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Cavidade da Boca
Prof. Saulo Yamim Novelino
Cavidade da Boca
A boca é a primeira parte do sistema digestório, comunicando com meio externo e a faringe (orofaringe).
Dividida em:
 Vestíbulo da boca: processos alveolares e arcos dentais 
 Cavidade própria da boca
Limites da cavidade bucal: 
 Anterior: lábios,
 Posterior: istmo da garganta (abertura posterior da boca),
 Superior: palato – duro e mole 
 Inferior: assoalho – m. milo hioide 
 Lateral: bochechas – m. bucinador
Lábios
Os lábios possuem cinco camadas:
 cutânea (pele): presença de glândulas sebáceas e sudoríparas. 
 tela subcutânea (subcutânea) – tecido conectivo.
 muscular: parede, relação com o músculo orbicular da boca.
 submucosa: presença de glândulas salivares e vasos sanguíneos. 
 mucosa: porção interna (camada de revestimento). 
Aspecto externo da boca (lábios)
Limites:
Lábio superior:
 Superiormente: nariz (narinas),
 Lateralmente: sulco nasolabial (início
na asa do nariz) (1),
 Medialmente: filtro* (sulco raso e vertical) (2)
* Tubérculo do lábio superior 
Lábio Inferior:
 Inferiormente: sulco labiomentoniano (ruga presente nos adultos) (3)
 Ângulo da boca: encontro dos lábios (comissura dos lábios) (4) 
4
1
2
3
Rima da boca (5)
Limite interno dos lábios
 Freio do lábio superior 1
 Gengiva 2
 Mucosa alveolar 3
 Junção mucogêngival 4
 Papila interdental 5
 Freio lateral (brida) 6
 Freio do lábio inferior 7 
 Fórnice (fundo) do vestíbulo 8 
6
7
8
Bochechas
Limite lateral da cav. bucal 
Aspectos externos 
 m. bucinador 
 corpo adiposo da bochecha 
 ducto parotídeo
 m. zigomático maior 
 m. risório 
Bochechas
Aspecto interno 
 Prega pterigomandibular* (4) 
* Formada pelo ligamento pterigomandibular.
Importante ponto de referência para anestesia do n. alveolar inferior. 
 Istmo da garganta: arcos 2 e 3. Teto: úvula 1 (palato mole) 
Bochechas
Aspecto interno 
 Na altura do 2° molar superior é observado a presença da papila parotídea: proteção da desembocadura do ducto parotídeo (2). 
1
2
3
Vestíbulo
Mucosa alveolar:
Não queratinizada, delgada e vermelha. Permite grande mobilidade por ligação a uma submucosa frouxa.
Gengiva: 
Mucosa especializada, firme, queratinizada e bem aderida (gengiva aderida), de aspecto pontilhado pela tração de fascículos colágenos, que ligam fortemente ao osso (B).
Vestíbulo
Em continuação a gengiva, a papila interdental (gengiva livre), móvel e lisa porção que circunda o colo do dente. 
Sulco gengival: porção livre da gengiva, que não se insere ao dente. De profundidade variável de 1 mm em média.
É pela papila interdental que a gengiva vestibular se continua com a gengiva lingual. 
Palato
Sinônimo de teto da cavidade da boca e assoalho da cavidade nasal.
Dividido em duas partes:
 palato duro: palato ósseo,
 palato mole ou véu palatino: composto por músculos e tecido fibroso.
Palato Duro
Mucoperiósteo: mucosa que reveste o palato duro, espessa e unida ao periósteo ósseo do palato. (1)
Rafe palatina (2): vestígio da união embrionária das maxilas que se terminam adiante numa saliência lisa e oval a papila incisiva* (3).
*Importante relação clínica, ela recobre a emergência do nervo nasopalatino (causando dor ou hipoestasia).
3
2
1
Palato Duro
Pregas palatinas transversas ou rugas palatinas (1): posicionado no terço anterior do palato duro, de número variável, com função de prender o alimento contra a língua durante a mastigação.
Nos desdentados ou edentados possível formação de calos hipertróficos.
?
1
Músculos do Palato Mole 
Aponeurose palatina: lâmina fibrosa que se prende na borda livre do palato ósseo. Esta aponeurose é uma expansão da inserção dos músculos do palato. 
 m. tensor do véu palatino 
 m. levantador do véu palatino
 m. palatoglosso
 m. palatofaríngeo
 m. úvula 
Músculos do Palato Mole 
M. Palatoglosso – 1
O: Aponeurose palatina
I: Região posterior da língua
Inervação: n. vago 
Ação: Eleva a língua, auxilia no estreitamento do istmo da garganta. 
1
M. Palatofaríngeo – 2
O: Aponeurose palatina
I: Superfície posterolateral da faringe
Inervação: n. vago 
Ação: Eleva a faringe e estreita o istmo da garganta. 
Músculos do Palato Mole 
2
Músculos do Palato Mole 
M. Úvula – 3
O: Espinha nasal posterior
I: Mucosa da úvula
Inervação: n. vago 
Ação: Movimenta a úvula.
3
Músculos do Palato Mole 
M. Tensor do véu palatino – 4
O: Fossa escafoide
I: Hâmulo pterigoideo e na aponeurose palatina
Inervação: ramo do n. mandibular do trigêmeo
Ação: Torna tenso o palato mole.
4
Músculos do Palato Mole 
M. Levantador do véu palatino – 5
O: Região inferior da parte petrosa do temporal
I: Aponeurose palatina
Inervação: n. vago
Ação: Eleva o palato mole.
5
Assoalho da Boca
Coberto por mucosa (1) com inicio na gengiva lingual e continua como mucosa*.
 *Esta mucosa é delgada, vermelha, translúcida e frouxamente fixada aos planos profundos.
1
2
OBS: A mucosa do soalho se continua com a mucosa da língua (2).
Soalho da Boca
Freio da língua (1): prega mucosa mediana que se destaca quando a língua se eleva até o palato duro.
Carúncula sublingual (2): elevação localizada anteriormente ao freio da língua. Neste ponto se abre o ducto da glândula submandibular.
1
2
Prega sublingual (3): elevação formada pela proeminência da glândula sublingual e do ducto da glândula submandibular.
3
Soalho da Boca
Abaixo da mucosa são encontradas estruturas:
 m. milo hioideo 1
 m. genioglosso 2
 glândula submandibular 3 
 glândula sublingual 4
 ducto submandibular 5
 n. lingual 6
1
4
2
3
5
6
Língua
Músculos extrínsecos:
m. genioglosso 1:
O: Espinha mentoniana (porção superior),
I: Ápice, dorso e raiz da língua,
Inervação: n. hipoglosso,
Ação: Abaixa a língua, protrai e retrai a mesma.
1
Língua
Músculos extrínsecos:
m. hioglosso 2:
O: Corno maior e corpo do osso hioide,
I: Região lateral da língua,
Inervação: n. hipoglosso,
Ação: Abaixa a língua e auxilia na retração da mesma.
2
Língua
Músculos extrínsecos:
m. estiloglosso 3:
O: Processo estiloide,
I: Região posterolateral da língua,
Inervação: n. hipoglosso,
Ação: Retrai e eleva o lado da língua.
3
Língua
Músculos extrínsecos:
m. palatoglosso 4:
O: Aponeurose palatina,
I: Região posterolateral da língua,
Inervação: n. glossofaríngeo,
Ação: Eleva a língua e abaixa o palato da mesma forma, auxilia no estreitamento do istmo da garganta.
4
Língua
Dois terços anteriores: 
 dorso (1) e margem (2), 
 face inferior (3), 
 ápice (4).
Terço posterior: base ou raiz (5). 
5
4
2
3
1
Língua
Dois terços anteriores: 
Face Inferior da Língua:
Prega franjada (1): prega ondulada, que recobre a veia profunda da língua,
Glândula lingual anterior (2): próximo ao seu ápice, 
Freio lingual (3): prega mucosa mediana.
1
3
1
3
2
?
Língua
Sulco terminal (1): separa o terço posterior dos dois terços anterior, de forma de V (valada).
Tonsila lingual (2): terço posterior (raiz de língua), voltada para faringe (orofaringe), tecido linfoide, formando saliências superficiais.
2
1
Língua
Papilas linguais: 
 papila circunvaladas (1): maiores papilas, enfileiradas à frete do sulco terminal. Abrem canais de glândulas salivares serosas e calículos gustatórios.
 papilas fungiformes (2): logo menores que as circunvaladas, possuem também calículos gustatórios.
Em vivos se distingue por pontos vermelhos luminosos.
2
1
OBS: região inervada pelo nervo lingual 
Língua
Papilas linguais: 
 papilas filiformes (3): distribuídas pelo dorso da língua. Longas e estreitas, não possuem calículos gustatórios, com a presença de corpúsculos do tato.
 papilas folhadas (4): com presença de calículos gustatórios na porção posterior da margem da língua.
Sulco mediano - 5
3
4
5
Língua
Relação Gustativa e Nervosa
Glândulas Salivares 
Funções da saliva:
 Umedecimento da cavidade bucal e do alimento (lubrificaçãodo alimento), 
 Participa na 1° etapa da digestão: presença de enzimas que degradam (quimicamente) os alimentos com base de polissacarídeos,
 Proporciona ambiente da cavidade bucal limpo (autóclise): pelo meio úmido,
 Facilita os movimentos do lábios, bochechas e língua (auxilia na fala),
 Importante na prevenção da formação de cáries dental. 
Glândulas que abrem no vestíbulo
Glândula Parótida
Maior glândula salivar, recobre o m. masseter, normalmente apresenta uma extensão anterior conhecida como glândula parótida acessória *. 
A glândula parótida é dividida em lóbulos e um envoltório fascial cervical (fáscia parotídea), formando um compartimento fechado responsável por intensa dor num processo inflamatório. 
Glândulas que abrem no vestíbulo
Glândula Parótida
Ducto parotídeo:
Trajeto: Iniciando na substância da glândula (1) através de numerosos ramos, cruza o m. masseter (2) paralelo em um centímetro e meio do arco zigomático (3). Contorna a borda anterior do m. masseter, perfurando o corpo adiposo da bochecha (4) e da mesma forma o m. bucinador (5) para se abrir no vestíbulo da boca, próximo ao segundo molar superior através da papila parotídea (6).
6
3
1
4
5
2
*
Glândulas que abrem no vestíbulo
Glândulas labiais (1)
Numerosas e pequenas glândulas que situam na submucosa dos lábios superior e inferior. Seus ductos se abrem diretamente na mucosa dos lábios. 
Glândulas da bochecha (2)
Pequenas, arredondadas, escassas e dispersas irregularmente na submucosa da bochecha. Situados próximo aos últimos dentes molares.
1
2
Glândulas que abrem na cavidade própria da boca
Glândula submandibular
Com a metade do tamanho da glândula parótida, alongado e dividido em duas porções.
Superficial: maior e arredondada, permanecendo oculta acima da mandíbula. 
Profunda: menor e contínua com a sua porção superficial, constituindo seu prolongamento profundo.
O ducto submandibular corre ao longo da superfície medial da glândula sublingual e abre-se na carúncula sublingual. 
Glândula sublingual
Situada no soalho da boca, apoiada sob o m. milo-hioideo. Achatada, alongada em contado com a fóvea sublingual da mandíbula de um lado e com o ducto submandibular (1), m. genioglosso (2) e n. lingual (3) do outro.
Na glândula sublingual não há um ducto que se abre na cavidade bucal, mas dúzias de ductos sublinguais menores (4).
Glândulas que abrem na cavidade própria da boca
3
XII
4
2
1
Glândulas palatinas (1)
Se agrupam densamente na camada submucosa do palato mole, parte do arco palatoglosso e porção posterior do palato duro. Cada glândula palatina possui seu próprio ducto que perfura a mucosa do palato. 
Glândulas que abrem na cavidade própria da boca
1
Glândulas linguais
Dois conglomerados: 
Primeiro: próximas ao sulco terminal. Serosos (1) (fluida e aquosa) desembocando na vala da papilas circunvaladas. E do tipo mucoso (2) (viscosa e espessa), que se abrem por seus ductos nas criptas linguais dos nódulos linfáticos da tonsila lingual. 
Segundo: incrustada na massa muscular lingual anterior (glândula lingual anterior) (3), na região de ápice da língua. Seus ductos terminam na mucosa da face inferior da língua. 
Glândulas que abrem na cavidade própria da boca
3
2
1
Glândulas Salivares:
Relações de função:
Secreção serosa (fluida e aquosa): ajuda a remover partículas de alimento da superfície da gengiva, bochecha e dorso da língua.
Secreção mucosa (viscosa e espessa): ajuda a ligar (grudar), a comida mastigada para formar o bolo alimentar a ser deglutido e protege o epitélio bucal da ação das partículas de alimento.
 Glândula serosa: parótida
 Glândula mucosa: glândulas menores
 Glândula mista: submandibular e sublingual

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