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IESP
Odontologia
Elton César Rodrigues de Aguiar
Fábio Menezes Cavalcanti
Luciana Marreiros Barbosa
Muryllo Morgan Luiz Cavalcante
Pedro Paulo Medeiros
Ricardo Rodrigues da Costa Filho
GENÉTICA DAS FISSURAS LABIOPALATINAS
Cabedelo
2018
Fissuras orais
Comprometem o terço médio da face.
Divide-se:
Fissura labiopalatal
Fissura palatal
Atinge 1 a 2 a cada mil recém-nascidos vivos.
VIU(Vida intrauterina)
As malformações que levam ao aparecimento de fissuras ocorrem durante a formação do complexo craniofacial.
Palato primário
Palato secundário
Classificação das fissuras
Victor Spina e colaboradores.
O referencial utilizado é o forame incisivo.
Fissuras pré-forame incisivo
Fissuras transforame incisivo
Fissuras pós-forame incisivo
Fissuras raras da face
Fissuras(Spina)
Fissura labiopalatal
Subgrupo mais comum entra as fissuras orais.
A incidência varia de acordo com a etnia, o sexo e os fatores socioeconômicos.
Divide-se em:
Fissura labial sem o palato acometido
Fissura labial com o palato acometido
Etiologia
A etiologia das malformações faciais ainda é desconhecida, porém, há evidências que fatores genéticos e ambientais atuam em associação na origem das fissuras labiopalatinas.
Fissura oral isolada – sem associação a outra anomalia maior
Fissura oral não isolada – associada a outra anomalia maior
Fissuras orais isoladas
A maior parte das fissuras orais faz parte desse grupo.
Possuem causa multifatorial.
Genes associados as fissuras orais:
MSX1
MSX2
PVRL1
TGFA
Outros
Fissuras orais não isoladas
Corresponde a cerca de 30% dos casos de fissura labiopalatina.
Estão associados a alguma síndrome.
Síndromes:
Crossomopatias
Sequência de Pierre Robin (SPR)
Síndrome de Van Der Woude
Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)
-Crossomopatias
Sindrome de Down: Sindrome de Patau:
 Sindrome de Edwards:
-Sequência de Pierre Robin (SPR)
-Síndrome de Van Der Woude
-Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)
Diagnóstico
O clínico geral pode ser procurado, mas na maioria dos casos o obstetra identificará a anomalia.
Ultrassonografia das fendas labiopalatinas.
A partir da 14ª semana de gestação.
Tratamento
O processo de reabilitação é longo e deve observar o crescimento craniofacial do indivíduo para que não haja sequelas, como crescimento ósseo inadequado. A reabilitação compreende etapas terapêuticas de acordo com idade e crescimento, e envolve a atuação de diversas especialidades.
Sintomas
Dificuldades para falar e comer.
As pessoas podem ter:
Na fala: distúrbio da fala, gagueira ou dificuldade na fala.
Também é comum: congestão nasal, dificuldades com a alimentação do bebê, perda da audição, respiração bucal ou ronco.
REFERÊNCIAS
1. Spina V. et al. Classificação das fissuras lábio-palatinas: sugestão de modificação. São Paulo: Rev. Hosp. Clin. Fac. Med., 1972.
2. Silva Filho O. G. et al. Classificação das fissuras labiopalatinas: breve histórico, considerações clínicas e sugestão de modificação. São Paulo: Rev. Bras. Cir. ,1992.
3. TREVILATTO P. C.; WERNECK R. I. Genética odontológica. São Paulo: Artes Médicas, 2014.
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