemente ser extraídos do canal cervical rotando-se uma citoescova cervical de 
esfregaço de Papanicolaou no canal endocervical. Caso este procedimento não resolva a situação, deve ser 
feita a verificação ultrassonográfica da localização do DIU na cavidade uterina, solicitar retorno para 
reavaliação e incentivar a dupla proteção. 
9) Expulsão do DIU 
Incentivar outro método contraceptivo em casos de expulsão do dispositivo, porém um novo DIU poderá ser 
inserido se for desejo da usuária. 
As usuárias devem ser instruídas sobre a necessidade de uma outra forma de contracepção em casos de 
expulsão do dispositivo. 
APLICAÇÃO 
Unidades Básicas de Saúde. 
CRITÉRIOS PARA ENCAMINHAMENTO AO HOSPITAL 
Usuárias que apresentarem intercorrências na colocação, manutenção ou necessitarem realizar a retirada de 
DIU intra-hospitalar. 
 
 
DESCRIÇÃO DA ROTINA 
 
Profissional 
Responsável 
Ação 
Material 
Necessário 
Médico  Atender usuária em consulta agendada ou de encaixe; 
 Confirmar identificação, nome completo e data de nascimento; 
 Avaliar e pesquisar condições clínicas que possam indicar a 
descontinuação do método; incluindo a aceitabilidade; 
 Avaliar usuária e orientá-la, consultar manejo de intercorrências e 
definir conduta de acordo com indicado, favorecer a resolução do 
caso; 
 Verificar necessidade de encaminhamento ao hospital de referência 
neste caso preencher guia de referência e contra referência (Anexo 
01); 
 Caso necessário movimentação para rede hospitalar seguir rotina 
preestabelecida, solicitando ambulância para o encaminhamento; 
 Manter acompanhamento da usuária com o uso do DIU ou indicar 
outro método contraceptivo; 
 Registrar atendimento em prontuário e dados de produção. 
Impresso Guia 
de referência e 
contra 
referência 
(Anexo 01) 
 
 
 
ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR 
GTPa 
Selma Eloy Machado - COREN 210915 
Mauricio Kucharsky – CRM 130.642 
Maria Aparecida Domingeus – Coren 82.401 
GTP 
Luciana Carvalho – COREN 0340.258 
Dra Denise de Azevedo Martins – CRM 
94681 
CEJAM-OS 
Sueli Doreto Rodrigues - CRM. 39 923 
Fernanda Fuscaldi – Gerente da Qualidade 
 Versão 01 – Fevereiro/ 2018 Próxima revisão: Fevereiro / 2019 
 
REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS 
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde 
sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 300 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 26). 
2. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / Ministério da 
Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 230 p. : 
il. 
 
 
FLUXOGRAMA INTERCORRÊNCIA COM USO DE DIU 
 
 
Usuária apresenta intercorrência com uso 
do DIU 
Médico: Atender a usuária em consulta demanda 
espontânea /agendada, avaliar risco e indicar conduta 
necessária 
Necessita de 
atendimento 
hospitalar? 
Preencher guia de Referência/ Contra 
Referência (Anexo 01) para hospital de 
referencia 
Manter 
acompanhamento ou 
indicar outro método 
contraceptivo 
Definir conduta de acordo com o 
indicado, favorecer a resolução do 
caso 
Não Sim 
Avaliar e pesquisar condições clínicas que possam 
indicar a descontinuação do método; incluindo a 
aceitabilidade do mesmo 
Avaliar usuária e orientá-la, consultar manejo de 
intercorrências e definir conduta de acordo com 
indicado 
 
Seguir rotina preestabelecida, 
solicitando ambulância para o 
encaminhamento 
 
 
ANEXO 1 – FICHA DE REFERÊNCIA/CONTRA REFERÊNCIA 
 
FRENTE 
 
 
1 - DE
1ª DOBRA
2 - PARA
UNIDADE DE REFERÊNCIA
ENDEREÇO
BAIRRO FONE
LOCALIZAÇÃO / PONTO DE REFERÊNCIA
 _______________________________________________________________________________
SERVIÇO DE
2ª DOBRA
COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUL
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
FICHA REFERÊNCIA / CONTRA - REFERÊNCIA
CARIMBO DA UNIDADE SOLICITANTE
(ESPECIALIDADE, PROGRAM A, ATIVIDADE)
 
 
VERSO: 
 
NOME DO USUÁRIO:
Nº DO REGISTRO: IDADE:
COR: AMARELA BRANCA PARDA PRETA SEXO: MASCULINO FEMININO
ENDEREÇO:
BAIRRO: TELEFONE PARA CONTATO:
HIPÓTESE DIAGNÓSTICA:
MOTIVO DO ENCAMINHAMENTO:
EXAMES E PROCEDIMENTOS REALIZADOS:
AGENDADO EM _____ / _____ / ______ PARA O DIA _____ / _____ / ______
RELATÓRIO DA CONSULTA:
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS:
ASSINATURA E CARIMBO DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL
ASSINATURA E CARIMBO DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL
ÀS ___________HS
 
 
 
 
 
ORGANIZAÇÃO E LIMPEZA DO CONSULTÓRIO PARA INSERÇÃO DE 
DIU 
OBJETIVO 
Descrever e padronizar a rotina de limpeza, organização e funcionamento dos consultórios que serão 
utilizados para inserção/avaliação/remoção de DIU; garantir privacidade e ambiente adequado; favorecer 
ambiente limpo e seguro para a realização do procedimento. 
DEFINIÇÃO 
O consultório para realização de inserção/avaliação e remoção de DIU deve garantir a privacidade e 
segurança da usuária. Deve conter, no mínimo: maca com perneiras, foco de luz, banqueta giratória, mesa, 
cadeira, e pia. Preferencialmente: armário, biombo e mesa auxiliar. 
A limpeza do consultório deve ocorrer de acordo com a rotina de área crítica 
Garantindo um melhor planejamento orienta-se estabelecer cronograma de limpeza, para melhor orientação 
segue o padrão estabelecida pela Anvisa de acordo com a classificação e tipo de limpeza: terminal ou 
concorrente. 
LIMPEZA TERMINAL: 
“Trata-se de uma limpeza mais completa, incluindo todas as superfícies horizontais e verticais, internas e 
externas. O procedimento inclui a limpeza de paredes, pisos, teto, painel de gases, equipamentos, todos os 
mobiliários, armários, bancadas, janelas, vidros, portas, peitoris, luminárias, filtros e grades de ar 
condicionado.” ANVISA, 2010 
Quadro 1 - Frequência de Limpeza Terminal Programada. 
CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS FREQUÊNCIA 
Área críticas Semanal (data, horário, dia da semana preestabelecido). 
 
LIMPEZA CONCORRENTE: 
“É o procedimento de limpeza realizado, diariamente, em todas as unidades dos estabelecimentos de saúde 
com a finalidade de limpar e organizar o ambiente.” ANVISA, 2010 
 
 
 
 
Quadro 2 - Frequência de limpeza concorrente. 
CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS FREQUÊNCIA MÍNIMA 
Área críticas 3x por dia; data e horário preestabelecido e sempre que necessário. 
 
APLICAÇÃO 
Unidades Básicas de Saúde. 
INDICAÇÃO E CONTRA INDICAÇÃO 
Indicação: unidades que realizem inserção/avaliação e remoção de DIU. 
Contra Indicação: não há 
PONTOS CRÍTICOS E RISCOS 
RESULTADO ESPERADO 
Garantir ambiente adequado para inserção/avaliação e remoçãode DIU; favorecer a higiene e segurança do 
procedimento. 
 
 
DESCRIÇÃO DA ROTINA 
 
Profissional 
Responsável 
Ação 
Material 
Necessário 
Equipe de 
higiene 
Auxiliar de 
enfermagem 
 Organizar a sala; 
 Realizar limpeza concorrente no início de cada plantão; 
 Realizar a limpeza concorrente e terminal de acordo com 
cronograma e rotina preestabelecida; 
 
Pontos Críticos / Riscos Medidas Preventivas 
Usuário 
Risco de Infecção 
 
Seguir normas e rotinas para realização dos 
procedimentos 
Estabelecer cronograma de limpeza mensal 
Garantir limpeza do consultório 
Ocupacional 
(Colaboradores) 
Acidente de trabalho Seguir normas da NR 32 
Ambiental Descarte inadequado de resíduos 
Descarte adequado de resíduos 
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 
 
 
da sala  Realizar a limpeza concorrente sempre que solicitado; 
 Repor papeleira e sabão líquido conforme estabelecido em rotina 
específica. 
Auxiliar de 
enfermagem 
da sala 
 Organizar a sala; 
 Realizar limpeza concorrente no início de cada plantão; 
 Realizar a limpeza concorrente e terminal de acordo com 
cronograma e rotina preestabelecida; 
 Lavar e organizar as bandejas em uso, diariamente; 
 No início do plantão providenciar recipiente com tampa, 
identificado como material sujo, para transporte ao Expurgo; 
 Trocar as almotolias, previamente limpas identificadas e datadas, 
semanalmente colocando novas soluções. As almotolias devem ser 
preenchidas 50% do volume total; 
 Repor materiais (soluções, instrumentais, etc) e impressos próprios 
e específicos; 
 Conferir a data de validade de materiais esterilizados e de consumo 
mensalmente garantindo validade dos insumos/materiais utilizados, 
repor sempre indicado; 
 Checar o funcionamento dos equipamentos da sala; 
 Manter arquivos organizados; 
 Arquivar (pasta ou livro) as fichas de inserção de dispositivo intra-
uterino (DIU) na sala. 
Anexo 1 – 
Planilha de 
Controle de 
Limpeza 
Concorrente e 
Terminal 
 
Materias de 
limpeza: água, 
sabão ou 
detergente; 
álcool 70%; 
panos/Compressa
s; 
 
Enfermeiro 
 Estabelecer cronograma de limpeza concorrente e terminal; 
 Supervisionar a limpeza realizada pela equipe de higiene e 
enfermagem; 
 Conferir a data de validade de materiais esterilizados antes da 
utilização; 
 Checar o funcionamento dos equipamentos da sala; 
 Manter arquivos organizados; 
 Arquivar (pasta ou livro) as fichas de inserção de dispositivo intra-
uterino (DIU) na sala; 
 Manter setor limpo e organizado ao final do expediente ou término 
de uso da sala. 
Anexo 1 – 
Planilha de 
Controle de 
Limpeza 
Concorrente e 
Terminal 
 
REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS 
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde 
sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 300 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 26) 
2. Paraná, Secretaria Municipal da Saúde – Colombo. POP Procedimentos Operacionais Padrão Para 
As Unidades Básicas De Saúde. 2012. Disponível em: 
http://www.colombo.pr.gov.br/downloads/saude/062012/11-PROCEDIMENTOS-
OPERACIONAIS-PADRAO-PARA-UBS-VERSAO-2012.PDF Acesso em: 07/02/2018. 
 
 
3. Secretaria da Saúde. Manual técnico: normatização das rotinas e procedimentos de enfermagem nas 
Unidades Básicas de Saúde / Secretaria da Saúde, Coordenação da Atenção Básica. 2. ed. - São 
Paulo: SMS, 2016. 292 p. – (Série Enfermagem) 
 
ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR 
GTPa 
Selma Eloy Machado - COREN 210915 
Mauricio Kucharsky – CRM 130.642 
Maria Aparecida Domingeus – Coren 82.401 
GTP 
Luciana Carvalho – COREN 0340.258 
Dra Denise de Azevedo Martins – CRM 
94681 
CEJAM-OS 
Sueli Doreto Rodrigues - CRM. 39 923 
Fernanda Fuscaldi – Gerente da Qualidade 
 Versão 01 – Fevereiro/ 2018 Próxima revisão: Fevereiro / 2019 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FLUXOGRAMA - ORGANIZAÇÃO E LIMPEZA DOCONSULTÓRIO PARA INSERÇÃO DE 
DIU 
 
Enfermeiro - Estabelecer cronograma de limpeza concorrente e 
terminal 
Supervisionar a limpeza realizada pela equipe de higiene e 
enfermagem 
Conferir a data de validade de materiais esterilizados antes da 
utilização e Checar o funcionamento dos equipamentos da sala 
Manter setor limpo e organizado ao final do 
expediente ou término de uso da sala 
Organização e limpeza do consultório para 
inserção/avaliação e remoção de DIU 
 
 
ANEXO 1 - PLANILHA DE CONTROLE DE LIMPEZA CONCORRENTE E TERMINAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REMOÇÃO DE DIU 
OBJETIVO 
Descrever e padronizar a rotina para a retirada de DIU; favorecer método contraceptivo seguro. 
DEFINIÇÃO 
A remoção do DIU consiste na retirada do método da cavidade uterina ou vaginal devido ao vencimento do 
mesmo, expulsão parcial, não adaptação da mulher ao método ou outras indicações clinicas, tais como: 
gravidez, doença inflamatória, sangramento vaginal anormal e volumoso, perfuração do útero, após um ano 
da menopausa. 
A remoção pode ser feita em qualquer momento do ciclo menstrual, embora possa ser um pouco mais fácil 
durante a menstruação, quando o canal cervical está dilatado. 
APLICAÇÃO 
Unidades Básicas de Saúde. 
INDICAÇÃO E CONTRA INDICAÇÃO 
Indicação: vencimento, expulsão parcial, DIU Infra posicionado, não adaptação da mulher ao método ou 
indicação clinica, tais como: gravidez, doença inflamatória, sangramento vaginal anormal e volumoso, 
perfuração do útero, após um ano da menopausa. 
Contra Indicação: gravidez no segundo trimestre. 
PONTOS CRÍTICOS E RISCOS 
RESULTADO ESPERADO 
Retirada de DIU de forma segura para a usuária. 
 
Pontos Críticos / Riscos Medidas Preventivas 
Usuário 
Infecção 
Abortamento 
Monitoramento da usuária que faz uso do método 
Orientar usuário quanto aos sinais de alarme 
Garantir acolhimento imediato a usuária que 
apresentem eventos adversos 
Esclarecer dúvidas e validar a informação 
Seguir normas e rotinas para retirada de DIU 
Ocupacional 
(Colaboradores) 
Contaminação com material 
biológico 
Utilizar EPI’s 
Ambiental Descarte inadequado de residuos Descarte adequado de resíduos 
 
 
DESCRIÇÃO DA ROTINA 
Profissional 
Responsável 
Ação 
Material 
Necessário 
Médico 
 Atender usuária em consulta agendada ou encaixe, confirmando 
identificação: nome completo e data de nascimento; 
 Verificar motivo da remoção do DIU, bem como indicações 
pertinentes; 
 Nos casos de remoção por motivo de gravidez, encaminhar usuária 
para avaliação do GO de referência; 
 Nos casos de remoção por intercorrência, o procedimento deverá 
ser realizado pelo médico ou GO de referência; 
 Explicar o procedimento para usuária; 
 Lavar as mãos e utilizar luvas de procedimentos; 
 Colocar a usuária em posição ginecológica; 
 Introduzir o espéculo e realizar assepsia com clorexidina solução 
aquosa à 0,2%; 
 Visualizar a cérvice uterina e identificar os fios do dispositivo; 
 Fios visíveis, continuar com a retirada; 
 Fios não visíveis: introduzir uma citoescova cervical de esfregaço 
de Papanicolaou no canal endocervical e verificar se os fios são 
visualizados, permanecendo ausência do fio, solicitar USG
1
 para 
verificar posicionamento do DIU; 
 Utilizar uma pinça de Kelly longa ou Cherron para remoção do 
dispositivo tracionando os fios conjuntamentee suavemente
2
. 
 Retirar o espéculo; 
 Retirar a usuária da posição ginecológica; 
 Orientar sobre método contraceptivo e dupla proteção, caso a 
retirada seja por vencimento outro DIU pode ser inserido. 
Nota: 
1. Nos casos de intercorrências encaminhar usuária para 
Hospital de Referência, preenchendo impresso de referencia-contra 
referencia, seguir fluxo estabelecido. 
Água e sabão 
Luvas de 
procedimentos 
 
Clorexidina 
solução aquosa 
à 0,2 
Espéculo P, M 
ou G 
Citoescova 
cervical de 
esfregaço de 
Papanicolaou 
Pinça de Kelly 
longa ou 
Cherron 
esterilizada 
 
DIU de cobre 
 
REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS 
1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde 
sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 300 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 26). 
2. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / Ministério da 
Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 230 
3. Optima DIU TCu 380A. Responsável Técnico Celina da Cunha, São Paulo: Injeflex Ind e Com LTDA. 
2016. Instruções de Uso. 
ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR 
GTPa 
Selma Eloy Machado - COREN 210915 
Mauricio Kucharsky – CRM 130.642 
Maria Aparecida Domingeus – Coren 82.401 
GTP 
Luciana Carvalho – COREN 0340.258 
Dra Denise de Azevedo Martins – CRM 
94681 
CEJAM-OS 
Sueli Doreto Rodrigues - CRM. 39 923 
Fernanda Fuscaldi – Gerente da Qualidade 
 
 
 Versão 01 – Fevereiro/ 2018 Próxima revisão: Fevereiro / 2019 
 
 
 
 
FLUXOGRAMA - REMOÇÃO DE DIU 
 
Sim Não 
Médico/Enfermeiro Capacitado - Colocar usuária em 
posição ginecologia, realizar exame especular 
Orientar usuária quanto ao 
retorno 
Usuária com indicação/desejo de retirar DIU 
Fio visível? 
Introduzir uma citoescova cervical 
de esfregaço de Papanicolaou no 
canal endocervical 
Utilizar uma pinça de Kelly longa ou Cheron 
para remoção do dispositivo tracionando os fios 
conjuntamente e suavemente. Se intercorrência 
encaminhar para rede hospitalar
2
. 
Encaminhar usuária 
para avaliação do GO 
de referência 
Oferecer outro 
método e orientar 
sobre dupla 
proteção 
Introduzir novo 
DIU ou oferecer 
outro método e 
orientar sobre 
dupla proteção 
Caso o fio permaneça não 
visível, solicitar USG1 
Retirada por não 
adaptação ao 
método/ 
expulsão/ 
indicação clinica 
Retirada por 
vencimento 
Retirada por 
gestação 
Seguir rotina de 
Pré Natal 
 
 
ANEXO 1 – FICHA DE REFERÊNCIA/CONTRA REFERÊNCIA 
 
 
FRENTE 
 
 
1 - DE
1ª DOBRA
2 - PARA
UNIDADE DE REFERÊNCIA
ENDEREÇO
BAIRRO FONE
LOCALIZAÇÃO / PONTO DE REFERÊNCIA
 _______________________________________________________________________________
SERVIÇO DE
2ª DOBRA
COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUL
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
FICHA REFERÊNCIA / CONTRA - REFERÊNCIA
CARIMBO DA UNIDADE SOLICITANTE
(ESPECIALIDADE, PROGRAM A, ATIVIDADE)
 
 
VERSO: 
 
NOME DO USUÁRIO:
Nº DO REGISTRO: IDADE:
COR: AMARELA BRANCA PARDA PRETA SEXO: MASCULINO FEMININO
ENDEREÇO:
BAIRRO: TELEFONE PARA CONTATO:
HIPÓTESE DIAGNÓSTICA:
MOTIVO DO ENCAMINHAMENTO:
EXAMES E PROCEDIMENTOS REALIZADOS:
AGENDADO EM _____ / _____ / ______ PARA O DIA _____ / _____ / ______
RELATÓRIO DA CONSULTA:
PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS:
ASSINATURA E CARIMBO DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL
ASSINATURA E CARIMBO DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL
ÀS ___________HS

Mais conteúdos dessa disciplina