Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes 
Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas à Distância 
Disciplina Biogeografia 
Prof. Dr. Francisco José de Figueiredo 
 
VERIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM 
 
1) Qual a diferença entre geodispersão e dispersão saltatória? 
R.: Na geodispersão há expansão da área de distribuição de populações ou táxons devido a ausência de uma barreira. A 
expansão gradual e progressiva das áreas de distribuição de vários táxons que compõem a biota pode levar a padrões 
congruentes. A geodispersão melhor se enquadra no contexto de espaço relativo. No caso da dispersão saltatória, a 
barreira é preexistente e é ultrapassada para a ocupação de uma nova área. Com isso dá-se a colonização da área. A 
dispersão saltatória se enquadra na visão de espaço absoluto, hoje não sustentada por evidência empírica. A 
dispersão saltatória é dependente da capacidade particular de cada táxon para dispersar e ultrapassar a barreira, logo não 
leva a padrões congruentes. 
 
 
2) Por que é importante a realização ostensiva de inventários sobre fauna e flora? 
R.: Coletas ostensivas são importantes para melhor discriminação e delimitação das áreas de distribuição. Elas nos 
ajudam a resolver os problemas das lacunas que são decorrentes da deficiência de coletas e amostragens. 
 
3) De que forma glaciação e interglaciação afetam grandes mudanças climáticas e contribuem para 
aparecimentos e extinções de espécies? 
R.: Nos períodos glaciais, as geleiras polares avançam, o nível do mar abaixa e o clima torna-se frio e seco ao nível da 
faixa tropical. Florestas tropicais, típicas de clima quente e úmido, se fragmentam em manchas isoladas. O isolamento 
geográfico contribui para o processo de especiação e consequentemente, para o aumento do número de espécies. Em períodos 
interglaciais, as geleiras recuam, o nível do mar aumenta, o clima da faixa tropical torna-se predominantemente quente e 
úmido. As florestas tropicais se expandem e se fusionam, formando um contínuo homogêneo, possibilitando dispersão de 
elementos das biotas até alcançarem a condição de simpatria. No processo de expansão e retração das florestas muitas 
espécies especializadas ambientes que sofrem redução drástica, não resistem e entram em extinção.