Prévia do material em texto
RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS I - IDENTIFICAÇÃO DO EVENTO 1- Tipo: ATIVIDADE PRATICA 1º encontro 2- Disciplina: ATIVIDADES PRATICAS PARA A DISCIPLINA METODOLOGIA DO ENSINO DE ATIVIDADES AQUATICAS. 3- Local: UNIASSELVI 4- Período: 1º II - IDENTIFICAÇÃO DOS PARTICIPANTES 1- Curso BACHAREL EM EDUCAÇÃO FÍSICA. 2 - Turma 3 - Nome do acadêmico: JUNIO BORGES NUNES DE SOUZA 4 - Disciplina: ATIVIDADES PRATICAS PARA A DISCIPLINA METODOLOGIA DO ENSINO DE ATIVIDADES AQUATICAS. 5 - Tutor(a) responsável SALOMÃO FERREIRA SEIXAS SANTOS III - OBJETIVOS Oportunizar a população aulas de natação. Proporcionar um estilo de vida mais saudável, através das atividades aquáticas, a quem mais necessita, que são os portadores de patologias relacionadas à obesidade e ao envelhecimento. Objetivos Específicos: Promover a inclusão social de crianças e adolescentes pela prática regular da natação e contribuir para a formação de cidadãos que adotem um modo de vida saudável. A natação é considerada, entre os esportes, o mais completo, pois qualquer pessoa, independentemente da idade, sexo ou profissão, pode fazer natação sem problemas, uma vez que a água é um meio muito benéfico para o corpo: relaxante, sem IV- RELATÓRIO NADO CRAWL. O crawl, também conhecido por estilo livre, por ser o estilo de escolha nas provas de estilo livre. Neste estilo, a pessoa vira-se de barriga para baixo. Um braço move-se pelo ar, com a palma da mão virada para baixo, pronta para mergulhar dentro de água, com o cotovelo relaxado, enquanto o outro braço, debaixo de água, propulsiona o corpo (para obter a máxima eficiência da braçada, esta deve ser executada em forma de “S”). As pernas fazem uma espécie de pontapés agitados, num movimento alternado para cima e para baixo desde as ancas, com as pernas relaxadas, os pés e os dedos esticados para baixo. Enquanto se dá uma braçada, as pernas movimentam-se quatro a oito vezes. NADO COSTAS. Nado costas é um dos estilos que pode ser utilizado em competições desportivas de natação. Caracteriza-se pela posição do nadador de costas para o fundo da piscina, batida rápida de pernas e braçadas alternadas. Como Praticar o Estilo. Na natação de costas, o competidor fica de barriga para cima e as pernas têm muito mais importância do que no crawl. Existem várias maneiras de nadar de costas. A mais comum é o crawl de costas, em que os braços giram alternadamente como se fossem hélices. Na fase aérea, o braço se mantém estendido e depois é levantado sempre na linha do ombro. Fazendo alternadamente esse movimento com os dois braços. O batimento das pernas segue o padrão natural baseado na fórmula de seis batimentos para um ciclo completo de braçadas. Para aumentar a eficiência da batida de pernas, os joelhos devem ficar o tempo todo dentro da agua. NADO PEITO. O nado peito é um dos quatro estilos competitivos, ele é o único estilo aonde a braçada é conduzida sob a agua em grande quantia de resistência frontal. O nado peito foi incluído como uma competição separada em 1904, em St. Louis,nos jogos olímpicos. O nadador deve se manter em decúbito ventral, com o corpo levemente inclinado com a cabeça mais alta que as pernas na maior parte da execução do nado. A batida de pernas do nado é considerada a mais difícil de todas as pernadas. A ação das pernas é descrita como chibatada por ser simultânea. A braçada é conduzida sob a água e é experimentada uma grande quantia de resistência frontal. Este nado evoluiu muito nos últimos anos, e as crianças tem muita facilidade de aprender, é considerado um estilo de recreação popular, pelo motivo de a cabeça se manter fora da água, deve ser nadado em estilo rítmico e fluente, se possível o mais paralelo a superfície da água sem parada entre uma braçada e outra. O nado peito clássico pode ter sido a primeira forma que o homem encontrou para nadar, pois Acreditamos em uma imitação da rã, e animais congênere. O nado peito é uma das mais fáceis de aprender. Mas exige muita coordenação motora do nadador, e também força e resistência do mesmo, também é conhecida como o terror dos joelhos, pois exige muita movimentação, o nadador para manter o ritmo no nado deve manter uma cadencia direta de flexão e extensão dos joelhos, para poder ter a propulsão e equilíbrio em deu nado. Posição do corpo A posição e em decúbito ventral e deve manter o corpo no nível da superfície da água o tempo todo. Respiração A respiração do nado peito é frontal, com a flexão e extensão de pescoço, acontece no meio do ciclo de braçadas quando os braços estão puxando a água para ter a propulsão, e quando as pernas estão movimentando-se para cima. NADO borboleta. Iniciação ao Nado Borboleta. O nado borboleta é o segundo mais rápido entre os de competição. Evoluiu do nado peito do início dos anos 30, quando Maria Lenk inovou ao realizar pela primeira vez o estilo. O nado borboleta é um nado de movimentos simultâneos de pernas e braços com ondulação do corpo. É um estilo dividido com movimentos de duas pernadas para uma braçada simultânea. A técnica de borboleta é complexa e requer muita força, por isso é o último dos nados a ser ensinado segundo a sequência pedagógica. Para estudar e ensinar decompõe-se o estilo em posição do corpo, ação de braços, ação de pernas e coordenação de perna-braço-respiração. A princípio ensina-se ao aluno que o seu corpo fica na horizontal em decúbito ventral (barriga para baixo), a cabeça fica submersa, a não ser no momento da respiração, os ombros ficam alinhados com a superfície da água já a partir da primeira braçada, não sendo permitido girar para as costas e o queixo se aproxima do peito (no osso esterno). Saídas e Viradas do Nado Borboleta. A saída do nado borboleta também é feita do bloco de partida. Após o mergulho, o nadador mantém os braços à frente e realiza uma forte batida de pernas. Como nos outros nados, após a saída ou virada, o nadador pode ficar submerso por uma distância de 15 metros, do qual, após este limite, deve quebrar a superfície da água com a cabeça, dando em seguida uma braçada de borboleta. Tanto na virada quanto na chegada, o toque deve ser feito com as duas mãos ao mesmo tempo e no mesmo nível. Ao tocar a borda onde é localizado um sensor, o nadador não deve deixar que o corpo chegue muito perto. Depois de tocar na borda com as duas mãos, o braço do lado o qual o corpo vai virar é lançado de volta à piscina com o cotovelo flexionado. A outra mão empurra a borda para jogar a cabeça e os ombros na direção oposta, ao mesmo tempo em que os joelhos são flexionados e trazidos por baixo do corpo até que os pés toquem na borda.