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Cursos na Área: Cargas
1
Estrutura
Curso para Operador de Pá Carregadeira
Cargas
2
Estrutura do Curso 
Unidade 1: Movimentos de terra: terraplenagem;
Unidade 2: Os diferentes tipos de pás carregadeiras;
Unidade 3: Componentes básicos das pás carregadeiras;
Unidade 4: Características do operador de pá carregadeira;
Unidade 5: Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento;
Pá Carregadeira
3
Estrutura do Curso 
Unidade 6: Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira;
Unidade 7: Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras;
Unidade 8: Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras;
Unidade 9: Seleção da caçamba e cuidados na operação;
Unidade 10: Conversão de unidades.
4
Pá Carregadeira
Objetivos
 Apresentar a atividade de terraplenagem; 
 Identificar os principais fatores que influenciam a terraplenagem;
 Conhecer os principais equipamentos empregados.
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
5
Por lidarem com a movimentação de milhares de toneladas de terra e com um grande número de equipamentos, os serviços de terraplenagem e de transporte de terra precisam de atenção especial. 
É necessário que a movimentação seja feita de forma racional, para que se consiga redução no custo das obras e maior segurança na atividade.
6
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
7
Atividades de movimentação de terra
As atividades ligadas ao movimento de terra podem ser entendidas como um conjunto de operações que são executadas para modificar um terreno que se encontra em seu estado natural para uma nova conformação topográfica desejada.
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
8
A terraplenagem é o conjunto de operações destinadas ao corte, carregamento, transporte, descarregamento, acabamento de superfície, umedecimento e compactação do solo em uma obra de construção civil, objetivando adequar o terreno natural às características definidas no projeto.
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
Terraplenagem
9
A etapa de movimentação de materiais (entulho, terra, galhos) se inicia com a retirada de entulho de demolição e com a limpeza do terreno, envolvendo desmatamento (retirada de árvores) e destocamento (retirada de tocos de árvores), oferecendo condições para as atividades de movimento de terra propriamente ditas.
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
Atividades de movimentação de terra
10
O momento adequado para o movimento de terra é variável. Ele depende, muitas vezes, das características de execução das fundações e do próprio cronograma de desenvolvimento da obra.
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
11
Definido QUANDO realizar o movimento de terra é preciso definir COMO executá-lo. 
Para isto deve-se considerar alguns fatores que interferem no projeto do movimento de terra
Fatores que Influenciam o Projeto do Movimento de Terra
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
12
Permite conhecer informações necessárias sobre o terreno, tais como: características do solo, espessuras das camadas, posição do nível da água etc. 
Nos dá informações sobre o tipo de equipamento a ser utilizado para a escavação e retirada do solo. A sondagem ajuda, também, a definir qual o tipo de fundação que melhor se adaptará ao terreno.
Sondagem do terreno
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
13
É um parâmetro de projeto, pois define o momento de parar a escavação do terreno. 
É preciso conhecer: o nível do pavimento mais baixo, o tipo de fundação a ser utilizada e as características das estruturas do prédio
Cota de fundo da escavação (nível mais baixo da escavação)
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
14
Permite definir as frentes de trabalho para a realização das escavações e para a execução das contenções.
Concepção da seqüência executiva do edifício
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
Necessário compatibilizar as necessidades do canteiro de obras (posição de rampas de acesso, instalação de alojamentos, sanitários etc.) com as necessidades da escavação (posição das rampas, acessos para entrada de equipamentos, dentre outros).
Projeto do canteiro
15
Os principais tipos de movimento de terra são: 
a) Corte;
b) Aterro; 
c) Corte + Aterro.
A situação de “corte” geralmente é a mais desejável uma vez que minimiza os possíveis problemas de recalque (compactação do terreno). Nos casos em que seja necessária a execução de aterros, deve-se tomar cuidado com o recalque
Principais tipos de movimento de terra
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
16
Os manuais (pás, enxadas e picaretas) são empregados quando se tem pequeno volume de solo. Para volumes superiores, recomenda-se equipamentos mecânicos. Os principais são:
• Pá carregadeira (sobre pneus, sobre esteiras);
• Escavadeira;
• Escavo-carregadeira;
• Retro-escavadeira;
• Clam-shell;
• Bob-cat (pá-carregadeira de pequeno porte).
Equipamentos usados
Unidade 1 – Movimentos de terra: terraplenagem
Conclusão da Unidade 1
17
 Os equipamentos utilizados para movimentação de terra, dentre os quais podemos citar os caminhões e as pás carregadeiras, são elementos bastante relevantes nos custos de construção, bem como no tempo de execução da obra.
 Uma operação inadequada de um equipamento por parte de um operário pode acarretar em custos imprevistos ou em acidentes graves
18
Objetivos
 Apresentar os diferentes tipos de pás carregadeiras;
 Conhecer as principais características destas máquinas.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
19
Para deixar o solo apropriado para receber uma obra são necessárias algumas operações básicas, tais como: escavação, compactação, troca de solo, drenagem e outros. 
As máquinas mais utilizadas para isso são as de terraplenagem, em especial, os tratores.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
20
Os tratores
O trator é um tipo de máquina que exerce tração. Ele possibilita a execução de trabalho produtivo com conforto ao operador, multiplicando a força humana. 
Um mesmo trator pode ser complementado com diferentes implementos, possibilitando uma vasta gama de aplicações, com economia de tempo e também dos equipamentos.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
21
Pás Carregadeiras 
As pás carregadeiras são um tipo de máquina tratora que contém um equipamento (implemento) capaz de realizar corte, carregamento, transporte e descarregamento de terra.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
22
Classificação das pás carregadeiras
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
As pás carregadeiras podem ser agrupadas e classificadas em: 
Unidades escavotransportadoras; e 
Unidades escavocarregadoras.
23
Classificação das pás carregadeiras
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
•	As unidades escavotransportadoras são as que escavam, carregam e transportam sozinhas materiais de consistência média por distâncias médias.
•	As unidades escavocarregadoras são as que escavam e carregam de terra um outro equipamento (caminhão), que faz o transporte. O ciclo completo de terraplenagem (corte, carregamento, transporte e descarregamento) é executado, portanto, por duas máquinas distintas.
24
As pás carregadeiras podem ser também classificadas de acordo com seu formato e seus componentes. 
Considerando sua movimentação podem ser classificadas em pá carregadeira de pneu e pá carregadeira de esteira.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
Pás Carregadeiras 
25
Pá carregadeira de pneu
A pá carregadeira de pneu (ou de rodas) é um equipamento que permite ótimo desempenho nas atividades de movimentação de terra, sendo bastante utilizada no segmento de construção civil.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
26
Pá carregadeira de pneu
A pá carregadeira de rodaspossui uma base igualmente dividida, para que a abrasão do pneu seja reduzida, prolongando assim o tempo de uso do pneu. 
O eixo duplo reduz o arraste e a patinação das rodas, aumentando a vida útil dos pneus
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
27
Pá carregadeira de esteiras
As pás carregadeiras de esteira, conhecidas como bull-dozer possuem lâminas ou placa de empuxo, escarificadores (garras para “arranhar” o solo) e esteiras. 
É a máquina mais usada nos trabalhos de movimentação de terra.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
28
Pá carregadeira de esteiras
Máquina equipada com esteiras no lugar dos pneus, apresentando melhor aderência e melhor distribuição de peso, principalmente em terra solta ou terrenos pantanosos.
Criada em 1904, foi o marco de início da terraplenagem moderna. Tracionando ou empurrando a terra, o bull-dozer tem enorme utilização em obras de grande, médio e pequeno porte.
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
29
Dimensões básicas de uma pá carregadeira
Unidade 2 – Os diferentes tipos de pás carregadeiras
30
 Na movimentação de pequenos volumes de material ou no carregamento de caminhões, o equipamento normalmente empregado é a pá carregadeira, que são equipamentos de baixo custo de operação e grande agilidade. 
 Apesar de serem equipamentos de reduzida capacidade, podem ser utilizadas no corte e carregamento de material, associadas ao uso de equipamentos de transporte de maior capacidade como os caminhões
Conclusão da Unidade 2
31
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
 Apresentar os principais componentes das pás carregadeiras;
 Apresentar as características e funções destes elementos.
Objetivos
32
Pás Carregadeiras
Podem ser consideradas equipamentos que associam alto desempenho e produtividade, com moderada capacidade de carga. 
Essa capacidade pode ser multiplicada quando associada a equipamentos de transporte, tais como caminhões. 
São equipamentos que apresentam baixo índice de manutenção, fácil operação e relativo conforto.
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
33
Caçambas
devem estar adequadas ao tamanho do equipamento e à sua aplicação. 
As caçambas podem possuir lâminas de corte ou dentes. 
A seção superior da caçamba plana, do tipo caixa, fornece rigidez e auxilia no nivelamento da terra.
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
34
Caçambas
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
35
Motor e trem de força (transmissão)
O motor fornece alto torque e responde rápido a baixas RPM (rotações por minuto) mesmo a plena carga. 
A máquina pode trabalhar a baixa rotação do motor, o que contribui para uma boa economia de combustível, menos ruído, menor desgaste e longa vida útil.
A transmissão é segura, eficiente e de fácil mudança, o que garante torque adequado às operações.
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
36
Eixos e direção
Os eixos são capazes de absorver todos os impactos. • Eixos com coroa e pinhão, do tipo hipóides (com dentes encaixados). Diferencial de torque proporcional, com sistema automático antipatinagem (evita a patinação). 
• Eixo traseiro com oscilação vertical (24 graus) e reduções finais planetárias.
A direção é hidráulica o que garante ciclos mais rápidos. Uma manopla auxiliar no volante da direção possibilita maior agilidade e conforto na realização das manobras.
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
37
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
Eixos e direção
Sistema de direção acionado pela bomba hidráulica principal, com válvula de prioridade para direção, garantindo direção mesmo com motor desligado. 
Alguns modelos possuem 3 modos: frontal, em 4 rodas e dianteira e traseira opostas (tipo caranguejo).
38
Sistema de freios
Atualmente são mais precisos, eficientes, confiáveis e oferecem total segurança, mesmo em condições extremas.
• De serviço: multidisco, em banho de óleo nas quatro rodas, com circuito independente para cada eixo. Aplicado através de um pedal, acionando simultaneamente a frenagem nas quatro rodas;
• De segurança: cada circuito do sistema de freios é equipado com um acumulador de nitrogênio que mantém sua eficiência mesmo com o motor desligado ou com pane no sistema hidráulico;
• De estacionamento: freio a tambor, montado no eixo de saída da transmissão, com acionamento mecânico.
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
39
Compartimento do operador (cabine)
Nas máquinas mais modernas o compartimento do operador é amplo, confortável e oferece total visibilidade em todas as direções. 
Os painéis são de fácil leitura e os comandos são ergonomicamente posicionados para maior conforto. 
Possui um completo sistema de iluminação que permite realizar trabalhos noturnos com total visibilidade. 
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
40
Compartimento do operador (cabine)
Alguns modelos possuem cabine fechada com climatizador, que proporciona maior conforto em condições severas de calor e poeira. 
Unidade 3 – Componentes básicos das pás carregadeiras
41
Conclusão Unidade 3
 As pessoas envolvidas na manutenção e operação das pás carregadeiras não devem executar nenhuma tarefa sem antes conhecer as normas de segurança para manutenção e operação contidas no manual de instrução do operador. 
 A maior parte destes equipamentos contém adesivos indicativos sobre procedimentos de segurança que devem ser observados pelo operador. 
 Em caso de dúvidas consulte o manual do usuário ou o fabricante do equipamento.
42
 Apresentar os aspectos relevantes da classificação brasileira de ocupações – CBO para a profissão de operador de pá carregadeira;
 Conhecer a formação, experiência e condições gerais de exercício da profissão;
 Informar sobre os recursos de trabalho e as atividades a serem desenvolvidas.
Objetivos
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
43
Os operadores de pás carregadeiras estão classificados como operadores de máquinas de terraplenagem e fundações. O código 7151 – 35 contem as seguintes variações: 
- Operador de pá carregadeira de esteira;
- Operador de pá carregadeira de pneu;
- Operador de pá carregadeira e tratores;
- Operador de pá mecânica;
- Operador de pá mecânica em subsolo.
Classificação brasileira de ocupações - CBO
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
44
Para o CBO esses profissionais são responsáveis por operar máquinas de terraplenagem e fundações, ajustando comandos e acionando as máquinas. Além disso, devem: 
- Realizar manutenção básica de máquinas pesadas;
- Remover o solo e material orgânico "bota-fora";
- Drenar solos e executar construção de aterros;
- Realizar acabamento em pavimentos.
Classificação brasileira de ocupações - CBO
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
45
Nos serviços de terraplenagem, o chamado “bota-fora” corresponde ao material que sobra das atividades de escavação e é empilhado do lado de fora do canteiro das obras.
“Bota-fora”
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
46
É requerido desse profissional escolaridade entre quarta e sétima séries do ensino fundamental e um curso básico de qualificação profissional de até duzentas horas. 
O pleno desempenho das atividades ocorre após dois anos de experiência profissional
Formação, experiência e condições gerais de exercício da profissão
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
47
A utilização dos equipamentos de segurança mostra-se indispensável. Além disso, é esperado que o operador apresente as características necessárias para exercer sua função, sendo elas:
 Demonstrar organização e atenção;
 Comunicar-se com eficiência com superiores e subordinados;
 Demonstrar autocontrole e coordenaçãomotora;
 Ter responsabilidade;
 Adaptar-se a novos trabalhos e situações. 
Formação, experiência e condições gerais de exercício da profissão
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
48
Além de conseguir manipular as pás carregadeiras, o operador deve conhecer e saber lidar com outros recursos necessários para o desenvolvimento de suas atividades. 
Dentre esses recursos podemos citar: chaves (combinada, fenda, "allen", inglesa), manômetro, martelo.
Recursos de trabalho e atividades a serem desenvolvidas
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
49
É desejável que o operador tenha noções de operação de outras máquinas tais como:
 Caminhão "munck" e guincho; 
 Caminhão comboio (manutenção); 
 Máquina de solda; 
 Máquina escavadeira e retro-escavadeira; 
 Motoniveladora e vibra-acabadora.
Recursos de trabalho e atividades a serem desenvolvidas
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
50
Existem algumas características que o operador deve apresentar para exercer seu trabalho com maior qualidade.
Para desempenhar melhor suas funções é desejável que o operador de pá carregadeira seja organizado, pois deve guardar toda a documentação relacionada ao projeto que está executando, bem como a documentação e os manuais da máquina que opera.
Competências Pessoais
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
51
O operador deve saber trabalhar em equipe e demonstrar responsabilidade, pois deve zelar pelos equipamentos e máquinas utilizados nas atividades de terraplenagem e fundações em que está trabalhando.
Competências Pessoais
Unidade 4 – Características do operador de pá carregadeira
52
Conclusão Unidade 4
 A atividade de operador de pás carregadeiras não pode ser considerada uma simples operação mecânica. 
 Não basta apenas saber lidar com os equipamentos. 
 Esta profissão exige qualificação e um perfil específico, pois requer muita disciplina, comprometimento e competência por parte do operador
53
 Apresentar o planejamento do trabalho de terraplenagem;
 Mostrar as principais atividades desenvolvidas pelo operador de pá carregadeira.
Objetivos
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
54
Ao receber uma solicitação de serviço, o operador de pá carregadeira deve realizar um planejamento prévio de sua tarefa, identificando a melhor forma de colocar em ação seus equipamentos e de movimentar a terra usando as máquinas adequadas.
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
55
Antes de iniciar a terraplenagem, as principais atividades são:
• Analisar o serviço;
• Estabelecer uma seqüência de atividades;
• Definir as etapas de serviço a ser realizado;
• Estimar tempo de duração do serviço e de suas etapas;
• Selecionar as máquinas adequadas;
• Definir os acessórios mais indicados;
• Selecionar as ferramentas manuais que irá necessitar;
• Selecionar os instrumentos de medição que irá utilizar;
• Selecionar equipamentos de proteção individual (EPI);
• Selecionar a sinalização de segurança.
Planejamento do trabalho
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
56
Durante a realização de seu trabalho o operador de pá carregadeira estará no comando de um equipamento que é considerado uma máquina pesada. 
Por este motivo é extremamente importante que ele saiba lidar com o equipamento e que tome as devidas precauções na operação destas máquinas.
Operação de máquinas pesadas
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
57
Para operação de pá carregadeira é necessário saber: 
• Acionar a máquina;
• Interpretar as informações do painel da máquina;
• Mudar marcha conforme o serviço que está executando;
• Controlar a aceleração da máquina (RPM);
• Estacionar a máquina em local plano;
• Apoiar equipamentos hidráulicos e mecânicos no solo;
Operação de máquinas pesadas
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
58
• Resfriar a máquina;
• Desligar a máquina;
• Anotar informações sobre a utilização da máquina;
• Relatar ocorrências de serviço ao seu superior.
Operação de máquinas pesadas
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
59
Uma das atividades iniciais realizadas pelo operador de pá carregadeira envolve a remoção do “bota-fora”. 
Este é o material resultante de procedimentos de escavações realizados antes da terraplenagem, que é empilhado do lado de fora do canteiro de obras
Remover solo e material orgânico
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
60
Nas atividades com o “bota-fora” o operador deve:
• Verificar a marcação da topografia;
• Analisar a inclinação do terreno;
• Verificar o tipo de solo;
• Carregar o caminhão caçamba.
Remover solo e material orgânico
Unidade 5 – Atividades iniciais: planejando e preparando o equipamento
61
Conclusão Unidade 5
 Existem uma série de atividades e procedimentos com as quais o operador de pás carregadeiras deve se preocupar antes de realizar as operações de movimentação de terra. 
 O cuidado com essas atividades é o diferencial entre uma operação eficiente e segura e uma operação onerosa, insegura e ineficiente. 
 Cabe ao operador buscar esse conhecimento e aplicá-lo em sua atividade
62
 Apresentar as principais atividades desenvolvidas pelos operadores de pás carregadeiras;
 Mostrar algumas das etapas componentes de cada atividade.
Objetivos
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
63
Atividades utilizando pás carregadeiras
Algumas serviços relacionados à terraplenagem são executadas pelos operadores de pás carregadeiras utilizando estes equipamentos ou similares. 
Os principais serviços que utilizam as pás carregadeiras são: drenar solos, construir aterros e dar acabamento em pavimentos. 
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
64
As pás carregadeiras são empregadas especialmente em:
• Escavação, cortes e aterros;
• Nivelamento ou manutenção de rampas;
• Movimentar materiais em pequena distância;
• Empurrar e puxar;
• Executar praças de manobras no corte e no aterro;
• Espalhamento de terra ou de aterro;
• Desmatamento e destocamento;
• Escarificação (raspagem) de materiais de 1a e 2a categoria.
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
65
Drenar solos
Os operadores devem: 
• Abrir valas para drenagem;
• Identificar a necessidade de escoramento de paredes e valas;
• Instalar manilhas e canaletas para drenagem;
• Abrir valas para montagem de colchão drenante.
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
66
Executar a construção de aterros
• Abrir bueiros para passagem de água;
• Selecionar material para o aterro;
• Transportar material (solo) para o aterro;
• Espalhar o material (solo);
• Homogeneizar (misturar) o solo com máquinas e equipamentos;
• Compactar solos;
• Remover material em aterro.
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
67
Acabamento de pavimento
• Nivelar solo conforme cota de projeto;
• Homogeneizar solos para execução de camadas de pavimentação;
• Raspar superfície da base;
• Aplicar capa de pavimentação;
• Compactar capa de pavimentação com rolo compressor.
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
68
Auxiliar a atividade de cravar estacas
• Montar equipamentos de cravação;
• Deslocar equipamentos de cravação;
• Descarregar materiais de fundação, sondagem e perfuração;
• Selecionar materiais de fundação, sondagem e perfuração;
• Aprumar e soldar estacas;
• Registrar o processo de cravação de estacas.
Unidade 6 – Atividades desenvolvidas utilizando a pá carregadeira
69
Conclusão Unidade 6
 Existe um conjunto de atividades que devem ser desenvolvidaspelas pás carregadeiras em uma obra. 
 Algumas delas são atividades diretamente associadas às pás carregadeiras (corte e aterro). Outras são atividades que a pá carregadeira ajuda a realizar (cravar estacas). 
 O operador destas máquinas deve estar preparado a realizar essas atividades e estudos, de forma a garantir um serviço de qualidade e realizado com segurança.
70
 Mostrar conceitos de produtividade e eficiência;
 Apresentar conceitos sobre carga e capacidade de carga.
Objetivos
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
71
Produtividade
Produtividade pode ser representada pela letra “Q” e indica o volume medido de material deslocado por unidade de tempo. 
A unidade utilizada é metros cúbicos por hora.
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
72
Produtividade teórica ou básica (“QB”)
É a produtividade, em metros cúbicos por hora, atingível por um período curto com o respectivo equipamento sob determinadas condições de operação e para um determinado tipo de material. 
Influências suscetíveis a reduzir a produtividade resultante da condição do equipamento, da organização do local da obra e das condições climáticas não devem ser levadas em consideração. 
A presença de um operador de competência média é necessária para o alcance de uma produtividade básica.
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
73
Produtividade real (“QA”)
É a produtividade, em metros cúbicos por hora, atingível continuamente com o respectivo equipamento sob determinadas condições de operação e para um determinado tipo de material, levando em consideração as condições de operação e todos os dados que influenciam na produtividade. 
São considerados fatores que influenciam na produtividade: a condição e o manuseio do equipamento, a organização do local da obra e as condições climáticas no local de operação.
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
74
Eficiência do trabalho (“fE”)
O Fator de eficiência do trabalho é a razão entre a produtividade real e a produtividade básica (teórica) e pode ser calculado por:
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
75
Coeficientes relacionados ao volume
O volume nominal (“VR”) é a capacidade nominal do acessório (caçamba), em metros cúbicos, de acordo com sua utilização apropriada.
Coeficiente de dilatação (“fS”)
Fator de enchimento (“fF”)
 
Ciclo e tempo de ciclo
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
76
Coeficiente de dilatação (“fS”)
É a razão entre o volume após o descarregamento pelo volume compactado ou volume após o carregamento: fs ≥ 1.
Fator de enchimento (“fF”)
É a razão entre o volume após o carregamento ou descarregamento por ciclo pelo volume nominal do acessório.
Ciclo e tempo de ciclo
Processo que é repetido um número de vezes com a mesma sequência de operações. O tempo de ciclo (“t”) é o tempo, em minutos, decorrido para executar um ciclo.
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
77
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
Carga Líquida Estática
É o peso real da terra que será movimentada.
Carga Bruta Estática
É a somatória de todos os pesos reais que são aplicados ao trator, incluindo os implementos e equipamentos auxiliares.
Carga Bruta Dinâmica
É a somatória da carga bruta estática e as cargas eventuais originadas pelo movimento da máquina. Ao levantar a peça, girar, frear, pode-se originar um acréscimo na Carga Bruta Estática, devido à inércia e ao movimento. Esse acréscimo poderá chegar a 50% da Carga Bruta Estática. Por isso, a aceleração, frenagem e giro devem ser o mais lento possível.
78
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
Capacidade Bruta
É a capacidade real máxima da pá carregadeira, conforme sua configuração, determinada pelo seu fabricante e constantes nas tabelas de carga do equipamento.
Capacidade Nominal
É a capacidade expressa comercialmente pelo fabricante, a qual depende de condições especiais na operação, como por exemplo, a capacidade do gancho, do carro, dos cabos e de acessórios utilizados para cargas especiais.
79
Densidade dos materiais
Densidade Absoluta ou massa específica é uma característica própria de cada material, por isso é classificada como sendo uma propriedade específica. 
A densidade absoluta é a razão entre a massa de uma amostra e o volume ocupado por esta massa. 
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
80
Densidade dos materiais
Para medirmos a densidade de um objeto qualquer, precisamos conhecer a sua massa e seu volume.
Em geral, a densidade dos sólidos é maior que a dos líquidos e esta, por sua vez, é maior que a dos gases
Os sólidos são materiais geralmente muito consistentes, o que resulta em grande quantidade de massa em um pequeno volume. 
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
81
Unidade 7 – Conceitos operacionais associados às pás carregadeiras
82
Conclusão Unidade 7
 Alguns conceitos são fundamentais para a operação segura e eficiente de movimentação de terra e outros materiais utilizando pás carregadeiras. 
 Dentre esses conceitos, podemos citar aqueles relacionados ao material transportado (terra, cascalho, areia), como sendo um dos mais importantes, por refletir a principal propriedade das pás carregadeiras, que é a de elevar e movimentar estes materiais. 
83
 Apresentar aspectos relacionados aos sistemas operacionais de pás carregadeiras;
 Conhecer a configuração de cabos e o check list.
Objetivos
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
84
Equipamentos padrão para operação 
Alguns elementos são imprescindíveis para a segurança do operador, dos demais funcionários, dentre os quais: 
• Alarme de ré e buzina;
• Assento anatômico regulável para o operador;
• Contrapeso traseiro com ganho de tração;
• Desengate automático de transmissão através do pedal de freio;
• Dispositivos antivandalismo para baterias, combustível e óleo hidráulico;
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
85
Equipamentos padrão para operação 
• Filtro de ar a seco, com elemento de segurança e ejetor de poeira;
• Lanternas traseiras de freio;
• Luzes de direção dianteira e traseira;
• Luzes de iluminação do painel de instrumentos;
• Painel: indicadores de pressão de óleo do conversor, pressão de óleo do motor, indicadores de temperatura do motor e transmissão, indicador de restrição do filtro de ar, luz de carga da bateria, horímetro; 
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
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Equipamentos padrão para operação 
• Sistema hidráulico com duas funções, parada de elevação (kick-out) e nivelador de caçamba eletromagnético;
• Trava de segurança da articulação;
• Visores de verificação do nível de óleo hidráulico.
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
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Componentes e equipamentos opcionais
Os principais equipamentos associados são:
• Caçamba de faca triangular sem dentes;
• Caçamba de faca triangular sem dentes, reforçada;
• Caçamba de faca reta reforçada;
• Caçamba de faca reta;
• Garra para cana-de-açúcar;
• Garra para madeira.
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
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Posição da lâmina
Para terrenos com inclinação horizontal (terrenos planos) a lâmina pode ser utilizada na posição reta ou na posição inclinada. A posição reta permite empurrar a terra para frente e a posição inclinada permite empurrar a terra para o lado.
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
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Posição da lâmina
Quando o terreno não é totalmente plano ou quando se deseja escavar um dos lados, pode-se variar a posiçãovertical da lâmina. Quanto à inclinação vertical, a posição da lâmina pode ser plana ou inclinada.
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
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Dados operacionais considerando contrapesos
Contrapeso 1 – somente pode ser utilizado em aplicações gerais, com garfos, palete e braço para movimentação de materiais para o propósito de estabilização. 
Contrapeso 2 – substitui a hidroinflação (aplicação de lastro) nos pneus traseiros e nunca deve ser combinado com correntes.
Contrapeso 2 e combinações dos contrapesos 1 e 2 – somente pode ser utilizado com o propósito de estabilização em trabalhos com garfos palete e braço de movimentação de materiais em solos firmes e nivelados.
Unidade 8 – Características técnicas e operacionais das pás carregadeiras
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Conclusão Unidade 8
 Esta unidade do curso apresentou uma série de particularidades operacionais que devem ser observadas pelo operador de pás carregadeiras. 
 Conhecer esses aspectos operacionais e saber definir os equipamentos corretos para as operações de movimentação de terra é papel fundamental do operador
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 Conhecer particularidades das caçambas;
 Aprender a selecionar a caçamba adequada ao serviço.
Objetivos
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
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As dimensões, pesos e capacidades das caçambas são sempre aproximados e estão sujeitos a variações, principalmente se considerarmos as conversões de medida que são constantemente aplicados para o cálculo de capacidade e volume. 
Estas variações devem ser consideradas normais dentro das tolerâncias de fabricação. 
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
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Importância de selecionar a caçamba adequada
A escolha da caçamba é determinada pela densidade do material e pelo fator de enchimento desta. 
No entanto, o volume real transportado é frequentemente maior do que a capacidade nominal da caçamba, pois em geral a terra ultrapassa o limite da borda da caçamba. 
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
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Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
Fator de enchimento: aproximadamente 105%. 
Desidade: 1,60 t/m3. 
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Procedimentos para seleção da caçamba
• Determine a densidade do material a manusear, usando a tabela de Densidade dos Materiais;
• Localize no gráfico a densidade encontrada na coluna do lado (sistema americano ou métrico) perto da ilustração de Seleção de caçamba do modelo correspondente;
• Acompanhe a densidade ao longo da sua linha horizontal para encontrar quais caçambas podem ser usadas.
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
97
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
98
Preparação da área para operação
• Inspecionar visualmente a área de operação do equipamento no solo, ar, água e vias de acesso;
• Solicitar limpeza do local de trabalho;
• Durante a operação de movimentação de terra, o local deve estar devidamente isolado e sem a presença de pessoas não autorizadas no eixo de isolamento e movimentação;
• Verificar iluminação na área de trabalho;
• Avaliar a rede elétrica para evitar choque do equipamento com a mesma.
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
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Medidas de segurança obrigatórias: manutenção do equipamento e de peças auxiliares
• Definir e realizar a manutenção corretiva e preventiva das pás carregadeiras e de seus equipamentos;
• Tomar as devidas providências, mediante as irregularidades do equipamento, levantadas pelo formulário de inspeção diária e/ou periódica;
• Manter atualizado o cadastro e o histórico de manutenção de equipamentos de movimentação de terra;
• Realizar testes periódicos em seus componentes.
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
100
Medidas de segurança obrigatórias: operação
• Utilizar o manual de operação do equipamento.
• Efetuar a inspeção diária, visual e/ou funcional, antes de ligar o equipamento e ou durante o funcionamento, verificando os seguintes itens:
- Pneus, esteiras, caçambas e braços;
- Parte elétrica;
- Freios (de serviço, de segurança e de estacionamento);
- Travas (funcionamento correto das mesmas);
- Vazamentos. 
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
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Medidas de segurança obrigatórias: operação
• Utilizar os EPI (Equipamentos de Proteção Individual):
- Capacete; 
- Luvas;
- Óculos;
- Protetores Auriculares;
Botinas de Segurança 
com biqueira de aço.
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
102
Medidas de segurança obrigatórias: operação
O operador de pás carregadeiras deve comunicar imediatamente aos seus superiores quaisquer irregularidades levantadas na inspeção diária e periódica
Unidade 9 – Seleção da caçamba e cuidados na operação
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Conclusão Unidade 9
 Existe uma série de atividades que o operador de pás carregadeiras deve executar para garantir a segurança e a qualidade nas operações de movimentação de terra e outros materiais. 
 Além de promover maior segurança, a escolha correta das caçambas e equipamentos pode promover redução nos custos de operação deste, gerando benefícios econômicos.
104
 Apresentar aspectos relacionados aos sistemas de medida;
 Mostrar as principais conversões de unidades
Objetivos
Unidade 10 – Conversão de unidades
105
Na movimentação de cargas utilizando pás carregadeiras exige-se o conhecimento de propriedades da carga, tais como peso, volume, além de aspectos relacionados à operação do equipamento, como capacidade e velocidade. 
Dessa forma, conhecer essas unidades, bem como as conversões que elas permitem é importante para o operador de pás carregadeiras.
Unidade 10 – Conversão de unidades
106
Sistemas de Medida
Países distintos adotam sistemas de medidas e unidades diferentes. Como as pás carregadeiras são produzidas em diferentes países, e as cargas que movimentam podem ter origens distintas, conhecer as unidades e como convertê-las é importante para o operador deste equipamento. 
Unidade 10 – Conversão de unidades
107
Unidade 10 – Conversão de unidades
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Conversão de unidades de medida
Fator de conversão para o comprimento. Y = kX
Unidade 10 – Conversão de unidades
109
Unidade 10 – Conversão de unidades
Conversão de unidades de medida
Fator de conversão para área. Y = kX
110
Unidade 10 – Conversão de unidades
Conversão de unidades de medida
Fator de conversão para massa e peso. Y = kX
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Unidade 10 – Conversão de unidades
Conversão de unidades de medida
Fator de conversão para pressão. Y = kX
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Unidade 10 – Conversão de unidades
Conversão de unidades de medida
Fator de conversão para velocidade. Y = kX
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Unidade 10 – Conversão de unidades
Conversão de unidade de temperatura
Para converter entre graus Celsius (centígrados) e graus Farhenheit, utilize a fórmula: 
C / 5 = (F - 32) / 9
em que:
C é a temperatura em graus Celsius (centígrados);
F é a temperatura em graus Farhenheit.
114
Conclusão Unidade 10
 Existem diferentes sistemas de unidade, bem como fatores de conversão para as mais diferentes unidades de medida.
 Conhecer esses fatores de conversão é importante para o operador de pás carregadeiras, uma vez que o mesmo deve adequar o equipamento às características da carga, bem como às características de operação.
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