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Realizou-se um teste de hipótese, obtendo-se valor p igual a 0,04. Portanto, imaginando os casos em que se adota níveis de significância de 1% e 5%, respectivamente, a hipótese nula: A) deve ser rejeitada em ambos. B) deve ser aceita (não rejeitada) em ambos. C) deve ser aceita no primeiro e rejeitada no segundo. D) deve ser rejeitada no primeiro e aceita no segundo. E) pode ou não ser rejeitada, dependendo se a hipótese é simples ou não. Um teste de hipóteses apresentou valor p igual a 0,07. Portanto, nos níveis de significância de 10% e 5%, respectivamente, a hipótese nula: A) deve ser aceita (não rejeitada) em ambos. B) deve ser aceita no primeiro e rejeitada no segundo. C) deve ser rejeitada em ambos. D) deve ser rejeitada no primeiro e aceita no segundo. E) pode ou não ser rejeitada, dependendo de a hipótese ser simples ou não. Marque a alternativa verdadeira sobre os conceitos de testes de hipóteses. A) O erro do tipo I, dado pelo nível de significância, é a probabilidade de rejeitar a hipótese nula, quando tal hipótese é verdadeira. B) Teste de hipótese é um intervalo determinado por dois números, obtidos a partir de elementos amostrais, que se espera contenham o valor do parâmetro com dado nível de confiança. C) O poder do teste é a probabilidade de o teste rejeitar uma hipótese H0 quando esta é verdadeira. D) Quanto maior o p-valor, maior a credibilidade da hipótese alternativa. E) Decréscimo no erro do tipo I e no erro do tipo II, ao mesmo tempo, só é possível diminuindo o tamanho da amostra. Marque a alternativa verdadeira sobre os conceitos de testes de hipóteses. A) Para qualquer tamanho de amostra fixo, um decréscimo no erro do tipo I, causará um aumento no erro do tipo II. B) O nível de significância é a chance de errar ao decidir pela hipótese H0. C) Teste de hipótese é um teste utilizado para verificar se variáveis são independentes ou relacionadas. D) Se uma hipótese for aceita quando deveria ser rejeitada, diz-se que foi cometido um erro do tipo I. E) A soma da probabilidades de erro do tipo I e da probabilidade de erro do tipo II deve ser sempre igual a um. O gerente de uma indústria de determinado componente eletrônico garante que a vida média do produto fabricado é igual a 100 horas. Um comprador desta indústria decide testar a afirmação do gerente e faz um teste estatístico formulando as hipóteses H0: μ = 100 e H1: μ < 100, sendo que H0 é a hipótese nula, H1 é a hipótese alternativa e μ é a média da população com distribuição normal. O desvio padrão populacional é igual a 10 horas. Sabe-se que H0 foi rejeitada com base em uma amostra aleatória de 64 componentes em um nível de significância de 5%. Considerando que, segundo a distribuição normal padrão (Z), a probabilidade P(Z -1,64) = 5%, o valor da média amostral foi, em horas, no máximo: A) 94,75 B) 95,00 C) 96,00 D) 96,50 E) 97,95 ?x 5% 64n 10 100μ :H 010μ :H 1 0 9597x 64 101,64001x 641 64 10 001x n σ μxz , , O gerente de uma indústria de determinado componente eletrônico garante que a vida média do produto fabricado é igual a 200 horas. Um comprador desta indústria decide testar a afirmação do gerente e faz um teste estatístico formulando as hipóteses H0: μ = 200 e H1: μ > 200, sendo que H0 é a hipótese nula, H1 é a hipótese alternativa e μ é a média da população com distribuição normal. A variância populacional é igual a 3.600 horas2. Sabe-se que H0 foi rejeitada com base em uma amostra aleatória de 100 componentes em um nível de significância de 5%. Considerando que, segundo a distribuição normal padrão (Z), a probabilidade P(Z ≥ 1,64) = 5%, o valor da média amostral foi, em horas, no mínimo: A) 219,68 B) 214,76 C) 209,84 D) 204,92 E) 200,00 ?x 5% 001n 3600 200μ :H 020μ :H 1 0 84209x 100 601,64002x 641 100 60 002x n σ μxz , , Um especialista em nutrição animal está estudando uma nova ração que dê maior ganho de peso a suínos. A ração que vem sendo utilizada para este fim tem dado ganho médio de peso, por mês, de 8kg. O especialista resolveu testar a nova ração em uma amostra de 20 suínos, obtendo, após um mês de testes, um ganho médio de 9kg com variância de 4kg2. Sabe-se que o ganho de peso em suínos segue a distribuição normal. Procedendo-se o teste t unilateral adequado para testar se a nova ração dá maior ganho médio de peso em suínos que a ração atualmente utilizada, o valor da estatística de teste e o p-valor aproximados são, respectivamente: A) t = 1,12 e 0,10 < p < 0,25. B) t = 1,12 e 0,0125 < p < 0,025. C) t = 2,24 e 0,10 < p < 0,25. D) t = 2,24 e 0,0125 < p < 0,025. E) t = 4,47 e p < 0,0025. 19g.l 4s 9x 20n 8μ :H 8μ :H 1 0 2362 20 2 89 n s μxt , Um especialista em nutrição animal está estudando uma nova ração que dê maior ganho de peso a suínos. A ração que vem sendo utilizada para este fim tem dado ganho médio de peso, por mês, de 8kg. O especialista resolveu testar a nova ração em uma amostra de 9 suínos, obtendo, após um mês de testes, um ganho médio de 9,3kg. Sabe-se que o ganho de peso em suínos segue a distribuição normal e que o desvio padrão é conhecido e igual a 3. Procedendo-se o teste unilateral adequado para testar se a nova ração dá maior ganho médio de peso em suínos que a ração atualmente utilizada, o p-valor aproximado é igual a: A) 0,0227 B) 0,0454 C) 0,0709 D) 0,0968 E) 0,1936 19g.l 3 9,3x 9n 8μ :H 8μ :H 1 0 31 9 3 89,3 n μxz , 0,09680,40320,5p Dez pacientes que sofrem de insônia receberam, cada um, uma dose noturna de um sedativo durante determinado período, enquanto que em outro período não receberam o sedativo. Analisando-se os dados relativos ao número médio de horas dormidas por noite, obtiveram-se os seguintes resultados. Utilizando o teste adequado para o caso descrito, com o objetivo de testar a eficiência do uso do sedativo, assinale a alternativa que contém o valor correto da estatística t calculada e a decisão sobre a significância da diferença ao nível de 5%. A) t = 1,675; Não-Significativa B) t = 1,734; Significativa C) t = 2,101; Significativa D) t = 2,262; Não-Significativa E) t = 3,432; Significativa Amostras independentes Amostras relacionadas Com Sedativo Sem Sedativo Com Sedativo Sem Sedativo Média 4,34 2,94 Média 4,34 2,94 Variância 4,12 2,86 Variância 4,12 2,86 Observações 10 10 Observações 10 10 Variância agrupada 3,49 Correlação de Pearson 0,77 Hipótese da diferença de média 0 Hipótese da diferença de média 0 gl 18 gl 9 Estatística t 1,675 Estatística t 3,432 P(T<=t) uni-caudal 0,0556 P(T<=t) uni-caudal 0,0037 t crítico uni-caudal 1,734 t crítico uni-caudal 1,833 P(T<=t) bi-caudal 0,1112 P(T<=t) bi-caudal 0,0074 t crítico bi-caudal 2,101 t crítico bi-caudal 2,262 Trata-se de um teste para comparação de médias de duas amostras relacionadas (mesmo grupo de pacientes em dois momentos), logo o valor de t calculado sai da segunda tabela (3,432). Trata-se de um teste unilateral, pois se espera que o uso do sedativo deve contribuir para mais horas de sono. Logo o p-valor é uni-caudal igual a 0,0037 (menor que 5%), portanto, a diferença é significativa. Dez pacientes que sofrem de insônia receberam, cada um, uma dose noturna de um sedativo durante um período, enquanto outro grupo de dez pacientes, que também sofrem de insônia, não receberam o sedativo durante o mesmo período. Analisando-se os dados relativos ao número médio de horas dormidas por noite, obtiveram-se os seguintes resultados. Utilizando o teste adequadopara o caso descrito, com o objetivo de testar a eficiência do uso do sedativo, assinale a alternativa que contém o valor correto da estatística t calculada e a decisão sobre a significância da diferença ao nível de 5%. A) t = 1,675; Não-Significativa B) t = 1,734; Significativa C) t = 2,101; Significativa D) t = 2,262; Não-Significativa E) t = 3,432; Significativa Amostras independentes Amostras relacionadas Com Sedativo Sem Sedativo Com Sedativo Sem Sedativo Média 4,34 2,94 Média 4,34 2,94 Variância 4,12 2,86 Variância 4,12 2,86 Observações 10 10 Observações 10 10 Variância agrupada 3,49 Correlação de Pearson 0,77 Hipótese da diferença de média 0 Hipótese da diferença de média 0 gl 18 gl 9 Estatística t 1,675 Estatística t 3,432 P(T<=t) uni-caudal 0,0556 P(T<=t) uni-caudal 0,0037 t crítico uni-caudal 1,734 t crítico uni-caudal 1,833 P(T<=t) bi-caudal 0,1112 P(T<=t) bi-caudal 0,0074 t crítico bi-caudal 2,101 t crítico bi-caudal 2,262 Trata-se de um teste para comparação de médias de duas amostras independentes (dois grupos de pacientes), logo o valor de t calculado sai da primeira tabela (1,675). Trata-se de um teste unilateral, pois se espera que o uso do sedativo deve contribuir para mais horas de sono. Logo o p-valor é uni-caudal igual a 0,0556 (maior que 5%), portanto, a diferença não é significativa. A fim de comparar a eficácia de dois operários, foram tomadas, para cada um, sete medidas do tempo gasto, em segundos, para realizar certa operação. Os resultados obtidos são dados a seguir. Considere , e que obteve-se, a partir dos dados: Operário A 35 32 40 36 35 32 33 Operário B 29 35 36 34 30 33 34 O valor observado da estatística de teste e a conclusão, ao nível de 5% de significância, se os operários devem ser considerados igualmente eficazes ou não (teste bilateral), são, respectivamente: A) 1,19; há diferença significativa entre os dois operários quanto ao tempo para realizar a tarefa. B) 1,19; a diferença observada entre os dois operários quanto ao tempo para realizar a tarefa não foi significativa. C) 0,82; a diferença observada entre os dois operários quanto ao tempo para realizar a tarefa não foi significativa. D) 1,95; há diferença significativa entre os dois operários quanto ao tempo para realizar a tarefa. E) 1,95; a diferença observada entre os dois operários quanto ao tempo para realizar a tarefa não foi significativa. 191 297 7 1 7 1 337143 S n 1 n 1 XXT 2 21 21 , , , 2971717 1758217812 1n1n 1nS1nSS 22 21 2 2 21 2 12 , ,, 0,025 0 0,025 0,95 -2,179 +2,179 Não se rejeita H0 22 BA 33,00X 34,71X 2,58s 2,81s BABA Durante o processo de fritura, um alimento absorve gordura. Um estudo foi conduzido com a finalidade de verificar se a quantidade absorvida depende do tipo de gordura. Para tanto foram utilizados dois tipos de gordura: vegetal e animal. Os dados obtidos são dados a seguir. Considere , e que obteve-se, a partir dos dados: Gordura animal 28 41 47 32 35 27 Gordura vegetal 25 43 28 21 13 26 O valor observado da estatística de teste e a conclusão, ao nível de 5% de significância, se os dados confirmam a hipótese de que a absorção depende do tipo de gordura (teste bilateral), são, respectivamente: A) 1,75; a diferença observada entre a absorção dos dois tipos de gordura não foi significativa. B) 1,75; há diferença significativa de absorção entre os dois tipos de gordura testados. C) 0,40; a diferença observada entre a absorção dos dois tipos de gordura não foi significativa. D) 5,25; a diferença observada entre a absorção dos dois tipos de gordura não foi significativa. E) 5,25; há diferença significativa de absorção entre os dois tipos de gordura testados. 751 97 6 1 6 1 2653 S n 1 n 1 XXT 2 21 21 , 791616 1688916777 1n1n 1nS1nSS 22 21 2 2 21 2 12 ,, 0,025 0 0,025 0,95 -2,228 +2,228 Não se rejeita H0 22 BA 26X 35X 9,88s 7,77s BABA A produção mensal de uma indústria se distribuía normalmente com variância 300. Foi introduzida uma nova técnica no processo de fabricação. Em uma amostra de 25 meses, verificou-se que a média da produção mensal foi de 100.000 unidades e o desvio padrão amostral de 20 unidades. Utilizando um nível de 5% de significância, com o objetivo de testar se a variabilidade no processo de produção aumentou com a incorporação da nova técnica, elaborou- se um teste de hipótese (σ2 = 300 contra σ2 > 300). Nessas condições, tem-se que o valor observado da estatística apropriada ao teste e a decisão sob H0 são, respectivamente: A) 32; não rejeitar. B) 32; rejeitar. C) 1,6; não rejeitar. D) 1,6; rejeitar. E) 0,07; não rejeitar. 20s 25n 300σ2 003 :H 300 :H 2 1 2 0 32 300 1)20(25 σ 1)S(nQ 2 2 0 2 36,42 5% 95% = 5% = n - 1 = 24 Não se rejeita H0 O peso de pacotes de café é uma variável aleatória normalmente distribuída. Uma máquina de encher pacotes de café está regulada para fazê-lo com μ = 500 g e σ2 = 100 g2. Com o objetivo de manter sob controle a variabilidade do produto, a cada 30 minutos uma amostra aleatória de alguns pacotes é selecionada e testa-se se a variabilidade está controlada. Assim, desejando-se testar σ2 = 100 contra σ2 > 100, toma-se uma amostra de 16 pacotes de café e observa-se para a variância amostral o valor 160 g2. O valor observado da estatística apropriada ao teste e a decisão sob H0, utilizando nível de significância de 5%, são, respectivamente: A) 9,37; não rejeitar. B) 24; rejeitar. C) 24; não rejeitar. D) 75; rejeitar. E) 9,37; rejeitar. 601s 61n 100σ 2 2 001 :H 100 :H 2 1 2 0 24 100 1)160(16 σ 1)S(nQ 2 0 2 25,00 5% 95% = 5% = n - 1 = 15 Não se rejeita H0 Em um período, é realizada uma pesquisa com 150 passageiros escolhidos aleatoriamente em um grande aeroporto, observando-se que 60 deles são do sexo feminino. Com base nesta pesquisa, deseja-se testar a hipótese de que a proporção dos passageiros do sexo feminino é igual a dos passageiros do sexo masculino. Sendo p a proporção dos passageiros do sexo feminino, foram formuladas as hipóteses H0: = 0,50 (hipótese nula) e H1: ≠ 0,50 (hipótese alternativa), supondo normal a distribuição da frequência relativa dos passageiros do sexo feminino. Utilizando as informações da distribuição normal padrão (Z), em que as probabilidades P(|Z| ≤ 1,96) = 95% e P(|Z| ≤ 2,58) = 99%, é correto afirmar que H0: A) não é rejeitada ao nível de significância de 5%. B) é rejeitada para qualquer nível de significância inferior a 5%. C) é rejeitada tanto ao nível de significância de 1% como de 5%. D) não é rejeitada para qualquer nível de significância inferior a 1%. E) é rejeitada para qualquer nível de significância superior a 1% e inferior a 5%. 9612,45 , 0,4/15006p 0,5:H 0,5 :H A 0 π π 2,45 150 0,510,5 0,50,4 n 1 pz 00 0 ππ π Rejeita-se H0 com =5% 2,582,45 Não se rejeita H0 com =1% Em uma cidade é realizada uma pesquisa sobre a preferência dos eleitores com relação a um determinado candidato, que afirma ter 60% da preferência. Uma amostra aleatória de tamanho 600 foi extraída da população, sendo que 330 eleitores manifestaram sua preferência pelo candidato. Com base nesta amostra, deseja-se testar a hipótese H0: =60% (hipótese nula) contra H1: ≠ 60% (hipótese alternativa), em que p é a proporção dos eleitores que têm preferência pelo candidato. Para a análise considerou-se normal a distribuição amostral da frequência relativa dos eleitores que têm preferência pelo candidato e que na distribuição normal padrão Z a probabilidade P(|Z| ≤ 1,96) = 95% e P(|Z| ≤ 2,58) = 99%. A conclusão é que H0: A) não é rejeitada tanto ao nível de significância de 1% como ao nível de significância de 5%. B) é rejeitada ao nível de significância de 5%. C) é rejeitada ao nível de significância de 1%. D) não é rejeitada para algum nível de significância superior a 5%. E) é rejeitada para algum nível de significância inferior a 1%. 9612,5 , 0,55/600303p 0,6:H 0,6 :H A 0 π π 2,5 600 0,610,6 0,60,55 n 1 pz 00 0 ππ π Rejeita-se H0 com =5% 2,582,5 Não se rejeita H0 com =1% Pesquisadores analisaram, em uma amostra de pacientes, o efeito da dose de um medicamento (em g) sobre o índice de regeneração da doença (IRD). O coeficiente de correlação entre as variáveis foi de -0,7. Foi testada a significância desta correlação e obteve-se p-valor=0,007. Desta forma, considerando de 5%, os pesquisadores podem concluir que: A) Em 70% das vezes, quando a dose do medicamento aumenta, o índice de regeneração da doença diminui. B) Existe uma associação inversa e significativa entre dose do medicamento e índice de regeneração da doença. C) Quando a dose do medicamento aumenta um g, o índice de regeneração da doença diminui 70%. D) Não se pode afirmar que existe relação entre dose do medicamento e índice de regeneração da doença. E) Quando a dose do medicamento aumenta em 70% de um g, o índice de regeneração da doença diminui. Como p-valor = 0,007 < 0,05 (), H0 foi rejeitada, e conclui-se que há correlação significativa. Como r = -0,7, conclui-se que há correlação negativa/inversa. Existe associação inversa e significativa entre dose do medicamento e índice de regeneração da doença, indicando que aumentando a dose do medicamento diminui a regeneração da doença. H0 : = 0 (não existe correlação) HA : 0 (existe correlação) Foi estudado um grupo de alunos para verificar se existe associação linear entre as horas de estudo e a nota na prova de estatística. O coeficiente de correlação linear de Pearson obtido nesta amostra foi 0,6. Para testar a hipótese de que horas de estudo e nota na prova são linearmente relacionadas, foi realizado um teste de hipóteses, encontrando p-valor = 0,006. Desta forma, considerando de 5%, os pesquisadores podem concluir que: A) Em 60% das vezes, quando as horas de estudo aumentam, a nota na prova de estatística também aumenta. B) Existe uma associação direta e significativa entre horas de estudo e a nota na prova de estatística. C) Quando as horas de estudo aumentam em uma hora, a nota na prova de estatística aumenta em 0,6 pontos. D) Não se pode afirmar que existe relação entre horas de estudo e a nota na prova de estatística. E) Quando as horas de estudo aumentam em 60%, a nota na prova de estatística aumenta em 1,0 pontos. Como p-valor = 0,006 < 0,05 (), H0 foi rejeitada, e conclui-se que há correlação significativa. Como r = 0,6, conclui-se que há correlação positiva/direta. Existe associação direta e significativa entre horas de estudo e nota na prova de estatística, indicando que aumentando as horas de estudo aumenta a nota na prova de estatística. H0 : = 0 (não existe correlação) HA : 0 (existe correlação) Considerando ainda o problema da questão anterior, os pesquisadores estimaram a equação linear que relaciona o índice de regeneração da doença (IRD) como função da dose do medicamento e chegaram no seguinte resultado: IRD = 3,15 – 0,05 g Analisando a equação obtida, pode-se concluir que: A) Para cada aumento de um g na dose do medicamento se espera um aumento de 3,15 unidades no IRD. B) Para cada aumento de um g na dose do medicamento se espera um decréscimo de 3,15 unidades no IRD. C) Para o aumento de um g na dose do medicamento se espera um decréscimo de 0,05 unidades no IRD. D) Para cada aumento de 3,15 na dose do medicamento se espera um aumento de uma unidade de IRD. E) Para cada aumento de 3,15 na dose do medicamento se espera um decréscimo de 0,05 unidades no IRD. 0 1xy 0 é a interseção (valor de Y para X = 0)1 é a inclinação da reta 0,05 é a quantidade que decresce no IRD para cada unidade (g) de aumento na dose do medicamento. 3,15 é a quantidade esperado no IRD para o caso de uso da dose zero do medicamento. A relação entre o rendimento de trigo em kg/ha (Y) e o volume de chuvas em cm (X) foi estudada, revelando a seguinte reta de regressão estimada: Y= 324,35 – 2,03 X Considerando o resultado encontrado, é correto afirmar que: A) Um aumento de 1 cm no volume de chuva corresponde a um aumento de 324,35 kg/ha no rendimento de trigo. B) Um aumento de 1 cm no volume de chuva corresponde a um aumento de 2,03 kg/ha no rendimento de trigo. C) Um aumento de 1 kg/ha no rendimento de trigo corresponde a um aumento de 324,35 cm no volume de chuva. D) Um aumento de 1 kg/ha no rendimento de trigo corresponde a uma diminuição de 2,03 cm no volume de chuva. E) Quanto maior o volume de chuva, menor deve ser o rendimento de trigo esperado. 0 1xy 0 é a interseção (valor de Y para X = 0) 1 é a inclinação da reta 2,03 é a quantidade que decresce no rendimento de trigo para cada unidade (cm) de aumento no volume de chuva. 324,35 é a quantidade de rendimento de trigo que se espera para o caso de ausência de chuva.