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CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DE GOIÂNIA Técnico em Radiologia Conhecimentos específicos na aérea de atuação: Questão 21( UFG) O estudo radiológico das mastóides ,pela técnica convencional , poderá ser feito nas seguintes incidências. a) Towne, Stenvers, Guillen, Schuller. b) Chaussé III, Guillen, Waters , Schuller. c) Ferguson, Towne, Law, Schuller. d) Towne , Hirtz , Waters modificada, Schuller. Questão 22( UFG) Paciente tem escoliose lombar destro-convexa na incidência AP. Para se realizar a incidência lateral ( perfil) , o paciente deverá permanecer em : a) Decúbito lateral esquerdo. b) Decúbito lateral direito. c) Decúbito lateral direito em hiper-extensão. d) Decúbito lateral esquerdo em flexão máxima. Questão 23( UFG) A radiografia convencional do tórax deverá ser tomada com paciente em: a) Decúbito dorsal e o tubo de RX à distância de 1,0m. b) Ortostatismo e o tubo de RX à distância de 1.50m c) Ortostatismo e o tubo de RX à distância de 1.80m d) Ortostatismo, PA inspiração profunda e apnéia, com tubo de RX à distância de 1.80m Samsung Typewritten Text trgeraldomendesaguiarfilho@gmail.comnull Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Samsung Typewritten Text Questão 24( UFG) A incidência lordótica do tórax é solicitada quando existe suspeita de : a) Lesão dos lobos superiores e inferiores. b) Lesão dos lobos superiores e ou lesão do lobo médio c) Cardiomegalia d) Pneumotórax no ápice do tórax. Questão 25( UFG) Paciente de 2m de altura , corpo proporcional a esta altura , se submeterá a exame radiográfico do abdome. Neste caso o paciente deverá permanecer em . a) Decúbito dorsal, inspiração profunda e apnéia , tubo 1,0m de distância( altura). b) Decúbito ventral, inspiração e apneia , tubo 1,20 de distância. c) Decúbito dorsal , expiração e apnéia , 1,0 de altura do tubo. d) Decúbito dorsal, expiração e apnéia tubo a 0,80 de altura. Questão 26( UFG) Incidência lateral(perfil) de coluna dorsal deve ser realizada com o : a) Paciente em decúbito lateral direito em taquipnéia.. b) Paciente em decúbito lateral direito em apnéia após inspiração profunda. c) Paciente em decúbito lateral direito ou esquerdo em taquipnéia. d) Paciente em decúbito lateral direito ou esquerdo, dependendo da escoliose sinistro-côn- cava, respectivamente em taquipnéia. Questão 27( UFG) O exame Spot filme da sela túrcica é realizado em : a) Fronto-naso, perfil, Towne. b) Mento-naso, Hirtz, perfil. c) Hirtz , Stenvers, perfil. d) Fronto-naso, Towne, Schuller. Questão 28( UFG) O clínico suspeita que o paciente tem uma lesão na traquéia torácica . Neste caso , poderá ser feita radiografia de : a) Tórax PA, perfil, planigrafia linear. b) Tórax PA, perfil, planigrafia helioidal. c) Tórax PA , perfil, perfil em extensão. d) Tórax PA penetrado,perfil, PA em flexão. Questão 29( UFG) Em caso de suspeita clínica de corpo estranho em via respiratória tóracica deverá ser feita radiografia de : a) Tórax PA em inspiração e apnéia. b) Tórax AP em expiração e apnéia . c) Tórax frontal em inspiração e expiração , apnéia e perfil em inspiração e apnéia. d) Tórax em PA e perfil. Questão 30( UFG) A tomografia computadorizada do ouvido deverá ser realizada a) Com filtro Sharp, 1,0 ou 2,0 mm em axial. b) Com filtro Smooth, 3,0 ou 4,0 em axial e coronal. c) Com filtro Standard, 3,0 mm espessura em axial e coronal. d) Com filtro Sharp, axial e coronal, 1,0 ou 2,0 mm. Questão 31( UFG) São fatores de proteção radiológica do paciente: a) Avental plúmbifero , parede baritada, colimação, cones e diafragma. b) Avental plúmbifero, colimação , cones e diafragma. c) Kilovoltagem baixa , miliamperagem. d) Avental plúmbifero, biombo, luvas. Questão 32( UFG) A teleradiografia de tórax é realizada com a finalidade de : a) Ampliar a aérea cardíaca b) Reduzir a radiação secundária. c) Evitar a ampliação radiográfica. d) Reduzir o KV. Questão 33( UFG) A radiografia do crânio deve ser preferencialmente , realizada : a) Em AP b) Em PA c) Em AP ou PA , indiferentemente. d) Sem diafragmar. Questão 34( UFG) O manitol, no serviço de radiologia é utilizado para : a) Acalmar o paciente. b) Melhorar a qualidade do colecistograma. c) Limpeza intestinal d) Evitar alergias. Questão 35( UFG) Na mamografia, geralmente são utilizados filmes a) 13x18 b) 18x24 c) 24x30 d) 25x32 Questão 36( UFG) Um paciente necessita de urografia excretora e enema opaco. Neste caso: a) A urografia excretora deve ser realizada primeiro . b) enema deve ser realizado primeiro. c) Os dois exames podem ser realizados simultaneamente . d) A ordem de realização dos exames não interfere no resultado. Questão 37( UFG) As colgaduras fazem parte do processo de : a) Realização do exame. b) Radioproteção c) Revelação d) Redução da kilovoltagem. Questão 38( UFG) O gerador de Raios X é utilizado para : a) Produzir a radiação. b) Retificar a corrente alternada. c) Manter o KV e o Ma. d) Reduzir a radiação secundária. Questão 39( UFG) A chamada “posição de nadador” é utilizada para : a) Radiografar o ombro em oblíqua. b) Examinar o externo c) Pesquisar fraturas de arcos costais anteriores. d) Estudar fraturas de vértebras lombares. Questão 40( UFG) A função do Potter- Bucky é : a) Melhorar a incidência. b) Reduzir a radiação secundária c) Impedir a movimentação do filme d) Proteger o paciente dos raios moles. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA ( FUB) Prova Técnico em Radiologia: CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Texto CE-I- questões 11 e 12 O objetivo dos programas de proteção radiológica é prover regras, educação e consultoria a respeito de segurança , as quais servem para minizar a exposição à radiação ionizante enquan- to promove o uso seguro e efetivo de fontes de radiação no diagnóstico , na terapia e na pesquisa. A filosofia deve-se basear no princípio as low as reasonabily achievable (ALA- RA), que quer dizer uma radiação tão baixa quanto se pode Ter sem prejudicar o resultado. Questão 11 ( UnB/CESPE- FUB) A partir do texto CE-I, julgue os itens abaixo. 1. A fixação da última imagem da fluoroscopia reduz a radiação. 2. O tubo da fluoroscopia localizado abaixo do paciente reduz a dose equivalente. 3. A intensidade da radiação reduz-se proporcionalmente ao cubo da distância . 4. Radiações secundárias são emetidas pelo paciente. 5. O intensificador de imagens deve estar o mais longe possível do paciente. Questão 12( UnB/CESPE- FUB) A partir do texto CE-I, julgue os itens abaixo. 1. bário pode ser melhor proteção radiológica que o chumbo. 2. dosímetro deve ser por baixo do avental, para medir a radiação efetivamente recebida. 3. Regimes errados acarretam aumento da dose a que o paciente é submetido. 4. As radiografias realizadas no leito acarretam maior exposição que um exame fluoroscópico. 5. Qualquer pessoa que acompanhe exames radiológicos deve usar dosímetro. Questão 13( UnB/CESPE- FUB) A respeito da produção e das características dos raios X, julgue os itens a seguir. 1. Os raios X são produzidos no cátodo do tubo. 2. comprimento de onda dos raios X varia entre 0,1mm e 1,0 mm. 3. Os raios X são compostos por partículas gama. 4. ânodo é composto de tungstênio e ou molibdênio. 5. KV refere-se à diferença de potencial entre o ânodo e o cátodo. Questão 14( UnB/CESPE- FUB) Em relação à conduta ética , o técnico em radiologia; 1. Pode se negar a realizar um exame em pacientes com doença infectocontagiosa. 2. Deve-se , na ausência do médico , avisar o paciente , ao encontrar alteração radiográfica. 3. Deve orientar os seus colegas , ao detectar alguma falha em exames realizados. 4. Pode deixarde realizar exames , quando constatar que o aparelho apresenta defeito grave. 5. Deve anotar no livro de ocorrências todo e qualquer transtorno ocorrido durante seu plan- tão. Questão 15( UnB/CESPE- FUB) No que se refere às radiografias de tórax , julgue os seguintes itens. 1. Devem ser sempre realizadas radiografias anteroposteriores AP e em perfil. 2. Deve ser utilizada baixa voltagem. 3. A distância foco/filme deve ser maior que 102cm. 4. queixo do paciente deve estar o mais elevado possível. 5. A incidência apicolordótica deve ser realizada em expiração máxima. Questão 16( UnB/CESPE- FUB) Em relação às radiografias do abdome , julgue os itens seguintes. 1. Na rotina para abdome agudos, estão incluídas as incidências AP prono, AP ortostático e posteriores PA de tórax . 2. Para adultos, deve ser utilizado filme 35cm x 43cm. 3. A incidência AP prono deve ser realizada no final da expiração. 4. centro do chassis deve estar no nível da crista ilíaca, na incidência AP supino. 5. paciente deve ficar em pé por pelo menos cinco minutos antes de realizar a incidência AP ortostático . Questão 17( UnB/CESPE- FUB) A respeito da identificação de acidentes anatômicos em radiografias dos membros , julgue os itens abaixo. 1. Radiografia da articulação metatarso-falangeana é da mão e do punho. 2. Radiografia da articulação acromioclavicular é do ombro. 3. Radiografia da articulação patelofemoral é do joelho. 4. Radiografia do grande trocânter é do tornozelo. 5. Radiografia do epicôndilo medial é do cotovelo. Questão 18( UnB/CESPE- FUB) Acerca das radiografias da coluna , julgue os itens a seguir. 1. A radiografia em AP do cóccix deve ser feita com angulação caudal. 2. A radiografia em AP do sacro deve ser feita com angulação cranial. 3. A incidência oblíqua da coluna lombar mostra os forames neurais. 4. A radiografia em AP de L5-S1 de ser feita com angulação cranial. 5. A radiografia em AP da coluna cervical deve ser feita com angulação cranial. Questão 19( UnB/CESPE- FUB) Quanto às radiografias do esqueleto torácico , julgue os itens que se seguem. 1. esterno deve ser examinado na incidência póstero –anterior. 2. A porção posterior das costelas deve ser radiografada em incidências oblíquas. 3. As ultimas costelas torácicas são mais bem avaliadas em decúbito. 4. A rotina de exames das costelas inclui radiografia em PA dos pulmões. 5. Sempre devem ser radiografados ambos os gradis costais. Questão 20( UnB/CESPE- FUB) Em relação às radiografias do crânio e dos ossos da face , é correto afirmar que a incidência; 1. Parietoacantial visa avaliar os seios frontais e etmoiadais. 2. Submentovértice visa avaliar a mandíbula. 3. AP axial (Towne) estuda o osso occipital. 4. Lateral estuda a sela turca. 5. Súpero-inferior visa estudar o seio frontal. Questão 21( UnB/CESPE- FUB) Com referência às radiografias das mastóides, julgue os itens seguintes. 1. A incidência oblíqua axiolateral examina as células mastóideas. 2. perfil oblíquo posterior visa examinar o conduto auditivo interno. 3. A incidência oblíqua axioposterior examina o conduto auditivo externo. 4. A incidência AP axial ( Towne) examina o conduto auditivo externo. 5. plano coclear é medial , anterior e superior ao vestibular. Questão 22( UnB/CESPE- FUB) A respeito da seriografia do trato gastrointestinal alto, julgue os itens subsequentes 1. Na projeção PA do estômago, o bário enche o corpo e o antro. 2. Na projeção oblíqua posterior esquerda, o bário preenche o piloro. 3. Na projeção AP do est6omago, com o paciente em Tredelenburg , deve-se observar a eventual presença de hérnia hiatal. 4. Na seriografia de esôfago, estômago e duodeno, o paciente deve ingerir 150ml de bário, 30mim, antes do exame. 5. trânsito do delgado termina quando o contraste atinge a porção terminal do jejuno. Questão 23( UnB/CESPE- FUB) Acerca da mamografia , julgue os itens que se seguem. 1. Os exames são realizados com voltagem entre 25KV e 30KV. 2. A projeção Cleópatra visa o estudo de lesões retroareolares. 3. A compressão localizada deve ser realizada em plano ortogonal em relação aquele em que a imagem duvidosa foi observada. 4. A projeção oblíqua médio-lateral deve mostrar o músculo peitoral na altura do mamilo . 5. A técnica de Eklund é destinada a pacientes do sexo masculino. Questão 24( UnB/CESPE- FUB) Em relação aos exames do aparelho urinário , julgue os seguintes itens 1. A urografia excretora é iniciada com a injeção venosa de contraste. 2. As nefrotomografia devem ser centralizadas a meio caminho entre os níveis do apêndice xifóide e da crista ilíaca. 3. Devem ser repetidas radiografias panorâmicas do abdome até que ambos os ureteres sejam opacificados. 4. A compressão dos ureteres deve ser realizada na altura do umbigo. 5. acesso venoso deve ser mantido até o final do exame. Questão 25( UnB/CESPE- FUB) Julgue os itens abaixo. 1. processamento dos filmes radiográficos dá-se na seguinte ordem: fixador, revelador, água e secador. 2. Radiografia de tórax com esôfago contrastado (RCVB) pode ser realizada antes de tomografia computadorizada. 3. Pacientes idosos e gestantes têm prioridade no atendimento em serviço de radiologia. 4. Um plantonista só pode deixar o serviço no final do expediente, após a chegada de seu substituto. QUESTIONÁRIO DE CRÂNIO ¾¾¾¾¾ COMO É COMPOSTO O ESQUELETO DA CABEÇA? O esqueleto da cabeça se compõe de crânio e face. ¾¾¾¾¾ QUAL É A CONSTITUIÇÃO DO CRÂNIO? O crânio é constituído por um conjunto de ossos que, na mai- or parte, estão unidos por articulações imóveis (suturas). Al- guns ossos do crânio são pares, enquanto outros são ímpa- res. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS PARES E OS OSSOS ÍMPARES DO CRÂNIO? Ossos pares: parietais e temporais. Ossos ímpares: frontal, occipital, esfenóide, e etmóide. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS QUE COMPÕEM ESPECIFICAMENTE A BASE DO CRÂNIO? Os ossos esfenóide e etmóide são especificamente da base do crânio, e os outros entram na formação da calota craniana. ¾¾¾¾¾ QUAL É A CONSTITUIÇÃO DA FACE? Além duma porção do osso frontal, o esqueleto da face é composto de vários ossos pares que são os nasais, lacri- mais, zigomáticos ou malares, palatinos, cornetos inferiores e as maxilas. Os ossos ímpares são a mandíbula e o vômer. ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO AS SUTURAS DO CRÂNIO? Suturas são as articulações imóveis entre a maioria dos ossos do crânio. Apresentam o aspecto de linhas irregulares nos crânios de jovens e adultos. No decorrer do avanço da idade, as suturas vão se fechando, por volta dos 26-30 anos. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS SUTURAS CRANIANAS? As principais suturas cranianas são: ¾ Coronária: sutura entre o osso frontal e os parietais. ¾ Sagital: sutura entre os parietais. ¾ Lambdóide: sutura entre os ossos parietais e o occipital. ¾ Parieto-mastóidea: sutura entre o occipital e o temporal ¾ Occipito-mastóidea: sutura entre o occipital e o temporal. ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO OSSOS SUTURAIS? Ossos suturais são núcleos de ossificações, que formam ossos interpostos nas suturas, principalmente na sutura lambdóide. ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO PONTOS DE INTERSECÇÃO? Pontos de intersecção são áreas do crânio onde se aproxi- mam as suturas, formando como que pontos de encontro entre os ossos. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO PRINCIPAIS PONTOS DE INTERSECÇÃO DO CRÂNIO? Os principais pontos de intersecção do crânio são: ¾ BREGMA: é o ponto de intersecção entre suturas coronárias e sagital. ¾ LÂMBDA: é o ponto de intersecção entre as suturas sagital e lambdóide. ¾ PTÉRION: área onde se aproximam de cada lado, o parietal, o frontal, o esfenóide e o temporal. ¾ ASTÉRION: área onde se aproximam de cada lado, o parietal, o temporal e o occipital. ¾ NÁSION: é o ponto de encontro entre o frontal e os ossos próprios do nariz ¾¾¾¾¾ DE QUAIS ESTRUTURAS SÃO COMPOSTOS OS OSSOS DO CRÂ- NIO? Os ossosdo crânio são compostos por duas lâminas de te- cido compacto (lâmina externa e lâmina interna), separada por uma camada de tecido esponjoso chamada díploe. A lâ- mina ou tábua externa é a mais espessa que a camada ou tábua interna e a espessura da camada de tecido esponjoso varia consideravelmente nas várias regiões da abóbada. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS QUE COMPÕE A CALOTA CRANIANA? Os ossos que compõe a calota craniana são o frontal, os parietais, o occipital e o temporal. ¾¾¾¾¾ O QUE É O OSSO FRONTAL? O frontal é um osso ímpar e consiste de uma porção vertical, chamada escama, que forma a testa. É a parte inferior da calota (ou abóbada) craniana. Apresenta uma porção hori- zontal que forma os tetos das órbitas e parte do assoalho da fossa anterior craniana. ¾¾¾¾¾ O QUE É O OSSO PARIETAL? O parietal é um osso par e é mais ou menos quadrado em forma, com uma superfície externa convexa e uma superfície interna côncava. Os parietais formam uma grande parte das porções laterais do crânio. Cada osso parietal, apresenta uma proeminência próxima a porção central de sua superfí- cie externa, que é a chamada proeminência parietal. ¾¾¾¾¾ O QUE É O OSSO OCCIPITAL? O occipital é um osso ímpar, situado na parte póstero-inferior do crânio e forma quase a metade da base craniana. Con- siste de quatro porções e tem uma grande abertura, o forame magno, que transmite a medula oblonga para a cavidade cranial. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS QUATRO PORÇÕES DO OSSO OCCIPITAL? As quatro porções do osso occipital são: ¾ Porção escamosa. ¾ Duas porções condilares, uma de cada lado do forame magno. ¾ Porção basilar. ¾¾¾¾¾ O QUE É O OSSO TEMPORAL? O temporal é um osso par, localizado de cada lado da base do crânio, entre as grandes asas do esfenóide e occipital, onde eles formam uma grande parte da fossa média do crâ- nio. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PORÇÕES DO OSSO TEMPORAL? O osso temporal consiste de cinco porções: ¾ Porção escamosa. ¾ Porção timpânica ¾ Porção estilóidea ¾ Porção mastóidea ¾ Porção petrosa ou rochedo, que contém os órgãos auditivos essenciais. ¾¾¾¾¾ O QUE É O OSSO ESFENÓIDE? O esfenóide é um osso ímpar situado na base do crânio, en- tre a porção horizontal do frontal e a porção basilar do occipital. O esfenóide é o principal componente da fossa média craniana. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PORÇÕES DO OSSO ESFENÓIDE? O osso esfenóide apresenta sete porções: ¾ Corpo, onde se situa a sela túrsica, alojando a glândula hipófise. ¾ Duas pequenas asas. ¾ Duas grandes asas, que se projetam lateralmente ao corpo. ¾ Dois processos pterigóides, que se projetam para baixo de cada lado da superfície inferior do corpo. ¾¾¾¾¾ O QUE É O OSSO ETMÓIDE? O etmóide é um osso ímpar, situado na base do crânio, entre as órbitas, formando parte da fossa anterior e parte das pa- redes nasal e orbitárias. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PORÇÕES DO OSSO ETMÓIDE? O osso etmóide é constituído basicamente por quatro por- ções: ¾ Lâmina horizontal, cribiforme ou crivosa. ¾ Lâmina vertical ou perpendicular, projeta-se para baixo da superfície inferi- or da lâmina crivosa. ¾ Duas massas laterais onde se encontram as selas etmoidais. ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO LINHAS DO CRÂNIO? Linhas do crânio são normalmente o espaço compreendido entre dois pontos anatômicos. ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO PLANOS DO CRÂNIO? Os planos do crânio apresentam a mesma aplicação das li- nhas, somente dando uma noção de profundidade. ¾¾¾¾¾ O QUE É A LINHA HORIZONTAL ALEMÃ (L.H.A)? Também conhecida como linha antropológica, linha de Frank- furt, ou linha infra-órbito-meática, é a mais utilizada na técni- ca radiológica do crânio e face. Vai do teto do conduto audi- tivo externo (CAE) até o bordo inferior da órbita. Com o cor- po humano em posição anatômica, a LHA deve ficar perpen- dicular ao maior eixo longitudinal do corpo. ¾¾¾¾¾ DÊ EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS ONDE UTILIZAMOS A LHA. ¾ PA de crânio. ¾ Inc. de Reverchon, Breton ou Towne (inc. semi-axial) ¾ Hirtz ( inc. axial). ¾¾¾¾¾ O QUE É A LINHA MEATO-ORBITÁRIA (L.M.O)? Também conhecida como linha órbito-meática ou linha hori- zontal americana, vai do conduto auditivo externo (CAE) até o bordo externo da órbita (ou comissura externa do olho). ¾¾¾¾¾ DÊ EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS ONDE UTILIZAMOS A LMO. ¾ Trans-orbitária para osso temporal. ¾ Posicionamento para tomografia do osso temporal. ¾ Posicionamento para angiografia cerebral. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA? É a linha que une o CAE ao bordo superior externo da órbita (ao nível da fosseta frontal). ¾¾¾¾¾ DÊ EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS ONDE UTILIZAMOS A LINHA SUPRA-ÓRBITO-MEÁTICA. ¾ Incidência de Stenvers (quando esta linha estiver perpendicular ao plano da mesa (PM), entraremos com o raio central (RC), também perpendicular. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA DE RHEESE? A linha de Rheese une o conduto auditivo externo à comissura do olho do lado oposto. ¾¾¾¾¾ DÊ EXEMPLOS DE POSICIONAMENTOS ONDE UTILIZAMOS A LINHA DE RHEESE. ¾ Incidência de Rheese (buraco ótico) ¾ Oblíquas para selas etmoidais ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA GLABELO-MEÁTICA? A linha glabelo-meática vai da glabela (pequena proeminên- cia entre as sobrancelhas) ao teto do CAE. ¾¾¾¾¾ QUAL É A APLICAÇÃO DA LINHA GLABELO-MEÁTICA? A linha glabelo-meática demonstra a zona limite da base do crânio. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA INTER-PUPILAR OU INTER-ORBITÁRIA? A linha inter-pupilar é a linha que vai de uma órbita à outra ou de uma ponta à outra. ¾¾¾¾¾ DÊ EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO QUE UTILIZAM A LINHA INTER-PUPILAR. ¾ PA de crânio. ¾ AP de crânio. ¾ Perfil de crânio. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA AURICULAR? Linha auricular é a linha que coincide com o plano coronário, passa verticalmente pelo centro do CAE. ¾¾¾¾¾ DÊ EXEMPLOS DE POSICIONAMENTO ONDE UTILIZAMOS A LINHA AURICULAR. ¾ Perfil de crânio. ¾ Incidência de schuller. ¾ Perfil de sela túrsica. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA DE CHAMBERLAIN? Linha de Chamberlain é a linha que vai do palato duro até o bordo póstero-superior do buraco occipital (forame magno). ¾¾¾¾¾ QUAL É A APLICAÇÃO DA LINHA DE CHAMBERLAIN? A linha de Chamberlain serve para demonstrar a relação en- tre o occipital e a coluna vertebral. ¾¾¾¾¾ O QUE É A LINHA DE CLíVUS? curva com uma linha que passa pelo processo clinóide pos- terior e vai até o násion. ¾¾¾¾¾ QUAL É A APLICAÇÃO DA LINHA DE CLÍVUS? A aplicação da linha de clívus é na medida do ângulo de boogard. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA DEMARCATÓRIA DA LARGURA DO CRÂNIO? É a linha que une os dois pontos mais laterais dos ossos parietais. ¾¾¾¾¾ O QUE É LINHA DEMARCATÓRIA DO COMPRIMENTO DO CRÂNIO? É a linha que une a glabela até o ponto mais distal do occipital. ¾¾¾¾¾ O QUE É PLANO MEDIANO SAGITAL? O plano mediano sagital (PMS) divide a cabeça em duas metades simétricas direita e esquerda. É o plano mais utili- zado na técnica radiológica. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ ESTAR O PMS NO POSICIONAMENTO DE PA, AP E PERFIL RIGOROSOS DE CRÂNIO? No AP e PA rigoroso, deverá estar perpendicular ao filme e no perfil rigoroso deverá estar paralelo a ele. ¾¾¾¾¾ O QUE É PLANO HORIZONTAL ALEMÃO OU PLANO DE FRANK- FURT OU PLANO ANTROPOLÓGICO? PHA é o plano que divide a cabeça em andar superior e an- dar inferior. Passa pelos bordos inferiores das órbitas e pe- los tetos dos CAE. ¾¾¾¾¾ O QUE É PLANO FRONTAL OU PLANO CORONÁRIO OU PLANO BI- AURICULAR? É o plano que divide a cabeça em metade anterior e metade posteior. Passa verticalmente pelos CAE. ¾¾¾¾¾ O QUE É PLANO MEATO-ORBITÁRIO? Plano meato-orbitário é o plano que divide também a cabe- ça em andar superior e inferior. Passa pelos bordos exter- nos das órbitas e pelos centros dos CAE. ¾¾¾¾¾ O QUE É PLANO DE RHEESE? Plano de Rheese é o plano que passa pelo CAE e pela comissura externa do olho do lado oposto. Permitea posi- ção correta na incidência de Rheese, quando colocado per- pendicular à mesa. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS DO CRÂNIO? ¾ PA ¾ AP ¾ PERFIL DIR/ESQ ¾ SEMI-AXIAL (REVERCHON) ¾ AXIAL (HIRTZ A e B) ¾ OPD e OPE ¾ INCIDÊNCIA TANGENCIAL ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA DO CRÂNIO? ¾ PA ¾ PERFIL DIR/ESQ ¾ REVERCHON ¾¾¾¾¾ COMO DEVE SER O POSICIONAMENTO DO PACIENTE NO PA DE CRÂNIO? Usando as extremidades da mesa para detectar eventuais falhas de posicionamento, o operador deverá colocar as re- giões frontal e nasal sobre a LCM, colocando os braços numa posição que permita melhor apoio. Ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesma. Os pés devem ficar para fora da mesa para um melhor apoio do corpo. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER O RAIO CENTRAL (RC) NO PA DE CRÂNIO? O RC deverá entrar paralelo à LHA, saindo no násion. Nor- malmente utilizamos uma inclinação podálica de 12º. Em pacientes com nariz curto esta inclinação diminui; às vezes fazemos até com RC perpendicular. ¾¾¾¾¾ COMO PODEMOS SABER SE O POSICIONAMENTO ESTÁ CORRE- TO OU NÃO, NO PA DE CRÂNIO? Sabemos que a inclinação está correta quando a imagem do bordo superior do rochedo projeta-se no terço inferior da órbita. E sabemos que está incorreto quando o rochedo se projeta abaixo do bordo inferior da órbita. ¾¾¾¾¾ QUAIS AS PRINCIPAIS INDICAÇÕES PARA O AP DE CRÂNIO? Indicamos o AP de crânio em politraumatizados ou em crian- ças e pessoas muito idosas que terão dificuldades de man- ter o posicionamento em PA. ¾¾¾¾¾ POR QUE A INC. EM AP NÃO FAZ PARTE DA ROTINA DO CRÂNIO? Não fazemos AP de rotina porque os principais componen- tes anatômicos da base do crânio ficam mais próximos no PA. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA MAIS APROPRIADA PARA REALIZARMOS O AP DO CRÂNIO? Quando fazemos o AP do crânio devemos aumentar a dis- tância foco-filme (DFF) para diminuir a ampliação das órbi- tas e de outras estruturas importantes com perda de detalhe. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NO AP DE CRÂNIO? O raio central deverá penetrar paralelo à LHA, com uma mé- dia de 12º podálicos, no násion. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA PARA MELHORAR O POSICIONAMENTO NO PERFIL DE CRÂNIO? Quando em decúbito ventral (DV), colocar o corpo em posi- ção oblíqua, apoiando-se sobre o antebraço e o joelho fletido do lado elevado. A cabeça deverá estar algo estendida, para melhorar a colocação no espaço do filme 24x30. Os pés de- vem estar para fora da mesa, para melhor apoio. Fazemos o perfil dir/esq, sempre procurando aproximar a lesão do fil- me. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ SER COLOCADO O NUMERADOR NO PERFIL DE CRÂNIO? No perfil de crânio, o numerador com a identificação do pa- ciente sempre deverá coincidir com região mentoniana. ¾¾¾¾¾ O QUE DEVERÁ SER FEITO EM CASO DE O PACIENTE APRESEN- TAR DIFICULDADE EM MANTER O POSICIONAMENTO NO PERFIL DE CRÂNIO? Quando o paciente apresentar dificuldade em manter o posicionamento no perfil do crânio, devemos utilizar um apoio radiotransparente. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NO PERFIL DE CRÂNIO? O raio central deverá ser perpendicular ao nível da sela túrsica, isto é, 2 cm para frente e para cima do CAE. ¾¾¾¾¾ QUAL É O OUTRO PONTO UTILIZADO NA PRÁTICA PARA ENTRA- DA DO RAIO CENTRAL NO PERFIL DE CRÂNIO? Outro ponto também utilizado para entrada de raio central no perfil é no meio do espaço entre a protuberância occipital externa e a região frontal média. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA FAZER O PERFIL DE CRÂNIO EM CRIANÇAS E PACIENTES IDOSOS? Em crianças e pacientes muito idosos é mais fácil fazer o perfil do crânio em decúbito dorsal (DD), colocando-se um apoio sob um dos lados do tórax. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NO PERFIL DE CRÂNIO EM PACIENTES COM TRAUMATISMOS CRÂNIO-ENCEFÁLICO OU PAC. ANESTESIADOS? Em pacientes com traumatismos crânio-encefálico ou anestesiados, teremos que entrar com o raio central horizon- tal, colocando um apoio radiotransparente sob a cabeça do paciente. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA COM RELAÇÃO AO RC E A INCLINA- ÇÃO PARA INC. DE REVERCHON? Para a incidência de Reverchon, o paciente deverá aproxi- mar o máximo possível o queixo da fúrcula esternal, pois o raio central deverá penetrar com uma inclinação podálica de 35º em relação a LHA. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA COM RELAÇÃO À LHA E A INCLINA- ÇÃO PARA A INC. DE REVERCHON? Para a incidência de Reverchon, se a LHA estiver perpendi- cular ao plano da mesa (PM), a inclinação do raio será de 35º; se o paciente, com flexão da cabeça fizer a LHA, incli- nar-se 10% com relação a anterior, a angulação será de 25º caudais. ¾¾¾¾¾ QUAL É A IMAGEM IDEAL OBTIDA NA INC. DE REVERCHON? O ideal dessa projeção é o aparecimento do dorso da sela turca, projetando-se no forame magno. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE REVERCHON? Na inc. de Reverchon, o raio central deverá entrar na região frontal, passará pelo CAE e sairá no occipital passando pelo meio do espaço entre os dois processos mastóideos (re- gião coincidente com o forame magno). ¾¾¾¾¾ QUAL É A GRANDE IMPORTÂNCIA DA INC. DE REVERCHON? A inc. de Reverchon é a única que apresenta a fossa posteri- or craniana em quase toda sua totalidade, numa visão fron- tal, por isso tendo grande importância nas suspeitas de le- são ao nível do occipital. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEREMOS FAZER A INC. DE REVERCHON, QUANDO O PACIENTE ESTIVER EM DV E NÃO TIVER CONDIÇÕES DE MOVI- MENTAR-SE? Nesses casos, podemos fazer a inc. de Reverchon invertida ou projeção nuco-frontal ou semi-axial póstero-anterior, utili- zando os mesmos ponto de referência. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OUTROS NOMES DADOS A INC. SEMI-AXIAL ÂNTERO-POSTERIOR? Na prática, vemos a incidência semi-axial ântero-posterior ser chamada por três nomes: Reverchon, Breton e Towne. ¾¾¾¾¾ POR QUE DEVEREMOS UTILIZAR RIGOROSAMENTE OS PONTOS ANATÔMICOS PRÉ-ESTABELECIDOS NAS INCIDÊNCIAS DO CRÂ- NIO? É necessário esta rigorosidade porque a cabeça é das es- truturas do corpo Que mais variam anatomicamente de indi- víduo para indivíduo e mesmo usando com rigor os pontos pré-estabelecidos, corremos o risco de fazermos uma radio- grafia incorreta. ¾¾¾¾¾ QUANDO SABEMOS QUANDO UMA RADIOGRAFIA SAIU COM POU- CA OU EXCESSIVA ANGULAÇÃO? Quando faltou angulação não aparece na imagem o forame magno e quando há excesso de angulação do raio central, sabemos quando aparece o arco posterior do atlas. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER POSICIONADO O PACIENTE NA INC. DE HIRTZ? Posicionamos o paciente em DD, sentado ou em posição ortostática. Quando em DD, coloca-se um apoio sob as cos- tas do paciente para logo após estender ao máximo a cabe- ça, até que a LHA fique paralela ao PM. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER O POSICIONAMENTO DO PACIENTE QUE NÃO CONSEGUE FICAR EM DD NA INC. HIRTZ? Quando o posicionamento em DD for difícil para o paciente, o que geralmente acontece com obesos e paciente de pes- coço curto, devemos fazer sentado, fazemos extensão máxi- ma da cabeça, até encostar o vértice craniano na estativa vertical. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA USUAL PARA INC. DE HIRTZ SUBMENTO VÉR- TICE? O PMS do paciente deverá coincidir com a LCM ou estativa. As pernas devem ficar fletidas para relaxar a musculatura abdominal, os braços estendidos ao longo do corpo e os ombros num plano transverso ao maior eixo longitudinal da mesa. ¾¾¾¾¾ QUAL DEVE SER O PROCEDIMENTO DO TÉCNICO APÓS A EXPO- SIÇÃO DOS RAIOS-X NA INC. DE HIRTZ SUBMENTO VÉRTICE? Após a exposição dos raios-x e antes de retirar o chassis da bandeja, o técnico deverá auxiliar a levantar a cabeça do paciente lentamente, pois se levantar rápido ele poderá sen- tir tonturas. ¾¾¾¾¾ QUAL É A IMPORTÂNCIA DA INC. DE HIRTZ SUBMENTO VÉRTICE? A incidência de hirtz é a melhor projeção para base do crâ-nio, mostrando as três fossas cranianas com excelente defi- nição. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ SUBMENTO VÉRTICE? O raio central entrará perpendicular, no meio da LHA, Quan- do estiver paralela ao plano da mesa. Quando não estiver, inclinamos o raio central cefalicamente até que penetre per- pendicular à LHA. ¾¾¾¾¾ QUAL DEVERÁ SER O POSICIONAMENTO DO PACIENTE NA INC. DE HIRTZ VÉRTICO SUBMENTO? Paciente em DV, sentado ou em posição ortostática. Colo- car os braços numa posição que permita melhor apoio, ajus- tando os ombros para que fiquem no mesmo plano transver- so. Os pés deverão ficar para fora da mesa para um melhor apoio e a cabeça apoiada sobre a ponta do queixo em ex- tensão máxima. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER O POSICIONAMENTO DO PACIENTE COM RE- LAÇÃO À INCLINAÇÃO NA INC. DE HIRTZ VÉRTICO SUBMENTO? Com a cabeça em hiperextensão, a LHA costuma fazer nor- malmente um ângulo de 35 a 40º com o PM. Como na inci- dência de Hirtz vértico submento o raio central tem que pe- netrar perpendicularmente à LHA, então teremos que traba- lhar com inclinação entre 35 e 40º podálicos aumentando a possibilidade de distorção e ampliação de imagem. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ VÉRTICO SUBMENTO? Raio central à LHA, penetrando no meio do seu espaço. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ O POSICIONAMENTO DA CABEÇA DO PACIENTE NAS INC. OPD e OPE DE CRÂNIO? Nas inc. OPD e OPE de crânio a obliquidade cabeça-mesa deverá ser de 15 a 45º, em média, dependendo da região que nos interessa estudar. ¾¾¾¾¾ QUAL É A IMPORTÂNCIA DAS INC. OPD e OPE DE CRÂNIO? Estas projeções apresentam valor nos casos de suspeitas de fraturas com ou sem afundamento, e em crianças na pes- quisa de céfalo-hematomas, além de outras indicações. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NAS INC. OPD e OPE DE CRÂNIO? Raio central paralelo à linha horizontal alemã ao nível do násion. ¾¾¾¾¾ PARA QUE SERVE A INCIDÊNCIA TANGENCIAL DO CRÂNIO? Esta projeção faz um estudo de uma determinada região, que esteja próxima à abóbada craniana e que se deseja ver com detalhes a presença ou não de lesões ósseas ou calcificações. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. TANGENCIAL DO CRÂNIO? Raio central perpendicular, tangenciando o local onde há sus- peita de processo patológico. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA USUAL PARA INC. TANGENCIAL DE CRÂNIO? A incidência tangencial sempre deve ser feita com a utiliza- ção de cones ou cilindros para obtermos mais detalhe. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS VARIANTES DA INC. DE HIRTZ COM RELAÇÃO AO RC PERPENDICULAR À LHA? De acordo com o lugar que o raio central passe temos três incidências: ¾ RC perpendicular à LHA, penetrando no seu terço anterior – inc. para face. ¾ RC perpendicular à LHA, penetrando no seu terço médio – inc. para base do crânio. ¾ RC perpendicular à LHA, penetrando no seu terço posterior – inc. para osso temporal – inc. para buraco rasgado posterior. ¾¾¾¾¾ QUAL É O MELHOR MÉTODO PARA SABERMOS SE O PA DE CRÂ- NIO ESTÁ BEM POSICIONADO OU NÃO? Temos diversos métodos de conhecimentos para sabermos se o PA crânio está rodado ou não; devido as variações da anatomia normal com assimetrias cranianas, o melhor méto- do é o que mede o espaço bilateralmente entre a lâmina papirácea do etmóide e o bordo interno da órbita. Em crian- ças é melhor medirmos da lâmina papirácea do etmóide ao septo ósseo nasal. ¾¾¾¾¾ COMO PODEMOS CONSIDERAR O PERFIL DE CRÂNIO COMO BEM POSICIONADO? No perfil de crânio bem posicionado, vemos a sela turca com suas estruturas superpostas, pois o raio central penetra so- bre ela. Estruturas como os ramos da mandíbula, bordos su- pra-orbitários, proeminências malares e outras vão apresen- tar-se dissociadas, pois os raios que atingem estes pontos anatômicos são divergentes. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS CUIDADOS QUE DEVEM ANTECEDER O EXAME RADIOLÓGICO DO CRÂNIO? Quando formos realizar radiografias de crânio, devemos Ter o cuidado de fazer o paciente retirar grampos, prendedores de cabelo, brincos e também próteses dentárias metálicas, pois estes materiais poderão superpor-se com estruturas que venham prejudicar a análise da radiologia. ¾¾¾¾¾ QUAL DEVE SER A DISTÂNCIA FOCO-FILME IDEAL PARA EXAMES RADIOLÓGICOS DO CRÂNIO? Segundo estudos profundos, a distância ideal para exames feitos sem bucky seria de 80 cm e 90 cm para exames feitos com bucky, portanto deve variar de 85 cm a 1 metro para exames feitos com bucky. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. BÁSICAS NO ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂ- NIO EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? ¾ AP ¾ PA ¾ PERFIL DIR/ESQ ¾ REVERCHON ¾ HIRTZ ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. ESPECIAIS NO ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? ¾ incidência para mastóides ¾ incidência para rochedo ¾ incidência para base do crânio ¾ incidência tangencial ¾¾¾¾¾ COMO SÃO CLASSIFICADOS OS PACIENTES POLITRAUMATIZADOS NO ESTUDO RADIOLÓGICO DO CRÂNIO? Para efeito de estudo radiológico do crânio dividimos o paciente politraumatizado em duas classes, relacionadas com o seu estado de colaboração e com os limites da agressividade em relação aos traumatismos: pequeno e médio politraumatizado grande politraumatizado ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO PACIENTES PEQUENOS E MÉDIOS POLITRAUMATIZADOS? São os pacientes que conseguimos uma boa resposta às solicitações verbais, por isso, vindo facilitar grandemente a realização do exame radiológico, pois podemos até deixar de usar recursos técnicos para obtermos uma imobilização no posicionamento correto. ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO PACIENTES GRANDES POLITRAUMATIZADOS? Pacientes grandes politraumatizados são aqueles que não respondem às solicitações verbais. Isso vem dificultar em muito o exame, pois não podemos contar com nenhuma colaboração do doente no sentido de obtermos uma boa imobilização na hora do posicionamento e, até pelo contrá- rio, podem ser pacientes agitados. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA ADEQUADA PARA REALIZARMOS EXAMES RADIOLÓGICOS EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? Em todas as radiografias desses pacientes, devemos colo- car sempre o tempo mais curto possível para diminuir a pos- sibilidade do flou cinético. ¾¾¾¾¾ POR QUE É TOTALMENTE IMPRATICÁVEL FAZERMOS PA EM PACI- ENTES POLITRAUMATIZADOS? Apesar da incidência em PA ser a que mais aproxima as regiões de maior importância da base craniana do filme, em termos de radiologia de urgência, é totalmente impraticável fazer o PA, pois vamos incorrer num grande risco para a vida do paciente, porque normalmente, nas contusões cranianas, a face está comprometida e são muito frequentes as hemor- ragias nasais, mesmo que sejam em pequenas escalas, se colocarmos o paciente em decúbito ventral, esse sangue vai drenar para a árvore respiratória através da laringe, sendo essa a causa de grande número de casos mortais em indiví- duos, que atropelados, caem nessa posição. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NO AP EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? No AP o raio central sempre deverá passar paralelo à LHA; se a colocarmos perpendicular à mesa, fazemos com o raio central perpendicular, quando não conseguimos, entraremos com o raio central inclinado mais ou menos 12º podálicos no násion. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADA A INC. DE AP EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDOS E NÃO AGITADO EM DD? O exame deverá ser feito na mesa e não utilizamos aces- sórios nos pequenos politraumatizados. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADO O AP EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDO E POUCO AGITADO EM DD? Devemos colocar um apoio em forma de coroa (para man- termos o posicionamento) sob sua cabeça. Técnica também utilizada para pacientes em coma com pequeno grau de agi- tação, e em médios e grandes politraumatizados. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADO O AP EMPACIENTE POLITRAUMATIZADO LÚCIDO OU NÃO E AGITADO EM DD? Nestes pacientes devemos colocar uma faixa de esparadra- po (ou adesivo), passando pela sua região frontal para fixar- mos a cabeça do paciente na mesa de exame. Incidência utilizado em pequenos e médios politraumatizados. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADO O AP EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDO OU NÃO E MUITO AGITADO EM DD? Nestes pacientes devemos utilizar aparelhos específicos para colocar a cabeça do paciente fixada na mesa e mantida o posicionamento. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADO O EXAME EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO EM DEC. LATERAL? A posição em dec. Lateral é a melhor nos traumatismos crâ- nio-encefálicos porque diminui a possibilidade de acidentes vasculares cerebrais (AVC) e a formação de edemas. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDO OU NÃO E POUCO AGITADO EM DL? QUAL É A MELHOR TÉCNICA? Nessa projeção o raio central deverá penetrar horizontalmen- te. A melhor técnica é colocar sob a cabeça do paciente uma coroa de papelão ou outro material radiotransparente e o chassis ficará equilibrado encostado na região posterior da cabeça. Na grade fixa obteremos uma radiografia de melhor padrão. ¾¾¾¾¾ QUAL É A IMPORTÂNCIA DA ESTATIVA COM BUCKY VERTICAL? Estativas verticais com grade Potter-Bucky, que apresentam movimentos, são de grande valia nos exames em que paci- entes em péssimo estado geral, precisam de fazer exames que exijam detalhe. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADO O EXAME RADIOLÓGICO EM PA- CIENTES EM PÉSSIMO ESTADO QUE CHEGAM EM MACAS? Normalmente estes pacientes vêm em macas e não devem ser retirados delas, se colocarmos a estativa na posição ho- rizontal, basta chegar o paciente até o lugar da estativa. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEREMOS FAZER O PERFIL DE CRÂNIO EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? No perfil devemos aproximar sempre a região lesionada, do filme; se a lesão for do lado direito, fazemos o perfil direito, com o paciente em dec. Lateral, podemos fazer toda uma rotina de exame do crânio, por isso a necessidade de saber- mos essa rotina, porque às vezes o paciente vem nessa po- sição e não há condições de o colocarmos em DD. ¾¾¾¾¾ ONDE INCIDIRÁ O RAIO CENTRAL NA INC. DE PERFIL DO CRÂNIO EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? Nas projeções em perfil ou lateral, o raio central deverá penetrar 2 cm para frente e para cima do CAE, ou no meio do espaço entre a região mais medial do frontal e a região mais medial da porção escamosa do occipital. O raio central sempre perpendicular em condições normais. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEMOS FAZER O PERFIL DE CRÃNIO EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDOS E NÃO AGITADOS EM HEMI- DECÚBITO LATERAL? Quando o paciente vem andando ou é posto na mesa em DV, devemos colocar seu corpo obliquado na mesa, para facilitar o psicionamento (hemi-dec. Lateral) e manter o PMS da cabeça paralelo ao PM. Podemos ou não utilizar a mão do paciente, fechada, sob o queixo, para fixar o posicionamento. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEREMOS FAZER O PERFIL CRÂNIO EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDOS NÃO AGITADOS EM DD? Neste caso não utilizamos acessórios. O paciente vira ao máximo a cabeça para o lado, tentando colocar o PMS para- lelo ao PM. Se conseguirmos, o raio central penetrará per- pendicular, se não, inclinaremos podalicamente até que fi- que perpendicular ao maior eixo do crânio. Nos pequenos e médios politraumatizados ou em crianças e pessoas muito idosas, que tenham dificuldades de manter o posicionamento em DV. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEREMOS FAZER O PERFIL DO CRÂNIO EM DEC. VEN- TRAL EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS LÚCIDOS OU NÃO E POUCO AGITADO? Quando o paciente vem na maca em dec. Ventral (melhor posição nas fraturas de vértebras lombares), levamo-lo ao bucky vertical horizontalizado, empurramo-lo “em bloco” para frente e ele se coloca em hemi-decúbito lateral para melho- rar o posicionamento do perfil. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEREMOS FAZER A INCIDÊNCIA SEMI-AXIAL OU REVERCHON EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? Se a contusão for na região posterior, superior ou inferior da cabeça, é fundamental incluirmos na rotina a incidência de Reverchon. Se o paciente apresentar-se agitado, utilizamos os mesmos métodos e acessórios já citados no AP. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INCIDÊNCIA DE REVERCHON EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? Na incidência semi-axial ou Reverchon o paciente é coloca- do em DD de maneira que o PMS coincida com a LCM. A LHA deve ficar perpendicular à mesa, e apara isso fazemos o paciente aproximar o queixo da fúrcula esternal. O raio cen- tral deverá penetrar na região frontal com uma inclinação entre 30 e 35º em relação à LHA, passando pelo CAE e saindo no meio do espaço entre os processos mastóideos (onde se localiza o forame magno). ¾¾¾¾¾ QUAL É A INDICAÇÃO DA INC. DE HIRTZ EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? Fazemos a incidência axial (Hirtz) quando há suspeita clínica ou mesmo radiológica de fratura de base de crânio, pois esta incidência nos dá uma visão global da base craniana, permi- tindo que o radiologista oriente as incidências especiais que virão a seguir, para confirmar ou não, o diagnóstico. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ EM PACIENTES POLITRAUMATIZADOS? O paciente deverá ser colocado em DD ou sentado, se tiver condições, com o PMS coincidindo com a LCM ou estativa. Deverá ser colocado um apoio sob as costas do paciente de maneira que sua cabeça fique em extensão máxima até en- costar na mesa. O raio central deverá passar perpendicular ao meio da LHA. ¾¾¾¾¾ QUAL É A LOCALIZAÇÃO DA SELA TÚRSICA (TURCA)? A sela turca está localizada na superfície do corpo do osso esfenóide atrás do sulco óptico. ¾¾¾¾¾ QUAL É A DELIMITAÇÃO DA SELA TURCA? A sela turca é delimitada anteriormente pelo tubérculo selar, que é o limite posterior do sulco óptico e posteriormente é delimitado pelo dorso selar, uma lâmina óssea quadrada que se projeta para cima e apresenta dois lados, os processos clinóideos posteriores. Estes dois processos dão a inser- ção ao tentório do cérebro. ¾¾¾¾¾ COMO É DENOMINADA A CAVIDADE SELAR? A cavidade selar é denominada fossa hipofisal, por conter a glândula hipófise. Forma o teto dos seios esfenoidais. ¾¾¾¾¾ QUAL É O TAMANHO, CONFIGURAÇÃO E INCLINAÇÃO DA SELA TURCA? A sela turca varia consideravelmente em tamanho, configu- ração e inclinação, juntamente com a variação da glândula hipófise ou pituitária, também designada como o “maestro da orquestra endócrina”, por influir no funcionamento de ou- tras glândulas endócrinas. ¾¾¾¾¾ ONDE SE SITUA E COMO SE COMPÕE A HIPÓFISE? A hipófise aloja-se a fossa hipofisal e tem duas partes dife- rentes chamadas lobos, o anterior e o posterior. Apesar de seu pequeno tamanho, é uma glândula muito importante por- que secreta muitos hormônios. ¾¾¾¾¾ QUAL É A FUNÇÃO DO LOBO ANTERIOR DA GLÂNDULA HIPÓFISE? O lobo anterior produz hormônios que atuam sobre o funcio- namento de outras glândulas de secreção interna ( tireóide, supra-renal, glândulas sexuais etc.), secreta hormônio do crescimento – a deficiência deste hormônio produz o nanismo ou o gigantismo. Em adultos produz a acromegalia. ¾¾¾¾¾ QUAL Á A FUNÇÃO DO LOBO POSTERIOR DA GLÂNDULA HIPÓFISE? O lobo posterior produz hormônios que infuem nas variações da pressão sanguínea e regulam a eliminação da urina. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DA SELA TURCA? As principais indicações são: ¾ Tumores intra-selares - Redução do volume selar ¾ Tumores supra-selares - Al- terações metabólicas ¾ Tumores do nervo óptico - Altera- ções ósseas ¾ Tumores do cavum ¾ Hidrocefalias ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS VARIAÇÕES DA ANATOMIA NORMAL DA SELA TUR- CA? As principais variações são: ¾ Sela turca com processo clinóide ¾ Ponteselar entre os processos clinóides ¾ Dorsos: curto e longo ¾ Assoalho duplo ¾ Porose do dorso ¾ Pneumatização do dorso ¾ Sulco do quiasma óptico volumoso ¾ Sincondrose – inter-esfenoidal e esfeno-occipital ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS PANORÂMICAS DE ROTINA NO ES- TUDO DA SELA TURCA? ¾ PA ¾ Perfil DIR/ESQ ¾ Semi-axial ¾¾¾¾¾ QUAL É A IMPORTÂNCIA DA ROTINA PARA SELA TURCA NO ES- TUDO RADIOLÓGICO? Estas incidências apresentam grande importância para visualizar-se prováveis patologias contíguas com a sela tur- ca ou em outras regiões do crânio. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PA PANORÂ- MICA PARA SELA TURCA? O raio central deverá incidir paralelamente à LHA com mais ou menos 12º podálicos ou ainda colocando-se esta linha perpendicular e inclinando o raio central perpendicular sain- do no násion. ¾¾¾¾¾ QUAL É A ROTINA PARA REALIZARMOS O PERFIL PANORÂMICO PARA SELA TURCA? O paciente deverá estar em hemi-decúbito lateral ou em po- sição de nadador, com o PMS do crânio paralelo ao PM; a cabeça deverá estar em perfil rigoroso. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NO PERFIL PANORÂMI- CO PARA SELA TURCA? O raio central deverá ser perpendicular incidindo 2 cm para frente e para cima do CAE. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. SEMI-AXIAL (REVERCHON) PANORÂMICA DE SELA TURCA? O raio central incidirá com uma inclinação podálica de 35º em relação à LHA que deverá estar perpendicular à mesa. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS DE SELA TURCA? ¾ PA ¾ Perfil DIR/ESQ ¾ Semi-axial (Reverchon) ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS DE ROTINA DE SELA TURCA? ¾ PA ¾ Perfil DIR/ESQ ¾¾¾¾¾ QUAL É O DETALHE DE CARACTERIZA AS PROJEÇÕES LOCALI- ZADAS PARA SELA TURCA? O que normalmente caracteriza as projeções localizadas para sela turca é a utilização de cones e cilindros com a finalidade de limitar e absorver a radiação secundária, resultando as- sim em radiografias com muito mais detalhe. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PA LOCALI- ZADO PARA SELA TURCA? O raio central deverá sair no násion, poderá incidir perpendi- cular ou com inclinação podálica de 10 a 12º desde que pa- ralelo à LHA. ¾¾¾¾¾ O QUE PODEMOS VISUALIZAR NA INCIDÊNCIA DE PA LOCALIZA- DO PARA SELA TURCA? Nesta incidência visualizamos o assoalho selar, com uma fina linha que se projeta logo abaixo do plano esfenoidal e no meio do espaço entre os bordos mais superiores do roche- do do temporal. É através desta incidência que o radiologis- ta pode medir a largura da sela. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PERFIL LO- CALIZADA PARA SELA TURCA? O raio central deverá incidir perpendicular, 2 cm para frente e para cima do CAE. ¾¾¾¾¾ POR QUE O PERFIL É A MELHOR INC. PARA VISUALIZAÇÃO DA SELA TURCA? O perfil é o melhor posicionamento para visualização da sela turca devido ao maior número de componentes vistos nes- tas imagens. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS ESTRUTURAS VISUALIZADAS COM O PERFIL LO- CALIZADO PARA SELA TURCA? Por ser a melhor incidência para visualizarmos a sela turca, vemos com excelente definição: ¾ processos clinóides anteriores e posteriores ¾ tubérculo selar ¾ assoalho, parede anterior e posterior da sela ¾ outros acidentes importantes como sulco do quiasma óptico, plano esfenoidal, seios esfenoidais, grande asa do esfenóide, etc. É através do perfil que o radiologista pode medir o comprimento e a altura da sela turca para obter o volume selar. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. SEMI- AXIAL (REVERCHON) LOCALIZADA PARA SELA TURCA? Devemos fazer duas incidências com cone, variando em poucos graus, com a finalidade de jogarmos a imagem da sela turca para dentro do forme magno do occipital. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. SEMI-AXIAL LO- CALIZADA PARA SELA TURCA? O raio central deverá incidir na região frontal com uma incli- nação podálica de 35º passando pelo CAE e saindo no occipital. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL IMPORTÂNCIA DA INC. DE REVERCHON LO- CALIZADA PARA SELA TURCA? A incidência de Reverchon localizada demonstra o dorso selar (região da lâmina quadrilátera do esfenóide), numa projeção anterior do forame magno. É através desta incidência semi- axial que o radiologista pode medir a largura da sela turca. ¾¾¾¾¾ POR QUE PODEMOS TRABALHAR NAS INC. LOCALIZADAS COM OS MESMOS FATORES RADIOGRÁFICOS DAS INCIDÊNCIAS PANO- RÂMICAS PARA SELA TURCA? Porque sabemos que na distância de 1 m o cone absorve mais ou menos 7 kvs. Quando fazemos as localizadas para sela turca; o cone fica encostado na cabeça do paciente di- minuindo então a DFF. ¾¾¾¾¾ QUAL É A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO TOMOGRÁFICO PARA SELA TURCA? No estudo tomográfico da sela turca, pequenas erosões ou calcificações poderão definir a conduta médica em relação ao paciente e somente a tomografia permite dizer com pre- cisão os casos suspeitos nas radiografias de rotina. ¾¾¾¾¾ COMO PODEMOS TOMOGRAFAR A SELA TURCA? Podemos tomografar a sela turca em AP e PERFIL ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA TOMOGRAFARMOS A SELA TUR- CA EM AP? No PA o paciente deverá estar em DD com a linha meato- orbitária perpendicular ao PM; o raio central incidindo no násion; o plano ótimo será 2 cm a frente (para cima) do CAE. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA TOMOGRAFARMOS A SELA TUR- CA EM PERFIL? O paciente deverá estar em hemi-decúbito lateral, com o PMS da cabeça paralelo ao PM; o raio central incidindo 2 cm para frente e para cima do CAE; o plano ótimo é na altura do PMS. ¾¾¾¾¾ COM RELAÇÃO À PROTEÇÃO RADIOLÓGICA, O QUE PODEMOS FAZER NAS TOMOGRAFIAS PARA SELA TURCA? Nas tomografias de estruturas pequenas, como a sela turca, utilizamos máscaras pumblíferas, que dividem o filme 24x30 em quatro. Assim podemos diafragmar para obtermos mais detalhe. ¾¾¾¾¾ QUAL É A FINALIDADE DE FAZERMOS RADIOGRAFIAS LOCALIZA- DAS PARA SELA TURCA? A finalidade de fazermos incidências localizadas de sela tur- ca é obtermos mais detalhes, pois a presença de calcificações intra-selares, poroses ou erosões de estrutu- ras ósseas selares, poderão junto com a condição clínica do paciente, definir um diagnóstico. Vemos comumente lesões que não aparecem nas incidências panorâmicas aparece- rem nas incidências localizadas. ¾¾¾¾¾ O QUE DEVEREMOS FAZER PARA EVITARMOS A RADIAÇÃO SE- CUNDÁRIA NAS RADIOGRAFIAS? Quando utilizamos o cone, temos que limitar a abertura do diafragma para que fique aproximado ao seu maior diâme- tro, pois se não tomarmos este cuidado obteremos uma ra- diografia com um halo de radiação secundária em torno da imagem. ¾¾¾¾¾ O QUE É BURACO ÓTICO? Buraco ótico é o orifício anterior de um verdadeiro conduto de 5 a 8 mm de comprimento e de 4 mm de diâmetro, que se abre por um lado na órbita e por outro lado na cavidade craniana. O buraco ótico ou forame ótico dá passagem ao nervo ótico e a artéria oftálmica. ¾¾¾¾¾ ONDE É A LOCALIZAÇÃO DO BURACO ÓTICO? O buraco ótico encontra-se na parte mais posterior e medial da pequena asa do esfenóide na sua raiz de inserção com o corpo, ou seja, nos limites dos assoalhos da fossa anterior e média da base craniana e está limitando o quiasma ótico. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES DE EXAME RADIOLÓGICO PARA BU- RACO ÓTICO? A órbita é o assento de tumores oculares, de tumores da glân- dula hipófise (que afetam indiretamente) ou de lesões produ- zidas por traumatismos crânio-encefálicos e infecções, pe- los quais se requer estudos radiológicos de boa qualidade para visualizarmos os buracos óticos. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS PARA BURACO ÓTICO? As principais incidências para buraco ótico são: ¾ Incidência de Rheese – parieto-orbital e órbito-parietal ¾ Incidência de Hartmam ¾ Incidência de Pfeiffer ¾ Incidência de Lysholm ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIASDE ROTINA PARA BURACO ÓTICO? As incidências de rotina para buraco ótico são as inc. de Reese direita e esquerda. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A INC. DE RHEESE – PARIETO-ORBITAL? Nesta incidência, a cabeça do paciente deverá ficar apoia- da sobre a mesa, mantendo três pontos de contato, a protuberância orbitária externa, proeminência malar e dorso do nariz, do lado a ser examinado. A linha acântion-meatal (CAE) deverá ficar perpendicular ao PM. Devemos ajustar a rotação da cabeça, de modo que o PMS forme um ângulo de 53º com o plano do filme. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE RHEESE PARIETO-ORBITAL? Podemos penetrar com o raio central perpendicular ou com uma inclina- ção de 5 a 7º podálicos, saindo no centro da órbita que deverá estar coincidindo com a LCM. ¾¾¾¾¾ QUANDO PODEMOS IDENTIFICAR QUE ROTAÇÃO DA CABEÇA DO PACIENTE ESTAVA INCORRETA NA INC. DE RHEESE PARIETO- ORBITAL? Quando penetramos com o raio central, a imagem do buraco ótico projeta-se no quadrante inferior externo da órbita, e quando fazemos com inclinação podálica de 5 a 7º, o buraco ótico projeta-se no quadrante superior externo. Qualquer des- vio lateral desta localização indica rotação incorreta da ca- beça e qualquer desvio longitudinal indica angulação incor- reta da linha acântion-meatal. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A INC. DE RHEESE ÓRBITO-PARIETAL? A linha acântion-meatal (CAE) deve ficar perpendicular ao PM. Ajustar a rotação da cabeça de modo que o PMS forme um ângulo de 53º com o plano do filme, porém a rotação deve ser para o lado contrário a ser examinado. A região orbitária do lado a ser examinado deve coincidir com a LCM. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE RHEESE ÓRBITO-PARIETAL? O raio central deverá ser perpendicular ou com uma inclina- ção de 5 a 7º podálicos, penetrando no centro da órbita. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A INC. DE HARTMAN DIR/ESQ? A cabeça do paciente deverá ficar apoiada sobre a mesa, mantendo o dorso do nariz do lado a ser examinado, coinci- dindo coma a LCM. Ajustar a rotação da cabeça de maneira que o PMS forme um ângulo de 53º com o plano do filme. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HARTMAN DIR/ESQ? O raio central penetrará perpendicular aproximadamente 7 cm para fora da protuberância occipital externa. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A INC. DE PFEIFFER DIR/ESQ? Na incidência de Pfeiffer, deveremos utilizar dois chassis colocados em forma de “V”, formando um ângulo de 37º com o plano horizontal, no meio dos quais descansará a cabeça do paciente. Sobre os dois chassis deveremos utilizar gra- des fixas para obtermos mais detalhe. Estas grades devem ser de lâminas paralelas. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PFEIFFER DIR/ESQ? O raio central incidirá com inclinação lateral de 30º podálicos E de 20º da ampola, saindo no meio da órbita, dando uma exposição para cada chassis. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A INC. DE LYSHOLM DIR/ESQ? A incidência de Lysholm deve ser feita com grades Potter- Bucky paralelas (ou universais), pois radiografias com incli- nações laterais, a radiação é absorvida nas grades Potter- Bucky divergentes. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE LYSHOLM DIR/ESQ? Raio central com 20º de inclinação lateral da direita para a esquerda ou vice-versa. Segundo seja o buraco ótico a radi- ografar e associada a uma inclinação podálica de também 20º. O raio central deverá sair no meio da órbita do buraco ótico a ser radiografado. ¾¾¾¾¾ POR QUE FAZEMOS SPOT-FILMES COMPARATIVOS PARA BURA- CO ÓTICO? Fazemos spot-filmes comparativos para obtermos o máxi- mo de detalhes, devemos fazer as radiografias para buraco ótico com colimadores (cones, cilindros), sempre fazendo o estudo bilateral, de preferência no mesmo filme, pois é de grande importância fazer-se comparação de um lado com o outro, para diagnóstico radiológico. ¾¾¾¾¾ QUANDO HÁ INDICAÇÃO DE EXAME TOMOGRÁFICO PARA BURA- CO ÓTICO? Fazemos tomografia quando há suspeita de lesão ao nível das paredes do forame ótico; fazemos cortes tomográficos, em planos a partir da região posterior da órbita. O paciente deve manter-se na posição de Rheese órbito-parietal e fazer tomografias bilaterais. ¾¾¾¾¾ COMO É FORMADO O BURACO RASGADO POSTERIOR? O buraco rasgado posterior é formado pela porção lateral do processo basilar do occipital e pela porção da parte petrosa do osso temporal; próximo a ele encontramos o golfo da jugular, que é onde deságua o seio lateral da paquimeninge para formar a veia jugular interna. Normalmente o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores do lado direito. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS TRÊS NERVOS QUE PASSAM PELO BURACO RAS- GADO POSTERIOR? Além da veia jugular interna, passam pelo buraco rasgado posterior os três nervos: ¾ Nono ou glossofaríngeo ¾ Décimo ou pneumogástrico (também chamado de vago ou cardiopneumoentérico). ¾ Décimo primeiro ou espinhal. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL INDICAÇÃO PARA EXAME RADIOLÓGICO DO BURACO RASGADO POSTERIOR? A principal indicação para exame do buraco rasgado poste- rior é o tumor de glômus jugulares. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PARA EXAME RADIOLÓGICO DO BURACO RAS- GADO POSTERIOR? As incidências para exame do buraco rasgado posterior são: ¾ Incidência de chaussé II ¾ Incidência de Hirtz – comparativa e localizada ¾ Incidência semi-Hirtz Tomografias: ¾ transorbitária (AP) ¾ perfil ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA PARA EXAME RADIOLÓGICO DO BURACO RASGADO POSTERIOR? A incidência de rotina para BRP é Chaussé II DIR/ESQ. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA INC. DE CHAUSSÉ II PARA BURA- CO RASGADO POSTERIOR? Nesta incidência a cabeça deve estar rodada de 10 a 20º para o lado a ser radiografado, com a boca aberta; a cabeça deve estar também, estendida até que a linha imaginária, que vai da espinha nasal anterior ao CAE fique perpendicu- lar ao PM. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE CHAUSSÉ II PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? O raio central deverá ser perpendicular, penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser examinado. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Quando o posicionamento for difícil para o paciente, que ge- ralmente acontece com pacientes obesos ou de pescoço curto, devemos fazer a incidência com o paciente sentado estendendo ao máximo a cabeça até que encoste na estativa vertical. O PMS do paciente coincidindo coma a LCM. ¾¾¾¾¾ POR QUE DEVEMOS FAZER A INC. COMPARATIVA DE HIRTZ PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Apesar de sabermos que no lado direito o golfo da jugular e o buraco rasgado posterior são maiores, devemos fazer a comparativa para surpreendermos patologias no lado sem possíveis alterações. Devemos fazer uma diafragmação su- ficiente para obtermos um bom detalhe. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. COMPARATIVA DE HIRTZ PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Raio central perpendicular à LHA no meio do espaço entre os dois processos mastóides. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ LOCALIZADA PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Na projeção localizada de hirtz devemos utilizar um cone de pequena abertura encostado na região lateral direita ou es- querda do pescoço. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ LOCA- LIZADA PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Raio central penetrando perpendicular à LHA 3 cm para den- tro do processo mastóide do lado a ser radiografado. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE SEMI- HIRTZ PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Nesta incidência a cabeça do paciente deverá ficar numa posição intermediária entre o AP de crânioe o Hirtz, colo- cando a linha acântion-meatal perpendicular ao PM. Girar a cabeça do paciente 25º para o lado oposto a ser radiografa- do. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE SEMI-HIRTZ PARA O BURACO RASGADO POSTERIOR? Raio central perpendicular, penetrando no gônio (ângulo da mandíbula). ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A TOMOGRAFIA EM TRANS-ORBITÁRIA EM AP PARA BURACO RASGADO POSTE- RIOR? Devemos fazer cortes tomográficos do meio do CAE para baixo, num total de 5 cortes separados um do outro de 0,3 cm. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA TOMOGRAFIA TRANS- ORBITÁRIA EM AP PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Raio central incidindo na região do násion, passando pelo CAE. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA IDEAL PARA REALIZARMOS A TOMOGRAFIA EM PERFIL PARA BURACO RASGADO POSTERIOR? Devemos fazer os cortes tomográficos a partir de 2 cm abai- xo do PMS como corte preliminar. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA TOMOGRAFIA EM PERFIL PARA O BURACO RASGADO POSTERIOR? Raio central incidindo no meio do espaço compreendido entre o CAE e o processo mastóide com o lado a examinar em contato com a mesa. ¾¾¾¾¾ ONDE ENCONTRA-SE SITUADO O OSSO TEMPORAL? O osso temporal encontra-se situado na parte inferior e late- ral do crânio entre o occipital, o parietal e o esfenóide. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS CINCO PORÇÕES DO OSSO TEMPORAL? O osso temporal apresenta-se dividido em cinco porções: ¾ Porção escamosa ¾ Porção mastóidea ¾ Porção estilóide ¾ Porção timpânica ¾ Porção petrosa (rochedo) ¾¾¾¾¾ COMO SE APRESENTA ANATOMICAMENTE A PORÇÃO ESCAMOSA DO OSSO TEMPORAL? A porção escamosa do osso temporal apresenta uma face convexa lisa, que forma parte da fossa temporal. De sua par- te externa inferior, projeta-se o processo zigomático em dire- ção anterior para formar a escada zigomática com o proces- so temporal do malar (ou zigomático). A face interna é côn- cava e encontra-se em relação com o centro; articula-se poste- riormente com a grande asa do esfenóide. A outra face da porção escamosa é a circunferência. Em sua porção póstero-inferior, está unida, de um lado à su- tura escamo-mastóidea (porção mastóidea) e do outro lado ao rochedo (cisura de glasser). ¾¾¾¾¾ COMO SE APRESENTA ANTOMICAMENTE A PORÇÃO MASTÓIDEA DO OSSO TEMPORAL? Na porção mastóidea do osso temporal sua face externa ter- mina abaixo, numa eminência volumosa, chamado processo mastóideo. Já a face interna, côncava, irregular, corresponde ao cerebelo; a circunferência articula-se com os ossos parietal e occipital. As selas mastóideas são numerosas ca- vidades Qua fazem parte da conformação interna. ¾¾¾¾¾ O QUE CONSTITUI A PORÇÃO ESTILÓIDE DO OSSO TEMPORAL? Projeção látero-inferior do rochedo, constitui a zona de in- serção de músculos e ligamentos tais como: ¾ posteriormente: ligamento estilóideo ¾ internamente: (na base) ligamento estilo-faríngeo ¾ externamente: ligamento estilo-maxilar ¾ inferiormente: músculo estilo-glosso ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS LIMITES DA PORÇÃO ESTILÓIDE DO OSSO TEMPO- RAL? Os limites da porção estilóide do osso temporal são: ¾ externo: parótida ¾ interno: veia jugular ¾¾¾¾¾ O QUE É A PORÇÃO TIMPÂNICA DO OSSO TEMPORAL, ONDE ESTÁ LOCALIZADA E COMO SE APRESENTA ANATOMICAMENTE? A porção timpânica é uma lâmina óssea curva situada entre o rochedo e a escama. Sua superfície anterior é triangular e está em contato com a glândula parótida. Seu bordo superi- or se une com o tubérculo zigomático posterior através da cisura tímpano-escamosa e com a cavidade glenóide pela cisura petrotimpânica. A porção timpânica forma a parede anterior, o assoalho e a porção baixa posterior do CAE. ¾¾¾¾¾ QUAL É A FORMA DA PORÇÃO PETROSA (ROCHEDO) E COMO PODE SER DIVIDIDA? A porção petrosa tem a forma de uma pirâmide tiangular e podemos dividi-la em: ¾ Base: orifício do CAE ¾ Vértice: dirigido para frente e para dentro. ¾ Faces: em número de quatro: ântero-superior, póstero-inferior, ântero-infe- rior, póstero-superior. o aparelho auditivo está situado em sua grande par- te no rochedo (porção petrosa) do osso temporal. ¾¾¾¾¾ COMO É O FUNCIONAMENTO DO OUVIDO? As ondas sonoras fazem vibrar a membrana do tímpano e as vibrações são transmitidas através dos ossículos (martelo, bigorna e estribo) à janela oval no vestíbulo (ouvido interno). Conduzidas pela perilinfa e endolinfa vão impressionar as células neuro-epiteliais, que constituem o órgão terminal da audição (órgão de corti). Nele originam-se os impulsos ner- vosos da audição, que são traduzidos e interpretados pelo cérebro. ¾¾¾¾¾ COMO SE DIVIDE O OUVIDO? O ouvido (ou orelha pela nova nomenclatura), divide-se em três porções: ¾ Ouvido externo ¾ Ouvido médio ¾ Ouvido interno ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS COMPONENTES DO OUVIDO EXTER- NO? Os principais componentes do ouvido externo que dão ex- pressão radiológica são: ¾ Pavilhão auricular: é uma cúpula cartilaginosa para captação do som. ¾ Conduto Auditivo Externo (CAE): orifício pertencente à parte mais lateral do rochedo. Seu limite medial em fronteira com o ouvido médio se faz atra- vés da membrana do tímpano. ¾ QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS COMPONENTES DO OUVIDO MÉDIO? Os principais componentes do ouvido médio que dão expres- são radiológica são: ¾ Caixa do tímpano ¾ Cavidade mastóidea ¾ Trompa de Eustáquio ¾ Esporão de Chaussé ¾¾¾¾¾ COMO PODEMOS DIVIDIR A CAIXA DO TÍMPANO? Dividimos a caixa do tímpano em três partes: ¾ Ático ou epitímpano ou lajeta: parte superior da caixa do tímpano, onde estão localizados os ossículos é a parte mais importante. ¾ Mesotímpano: espaço hipertransparente aos raios-x (com ar) entre o epitímpano e hipotímpano. ¾ Hipotímpano: parte mais inferior da caixa do tímpano, uma cavidade hipertransparente onde no seu assoalho abre a trompa de Eustáquio para fazer a comunicação do ouvido médio com o meio externo. ¾¾¾¾¾ QUAL É A DIVISÃO DAS PAREDES DA CAIXA DO TÍMPANO? Podemos dividir a caixa do tímpano em: ¾ Externa: esporão de Chaussé (parede externa do ático e membrana do tímpano) ¾ Medial (interna): formada pelas estruturas do labirinto. ¾ Superior: tegmen tympani ¾ Inferior: assoalho da caixa ou recesso hipotimpânico. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS COMPONENTES QUE FORMAM O CON- TEÚDO DA CAIXA DO TÍMPANO? Os principais componentes que formam o conteúdo da caixa do tímpano são os ossículos e o ar, que dão a imagem radiotransparente da região. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSÍCULOS DO OUVIDO? Os ossículos do ouvido são em número de três: martelo, bi- gorna e estribo. ¾¾¾¾¾ COMO SÃO OS OSSÍCULOS DO OUVIDO E QUAIS SUAS FUNÇÕES? O cabo do martelo está preso à parte superior da membrana do tímpano. A bigorna tem um corpo articulado à cabeça do martelo, um processo curto que a prende à parede do ático e um processo longo que se articula com o estribo. O estribo “fecha” a janela oval (janela do vestíbulo). ¾¾¾¾¾ O QUE É PONTO ATICAL E A QUE CORRESPONDE? Ponto atical é a região correspondente à massa dos ossículos, visíveis nas radiografias simples, sem a utilização da tomografia. Corresponde à cabeça do martelo e ao cabo da bigorna e está situado a 2,5 cm para dentro, na linha bi- auricular e é o ponto onde deve incidir o raio central nas inci- dências para ouvido médio. ¾¾¾¾¾ QUAL É A DIVISÃO DA CAVIDADE DA MASTÓIDEA DO OUVIDO MÉ- DIO? A divisão da cavidade mastóidea do ouvido médio é: aditus, antro e células pneumatizadas. ¾¾¾¾¾ O QUE É O ADITUS DA CAVIDADE DA MASTÓIDEA DO OUVIDO MÉ- DIO? Aditus é o canal que comunica o ático com o antro (aditum and antrum = caminho para o antro), que na criança é mais amplo. ¾¾¾¾¾ O QUE É O ANTRO DA CAVIDADE DA MASTÓIDEA DO OUVIDO MÉ- DIO E QUAL A SUA LOCALIZAÇÃO? O antro é uma célula cheia de ar, que se localiza para trás, na mastóide. Dá origemàs demais células pneumatizadas. As infecções da caixa propagam-se para o antro, sobretudo na criança onde o aditus é mais amplo. Também os colesteatomas (tumor) do ático costumam crescer para o antro. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MEDIDA DO ANTRO DA CAVIDADE DA MASTÓIDEA DO OUVIDO MÉDIO? O antro tem forma e medidas também muito variáveis. A sua forma é aproximadamente triangular, com a base para cima e mede cerca de 0 a 6 mm podendo, de um lado, ser maior do que o outro, devido às pequenas células que o cercam, seu contorno é festoneado e pouco nítido (o contorno bem delineado é visto no antro patológico com colesteatoma). ¾¾¾¾¾ ONDE SÃO ENCONTRADAS AS CÉLULAS PNEUMATIZADAS DA CAVIDADE DA MASTÓIDE DO OUVIDO MÉDIO? QUAL É A SUA EX- TENSÃO? As células pneumatizadas são encontradas, em condições normais, na mastóide. Esta pneumatização parte do antro, às vezes se estende à escama e ao rochedo e mais rara- mente pode ir além do osso temporal (no occipital, por exem- plo). A pneumatização é extremamente variável de um indiví- duo para o outro e ás vezes de um lado para outro, em uma mesma pessoa. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS TIPOS DE PNEUMATIZAÇÃO EXISTENTES NA CAVI- DADE DA MASTÓIDE DO OUVIDO MÉDIO? Os tipos de pneumatização da cavidade da mastóide são: ¾ mastóide diplóica: predominância de massa óssea. ¾ Mastóide pneumática: predominância de células com ar. ¾ Mastóide pneumo-diplóica: tipo misto. ¾¾¾¾¾ O QUE É TROMPA DE EUSTÁQUIO DO OUVIDO MÉDIO? A trompa de Eustáquio do ouvido médio é um canal que faz comunicação entre o rino-farínge e o ouvido médio. Abre-se no ouvido, no hipotímpano e é a responsável pela manuten- ção da pressão dentro do ouvido. ¾¾¾¾¾ O QUE É ESPORÃO DE CHAUSSÉ DO OUVIDO MÉDIO? O esporão de Chaussé do ouvido médio é um acidente ex- clusivamente da anatomia radiológica. É encontrado na pa- rede lateral do ático, também chamado de muro ou lajeta, tem importância no estudo do colesteatoma. ¾¾¾¾¾ O QUE É OUVIDO INTERNO E QUAIS SÃO SEUS PRINCIPAIS COM- PONENTES? O ouvido interno participa tanto do equilíbrio como da audi- ção e seus componentes são: labirinto, vestíbulo, cóclea do caracol, canais semi-circulares e conduto auditivo interno (CAI). ¾¾¾¾¾ O QUE É O LABIRINTO DO OUVIDO INTERNO? O labirinto é onde se encontram no ouvido interno, estruturas da audição e do equilíbrio como vestíbulo, cóclea, canais semi-circulares etc. ¾¾¾¾¾ O QUE É O VESTÍBULO DO OUVIDO INTERNO? O vestíbulo do ouvido interno é de onde partem os canais semi-circulares. No vestíbulo encontramos os líquidos perilinfa e endolinfa. ¾¾¾¾¾ O QUE É CÓCLEA (OU CARACOL) DO OUVIDO INTERNO? A cóclea é onde percorre o nervo coclear. É um órgão da audição. ¾¾¾¾¾ QUANTOS SÃO OS CANAIS SEMI-CIRCULARES? Os canais semi-circulares são em número de três: o superi- or, o lateral ou externo e o posterior. O canal semi-circular superior é o único que não é visível radiologicamente (a não ser em cortes tomográficos especiais). ¾¾¾¾¾ O QUE É O CONDUTO AUDITIVO INTERNO DO OUVIDO INTERNO? O CAI é um canal longo que percorre grande extensão do rochedo. A sua abertura na base craniana chama-se porus acusticus. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS NERVOS QUE PASSAM PELO CAI DO OUVIDO IN- TERNO? Pelo conduto auditivo interno passam dois nervos, o 7º e o 8º pares: ¾ O sétimo par é o nervo facial. ¾ O oitavo par é o nervo esteato acústico: ramo coclear – audição e ramo vestibular – equilíbrio. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS OBSERVAÇÕES QUE DEVEMOS FAZER AO REALIZARMOS O ESTUDO RADIOLÓGICO DO OSSO TEMPO- RAL? As principais observações são: ¾ Devemos conhecer a finalidade de cada incidência, sabendo perfeitamen- te a anatomia radiológica de cada uma delas. ¾ Os componentes do ouvido são muito pequenos, por isso temos que estu- dar radiologicamente fazendo uma colimação máxima das estruturas para obtermos o melhor detalhe. ¾ O paciente deverá ficar o mais imobilizado possível e nunca devemos dei- xar de colocar a identificação correta nas radiografias. ¾ Outro fator de grande valia é a utilização dos ecrans do tipo grão fino, pois conseguimos um maior detalhe nas imagens radiográficas. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS INC. PARA AVALIAÇÃO DAS MASTÓIDES? As principais incidências para mastóides são: Schuller, Stenvers e Mayer, porém apenas das mastóides sem poder- mos visualizar os ossículos nem o esporão, portanto com estas incidências não analisaremos a caixa do tímpano, sede do ouvido. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS INC. PARA PESQUISA DE COLESTEATOMA COMO COMPLICAÇÃO DE OTITE CRÔNICA? Neste caso de pesquisa de colesteatoma, as principais inci- dências são: trans-orbitária, Guillen, Chaussé III e tomografia. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. UTILIZADAS QUANDO HÁ SUSPEITA DE NEURINOMA ACÚSTICO OU TRAUMA DO ROCHEDO? Neste caso de suspeita de neurinoma acústico ou trauma do rochedo, devemos fazer em primeiro lugar a Trans-orbitária, Stenvers, Hirtz e Breton (Reverchon). É importante observar que a única incidência que é imprescindível em todos os ca- sos é a trans-orbitária. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. BÁSICAS EM RADIOTOLOGIA? As incidências básicas em radiotologia são: ¾ Trans-orbitária comparativa (bilateral) ¾ Trans-orbitária uni-lateral (inc. de Guillen) ¾ Chaussé III ¾ Schuller ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES EM RADIOTOLOGIA? As incidências complementares em radiotologia são: ¾ Stenvers ¾ Reverchon (Breton) ¾ Hirtz ¾ Mayer ¾ Chaussé II ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS TOMOGRAFIAS EM RADIOTOLOGIA? As tomografias em radiotologia são: ¾ Frontal ¾ Perfil DIR/ESQ ¾ HIRTZ ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PANORÂMICAS DO CRÂNIO? As incidências panorâmicas do crânio são: ¾ PA ¾ Perfil DIR/ESQ ¾ Reverchon ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. NECESSÁRIAS PARA O ESTUDO RADIOLÓGI- CO DA CAIXA DO TÍMPANO? Para o estudo da caixa do tímpano, as 4 incidências básicas (trans-orbitária comparativa bilateral, inc. de Guillen, Chaussé III, Schuller), são suficientes para nos dar um excelente estu- do, permitindo-nos estudar os colesteatomas, problema da grande maioria dos casos de estudo radiológico da caixa do tímpano. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. INDICADAS EM CASO DE ESTUDO RADIOLÓGI- CO DO CRÂNIO EM CRIANÇAS AGITADAS? Em crianças muito agitadas utilizamos a incidência de Reverchon pela sua facilidade de execução. Nestas crian- ças quando não é possível fazer um exame completo, procu- ramos executar pelo menos a trans-orbitária, para termos uma noção de conjunto e o Reverchon para avaliarmos a mastóide (pneumatização). ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL FINALIDADE DA EXECUÇÃO DAS INC. PANO- RÂMICAS DO CRÂNIO? A finalidade das radiografias em PA de crânio, perfil e Reverchon são feitas apenas com a finalidade de se procu- rar outras lesões fora do osso temporal que possam estar relacionadas à lesão do ouvido (histicitose X, por exemplo). ¾¾¾¾¾ A QUE CORRESPONDE A PAREDE SUPERIOR DO CAE? A parede superior do CAE corresponde externamente ao li- mite superior do trágus. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL INC. PARA O ESTUDO RADIOLÓGICO DO OUVIDO? A principal incidência para o estudo radiológico do ouvido é a trans-orbitária bilateral. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. TRANS- ORBITÁRIA BILATERAL? Na incidência trans-orbitária bilateral a cabeça do paciente deverá estear fletida ao máximo, até que o plano que vai do násion até a parede superior do CAE esteja perpendicular ao PM. Podemos utilizar um apoio radiotransparente sob a região mais alta em caso de dificuldade de posicionamento. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NA INC. TRANS-ORBITÁRIA BILATERAL? As principais estruturas demonstradas na incidência trans- orbitária bilateral são: ¾ caixa do tímpano ¾ ossículos ¾ esporão ¾ canais semi-circulares superior e lateral ¾ ouvido interno ¾¾¾¾¾ QUAL É A VISÃOOBTIDA COM A REALIZAÇÃO DA INC. TRANS- ORBITÁRIA BILATERAL? A incidência trans-orbitária bilateral nos dá um visão de con- junto bilateral, tanto no ouvido médio quanto no ouvido inter- no, permitindo-nos fazer uma análise comparativa da trans- parência das paredes e do conteúdo ossicular das caixas do tímpano, dos blocos labirínticos e dos CAI. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ ESTAR A IMAGEM DO ROCHEDO NAS INC. TRANS- ORBITÁRIA BILATERAL? Na projeção trans-orbitária bilateral, imagem do rochedo deve projetar-se dentro da órbita de maneira que o seu bordo su- perior não se superponha com o bordo inferior da órbita. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. TRANS- ORBITÁRIA BILATERAL? O raio central perpendicular, penetrando no násion, passan- do pelo teto do CAE (ou inclinação podálica, quando o paci- ente não conseguir manter o posicionamento), de maneira que o raio central passe pelo plano que vai do násion ao teto do CAE. ¾¾¾¾¾ QUAL É O CONJUNTO DAS PRINCIPAIS ESTRUTURAS DEMONS- TRADAS NA INC. DE GUILLEN (T O U)? As principais estruturas demonstradas na incidência de Guillen são: ¾ CAE ¾ Esporão de Chaussé ¾ Antro ¾ Canais semi-circulares – superior e lateral ¾ Ossículos ¾ Caracol ¾ Vestíbulo ¾ CAI ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL ESTRUTURA VISUALIZADA NA INC. DE GUILLEN (TOU)? A principal estrutura visualizada na incidência trans-orbitária unilateral são os ossículos, que aparecem dissociados entre os esporão e o canal semi-circular lateral externo. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. TRANS- ORBITÁRIA UNILATERAL? Nesta incidência a cabeça do paciente deverá estar rodada de aproximadamente 5º para o lado a ser examinado, deve- mos fazer separadamente radiografias do lado esquerdo e direito. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. TRANS- ORBITÁRIA UNILATERAL? O raio central deverá passar pelo plano que vai do násion ao teto do CAE, penetrando pelo quadrante superior interno da órbita do lado a ser radiografado, passando no ponto atical (2,5 cm para dentro do plano bi-auricular). ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL ESTRUTURA QUE VISUALIZAMOS NA INC. DE CHAUSSÉ III? Além das estruturas visualizadas na incidência trans-orbitária unilateral, a principal estrutura que visualizamos na Chaussé III é o esporão de Chaussé, que nada mais é que a parede lateral do ático. ¾¾¾¾¾ COMO DEVEREMOS FAZER PARA UMA MELHOR DEMONSTRAÇÃO DO ESPORÃO NA INC. DE CHAUSSÉ III? Para obtermos a melhor demonstração possível do esporão de Chaussé, deveremos fazer uma varredura, ou seja, exe- cutar a mesma incidência 2 ou 3 vezes de cada lado, com mínimas variações de rotação da cabeça do paciente. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE CHAUSSÉ III? Nesta incidência a cabeça do paciente deverá estar rodada de aproximadamente 5º para o lado contrário a ser examina- do, devemos fazer separadamente radiografias do lado di- reito e lado esquerdo. Esta incidência também pode ser fei- ta com maior flexão da cabeça ou angulação caudal do raio, de tal maneira que o raio central penetre mais acima, na altu- ra das sobrancelhas. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE CHAUSSÉ III? O raio central deverá passar pelo plano que vai do násion ao teto do CAE, penetrando pelo quadrante superior externo tangenciando o rebordo orbitário externo e passando pelo ponto atical. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NA INC. DE SCHULLER? Esta incidência nos mostra a face cirúrgica da mastóide e nos permite avaliar sua pneumatização. As principais estru- turas visualizadas são: ¾ Parede superior do rochedo ¾ Sulco do seio venoso lateral ¾ CAE e CAI superpostos ¾¾¾¾¾ QUAL É O PONTO ANATÔMICO VISUALIZADO NA INC. DE SCHULLER? Na incidência de Schuller vemos ainda um ponto anatômico chamado de Ângulo de Citelli (encontrado na parede superi- or com a posterior do rochedo). ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE SCHULLER? O raio central deverá incidir com uma inclinação podálica de 25 a 30º, penetrando entre 7,5 cm acima do CAE mais afas- tado do filme, saindo no mais próximo que é o lado a ser examinado. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. COMPLEMENTARES PARA OUVIDO E QUAL SUA FINALIDADE? As cinco incidências a seguir são chamadas complementa- res e têm a finalidade específica, algumas vezes para ouvido médio e outras vezes para ouvido interno: ¾ Stenvers ¾ Hirtz ¾ Reverchon ¾ Mayer ¾ Chaussé II ¾¾¾¾¾ COMO É REALIZADO O ESTUDO DO OUVIDO EXTERNO? O ouvido externo é estudado apenas pelo exame clínico di- reto e pelas tomografias, pois as incidências padrões não servem para mostrá-lo. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE STENVERS VARIANTE COMPLEMENTAR PARA OUVIDO? Nesta incidência a cabeça do paciente deverá estar rodada 45º ou um pouco menos, para o lado contrário a ser exami- nado, com a finalidade de colocar o maior eixo do rochedo paralelo ao PM. Devemos fazer separadamente as radiogra- fias do lado direito e esquerdo. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE STENVERS VARIANTE COMPLEMENTAR PARA OUVIDO? O raio central deverá ser perpendicular penetrando no meio do espaço entre o rebordo externo da órbita e o conduto ex- terno do lado a ser radiografado (mais ou menos no meio da LHA). ¾¾¾¾¾ O QUE DIFERENCIA A INC. DE STENVERS VARIANTE COMPLEMEN- TAR PARA CLÁSSICA? A diferença é que na incidência de Stenvers variante o paci- ente é posicionado em decúbito dorsal (DD) e na Stenvers clássica o paciente é posicionado em decúbito ventral (DV). ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. STENVERS COM- PLEMENTAR CLÁSSICA? Raio central perpendicular, saindo no meio do espaço entre o bordo externo da órbita e o CAE e do lado a ser radiogra- fado. ¾¾¾¾¾ QUAL É O MÉTODO PARA COLOCAR O ROCHEDO PARALELO AO PLANO DA MESA (PM) SEM O AUXÍLIO DO GONIÔMETRO COM O PACIENTE EM DD? Colocar o maior eixo das regiões anteriores dos dedos das mãos coincidindo com o maior eixo dos pavilhões auriculares direito e esquerdo logo após afastar os polegares até o di- reito encontrar com o esquerdo fazendo rotação até o pole- gar do lado a ser examinado ficar paralelo ao PM. Como em todos os posicionamentos de crânio, o operador deverá es- tar na extremidade da mesa. ¾¾¾¾¾ QUAL É O MÉTODO PARA COLOCAR O ROCHEDO PARALELO AO PLANO DA MESA (PM) SEM O AUXÍLIO DO GONIÔMETRO COM O PACIENTE EM DV? Colocar o dedo indicador no processo mastóide do lado a ser examinado e o indicador da outra mão no rebordo orbitário externo do lado oposto àquele. Fazemos a rotação até que ambos os dedos indicadores estejam a uma mesma altura do PM. Naturalmente nós nos colocamos à cabeceira do paciente. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NAS INC. DE STENVERS? As principais estruturas são: ¾ CAE ¾ CAI ¾ Ponta do rochedo ¾ Uma visão do rochedo em toda a sua extensão, uma vez que o raio central entra perpendicular a ele. ¾ Antro ¾ Mastóide ¾ Vestíbulo ¾ Canais semi-circulares ¾ Cóclea ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL INDICAÇÃO DA INC. DE STENVERS? A incidência de Stenvers apresenta mais interesse no ponto de vista oto-neurológico, pois apresenta grande valor na pes- quisa dos neurinomas do acústico; devemos Ter o cuidado de não confundir células da ponta do rochedo com neurinomas do acústico, isto porque a ponta do rochedo bem dissociada pode estar às vezes pneumatizadas. ¾¾¾¾¾ QUAIS ESTRUTURAS NÃO SÃO BEM VISUALIZADAS NAS INC. DE STENVERS CLÁSSICA E VARIANTE? As incidências de Stenvers (clássica ou variante) não nos mostra bem os ossículos nem o esporão de Chaussé. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. COMPLE- MENTAR DE HIRTZ (SUBMENTO-VÉRTICE) PARA OUVIDO? O ideal é trabalharmos com o raio central perpendicular à LHA para evitarmos distorções de imagens resultantesda inclinação da ampola. Podemos fazer a incidência para os dois lados e/ou separadamente para o lado esquerdo e di- reito. O posicionamento deve ser perfeito, caso contrário a mandíbula projeta-se em cima da caixa do tímpano, impossi- bilitando a sua análise. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL INDICAÇÃO DA INC. COMPLEMENTAR DE HIRTZ SUBMENTO VÉRTICE? A incidência de Hirtz é utilizada em geral para base do crâ- nio, podendo ser usada especialmente para estudo do ouvi- do nas infecções, tumores e traumatismos. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NAS INC. COMPLEMENTARES DE HIRTZ SUBMENTO VÉRTICE PARA OUVIDO? As principais estruturas são: ¾ Rochedo ¾ Caixa do tímpano ¾ Ossículos ¾ Trompa de Eustáquio ¾ CAI ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS OBSERVAÇÕES A SEREM FEITAS COM RELAÇÃO AO DIAFRAGMA E POSICIONAMENTO NA INC. COMPLEMENTAR DE HIRTZ SUBMENTO VÉRTICE? Nesta incidência é imprescindível uma boa diafragmação do feixe de raios-x, a fim de evitar radiação secundária, pois a espessura a atravessar é grande e o diafragma aberto tira muito detalhe. Não devemos utilizar a incidência de Hirtz em DV (vértico submento), pois sempre trabalhamos com gran- des inclinações podálicas, resultando em grandes distorções de imagens. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. COMPLE- MENTAR DE REVERCHON (BRETON, TOWNE) PARA OUVIDO? Nesta incidência a cabeça do paciente deverá estar fletida até que aproxime o queixo da fúrcula esternal; geralmente conseguimos uma boa demonstração do rochedo com uma inclinação podálica de 25º em relação à LHA, que é um pou- co menor que no Reverchon para base do crânio onde a angulação é de 35º; devemos fazer a incidência duas vezes, variando ligeiramente o ângulo. ¾¾¾¾¾ EM CASO DE PATOLOGIA, QUAIS INC. COMPLEMENTARES DEVE- MOS FAZER PARA OBTERMOS UM ESTUDO MAIS DETALHADO PARA ESTUDO DO OUVIDO? Quando houver uma patologia que exija um estudo mais de- talhado, devemos fazer além da incidência bilateral, radio- grafias unilaterais direita e esquerda. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. COMPLEMEN- TAR DE REVERCHON PARA OUVIDO? Raio central com inclinação podálica de 25º na região frontal (pouco abaixo da área de implantação dos cabelos) e deve passar no CAE. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NA INC. COMPLEMENTAR DE REVERCHON PARA OUVIDO? As principais estruturas são: ¾ Análise do conjunto comparativo do ouvido médio e interno. ¾ Vestíbulo ¾ Canal semi-circular superior ¾ Estudo da pneumatização ¾ Antro ¾ CAI ¾ Rochedo (borda superior e ponta) ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PRA REALIZARMOS A INC. COMPLE- MENTAR DE MAYER? A cabeça deve sofrer uma rotação de 45º para o lado a ser examinado. Podemos usar as mesmas técnicas de Stenvers para fazer a rotação de 45º da cabeça do paciente se não possuirmos o goniômetro. ¾¾¾¾¾ A QUE CORRESPONDE A INC. COMPLEMENTAR DE MAYER? Esta projeção corresponde a uma axial de rochedo, pois ele se apresenta verticalizado e o raio central percorre seu mai- or eixo. Assim, a posição da cabeça utilizada para fazer o Stenvers do lado direito corresponde à mesma posição para fazer o Mayer do lado esquerdo e vice-versa. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. COMPLEMEN- TAR DE MAYER? O raio central com inclinação de 45º podálicos penetrando na região frontal oposta e saindo no CAE do lado a ser exa- minado. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NA INC. COMPLEMENTAR DE MAYER? As principais estruturas são: ¾ Células pneumatizadas da mastóide ¾ Sulco do seio venoso lateral ¾ CAE processo mastóide ¾ ATM ¾ Arcada zigomática ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. COMPLE- MENTAR DE CHAUSSÉ II PARA OUVIDO? Nesta incidência a cabeça do paciente deverá estar rodada de 10 a 20º para o lado a ser radiografado com a boca aber- ta; a cabeça deverá estar um pouco estendida, até que a linha imaginária que vai da espinha nasal anterior ao CAE fique perpendicular ao PM. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS ESTRUTURAS DEMONSTRADAS NA INC. COMPLE- MENTAR DE CHAUSSÉ II PARA OUVIDO? A incidência de Chaussé II apresenta uma indicação limita- da para o estudo do rochedo. Sua principal indicação fica por conta dos tumores do glomus da jugular, acometendo a região do golfo da jugular e do buraco rasgado posterior que ficam logo atrás do rochedo. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. COMPLEMEN- TAR DE CHAUSSÉ II PARA OUVIDO? Raio central perpendicular, penetrando na comissura labial externa do lado contrário a ser radiografado. ¾¾¾¾¾ POR QUE AO FAZERMOS UM ESTUDO LOCALIZADO DO CRÂNIO, DEVEMOS FAZER UMA INC. PANORÂMICA DA REGIÃO? Para qualquer estudo localizado é imprescindível possuirmos radiografias panorâmicas da região, pois podemos encon- trar lesões no ouvido resultantes de patologias cranianas ou vice-versa, que podem dar demonstrações radiológicas vin- do a esclarecer o diagnóstico. ¾¾¾¾¾ POR QUE MOTIVO OS SEIOS PARANASAIS SÃO MUITO VISÍVEIS ATRAVÉS DAS RADIOGRAFIAS? Os seios paranasais, por serem cavidades pares e assimétricas, cheias de ar e em comunicação com as fos- sas nasais, são muito visíveis através das radiografias. ¾¾¾¾¾ POR QUE NÃO É POSSÍVEL REPRESENTAR OS SEIOS PARANASAIS NUMA MESMA RADIOGRAFIA? O primeiro seio estende-se na direção lateral (seios frontais e seios maxilares), o outro, na direção sagital (etmoidais e esfenoidais), não é possível, pois, representá-los numa mes- ma radiografia, pelas diferentes localizações de ambos os grupos e por estarem cobertos por estruturas densas. ¾¾¾¾¾ ONDE ESTÃO LOCALIZADOS OS SEIOS FRONTAIS? Os seios frontais estão entre as tábuas da escama do osso frontal e se estendem para cima, lateralmente, e para trás. Estes seios estão separados por uma fina parede óssea, o septo intersinusial. Variam grandemente de tamanho. Os seios frontais, comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio (espaço entre o corneto médio e inferior). ¾¾¾¾¾ ONDE ESTÃO LOCALIZADOS OS SEIOS MAXILARES? Os seios maxilares são os maiores dos seios paranasais e estão situados no corpo dos maxilares, tendo geralmente a forma piramidal. A parede posterior da maxila separa o seio maxilar das fossas intratemporais e pterigopalatina. A pare- de anterior está relacionada com a face e comunicam-se com a fossa nasal, através do meato médio (espaço entre o meato médio e inferior). ¾¾¾¾¾ O QUE SÃO SEIOS ETMOIDAIS E COMO SÃO DIVIDIDOS? Os seios etmoidais compreendem duas pequenas cavida- des chamadas células etmoidais, que podem ser divididas em dois grupos: ¾ Anteriores: comunicam-se com a fossa nasal através do meato médio (es- paço entre o corneto médio e inferior). ¾ Posteriores: comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior (espaço entre o corneto superior e médio). ¾¾¾¾¾ ONDE ESTÃO LOCALIZADOS OS SEIOS ESFENOIDAIS? Os seios esfenoidais estão localizados estão localizados no corpo do osso esfenóide. Variam muito em tamanho. Podem ser divididos em parte direita e parte esquerda (cada qual podendo ser chamado de seio esfenoidal), por um septo ósseo. Comunicam-se com a fossa nasal através do meato superior (espaço entre o corneto superior e o médio). ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES PARA O EXAME RADIOLÓGICO DOS SEIOS PARANASAIS? As radiografias dos seios paranasais apresentam como prin- cipais indicações os processos inflamatórios (sinusites) do próprio seio ou de estruturas adjacentes, lesões tumorais ou pseudotumorais tais como abcesso dentário ou cistos e tam- bém nos traumatismos craniofaciais. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PANORÂMICAS PARA ESTUDO DOS SEIOS DA FACE? As incidências para seios da face (SAF) são: ¾ Fronto-naso ¾ Mento-naso ¾ Perfil ¾ Hirtz submento-vértice e vértico-submento ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA PARA ESTUDO DOS SEIOS DA FACE? As incidênciasde rotina para SAF são: ¾ Fronto-naso ¾ Mento-naso ¾¾¾¾¾ O QUE DEVERÁ SER FEITO AO ENCONTRARMOS PATOLOGIAS NAS INC. DE ROTINA PARA SAF? Quando nas incidências de rotina (fronto e mento-naso) en- contrarmos alguma patologia, então incluimos no estudo as incidências de Hirtz (submento-vértice) e o perfil do lado da patologia. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. COMPLEMENTARES PARA O ESTUDO RADIO- LÓGICO DOS SEIOS DA FACE? As incidências complementares para SAF são : ¾ Incidência de Hirtz (variante) para seios nasais ¾ Oblíquas de mento-naso, para seios maxilares ¾ Oblíquas (inc. de Rheese) (OAD e OAE) para células etmoidais ¾ Incidência vértico-bucal, para seios esfenoidais ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PARA OS ESTUDOS CONTRASTADOS DOS SEIOS DA FACE? As incidências para estudo contrastado para SAF são: ¾ Fronto-naso ¾ Mento-naso ¾ Hirtz (submento-vértice) ¾ Perfil direito e esquerdo ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM RELAÇÃO AO POSICIONAMENTO PARA SAF? Todas as incidências para seios nasais devem ser feitas de preferência com o paciente em posição ortostática ou senta- do, a fim de surpreendermos a existência de nível líquido, que definiria uma sinusite aguda. devemos também realizar os posicionamentos na cabeceira da mesa (se for o caso). ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM RELAÇÃO ÀS TÉCNICAS PARA SAF? Por serem radiografias que exigem o máximo de detalhe, devemos sempre utilizar cones ou cilindros, com uma aber- tura que inclua na projeção todas as regiões dos seios paranasais. Devemos Ter o cuidado de retirar da cabeça do paciente grampos, prendedores de cabelo, brincos, colares e próteses dentárias metálicas. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. PANO- RÂMICA DE FRONTO-NASO PARA SAF? Nesta incidência, as mãos devem estar apoiadas lateralmen- te aos ombros, que deverão estar num mesmo plano trans- verso ao maior eixo da mesa. O posicionamento do fronto- naso é o mesmo do PA de crânio. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE FRONTO- NASO PARA SAF? Raio central paralelo à LHA (com uma inclinação média de 12º podálico), saindo no násion. ¾¾¾¾¾ O QUE CONSEGUIMOS VISUALIZAR NA INC. FRONTO-NASO PARA SAF? No fronto-naso vemos principalmente os seios frontais e etmoidais, devendo incluir na imagem os seios maxilares. Os seios esfenoidais aparecem logo abaixo do assoalho da sela túrsica, com pouca definição. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. MENTO- NASO PARA SAF? O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento (protuberância mentoniana) de maneira que a linha imaginária que vai do trágus até a ponta do mento fique perpendicular ao PM. A LHA formará um ângulo de 45º com o PM. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL ESTRUTURA DEMONSTRADA NA INC. DE MENTO-NASO PARA SAF? O mento-naso demonstra principalmente os seios maxilares, devendo-se incluir na imagem os seios frontais. Os seios etmoidais aparecem com pouca definição. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE MENTO-NASO PARA SAF? O raio central incidirá perpendicular, saindo na região da espinha nasal anterior. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS ESTRUTURAS MELHOR VISUALIZADAS NA INC. DE PERFIL DIR/ESQ CONTRASTADO PARA SAF? No perfil contrastado para SAF vemos os seios paranasais do lado direito e esquerdo superpostos, mas conseguimos visualizar a região dos quatro seios com boa definição. Além disso o perfil apresenta importância para demonstrar as le- sões com noção de profundidade. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PERFIL CON- TRASTADO PARA SAF? Raio central penetrando no meio da comissura externa do olho (ou rebordo externo da órbita), mais afastada do filme. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ (SUBMENTO-VÉRTICE) PARA SAF? Quando fizermos com o paciente sentado, deverá ser no bucky vertical, pendendo para trás a cabeças, até encostar o vértice craniano. Quando fizermos com o paciente em DD, deve-se colocar um travesseiro sob as costas do paciente e fazê-lo pender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano sobre a mesa. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ (SUBMENTO-VÉRTICE) PARA SAF? Raio central deverá incidir perpendicular à LHA, cruzando seu terço anterior (osso malar). ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ (VÉRTICO-SUBMENTO) PARA SAF? O paciente deverá estender ao máximo a cabeça e apoiá-la pela ponta do mento. Não se costuma fazer esta incidência de rotina devido a maior inclinação que teremos que dar, com uma distorção de imagem e perda de detalhe. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ VÉRTICO-SUBMENTO PARA SAF? O raio central deverá incidir perpendicular à LHA, cruzando o seu terço anterior (osso malar). ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS ESTRUTURAS MELHOR DEMONSTRADAS NAS INC. DE HIRTZ PARA SAF? As incidências de Hirtz demonstram com boa definição os seios esfenoidais e etmoidais. Os seios maxilares apare- cem com pouca definição. ¾¾¾¾¾ QUAL É O POSICIONAMENTO PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ VARIANTE SUBMENTO-VÉRTICE PARA SAF? Para esta incidência utilizamos o mesmo posicionamento da incidência de Hirtz. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ VARI- ANTE SUBMENTO-VÉRTICE? Raio central com uma inclinação entre 20 a 30º cefálicos penetrando no corpo da mandíbula. ¾¾¾¾¾ QUAL DEVERÁ SER O POSICIONAMENTO PARA INC. OBLÍQUA MENTO-NASO PARA SAF? Deverá ser o mesmo posicionamento do mento-naso para seios da face, com a cabeça rodada 30º para o lado direito e uma radiografia para o lado esquerdo. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL INDICAÇÃO DA INC. OBLÍQUA MENTO-NASO PARA SAF? Esta incidência tem indicação nos casos em que o radiolo- gista quer fazer o diagnóstico diferencial entre a sinusite agu- da e a crônica, pois com esta rotação da cabeça podemos individualizar a presença de nível líquido. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. OBLÍQUA MENTO-NASO PARA SAF? Raio central perpendicular, saindo na espinha nasal anterior. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. OBLÍ- QUAS DE RHEESE OAD/OAE PARIETO-ORBITAL VARIANTE? A cabeça deverá ficar apoiada sobre a mesa, mantendo três pontos de contato, a protuberância orbitária externa, protuberância malar e o dorso do nariz do lado a ser exami- nado. ¾¾¾¾¾ QUAL É A FUNÇÃO DA INC. OBLÍQUA DE RHEESE OAD/OAE PARIETO-ORBITAL VARIANTE? Esta incidência tem a função de dissociar das células etmoidais anteriores das posteriores. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE RHEESE OBLÍQUA PARIETO-ORBITAL VARIANTE? Raio central com uma inclinação podálica de 10 a 20º com função de afastar a imagem do rochedo, devendo sair no meio da órbita mais próxima do filme. ¾¾¾¾¾ QUAL É A INDICAÇÃO DA INC. VÉRTICO-BUCAL? Esta incidência demonstra totalmente os seios esfenoidais, projetados dentro da cavidade bucal. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA INC. VÉRTICO-BUCAL? A região dos lábios superior e inferior da boca mais próxima do filme, paciente em posição ortostática, sentado ou em DV, o paciente deverá abrir a boca ao máximo e aproximá-la da mesa ou estativa. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. VÉRTICO-BU- CAL? Raio central com inclinação podálica de 25º, saindo no meio do espaço entre a arcada dentária superior e inferior. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA PARA REALIZARMOS UM EXAME RADIOLÓGI- CO CONTRASTADO DO SAF? O sucesso deste exame depende bastante da cooperação do paciente. Este deverá estar sentado numa cadeira, com a cabeça estendida. Nesse momento o paciente fará mano- bras de limpeza nasal (aspirações rápidas e repetidas). É introduzido, então, 5 ml de contraste iodado na temperatura corporal, na fossa nasal; desta formao contraste irá recobrir a porta de entrada dos seios paranasais. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. CONTRASTADAS PARA SAF? As incidências contrastadas para SAF são: ¾ Mento-naso ¾ Fronto-naso ¾ Hirtz (submento-vértice) ¾ Perfil DIR/ESQ ¾¾¾¾¾ QUAL É A FINALIDADE DO FILME DENTAL INTRODUZIDO INTRA- ORAL PARA SAF? O filme dental intra-oral pode ser usado para mostrar em sua parte mais profunda, os seios maxilares (abaixo do plano de inserção dos pré-molares e molares). ¾¾¾¾¾ O QUE É A ÓRBITA? A órbita é uma cavidade bilateral, onde se encontram os glo- bos oculares. Encontramos na órbita, ossos da face e ossos do crânio. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS DA FACE QUE SE ENCONTRAM NAS ÓRBI- TAS? Os ossos da face que encontramos na órbita são: ¾ Malar ¾ Maxila ¾ Lacrimal ¾ Palatino ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS DO CRÂNIO QUE SE ENCONTRAM NAS ÓRBITAS? Os ossos do crânio que encontramos nas órbitas são: ¾ Frontal ¾ Esfenóide ¾ Etmóide ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER O ESTUDO RADIOLÓGICO DA ÓRBITA? Todo estudo radiológico da órbita deve ser comparativo, de preferência quando duas incidências devemos fazer no mes- mo filme. Quando o paciente não puder apoiar as órbitas na mesa utilizamos um suporte sob sua região frontal, evitando- se assim, contato direto. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PARA ESTUDO RADIOLÓGICO DAS ÓRBITAS? As incidências para estudo das órbitas são: ¾ PA ¾ Oblíquas anterior DIR/ESQ (OAD/OAE) ¾ Perfil DIR/ESQ não rigoroso ¾ Mento-naso (variante) ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA PARA ESTUDO RADIOLÓGICO DAS ÓRBITAS? As incidências de rotina para estudo das órbitas são: ¾ PA ¾ OAD/OAE ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE PA PARA ESTUDO RADIOLÓGICO DAS ÓRBITAS? A região frontal e nasal apoiadas sobre a LCM, no mesmo posicionamento do PA do crânio; com a finalidade de retirar a imagem do rochedo do terço inferior da órbita; sempre devemos somar de 8 a 10º à inclinação dada para o PA de crânio. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PA PARA ESTUDO RADIOLÓGICO DAS ÓRBITAS? Raio central com uma inclinação de 20º podálicos, saindo no násion. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS AS INC. OBLÍ- QUAS ANTERIORES DAS ÓRBITAS? O bordo inferior e superior da órbita e o dorso do nariz de- vem estar apoiados sobre a LCM. Ambas as órbitas devem ser radiografadas num mesmo filme para comparação, com a utilização de cilindro ou cone encostado. ¾¾¾¾¾ QUAL É A PRINCIPAL INDICAÇÃO DA INC. E PERFIL DIR/ESQ NÃO RIGOROSO PARA ÓRBITAS? Esta projeção nos mostra com boa definição os bordos su- pra-orbitários do frontal e os bordos laterais das órbitas dissociadas. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE PER- FIL DIR/ESQ NÃO RIGOROSO PARA ÓRBITAS? Com o corpo em hemi-decúbito lateral, deve colocar-se em posição de perfil de face, não rigoroso, isto é, encostando a região lateral até aproximar a protuberância malar da mesa. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PERFIL DIR/ ESQ NÃO RIGOROSO PARA ÓRBITAS? Raio central perpendicular, penetrando na comissura exter- na do olho, mais afastada do filme. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA INDICADA PARA A INC. MENTO-NASO VARIAN- TE PARA ÓRBITAS? O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a cabeça pela ponta do mento (ao nível da protuberância mentoniana), de modo que a linha imaginária Que vai do trágus até a pon- ta do mento fique perpendicular ao PM. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. MENTO-NASO VARIANTE PARA ÓRBITAS? Raio central perpendicular, saindo 1 cm abaixo do násion e a LHA deverá fazer um ângulo de 45º com o PM. ¾¾¾¾¾ O QUE É ARCADA ZIGOMÁTICA? Arcada zigomática é uma arcada bilateral que coincide com a LHA e é formada pela junção do processo malar do osso temporal com o processo temporal do osso malar. ¾¾¾¾¾ COMO É REALIZADO O ESTUDO RADIOGRÁFICO DA ARCADA ZIGOMÁTICA? A arcada zigomática, por ser uma estrutura óssea pouco espessa e de situação bem externa, está sujeita a fraturas, com muita freqüência. Nos casos de fraturas incompletas, o diagnóstico radiológico às vezes torna-se difícil, por isso, exigindo para o estudo radiológico sempre radiografias com- parativas e localizadas, com cilindros e cones. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PARA O ESTUDO RADIOLÓGICO DA ARCADA ZIGOMÁTICA? As incidências para arcada zigomática são: ¾ Incidência de Hirtz comparativa e localizada submento-vértice e vértico- submento ¾ Incidência oblíqua semi-axial direita e esquerda. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? As incidências de rotina para arcada zigomática: ¾ Hirtz comparativa ¾ Oblíqua semi-axial direita e esquerda ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA INDICADA QUANTO AO POSICIONAMENTO PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ COMPARATIVA SUBMENTO VÉRTICE PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? Quando com o paciente em DD, deve-se colocar um traves- seiro nas costas e prender a cabeça até chegar ao máximo de extensão, apoiando a região do vértice craniano na mesa. Quando com o paciente sentado deverá ser feito no bucky vertical, o paciente penderá a cabeça para trás até encostar o vértice craniano. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER REALIZADA A INC. MENTO-NASO LOCALIZA- DA PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? A região da arcada zigomática a ser examinada coincidindo com a LCM. O paciente deverá deitar-se em DD, sentado, nos mesmos posicionamentos anteriores (comparativa). ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. VÉRTICO- SUBMENTO PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? O paciente deverá estender ao máximo o pescoço, apoian- do a cabeça pela região mentoniana. Sabemos que a LHA coincide com a arcada zigomática, por isso, entraremos com o raio central como nas incidências de Hirtz, perpendicular a ela. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. VÉRTICO- SUBMENTO PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? Raio central passando perpendicular no terço anterior da LHA, para todas as variantes das incidências de Hirtz. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. OBLÍQUA SEMI-AXIAL DIR/ESQ PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? O paciente deverá estender ao máximo o pescoço, apoian- do a cabeça pela ponta do mento, de maneira que a LHA forme um ângulo de 40º com o PM. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. OBLÍQUA SEMI- AXIAL DIR/ESQ PARA ARCADA ZIGOMÁTICA? O raio central incidirá formando um ângulo reto com a LHA, passando no seu terço anterior. ¾¾¾¾¾ O QUE É A ARTICULAÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR (ATM)? A articulação têmporo-mandibular (ATM), pertence ao tipo das articulações bicondileana e como tal possui duas sinoviais, que são: uma superior, situada entre o menisco intercondilar e o temporal (é a mais extensa) e outra inferior, situada abaixo do menisco, entre este e o côndilo. ¾¾¾¾¾ QUAL É A CONSTITUIÇÃO DA MANDÍBULA? A ATM, possui duas superfícies articulares, uma pertencente à mandíbula e outra ao temporal. A superfície mandibular está constituída pelo côndilo da mandíbula , este descansa sobre uma porção mais estreita chamada colo. É digno de se notar que o revestimento desta superfície é de formação conjuntiva e não cartilaginosa. A superfície temporal apresenta ventral- mente uma eminência transversal convexa anterior e cônca- va em sua posterior, chamadas côndilo temporal (ou tubér- culo mandibular); por trás deste côndilo existe uma cavidade glenóide também revestida de tecido conjuntivo. ¾¾¾¾¾ COMO PODE SER FEITA A CONCORDÂNCIA DAS DUAS SUPERFÍ- CIES ARTICULARES? Às vezes estas duas superfícies articulares (mandibular e temporal) não se correspondem exatamente; então esta con- cordância se faz através do menisco intrarradicular, que pos- sui uma face côncava em sua parte anterior e convexa em sua parte posterior, voltadas para o côndilo temporal e uma face côncava, voltada para o côndilo mandibular. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS MOVIMENTOS REALIZADOSPELA ARTICULAÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR? Os movimentos realizados pela articulação têmporo-mandi- bular são: ¾ Elevação e abaixamento da mandíbula ¾ Projeção ára frente e para trás ¾ Lateralização ¾¾¾¾¾ COMO PODE SER FEIRO O ESTUDO RADIOLÓGICO DA ATM? O exame radiológico da ATM deve ser sempre comparativo e para sabermos mais detalhes devemos utilizar cones de pequena abertura ou cilindros. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PARA ESTUDO RADIOLÓGICO DA ATM? As incidências para estudo da ATM são? ¾ Schuller bilateral boca aberta e boca fechada ¾ Incidências complementares ¾ Stenvers ¾ Mento-naso ¾ Hirtz ¾ Reverchon ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA PARA EXAME DA ATM? As incidências de rotina para exame da ATM são Schuller bilateral: com boca aberta e com boca fechada. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS EXAMES ESPECIAIS PARA ATM? Os exames especiais para ATM são: ¾ Tomografia ¾ Contactografia ¾ Peneumoartrografia ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE SCHULLER BILATERAL PARA ATM? A região da articulação (1,5 cm para frente do CAE) coinci- dindo com a LCM. De cada lado deverão ser feitas radiogra- fias com a boca aberta ao máximo e fechada, até as regiões oclusais superiores e inferiores ficarem em contato. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE SCHULLER BILATERAL PARA ATM? Raio central com inclinação podálica de 25 a 30º, penetran- do entre 6 e 7,5 cm acima da ATM mais afastada do filme e saindo na mais próxima. ¾¾¾¾¾ COMO DEVERÁ SER O ESTUDO DA ATM QUANDO A INDICAÇÃO FOR LUXAÇÃO DA ARTICULAÇÃO? Quando a indicação for luxação da articulação, não conse- guiremos fechar a boca, por isso, devemos fazer apenas o estudo do lado direito e esquerdo, com a boca do jeito que estiver, sem forçar a posição. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE STENVERS VARIANTE LOCALIZADA PARA ATM? O raio central deverá ser perpendicular, penetrando na arti- culação a ser examinada. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE MENTO-NASO LOCALIZADA PARA ATM? Podemos fazer a incidência em mento-naso original ou uma variante em que o paciente fica em DV, colocando a articula- ção a ser examinada coincidindo com a LCM. O pescoço deverá estar estendido de maneira que a cabeça fique apoi- ada pela região mentoniana e a LHA forme um ângulo de 45º com o PM. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE MENTO-NASO LOCALIZADA PARA ATM? Raio central perpendicular, passando pela articulação a ser examinada. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE HIRTZ SUBMENTO-VÉRTICE LOCALIZADA PARA ATM? Nesta incidência, o paciente deverá estar sentado, encos- tando o vértice craniano na estativa vertical, de maneira que a LHA fique paralela ao bucky vertical. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE HIRTZ SUBMENTO-VÉRTICE LOCALIZADA PARA ATM? Raio central perpendicular ao terço posterior da LHA, do lado a ser examinado. ¾¾¾¾¾ QUALÉ A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE REVERCHON LOCALIZADA PARA ATM? Paciente em DD com o seu PMS coincidindo com a LCM e a linha horizontal alemã perpendicular à mesa. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE REVERCHON LOCALIZADA PARA ATM? Raio central com inclinação podálica ou caudal de 30 a 35º, penetrando na região frontal e passando pela articulação a ser examinada, que deverá estar coincidindo com a LCM. ¾¾¾¾¾ EM QUE CONSISTE A CONTACTOGRAFIA PARA EXAME ESPECIAL DA ATM? A contactografia baseia-se em aproximarmos a ampola (sem o bloco do diafragma) da região contrária a da que vai ser examinada. Obteremos uma grande ampliação desta articu- lação com pouco detalhe e a articulação mais próxima do filme aparecerá com pequena ampliação e com melhor de- talhe. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A CONTACTOGRAFIA PARA ATM? Utilizamos o mesmo posicionamento da incidência de Schuller (cada lado com a boca fechada e aberta). Como a DFF será pequena (+ ou – 45 cm), fazemos esta projeção sem bucky, pois senão as lâminas de chumbo da grade ab- sorverão quase que integralmente a radiação, por causa da grande divergência dos raios. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA CONTACTOGRAFIA PARA ATM? Raio central ao nível da articulação (1,5 cm para frente do CAE) mais afastada do filme. ¾¾¾¾¾ O QUE É A PNEUMOARTROGRAFIA PARA ATM? Pneumoartrografia é o exame contrastado da ATM, com fi- nalidade do radiologista observar lesões ao nível dos mem- bros articulares. ¾¾¾¾¾ QUAL É O GÁS UTLIZADO PARA REALIZAÇÃO DA PNEUMOARTROGRAFIA PARA ATM? O gás utilizado é o pratóxido de azoto ou gás carbônico, por- que tem uma absorção mais fácil. ¾¾¾¾¾ COMO É A TÉCNICA DE PUNÇÃO PARA REALIZAÇÃO DA ARTROGRAFIA PARA ATM? Paciente em hemi-decúbito lateral, com o PMS coincidindo com o PM. Prepara-se o campo, faz-se a assepsia rigorosa e punciona-se o espaço vazio da articulação. Para que isso seja conseguido, o paciente deverá mamter a boca aberta. Injeta-se de 0,5 a 1,5 cm3 do gás. ¾¾¾¾¾ POR QUE NÃO É ACONSELHÁVEL INJETAR-SE AR E CONTRASTE AO MESMO TEMPO NO EXAME DE ARTROGRAFIA PARA ATM? Pode-se ao invés de injetar gás, usar contraste iodado, des- de que seja hidrossolúvel, fazendo-se assim somente uma artrografia; devemos, porém, evitar injetar ar e contraste iodado hidrossolúvel simultaneamente por causa de falsas imagens que podem formar-se. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. PARA ESTUDO DA ARTICULAÇÃO OCCIPITO- ATLÓIDEA? As incidências para articulação occipito-atlóidea são: ¾ PA ¾ AP trans-oral A e B ¾ AP trans-maxilar ¾ Perfil direito e esquerdo ¾ Oblíquas OPD e OPE ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO AS INC. DE ROTINA PARA ESTUDO DA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? As incidências de rotina para articulação occipito-atlóidea são: ¾ PA ¾ Perfil esquerdo ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. DE PA PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? Região frontal e nasal do paciente, sobre a LCM, colocando os braços numa posição que permita melhor apoio, ajustar os ombros para que fiquem no mesmo plano transverso ao maior eixo da mesa. Devemos fazer o PA em vez do AP por- que no primeiro a porção escamosa do occipital não se superpõe com as articulações. ¾¾¾¾¾ ONDE APARECE, NA RADIOGRAFIA, AS ARTICULAÇÕES OCCIPITO- ATLÓIDEA NO PA? As articulações occipito-atlóideas aparecem lateralmente ao ponto mais alto do processo odontóide (processo em forma de dente com função de eixo nos movimentos laterais da cabeça, pertencente à 2ª vértebra cervical – áxis). ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PA PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO ATLÓIDEA? Raio central perpendicular, passando 1 cm abaixo do CAE (ponto coincidente com a proeminência malar – maçã do ros- to). ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. TRANS- ORAL - A PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? A LHA ou linha que vai do sulco naso-labial até o CAE, per- pendicular ao PM. O PMS do paciente deve coincidir com a LCM ou estativa. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. AP TRANS-ORAL A PARA OCCIPITO-ATLÓIDEA? Raio central perpendicular, penetrando de maneira que tangencie os dentes incisivos superiores. ¾¾¾¾¾ QUAL É A MELHOR TÉCNICA PARA REALIZARMOS A INC. AP TRANS-ORAL B PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? A LHA ou linha que vai do sulco naso-labial até o CAE, per- pendicular ao PM. O PMS do paciente deverá coincidir com a LCM. Fazemos esta incidência quando não conseguimos individualizar as articulações com boa definição, com o raio central perpendicular. ¾¾¾¾¾ QUANDO DEVERÁ HAVER INDICAÇÃO DA INC. AP TRANS-ORAL PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? Indicamos as incidências do tipo trans-oral quando há a ne- cessidade de estudo das articulações occipito-atlóidea e o paciente não tem condições de ficar em DV. ¾¾¾¾¾ QUAL É A FINALIDADEDE A BOCA FICAR ABERTA NAS INC. TRANS- ORAIS PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? A finalidade é a retirada dos dentes do campo a ser radio- grafado; por isso, devemos pedir ao paciente que retire próteses dentárias metálicas. ¾¾¾¾¾ QUAL É A TÉCNICA APROPRIADA PARA A REALIZAÇÃO DA INC. TRANSMAXILAR EM AP PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO- ATLÓIDEA? Para esta incidência utilizamos o mesmo posicionamento da incidência trans-oral com a diferença de que nessa incidên- cia, a boca deverá estar fechada. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NA INC. DE PERFIL PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? Raio central perpendicular, penetrando 1 cm para trás e para baixo do CAE. ¾¾¾¾¾ ONDE DEVERÁ INCIDIR O RAIO CENTRAL NAS INC. OPD E OPE PARA ARTICULAÇÃO OCCIPITO-ATLÓIDEA? Raio central perpendicular, penetrando na proeminência malar, mais afastada do filme. ¾¾¾¾¾ COMO SÃO DISTRIBUÍDOS OS 14 OSSOS DA FACE? Na face encontramos 14 ossos, distribuídos em 2 ímpares e 12 pares. ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS ÍMPARES DA FACE? Os ossos ímpares da face são: ¾ Mandíbula ¾ Vômer ¾¾¾¾¾ QUAIS SÃO OS OSSOS PARES DA FACE? Os ossos pares da face são: ¾ Maxilas ¾ Lacrimais ¾ Cornetos inferiores Simulado 1 01 - A coluna vertebral se divide em : ( ) 03 seguimentos ( ) 08 seguimentos ( ) 02 seguimentos ( ) não possui segmentos ( ) 05 seguimentos 02 – O corpo do Áxis é chamado de : ( ) Apófise Transversa ( ) Apófise Espinhosa ( ) Apófise Estilóide ( ) Apófise Pterigóide ( ) Apófise Odontóide 03 – O Externo de localiza : ( ) Na parte anterior e mediana do Tórax ( ) Na parte posterior e mediana do Tórax ( ) Na parte medial do abdome ( ) Na parte anterior e posterior do Tórax ( ) NDA 04 – O Úmero se articula na cavidade : ( ) Cotilóide ( ) Acetábulo ( ) Glenóidea da Escapula ( ) Aracnóide ( ) NDA 05 – Todo osso longo se divide em : ( ) Tronquim – Metáfise – Diáfise – Epífise ( ) Epífise – Diáfise – Metáfise ( ) Terço médio – Diáfise – Metáfise ( ) NDA 06 – A cabeça do Fêmur se articula na cavidade : ( ) Aracnóide ( ) Glenóidea ( ) Adenóide ( ) Odontóide ( ) Acetábulo 07- Qual dos ossos abaixo é um sesamóide ? ( ) Úmero ( ) Falange ( ) Rótula ( ) Calcâneo ( ) NDA 08 – O exame que mede os membros inferiores é : ( ) Pelvimetria ( ) Escanometria ( ) Bacia – Fêmur – Joelho e Perna ( ) Tornozelo e Joelho ( ) NDA 9 - A inervação sensitiva e de gustação para os dois terços anteriores da língua é feita pelos ramos dos : ( ) nervo trigêmeo e nervo facial ( ) nervo glossofafíngico e nervo facial ( ) nervo facial e nervo hopoglosso ( ) nervo acessório e nervo facial 10 – A inervação motora para os músculos estrínsecos e intrísecos da língua é feita: ( ) nervo glossofaríngico (9º par crânio ) ( ) nervo hipoglosso ( 12º par crânio ) ( ) nervo facial ( 7º par crânio ) ( ) nervo trigêmeo ( 5º par crânioMódulo 03 11 – A diferença de densidade entre duas áreas é ? (IDR) ( ) contraste ( ) densidade ( ) artefatos ( ) detalhe 12 – Os contrastes negativos são representados pelo: (IDR) ( ) ar e gases ( ) uromiron e telepaque ( ) ar e uromiron ( ) NDA 13 – O ar é um contraste artificial para: (IDR) ( ) os pulmões ( ) pneumoartorografia ( ) histerossalpingografia ( ) NDA 14 – O Uromiron é um contraste: (IDR) ( ) hidrossolúvel ( ) lipossolúvel ( ) a base de sulfato de bário ( ) NDA 15 – A imagem que dá aparência falsa quanto ao tamanho e forma do objeto é: (IDR) ( ) pose ( ) distorção ( ) artefatos ( ) nitidez 16 – Para radiografias ósseas, em geral usa-se: (FHDF) ( ) ecran Rubi ( ) ecran de grão grosso ( ) ecran Hiplus ( ) ecran de grão médio ( ) NDA 17 – O grau de enegrecimento do filme é dado pelo: (FHDF) ( ) contraste ( ) densidade ( ) MAS ( ) pelo tempo de exposição ( ) NDA 18 – O ecran fluoroscópio moderno tem na sua composição: (FHDF) ( ) platicianida de bário ( ) platicianida de zinco ( ) diminuir o tempo de fexposição ( ) proteger o filme ( ) NDA 19 – Em termos de rendimento e detalhe dos ecrans reforçadores podemos dizer que: (FHDF) ( ) o rubi (micro) é o que dá maior rendimento e o maior detalhe ( ) o “Par-Speed” é o que dá melhor detalhe e menor rendimento ( ) o “Hy-Speed” é o que dá maior detalhe e menor rendimento ( ) o rubi (micro) é o que dá melhor detalhe e menor rendimento ( ) NDA 20 – A hidroquinona no processo de revelação ela participa do: (HFA) ( ) fixador ( ) lavador ( ) secador ( ) revelador ( ) não par Física em Radiologia 21 – O Ecran tem por finalidade : (FHDF) ( ) Diminuir a espessura do objeto ( ) Diminuir o tempo de exposição ( ) Diminuir a Kilovoltagem ( ) NDA 22 – O dispositivo onde se coloca o filme de Raios-X com o Ecran é:( FHDF) ( ) Bucky ( ) Chassi ( ) Grade ( ) Escamoteador ( ) NDA 23 - Ionização consiste na transformação de : (FHDF) ( ) Elétrons em prótons ( ) Átomos estáveis e instáveis ( ) Moléculas em elétrons ( ) Átomos em moléculas 24 – A aplicação prática da ionização consiste na medição da quantidade de radiação recebida pelos profissionais é a utilização de : (FHDF) ( ) Calor produzido ( ) Radiação Recebida ( ) Luz produzida nos ecrans fluoroscópicos ( ) Luz produzida no ecran intensificado 25 – Ao término do exame radisocópio ou radiográfico, os Raios-X secundários : (HFA) ( ) Permanecem flutuando pela sala durante muito tempo ( ) Aumentam de quantidade durante os primeiros minutos ( ) Diminuem de quantidade lentamente ( ) Cessam no momento em que é desligada a radiação primária 26 – O sistema próprio de filtragem com tensões normais acima de 70 KV tem: (FHDF) ( ) 1,0 mm de alumínio ( ) 1,5 mm de alumínio ( ) 2,0 mm de alumínio ( ) 3,0 mm de alumínio 27 – No resultado do choque dos raios catódicos (elétrons) contra os anódios numa ampola, a proporção de Raios-X e: (HFA) ( ) Imprevisível ( ) De 10% Raios-X e 90% calor ( ) De 1% de Raios-X e 99% calor ( ) De 90% de Raios-X e 1% calor 28 – O anódio giratório é necessário para : (HFA) ( ) Permitir o uso de cineradiografia ( ) Aumentar a vida da ampola de Raios-X ( ) Aumentar a capacidade calorífica do tudo de Raios-X ( ) Permitir o uso do foco fino 29 – Os elétrons que vão formar os Raios-X se originam no: (FHDF) ( ) Catódio ( ) Anódio ( ) Transformador ( ) Gerador 30 – O Ecran tem por finalidade : (FHDF) ( ) Diminuir a espessura do objeto ( ) Diminuir o tempo de exposição ( ) Diminuir a Kilovoltagem ( ) NDA 31 – As abreviaturas LCM-K-ID significam: (FHDF) ( ) Linha Central da Mesa/Constante/Impressão Diagnóstica ( ) Linha Centro Médio/Kilovoltagem/Idade ( ) Linha Central da Mesa/Kilovoltts/Impressão Diagnóstica ( ) NDA 32 – A incidência de VAN-ROUSEN é usada no exame de: ( ) Bacia ( ) Articulação do Tornozelo ( ) Fêmur ( ) Joelho ( ) NDA 33 – A incidência de Genu-Varu é usada no exame de: ( ) Coxo-Femural ( ) Tornozelos ( ) Joelhos com paciente deitado para alinhamento ( ) Joelhos com paciente em pé para alinhamento ( ) NDA 34 – As incidências em oblíquas ca Coluna Cervical são para o estudo: ( ) Dos buracos obturados () da 1ª e 2ª Cervical ( ) Para o estudo de C7 ( ) Do estudo da função cervical ( ) NDA 35 – Para o estudo da função e estabilidade da Coluna Cervical é usado: ( ) Posição lateral ( ) Posição lateral em flexão e extensão ( ) AP ( ) NDA 36 – O Uromirom é um contraste usado no exame de: (IDR) ( ) E.E.D ( ) Pneumopelvigrafia ( ) Lifangiografia ( ) Urografia Excretora ( ) NDA 37 – Numa Tomografia em perfil da Coluna Lombar, qual a estrutura anatômica utilizada como ponto de reparo para tomografias da linha média: (HFA) ( ) apófises transversas ( ) processos articulares ( ) apófises espinhosas ( ) corpos vertebrais 38 – A incidência de Von Rosen é utilizada em exame de: (SARA) ( ) articulações sacro-íliacas ( ) medida de anteversão dos colos fêmurais ( ) pés planos ( ) articulações coxo-femurais 39 – Em incidência para escafóide, qual a posição da mão ? (HFA) ( ) abdução ( ) adução ( ) flexão ( ) extensão 40 – Quais as incidências habituais utilizadas para o estudo de condutos auditivos internos ? ( HFA) ( ) trans-orbitárias, Breton e Hirtz ( ) Chaussé III , Guillain e Schüller ( ) Chaussé III, Schüller e Law ( ) trans-orbitária, Guillain e Hirtz 41 – Assinale a alternativa correta: (FHDF) ( ) a incidência de Towne do crânio é também conhecida como incidência de Grasby ( ) a correta angulação do raio central para incidência de Towne do Crânio é 40-45º AP ( ) a incidência de Towne do Crânio é também conhecida como incidência de Law ( ) a correta angulação do raio central para incidência de Towne do Crânio é 15-20º AP ( ) A e B são Corretas 42 – Um exame para verificação de pés planos é feito em: (FHDF) ( ) AP e perfil ( ) AP e oblíqua ( ) AP e perfil com carga ( ) AP, perfil, obliqua externa. 43 – A linha Horizontal Alemã une: (FHDF) ( ) a margem superior do conduto auditivo externo ao rebordo orbitário inferior ( ) os dois condutos auditivos ( ) o centro das órbitas ( ) o ponto mais externo da órbita ao conduto auditivo externo 44 – Na incidência de Hirtz: (FHDF) ( ) o raio central é perpendicular ao plano horizontal alemão ( ) o que se quer estudar é o osso occipital ( ) o raio central faz um ângulo de 35º com o plano órbito meatal ( ) nda 45 – A incidência trans-bucal é usada para o estudo: (FHDF) ( ) da mandíbula ( ) do cavum ( ) dos seios da face ( ) da apófise odontóide 46 – Uma boa rotina para o estudo das mastóides inclui: (FHDF) ( ) Shuler, Chaussé III, Guillen e transorbitária ( ) Hirtz, Cadwll´s e Water´s ( ) Chaussé, Hirtz e Cadwell ( ) transorbitária, Stenvers e Water 47 – A incidência lordótica serve para o estudo de: (FHDF) ( ) coluna dorsal ( ) ápices pulmonares ( ) bases pulmonares ( ) coluna lombar 48 – Na rotina para abdome agudo devemos realizar: (FHDF) ( ) tórax, abdome em pé e deitado. ( ) abdome em pé e deitado ( ) abdome deitado em decúbito ventral ( ) perfil do abdome 49 – A prova motora é utilizada para estudo: (FHDF) ( ) da vesícula biliar ( ) da bexiga ( ) do estômago ( ) do colon 50 – A radiografia dos membros inferiores para estudo de genu-varum ou genu-valgum deve ser feita em: (FHDF) ( ) perfil ( ) ortostatismo ( ) decúbito dorsal ( ) flexão dos membros inferiores 51 – O principal responsável pela ampliação da imagem é: (FHDF) ( ) KV ( ) MAS ( ) distância objeto-filme ( ) potência do aparelho 52 – A posição de Van Rosen: (FHDF) ( ) usada em mamografia ( ) faz-se em abertura de 45º das pernas e rotação dos joelhos ( ) pode ser feita com o quadril em repouso ( ) todas elas 53 – Nas radiografias com grande ângulo tomográfico nós temos, exceto: (FHDF) ( ) faixa de nitidez larga ( ) produz poucas imagens fantasmas ( ) longos tempos de exposição ( ) ângulo maior que 10º 54 – A zonografia é melhor para : (FHDF) ( ) osso ( ) mastóide ( ) pulmões ( ) todas estão corretas SIMULADO 2 01 – Para se demonstrar a articulação sacro-íliaca na posição oblíqua antero-posteri- or, o lado afetado deve: (IDR) ( ) ficar afastado do filme ( ) ficar próximo do filme ( ) ambas as articulações paralelas ao filme ( ) ficar afastada do filme 90 graus 02 – Nas radiografias de crianças, preferencialmente deve-se usar : (FHDF) ( ) tempo de exposição longo ( ) tempo de exposição curto ( ) é indiferente o uso de tempo de exposição longo ou curto ( ) A e C são corretas 03 – O estudo tomográfico do pulmão deve ser feito: (FHDF) ( ) regime de alto KV ( ) filme vencido ( ) temperatura do revelador ( ) todas as alternativas são corretas 04 – Na obtenção das radiografias em AP do cóccix, o raio deve ser angulado: (FHDF) ( ) cefalicamente ( ) caudalmente ( ) obliquadamente ( ) perpendicularmente 05 – A crista-ilíaca tomada como reparo anatômico, coincide com: (FHDF) ( ) transição dorso-lombar ( ) transição cérvico-dorsal ( ) passagem lombo-sacra ( ) nda 06 – A cavidade acetabular é um acidente anatômico, ligado: (SARA) ( ) ao ombro ( ) ao coxo-femural ( ) joelho ( ) ao tornozelo 07 – O forâmem obturado fica localizado: (SARA) ( ) na coluna cervical ( ) na coluna dorsal ( ) na bacia ( ) no tórax 08 – Num paciente com trauma de coluna cervical, qual a incidência mais importante ? (FHDF) ( ) radiografia em projeção frontal ( ) radiografia em projeção lateral com raios horizontais ( ) radiografia em projeção lateral em posição ortostática ( ) projeções obliquas ( ) radiografia em projeção frontal com a boca aberta 09 – Na incidência para estudo do túnel carpal, o ante-braço é colocado em posição prona, a mão em extensão máxima sobre o punho e o raio central passando pela base da mão: ( ) é inclinado de 20º em direção ao cotovelo ( ) é inclinado de 10º em direção ao punho ( ) é inclinado de 15º em direção ao cotovelo ( ) é inclinado de 15º em direção ao punho ( ) é inclinado de 10º em direção ao cotovelo 10 – No diagnóstico de calcificações renais, para se evitar superposições, deve-se fazer a radiografia: ( FHDF) ( ) com raio central (RC) inclinado de 30 a 35º cranialmente ( ) com RC inclinado 30 a 35º para os pés ( ) com RC inclinado de 20º cranialmente ( ) com RC inclinado de 20º para os pés ( ) com o RC perpendicular ao filme 11 – Na radiografia excretora, para facilitar o enchimento dos cálices inferiores, pélvis e ureter deve-se colocar o paciente: (FHDF) ( ) em decúbito dorsal horizontal ( ) em decúbito dorsal e Trendelemberg de 15º ( ) em obliqua anterior esquerda e proclive de 45º ( ) indiferentemente em qualquer posição ( ) em decúbito ventral horizontal 12 – Para o estudo do assoalho vesical deve-se incidir o raio central : (HFA) ( ) com inclinação de 25 a 30º cranialmente ( ) com inclinação de 10º caudalmente ( ) com inclinação de 15º caudalmente ( ) com inclinação de 10º caudalmente ( ) perpendicular ao plano sagital do paciente 13 – Na técnica de Ottonello para o estudo do Atlas e Áxis: (HFA) ( ) usa-se tempo de exposição curto, paciente de boca aberta e extensão de pescoço ( ) usa-se tempo de exposição longo e paciente movimentandoa mandíbula ( ) usa-se tempo de exposição curto e o paciente movimentando a mandíbula ( ) tempo longo, paciente de boca aberta ( ) planigrafia 14 – Uma criança de sexo maculino, com 1 ano de idade, apresenta síndrome de hipertensão intra-craniana, ataxia, tremor, disartria, nistagmos, alterações de coorde- nação e sensibilidade. Que exames radiológicos devem ser feitos ? ( ) radiografias do crânio e coluna cervica ( ) radiografias da coluna torácica e lombar ( ) radiografias do crânio e transição crânico-vertebral ( ) radiografias da coluna lombar, crânio e estudo da transição crânio-vertebral ( ) nenhuma da alternativas 15 – Paciente sentado com as pernas pendente, o raio central incidindo perpendicu- larmente ao plano sagital, à altura de meio da diáfise do fêmur. Esta incidência é usada para estudo do: ( ) ângulo cérvico-diafisiário do fêmur ( ) ângulo de anterversão do colo do fêmur com relação a diáfise ( ) luxação dos quadris ( ) ângulo de flexão do colo do fêmur ( ) A e B estão corretas 16 – O método de Andréu-von Rosen para estudo de luxação congênita dos quadris consiste em radiografar: ( ) a bacia em AP com abdução das coxas de 45º ( ) a bacia com o paciente em posição de rã ( ) a bacia com rotação interna dos membros inferiores ( ) a bacia em posição ortostática ( ) a bacia com rotação ext. dos membros inferiores 17 – Na radiografia em projeção lateral de orofaringe, laringe e na faringe, deve-se usar distância foco-filme de 1,80m, e o RC incide respectivamente: (FHDF) ( ) na ATM, ângulo da mandíbula e cartilagem tireóide ( ) na cartilagem tireóide, ângulo da mandíbula e ATM ( ) no ângulo da mandíbula, cartilagem tireóide e ATM ( ) no côndilo da mandíbula, cartilagem cricoíde e ATM ( ) na sínsife mentoniana, ATM e contudo auditivo externo 18 – O teste da sifonagem no exame do esôfago é útil no estudo do : (HFA) ( ) motolidade esofagiana ( ) esvaziamento esofagiano ( ) acalasia do cárdia ( ) calasia do cárdia 19 – A melhor posição para estudo do arco duodenal é: (HFA) ( ) DDH ( ) DVH ( ) tredelemburg ( ) proclive ( ) ortostática 20 – A incidência de Chassard-Lapine e suar variantes no exame do cólon tem por objetivo: (FHDF) ( ) estudo dos ângulos esplênico e hepático ( ) estudo do reto ( ) pesquisa de pólipos ( ) desdobrar as alças formadas pelo sigmóide, evitando superposições ( ) todas as anteriores 21 – No estudo contrastado da laringe e hipofaringe as projeções obliquas com manobra de Valsalva modificada tem por objetivo: (FHDF) ( ) o estudo de todo o seio periforme ( ) o estudo das cordas vocais ( ) o estudo do aspecto medial da prega ariepiglótica ( ) A e B estão corretas ( ) A e C estão corretas 22 – Um politraumatizado de coluna cervical é feito? (FHDF) ( ) com raio vertival ( ) com raio vertical e paciente na maca ( ) com raios horizontais e paciente na maca ( ) com raio desviado para a cabeça ( ) nda 23 – Um paciente com Efizema pulmonar é feita com: (FHDF) ( ) alto KV ( ) Baixo KV ( ) alta MAS ( ) baixa MAS ( ) nda 24 – A incidência que melhor mostra os ápices na pesquisa de TB é: (FHDF) ( ) ap e perfil ( ) pa e perfil ( ) oblíquas ( ) lordótica forçada ( ) nda 25 – No exame de CVB quais as incidências que o paciente toma contraste ? (FHDF) ( ) PA – OAD ( ) PA – OAE ( ) PA – PERFIL ( ) PERFIL – OAD ( ) OAD – OAE ( ) NDA 26 – No exame radiológico do abdome de uma paciente grávida, deve-se usar: (IDR) ( ) técnica de alta kilovoltagem ( ) alta miliamperagem ( ) foco fino ( ) baixa kilovoltagem 27 – A broncografía é feita por introdução de contraste através de agulha ou sonda e é um exame do: (FHDF) ( ) aparelho respiratório ( ) aparelho digestivo ( ) aparelho genital ( ) aparelho urinário 28 – Os movimentos angulares abaixo de 15 graus proporcionam tomografias de: (FHDF) ( ) corte finos ( ) cortes médios ( ) cortes grossos ( ) nda 29 – A incidência de Stenvers especialmente visualizada é: ( FHDF) ( ) o foramem óptico ( ) sela túrcica ( ) articulação têmporo-mandibular ( ) rochedo 30 – Em uma radiografia do sacro em AP, o tubo é angulado: (FHDF) ( ) 15º cefálico ( ) 15º podálico ( ) 25º cefálico ( ) 25º podálico 31 – A incidência de Law é usada para estudo: ( FHDF) ( ) foramem oval ( ) foramem Magnum ( ) foramem Espinhoso ( ) Pneumatização da Mastóide 32 – No estudo do alinhamento dos pés e pernas, uma condição básica e: (SARA) ( ) fazer as radiografias em decúbito dorsal ( ) fazer as radiografias em decúbito ventral ( ) fazer as radiografias com o paciente em pé, com carga ( ) nda 33 – Qual dos seguintes movimentos tomográficos de regra têm o menor tempo de exposição? (HFA) ( ) movimento linear ( ) movimento circular ( ) movimento hipocicloidal ( ) movimento helicoidal 34 – De regra geral, as radiografias do tórax devem ser feitas: ( ) com KV alto e MAS baixo ( ) MAS alto e KV baixo ( ) MAS e KV nas mesmas condições ( ) nda 35 – Teleradiografia significa: (FHDF) ( ) radiografia realizada com uma distância foco-filme de 01 metro ( ) radiografia realizada com uma distância foco-filme de 03 metros ( ) radiografia realizada com uma distância foco-filme de 1,5 a 2,0 metros ( ) nda 36 – Seno-radiografia significa: (FHDF) ( ) radiografia dos seios paranasais ( ) radiografia dos seios venosos ( ) radiografia da mama ( ) nda 37 – Na radiografia do Tórax utiliza-se tempo de exposição curto essencialmente para: (FHDF) ( ) aumentar o contraste ( ) diminuir o contraste ( ) evitar o borramento cinético ( ) nda 38 – O uso da régua em pelvimetria radioógica é necessário para: (FHDF) ( ) proteger o feto, evitando a radiação secundária ( ) proteger a mãe, evitando radiação secundária ( ) corrigir a ampliação dos diâmetros da bacia ( ) evitar a ampliação dos diâmetros da bacia SIMULADO 3 01- A extremidade superior do fêmur está formada por: ( ) cabeça, côndilos, trocânteres maior e menor. ( ) cabeça, colo e trocânteres maior e menor. ( ) cabeça, côndilo medial e trocânter maior ( ) cabeça, fóvia, côndilos e colo. 02– Os músculos rotadores mediais da coxa sâo: ( ) glúteo médio, glúteo mínimo e glúteo máximo. ( ) glúteo médio, glúteo mínimo e tensor da fáscia lata. ( ) tensor da fáscia lata, glúteo máximo e glúteo mínimo. ( ) glúteo mínimo, glúteo máximo e piriforme. 03– Os músculos bíceps da coxa, semimembranáceo e semitendíneo são: ( ) nervo femoral ( ) nervo isquiático ( ) nervo obturador ( ) nervo gênito-femoral 04– A principal função do músculo grande glúteo é: ( ) local e injeção ( ) estender o quadril ( ) fletir o quadril ( ) rodar a coxa medialmente 05– A articulação radiocárpica ou do pulso é do tipo: ( ) esferóide ( ) trocóidea ( ) elipsóide ( ) gínglimo 06– A articulação escápulo-umeral é do tipo: ( ) esferóide ( ) elipsóide ( ) trocóidea ( ) gínglimo 07– A lesão trigêmea determina: ( ) paralisia dos músculos da mastigação e perda da sensibilidade da face ( ) anestesia da região occipital ( ) paralisia da musculatura facial ( ) paralisia da musculatura da língua 08– O principal músculo rotador lateral da perna é : ( ) bíceps da coxa ( ) semitendíneo ( ) adutormagno ( ) pectíneo 09 – Histerosalpingografia é o termo usado para a demonstração radiográfica de: ( ) cavidade uterina e trompas ( ) contorno uterino e ovários ( ) contorno uterino, ovários e bexiga. ( ) contorno da próstata 10 – As incidências habituais para estudo de derrame pleural são: ( ) PA, perfil e decúbitos laterais com raios horizontais. ( ) lateral em inspiração e expiração ( ) PA, AP em decúbito em ortostaltismo. ( ) decúbito ventral com raios horizontais 11– A incidência mais adequada para túnel do carpo é: ( ) axial do punho em hiperextensão ( ) lateral do punho em hiperextensão ( ) axial do punho em hiperflexão ( ) lateral do punho em hiperflexão 12– Dacriocistograrfia é o exame radiográfico de: ( ) cistos mamários ( ) bexiga neurogênica ( ) glândulas salivares ( ) glândulas lacrimais 13- O intestino delgado é constituído por : (IDR) ( ) duodeno e íleo ( ) duodeno, jejuno e ileo. ( ) jejuno, íleo e apêndice cecal ( ) bulbo duodenal, jejuno e apêndice cecal. 14– Em pacientes com as extremidades delgadas gessadas (gesso úmido) deveremos: (HFA) ( ) aumentar 2 KV ( ) aumentar 6 KV ( ) aumentar 10 KV ( ) aumentar 20 KV 15 – Assinale a resposta correta : (FHDF) ( ) a mastóide fica situada no osso malar ( ) o malar é um osso da base do crânio ( ) o malar se articula com o frontal ( ) nenhuma das respostas 16 – O exame que estuda o intestino grosso é: (FHDF) ( ) transito instestinal ( ) EED ( ) calangiografia venosa ( ) clister opaco 17 – O duto de Wirsung faz parte do : ( FHDF) ( ) duodeno ( ) fígado ( ) pâncreas ( ) intestino delgado 18 – Qual dos seguintes movimentos tomográficos tem maior duração e maior ângulo tomográfico? ( FHDF) ( ) linear ( ) circular ( ) helicoidal ( ) hipocicloidal 19 – A crista-íliaca tomada como reparo anatômico, coincide com: (FHDF). ( ) transição dorso-lombar ( ) transição cérvico-dorsal ( ) passagem lombo-sacra ( ) NDA 20 – A cavidade acetabular é um acidente anatômico, ligado : (SARA) ( ) ao ombro ( ) ao côxo-femural ( ) ao joelho ( ) ao tornozelo 21 – O forâmen obturado fica localizado: (SARA) ( ) na coluna cervical ( ) na coluna dorsal ( ) na bacia ( ) no tórax 22 – Os órgãos do aparelho genital feminino são: (HFA) ( ) ovários, trompas, útero e supra-renais. ( ) hipófise, trompas, útero e vagina ( ) trompas, útero, vagina e mamas ( ) NDA. 23– Os órgãos do aparelho genital masculino são: ( HFA) ( ) testículos, canais deferentes, próstata ( ) testículos, vesículas seminais, pênis ( ) testículos, canais deferentes, vesiculas seminais, canal ejaculador, próstata, pênis e clitóris ( ) NDA. 24 – O canal deferente é parte do: (HFA) ( ) aparelho genital feminino ( ) aparelho urinário ( ) glândula anexa do aparelho digestivo ( ) aparelho genital masculino 25– A ovulação ocorre no : (HFA) ( ) na véspera do início da menstruação ( ) 15 dias após o primeiro dia da última menstruação em pacientes com ciclo de 30 dias ( ) no dia que inicia a menstruação ( ) os ítens A, B, e C são erradas 26 – O intestino Delgado é composto dos seguintes segmentos : (FHDF) ( ) duodeno – jejuno e sigmóide ( ) duodeno - jejuno e íleo ( ) colo transverso – sigmóide e reto ( ) jejuno – ceco e íleo ( ) NDA 27 – Na radiografia do punho em PA, com desvio ulnar (cubital) da mão, temos uma boa demostração do: (PAS) ( ) escafóide ( ) grande osso ( ) osso ganchoso ( ) todas as respostas são verdadeiras 28 – A traquéia tem por finalidade : (FHDF) ( ) conduzir o ar atmosférico para os pulmões ( ) levar o alimento da boca para o estômago ( ) é uma estrutura anatômica do aparelho digestivo ( ) NDA 29 – O apêndice vermiforme fica localizado no: (FHDF) ( ) jejuno ( ) íleo ( ) ceco ( ) C. transverso 30 – A coluna lombar é constituída normalmente de: (FHDF) ( ) 06 vértebras ( ) 04 vértebras ( ) 05 vértebras ( ) NDA 31 – Os ossos do antebraço são: (FHDF) ( ) rádio e ulna ( ) ulna e perônio ( ) rádio e tíbia ( ) NDA 32 – Quanto ao miliampere o KV podemos: (FHDF) ( ) O 1º é responsável pela velocidade dos elétrons e o 2º pela sua velocidade ( ) O 1º é responsável pela produção dos elétrons, e o 2º pela sua velocidade ( ) Os itens acima são todos errados ( ) Os itens acima podem ser corretos 33 – A grade fixa é diferente do Bucky porque : (FHDF) ( ) Não absorve a radiação secundária ( ) Não move durante a exposição ( ) Se move durante a exposição ( ) Absorve radiação secundária em menor grau ( ) NDA 34– Quais os tipos de grades que só podem ser focáveis ? (HFA) ( ) Grades móveis ( ) Grades cruzadas ( ) Grades paralelas ( ) C e D são corretas 35 – Tomografia é : (FHDF) ( ) O borramento ordenado de planos deixando mais nítida a área que se quer examinar ( ) O borramento desordenado de planos deixando mais nítida a área que se quer examinar ( ) O exame onde não ocorreu borramento de imagens ( ) O exame onde se borram as imagens 36 – Plano focal é o plano onde : (FHDF) ( ) As imagens não aparecem ( ) As imagens aparecem borradas ( ) As imagens aparecem menos borradas ( ) As imagens aparecem mais borradas 37 – O ângulo de corte é: (FHDF) ( ) O ângulo de inclinação do raio central ( ) O ângulo de obliqüidade do objeto ( ) O ângulo de inclinação da mesa ( ) O ângulo de deslocamento do tubo 38 – Tomografia linear é: (IDR) ( ) Tomografia de uma linha reta ( ) Tomografia de uma linha curva ( ) Tomografia de uma linha mista ( ) NDA. 39 – O borramento maior é conseguido com Tomografia : (IDR) ( ) Linear de 40º ( ) Circular ( ) Elíptica ( ) Hipocicloidal 40– Numa Tomografia, a altura selecionada de um corte corresponde a: ( FHDF). ( ) Ponto focal ( ) Plano horizontal ( ) Plano focal ( ) ângulo de corte 41 – Para Tomografia de ouvido médio, qual o melhor tipo de movimento tomográfico? ( FHDF ) ( ) Linear de 10º ( ) Linear de 5º ( ) Linear de 40º ( ) Hipocicloidal 42 – Numa Tomografia em perfil da coluna lombar, qual a estrutura anatômica utilizada como ponto de reparo para tomografias da linha média: ( ) Apófise transversa ( ) Processos articulares ( ) Apófise espinhosa ( ) Corpos vertebrados 43 - O ponto focal de uma Tomografia é (HFA) ( ) O fulcro do Sistema ( ) O ponto de maior borramento ( ) O ponto de menor nitidez ( ) NDA 44 - Numa Tomografia, quando o tubo de Raios-X vai para um lado, a bandeja do filme: (HFA). ( ) Não se move ( ) Sobe ( ) Vai para o mesmo lado ( ) Vai para o lado oposto 45– Como se tornam visíveis as artérias: (IDR) ( ) Com injeção venosa do contraste ( ) Sem injeção venosa do contraste ( ) Com sangue diluído em soro ( ) Com injeção arterial do contraste 46 – Na qualidade radiográfica, o contraste é controlado por: (IDR). ( ) MA ( ) Tempo ( ) DEF (distância foco-Filme) ( ) KV ( ) DOF (distância objeto-filme) 47 – A penetração de um feixe de Raios-X no tecido depende de: (FHDF) ( ) miliamperagem ( ) KV ( ) Tempo ( ) Dos filtros ( ) Tamanho do campo 48– A quantidade de Raios X liberada pelo tubo de Raios-X depende de: (IDR) ( ) kV( ) Miliamperagem ( ) Energia cinética dos elétrons ( ) Do tempo ( ) Tamanho do campo 49 – Em mamografia usamos: (FHDF) ( ) Baixa miliamperagem e Kilovoltagem ( ) Baixa miliamperagem e alta Kilovoltagem ( ) Alta miliamperagem e baixa Kilovoltagem ( ) Alta miliamperagem e Kilovoltagem 50 – Em relação à grade móvel temos: (IDR) ( ) Tem que se mover suficientemente rápido para borrar as lâminas ( ) Eliminação da gradeação do filme ( ) Pode fazer vibrar a mesa de exame ( ) Ocorre descentralização lateral ( ) Menos densidade relativa ( ) Todas as hipóteses estão corretas 51– Os Raios-X são produzidos artificialmente por transformações em : (HFA) ( ) Tubo condutor ( ) Tubo radiogênio ( ) Ampola radiogênio ( ) Tudo de Raios-X ( ) B,C, e D são corretos 52 – Os componentes de um aparelho de Raios-X são: (HFA) ( ) Seriografo – transformador – mesa de exame ( ) Transformador – mesa de comando – mesa de exame e Bucky ( ) Mesa de comando – retificador – tudo de Raios-X ( ) A e B são corretas 53 – Quanto às propriedades dos Raios-X, é falso afirmar : (IDR) ( ) se propaga em linha reta ( ) tem projeções cônicas ( ) são invisíveis ( ) NDA 54 – Antes da corrente elétrica chegar ao tubo de Raios-X ela passa pelo : (FHDF) ( ) retificador ( ) transformador ( ) mesa de comando ( ) NDA 55 – O impacto dos Raios-X se dá : (FHDF) ( ) no foco da ampola ( ) no ponto focal ( ) no tudo de Raios-X ( ) A e B são corretos ( ) Somente A está correta 56 – Os Raios-X são produzidos no: (FHDF) ( ) no foco da ampola ( ) no tungstênio ( ) no anódio ( ) no tubo de Raios-X ( ) NDA 57 – Os elétrons se originam do : (FHDF) ( ) Catódio ( ) Filamento do catódio ( ) Anódio ( ) Filamento do anódio ( ) NDA 58 - De que metal é composto o anódio fixo: ( FHDF) ( ) molibdênio fundido em cobre ( ) tungstênio fundido em cobre ( ) prata e cobre ( ) rênio 59 – De que metal é composto o anódio giratório: (FHDF) ( ) um prato de prata com molibdênio ( ) um prato de tungstênio sobre um eixo de molibdênio ( ) um prato de tungstênio sobre um eixo de rênio ( ) NDA 60 - O filtro de alumínio serve para : ( FHDF) ( ) causar radiação secundária ( ) baixar a radiação secundária ( ) para produzir um aspecto mais uniforme na radiografia ( ) B e C são corretas ( ) NDA 61– Diafragma laminar tem por finalidade: (FHDF) ( ) diminuir a espessura ( ) aumentar a espessura ( ) regular a largura do feixe de raios ( ) A e B são corretas ( ) NDA 62 – Quanto tempo após a injeção do contraste nós radiografamos as artérias ? (IDR) ( ) 5 minutos ( ) 60 segundos ( ) 2 minutos ( ) 1 segundo 63 – Para puncionar uma artéria é necessário: (SARA) ( ) uma agulha esterilizada ( ) uma agulha de aço não esterilizada ( ) uma agulha de teflon séptica ( ) NDA 64 – Para arteriografias, os filmes são: (SARA) ( ) esterilizados ( ) contaminados ( ) indiferentes ( ) NDA 65 – O contraste usado no estudo do aparelho digestivo é: (FHDF) ( ) telepaque ( ) vasobrix ( ) vasorix ( ) lipiodol ( ) sulfato de bário 66 – Na radiografia do abdome agudo com distenção da alças intestinais para diminuir as diferenças entre os gases e outras densidades, podemos dizer que: (HFDA) ( ) aumentamos o MAS ( ) fazemos lavagem intestinal ( ) colocamos contraste ( ) aumentamos o KV ( ) NDA 67 – Para a execução de uma radiografia do crânio com ecran “Hy-Speed” com 25 MAS e 70 KV, o que você faria para executar a mesma radiografia com ecran Rubi (micro) em termos de um exame idêntico: (FHDF) ( ) aumentaria o KV ( ) diminuiria o MAS e aumentaria o tempo ( ) diminuiria a distância ( ) NDA 68 – Na colangiografia o paciente: (IDR) ( ) toma oralmente o contraste ( ) o contraste é de bário ( ) o contraste é iodado ( ) o contraste é injetado na veia ( ) os itens C e D são corretos 69 – Na mamografia não se usa ecran reforçadores nos chassis, com isto se visa: (FHDF) ( ) melhorar o detalhe ( ) piorar o detalhe ( ) dever-se-ia usar ecran reforçador para diminuir a radiação sobre o paciente ( ) é indiferente usar ou não ecran e reforçador ( ) NDA 70 – No processo de revelação o sulfito de potássio faz parte integrante: (FHDF) ( ) do fixador ( ) do revelador ( ) do fixador e revelador ( ) da lavagem intermediária ( ) NDA 71 - Na radiografia a imagem latente é conhecida como: (IDR) ( ) imagem visualizada no final da revelação ( ) imagem ionizada da emulsão do filme de RX antes do processamento ( ) imagem visualizada com mínimo de densidade ( ) imagem visualizada utilizando escala de alto contraste 72 – Qual das seguintes substâncias não faz parte de nenhum revelador ? (SARA) ( ) hidroquinona ( ) fenidona ( ) metol ( ) ácido acético 73 – Quanto ao revelador, podemos afirmar: (IDR) ( ) seu pH é ácido ( ) seu pH é neutro ( ) seu pH é alcalino ( ) NDA 74 – Uma radiografia mal fixada, assume a seguinte coloração: (IDR) ( ) esverdeada ( ) leitosa ( ) azulada ( ) marrom 75 – A quantidade de raios x liberada pelo tubo de raios-x depende de: (IDR) ( ) miliamperagem ( ) KV ( ) tempo ( ) dos filtros ( ) tamanho do campo 76 – O contraste para colangiografia tran-parieto-hepática é ministrado: (FHDF) ( ) oralmente ( ) parenteralmente ( ) por punção direta ( ) por sonda naso-gástrica 77 – O aumento de temperatura: (IDR) ( ) diminui o tempo de revelação ( ) aumenta o tempo de revelação ( ) não altera o tempo de revelação ( ) NDA 78 – Qual a temperatura ideal para se processar um filme ? (FHDF) ( ) 8 a 10 graus ( ) 25 a 30 graus ( ) 18 a 20 graus ( ) acima de 30 graus 79 – No processo de revelação: (FHDF) ( ) o revelador necessita de meio ácido ( ) os redutores ativos do revelador são metol-hidroquinona ( ) o fixador trabalha em meio alcalino ( ) o elemento ativo que dissolve a prata não reduzida (prata virgem) é ácido acético 80 – A composição química do filme de raios-x é: (FHDF) ( ) tem base de poliéster, revestida de brometo de prata ( ) tem base de poliéster, revestida de brometo de prata nas duas faces e uma camada de impermeabilizante de gelatina ( ) é revestida de material, e brometo de prata e uma camada de gelatina ( ) NDA 81 –Proporciona maior nitidez dos detalhes: (FHDF) ( ) hidroquinona ( ) fenidona ( ) sulfito de potássio ( ) carbonato de potássio 82 – Em caso de aumentarmos a distância, com relação à grade, distância esta não recomenda- da pelo fabricante o que pode ocorrer ? (HFA) ( ) Distorção da imagem ( ) Ampliação da imagem ( ) Radiografia com grade aparente ( ) Todas as afirmativas são corretas 83 – Um trabalhador com radiações ionizantes recebeu uma dose total acumulada de 30 Rem dos 18 aos 25 anos. No próximo ano, o máximo de radiações que este trabalhador poderá receber será: (FHDF) ( ) um Rem ( ) cinco Rem ( ) 10 Rem ( ) 12 Rem ( ) 40 Rem 84 – A irradiação de gônadas pode produzir mudanças hereditárias as quais podem causar ainda: (FHDF) ( ) esterilidade ( ) câncer ( ) menopausa precoce ( ) anomalias nas gerações futuras ( ) encurtamento da vida 85 – Qual das radiaçõesabaixo contribuem no acréscimo da exposição ao homem: (FHDF) ( ) procedimento diagnóstico ( ) radiação ambiente ( ) exposição acupacional ( ) fall-out ( ) acidentes com radiação 86 – Profissionais presentes a um exame com fluoroscopia devem usar aventais plumbíferos, se a exposição for maior que: (FHDF) ( ) um mrem/hora ( ) três mrem/hora ( ) cinco mrem/hora ( ) um r/hora 87 – O filtro usado em um aparelho de Raios-X diagnóstico tem por finalidade: (FHDF) ( ) reduzir o contraste na radiografia ( ) reduzir radiação dispersa ( ) reduzir a dose na pele ( ) aumentar o feixe de Raios-X ( ) aumentar o contraste na radiografia 88 – Para quem trabalha com radiações, a dose máxima permitida por semana é: (HFA) ( ) dois R ( ) um R ( ) 10 mr ( ) 100 mr 89 – O técnico, para se proteger adequadamente contra Raios-X, deve sempre: (IDR) ( ) usar dosímetro ( ) ficar longe do paciente ( ) ficar longe da ampola de Raios-X ( ) fazer exames periódicos 90 – Para diminuir a radiação ao paciente examinado, deve-se reduzir a espessura e usar: (IDR) ( ) cones ou colimadores, trabalhar com miliampere-segundo baixo e ecran rápido ( ) restritores de imagens, trabalhar com miliampere-segundo elevado e ecran rápido ( ) grade, trabalhar com aparelho monofásico e ecran rápido ( ) anódio rotatório, grades com revelação elevada e ecran detalhe 91 – A dose máxima de radiação permissível anualmente, para quem manipula fontes radioati- vas e: (IDR) ( ) 0,1 rem ( ) 2,5 rem ( ) 0,5 rem ( ) 7,5 rem 92 – Os órgãos mais sensíveis à radiação secundária dos Raios-X e que portanto, exigem proteção especial são: (SARA) ( ) cristalinos, fígado, mãos ( ) gônadas, cristalinos, medula óssea ( ) gônadas, pulmões, tireóides ( ) mãos, pés, cristalinos ÍNDICE GERAL