Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Prof. Ricardo Calasans
Cadeias Produtivas III
UNIDADE I
 Introdução
 Produção de café
 Produção de cana-de-açúcar
 Produção de trigo
 Produtos orgânicos
Exportações do agronegócio por mercados – 2017
Fonte: Adaptado de: https://i2.wp.com/agrolysi.com/wp-
content/uploads/2018/02/3-3.gif?fit=628%2C284&ssl=1
27,68%
17,65%
6,99%2,71%
2,57%
42,40%
China
União Europeia
Estados Unidos
Japão
Hong Kong
Outros
Agronegócio brasileiro – Saldo da Balança Comercial Brasileira
(em US$ bilhões)
Fonte: Adaptado de https://www.cnabrasil.org.br/assets/images/agronegocio_3.png
Demais produtos Agronegócio Saldo total
Agronegócio brasileiro
Evolução do PIB Brasileiro. Fonte: 
Adaptado de CEPEA -
https://i0.wp.com/agrolysi.com/wp-
content/uploads/2018/09/e.png?w=
651&ssl=1
Agronegócio brasileiro
Fonte: 
http://infogbucket.s3.amazonaws.com/
arquivos/2017/01/03/agro-online-
outline-desk.png
 As exportações do Agronegócio brasileiro em 2018 alcançaram, até maio, 
US$ 40.321.132.095, representando 43,06% das exportações totais do país 
no mesmo período.
 As importações do Agronegócio somaram US$ 5.994.825.916, o que foi 
equivalente a 8,63% das importações do Brasil até maio de 2018.
 Estes números da Balança Comercial do Agronegócio 
resultam um saldo positivo de US$ 34.326.306.179.
Agronegócio brasileiro
 O Complexo Soja está na primeira posição no ranking de produtos exportados pelo 
Agronegócio brasileiro, embarcando US$ 17.393.624.718 até maio de 2018.
 Este valor representa 43,14% das exportações totais do Agronegócio 
neste período.
 Os produtos florestais ocupam a segunda posição no ranking de exportação do 
Agronegócio brasileiro, somando US$ 5.753.094.587 até maio de 2018, participam 
com 14,27% do total exportado.
 As carnes representam 13,91% e situam-se na terceira 
posição do total exportado pelo Agronegócio, alcançando 
o valor de US$ 5.607.217.433.
Agronegócio brasileiro
 O Complexo Sucroalcooeiro, respondendo por 7,20% das exportações do 
Agronegócio, somou, até maio de 2018, US$ 2.901.145.263.
 O Café, que já foi o principal produto agrícola exportado pelo Brasil, encontra-se 
atualmente na quinta posição no ranking de exportação dos produtos do 
Agronegócio, obtendo um valor de US$ 1.883.393.296 acumulado até maio 
de 2018.
Agronegócio brasileiro
 O Estado de São Paulo, maior exportador do Agronegócio brasileiro, com US$ 
7.077.301.451 de vendas externas até maio de 2018, representou 17,55% do total 
das exportações do Agronegócio neste ano.
 Mato Grosso, somando US$ 7.048.500.552, é o segundo maior exportador 
do Agronegócio nacional, participando com 17,48% de seu total.
 O Paraná participa com 13,48% da pauta de exportação do Agronegócio, 
acumulando US$ 5.434.585.108 exportados até maio de 2018.
 O Estado do Rio Grande do Sul exportou 
US$ 5.119.953.718 em produtos do Agronegócio, 
representando 12,70% do total brasileiro.
Agronegócio brasileiro
Agronegócio brasileiro
Fonte: http://www.brasil.gov.br/economia-
e-emprego/2015/08/safra-2015-2016-de-
cana-de-acucar-deve-crescer-3-2/lavoura-
de-cana-de-acucar.jpg
Fonte: http://www.abag.com.br/media/01---novas-imagens/matieria-deci.jpg
 A expectativa é que o aumento do VBP do café se dê pelo aumento da produção, 
devendo atingir 45 milhões de sacas.
 Os preços devem se manter em patamares modestos, com uma leve tendência de 
alta, caso ocorram efeitos climáticos nos principais países concorrentes do Brasil, 
como o Vietnã.
Agronegócio brasileiro 
Fonte: 
http://rowanmarketing.com.br/s
uper_admin/Uploads/ckfinder/u
serfiles/images/11753%20SHU
TTER%20CAFE%20SACA%2
010%2012.JPG
 Para a cana-de-açúcar, o aumento do VBP é justificado tanto pela produção 
(4,5%) quanto pelos preços (5%), dando fôlego para o setor, que vinha sofrendo 
queda nos preços e na produção há alguns anos.
 Fenômenos climáticos como o El Niño acentuam as expectativas de queda na 
produção mundial, ocasionando seca nas regiões produtoras da Ásia e Oceania, e 
excesso de chuvas no Brasil.
Agronegócio brasileiro 
Fonte: 
http://www.canaonlin
e.com.br/imagens/up
loads/conteudos/201
40905083705qHWh
80bv3x.jpg
A safra de grãos 2014/2015 chegou a 209,47 milhões de toneladas, o que representa 
um aumento de 8,2% quando comparado com a safra 2013/2014, na qual foram 
produzidas 193,6 milhões de toneladas. Isso se deu devido ao:
a) Aumento das exportações para a Europa.
b) Aumento da temperatura média nas áreas de cultivo.
c) Aumento da tecnologia importada da China.
d) Aumento da área plantada de soja e milho segunda safra que, por sua vez, 
foi propiciado pelo clima favorável.
e) Aumento da demanda do mercado americano em 
consequência das fortes nevascas e alterações 
climáticas que assolaram a Califórnia.
Interatividade
 O café é sinônimo de progresso e ocupa uma parte muito importante na história 
do Brasil.
 E foi no século XVIII (1727) que entrou no país, pelo Pará, e adaptou-se facilmente 
ao clima brasileiro e instalou o seu reinado.
 Em 1830, o café já era o principal produto brasileiro de exportação.
Café
Fonte: 
http://recordriopreto.com.br/
sistema/imagem_artigo/187
56_2723707101781583933.
jpg
 Uma curiosidade é que as grandes plantações brasileiras surgiram 
de um único pé.
 Um cafeeiro de Amsterdã deu origem aos primeiros cafés plantados no Suriname, 
na Guiana e no Brasil.
 Um cafeeiro carioca também iniciou a produção nos estados do Rio de Janeiro, 
Minas Gerais e São Paulo.
 Uma única planta de Jundiaí, interior 
de São Paulo, originou os cafezais 
de Campinas e regiões circunvizinhas.
Café
Fonte: 
http://sn.uagro.com.br/static//im
g/editor/88af20d51dbadef6a1b
6c05502e6f4a5.jpg
 Os primeiros cafezais brasileiros foram, portanto, descendentes de uma única 
espécie, a Coffea arabica L. (café arábica).
 Foi apenas na década de 80 que a espécie Coffea canephora (café robusta 
ou conilon) passou a fazer parte da pauta de produção brasileira.
Café
Fonte: 
http://cdn.ruralcentro.net/1/2013/7/
12/cafe-na-saca.jpg
 Diante de diversos climas, altitudes e tipos de solo, os produtores brasileiros obtêm 
variados padrões de qualidades e aromas entre as duas espécies cultivadas, 
o café arábica e o café robusta, os quais apresentam uma grande variedade 
de linhagens.
 O café arábica (Coffea arabica L.) permite ao consumidor degustar um produto 
mais fino, requintado e de melhor qualidade.
 Originalmente produzido no oriente, este tipo de café é cultivado em altitudes 
acima de 800m.
 Predomina nas lavouras de Minas Gerais, 
São Paulo, Paraná, Bahia, Rio de Janeiro 
e, em parte, do Espírito Santo.
Café
Fonte: Ministério da Agricultura
 O café robusta ou conilon (Coffea Canephora) é usado para a fabricação de cafés 
solúveis e apresenta um sabor único, menos acidez e teor de cafeína maior.
 Predomina nas lavouras do Espírito Santo, em Rondônia e em parte da Bahia 
e de Minas Gerais.
 O Brasil desenvolve o maior programa mundial de pesquisas em café.
 Avanços significativos da cafeicultura brasileira estão relacionados a pesados 
investimentos em pesquisas em áreas importantes, como o melhoramento 
genético, biotecnologia e manejo de pragas, desenvolvidas anualmente pelo 
Consórcio Pesquisa Café, rede integrada de instituições brasileiras de pesquisa.
Café
Fonte: Ministério da Agricultura
 Devido à diversidade de regiões ocupadas pela cultura do café, o País produz 
tipos variados do produto, fato que possibilita atender às diferentes demandas 
mundiais referentes ao paladar e até aos preços. 
 Essa diversidade também permite odesenvolvimento dos mais variados blends, 
tendo como base o café de terreiro ou natural, o despolpado, o descascado, o de 
bebida suave, os ácidos, os encorpados, além de cafés aromáticos, especiais e de 
outras características.
Café
Fonte: http://4.bp.blogspot.com/-
xoVDFn9BToY/TtqeT6wIBoI/AAAAAAAA
AQQ/FdHDtfhJc4A/s1600/sacaria+caf%2
5C3%25A9.jpg
 O Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, e segundo maior 
consumidor do produto, apresenta, atualmente, um parque cafeeiro estimado 
em 2,256 milhões de hectares.
 São cerca de 287 mil produtores, predominando mini e pequenos, em 
aproximadamente 1.900 municípios, que, fazendo parte de associações e 
cooperativas, distribuem-se em 15 Estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, 
Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, 
Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.
Café
Fonte: Ministério da Agricultura
 Com dimensões continentais, o país possui uma variedade de climas, relevos, 
altitudes e latitudes que permitem a produção de uma ampla gama de tipos e 
qualidades de cafés.
 Atualmente, o café é fonte imprescindível de receita para centenas de municípios, 
além de ser o principal gerador de postos de trabalho na agropecuária nacional.
 Os expressivos desempenhos da exportação e do consumo interno de café 
implicam na sustentabilidade econômica do produtor e de sua atividade.
Café
Fonte: Ministério da Agricultura
 O Brasil, em 2014, manteve sua posição de maior produtor e exportador mundial 
de café e de segundo maior consumidor do produto. 
 A safra alcançou 45,34 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado em 15 
Estados, com destaque para Minas Gerais, que respondeu por 49,93% da 
produção nacional, seguido do Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Rondônia 
e Paraná.
Café
Fonte: 
http://sn.uagro.com.br/static//img/e
ditor/18d3fc6cdff1370eca8f6299a6
f92d56.jpg
 A produção de café arábica teve queda de 15,6%, chegando a 32,31 milhões de 
sacas. Os estados com maior redução foram Minas Gerais (-18,1%) 
e Paraná (-66,1%).
 De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as causas 
foram a forte estiagem verificada nos primeiros meses do ano, a inversão da 
bienalidade em algumas regiões e, ainda, as geadas que atingiram o Estado 
do Paraná.
 Já a produção de café robusta teve aumento de 20%, 
chegando a 13,04 milhões de sacas, com aumento na 
produtividade, renovação da cultura e clima favorável no 
Espírito Santo, principal Estado produtor da variedade.
Café
Fonte: Ministério da Agricultura
 O café representou 6,9% das exportações, que chegaram a 36,73 milhões de 
sacas de 60 kg, gerando uma receita de US$ 6,66 bilhões e ocupando a 5ª posição 
no ranking de exportações do agronegócio brasileiro.
 Os principais destinos de café verde foram Alemanha, Estados Unidos, Itália, 
Bélgica e Japão; de café solúvel: Estados Unidos, Rússia, Japão, Ucrânia e 
Canadá; e de café torrado e moído: Estados Unidos, Argentina, Japão, 
Itália e França.
Café
Fonte: Ministério da Agricultura
Os primeiros cafezais brasileiros foram:
a) Do café Arábica (Coffea arabica L.), que permite ao consumidor degustar um 
produto mais fino, requintado e de melhor qualidade.
b) Do café Robusto (Conillon), que tem um trato mais rude e pode ser cultivado 
ao nível do mar (altitudes mais baixas).
c) Do café Acaiá, sendo que ele apresenta sabor achocolatado e acidez média.
d) Do café Kona, sendo que a bebida feita com grãos de 
Kona é muito apreciada por quem gosta de cafés 
gourmet. Há quem considere este o melhor café 
do mundo.
e) Do café Bourbon, variedade da planta arábica, com 
textura achocolatada, acidez média e aroma forte.
Interatividade
 Introduzida no período colonial, a cana-de-açúcar se transformou em uma das 
principais culturas da economia brasileira.
 O Brasil não é apenas o maior produtor de cana. É também o primeiro do mundo 
na produção de açúcar e etanol e conquista cada vez mais o mercado externo com 
o uso do biocombustível como alternativa energética.
Cana-de-açúcar
Fonte: 
https://oquilombo.files
.wordpress.com/2014
/09/sugar-cane-
harvest-antigua-west-
indies-18232.jpg
 Responsável por mais da metade do açúcar comercializado no mundo, o País 
deve alcançar taxa média de aumento da produção de 3,25%, entre 2018/19, 
e colher 47,34 milhões de toneladas do produto, o que corresponde a um 
acréscimo de 14,6 milhões de toneladas em relação ao período 2007/2008. Para 
as exportações, o volume previsto para 2019 é de 32,6 milhões de toneladas.
Cana-de-açúcar
Fonte: 
http://assets0.exame.abril
.com.br/assets/images/20
10/11/19645/size_810_16
_9_agronegocio-cana-
nova.jpg
 O etanol, produzido no Brasil a partir da cana-de-açúcar, também conta com 
projeções positivas para os próximos anos, devidas principalmente ao crescimento 
do consumo interno.
 A produção projetada para 2019 é de 58,8 
bilhões de litros, mais que o dobro da registrada 
em 2008.
 O consumo interno está projetado em 50 bilhões 
de litros e as exportações em 8,8 bilhões.
Cana-de-açúcar
Fonte: 
http://www.asboasnovas.com.br/arquivos
/noticias/detalhe/amyris_2_4629.png
 A política nacional para a produção da cana-de-açúcar se orienta na expansão 
sustentável da cultura, com base em critérios econômicos, ambientais e sociais.
 O programa Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar (ZAEcana) regula o 
plantio da cana, levando em consideração o meio ambiente e a aptidão econômica 
da região.
 A partir de um estudo minucioso são estipuladas as áreas 
propícias ao plantio com base nos tipos de clima, solo, 
biomas e necessidades de irrigação.
Cana-de-açúcar
Fonte: Ministério da Agricultura
 Houve um calendário para redução gradual, até 2017, da queimada da cana-de-
açúcar em áreas onde a colheita é mecanizada, proibindo o plantio na Amazônia, 
no Pantanal, na Bacia do Alto Paraguai (BAP) e em áreas com cobertura 
vegetal nativa.
Cana-de-açúcar
Fonte: 
http://equipenews.co
m.br/wp-
content/uploads/2015
/10/cana-de-acaucar-
shutterstock_184129
811.jpg
 O setor sucroalcooleiro nacional é referência para os demais países produtores. 
A cana-de-açúcar é produzida em quase todo o País, sendo 60% em São Paulo. 
As demais zonas produtoras são Paraná, Triângulo Mineiro e Zona 
da Mata Nordestina.
 O País domina o clico completo da produção de etanol, desde a lavoura de alta 
produtividade até a instalação dos equipamentos para as destilarias que estão 
gerando esse biocombustível a partir da fermentação do caldo extraído 
da cana-de-açúcar.
Cana-de-açúcar
Fonte: Ministério da Agricultura
 Mercado brasileiro de orgânicos movimentou R$ 2,5 bi em 2016.
 A agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na cadeia agrícola brasileira.
 Em 2014, ela movimentou cerca de R$ 2 bilhões.
 O mercado nacional de orgânicos espera crescer entre 20% e 30% no ano 
que vem.
Orgânicos
Fonte: Ministério da Agricultura
 Os produtos de orgânicos agregam, em média, 30% a mais no preço quando 
comparados aos produtos convencionais, de acordo com analistas do setor.
 Atualmente, há 11.084 produtores no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos, 
gerenciado pelo Mapa.
 O banco de dados é liderado pelos estados do Rio Grande do Sul (1.554), São 
Paulo (1.438), Paraná (1.414) e Santa Catarina (999). 
Orgânicos
Fonte: Ministério da Agricultura
 A área de produção orgânica no Brasil abrange 950 mil hectares. Nela são 
produzidas hortaliças, cana-de-açúcar, arroz, café, castanha do Brasil, cacau, açaí, 
guaraná, palmito, mel, sucos, ovos e laticínios.
 O Brasil exporta para maisde 76 países.
 Os principais produtos exportados 
são açúcar, mel, oleaginosas, 
frutas e castanhas.
Orgânicos
Fonte: 
http://www.cura.
metafisica.nom.
br/images/agricu
ltura%20organic
a.png
 O selo SisOrg é obtido por meio de uma Certificação por Auditoria ou por um 
Sistema Participativo de Garantia.
 Os agricultores familiares são os únicos autorizados a realizar vendas diretas ao 
consumidor sem certificação, desde que integrem alguma organização de controle 
social cadastrada nos órgãos fiscalizadores.
Orgânicos
Fonte: http://www.organicsnet.com.br/wp-content/uploads/Selo-Org%C3%A2nico.jpg
Em relação à produção de cana-de-açúcar, o Brasil é:
a) O maior produtor de cana.
b) O primeiro do mundo na produção de açúcar.
c) O primeiro do mundo na produção de etanol.
d) Referência para os demais países produtores.
e) Todas as anteriores estão corretas.
Interatividade
 As carnes ocuparam a segunda colocação entre os produtos do agronegócio mais 
exportados pelo Brasil.
 Se comparado aos últimos anos, houve queda no valor faturado com as vendas 
desses produtos.
 Essa perda se deve, principalmente, à redução de 21,6% 
no valor exportado de carne bovina in natura e 9,9% no 
valor das vendas de carne de frango in natura.
Agronegócio brasileiro
Fonte: Ministério da Agricultura
 Para a carne de frango in natura, a redução na receita pode ter sido consequência 
de um esfriamento do mercado internacional, que causou uma queda no preço 
médio das vendas.
 Já o volume exportado pelo Brasil apresentou aumento, chegando a 3,2 milhões 
de toneladas.
 A carne de frango brasileira tem acesso a cerca de 150 
nações e atinge os 10 principais mercados importadores, 
como Japão, Arábia Saudita, e México, mercado 
recentemente aberto para o frango brasileiro.
Agronegócio brasileiro
Fonte: Ministério da Agricultura
 A carne suína também sofreu queda na receita e aumento no volume 
de exportações, no acumulado do ano.
 Para a carne suína in natura, o aumento no volume foi de 8,4%, chegando 
a 379,8 mil toneladas.
 Em receita, as vendas totalizaram US$ 974,77 milhões.
 A queda no preço internacional pode ter sido fruto da retomada da produção 
norte-americana.
 Desde 2013, os Estados Unidos vinham lutando contra 
uma epidemia de Diarreia Epidêmica Suína (PED), uma 
doença que provocou redução significativa do plantel de 
suínos do país.
Agronegócio brasileiro
Fonte: Ministério da Agricultura
Produção mundial de carnes por espécie
Anos Total Bovino Suíno Aves
Caprinos 
e ovinos
Demais
carnes
000 tm 000 tm 000 tm 000 tm 000 tm 000 tm
1965 82.304 31.854 30.781 10.650 6.316 2.703
1975 113.381 43.809 41.304 18.225 6.870 3.173
1985 149.921 47.681 58.864 31.370 8.259 3.747
1995 205.391 56.414 79.420 54.368 10.528 4,660
2005 259.132 62.145 99.064 79.820 12.517 5.587
2008 277.848 64.917 103.983 89.914 13.119 5.914
2009 283.895 65.719 106.058 93.668 12.948 5.502
2010 286.210 65.008 106.962 95.717 12.963 5.562
∆% - 2010/1965 247,7% 104,1% 247,5% 798,8% 105,2% 105,8%
Participação em porcentagem por espécies sobre a produção mundial 
de carnes
Anos Bovino Suíno Aves
Caprinos 
e ovinos
Demais
carnes
% % % % %
1965 38,7 37,4 12,9 7,7 3,3
1975 38,6 36,4 16,1 6,1 2,8
1985 31,8 39,3 20,9 5,5 2,5
1995 27,5 38,7 26,5 5,1 2,3
2005 24,0 38,2 30,8 4,8 2,2
2008 23,4 37,4 32,4 4,7 2,1
2009 23,1 37,4 33,0 4,6 1,9
2010 22,7 37,4 33,4 4,5 1,9
Câmbio e reabertura de mercados favorecerão exportações de carne 
bovina brasileira 
 A escassez de animais para reposição aumentou o custo de produção da pecuária, 
comprometendo a rentabilidade dos sistemas de recria e engorda. A reposição de 
animais é o maior componente do custo de produção do pecuarista. 
Bovinocultura de corte
Fonte: http://cdn.ruralcentro.net/1/2012/3/21/campo-
40-full.jpg?width=320&maxwidth=640
Bovinocultura de leite
Frango
 Com maior ou menor grau de participação, a carne de frango do Brasil já atinge os 
10 principais importadores mundiais. 
Frango
 O Brasil exportou 3,07 milhões de toneladas de carne de frango em média nos 
últimos anos.
Frango
Fonte: https://www.comexdobrasil.com/wp-content/uploads/2015/03/Carne-de-frango-
exportacoes-para-%C3%81frica-%C3%81sia-e-Oriente-M%C3%A9dio-665x294.jpg
 A produção brasileira de carne suína cresce a passos lentos. Apesar da adoção de 
novas tecnologias, profissionalização dos suinocultores e campanhas de marketing
para o aumento do consumo do brasileiro, o setor não passou de um crescimento 
de 2% ao ano nos últimos anos analisados. 
Suínos
Fonte: 
https://www.embrapa.br/ima
ge/journal/article?img_id=21
59644&t=1413308941689
Suínos
 Estudos e investimentos na suinocultura posicionaram o Brasil em quarto lugar 
no ranking de produção e exportação mundial de carne suína. 
 Alguns elementos como sanidade, nutrição, bom manejo da granja, produção 
integrada e, principalmente, aprimoramento gerencial dos produtores, contribuíram 
para aumentar a oferta interna e colocar o País em destaque no cenário mundial.
Suínos
Fonte: http://warural.com.br/wp-
content/uploads/2015/08/aumento-
das-exporta%C3%A7%C3%B5es-
de-carne-su%C3%ADna-
500x264.jpg
 Especialistas brasileiros também investiram na evolução genética da espécie por 
20 anos, o que reduziu em 31% a gordura da carne, 10% do colesterol e 14% de 
calorias, tornando a carne suína brasileira mais magra e nutritiva, além de 
saborosa.
Suínos
Fonte: http://www.redeprincesa.com.br/images/sized/images/uploads/pig_2-294x288.png
O componente que representa o maior custo de produção do pecuarista e que foi a 
causa do aumento do custo de produção da pecuária do Brasil é:
a) O custo da ração a base de milho.
b) O efeito do clima sobre a pastagem.
c) A escassez de animais para reposição.
d) O aumento do embargo internacional contra a carne brasileira.
e) A escassez de mão de obra especializada.
Interatividade
ATÉ A PRÓXIMA!

Mais conteúdos dessa disciplina