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ENG. ODEON HENRIQUE 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS 
(BIM)
Anápolis
2019
Anotações Básicas 
Tensão: Quantidade de energia disponível entre dois pontos.(w)
Circuito Aberto
O circuito aberto consiste no bloqueio ou "vazamento" da energia transmitida através de um fio condutor. Exemplo: quando uma luz é desligada, o interruptor faz com que a energia deixe de fluir pelo condutor elétrico.
Circuito Fechado
O circuito fechado consiste na transmissão da energia elétrica através do fio condutor, de uma ponta a outra. Exemplo: quando uma luz é ligada, a energia é transmitida através do fio condutor ininterruptamente.
Corrente: Fluxo ordenado dos elétrons em um circuito fechado ( A=Ampere)
Potencia (Va) =Tensão(V) X Corrente(A)
Potencia (Va)=Aparelhos capacitivos/indutivos
 
Iniciando o projeto com o software REVIT.
Adicione o template curso projeto elétrico residencial.rte .
Novo projeto →  template template curso projeto elétrico residencial →  criar novo projeto.
 Vinculando projeto arquitetônico: 
Inserir → vinculo do REVIT
*Comando fixar (PN) para bloquear o arquivo vinculado para não sair do local na hora de projetar o complementar.
Clicar no projeto vinculado→ propriedades→  ativar delimitação de ambientes para que os espaços sejam colocados no vinculo.
Colaborar→ Coordenar → Copiar/Monitorar → selecionar o vinculo → selecionar vinculo → opção → reutilizar níveis → reutilizar elementos → copiar →  múltiplos →  seleciona os níveis originais 
. 
 Analisar →  espaços → colocar os espaços em seus devidos ambientes → legenda de preenchimento de cor: Para definir cada ambiente criar uma legenda temporária no canto da planta baixa.
TUG’S =tomada de uso geral e sistema de iluminação 
Área ² = Calcular a potencia de iluminação
Perímetro = Quantidade de Tug’s
Clicar no ambiente criado para definir as Tug’s.
Tomadas devem ser em (VA) pela norma!
Distancia máxima entre tomadas de uso geral segundo a NBR 5410:
	
OH Engenharia | Projeto elétrico residencial (REVIT) 
	
Banheiros: Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada de 600VA, próximo ao lavatório;se tiver mais colocar a 60 cm do limite do Box ou banheira.
Cozinhas, copas, área de serviço, lavanderia e locais análogos: Deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada a cada 3,5m de perímetro, sendo que acima da bancada da pia deve ser previsto no mínimo 2 tomadas, no mesmo ponto ou em pontos distintos. Banheiro, cozinha, copa, área de serviço, lavanderia e local análogo: Deve ser previsto no mínimo 600VA por ponto de tomada, até 3 pontos. A partir do quarto ponto, deve ser previsto mais 100VA por ponto. Plugues e tomadas padrão 20A para esses locais, Este padrão é utilizado por equipamentos que exigem maior capacidade como geladeira, micro-ondas, aspirador de pó, forno elétrico, máquina de lavar roupas, secadoras e etc. Nao se deve fazer uso de vários aparelhos ligados à mesma tomada de 20A. Cada equipamento elétrico cuja corrente nominal seja maior do que 10A deve ter um circuito elétrico em específico para este equipamento. Em uma tomada de 20A, a capacidade de corrente total dos equipamentos conectados a ela não deve exceder 20A. A potência máxima permitida em 127 v é de 2540 w (127 v*20A), e para 220 v a potência máxima permitida é de 4400 w (220 v*20A).
Varandas e circulação: Devem ser previstos pelo menos um ponto de tomada igual ou inferior a 2,25 m2 de 100VA. Essa tomada pode ser instalada próximo ao seu acesso.
Salas e dormitórios: Deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada para cada 5m de perímetro. Estes pontos devem ser espaçados o mais uniformemente possível. Obs.: lembrando que esses pontos de tomada poderão ser usados para alimentar mais de um equipamento, portanto será necessário prever mais tomadas para cada ponto.
O ponto de luz fixo no teto pode ser substituído por um ponto na parede em espaços sob escada, depósitos, despensas, lavabos e varandas.
Tabela de quantitativos → Calculo de potencia de iluminação e pontos mínimos de Tug’s por ambiente conforme a Nbr5410 
Regra para completar a coluna D:
Os primeiros 6m²=100VA
E os 4m² inteiros excedentes + 60VA.
Regra para completar a coluna E: 
Cálculo da Potência de Iluminação (VA)= Pot. de Iluminação Considerada (VA)
Coluna D = Coluna E (apenas para a potência aparecer na legenda da planta baixa).
Regra para completar a coluna F:
Distancia máxima entre Tug’s como descrito na NBR →  Distancia máxima entre tomadas de uso geral segundo a NBR 5410. Exemplo cozinha 3,5m.
Regra para completar a coluna H:
Coluna G = Coluna H (apenas para a potência aparecer na legenda da planta baixa).
Na hora de colocar as Tug’s e sistema de iluminação na planta baixa vá a propriedades e mude a vista de coordenação para →  PLANTA TRABALHO PROJETO ELETRICO.
Sistema de iluminação
Anotar → linha de detalhe → fazer linhas na diagonal para pegar o centro de cada ambiente para colocar as luminárias centralizadas nos ambientes.
Na simbologia de pontos de iluminação podemos identificar:
Quantidade de lâmpadas e potência da lâmpada (1x60w);
Indicação do interruptor que comanda este ponto de luz (a);
Número do circuito (-1-). 
Sistema →  Elétrico →  Luminárias →  escolher o ponto de luz no teto (sempre analisar antes de colocar a altura, geralmente é da altura do pé direito ou criar com o comando → forro).
*Alterar a potência aparente da luminária para a potência calculada.
 Exemplo:
 100va→ 160VA.
Lançamento de TUG’S E TUE’S
Seta branca →  tomada baixa 
Caso você queira tomada e interruptores fixas próximo ao piso, então, deverão ser colocadas a uma distância de 30 cm em relação ao piso assentado. Para a ocasião de você ter uma TV na sala de estar ou escritório bem como no quarto ou qualquer outro ambiente, as tomadas geralmente devem ficar em baixo, pois o seu uso é mais indicado nessas situações.
Seta branca/preto →  tomada media 
Se você pretende usar tomadas e interruptores em altura média, estas devem ser colocadas a uma distância que varia entre 1.20 m a 1.30 m em relação ao piso assentado. Você pode colocar também algumas tomadas no meio da parede (a maioria fica assim na cozinha). Quando ficam em cima da pia e do balcão acabam por acompanhar a pia que se usa eletricidade. Mas também caso queira colocar no quarto principal por conta de ter uma TV fixada da parede, a sua altura é no meio da parede para cima. Dessa forma, haverá uma tomada dupla, sendo uma de entrada para a TV e outra para o receptor da TV a cabo ou satélite.
Seta preta→  tomada alta
Se a sua vontade é colocar tomadas fixas próximo ao teto, então, estas devem ser colocadas a uma altura que varia entre 2 m a 2.25 m em relação ao piso assentado.. Por exemplo, uma pessoa pode construir a sua casa e colocar pelo menos duas tomadas em cima na parede por uma necessidade específica. Pode ser por conta do exaustor na cozinha e a outra altura tomada alta para o ar condicionado na sala. Isso você pode escolher o que mais lhe convir!
Fator de potência:
Iluminação: 1,0
Tug’s = 0,8
Tue’s= Valor obtido pelo somatório dos aparelhos.
Fator de Demanda:
Tue
Tug
Tomadas de uso específico (TUE’S):
Micro-ondas =1500 W
Torneira elétrica = 3000 W
Chuveiro = 3000VA á 7500VA
Ar-condicionado = 1000 W 
Geladeira de potência maior de 1000 W
Maquina de lavar roupas
Maquina de lavar louças = 1500 w
Micro-ondas =1300 W
Chuveiros, torneiras elétricas e aquecedores não são permitidos conectar com plugues e tomadas, fator de potencia = olhar na tabela acima.
Exemplo: 7500 W (Watt) e a rede da casa são de 220 V (Volts).
Potência = Tensão x Corrente
Potência (P) = 7500 W
Tensão (V) = 220 V
Corrente (I) =?
Temos,
 I = 7500 / 220
 I = 34,0 A
Existe uma tabela que mostra a capacidade de cada bitola de condutor (fio de cobre).
Lançamento dos interruptores
Altere o template da vista de planta de documentação para projetoelétrico em propriedades →  modelo da vista.
Sistemas →  elétrico → dispositivo → iluminação (quando um símbolo sobrepuser outro, pega o de baixo e avança o símbolo 18cm verticalmente ).
Ir à luminária →  propriedades →  escolher a ID chave para ela com uma letra minúscula → a, b, c, d...
Clicar na luminária →  e escolher o/os interruptor equivalente para a mesma.
Quando for (interruptor + tomada) apertar TAB para selecionar o equivalente (para taguiar por exemplo).
*Sistema de iluminação pode ser ligado em paralelo por até 4 pontos simultaneamente.
Tipos de interruptores:
Criação dos circuitos elétricos
Ir a sistemas →  elétrico →  equipamentos elétricos → ou comando (EE) Quadro de distribuição 18-24 ou equivalente à quantidade de circuitos (O QDC deve ficar no centro de cargas, próximo às cargas maiores em um local aberto, na maioria das vezes, circulação ou cozinhas). Altura entre 1,6m á 1,8m.Escolher o tipo de sistema da sua região 127/220 ou 220/380.Se for sobrado,deve ter um QDC por andar. QDC01, QDC02...
Esconda temporariamente os tags das iluminarias ate definir todo o circuito da residência → comando (HC) e (HR) para reaparecer.
REDE MONOFÁSICA:
- Dois fios: uma fase e um neutro
- Tensão de 127 v ou 220 v (varia de acordo com a concessionária)
- carga somada chega até 8000 watts (8kwa)
REDE BIFÁSICA:
- Três fios: duas fases e um neutro
- Tensão de 127/220 v ou 220/380 v (varia de acordo com a concessionária)
- Carga somada entre 12.000 e 25.000 watts
REDE TRIFÁSICA:
- Quatro fios: três fases e um neutro
- Tensão de 220/380 ou 380/480 v (varia de acordo com a concessionária)
- Carga somada entre 25.000 e 75.000 watts
Exemplo:
 Sistema bifásico
220=Tensão de fase /380=Tensão de linha
127=Tensão de fase /220=Tensão de linha
Obs.
 Ativar o monitoramento para não deixar nenhum sistema sem energia:
Analisar → mostrar desconectados →  elétrica. 
Clicar em uma Luminária → força:
220 se o sistema for 220/380, 1 polo!
127 se o sistema for 127/220, 1 polo!
→ Escolha o painel →  QDC→ editar circuitos → selecione o circuito de luminárias (pode dividir entre esquerda e direita da residência, 2 em 2 cômodos ,ou todo sistema da residência) depois de selecionar, → nome da carga→ “Iluminação01” por exemplo se tiver mais de um circuito dedicado) .
Clicar em uma tug’s→ força:
220 se o sistema for 220/380, 1 polo !
127 se o sistema for 127/220, 1 polo!
Escolha o painel →  QDC→ editar circuitos →  selecione o circuito de Tug’s depois de selecionar, → nome da carga→  (“Tug’s sala”e/ou” Tug’s dormitório” por exemplo).
Clicar em uma tue’s→ força:
220 se o sistema for 220/380, 1 polo !
220 se o sistema for 127/220, 2 polo!
Escolha o painel →  QDC → editar circuitos => selecione o circuito de Tue’s depois de selecionar, → nome da carga→ Tue’s Banheiro por exemplo.(cada TUE deve ter um circuito dedicado.)
Ex: 
Tipo de condutor mínimo para circuitos, em propriedades do circuito → Seção do conduite e Tipo de fiação:
Iluminação: 1,5 mm e [Cu/PVC/750 v/70°]-Un-B1-2Cc (Ilum.)
Tug’s e Tue’s: 2,5 mm E [Cu/PVC/750 v/70°]-Un-B1-2Cc.
Chuveiro: calcular a seção e [Cu/PVC/750 v/70°]-Un-B1-2Cc.
Tabela de cargas e dimensionamento 
Analisar →  Tabela de painéis → escolherem o quadro de distribuição (QDC)
FCA: Fator de Correção por Agrupamento → procurar no navegador do projeto → tem a tabela preencher manualmente. (Considerar 0,7 por enquanto, fazer a correção após colocar os conduites) .Tue’s sempre 1,00.
FCT – Fator de correção de temperatura: determinado em função da isolação do condutor, da temperatura ambiente ou da temperatura do solo de acordo com a maneira de instalar previamente determinada. → Procurar no navegador do projeto → tem a tabela, preencher manualmente:
Automaticamente vai gerar LB=corrente de projeto corrigida (A).
Dimensionamento dos Disjuntores de cada circuito :
 
Lb<ln<lz
Corrente de projeto corrigida<disjuntor<capacidade de condução da corrente.
 Tabela dos disjuntores: 
Seção do condutor adotado (repetir os valores do pré dimensionamento )
L considerado (repetir os valores do L aproximado, ou de preferência medir cada circuito para valores mais exatos).
Seguem os valores máximos de percentual de queda de tensão admitidos por esquema de ligação.
Sistema monofásico 127V / Queda de tensão admissível 3%.
Sistema monofásico 220V / Queda de tensão admissível 3%.
Sistema trifásico 127/220V / Queda de tensão admissível 5%.
Sistema trifásico 220/380V / Queda de tensão admissível 5%.
Desta forma fica demonstrado como calcular a queda de tensão em um condutor usando a resistência.
Balancear as cargas automaticamente:
Coloca iluminação em primeiro e tugs em segundo e os trava (bloqueia) e 
→ REBALANCEAR para melhores resultados.
Se precisar alterar a demanda por causa da concessionária ou local (lojas, hospital, etc..). Sistemas → elétrico → setinha e alterar fator de demanda e também tem uma tabela no navegador que permite alterar a demanda manualmente de forma simples.
Disjuntores reserva para futura ampliação NBR5410 qtde:
Adicionar os disjuntores por sistema→ elétrico → dispositivos → ponto para circuito reserva(por padrão 1200VA) adicionar em qualquer lugar próximo ao QDC apenas para quantitativo e desligar representar em propriedades.
Calculo de demanda => (potencia demandada) / (Raiz3*tensão de fase (127 ou 220))
Modelagem dos eletrodutos
*Escolhe uma luminária→(HC) na legenda → zoom até aparecer os conectores → propriedades→ desenhar conduite → escolhe o modelo (conduite flexível corrugado amarelo ou laranja) leva um ate o QDC e direciona os outros ate os demais componentes do ambiente.Para caminho pela parede com maior precisão usar o comando aparar em ambos pedaços .fazer cortes para conectar perfeitamente cada sistema na parede.
Indicação da fiação em planta baixa
Anotar→ seta identificador →identificadores e símbolos carregados →filtra elétrica → iluminação elétrica →1.FN
Marcar individualmente e colocar extremidade livre para poder taguiar as tomadas e puxar ate os conduites por exemplo.
Taguiar eletroduto
Esquema interruptor simples: 1 Fase e 1 retorno
Esquema interruptor tree-way : 1 Fase e 2 retorno/3 retorno
Esquema interruptor four-way : 1 Fase e 2 retorno/3 retorno/4 retorno
(mais de 3 interruptores só repetir outro = 4 retorno)
Mostrar quais circuitos passa em cada conduite (não repetir circuito).
Colocar as bitolas nas legendas de cada circuito.
Quando o conduite tiver vária “terra” só precisa representar o primeiro.
Quando for representar iluminação passando pelo conduite principal,demonstrar apenas fase e neutro.
Quando for interruptor energizado → luminária a representação é Neutro e retorno.
Exemplo pronto:
Inserir→elétrico →equipamento elétrico → Poste (dar -0,05 na altura).Escolher o sistema de distribuição 127/220 ou 220/380.Pegar um conduite do QDR até o poste (Conduite PEAD FLEXIVEL colocar a elevação (-0.5).Dar propriedades no conduite criado →instalação de eletroduto → escrever “EMBUTIDO NO PISO”.
Colocar TAG no medidor e conectar no poste (MEDIDOR) 2 polos.
220 ou 380. (se for bifásico )
Criar uma tabela para o Medidor: Analisar → tabela e painéis → escolher o medidor.
Na tabela criada altere o tipo de instalação e escolha o Disjuntor equivalente com a corrente total demandada:
Colocar TAG no quadro de distribuição QDR:
Ex : 2FNT(BIFASICO)
Navegador →dados e catálogos →tabela de conduites por eletroduto
→ eletroduto corrugado 
Como no exemplo é Diâmetro 16 logo a área (mm²) =38,5
4 condutores =2FNT
4*38,5=154
Pela norma acima de 3 condutores no eletroduto a área máxima é 40%.
118,2< 154 (não da 40%)
Logo, 205,9 são >40%
=diâmetro do eletroduto é 32.
QDC
Medidor
Eletroduto do diagrama Unifilar
*Navegador de projeto→Diagrama→Documentação→Planta de piso: diagrama Unifilar .
Clicar em um ponto→ dar TAB ate aparecer o circuito completo → converter em fiação em arco.(fazerisso em todos os circuitos da residência (Conferir nas tabelas para não esquecer nenhum)
TAGUIAR cada circuito e lançar os dados manualmente de acordo com a tabela QDC.
POT: Potencia do circuito 
FASE: Letra aonde o circuito foi distribuído 
Exemplo:
Circuito bifase impar= fase A
Circuito bifase par = fase B
Iluminação =FN
Tug’s=FNT
Tue’s:
 Circuito 127/220: geralmente são dois números, por exemplo, 3,4, ou seja, foi dividido em fase A e B. ex: 5000VA.
A=2500VA
B=2500VA
Circuito 220/380: FNT (1 FASE 220)
Colocar os reservas →Anotar →símbolo→em propriedades procurar “Unifilar_circuitos reserva” circuito terminal.
→Anotar → símbolo→em propriedades procurar “Dados do painel”
Colocar junto com o retângulo tracejado e preencher manualmente.
→ Anotar → símbolo→em propriedades procurar “IDR TETRAPOLAR (4 CONDUTORES 2FNT)”. Interruptor Diferencial Residual. O DR ou IDR apenas acusam e desarmam o circuito em casos de fuga elétrica, não servem ou fazem função de Disjuntor.
→Anotar → símbolo→em propriedades procurar “Unifilar_QDC”
Bifásico por exemplo→2FNT
Legenda do DPS “Dispositivos de proteção contra surtos (DPS) são equipamentos desenvolvidos com o objetivo de detectar sobretensões transitórias na rede elétrica e desviar as correntes de surto” aparece junto com o unifilar do QDC
Preencher manualmente:
Regra utilizada :
127/220 =175VCA
220/380=275VCA
380=460VCA
-Considerando DPS de classe II que são inseridos em painéis, podemos considerar as seguintes situações:
Caso 1: Instalação em área urbana populosa com vários prédios e possíveis para raios, ex-salas comerciais, lojas e apartamentos→Entre 8 e 20kA a depender de cada caso, sempre dar preferência para os maiores valores.
Caso 2: Periferias de zonas urbanas com poucos prédios, ex-casas e apartamentos em prédios baixos sem para raios→40ka ou superior.
Caso 3: Zona rural e instalações afastadas e isoladas, ex: sítios, fazendas e casas em bairros bem afastados do centro→ 65ka ou superior.
Ln=repetir o disjuntor geral 
Colocar o nome do QDC e a bitola de entrada.
→ Anotar → símbolo→em propriedades procurar”unifilar_medidor de entrada principal”.repetir o disjuntor geral ou procurar o disjuntor da concessionária local.
Recortar a vista para aparecer apenas o DIAGRAMA UNIFILAR e sumir com a planta baixa. 
Indicação dos conduites em 3D (escala 1:50)
Navegação de projeto →3D→Documentação →Vista 3D: projeto elétrico (Coloque o Projeto em uma posição que mostre todos os conduites e sistemas) após corrigir a posição →bloquear a vista no ícone de cadeado ,para liberar as opções de tags.
Anotar→identificar todos →
Taguiar todas as tomadas de uma vez e corrigir a posição do tag para não “encavalar”.
Ir em cada Conduite,apertar TAB para pegar toda a seção:
E colocar a quantidade de condutores respectivamente em→Elétrico – circuitos 
Exemplo:
Tug’s: FNT #2,5(min.) (220/380 E 127/220)
Iluminação: FR,FN,F2R,3R,4R..(depende o interruptor) #1,5(min) (220/380 E 127/220)
Tue’s: FNT #4,6,8...(DIMENSIONAR) (220/380)
Tue’s: 2FT #4,6,8...(DIMENSIONAR) (127/220)
 
No painel QDC representa o circuito e a divisão de fases, nesse exemplo o circuito Impar é FASE A e o circuito par é FASE B.
Recomendado dar o comando (HH) em cada conduite finalizado para não deixar nenhum sem o procedimento, logo, dar divergência no quantitativo de condutores.
Após finalizar todo procedimento, selecionar todos os conduites com o comando FILTRAR.
→selecionar todos os conduites→ propriedades→ final do menu→tipo de conduite→ escrever “Cabo de cobre flexível. PVC 750W 70 º ”
→selecionar o conduite do QDC até o Medidor→propriedades→ final do menu→tipo de conduite→ escrever “Cabo de cobre flexível. PVC 750W 70 º ” Cabo de cobre flexível. EPR 1kV 90 º”
Navegador de projeto→tabela de quantitativos →Quantitativo de Cabos em Metros (Cobre/Un/Isol. PVC/750 v/70°C) e DUPLICA!
Colunas que não estiver sendo utilizado dar o comando → ocultar 
Corrigir a legenda,apagando informação que não condiz com o projeto.
Duplicar novamente e criar uma tabela para o cabo QDC-MEDIDOR e filtrar “EPR”
(se não encontrar a bitola, vá em propriedades da tabela→formatação→adiciona a bitola e desmarcar o Campo oculto)
Ex:
Obs. O Revit esta calculando + 30% no comprimento dos cabos para percas.
Para alterar isso→propriedades da tabela →comprimento calculado → EDITAR→alterar o *1,3 para o valor desejado.
Colocando proteção no QDC (Disjuntor, Dps e IDR).
Duplicar a Vista 3D no passo anterior→ renomear “Vista 3D – QDC”.
Selecionar o local do QDC na vista 3D (desbloquear )e usar o comando caixa de seleção(BX).
Propriedades→ Modelo da Vista →3D painel. (vai abrir o QDC para poder adicionar as proteções )
Abra junto com a Vista 3D do QDC o diagrama Unifilar para saber a sequencia dos equipamentos de proteção.
Obs.:
Disjuntores:
O disjuntor é um interruptor de desarme automático quando o mesmo identifica um curto circuito ou uma sobrecarga. O disjuntor é projetado para suportar uma determinada corrente elétrica, caso ocorra um pico de corrente ou mesmo um curto circuito que eleve consideravelmente a corrente acima do limite suportado por esse, o mesmo interrompe o circuito, protegendo todos os elementos que componham esse circuito, depois de sanado esse sinistro o disjuntor pode ser rearmado para a continuidade do funcionamento deste circuito. Pela norma deve ter no mínimo 2 por ambiente .
Curva de disjuntores
A curva de disjuntores é uma característica importante, que determina o tipo de atuação, tempo de acionamento e disparo da proteção de um disjuntor, entre outras coisas. Tanto o disjuntor quanto o mini disjuntor, residencial ou industrial tem uma tabela que lista cada curva característica.
Curva do tipo B
No disjuntor de curva B, a corrente instantânea suportada será de 3 a 5 vezes a corrente nominal, logo, se tivermos um disjuntor de 10A, ele irá suportar uma corrente instantânea de no máximo 50A.
Este disjuntor é utilizado para realizar a proteção de cargas resistivas como os chuveiros elétricos, aquecedores, proteção de tomadas de Uso Geral as TUGs e assim por diante.
Uma corrente igual a 3 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Assim sendo, o tempo de abertura deve ser maior ou igual a 0,1s.
Uma corrente igual a 5 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Neste caso, o disjuntor deve atuar em um tempo menor que 0,1s.
Curva do Tipo C
A curva Tipo C será mais robusto em relação a capacidade de suportar esta corrente instantânea, ele irá suportar de 5 a 10 vezes a corrente nominal da carga.
Utilizando o exemplo anterior, um disjuntor de 10A suportará uma corrente instantânea de até 100A.
Estes disjuntores serão utilizados em proteção de cargas indutivas que exijam correntes de partidas “medianas” é o caso de motores, outro exemplo prático é o ar condicionado, motor de bomba de piscina, reatores de lâmpadas fluorescentes bombas de poço artesiano e cargas indutivas similares.
Uma corrente igual a 5 IN é passada através de todos os polos a partir do estado frio. Assim sendo, o tempo de abertura deve ser maior ou igual a 0,1s.
Uma corrente igual a 10 IN é passada através de todos os polos a partir do estado frio. Neste caso, o disjuntor deve atuar em um tempo menor que 0,1s.
Curva do Tipo D
A curva Tipo D terá por sua vez uma maior capacidade de suportar estas correntes instantâneas, que neste caso poderá ser entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, utilizando novamente nosso exemplo teremos que um disjuntor de 10A suportará então até 200A de corrente instantânea.
Estes disjuntores serão utilizados por sua vez na proteção de grandes cargas indutivas onde como motores de grande porte e transformadores mais robusto, um exemplo são as máquinas de solda.
Uma corrente igual a 10 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Assim sendo, o tempo de abertura deve ser maior ou igual a 0,1s.
Uma corrente igual a 50 IN é passada através de todos os pólosa partir do estado frio. Neste caso, o disjuntor deve atuar em um tempo menor que 0,1s.
Disjuntores térmicos.
Os disjuntores térmicos funcionam através da deformação de uma lâmina bimetálica, quando ocorre uma sobre carga e a corrente elétrica neste disjuntor é maior que a aceitável, a lâmina bimetálica se aquece por efeito joule e começa a se deformar, este deformamento age diretamente em um contato que em determinado nível de deformação abre o contato seccionando o circuito protegido por este disjuntor.
A vantagem do disjuntor térmico é ser um componente mecanicamente simples e robusto, desta maneira é uma componente relativamente barato, em contrapartida sua desvantagem é não possuir uma grande precisão de corrente de seccionamento e ser usada apenas para aquecimentos de longo prazo, não sendo possível o seu uso para proteção contra curto circuitos.
Disjuntores magnéticos.
Uma corrente elétrica que percorre um condutor elétrico gera um campo magnético essa lei do electromagnetismo nos permite dimensionar uma bobina que quando atingida por uma forte corrente elétrica desloca um contato seccionando assim um circuito, esse é o princípio de funcionamento do disjuntor magnético, esse efeito é instantâneo o que garante uma incrível precisão a este disjuntor.
Esta velocidade de interrupção instantânea é o que nos permite proteção contra curto circuitos e neste caso é possível substituir um fusível.
Sua maior vantagem é a precisão e a possibilidade de proteger contra curtos circuitos em contrapartida tem um preço mais elevado.
Disjuntores termomagnéticos.
Este tipo de disjuntor é uma junção da proteção térmica e magnética, sendo muito utilizadas hoje nas instalações elétricas residências e comerciais. Possui as vantagens de poder ser usado para manobras de ligar e desligar os circuitos, proteção contra aquecimentos e curtos circuitos.
IDR ou DR
 O Interruptor Diferencial Residual tem a função de desligar automaticamente o circuito caso exista um corrente de fuga que ultrapasse 30 mA, ou seja, caso ocorra um fuga de corrente maior que 30 mA, o IDR reconhece e desliga automaticamente o circuito. O IDR tem essa característica para proteção contra choques elétricos. Esse valo de 30 mA é justamente escolhido para proteção dos seres humanos, pois está é a intensidade máxima que um ser humano pode suportar. Alguns IDRs também podem apresentar este valor com variações, não exatamente 30 mA, pois são específicos para proteção de máquinas ou equipamentos, e este de 30mA é exclusivo para proteção de seres humanos contra choques elétricos. IDR possui o que chamamos de polos, por onde são conectados os cabos que se deseja monitorar. A quantidade de polos do IDR pode variar de acordo com o modelo, que pode ser tetrapolar, bipolar e etc.
Algo peculiar do IDR é a existência de um botão para teste, ele simula uma fuga de corrente para testar se o desarme vai ser realizado, é uma forma de verificar e também prevenir acidentes, pois, se no teste o desarme não foi realizado em uma situação real isso também não iria acontecer. No IDR também existe o botão de liga e desliga, com sinalização verde para desligado e vermelho para ligado.
Algumas informações são dispostas na superfície do IDR, tais como:
In = corrente de trabalho, quantificada em amperes em amperes;
Corrente de desarme, quantificada em amperes;
Tensão de trabalho, quantificada em volts;
IDR Na Norma NBR-5410
A NBR-5410 estipula as condições mínimas necessárias para um funcionamento adequando e seguro das instalações de baixa tensão. A NBR-5410 no item 5.1.2.2 fala sobre a obrigatoriedade do uso de IDRs em:
Em circuitos que sirvam de ponto de utilização situados em locais que contenham chuveiro ou banheira;
Em circuitos que alimentem tomadas situadas em áreas externas à edificação;
Em circuitos que alimentem tomadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos nas áreas externas;
Em circuitos que sirvam de pontos de utilização situados em cozinhas, copas, lavanderias, áreas de serviço, garagem e demais dependências internas molhadas ou sujeitas à lavagem;
Dispositivo de proteção contra surtos (DPS)
Os surtos elétricos acontecem devido a vários fatores, como as descargas atmosféricas que atingem redes elétricas, partidas de grandes motores e outras anomalias que podem ocorrer nas instalações elétricas.
Quando o surto acontece na rede a tensão é extremamente alta, com uma tensão tendendo ao infinito passando pelo DPS sua resistência tende a zero, assim oferecendo um caminho com menor oposição à passagem da corrente elétrica, escoando toda essa energia pelo sistema de aterramento, é desta forma que o varistor atua dentro do dispositivo de proteção.
É importante entender que o DPS desvia o surto elétrico para o sistema de aterramento, este desvio ocorre em uma velocidade muito rápida, em uma fração de segundos, dessa forma o disjuntor não é acionado, pois o tempo não é suficiente para detectar esta fuga pelo sistema de aterramento, por isso o DPS só funciona com fase conectado de um terminal e terra conectado no outro.Esses modelos de DPS como já dito, são instalados diretamente nos QDGs, onde entram a fase ou as fases de um lado e neutro incluso, e do outro lado são conectados diretamente os condutores (cabos) direcionados a haste de aterramento.
Existem dois tipos de DPS:
Classe I – Indicado para locais sujeitos a descarga de alta intensidade, sendo a rede elétrica aérea e exposta diretamente à incidência do Raio.É instalado na entrada da rede local.
Classe II – Indicado para locais com rede elétrica interna (embutida ou subterrânea).É instalado diretamente dentro do Quadro de Distribuição.
Caso 1: Instalação em área urbana populosa com vários prédios e possíveis para raios, ex salas comerciais, lojas e apartamentos.
-Caso 2: Periferias de zonas urbanas com poucos prédios, ex casas e apartamentos em prédios baixos sem para raios.
-Caso 3: Zona rural e instalações afastadas e isoladas, ex: sítios, fazendas e casas em bairros bem afastados do centro.
 Para estes casos considerar as seguintes correntes:
Caso1: entre 8 e 20kA a depender de cada caso, sempre dar preferência para os maiores valores
Caso2: 40kA ou superior
Caso3: 65kA ou superior
Ex como preencher o QDC:
Lembrete: 
Cada tipo de disjuntor ocupada uma quantidade de slot do QDR diferente.
Não precisa lançar os reserva no quadro QDC.
DPS: 1 para cada conduto. Ex: 2FN=3 DPS no quadro QDR.
IDR: 4 polos (4P) = IDR TETRAPOLAR 
Documentação e finalizando o projeto
Folha 01=A1
Tabela dos painéis QDC e Medidor 
3D do QDC
Diagrama unifilar
Legenda do Diagrama Unifilar (navegador do projeto→legendas).Na legenda pode editar/excluir conforme o projeto.
Folha 02=A1
Planta baixa
Legenda da planta baixa (navegador do projeto→ legendas).
Lista de materiais – Componentes 
Lista de materiais – Eletrodutos 
Quantitativo de cabos em metro PVC
Quantitativo de cabos em metro EPR
Vista 3D projeto elétrico (escala 1:50) 
Novas anotações: 
Achar corrente total demandada sistema monofásico 
I=potencia demandada/220*0.92
Achar corrente total demandada sistema Trifásico
I=potencia demandada/Raiz3*380*0.92
Tipo de instalação sobre eletrocalhas = F

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