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Prof. Ricardo Calasans Cadeias Produtivas III UNIDADE I Introdução Produção de café Produção de cana-de-açúcar Produção de trigo Produtos orgânicos Exportações do agronegócio por mercados – 2017 Fonte: Adaptado de: https://i2.wp.com/agrolysi.com/wp- content/uploads/2018/02/3-3.gif?fit=628%2C284&ssl=1 27,68% 17,65% 6,99%2,71% 2,57% 42,40% China União Europeia Estados Unidos Japão Hong Kong Outros Agronegócio brasileiro – Saldo da Balança Comercial Brasileira (em US$ bilhões) Fonte: Adaptado de https://www.cnabrasil.org.br/assets/images/agronegocio_3.png Demais produtos Agronegócio Saldo total Agronegócio brasileiro Evolução do PIB Brasileiro. Fonte: Adaptado de CEPEA - https://i0.wp.com/agrolysi.com/wp- content/uploads/2018/09/e.png?w= 651&ssl=1 Agronegócio brasileiro Fonte: http://infogbucket.s3.amazonaws.com/ arquivos/2017/01/03/agro-online- outline-desk.png As exportações do Agronegócio brasileiro em 2018 alcançaram, até maio, US$ 40.321.132.095, representando 43,06% das exportações totais do país no mesmo período. As importações do Agronegócio somaram US$ 5.994.825.916, o que foi equivalente a 8,63% das importações do Brasil até maio de 2018. Estes números da Balança Comercial do Agronegócio resultam um saldo positivo de US$ 34.326.306.179. Agronegócio brasileiro O Complexo Soja está na primeira posição no ranking de produtos exportados pelo Agronegócio brasileiro, embarcando US$ 17.393.624.718 até maio de 2018. Este valor representa 43,14% das exportações totais do Agronegócio neste período. Os produtos florestais ocupam a segunda posição no ranking de exportação do Agronegócio brasileiro, somando US$ 5.753.094.587 até maio de 2018, participam com 14,27% do total exportado. As carnes representam 13,91% e situam-se na terceira posição do total exportado pelo Agronegócio, alcançando o valor de US$ 5.607.217.433. Agronegócio brasileiro O Complexo Sucroalcooeiro, respondendo por 7,20% das exportações do Agronegócio, somou, até maio de 2018, US$ 2.901.145.263. O Café, que já foi o principal produto agrícola exportado pelo Brasil, encontra-se atualmente na quinta posição no ranking de exportação dos produtos do Agronegócio, obtendo um valor de US$ 1.883.393.296 acumulado até maio de 2018. Agronegócio brasileiro O Estado de São Paulo, maior exportador do Agronegócio brasileiro, com US$ 7.077.301.451 de vendas externas até maio de 2018, representou 17,55% do total das exportações do Agronegócio neste ano. Mato Grosso, somando US$ 7.048.500.552, é o segundo maior exportador do Agronegócio nacional, participando com 17,48% de seu total. O Paraná participa com 13,48% da pauta de exportação do Agronegócio, acumulando US$ 5.434.585.108 exportados até maio de 2018. O Estado do Rio Grande do Sul exportou US$ 5.119.953.718 em produtos do Agronegócio, representando 12,70% do total brasileiro. Agronegócio brasileiro Agronegócio brasileiro Fonte: http://www.brasil.gov.br/economia- e-emprego/2015/08/safra-2015-2016-de- cana-de-acucar-deve-crescer-3-2/lavoura- de-cana-de-acucar.jpg Fonte: http://www.abag.com.br/media/01---novas-imagens/matieria-deci.jpg A expectativa é que o aumento do VBP do café se dê pelo aumento da produção, devendo atingir 45 milhões de sacas. Os preços devem se manter em patamares modestos, com uma leve tendência de alta, caso ocorram efeitos climáticos nos principais países concorrentes do Brasil, como o Vietnã. Agronegócio brasileiro Fonte: http://rowanmarketing.com.br/s uper_admin/Uploads/ckfinder/u serfiles/images/11753%20SHU TTER%20CAFE%20SACA%2 010%2012.JPG Para a cana-de-açúcar, o aumento do VBP é justificado tanto pela produção (4,5%) quanto pelos preços (5%), dando fôlego para o setor, que vinha sofrendo queda nos preços e na produção há alguns anos. Fenômenos climáticos como o El Niño acentuam as expectativas de queda na produção mundial, ocasionando seca nas regiões produtoras da Ásia e Oceania, e excesso de chuvas no Brasil. Agronegócio brasileiro Fonte: http://www.canaonlin e.com.br/imagens/up loads/conteudos/201 40905083705qHWh 80bv3x.jpg A safra de grãos 2014/2015 chegou a 209,47 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 8,2% quando comparado com a safra 2013/2014, na qual foram produzidas 193,6 milhões de toneladas. Isso se deu devido ao: a) Aumento das exportações para a Europa. b) Aumento da temperatura média nas áreas de cultivo. c) Aumento da tecnologia importada da China. d) Aumento da área plantada de soja e milho segunda safra que, por sua vez, foi propiciado pelo clima favorável. e) Aumento da demanda do mercado americano em consequência das fortes nevascas e alterações climáticas que assolaram a Califórnia. Interatividade O café é sinônimo de progresso e ocupa uma parte muito importante na história do Brasil. E foi no século XVIII (1727) que entrou no país, pelo Pará, e adaptou-se facilmente ao clima brasileiro e instalou o seu reinado. Em 1830, o café já era o principal produto brasileiro de exportação. Café Fonte: http://recordriopreto.com.br/ sistema/imagem_artigo/187 56_2723707101781583933. jpg Uma curiosidade é que as grandes plantações brasileiras surgiram de um único pé. Um cafeeiro de Amsterdã deu origem aos primeiros cafés plantados no Suriname, na Guiana e no Brasil. Um cafeeiro carioca também iniciou a produção nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Uma única planta de Jundiaí, interior de São Paulo, originou os cafezais de Campinas e regiões circunvizinhas. Café Fonte: http://sn.uagro.com.br/static//im g/editor/88af20d51dbadef6a1b 6c05502e6f4a5.jpg Os primeiros cafezais brasileiros foram, portanto, descendentes de uma única espécie, a Coffea arabica L. (café arábica). Foi apenas na década de 80 que a espécie Coffea canephora (café robusta ou conilon) passou a fazer parte da pauta de produção brasileira. Café Fonte: http://cdn.ruralcentro.net/1/2013/7/ 12/cafe-na-saca.jpg Diante de diversos climas, altitudes e tipos de solo, os produtores brasileiros obtêm variados padrões de qualidades e aromas entre as duas espécies cultivadas, o café arábica e o café robusta, os quais apresentam uma grande variedade de linhagens. O café arábica (Coffea arabica L.) permite ao consumidor degustar um produto mais fino, requintado e de melhor qualidade. Originalmente produzido no oriente, este tipo de café é cultivado em altitudes acima de 800m. Predomina nas lavouras de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Rio de Janeiro e, em parte, do Espírito Santo. Café Fonte: Ministério da Agricultura O café robusta ou conilon (Coffea Canephora) é usado para a fabricação de cafés solúveis e apresenta um sabor único, menos acidez e teor de cafeína maior. Predomina nas lavouras do Espírito Santo, em Rondônia e em parte da Bahia e de Minas Gerais. O Brasil desenvolve o maior programa mundial de pesquisas em café. Avanços significativos da cafeicultura brasileira estão relacionados a pesados investimentos em pesquisas em áreas importantes, como o melhoramento genético, biotecnologia e manejo de pragas, desenvolvidas anualmente pelo Consórcio Pesquisa Café, rede integrada de instituições brasileiras de pesquisa. Café Fonte: Ministério da Agricultura Devido à diversidade de regiões ocupadas pela cultura do café, o País produz tipos variados do produto, fato que possibilita atender às diferentes demandas mundiais referentes ao paladar e até aos preços. Essa diversidade também permite odesenvolvimento dos mais variados blends, tendo como base o café de terreiro ou natural, o despolpado, o descascado, o de bebida suave, os ácidos, os encorpados, além de cafés aromáticos, especiais e de outras características. Café Fonte: http://4.bp.blogspot.com/- xoVDFn9BToY/TtqeT6wIBoI/AAAAAAAA AQQ/FdHDtfhJc4A/s1600/sacaria+caf%2 5C3%25A9.jpg O Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, e segundo maior consumidor do produto, apresenta, atualmente, um parque cafeeiro estimado em 2,256 milhões de hectares. São cerca de 287 mil produtores, predominando mini e pequenos, em aproximadamente 1.900 municípios, que, fazendo parte de associações e cooperativas, distribuem-se em 15 Estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo. Café Fonte: Ministério da Agricultura Com dimensões continentais, o país possui uma variedade de climas, relevos, altitudes e latitudes que permitem a produção de uma ampla gama de tipos e qualidades de cafés. Atualmente, o café é fonte imprescindível de receita para centenas de municípios, além de ser o principal gerador de postos de trabalho na agropecuária nacional. Os expressivos desempenhos da exportação e do consumo interno de café implicam na sustentabilidade econômica do produtor e de sua atividade. Café Fonte: Ministério da Agricultura O Brasil, em 2014, manteve sua posição de maior produtor e exportador mundial de café e de segundo maior consumidor do produto. A safra alcançou 45,34 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado em 15 Estados, com destaque para Minas Gerais, que respondeu por 49,93% da produção nacional, seguido do Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Rondônia e Paraná. Café Fonte: http://sn.uagro.com.br/static//img/e ditor/18d3fc6cdff1370eca8f6299a6 f92d56.jpg A produção de café arábica teve queda de 15,6%, chegando a 32,31 milhões de sacas. Os estados com maior redução foram Minas Gerais (-18,1%) e Paraná (-66,1%). De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as causas foram a forte estiagem verificada nos primeiros meses do ano, a inversão da bienalidade em algumas regiões e, ainda, as geadas que atingiram o Estado do Paraná. Já a produção de café robusta teve aumento de 20%, chegando a 13,04 milhões de sacas, com aumento na produtividade, renovação da cultura e clima favorável no Espírito Santo, principal Estado produtor da variedade. Café Fonte: Ministério da Agricultura O café representou 6,9% das exportações, que chegaram a 36,73 milhões de sacas de 60 kg, gerando uma receita de US$ 6,66 bilhões e ocupando a 5ª posição no ranking de exportações do agronegócio brasileiro. Os principais destinos de café verde foram Alemanha, Estados Unidos, Itália, Bélgica e Japão; de café solúvel: Estados Unidos, Rússia, Japão, Ucrânia e Canadá; e de café torrado e moído: Estados Unidos, Argentina, Japão, Itália e França. Café Fonte: Ministério da Agricultura Os primeiros cafezais brasileiros foram: a) Do café Arábica (Coffea arabica L.), que permite ao consumidor degustar um produto mais fino, requintado e de melhor qualidade. b) Do café Robusto (Conillon), que tem um trato mais rude e pode ser cultivado ao nível do mar (altitudes mais baixas). c) Do café Acaiá, sendo que ele apresenta sabor achocolatado e acidez média. d) Do café Kona, sendo que a bebida feita com grãos de Kona é muito apreciada por quem gosta de cafés gourmet. Há quem considere este o melhor café do mundo. e) Do café Bourbon, variedade da planta arábica, com textura achocolatada, acidez média e aroma forte. Interatividade Introduzida no período colonial, a cana-de-açúcar se transformou em uma das principais culturas da economia brasileira. O Brasil não é apenas o maior produtor de cana. É também o primeiro do mundo na produção de açúcar e etanol e conquista cada vez mais o mercado externo com o uso do biocombustível como alternativa energética. Cana-de-açúcar Fonte: https://oquilombo.files .wordpress.com/2014 /09/sugar-cane- harvest-antigua-west- indies-18232.jpg Responsável por mais da metade do açúcar comercializado no mundo, o País deve alcançar taxa média de aumento da produção de 3,25%, entre 2018/19, e colher 47,34 milhões de toneladas do produto, o que corresponde a um acréscimo de 14,6 milhões de toneladas em relação ao período 2007/2008. Para as exportações, o volume previsto para 2019 é de 32,6 milhões de toneladas. Cana-de-açúcar Fonte: http://assets0.exame.abril .com.br/assets/images/20 10/11/19645/size_810_16 _9_agronegocio-cana- nova.jpg O etanol, produzido no Brasil a partir da cana-de-açúcar, também conta com projeções positivas para os próximos anos, devidas principalmente ao crescimento do consumo interno. A produção projetada para 2019 é de 58,8 bilhões de litros, mais que o dobro da registrada em 2008. O consumo interno está projetado em 50 bilhões de litros e as exportações em 8,8 bilhões. Cana-de-açúcar Fonte: http://www.asboasnovas.com.br/arquivos /noticias/detalhe/amyris_2_4629.png A política nacional para a produção da cana-de-açúcar se orienta na expansão sustentável da cultura, com base em critérios econômicos, ambientais e sociais. O programa Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar (ZAEcana) regula o plantio da cana, levando em consideração o meio ambiente e a aptidão econômica da região. A partir de um estudo minucioso são estipuladas as áreas propícias ao plantio com base nos tipos de clima, solo, biomas e necessidades de irrigação. Cana-de-açúcar Fonte: Ministério da Agricultura Houve um calendário para redução gradual, até 2017, da queimada da cana-de- açúcar em áreas onde a colheita é mecanizada, proibindo o plantio na Amazônia, no Pantanal, na Bacia do Alto Paraguai (BAP) e em áreas com cobertura vegetal nativa. Cana-de-açúcar Fonte: http://equipenews.co m.br/wp- content/uploads/2015 /10/cana-de-acaucar- shutterstock_184129 811.jpg O setor sucroalcooleiro nacional é referência para os demais países produtores. A cana-de-açúcar é produzida em quase todo o País, sendo 60% em São Paulo. As demais zonas produtoras são Paraná, Triângulo Mineiro e Zona da Mata Nordestina. O País domina o clico completo da produção de etanol, desde a lavoura de alta produtividade até a instalação dos equipamentos para as destilarias que estão gerando esse biocombustível a partir da fermentação do caldo extraído da cana-de-açúcar. Cana-de-açúcar Fonte: Ministério da Agricultura Mercado brasileiro de orgânicos movimentou R$ 2,5 bi em 2016. A agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na cadeia agrícola brasileira. Em 2014, ela movimentou cerca de R$ 2 bilhões. O mercado nacional de orgânicos espera crescer entre 20% e 30% no ano que vem. Orgânicos Fonte: Ministério da Agricultura Os produtos de orgânicos agregam, em média, 30% a mais no preço quando comparados aos produtos convencionais, de acordo com analistas do setor. Atualmente, há 11.084 produtores no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos, gerenciado pelo Mapa. O banco de dados é liderado pelos estados do Rio Grande do Sul (1.554), São Paulo (1.438), Paraná (1.414) e Santa Catarina (999). Orgânicos Fonte: Ministério da Agricultura A área de produção orgânica no Brasil abrange 950 mil hectares. Nela são produzidas hortaliças, cana-de-açúcar, arroz, café, castanha do Brasil, cacau, açaí, guaraná, palmito, mel, sucos, ovos e laticínios. O Brasil exporta para maisde 76 países. Os principais produtos exportados são açúcar, mel, oleaginosas, frutas e castanhas. Orgânicos Fonte: http://www.cura. metafisica.nom. br/images/agricu ltura%20organic a.png O selo SisOrg é obtido por meio de uma Certificação por Auditoria ou por um Sistema Participativo de Garantia. Os agricultores familiares são os únicos autorizados a realizar vendas diretas ao consumidor sem certificação, desde que integrem alguma organização de controle social cadastrada nos órgãos fiscalizadores. Orgânicos Fonte: http://www.organicsnet.com.br/wp-content/uploads/Selo-Org%C3%A2nico.jpg Em relação à produção de cana-de-açúcar, o Brasil é: a) O maior produtor de cana. b) O primeiro do mundo na produção de açúcar. c) O primeiro do mundo na produção de etanol. d) Referência para os demais países produtores. e) Todas as anteriores estão corretas. Interatividade As carnes ocuparam a segunda colocação entre os produtos do agronegócio mais exportados pelo Brasil. Se comparado aos últimos anos, houve queda no valor faturado com as vendas desses produtos. Essa perda se deve, principalmente, à redução de 21,6% no valor exportado de carne bovina in natura e 9,9% no valor das vendas de carne de frango in natura. Agronegócio brasileiro Fonte: Ministério da Agricultura Para a carne de frango in natura, a redução na receita pode ter sido consequência de um esfriamento do mercado internacional, que causou uma queda no preço médio das vendas. Já o volume exportado pelo Brasil apresentou aumento, chegando a 3,2 milhões de toneladas. A carne de frango brasileira tem acesso a cerca de 150 nações e atinge os 10 principais mercados importadores, como Japão, Arábia Saudita, e México, mercado recentemente aberto para o frango brasileiro. Agronegócio brasileiro Fonte: Ministério da Agricultura A carne suína também sofreu queda na receita e aumento no volume de exportações, no acumulado do ano. Para a carne suína in natura, o aumento no volume foi de 8,4%, chegando a 379,8 mil toneladas. Em receita, as vendas totalizaram US$ 974,77 milhões. A queda no preço internacional pode ter sido fruto da retomada da produção norte-americana. Desde 2013, os Estados Unidos vinham lutando contra uma epidemia de Diarreia Epidêmica Suína (PED), uma doença que provocou redução significativa do plantel de suínos do país. Agronegócio brasileiro Fonte: Ministério da Agricultura Produção mundial de carnes por espécie Anos Total Bovino Suíno Aves Caprinos e ovinos Demais carnes 000 tm 000 tm 000 tm 000 tm 000 tm 000 tm 1965 82.304 31.854 30.781 10.650 6.316 2.703 1975 113.381 43.809 41.304 18.225 6.870 3.173 1985 149.921 47.681 58.864 31.370 8.259 3.747 1995 205.391 56.414 79.420 54.368 10.528 4,660 2005 259.132 62.145 99.064 79.820 12.517 5.587 2008 277.848 64.917 103.983 89.914 13.119 5.914 2009 283.895 65.719 106.058 93.668 12.948 5.502 2010 286.210 65.008 106.962 95.717 12.963 5.562 ∆% - 2010/1965 247,7% 104,1% 247,5% 798,8% 105,2% 105,8% Participação em porcentagem por espécies sobre a produção mundial de carnes Anos Bovino Suíno Aves Caprinos e ovinos Demais carnes % % % % % 1965 38,7 37,4 12,9 7,7 3,3 1975 38,6 36,4 16,1 6,1 2,8 1985 31,8 39,3 20,9 5,5 2,5 1995 27,5 38,7 26,5 5,1 2,3 2005 24,0 38,2 30,8 4,8 2,2 2008 23,4 37,4 32,4 4,7 2,1 2009 23,1 37,4 33,0 4,6 1,9 2010 22,7 37,4 33,4 4,5 1,9 Câmbio e reabertura de mercados favorecerão exportações de carne bovina brasileira A escassez de animais para reposição aumentou o custo de produção da pecuária, comprometendo a rentabilidade dos sistemas de recria e engorda. A reposição de animais é o maior componente do custo de produção do pecuarista. Bovinocultura de corte Fonte: http://cdn.ruralcentro.net/1/2012/3/21/campo- 40-full.jpg?width=320&maxwidth=640 Bovinocultura de leite Frango Com maior ou menor grau de participação, a carne de frango do Brasil já atinge os 10 principais importadores mundiais. Frango O Brasil exportou 3,07 milhões de toneladas de carne de frango em média nos últimos anos. Frango Fonte: https://www.comexdobrasil.com/wp-content/uploads/2015/03/Carne-de-frango- exportacoes-para-%C3%81frica-%C3%81sia-e-Oriente-M%C3%A9dio-665x294.jpg A produção brasileira de carne suína cresce a passos lentos. Apesar da adoção de novas tecnologias, profissionalização dos suinocultores e campanhas de marketing para o aumento do consumo do brasileiro, o setor não passou de um crescimento de 2% ao ano nos últimos anos analisados. Suínos Fonte: https://www.embrapa.br/ima ge/journal/article?img_id=21 59644&t=1413308941689 Suínos Estudos e investimentos na suinocultura posicionaram o Brasil em quarto lugar no ranking de produção e exportação mundial de carne suína. Alguns elementos como sanidade, nutrição, bom manejo da granja, produção integrada e, principalmente, aprimoramento gerencial dos produtores, contribuíram para aumentar a oferta interna e colocar o País em destaque no cenário mundial. Suínos Fonte: http://warural.com.br/wp- content/uploads/2015/08/aumento- das-exporta%C3%A7%C3%B5es- de-carne-su%C3%ADna- 500x264.jpg Especialistas brasileiros também investiram na evolução genética da espécie por 20 anos, o que reduziu em 31% a gordura da carne, 10% do colesterol e 14% de calorias, tornando a carne suína brasileira mais magra e nutritiva, além de saborosa. Suínos Fonte: http://www.redeprincesa.com.br/images/sized/images/uploads/pig_2-294x288.png O componente que representa o maior custo de produção do pecuarista e que foi a causa do aumento do custo de produção da pecuária do Brasil é: a) O custo da ração a base de milho. b) O efeito do clima sobre a pastagem. c) A escassez de animais para reposição. d) O aumento do embargo internacional contra a carne brasileira. e) A escassez de mão de obra especializada. Interatividade ATÉ A PRÓXIMA!