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TAREFA 4.2 Caso Clínico 1: Paciente O. E., 58 anos, vendedor, não tabagista, não etilista,hipertenso há 8 anos, obeso, sedentário, chegou a emergência aparentando muita ansiedade. Relatou dor torácica, dispnéia, palpitações, fadiga, e tonteira. Foram realizados exames laboratoriais bem como eletrocardiograma e foi diagnosticado Infarto Agudo do Miocárdio. O paciente encontra-se na fase 1 da RCPM, aplica-se ao paciente internado, por descompensação clínica de natureza cardiovascular e metabólica. De acordo com o caso clínico, sendo considerado paciente instável fisiologicamente, com contra indicações à preescrição de atividades físicas. Essa fase inicia-se após o paciente ter sido compensado clinicamente. Deve predominar a combinação de exercícios físicos de baixa intensidade, entretanto essa fase é pouco comum o papel do educador físico, ficando então sobre responsabilidade dos outros profissionais da equipe multidisciplinar ( médico, fisioterapeuta, enfermeiro, nutricionista e psicólogo). Caso Clínico 2: Paciente J W, 62 anos, contabilsta, etilista, diabético, chegou ao pronto-socorro, com angina, dispnéia, tontura e arritmias cardíacas, teve um episodio de I.A.M há dois anos. Foram realizados exames laboratoriais bem como eletrocardiograma e foi diagnosticado Infarto Agudo do Miocárdio. Três dias após a cirurgia o paciente teve alta. Agora, após 5 anos ele encontra-se em fase de reabilitação cardíaca. O paciente encontra-se na fase 4 da RCPM, sendo uma fase de longo prazo e duração indefinida e não necessariamente supervisionada, porém Como profissional de educação física, adequaria um programa de exercício físico mais apropriado, com preescrições de carga de exercícios que atenda as necessidades individuais, com objetivo de manutenção e aumento da aptidão física, com a realização de no mínimo de 2 sessões de condicionamento físico, contendo etapas de aquecimento, parte principal e volta a calma .Como parte principal exercícios de TRP ( Treinamento Resistido com Pesos),visando a capacidade de força muscular , pois esse fenômeno é uma das principais causas da perda da autonomia de ação em idosos. Envolvendo também capacidades de flexibilidade, resistência, equilíbrio, coordenação motora, percepção motora e sinestésica. Exercícios de ergômetro ( bicicleta , esteira), com intensidade e carga baseado nos parâmetros de testes ergométricos , após cada avaliação médica , realizada anualmente. Como volta a calma, atividades lúdicas. Caso Clínico 3: M.A., 75 anos, aposentado, obeso, sedentário, hipertenso, tabagista e com colesterol alto, Relata dor retroesternal em opressão, com irradiação para o pescoço e membro superior esquerdo além de sudorese e palidez. Apresenta histórico familiar de doença coronariana. Após exames foi diagnosticado supradesnivelamento do segmento ST e estreitamento de 80% da artéria aorta. Depois de ser levado para o centro cirurgico, foi submetido a cirurgia para colocação de stents e após o 5 dias de internação teve alta hospitalar. O paciente encontra-se na fa se 2 da RCPM , é a primeira etapa extra-hospitalar, inicia-se imediatamente após a alta. Como profissional de educação física, supervisionava um programa de atividade física individualizado, com intensidade, duração, freqüência e modalidade adequada ao perfil. Com objetivos de melhoria da função cardiovascular, força, endurance e flexibilidade. Com recursos de monitoração cardíaca ( frequêncimetro), e verificação de PA , dentre outros recursos tornando a atividade segura e prazerosa. Educando o paciente quanto aos benefícios da pratica regular de atividade física, estimulando a mudança no estilo de vida . Contribuindo o mais breve retorno do paciente às suas atividades sociais e laborais, nas melhores condições físicas e emocionais possíveis.