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RUGAS E ENVELHECIMENTO CUT+éNEO

Slides de aula sobre envelhecimento cutâneo: distinção crono x fotoenvelhecimento; teorias (telômeros); radicais livres, estresse oxidativo e antioxidantes; alterações histológicas da pele e fatores desencadeantes.

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14/10/2015 
1 
ENVELHECIMENTO 
CUTÂNEO 
ENVELHECIMENTO 
 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
2 
ENVELHECIMENTO 
 
Profª Elisangela Sampaio 
ENVELHECIMENTO CUTÂNEO 
Crono x Fotoenvelhecimento 
14/10/2015 
3 
Teorias do envelhecimento 
 
Profª Elisangela Sampaio 
TELÔMEROS 
• Partes terminais dos cromossomos eucarióticos, 
foram implicados nas alterações que ocorrem 
como consequência do envelhecimento 
cronológico. 
• A cada divisão celular, o comprimento dos 
telômeros humanos diminui. 
• Mesmo no fibroblasto cutâneos relativamente 
inativos, mas de 30% do comprimento dos 
telômeros são perdidos durante a vida adulta. 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
4 
Telômeros: Guardiões da Vida 
• O que mantém a estabilidade do material 
genético de geração em geração? 
• Por cerca de 60 anos, a ciência buscou a resposta 
para essa pergunta aparentemente simples, mas 
com importantes conseqüências. 
• Ela foi encontrada na extremidade dos 
cromossomos, em um trecho de DNA que pode 
ser comparado à fita plástica que sela as pontas 
dos cadarços de um sapato. 
Profª Elisangela Sampaio 
 
 
 
 Complexos de DNA - proteínas que se encontram 
nas extremidades dos cromossomas lineares; 
 Formados por repetidas sequências simples de 
DNA: 5’ TTAGGG 3’ 
 Protege e caracteriza as extremidades 
cromossómicas: 
 diferenciadas das quebras cromossómicas 
 não sofrem processos de reparação 
The Cell; 3ª Edição; Cooper, G.; pág. 193 
 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
5 
TELÔMEROS 
Profª Elisangela Sampaio 
Telômero 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
6 
Radical Livre 
• São substâncias tóxicas produzidas pelo 
organismo que, em condições normais, ele 
próprio se encarrega de neutralizar. 
• Porém, quando o nível dessas substâncias 
aumenta, ocorre um acúmulo de impurezas 
que pode gerar desde cansaço até doenças 
degenerativas, como osteoporose e câncer. 
 
 
Profª Elisangela Sampaio 
DEFINIÇÃO 
 
 
 
 
...sendo uma molécula altamente instável, 
tendo uma vida média muito curta (medida 
em microssegundos) e tentando parear-se a 
qualquer preço (através do paramagnetismo), 
retirando elétrons, assim, de moléculas 
estáveis... Assim, trata-se de uma molécula 
destrutiva!!! 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
7 
O que produz radicais livres? 
 • São produtores: oxigênio, alimentos que contêm 
agrotóxicos, aditivos, estresse, cigarro, álcool, 
radiação, algumas drogas químicas sintéticas, 
transplantes de pele ou de órgãos, toxicidade 
por metais pesados, poluição, isquemia etc. 
• Esses elementos gerarão o processo oxidativo ou 
o estresse oxidativo, que pode variar desde a 
injúria celular até a morte, passando por vários 
estágios, desde sintomas clínicos, 
envelhecimento, doença degenerativa até doença 
auto-imune. 
 
 
Profª Elisangela Sampaio 
Estresse Oxidativo 
• O estresse oxidativo pode ser definido 
como o desequilíbrio entre a formação e 
remoção de agentes oxidantes no 
organismo, decorrente da geração 
excessiva de espécies reativas de oxigênio 
(EROs) e/ou diminuição de 
antioxidantes endógenos. 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
8 
Antioxidantes 
 
• Antioxidantes são substâncias que reagem e 
neutralizam as formas reduzidas do oxigênio a 
que são: superóxido, peróxido de hidrogênio e 
radical hidroxila. Alguns antioxidantes são 
produzidos por nosso próprio corpo e outros - 
como as vitaminas C, E e o betacaroteno - são 
ingeridos. 
• A definição mais simples de antioxidante é: toda 
substância que impede outra substância de ser 
oxidada. 
 
Profª Elisangela Sampaio 
Envelhecimento Cutâneo 
• O envelhecimento cutâneo é um fenômeno 
fisiológico, progressivo e irreversível, 
caracterizado basicamente pelo declínio 
funcional e estrutural desse órgão. O 
processo de envelhecimento cronológico, 
também chamado de intrínseco, está 
diretamente relacionado com 
características genéticas, podendo ser 
modificado por fatores externos. 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
9 
Profª Elisangela Sampaio 
Histologia do envelhecimento 
cutâneo 
• Aplainamento da interfece epiderme-
derme 
• Modificações da estrutura fibrilar da 
derme 
O colágeno sofre modificações e torna-se 
mais espesso. 
As fibras de elastina tendem à calcificação 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
10 
Modificações da pele com o 
envelhecimento 
 
Profª Elisangela Sampaio 
Fatores desencadeantes 
Fotoenvelhecimento. 
 
Excesso de mímica facial (desgaste das 
fibras elásticas) 
 
Exageros: fumo álcool, stress, má-
alimentação hábitos desregrados, etc. 
 
Profª Elisangela Sampaio 
14/10/2015 
11 
FOTOENVELHECIMENTO 
• Engloba as alterações cutâneas resultantes da 
exposição prolongada ao sol, que se superpõem 
ao envelhecimento cronológico da pele. 
• É resultante da lesão cumulativa provocada pela 
radiação ultravioleta (UV). 
• A radiação UV (comprimentos de onda na faixa de 100 a 400 nm) 
representa apenas 5% da radiação solar da terra. 
 
Profª Elisangela Sampaio 
Profª Elisangela Sampaio 
Características 
gerais do 
envelhecimento 
cutâneo 
• As inclemências do tempo 
associadas a exposição às 
variações das condições 
atmosféricas (temperaturas, 
luz solar, vento, baixa 
umidade) aceleram o 
processo de senescência 
celular. 
14/10/2015 
12 
Manifestações Clínicas e 
Histológicas do Envelhecimento 
• Manifestaçoes clinicas são a: 
• xerose, frouxidão, rítides (rugas), flacidez, e 
o aparecimento de várias neoplasias 
benignas, como ceratoses seborreícas. 
Profª Elisangela Sampaio 
RÍTIDES (RUGAS) 
• Fatores intrínsecos que afetam as estruturas 
faciais e contribuem para a formação das rugas 
são: 
• Alterações dos músculos da expressão 
• Perda da gordura subcutânea 
• Força gravitacional persistente 
• Reduções dos ossos e das cartilagens faciais. 
 
Profª Elisangela Sampaio 
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13 
RÍTIDES 
• Histologicamente: 
• A epiderme mostra-se atrófica em virtude 
da redução da taxa de renovação 
epidérmica. 
• Há reabsorção da rede de fibras elásticas 
no plano subepidérmico e a derme reticular 
tem feixes de colágeno atróficos. 
Profª Elisangela Sampaio 
RÍTIDES (RUGAS) 
• Na derme , os fibroblasto remanescentes 
mostram-se contraídos; 
• Alterações na estrutura do tecido conjuntivo, que 
refletem a redução da síntese de colágeno e os 
níveis aumentados das metaloproteinases; 
• Alguns autores evidenciaram uma correlação 
entre as alterações degenerativas das fibras 
elásticas da derme e a menopausa. 
 
Profª Elisangela Sampaio 
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14 
Envelhecimento 
• Da derme morfologicamente se 
caracteriza por uma diminuição da sua 
espessura em torno de 20%, que é 
responsável pelo aspecto, adelgaçado 
quase trasnparente, comparável ao papel 
de cigarro, da pele do idoso.As células, 
principalmente os fibroblastos, diminuem. 
A rede vascular está comprometida. 
Envelhecimento 
Típico padrão da pele delgada 
considerando-se uma papila 
dérmica, de profundidade normal, 
onde se vê um plexo elaunínico de 
onde partem fibras oxitalânicas em 
direção à membrana basal da 
epiderme e para onde chegam 
fibras elásticas profundas da 
derme. 
FIGURA 4.1.A 
14/10/2015 
15 
Envelhecimento 
Estádio I – as fibras oxitalânicas 
mostram-se tortuosas – primeiras 
alterações do envelhecimento 
FIGURA 4.1.B 
Envelhecimento 
Estádio II – papila dérmica maisbaixa, plexo elaunínico mais 
desagregado e as fibras 
oxitalânicas em fase de 
desaparecimento mostram 
nodulações 
FIGURA 4.1.C 
14/10/2015 
16 
Envelhecimento 
Estádio III – fragmentos de 
fibras oxitalânicas e restos de 
plexos elaunínico; papila 
dérmica mais rasa do que no 
estádio anterior 
FIGURA 4.1.D 
Envelhecimento 
Estádio IV – derme papilar 
desprovida de fibra da parte inferior 
da derme reticular (elaunínicas ainda 
exibem aspecto de plexo); as fibras 
elásticas, mais profundas estão 
espessadas. 
Figura 4.1.E 
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17 
Envelhecimento 
Figura 4.1 F 
Estádio V – aplainamento das 
papilas e conseqüente 
retificação da junção 
demorepidérmica; presença de 
material amorfo ocupando 
zona desprovida de fibras da 
derme papilar, as fibras 
reticular mostram-se 
espessadas, com nítida 
degeneração. 
Profª Elisangela Sampaio 
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RUGAS-RITIDES 
Diminuição da gordura subcutânea + degeneração 
das fibras elásticas + menor velocidade de troca e 
oxigenação dos tecidos levando a desidratação da 
pele. 
 
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Classificação do Envelhecimento 
Facial 
Rugas 
 Poucas lesões são tão temidas como as rugas. Entretanto, o 
mecanismo exato de sua formação não é totalmente 
elucidado. 
 
As Rugas, segundo Tsuji e cols., são divididas: 
• Rugas Superficiais: desaparecem quando estiramos a pele. 
• Rugas Profundas e Permanentes(incluindo os sulcos): não 
desaparecem quando estiramos a pele. 
RUGAS 
 
As Rugas são classificadas por Lapiere e Pierard em: 
• Grau I: rugas de expressão, formadas pela contração dos 
músculos faciais de expressão, sem alteração 
dermoepidérmica. 
• Grau II: rugas finas ou ondulações, com alteração 
dermoepidémica. Deve-se ao adelgaçamento da epiderme e 
derme superior, configurando um tipo de tecido parecido com 
papel de cigarro que se dobra com facilidade 
• Grau III – dobras, pregas ou rugas gravitacionais, com 
alteração dermoepidérmica e do subcutâneo. Deve-se à queda 
da pele e dos músculos adjacentes, causada pela força da 
gravidade. 
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CLASSIFICAÇÃO DE GLOGAU 
LESÃO DESCRIÇÃO CARACTERÍSTICAS 
Tipo I (discreta) Sem rugas 
Fotoevelhecimento precoce 
• discreta alterações na pigmentação 
• sem ceratoses 
• rugas mínimas 
Idade do paciente - 20 ou 30 
• maquiagem mínima ou nenhuma 
• cicatrização mínima de acne 
Tipo II (moderada) " Rugas ao movimento" 
Fotoevelhecimento precoce a moderado 
• lentigos senis precoces visíveis 
• ceratoses palpáveis mas não-visíveis 
• linha paralela ao sorriso começando a aparecer 
Idade do paciente - 30 ou 40 
• em geral aspecto algo cansado 
• cicatrização disreta de acne 
Tipo III (avançada) " Rugas em repouso" 
Fotoenvelhecimento avançado: 
• discromia óbvia 
• ceratoses visíveis 
• rugas presentes mesmo sem movimentos 
Idade do paciente - 50 ou mais 
• aspectos abatido, sempre cansado 
• cicatriz de acne que a maquiagem não encobre 
Tipo IV (grave) "Apenas rugas" 
Foto envelhecimento grave: 
• pele amarelo-acizentado 
• lesões malignas cutâneas anteriores 
• rugas por toda parte, sem pele normal 
Idade do paciente - 60 ou 70 
• a maquiagem não pode ser usada (endurece e quebra) 
• cicatriz de acne grave. 
 
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14/10/2015 
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REGIÃO FRONTAL 
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23 
REGIÃO GLABELAR 
REGIÃO PERIORBICULAR 
14/10/2015 
24 
REGIÃO NASOGENIANO(NARIZ) 
14/10/2015 
25 
REGIÃO MALAR (BOCHECHAS) 
14/10/2015 
26 
REGIÃO PERIORAL 
14/10/2015 
27 
REGIÃO MENTONIANA 
14/10/2015 
28 
REGIÃO CERVICAL 
14/10/2015 
29 
Profª Elisangela Sampaio

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