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FARMÁCIA 
 
 
 
LABORATÓRIO 
RELATÓRIO 
 
 
Componente Curricular: Química Analítica Módulo: 3º semestre 
Professora: Silvia Vaz Guerra Nista 
Data da experiência: 21/02/2019 Data da Entrega: 19/03/2019 
Experiência: Técnicas de Medidas de Massa, Volume e Temperatura. 
Nome dos Componentes do Grupo Nº Nota 
Beatriz Delaneza 20180629 
Fernanda Valini 20181891 
Natália Fanti 20180029 
Otávio Alencar 20172334 
Thaís Souza 20181333 
 
 
 
 
AMERICANA, 2018 
SUMÁRIO 
1 TÍTULO: ......................................................................................................... 3 
2 OBJETIVO: .................................................................................................... 3 
3 INTRODUÇÃO: .............................................................................................. 3 
3.1 TÉCNICAS DE MEDIDAS DE TEMPERATURA: .................................... 3 
3.2 TÉCNICAS DE MEDIDAS DE MASSA: .................................................. 3 
3.2.1 CUIDADOS NECESSÁRIOS: ........................................................... 3 
3.3.1 MEDIDAS DE VOLUME LÍQUIDO: ................................................... 4 
3.4. CALIBRAÇÃO DE VIDRARIA: ............................................................... 5 
4 MATERIAIS E MÉTODOS: ......................................................................... 5 
4.1 MATERIAIS UTILIZADOS: ...................................................................... 5 
4.1 REAGENTES UTILIZADOS: ................................................................ 6 
4.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL:................................................... 6 
4.3.1. PRIMEIRO EXPERIMENTO: ........................................................... 6 
4.3.2. SEGUNDO EXPERIMENTO:........................................................... 6 
4.3.3. TERCEIRO EXPERIMENTO: .......................................................... 6 
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO: ................................................................... 7 
5.1 PRIEMEIRO EXPERIMENTO: ................................................................ 7 
5.2 SEGUNDO EXPERIMENTO: .................................................................. 8 
5.3 TERCEIRO EXPERIMENTO: .................................................................. 8 
6. CONCLUSÃO ............................................................................................... 9 
8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:............................................................ 10 
 
 
 
 
 
3 
 
RELATÓRIO 
 
1 TÍTULO: Técnicas de Medidas de Massa, Volume e Temperatura. 
2 OBJETIVO: Analisar e comparar 0000diferentes maneiras de se realizar 
medidas de massa, volume e temperatura, além de avaliar e comparar os erros 
encontrados nas análises. 
3 INTRODUÇÃO: Todas as medidas de uma propriedade física ou química 
pode haver incertezas, que são os erros, desvio ou imprecisão da medida. Por isso, 
os resultados de medidas devem ser expressos de tal modo que se possa avaliar a 
sua determinada precisão. 
Para qualquer desenvolvimento de atividades no laboratório é de extrema 
importância saber observar corretamente uma medida representada. Umas das mais 
comuns e importantes operações de laboratório é determinar uma massa (ou 
pesagem), volume e temperatura, para que haja uma familiarização dos instrumentos, 
bem como suas funções, sua classificação e utilização. 
Existe uma imensa variedade de coisas diferentes que podem ser medidas sob 
vários aspectos, sendo que cada um desses aspectos (comprimento, massa, volume) 
implica numa grandeza física diferente. Um bom experimentador deve, além de 
manusear bem os instrumentos, levar em consideração seus erros e, assim, minimizar 
suas influências nos resultados de uma medição. 
3.1 TÉCNICAS DE MEDIDAS DE TEMPERATURA: 
 Na medição de temperaturas usam-se termômetros, em geral de mercúrio, 
graduados, normalmente, em graus Celsius (˚ C). Devem ser manuseados com 
cuidado para não se partirem. Antes de se fazer qualquer leitura, deve estudar-se a 
escala do termómetro que se vai utilizar, de modo a evitar erros, e deve verificar-se o 
seu alcance está adequado à temperatura a medir. 
3.2 TÉCNICAS DE MEDIDAS DE MASSA: 
 Medir a massa de uma amostra é uma operação de “pesagem”. O instrumento 
necessário para essa operação é a balança, que está geralmente graduada em grama 
(g), unidade submúltiplo do quilograma (kg). Existem vários tipos de balanças, com 
alcance e sensibilidade diversas. O alcance é o valor máximo que é possível medir 
utilizando a balança; a sensibilidade é o valor da menor divisão da sua escala. 
3.2.1 CUIDADOS NECESSÁRIOS: 
4 
 
✓ Não colocar a amostra diretamente sobre o prato da balança, mas, sim 
dentro de um recipiente limpo e seco que pode ser um vidro de relógio, 
um copo de precipitação ou até um simples papel de filtro. Estes 
recipientes devem estar à temperatura ambiente; 
✓ Evitar vibrações da mesa ou da bancada em que se encontra a balança; 
✓ Evitar derrame de líquidos ou reagentes sólidos sobre o prato da 
balança. 
✓ Verificar a capacidade e a precisão da balança, depois verificar se o 
prato está limpo e zerar a balança. 
✓ Pesar uma proveta de 25 ml adicionar 100 gotas de água destilada 
utilizando somente o conta-gotas. 
✓ Determinar a massa e o volume de uma gota e a massa equivalente a 1 
ml de água. 
3.3 TÉCNICAS DE MEDIDAS DE VOLUME: 
 A técnica de medição do volume de uma amostra depende do estado físico 
da amostra (líquido ou sólido) e da sua forma (regular ou irregular). Os resultados 
obtidos podem ser expressos em unidades SI, metro cúbico (m³), ou em unidades 
submúltiplos deste que é o caso mais frequente. Normalmente, as unidades 
submúltiplos mais usadas são o mililitro (Ml), ou centímetro cúbico (cm³), e o litro (L), 
ou o decímetro cúbico (dm³). 
3.3.1 MEDIDAS DE VOLUME LÍQUIDO: 
 Para medir volumes de líquidos usam-se diversos instrumentos, consoante o 
rigor a observar e o volume da amostra. Para medições rigorosas usam-se pipetas, 
buretas ou balões volumétricos. Para medições menos rigorosas utilizam-se as 
provetas. 
Informações importantes: 
✓ Volume máximo (capacidade); 
✓ Graduação da sua escala, normalmente em mililitros; 
✓ Tolerância (limite máximo do erro); 
✓ Traço de referência, no caso de pipetas ou balões volumétricos; 
✓ Temperatura de calibração (temperatura a que deve ser feita a medição e 
que é, normalmente, 20˚C). 
3.3.2 MEDIDAS DE VOLUME SÓLIDO: 
 A técnica a usar na medição do volume de um corpo sólido depende da sua 
forma: regular ou irregular. Se o corpo for um sólido de forma regular (cubo, esfera, 
5 
 
paralelepípedo, pirâmide, etc.) medem-se os comprimentos necessários a aplicam-se 
as fórmulas que permitem calcular os respectivos volumes. 
✓ Para medir o volume de um cubo basta medir uma das suas arestas e aplicar 
a equação V=a³. 
✓ Para medir o volume de uma esfera determina-se o seu raio (metade do 
diâmetro) e aplica-se a fórmula V= (4/3) p r³. 
3.4. CALIBRAÇÃO DE VIDRARIA: 
A vidraria volumétrica utilizada corriqueiramente nos laboratórios deve ser 
calibrada ou aferida para aumentar a precisão dos volumes contidos ou transferidos 
pela mesma. Afinal, não é porque uma pipeta marca 25mL que ela realmente meça 
25mL, ou seja, ela pode conter 24,96mL ou 25,07mL e tudo causa erro nos volumes 
medidos por essa vidraria, reduzindo a precisão e a exatidão dos resultados analíticos 
obtidos. A vidraria é aferida de forma bastante simples. O procedimento de calibração 
envolve e determinação da massa de água contida na vidraria ou descarregada por 
ela. Observa-se a temperatura daágua e, a partir da sua densidade na temperatura 
medida, calcula-se o seu volume. 
Em geral, se utiliza a densidade da água como a medida padrão para aferição 
das vidrarias, pois a água pode ser facilmente descartada após o seu uso. 
Em todas as operações de calibração, a vidraria a ser calibrada deve estar 
cuidadosamente limpa e deve ficar algum tempo ao lado da balança que será 
empregada, juntamente com um suprimento de água destilada ou deionizada, a fim 
de estarem em equilíbrio térmico com o ambiente. Para que a calibração seja bem-
feita é preciso levar em conta a expansão volumétrica das soluções e das vidrarias 
com relação a variação da temperatura; desta forma, é preciso conhecer a 
temperatura do laboratório no momento em que as soluções são preparadas e 
também no momento em que são utilizadas. 
4 MATERIAIS E MÉTODOS: 
4.1 MATERIAIS UTILIZADOS: 
o Termômetro; 
o Balança digital; 
o Béquer; 
o Pipeta graduada; 
o Pipeta volumétrica; 
o Proveta; 
o Bastão de vidro; 
6 
 
o Pipeta de Pasteur; 
o Papel filtro; 
4.1 REAGENTES UTILIZADOS: 
o Água destilada; 
o Cloreto de sódio; 
4.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL: 
4.3.1. PRIMEIRO EXPERIMENTO: 
o Coloque cerca de 100 mL de água destilada em um béquer e meça a 
temperatura utilizando um termômetro. 
o Durante a medida, mantenha o bulbo do termômetro totalmente imerso 
na água, sem tocar as paredes do recipiente. 
o Coloque, no Béquer, 3 cubos de gelo picado. Agite com um bastão de 
vidro e meça a temperatura da mistura da água/gelo a cada minuto, até 
que fique constante. 
o Pese 5g de cloreto de sódio em uma folha de papel manteiga. 
o Adicione o cloreto de sódio , que você pesou, à mistura, sob agitação. 
o Agite com um bastão de vidro, continue lendo a temperatura a cada 1 
minuto, durante 5 minutos. 
4.3.2. SEGUNDO EXPERIMENTO: 
o Pese uma proveta de 25 mL 
o Adicione 100 gotas de água destilada, utilizando um conta-gotas. Pese 
novamente e leia o volume. 
o Determine a massa e o volume de uma gota e a massa equivalente a 1 
mL de água. 
o Esse procedimento deverá ser feito em triplicata, ou seja, repita a 
medida 3 vezes. 
4.3.3. TERCEIRO EXPERIMENTO: 
o Pese 1 béquer de 50 mL e anote a massa 
o Meça 25 mL de água neste béquer transfira e pese-o novamente. Anote 
a temperatura e a massa. Faça em triplicata. 
o Descarte a água. Seque o béquer com papel toalha. 
o Meça 25 mL de água em uma proveta, transfira para o béquer e pese-o 
novamente. Anote a temperatura e a massa. Faça em triplicata. 
o Descarte a água. Seque o béquer com papel toalha. 
o Meça 25 mL de água em uma pipeta graduada, transfira para o béquer 
e pese-o novamente. Anote a temperatura e a massa. Faça em triplicata. 
7 
 
o Descarte a água. Seque o béquer com papel toalha. 
o Meça 25 mL de água em uma pipeta volumétrica, transfira para o béquer 
e pese-o novamente. Anote a temperatura e a massa. Faça em triplicata. 
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
5.1 PRIEMEIRO EXPERIMENTO: 
Após medir as temperaturas da mistura de água e gelo de um em um minuto, 
obtivemos os seguintes resultados: 
 
 
Analisando o gráfico podemos concluir que a temperatura da mistura se tornou 
constante a partir do segundo minuto, pois não houve variação no valor da mesma no 
intervalo de tempo entre 2 minutos e 5 minutos, sendo 6ºC sempre nesse intervalo de 
tempo. 
Ao realizar as medidas das temperaturas da mistura de água, gelo e sal pode-
se observar que a temperatura demorou mais para mudar e não se tornou constante, 
pois seus resultados variaram conforme o tempo passava. Conforme o gráfico abaixo: 
 
 
4
6
8
10
1 2 3 4 5
Te
m
p
e
ra
tu
ra
 (
ºC
)
Tempo (Minutos)
Temperatura em função do 
tempo da mistura água e gelo.
2
4
6
8
10
1 3 6 13 15
Te
m
p
e
ra
tu
ra
 (
ºC
)
Tempo (minutos)
Temperatura em função do tempo 
da mistura de água, gelo e sal.
8 
 
 
5.2 SEGUNDO EXPERIMENTO: 
Determinando a massa e o volume de uma gota e a massa equivalente a 1mL 
de água com 3 repetições, obtivemos tais resultados: 
Amostra 1: 
 4,5/100 → 0,045ml 
19,35 – 14,715g = 4,635 /100 = 0,0463g 
0,045 ml --------- 0,04636g 
1 ml --------------- x 
 = 1,03g 
Amostra 2: 
4 ml / 100 → 0,04 ml 
18,773 – 14,621 = 4,152 / 100 = 0,04152g 
0,04 ---------- 0,04152g 
1 ml-------------x 
 =1,038g 
Amostra 3: 
4,1 ml/100 → 0,041g 
19,012 – 14,610 = 4,402/100 = 0,04402g 
0,041 ml --------- 0,04402g 
1 ml ----------------- x 
 = 1,0736g 
Segundo os cálculos a massa de 1 ml da gota de Água, obtivemos diferentes 
resultados, medindo e pesando três vezes a mesma proveta. Calculando as três 
amostras tivemos a média total de 0,031416g. 
5.3 TERCEIRO EXPERIMENTO: 
Esse teste consistia em determinar a massa média, desvio padrão e o erro 
relativo percentual para cada vidraria que foi utilizada para medir a água. Comparando 
a precisão e exatidão de cada vidraria utilizada nos quais esses foram seus resultados. 
 
Peso do béquer: 41,373 
Temperatura da água: 27ºC 
 
9 
 
Vidraria Teste 1 Teste 2 Teste 3 
Béquer 64,924 68,901 66,695 
23,187 27,528 25,322 
Proveta 66,629 69,256 67,188 
25,256 27,883 25,815 
Pipeta 
Graduada 
65,900 66,825 65,716 
24,527 25,452 24,343 
Pipeta 
Volumétrica 
66,211 66,600 66,345 
24,841 25,227 24,972 
 
Com base nos resultados apresentados chegou-se à conclusão de que, das 
vidrarias testadas as que mais apresentaram erro na análise foram a proveta e o 
béquer, tais vidrarias tem uma taxa de imprecisão alta devido ao fato de suas medidas 
marcadas não terem exatidão adequada, logo facilita erros de análise. 
 Já a pipeta graduada apresentou um resultado abaixo do esperado por isso o 
erro percentual está negativo, tal fato pode ser consequência não ter sido calibrada 
adequadamente. Por fim a pipeta volumétrica apresentou o menor percentual de erro 
devido a sua vidraria ter marcações mais precisas. 
6. CONCLUSÃO 
Após os testes realizados chegou-se a conclusão que todos os métodos 
possuem um erro quando comparado ao “valor verdadeiro”. Isso é devido aos erros 
Vidraria Media Desvio padrão Erro percentual 
Béquer 25,5 1,99 2,37% 
Proveta 26,32 1,38 5,66% 
Pipeta Graduada 24,774 0,59 -0,54% 
Pipeta Volumétrica 24,972 0,22 0,25% 
10 
 
tanto analítico quanto aos instrumentais. Mas há meios de fazer com que esses erros 
se diminuem, utilizando instrumentos que irão trazer mais exatidão aos resultados, um 
exemplo é em volume, utiliza pipeta graduada, na qual compara à utilização do béquer 
traz uma maior exatidão. Além do fato de antes de se realizar os testar certificar-se de 
que todos os instrumentos que serão utilizados foram calibrados. 
8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
SILVA. CALIBRAÇÃO DE MATERIAIS VOLUMÉTRICOS. 2011. Disponível 
em:<http://docente.ifsc.edu.br/marco.aurelio/Material%20Aulas/Biotecnologia/Funda
mentos%20e%20Gest%C3%A3o%20de%20Laborat%C3%B3rios/Aula%20calibra%
C3%A7%C3%A3o%20de%20materiais%20volum%C3%A9tricos.pdf>. Acesso em: 
17 mar. 2019. 
NUNES, Fatima. Medição de Volumes. 2008. Disponível em: 
<http://www.notapositiva.com/old/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisi
co_quimica_trabalhos/medicaovolumes.htm>. Acesso em: 17 mar. 2019.

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