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AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL 
Auditoria – Aula 7 
Rodrigo Fontenelle 
1 
Continuidade Operacional 
 
Continuidade Operacional (NBC TA 570) 
De acordo com o pressuposto de 
continuidade operacional, a entidade é vista 
como continuando em operação em futuro 
previsível. 
 
As demonstrações contábeis, para fins 
gerais, são elaboradas com base na 
continuidade operacional, a menos que a 
administração pretenda liquidar a entidade 
ou interromper as operações, ou não tenha 
nenhuma alternativa realista além dessas. 
 
Quando o uso do pressuposto de 
continuidade operacional é apropriado, 
ativos e passivos são registrados 
considerando que a entidade será capaz de 
realizar seus ativos e liquidar seus passivos 
no curso normal dos negócios. 
 
A avaliação, pela administração, da 
capacidade de continuidade operacional, 
envolve exercer um julgamento, em 
determinado momento, sobre resultados 
futuros incertos de eventos ou condições, 
observados os seguintes fatores: 
 
 o grau de incerteza aumenta 
significativamente quanto mais 
distante no futuro ocorrer o evento ou 
condição, ou o correspondente 
resultado; 
 o tamanho e a complexidade da 
entidade, a natureza e a condição de 
seu negócio e o grau em que ela é 
afetada por fatores externos afetam o 
julgamento; 
 qualquer julgamento sobre o futuro é 
baseado em informações disponíveis 
na época em que o julgamento é 
feito. 
 
Na ausência de informações ao contrário, a 
preparação das DCs presume a 
continuidade da empresa em regime 
operacional por um período previsível não 
inferior a 12 meses, a partir da data das 
demonstrações contábeis. 
 
 
 
Responsabilidade do auditor 
A responsabilidade do auditor é obter 
evidência de auditoria suficiente sobre a 
adequação do uso, pela administração, do 
pressuposto de continuidade operacional na 
elaboração e apresentação das 
demonstrações contábeis e expressar uma 
conclusão sobre se existe incerteza 
significativa sobre a capacidade de 
continuidade operacional. 
 
O auditor não pode prever esses eventos ou 
condições futuras. Consequentemente, a 
ausência de qualquer referência à incerteza 
de continuidade operacional, no relatório do 
auditor independente, não pode ser 
considerada uma garantia da capacidade de 
continuidade operacional. 
 
Se as demonstrações contábeis foram 
elaboradas com base na continuidade 
operacional, mas no julgamento do auditor, 
o uso do pressuposto de continuidade 
utilizado pela administração é inapropriado, 
o auditor deve expressar uma opinião 
adversa, independentemente das 
demonstrações contábeis incluírem ou não a 
divulgação dessa inadequação. 
 
Se for feita divulgação adequada nas 
demonstrações contábeis, o auditor deve 
expressar uma opinião sem ressalvas e 
incluir um parágrafo de ênfase em seu 
relatório para: 
 
(a) destacar a existência de incerteza 
significativa relacionada ao evento ou 
à condição que pode levantar dúvida 
significativa quanto à capacidade de 
continuidade operacional; e 
(b) chamar a atenção para a nota 
explicativa às demonstrações 
contábeis que divulga os assuntos 
referentes à continuidade operacional 
da empresa. 
 
Se não for feita divulgação adequada nas 
demonstrações contábeis, o auditor deve 
expressar uma opinião com ressalva ou 
adversa, conforme apropriado. 
 
 
 
 
 
 
 
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AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL 
Auditoria – Aula 7 
Rodrigo Fontenelle 
2 
 
Exemplos de eventos ou condições que 
podem levantar dúvida significativa quanto 
ao pressuposto de continuidade operacional: 
Financeiro 
 
 Patrimônio líquido negativo (passivo 
a descoberto). 
 Indicações de retirada de suporte 
financeiro por credores. 
 Fluxos de caixa operacionais 
negativos indicados por 
demonstrações contábeis históricas 
ou prospectivas. 
 Principais índices financeiros 
adversos. 
 Prejuízos operacionais significativos 
ou deterioração significativa do valor 
dos ativos usados para gerar fluxos 
de caixa. 
 Incapacidade de pagar credores nas 
datas de vencimento. 
 
Exemplos de eventos ou condições que 
podem levantar dúvida significativa quanto 
ao pressuposto de continuidade operacional: 
Operacional 
 
 Intenções da administração de 
liquidar a entidade ou interromper as 
operações. 
 Perda de pessoal chave da 
administração sem reposição. 
 Perda de mercado importante, 
clientes importantes, franquia, 
licença, ou principais fornecedores. 
 Dificuldades na manutenção de mão-
de-obra. 
 Falta de suprimentos importantes. 
 Surgimento de concorrente 
altamente competitivo. 
 
Exemplos de eventos ou condições que 
podem levantar dúvida significativa quanto 
ao pressuposto de continuidade operacional: 
Outros 
 
 Descumprimento de exigências de 
capital, incluindo outras exigências 
legais. 
 Processos legais ou regulatórios 
pendentes contra a entidade que 
podem, no caso de perda, resultar 
em indenização que a entidade 
provavelmente não terá capacidade 
de saldar. 
 Mudanças de legislação, 
regulamentação ou política 
governamental, que supostamente 
afetam a entidade de maneira 
adversa. 
 Catástrofe não segurada ou 
segurada por valor inferior, quando 
de sua ocorrência. 
 
EXERCÍCIOS 
 
1 - (ESAF / ANA / 2009) - No processo de 
auditoria independente, deve-se : 
 
(A) garantir a viabilidade futura da entidade. 
(B) dividir a responsabilidade entre a equipe 
técnica e o auditor. 
(C) abolir o uso de práticas consagradas 
pela Profissão Contábil. 
(D) certificar a continuidade da empresa 
pelos próximos 5 anos. 
(E) emitir o parecer com assinatura de 
contador devidamente registrado. 
 
2 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - O 
auditor da empresa Encerramento S.A. 
obteve evidências da incapacidade de 
continuidade da entidade, nos próximos 
6 meses. Dessa forma, deve o auditor: 
 
a) informar, em parágrafo de ênfase no 
parecer, os efeitos da situação na 
continuidade operacional da empresa de 
forma que os usuários tenham adequada 
informação sobre a situação. 
b) emitir parecer com ressalva, limitando o 
escopo dos trabalhos pelas restrições 
financeiras apresentadas pela atividade. 
c) emitir parecer com abstenção de opinião 
por não conseguir determinar a posição 
econômica e financeira da empresa. 
 
 
 
 
 
 
 
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AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL 
Auditoria – Aula 7 
Rodrigo Fontenelle 
3 
d) emitir parecer sem ressalva, mas 
estabelecendo que a empresa apresente as 
demonstrações contábeis, de forma a 
divulgar os valores dos ativos e passivos por 
valor de realização. 
e) relatar em parecer adverso os efeitos no 
patrimônio que o processo de 
descontinuidade ocasiona, trazendo os 
valores dos ativos e passivos, a valor de 
realização. 
 
3 - (ESAF / SEFAZ/SP - APOFP / 2009) - 
Ao avaliar o pressuposto de continuidade 
operacional da entidade auditada, o 
auditor deve lançar mão de indicações 
que, isoladamente ou não, possam 
sugerir dificuldades na continuação 
normal dos negócios. Entre tais 
indicações, não se inclui: 
 
a) incapacidade financeira de a entidade 
pagar seus credores nos vencimentos. 
b) alteração na política econômica 
governamental que afete a todos os 
segmentos produtivos. 
c) existência de passivo a descoberto 
(Patrimônio Líquido negativo). 
d) posição negativa do Capital Circulante 
(deficiência de Capital Circulante). 
e) falta de capacidade financeira dos 
devedores em saldar seus compromissos 
com a entidade. 
 
4 - (ESAF/Pref. Natal/AFTM/2008) - No 
processo de auditoria independente, 
deve-se: 
 
A) garantir a viabilidade futura da entidade. 
B) dividir a responsabilidade entre a equipe 
técnica e o auditor. 
C) abolir ouso de práticas consagradas pela 
Profissão Contábil. 
D) certificar a continuidade da empresa 
pelos próximos 5 anos. 
E) emitir o parecer com assinatura de 
contador devidamente registrado. 
 
5 - (ESAF / SEFAZ-RN / 2005) - Na 
constatação de evidências de riscos na 
continuidade normal das atividades da 
entidade, o auditor independente deverá 
emitir parecer: 
 
a) com abstenção de opinião. 
b) sem ressalva e sem parágrafo de ênfase. 
c) com ressalva e com parágrafo de ênfase. 
d) sem ressalva e com parágrafo de ênfase. 
e) adverso e com parágrafo de ênfase. 
 
6 - (ESAF / SEFAZ-RN / 2005) - Para 
dimensionar se a empresa terá 
continuidade de suas atividades, o 
auditor deve avaliar se haverá 
normalidade nas operações da empresa 
pelo período de: 
 
a) seis meses após a data das 
demonstrações contábeis. 
b) dois anos após a data das demonstrações 
contábeis. 
c) um ano após a publicação das 
demonstrações contábeis. 
d) seis meses após a publicação das 
demonstrações contábeis. 
e) um ano após a data das demonstrações 
contábeis. 
 
7 - (FGV / SEFAZ-RJ – Analista de CI / 
2011) - Uma empresa de auditoria, às 
vésperas de emitir seu parecer de 
auditoria sem ressalvas para a empresa 
Alfa, recebe informação de que a matriz 
de Alfa entrou em processo de 
descontinuidade. Nessa situação, o 
auditor : 
 
(A) deve alterar seu parecer para a 
modalidade “adverso”. 
(B) deve alterar seu parecer para a 
modalidade “com ressalvas”. 
(C) deve alterar seu parecer para a 
modalidade “com abstenção de opinião”. 
(D) deverá renunciar ao trabalho. 
(E) deverá emitir parecer sem ressalvas. 
 
Representações Formais 
 
Representações Formais (NBC TA 580) 
 
Definição: 
 
É uma declaração escrita pela 
administração, fornecida ao auditor, para 
confirmar certos assuntos ou suportar outra 
evidência de auditoria. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Auditoria – Aula 7 
Rodrigo Fontenelle 
4 
Representações formais, neste contexto, 
não incluem as demonstrações contábeis, 
as afirmações nelas contidas ou livros e 
registros comprobatórios. 
Embora forneçam evidência de auditoria 
necessária, as representações formais, 
sozinhas, não fornecem evidência de 
auditoria apropriada e suficiente a respeito 
de nenhum dos assuntos dos quais tratam. 
 
O auditor deve solicitar à administração que 
forneça representação formal: 
• de que ela cumpriu a sua 
responsabilidade pela elaboração das 
demonstrações contábeis de acordo com 
a estrutura de relatório financeiro 
aplicável, incluindo quando relevante a 
adequada apresentação; 
• de que forneceu ao auditor 
todas as informações e permitiu os 
acessos necessários conforme 
entendimentos nos termos do trabalho de 
auditoria; e 
• que todas as transações 
foram registradas e estão refletidas nas 
demonstrações contábeis. 
 
Quando o auditor entender que é necessário 
obter uma ou mais representações formais 
para corroborar outras evidências de 
auditoria relevantes para as demonstrações 
contábeis ou para uma ou mais afirmações 
específicas nas demonstrações contábeis, 
ele deve solicitar tais representações 
formais. 
 
A data das representações formais deve ser 
tão próxima quanto praticável, mas não 
posterior à data do relatório do auditor sobre 
as demonstrações contábeis. 
As representações formais devem ter a 
forma de carta de representação dirigida ao 
auditor. 
Se as representações formais forem 
incompatíveis com outras evidências de 
auditoria, o auditor deve executar 
procedimentos de auditoria para tentar 
solucionar o assunto. 
Se a administração não fornecer uma ou 
mais das representações formais solicitadas, 
o auditor deve: 
 
(a) discutir o assunto com a 
administração; 
(b) reavaliar a integridade da 
administração e avaliar o efeito que isso 
pode ter sobre a confiabilidade das 
representações (verbais ou escritas) e da 
evidência de auditoria em geral; 
e 
(c) tomar ações apropriadas, 
determinando o possível efeito sobre a sua 
opinião no relatório de auditoria. 
 
Se o auditor concluir que as representações 
formais não são confiáveis, ele deve tomar 
ações apropriadas, inclusive determinar o 
possível efeito na sua opinião no relatório de 
auditoria. 
O auditor deve abster-se de emitir opinião 
no relatório sobre as demonstrações 
contábeis se: 
 
(a) o auditor concluir que há dúvida 
suficiente a respeito da integridade da 
administração, de tal modo que as 
representações formais não sejam 
confiáveis; ou 
(b) a administração não fornecer as 
representações formais exigidas. 
 
Segundo a NBC TA 210, quando a 
administração não reconhecer sua 
responsabilidade, ou não concordar em 
fornecer as representações formais, não 
seria apropriado que o auditor aceitasse o 
trabalho de auditoria, a menos que seja 
exigido por lei ou regulamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Representações Formais (NBC TA 580) 
Modelo de Representação Formal 
 
8 - (FCC / ISS-SP / 2012) - A carta de 
responsabilidade da administração da 
empresa auditada responsabiliza: 
 
A) a diretoria financeira e a de controladoria. 
B) o conselho de administração e o conselho 
fiscal. 
C) a diretoria executiva. 
D) o conselho de administração. 
E) a governança e a administração. 
 
9 - (FCC / ISS-SP / 2012) - A empresa 
Resistente S.A. não concordou em 
apresentar a carta de responsabilidade 
da administração. Nesse caso, o auditor: 
 
A) não deve aceitar o trabalho, em qualquer 
situação, ainda que exigido por lei. 
B) deve denunciar a empresa aos órgãos 
competentes e recusar a auditoria. 
C) deve aceitar o trabalho, estabelecendo a 
limitação de escopo e evidenciando a recusa 
no relatório da auditoria. 
D) não deve aceitar o trabalho a menos que 
seja exigido por lei ou regulamento. 
E) deve ressalvar o parecer, apresentando 
nota de ênfase em qualquer situação. 
 
10 - (FCC / TRE-CE / 2012) - A empresa 
Resistente S.A. não concordou em 
apresentar a carta de responsabilidade 
da administração. Nesse caso, o auditor: 
 
A) não deve aceitar o trabalho, em qualquer 
situação, ainda que exigido por lei. 
B) deve denunciar a empresa aos órgãos 
competentes e recusar a auditoria. 
C) deve aceitar o trabalho, estabelecendo a 
limitação de escopo e evidenciando a recusa 
no relatório da 
auditoria. 
D) não deve aceitar o trabalho a menos que 
seja exigido por lei ou regulamento. 
E) deve ressalvar o parecer, apresentando 
nota de ênfase em qualquer situação. 
 
11 - (FCC / SEFAZ-SP / 2009) - A carta de 
responsabilidade da administração é um 
documento que compõe os papéis de 
auditoria. Dessa forma, NÃO seria seu 
objetivo: 
 
A) impedir que o auditor possa ser 
processado societária ou criminalmente. 
B) delimitar as responsabilidades do auditor 
independente e da administração. 
C) dar maior credibilidade às informações 
verbais recebidas durante a auditoria. 
D) dar garantia ao auditor independente 
quanto às suas responsabilidades, após a 
publicação das demonstrações. 
E) atender as normas de auditoria 
independente. 
 
12 - (FCC / SEFAZ-PB / 2006) - Identifique 
entre os eventos abaixo aquele que a 
única evidência de auditoria é a carta de 
responsabilidade da administração. 
 
A) Manutenção de um investimento 
específico como investimento de Longo 
Prazo. 
B) Comprovação das responsabilidades e 
alçadas de cada Diretor. 
C) Existência de processos cíveis, 
trabalhistas e tributários contra a empresa. 
D) Confirmação da existência física de bens 
do Ativo Imobilizado. 
E) Saldo das Contas relativas a Tributos da 
empresa Ativos e Passivos de Curto e 
Longo Prazo. 
 
13 - (ESAF / RECEITAFEDERAL / 2009) - 
O auditor, ao realizar auditoria na 
empresa Construção S.A., aplicou todos 
os procedimentos de auditoria 
necessários ao trabalho, realizando os 
trabalhos em conformidade com as 
normas de auditoria. Ao solicitar a carta 
de responsabilidade da administração da 
empresa, esta deve ser emitida na data: 
 
a) de encerramento das demonstrações 
contábeis. 
b) do término dos relatórios de revisão. 
c) da publicação das demonstrações 
contábeis. 
d) de emissão do parecer dos auditores. 
e) em que o auditor finalizar os trabalhos em 
campo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Auditoria – Aula 7 
Rodrigo Fontenelle 
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14 - (ESAF / SEFAZ/SP - APOFP / 2009) - 
Sempre que não possa ter expectativa 
razoável quanto à existência de outra 
evidência de auditoria pertinente, deve o 
auditor obter declarações por escrito da 
administração, sobre os assuntos 
significativos para as Demonstrações 
Contábeis, por meio da (o) chamada (o): 
 
a) Carta de Representação da 
Administração. 
b) Circularização dos Consultores Jurídicos. 
c) Carta de Responsabilidade da 
Administração. 
d) Termo de Diligência. 
e) Carta de Conforto. 
 
15 - (ESAF / SUSEP / 2006) - A ação a ser 
praticada pelo auditor, quando da recusa 
por parte da administração da empresa 
auditada na apresentação de cartas de 
declarações de responsabilidade é: 
 
a) emitir parecer com ressalva ou com 
abstenção de opinião. 
b) emitir parecer sem ressalva, desde que 
conste das notas explicativas. 
c) emitir um parecer com abstenção de 
opinião ou adverso. 
d) recusar os trabalhos, e não emitir nenhum 
parecer. 
e) emitir um parecer sem ressalva ou 
adverso. 
 
Contingências 
 
Contingências (NBC TG 25) 
 
Provisão é um passivo de prazo ou de valor 
incertos. 
 
Passivo é uma obrigação presente da 
entidade, derivada de eventos já ocorridos, 
cuja liquidação se espera que resulte em 
saída de recursos da entidade capazes de 
gerar benefícios econômicos. 
 
Ativo contingente é um ativo possível que 
resulta de eventos passados e cuja 
existência será confirmada apenas pela 
ocorrência ou não de um ou mais eventos 
futuros incertos não totalmente sob controle 
da entidade. 
 
Passivo contingente é uma obrigação 
possível que resulta de eventos passados e 
cuja existência será confirmada apenas pela 
ocorrência ou não de um ou mais eventos 
futuros incertos não totalmente sob controle 
da entidade; ou uma obrigação presente que 
resulta de eventos passados, mas que não é 
reconhecida porque: 
 
• não é provável que uma saída de 
recursos que incorporam benefícios 
econômicos seja exigida para liquidar a 
obrigação; ou 
• o valor da obrigação não pode ser 
mensurado com suficiente 
confiabilidade. 
 
 
A administração da entidade é a 
responsável pela adoção de políticas e 
procedimentos para identificar, avaliar, 
contabilizar e/ou divulgar, adequadamente, 
os passivos não registrados e as 
contingências. 
 
Entretanto, o auditor deve considerar alguns 
procedimentos na realização de um exame 
para identificar passivos não registrados e 
contingências ativas ou passivas, e 
assegurar-se de sua adequada 
contabilização e/ou divulgação nas 
demonstrações contábeis examinadas. 
 
Com respeito aos passivos não-registrados 
e às contingências, o auditor deve, entre 
outras coisas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Auditoria – Aula 7 
Rodrigo Fontenelle 
7 
a)indagar e discutir com a administração a 
respeito das políticas e dos procedimentos 
adotados para identificar, avaliar e 
contabilizar e/ou divulgar os passivos não-
registrados e as contingências; 
 
b) obter, formalmente, da administração uma 
descrição das contingências na data de 
encerramento das Demonstrações 
Contábeis. 
 
c) obter representação formal da 
administração, contendo a lista de 
consultores ou assessores jurídicos que 
cuidam do assunto. 
 
16 - (FCC / ISS-SP / 2012) - A empresa 
Terceserv S.A. possui prejuízos fiscais 
decorrentes de resultados negativos 
apurados nos últimos dois anos no valor 
de R$ 1.000.000,00. Opera em Mercado 
extremamente competitivo e não há por 
parte da administração expectativa de 
obtenção de lucros nos próximos 5 anos. 
A empresa aposta na qualidade dos 
serviços prestados para superar a 
concorrência e começar a gerar lucro. 
Como não há prescrição do crédito 
tributário, a empresa constituiu provisão 
ativa para reconhecimento do crédito. 
Nesse caso, o auditor externo deve: 
 
(A) ressalvar o relatório de auditoria, mesmo 
que o valor seja irrelevante, uma vez que a 
empresa infringe regra contábil e fiscal. 
(B) abster-se de emitir o relatório de 
auditoria, em virtude de não atender aos 
pronunciamentos contábeis vigentes. 
(C) solicitar que a empresa reverta o 
lançamento, caso a empresa não atenda 
ressalvar o relatório de auditoria. 
(D) manter o lançamento, uma vez que o 
crédito é devido, e emitir relatório de 
auditoria sem ressalva ou ênfase. 
(E) recomendar que seja apropriado parte 
para o resultado do período, uma vez que o 
benefício já é devido, e emitir relatório de 
auditoria sem ressalva. 
 
17 - (FCC / TCE AM / 2012) – O auditor 
externo da empresa Pública S.A. 
(entidade de economia mista) elaborou a 
revisão das contingências trabalhistas, 
cíveis e tributárias constatando a 
seguinte posição de probabilidades de 
perdas: 
Prováveis R$ 100.000,00 
Possíveis R$ 50.000,00 
Remotas R$ 30.000,00 
Ao examinar as provisões constituídas e 
notas explicativas e considerando as 
normas vigentes pertinentes a 
contingências, para 
validar as demonstrações contábeis com 
relação a esses fatos, deverá contar que 
a empresa: 
 
(A) não reconheceu provisões, visto que 
empresas públicas e entidades de economia 
mista não estão sujeitas à contestação 
judicial. 
(B) reconheceu, no passivo, provisões no 
valor de R$ 180.000,00. 
(C) reconheceu, no passivo, provisões no 
valor de R$ 150.000,00 e apresentou nota 
explicativa, evidenciando as contingências 
remotas no valor de R$ 30.000,00. 
(D) reconheceu, no passivo, provisões no 
valor de R$ 100.000,00 e evidenciou, em 
nota explicativa, o valor de R$ 50.000,00, 
relativo às possíveis perdas. 
(E) reconheceu, no passivo, provisões no 
valor de R$ 100.000,00 e evidenciou em 
nota explicativa. 
 
18 - (FCC / SEFAZ/SP - APOFP / 2010) - 
NÃO pode ser entendida e contabilizada 
como provisão para contingência a 
provisão para: 
 
a) danos ambientais. 
b) autuações fiscais. 
c) indenizações trabalhistas. 
d) garantias de produtos. 
e) 13o salário e férias. 
 
19 - (FGV / SEFAZ-RJ – Analista de CI / 
2011) - Em resposta a uma circularização, 
os advogados da entidade auditada 
assim classificaram as chances de perda 
nos processos judiciais em que aquela 
(auditada) era ré: 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Auditoria – Aula 7 
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8 
 
 
Considerando a situação acima e 
sabendo que o contador adotou os 
procedimentos corretos, consoante a 
regulamentação do CFC para estimativas 
e contingências, o auditor deverá 
certificar-se de que (sabendo que os 
saldos são relevantes): 
 
(A) não foram mencionados quaisquer dos 
valores acima, uma vez que ainda não 
houve decisão judicial definitiva. 
(B) apenas as contingências fiscais devem 
ser contabilizadas. 
(C) todas as contingências acima devem ser 
contabilizadas. 
(D) em relação à contingência trabalhista 
enquadrada como remota, não deve ser feito 
registro no balanço patrimonial nem ser 
mencionada em notas explicativas. 
(E) a contingência trabalhista classificada 
como provável não deve ser contabilizada. 
 
20 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014)– O 
auditor independente da Companhia RR 
identificou, nos seus testes, que há uma 
obrigação possível de um passivo 
contingente significativo que pode 
requerer, mas provavelmente não irá 
requerer, uma saída de recursos. 
 
O tratamento dado pela Companhia a 
essa situação foi de não reconhecer 
nenhuma provisão e de não fazer 
divulgação alguma relacionada a esse 
passivo contingente. Qual a 
recomendação do auditor nessa 
situação? 
 
A) Propor a provisão no passivo. 
B) Concordar com a posição da Companhia. 
C) Propor a provisão no passivo e a sua 
divulgação em nota explicativa. 
D) Propor a divulgação em nota explicativa. 
E) Comunicar aos órgãos reguladores. 
 
21 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014) – 
Assinale a alternativa que não 
representa, em uma auditoria, uma fonte 
de informação para identificação de 
possíveis contingências tributárias. 
 
A) Relatório com opinião modificada dos 
auditores independentes do ano anterior. 
B) Nota explicativa sobre riscos contingentes 
passivos considerados possíveis, porém não 
provisionados. 
C) Relatório de consultoria tributária. 
D) Resposta da confirmação externa do 
saldo disponível nos bancos. 
E) Autuação fiscal do ano anterior. 
 
22 - (CETRO / ISS-SP / 2014) - Um Auditor 
Independente, auditando as 
demonstrações financeiras de um cliente 
no ano de 2013, notou que, no ano de 
2012, a empresa deixou de reconhecer 
uma despesa de depreciação no valor de 
R$18.000,00. 
 
Notou, também, que uma provisão para 
pagamento de processos trabalhistas no 
valor de R$25.000,00, contabilizada em 
2012, deve ter o seu valor revertido, pois o 
departamento jurídico da empresa informou 
que, segundo novas informações do 
processo, a perda desse valor é remota, não 
justificando mais a sua contabilização. O 
acerto dessas duas operações em 2013 
causará o seguinte impacto no resultado 
líquido da empresa: 
 
(A) aumento de R$43.000,00. 
(B) aumento de R$18.000,00. 
(C) redução de R$43.000,00. 
(D) aumento de R$25.000,00. 
(E) redução de R$25.000,00. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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QUESTÕES EXTRAS 
 
23 - (COPS / ICMS-PR / 2012) - Quanto à 
continuidade normal dos negócios da 
empresa auditada, assinale a alternativa 
que apresenta, corretamente, a 
responsabilidade do auditor. 
 
a) Apresentar parágrafo de ênfase no 
relatório de auditoria eximindo-se da 
responsabilidade da continuidade dos 
negócios da empresa auditada, por ser esta 
uma responsabilidade da administração. 
b) Determinar um período mínimo de 
continuidade operacional da empresa 
auditada, contado da data de elaboração e 
apresentação das demonstrações contábeis, 
e expressar em seu relatório a certeza 
quanto à capacidade de continuidade 
operacional. 
c) Obter evidência de que a entidade 
auditada não venha a sofrer solução de 
continuidade, no mínimo cinco anos 
contados da data das demonstrações 
contábeis objeto da auditoria. 
d) Obter dos administradores uma carta de 
responsabilidade com o objetivo de garantir 
a permanência da entidade auditada no 
mercado por período não inferior a um ano, 
a contar da data do balanço objeto da 
auditoria. 
e) Obter suficiente evidência de auditoria 
sobre a adequação do uso pela 
administração do pressuposto de 
continuidade operacional na elaboração e 
apresentação das demonstrações contábeis, 
e expressar uma conclusão sobre a 
existência de incerteza significativa quanto à 
capacidade de continuidade operacional. 
 
24 - (CETRO / ISS-SP / 2014) - Um Auditor 
Independente, ao analisar a continuidade 
dos negócios de seu cliente, deparou-se 
com as seguintes situações: 
I. existe a grande probabilidade de perda de 
um fornecedor estratégico para a atividade 
da empresa. 
II. a empresa está com dificuldades de 
substituir o Diretor Financeiro e o de 
Produção que pediram demissão da 
empresa. 
III. a empresa apresenta Passivo a 
Descoberto. 
Com base nas situações acima, considera-
se um indicador financeiro de 
descontinuidade o que está contido em: 
 
(A) I e II, apenas. 
(B) II e III, apenas. 
(C) II, apenas. 
(D) I e III, apenas. 
(E) III, apenas. 
 
25 - (FUNDATEC / CAGE-RS / 2014) – De 
acordo com a NBC TA 570 – 
Continuidade Operacional, quando a 
entidade apresenta incerteza relevante 
em relação a sua continuidade, mas o 
auditor conclui que o pressuposto de 
continuidade sustentado pela 
administração é apropriado, o auditor 
deve: 
 
a) Estar satisfeito sobre a adequação das 
informações prestadas em notas explicativas 
e incluir um parágrafo de ênfase sobre a 
incerteza, fazendo menção da nota 
explicativa que trata do assunto. 
b) Avaliar se as notas explicativas divulgam 
toda a informação requerida pela norma, e, 
em caso positivo, ressalvar sua opinião, 
chamando a atenção dos usuários sobre a 
incerteza de continuidade. 
c) Avaliar se as notas explicativas divulgam 
toda a informação requerida pela norma, e, 
em caso positivo, incluir parágrafo de outros 
assuntos. 
d) Emitir sua opinião sem qualquer 
modificação ou parágrafo de ênfase ou de 
outros assuntos, já que conclui que o 
pressuposto de continuidade continua 
válido. 
e) Emitir opinião adversa. 
 
26 - (VUNESP/CESP/2009) - Na hipótese 
de haver evidências de riscos na 
continuidade normal dos negócios da 
entidade, o auditor independente deve: 
 
(A) solicitar a rescisão do contrato de 
prestação dos serviços de auditoria, 
cobrando antecipadamente pelos serviços já 
executados. 
(B) informar os órgãos competentes sobre o 
risco na continuidade, sobretudo a comissão 
de valores mobiliários. 
 
 
 
 
 
 
 
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(C) contatar os credores para que eles 
acionem a justiça para solicitar a falência da 
entidade. 
(D) enumerar as causas que levaram a 
entidade à situação atual e solicitar 
imediatas providências para que tais fatos 
não voltem a ocorrer. 
(E) avaliar os possíveis efeitos nas 
demonstrações contábeis, especialmente 
quanto à realização dos ativos. 
 
27 - (ESAF/SEFAZ-MG/2005/adaptada) - O 
não fornecimento, pela administração da 
empresa auditada, das Representações 
Formais exigidas ao auditor 
independente caracteriza: 
 
A) limitação de escopo. 
B) impossibilidade de auditoria. 
C) suspensão da auditoria. 
D) fraude em auditoria. 
E) a renúncia ao trabalho. 
 
28 - (ESAF/SEFAZ-MG/2005/adaptada) - O 
auditor, ao não solicitar representações 
formais relativas às responsabilidades da 
administração à empresa auditada, não 
estaria atendendo: 
 
A) ao conteúdo da documentação de 
auditoria. 
B) aos princípios contábeis brasileiros. 
C) ao processo de emissão de parecer 
adequado. 
D) às demonstrações contábeis. 
E) aos procedimentos ligados aos testes de 
superavaliação. 
 
29 - (ESAF / AFRFB / 2003) - Dos 
objetivos a seguir relacionados, qual não 
corresponde aos objetivos do auditor na 
obtenção da Carta de Responsabilidade 
da Administração. 
 
a) Atender às normas contábeis geralmente 
aceitas. 
b) Obter evidência auditorial por escrito. 
c) Delimitar as responsabilidades do auditor 
e da administração. 
d) Dar mais confiabilidade às informações 
verbais obtidas. 
e) Atender às normas de auditoria 
independente. 
 
30 - (FUNDATEC/SEFAZ-RS/2014) – O 
auditor independente da Companhia DS 
recebeu a recusa da administração em 
fornecer as representações formais exigidas 
e a permissão aos acessos necessários, 
conforme entendimentos nos termos do 
trabalho de auditoria, e foi informado que 
todas as transações foram registradas e 
estão refletidas nas demonstrações 
contábeis. 
 
Diante dessa situação, o auditor deve: 
 
A) Emitir opinião adversa no relatório sobreas demonstrações contábeis. 
B) Emitir opinião com ressalva no relatório 
sobre as demonstrações contábeis. 
C) Abster-se de emitir opinião no relatório 
sobre as demonstrações contábeis. 
D) Emitir opinião sem ressalva no relatório 
sobre as demonstrações contábeis e 
informar aos responsáveis pela governança. 
E) Convocar uma assembleia geral. 
 
31 - (CETRO / ISS-SP / 2014) - O Auditor 
Independente, ao verificar as 
demonstrações financeiras da empresa 
AUDITADA S/A, verificou que a empresa 
mantém valores depositados em juízo no 
montante aproximado de R$2.150 mil, 
relacionados, principalmente, a 
processos trabalhistas, para os quais não 
possui informações suficientes para 
justificar a sua manutenção como ativo, 
além de estar envolvida em processos 
trabalhistas classificados como perdas 
prováveis por seus consultores legais em 
montante aproximado de R$950 mil, para 
os quais não mantém provisão para 
perdas, sendo as distorções relevantes 
para a empresa. 
Na opinião do Auditor, exceto pelos 
possíveis efeitos do assunto citado 
anteriormente, os demonstrativos 
financeiros da empresa AUDITADA S/A 
apresentam adequadamente, em todos os 
aspectos relevantes, a posição 
patrimonial e financeira da empresa. 
 
32. (CETRO / ISS-SP / 2014) – 
Com base nas informações descritas, é 
correto afirmar que o Auditor 
 
 
 
 
 
 
 
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Independente deverá emitir, ao final do 
seu trabalho, um relatório de auditoria: 
 
(A) sem ressalvas. 
(B) com abstenção de opinião. 
(C) com parágrafo de ênfase. 
(D) com ressalva. 
(E) com negativa de opinião. 
 
33- (CETRO / ISS-SP / 2014) - Quanto aos 
procedimentos que devem ser 
executados pelo Auditor Independente, 
no que diz respeito aos passivos não 
registrados e às contingências, analise 
as assertivas abaixo. 
 
I. Indagar e discutir com a administração a 
respeito das políticas e dos procedimentos 
adotados para identificar, avaliar e 
contabilizar e/ou divulgar os passivos não 
registrados e as contingências. 
II. Examinar os documentos em poder do 
cliente, vinculados aos passivos não 
registrados e às contingências, incluindo 
correspondências e faturas de consultores 
jurídicos. 
III. Obter, formalmente, da administração, 
uma descrição das contingências na data do 
encerramento das Demonstrações 
Contábeis e para o período que abrange 
essa data e a data de emissão do parecer 
de Auditoria sobre essas demonstrações, 
incluindo a identificação dos assuntos sob 
os cuidados profissionais de consultores 
jurídicos. 
É correto o que se afirma em: 
 
(A) I e II, apenas. 
(B) I e III, apenas. 
(C) II e III, apenas. 
(D) III, apenas. 
(E) I, II e III. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GABARITO 
 
1. E 
2. A 
3. B 
4. E 
5. D 
6. E 
7. E 
8. E 
9. D 
10. D 
11. A 
12. A 
13. D 
14. C 
15. A 
16. C 
17. D 
18. E 
19. D 
20. D 
21. D 
22. D 
23. E 
24. E 
25. A 
26. E 
27. A 
28. A 
29. A 
30. C 
31. D 
32. D 
33. E

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