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1 
Bandagem elástica funcional no tratamento fisioterapêutico de entorse de 
tornozelo por inversão grau I 
 
 
Glauber da Silva Taveira 
1
 
glauber_taveira@hotmail.com 
Dayana Priscila Maia Mejia
2 
Pós-graduação em Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia – Faculdade FAIPE 
 
 
RESUMO 
 
Introdução: A entorse é um movimento violento, com estiramento ou ruptura de ligamentos 
de uma articulação. O uso da bandagem como tratamento fisioterapêutico intensificou-se 
mais precisamente nos últimos 20 anos, as bandagens funcionais são um instrumento 
terapêutico muito utilizado pelos Fisioterapeutas de todo o mundo, devido aos seus benefícios 
no auxilio de técnicas de reabilitação em lesões articulares, ligamentares, musculares e 
posturais. Objetivo: o estudo buscou verificar a utilização da bandagem elástica funcional 
como técnica de reabilitação fisioterapêutica e detectar os principais benefícios da utilização 
da bandagem elástica funcional. Método: A pesquisa foi caracterizada como Revisão de 
literatura, foram revisados artigos encontrados em bases de dados de sites científicos como, 
Scielo, Bireme, sites de universidades e revistas especializadas entre os anos de 1993 a 2013. 
Resultados: Através do estudo foi observado a aplicação da técnica da bandagem elástica 
funcional para reabilitação em lesões articulares, ligamentares, musculares e posturais. 
Percebeu-se a contribuição da bandagem elástica funcional na reabilitação da entorse de 
tornozelo através da melhora da circulação e redução do edema local, bem como, 
estimulação sensorial oferecendo estabilidade e propriocepção durante a execução dos movi-
mentos e além de proporcionar alívio da dor. Conclusão: O desenvolvimento de técnicas que 
busquem a recuperação da funcionalidade motora é primordial para a promoção de maior 
independência e qualidade de vida dos pacientes. A bandagem elástica funcional é sem 
dúvida uma alternativa importante para a reabilitação da entorse de tornozelo com inúmeros 
benefícios relevantes para o processo de reabilitação. 
Palavras Chave: Articulação do tornozelo, Entorse de Tornozelo, Bandagem Funcional. 
 
 
1. Introdução 
 
Tornozelo 
 
 A entorse é um movimento violento, com estiramento ou ruptura de ligamentos de uma 
articulação. A entorse de tornozelo é uma das lesões musculoesqueléticas mais 
frequentemente encontradas na população ativa, que geralmente envolve lesão dos ligamentos 
laterais (RODRIGUES e DIEFENTHAELER, 2008). 
 
1
 Pós-Graduando em Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia - Fisioterapeuta, especialista em Fisioterapia 
Neurofuncional. 
² Orientadora - Fisioterapeuta, especialista em Metodologia do Ensino Superior e Mestranda em Bioética e 
Direito em Saúde. 
2 
 
 
Segundo Gould (1993), a adequada habilidade do pé é essencial para a atividade normal 
da marcha. Durante a fase de apoio da marcha, o pé deve agir como um adaptador frouxo, um 
braço rígido, um sistema absorvedor de choque e como mecanismo de absorção da rotação do 
membro inferior. Uma lesão por trauma ou por excesso de uso pode impedir, ou retardar, 
quaisquer destas funções de ocorrer em uma sincronia normal e, assim, levar ao aparecimento 
de sintomas no pé ou no membro inferior. 
Para Joseph e Katheleen (1999), o pé e o tornozelo são estruturas anatômicas muito 
complexas que consistem de 26 ossos irregularmente moldados, 30 articulações sinoviais, 
mais de 100 ligamentos e 30 músculos agindo no segmento. Todas essas articulações 
precisam interagir harmoniosamente e combinadas entre si para obter um movimento 
cadenciado. A maior parte do movimento do pé ocorre em três articulações sinoviais: a 
talocrural, a subtalar e a mediotársica. 
Andrews (2000), comenta que a perna, o tornozelo e o pé são constituídos por 26 ossos, que 
tem como finalidade impulsionar o corpo. O pé possui três componentes: retropé, mediopé e 
antepé. O retropé e o mediopé são constituídos pelos ossos do tarso. O retropé contém a 
articulação subtalar, com o talo apoiado sobre a parte superior do calcâneo. O mediopé se 
constitui pelo navicular e cubóide, quando articulados com o talo e o calcâneo para formar a 
articulação tarsica transversa. Os três ossos cuneiformes estão localizados dentro do mediopé. 
Cinco ossos társios e 14 falangianos perfazem a estrutura do antepé. O formato da articulação, 
a orientação do seu eixo, os ligamentos de apoio e os sutis movimentos acessórios ao nível da 
superfície articular são determinantes no comportamento biomecânico normal. 
A articulação do tornozelo ou talocrural apresenta-se entre a tíbia e a fíbula de um lado 
e a tróclea do tálus de outro, constituindo-se num exemplo de articulação gínglimo sinovial. O 
maléolo medial é o local de inserção do ligamento deltóide com sua forma de leque, composto 
pelas camadas superficial e profunda. Esse ligamento tem como principal função impedir o 
valgismo do tornozelo (Beirão e Marques 2007). 
Os principais ligamentos de reforço da articulação do tornozelo dispõem-se lateralmente, 
formando um conjunto lateral e outro medial (Moreira e Antunes, 2008), conforme figura 1. 
 
 
 
Fonte: http://novo.clinicaecirurgiadope.com.br/artigos/21 
Figura 1 – Complexo ligamentar. 
 
 
3 
 
 
Os músculos responsáveis pelos movimentos do tornozelo possuem sua origem na região 
inferior entre o joelho e articulação do tornozelo. A mobilidade da articulação do tornozelo 
depende da eficiência da contração do músculo tríceps sural (Timi et al., 2009). 
 
Amplitude de movimento articular 
 
Flexão plantar (20 – 40º) 
a) Músculos ativados: sóleo, gastrocnêmio, tibial posterior, flexor longo dos dedos, flexor 
longo do hálux e plantares. b) Tecidos Alongados: tibial anterior, extensor longo dos dedos, 
cápsula e ligamentos da região anterior do joelho (Paiva et al., 2013). 
 
Dorsiflexão (0 – 20º) 
a) Músculos ativados: tibial anterior e extensor longo dos dedos. b) Tecidos Alongados: sóleo, 
gastrocnêmio, tibial posterior, flexor longo dos dedos, flexor longo do hálux e tendão aquileu 
(Paiva et al., 2013). 
 
Iversão/adução (20 – 35º) 
a) Músculos ativados: tibial anterior e tibial posterior. b) Tecidos Alongados: fibular longo, 
breve e profundo e ligamento da região lateral (talofibular anterior, calcaneofibular, 
talofibular posterior) (Paiva et al., 2013). 
 
Eversão/abdução (5 – 15º) 
a) Músculos ativados: fibular anterior, breve e profundo. b) Tecidos Alongados: tibial 
anterior, posterior e ligamento colateral medial (deltoide) do tornozelo (Paiva et al., 2013). 
 
Entorse por inversão 
 
O termo entorse de tornozelo é definido como uma lesão ligamentar traumática sofrida por 
esta articulação (Belangero et al., 2010). 
Para Baroni et al. (2010), entorse de tornozelo é uma lesão musculoesquelética aguda de alta 
incidência na população mundial. 
Estimativas mostram que a entorse de tornozelo ocorre em uma pessoa a cada 10.000 por dia. 
Sendo a lesão mais comum no meio esportivo, representando 10 a 15 por cento das lesões 
envolvidas no mesmo e responsável por 7 a 10 por cento dos atendimentos de emergência. 
Cerca de 10 a 30 por cento dos indivíduos que sofrem entorse de tornozelo, desenvolvem 
instabilidade crônica (CONCEIÇÃO; SILVA, 2007). 
A entorse de tornozelo pode comprometer a mobilidade articular, função motora, desempenho 
muscular e amplitude do movimento associado a inflamação localizada (KISNER; COLBY, 
2009). 
Segundo Rodrigues e Diefenthaeler (2008), o maléolo lateral se estende mais distalmente que 
o maléolo medial, formando uma “barreira anatômica” para o deslizamento lateral do talus; 
dificultando o movimento de eversão.De acordo com Beynnon et al. (2006), a cápsula articular e os ligamentos são mais fortes na 
face medial do tornozelo, devido a isso, as entorses por inversão envolvendo o estiramento ou 
a ruptura dos ligamentos laterais ocorrem com maior incidência que as entorses por eversão 
que envolvem os ligamentos mediais. 
Este fenômeno ocorre quando o complexo do pé se encontra em flexão plantar, invertido e 
aduzido (Barreto et al., 2010) , conforme figura 2. 
 
“Como resultado de uma entorse em inversão ocorre uma série de alterações na 
posição e estado normal da estrutura óssea e ligamentar do tornozelo e pé: 1 - o 
4 
 
 
calcâneo se abaixa; se anterioriza e traz sua face inferior para dentro; báscula para 
fora realizando uma rotação externa - calcâneo varo; 2 - o cubóide segue o 
movimento do calcâneo e o transmite ao navicular que se move para o interior em 
rotação interna e o cubóide, em rotação externa; 3 - a fíbula desliza para baixo e em 
anterior sob a tensão do ligamento calcaneofibular e roda externamente, abrindo a 
pinça bimaleolar; 4 - o tálus favorecido pelas posições acima desliza para frente e 
para medial, o que aumenta a diástase tibiofibular e estira ao máximo o 
calcaneofibular – tálus ântero-medial; 5 - o tálus e a fíbula em anterioridade levam a 
tíbia em anterioridade e favorecem a uma compressão articular da tibiotársica e 
subtalar” (Bonfim et al., 2008). 
 
 
 
Fonte: http://novo.clinicaecirurgiadope.com.br/artigos/21 
Figura 2 - Mecanismo de lesão. 
 
 
 
Entorse por inversão grau I 
 
A classificação da entorse de tornozelo é baseada no exame clínico da área afetada e divide a 
lesão em três tipos: grau I- estiramento ligamentar; grau II-lesão ligamentar parcial e grau III-
lesão ligamentar total (RODRIGUES e WAISBERG, 2009), como ilustrado nas figuras 3, 4 e 
5. 
Nas entorses leves produz-se um alongamento ou uma ruptura fibrilar com dor, edema e, em 
certas ocasiões, equimose e impotência funcional; não obstante e a articulação é estável 
Andrews (2000). 
5 
 
 
 
Figura 3 
 
 
Figura 4 
 
 
 
Figura 5 
Fonte: http://novo.clinicaecirurgiadope.com.br/artigos/21 
Figura 3, 4 e 5 - Classificação das Entorses por Inversão. 
 
Rodrigues e Diefenthaeler (2008), definem entorse de tornozelo grau I como sendo uma lesão 
leve com edema, equimose mínima e discreta perda de função, onde o tornozelo é estável com 
teste de gaveta anterior e inclinação lateral do talo negativa. 
Whitman et al. (2005) afirma que as lesões de grau I são leves com edema e equimose 
mínima e discreta perda de função, o tornozelo é estável com provas de gaveta anterior e 
6 
 
 
inclinação lateral do talo negativas. Nesses casos, há lesão parcial dos ligamentos, mas não 
chegando a causar insuficiência. 
 
Bandagem elástica funcional 
 
A Bandagem Neuromuscular se diferencia das demais devido a sua propriedade elástica e 
micropóros. Apresenta diferentes tipos de técnicas de aplicação, entre elas estão: técnica de 
ativação muscular através da regulação do tônus e a técnica de correção articular que irá 
realizar um alinhamento articular permitindo assim um eixo de movimento mais funcional. 
Portanto sua utilização tem o intuito de aumentar o recrutamento muscular e aumentar a 
estabilidade articular, o que teoricamente dificultaria o mecanismo de lesão (SIJMONSMA, 
2007). 
O uso da bandagem como tratamento fisioterapêutico se intensificou mais 
precisamente nos últimos 20 anos, quando Jenny McConnel começou a aplicar as 
técnicas de bandagem, e a partir de então, vários estudos foram surgindo e a 
quantidade de evidências comprovando os benefícios da técnica foram crescendo, 
assim como outras técnicas de bandagem foram desenvolvidas, abrangendo também 
o campo da fisioterapia desportiva, como é o caso da Kinesio taping (CRUZ; 
MEJIA, 2012). 
 
Segundo Santos (2008), as bandagens funcionais são um instrumento terapêutico muito 
utilizado pelos Fisioterapeutas de todo o mundo, devido aos seus benefícios no auxilio de 
técnicas de reabilitação em lesões articulares, ligamentares, musculares, posturais entre outras 
das atividades dentro da amplitude articular normal. 
Conforme mencionado por Santos et al. (2010), a bandagem elástica funcional foi 
desenvolvida a partir de um material especial permeável ao ar, resistente a água e pode ser 
utilizada por vários dias. Por ser elástica, após a aplicação promove uma tração constante na 
pele. 
Algumas recomendações são descritas por Santos et al. (2010), a aplicação deve ser realizada 
com a pele limpa e seca, em técnicas corretivas deve ser aplicada com toda a elasticidade, em 
algumas técnicas de aplicação ela pode ser cortada em várias partes. 
Duarte e Fornasari (2004), definem bandagem funcional como uma técnica em que se tem por 
objetivo modificar a mecânica dos segmentos alterados não rígidos, proporcionando repouso 
às estruturas lesionadas, otimizando a funcionalidade dos segmentos, recuperando assim, a 
função debilitada sem anular outras mecânicas naturais vinculadas aos segmentos tratados 
com as bandagens. 
Outra definição é feita por Brum et al. (2012), que explicam que a bandagem funcional 
constitui na aplicação de uma fita que adere à pele, empregada a uma articulação, e o 
principal objetivo da bandagem é dar proteção mecânica para os tecidos, sem impedir a 
funcionalidade da articulação. Santos et al. (2010), afirmam que constitui uma técnica onde 
uma bandagem elástica é aplicada sobre a pele, resultando em um mecanismo de 
pressão/força. 
Morini (2011), explica que quando se aplica a bandagem na pele, com certo estiramento 
(excerto no primeiro dia), principalmente os mecanorreceptores são responsáveis para levar a 
informação tátil, por via aferente, até o córtex sensorial primário. 
Conforme descrito no trabalho realizado por Oliveira et al. (2013), acredita-se que esta técnica 
promova melhora da circulação e redução do edema local, bem como, estimulação sensorial 
oferecendo estabilidade e propriocepção durante a execução de movimentos. Além de 
proporcionar alívio da dor, através da estimulação das vias sensoriais do sistema nervoso 
central aumentando o feedback aferente e reduzindo a pressão direta nos nociceptores 
subcutâneos. 
7 
 
 
Meurer et al. (2010), relatam que em virtude da alta incidência de entorses de tornozelo, 
foram desenvolvidas estratégias preventivas, sendo a bandagem elástica funcional de 
tornozelo amplamente utilizada como uma das técnicas para prevenir as recidivas de entorse. 
 
Os mecanismos propostos para o uso da bandagem elástica funcional incluem 
corrigir a função muscular fortalecendo os músculos debilitados, melhorar a 
circulação sanguínea e linfática, diminuir a dor por supressão neurológica e 
reposicionamento de articulações subluxadas aliviando a tensão dos músculos 
anormais, ajudando a devolver a função muscular e da fáscia. Outro mecanismo 
pouco conhecido da bandagem elástica funcional é que a sua aplicação causa um 
aumento da propriocepção por aumentar a excitação dos mecanorreceptores 
cutâneos (Santos et al., 2010). 
 
Dessa forma, o objetivo deste estudo foi verificar a utilização da bandagem elástica funcional 
como técnica de reabilitação fisioterapêutica e detectar os principais benefícios da utilização 
da bandagem elástica funcional. 
 
2. Métodos 
 
A pesquisa foi caracterizada como Revisão de literatura, o estudo visou verificar a utilização 
da bandagem elástica funcional como técnica de reabilitação fisioterapêutica e detectar os 
principais benefícios da utilização da bandagem elástica funcional na entorse de tornozelo por 
inversão grau I. O período estabelecido para a buscados estudos foi de Julho de 2014 a 
dezembro de 2014. Os unitermos utilizados para busca de material bibliográfico foram: 
Articulação do tornozelo, Entorse de Tornozelo, Bandagem Elástica Funcional. 
Foi excluído o material bibliográfico que não continham conteúdos relevantes para pesquisa 
como os que relatavam tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos. Foram inclusas as 
referências que relatavam a utilização da bandagem elástica funcional e seus benefícios no 
tratamento da entorse lateral de tornozelo grau I. 
Foram encontrados 49 artigos, destes foram selecionados 35 para elaboração do estudo, 
Foram revisados artigos encontrados em bases de dados de sites científicos como, Scielo, 
Bireme, sites de universidades, revistas especializadas e livros datados entre os anos de 1993 
a 2013. 
 
 
3. Resultados e discussão 
 
A entorse de grau I é definida pelos autores Moreira e Antunes (2008), Castro e Janeira 
(2008), Henning (2009), Sato e Pacheco (2005), como uma lesão mais leve, com acentuação 
da dor após intervalo de repouso. 
 Segundo Moreira et al. (2010), tradicionalmente, a avaliação é baseada em medidas da 
estrutura e/ou função acometida, por exemplo, na amplitude do movimento articular ou na 
força muscular. Para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (2008), o objetivo 
do tratamento da lesão ligamentar do tornozelo é o retorno às atividades diárias 
(esporte/trabalho), com remissão da dor, inchaço e inexistência de instabilidade articular. 
 
O tratamento para entorse de tornozelo grau I apresenta três etapas: a) Primeira fase 
- Duração de uma a duas semanas, com o objetivo de diminuir a hemorragia, a dor, 
controlar o edema e evitar o aumento da lesão; b) Segunda fase – visa à recuperação 
funcional da musculatura. Essa fase encerra-se quando a mobilidade for 
restabelecida e o indivíduo já não sentir dor; c) Na última fase ocorrerá o preparo 
para o retorno às atividades anteriores, sendo composta por exercícios de força, 
agilidade, amplitude e propriocepção (BEIRÃO; MARQUES, 2007). 
8 
 
 
 
Alguns pacientes permanecem com dor ou instabilidade após seis meses do tratamento da 
lesão ligamentar aguda. As possíveis lesões associadas geralmente são por ordem decrescente 
de frequência: instabilidade crônica, lesão osteocondral, impacto com processo inflamatório 
tíbio-fibular distal e impacto anterior com exostose (SOCIEDADE BRASILEIRA DE 
ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA, 2008). Dentre as diversas ferramentas utilizadas pela 
fisioterapia, Silva et al. (2013), destacam que a bandagem funcional é uma técnica que pode 
ser aplicada para apoio e proteção aos tecidos moles, sem limitar suas funções e aumentando à 
estabilidade articular, constituem uma ferramenta terapêutica muito utilizada pelos 
fisioterapeutas de todo o mundo, devido aos seus benefícios no auxílio de técnicas de 
reabilitação em lesões articulares, ligamentares, musculares e posturais. 
Durante a revisão do material bibliográfico foram identificados diversos benefícios obtidos 
através da utilização da bandagem elástica funcional, dentre eles a melhora da propriocepção; 
ganho de força; aumento da amplitude de movimento; aumento da resistência à fadiga; 
redução na perimetria; redução de aderências; estimulação da regeneração vascular; 
manutenção do equilíbrio entre os componentes do tecido conjuntivo e disposição de 
colágeno. 
Conforme descrito no trabalho realizado por Oliveira et al. (2013), acredita-se que esta 
técnica promova melhora da circulação e redução do edema local, bem como, estimulação 
sensorial oferecendo estabilidade e propriocepção durante a execução dos movimentos. Além 
de proporcionar alívio da dor, através da estimulação das vias sensoriais do sistema nervoso 
central aumentando o feedback aferente e reduzindo a pressão direta nos nociceptores 
subcutâneos. Santos et al. (2010), corroboram com Oliveira et al. (2013) e acrescentam que os 
mecanismos propostos para o uso da bandagem elástica funcional incluem corrigir a função 
muscular fortalecendo os músculos debilitados, melhorar a circulação sanguínea e linfática, 
diminuir a dor por supressão neurológica e reposicionamento de articulações subluxadas 
aliviando a tensão dos músculos anormais, ajudando a devolver a função muscular e da fáscia. 
Outro mecanismo pouco conhecido da bandagem elástica funcional é que a sua aplicação 
causa um aumento da propriocepção por aumentar a excitação dos mecanorreceptores 
cutâneos. Silveira et al. (2007), comentam que a mobilização dos tecidos é de fundamental 
importância no movimento, tanto para os processos de reparo normal como para a 
manutenção de saúde do tecido. O movimento fornece direção à deposição de colágeno, 
mantém o equilíbrio entre os componentes do tecido conjuntivo, estimula a regeneração 
vascular normal e reduz a formação excessiva de ligações cruzadas e aderências. 
Um dos mecanismos propostos por Santos et al. (2010), é a diminuição da tensão muscular 
em estruturas que já possuem algum comprometimento ou que estão em constante estresse. 
De acordo com Martinez et al. (2006), a fadiga muscular é um fenômeno comum nas 
atividades esportivas e diárias, resultando numa piora da performance motora. Ela é 
considerada um dos fatores causadores de lesões musculoesqueléticas, como por exemplo, a 
entorse lateral de tornozelo. 
No estudo realizado por Suda et al. (2008), comentam que o aumento do tempo de reação dos 
músculos fibulares e a fraqueza dos mesmos têm sido considerados como causas relevantes de 
instabilidade, já que atuam ativamente quando há o contato do pé com o solo durante as 
habilidades de locomoção. Alterações no tempo de reação do músculo tibial anterior em 
situações em que um mecanismo inversor e gerado no complexo articular do tornozelo-pé 
também já foram descritas. Dentre os efeitos da bandagem de tornozelo segundo Meurer et al. 
(2010), estão a entrada proprioceptiva ao sistema nervoso central, a atividade dos fibulares e a 
contenção do movimento excessivo do tornozelo aliados à limitação da inversão, são muito 
importantes durante a reabilitação e na prevenção da entorse. 
9 
 
 
De acordo com a literatura revisada, a utilização da bandagem elástica funcional pode ser uma 
importante ferramenta no processo de reabilitação do paciente com entorse de tornozelo, 
também podendo ser utilizada de maneira preventiva. Meurer et al. (2010), relatam que em 
virtude da alta incidência de entorses de tornozelo, foram desenvolvidas estratégias 
preventivas, sendo a bandagem elástica funcional de tornozelo amplamente utilizada como 
uma das técnicas para prevenir as recidivas de entorse. 
Oliveira et al. (2013), relatam ainda que a bandagem elástica pode também ter efeitos 
psicológicos. Após o uso da bandagem funcional os relatos são de maior segurança, conforto 
e facilidade na execução dos movimentos. 
 
 
4. Conclusão 
 
A articulação do tornozelo é frequentemente exposta a constante estresse, diariamente esta 
articulação está sujeita a estiramentos e tensões, ou seja, é uma das articulações do corpo que 
mais sofre com lesões, alguns autores consideram a entorse de tornozelo como um problema 
de saúde pública. Isso ocorre porque o tornozelo suporta o peso corporal e ser mantem 
integralmente por músculos e ligamentos. As estimativas mostradas na literatura evidenciam 
que a entorse de tornozelo ocorre diariamente e acomete diversas pessoas no mundo. 
O tratamento adequado e a utilização de métodos que possam prevenir a entorse de tornozelo 
representa um ponto significativo na prevenção das complicações decorrentes deste 
fenômeno. 
Apesar das lesões de grau I serem leves, podem provocar edema, equimose mínima e discreta 
perda defunção, há lesão parcial dos ligamentos, não chegando a causar insuficiência, no 
entanto a funcionalidade dessa articulação ficará comprometida temporariamente. Esse tipo de 
lesão provoca dor no paciente e causa insegurança, as técnicas fisioterapia nesse tipo de 
entorse são extremamente importantes, pois devolverão o paciente as suas atividades diárias. 
A reabilitação do paciente com entorse de tornozelo grau I pode otimizada com a utilização da 
bandagem elástica funcional. 
A bandagem elástica funcional permitirá a diminuição da sobrecarga da região lesionada 
favorecendo a evolução do processo da reabilitação melhorando a circulação sanguínea e 
permitindo ao paciente um retorno de suas atividades diárias diminuindo a sobrecarga 
muscular. Proporciona ainda estabilidade articular dando suporte funcional sem limitar o 
movimento, a utilização das bandagens elásticas produzem efeitos por meio de mecanismos 
neurofisiológicos e biomecânicos. Sendo assim, recomenda-se que novos estudos sejam 
realizados com o objetivo de mostrar os benefícios alcançados através da técnica e métodos 
de aplicações nas intervenções fisioterapêuticas, contribuindo desta forma para o aumento da 
aplicabilidade da técnica e elaboração de protocolos apropriados para cada estágio dos 
tratamentos. 
 
 
Referências 
 
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10 
 
 
semanas de imobilização após entorse de tornozelo. Rev. Bras Med Esporte, Rio Grande do Sul, v.16, nº5, 
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