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Programa Nacional de Suplementação
 de Vitamina
Universidade do Sul de Santa Catarina
Curso de Nutrição
Suplementação preventiva para crianças de 6 a 59 meses de idade e mulheres no pós-parto 
Vitamina A na forma líquida, diluída em óleo de soja e acrescida de vitamina E. 
Os suplementos são distribuídos, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde.
Programa Nacional de Suplementação de Vitamina
Introdução ::: 
Consiste na suplementação preventiva medicamentosa para crianças de 6 a 59 meses de idade e mulheres no pós-parto por não atingir, pela alimentação, a quantidade diária necessária para prevenir a deficiência dessa vitamina no organismo. 	 
A composição da megadose de vitamina A distribuída pelo Ministério da Saúde é: vitamina A na forma líquida, diluída em óleo de soja e acrescida de vitamina E. 
Os suplementos são distribuídos, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde.
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A distribui cápsulas em duas dosagens: de 100.000 UI e de 200.000 UI, acondicionadas em frascos, contendo, cada um, 50 cápsulas gelatinosas moles. As cápsulas apresentam cores diferentes, de acordo com a concentração de vitamina A. 
Conceito
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A consiste na suplementação profilática medicamentosa para crianças de 6 a 59 meses de idade e mulheres no pós-parto por não atingir, pela alimentação, a quantidade diária necessária para prevenir a deficiência desta vitamina no organismo.
Objetivos
Reduzir e controlar a deficiência nutricional de vitamina A em crianças de 6 a 59 meses de idade e puérperas no pós-parto imediato (antes da alta hospitalar). 
Funcionamento operacional do programa
As cápsulas de vitamina A serão enviadas, preferencialmente, à central de medicamentos/almoxarifado da secretaria estadual de saúde;
Os produtos deverão ser distribuídos às regionais de saúde ou direto às secretarias municipais de saúde. 	 
Cabe ao coordenador local(estadual ou municipal) definir a estratégia de distribuição de vitamina A que mais se adequa à sua realidade. 
As cápsulas de vitamina A serão enviadas, preferencialmente, à central de medicamentos/almoxarifado da secretaria estadual de saúde e, assim, os produtos deverão ser distribuídos às regionais de saúde ou direto às secretarias municipais de saúde. 	 Cabe ao coordenadorlocal(estadual oumunicipal) definir a estratégia de distribuição de vitaminaAque maisse adequa à sua realidade. Sugerimos implementar a suplementação de vitamina A na rotina dos serviços de saúde (demanda espontânea ou programada, visita domiciliar e busca ativa). 	 Outras estratégias complementares podem ser utilizadas, tais como: • Campanha específica para suplementação da vitamina A (“O dia da vitamina A”). • Juntamente à Campanha Nacional de Imunização. 	 A partir do 6º até o 59º mês, todas as crianças, preferencialmente as que residam em municípios contemplados pelo programa, devem receber doses de vitamina A nos serviços de Saúde. Todas as idas da criança ao serviço de Saúde devem ser aproveitadas para que o profissional de Saúde verifique se as doses estão sendo administradas corretamente, além de orientar a mãe ou responsável pela criança sobre a importância dessa ação. Também é importante a orientação sobre alimentação adequada e saudável e alimentos fontes em vitamina A.
Quando foi Criado ?
O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A foi instituído por meio da Portaria nº 729, de 13 de maio de 2005.
http://www.fontouraxavier-rs.com.br
Público Alvo
Indivíduos com riscos para a deficiência (crianças de 6 a 59 meses de idade e mulheres no pós-parto)
Dados epidemiológicos
 A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS-2006) traçou o perfil das crianças menores de cinco anos e da população feminina em idade fértil no Brasil. Nesta pesquisa, foram observados níveis inadequados de vitamina A em 17,4% das crianças e 12,3% das mulheres em idade fértil. 
Nas mulheres, as prevalências nas regiões foram: Sudeste (14%), Centro-Oeste (12,8%), Nordeste (12,1%), Norte (11,2%) e Sul (8%) (BRASIL, 2009).
 A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS-2006) traçou o perfil das crianças menores de cinco anos e da população feminina em idade fértil no Brasil. Nesta pesquisa, foram observados níveis inadequados de vitamina A em 17,4% das crianças e 12,3% das mulheres em idade fértil. Nas crianças, as maiores prevalências encontradas foram no Nordeste (19,0%) e Sudeste (21,6%) do País. Nas mulheres, as prevalências nas regiões foram: Sudeste (14%), Centro-Oeste (12,8%), Nordeste (12,1%), Norte (11,2%) e Sul (8%) (BRASIL, 2009).
Legislação
Publicada no diário oficial da união na edição número 92 de 16/05/2005.
Portaria nº 729, de 13 de maio de 2005.
Considera que a deficiência de vitamina A é um problema de saúde pública, particularmente nas regiões mais pobres do brasil, com prevalência em menores de cinco anos.
Ocorre em regiões do país que detectam sinais de deficiência de vitamina A em crianças
A suplementação da puérpera no pós-parto imediato é recomendada somente antes da alta hospitalar.
Como e onde ocorre
Ocorre em regiões do país que detectam sinais de deficiência de vitamina A em crianças ou identifiquem, por meio de pesquisa científica, evidências da deficiência direta ou indireta.
Nas concentrações de 100.000 UI e 200.000 UI (explicar o quadro)
O suplemento de vitamina A é enviado, conforme logística definida entre a Secretaria de Atenção à Saúde, por intermédio do Departamento de Atenção Básica da área técnica da política de alimentação e nutrição, e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos por intermédio do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, do Ministério da Saúde, cujo quantitativo é calculado previamente com base no censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
De quem são as responsabilidades ?
A aquisição e o envio do suplemento de vitamina A, é responsabilidade da Assistência Farmacêutica, área técnica competente do Ministério da Saúde, conforme a logística definida e pactuada em conjunto com as Coordenações Estaduais de Alimentação e Nutrição
Efetividade 
Ao analisar os dados regionalizados, a Região Nordeste merece destaque, tendo sido
suplementadas 2.145.755 crianças que corresponde a uma cobertura de 65,8% das crianças de
06 a 59 meses e seguidas da Região Centro Oeste, com 188.773 crianças (cobertura de 60,6%) e
da Região Norte com 32,5%, respectivamente. As Regiões Sudeste e Sul apresentam as
menores coberturas de suplementação em crianças, em decorrência do atraso na implantação do
programa nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina,
somado ao Estado do Paraná que ainda não iniciou a administração das megadoses nos
municípios participantes do programa. A Tabela 1 abaixo mostra as coberturas parciais por
Estado e Região.
Ações desenvolvidas em nível governamental 
 - Dar continuidade ao processo de aquisição direta das cápsulas de vitamina A;
- Modificar o formato da cápsula, para abri-la, sem empregar tesouras;
- Ampliar a cobertura, com doses semestrais, do número de crianças suplementadas com vitamina A;
- Monitorar e ampliar a implantação do programa para puérperas, nas unidades hospitalares;
Ações desenvolvidas em nível governamental 
- Desenvolver pesquisa nacional sobre o diagnóstico da hipovitaminose A no Brasil, de forma a subsidiar as intervenções;
- Avaliar as estratégias utilizadas para administrar o suplemento de vitamina A: rotina dos serviços de saúde, campanhas de multivacinação, agentes comunitários de saúde, etc.;
- Implantar um sistema informatizado para transmissão online de informações sobre os estoques de vitamina A, doses administradas, perdidas e outras situações.
Profissionais Envolvidos
Médicos;
Enfermeiros;
Técnicos de enfermagem;
Agentes comunitários.
Qual o papel do Nutricionista?
Proporcionar educaçãoalimentar com as famílias, com a comunidade ou com responsáveis pelas famílias. 
planodesaude.net.br
Programas educativos com a participação ativa das mães e/ou responsáveis, que ensinem a comprar, cozinhar e consumir alimentos ricos em vitamina A.
Influenciando o comportamento alimentar de toda a família, levando à sua transformação à medida que essas ações ocorram regularmente e por longo período.
Principais Fontes de Vitamina A 
Entre os alimentos de origem animal, as principais fontes são: leite humano, fígado, gema de ovo e leite. A provitamina A é encontrada em vegetais folhosos verdes (como espinafre, couve, beldroega, bertalha e mostarda), vegetais amarelos (como abóbora e cenoura) e frutas amarelo-alaranjadas (como manga, caju, goiaba, mamão e caqui), além de óleos e frutas oleaginosas (buriti, pupunha, dendê e pequi) que são as mais ricas fontes de provitamina A.
Deficiência de Vitamina A
A deficiência de vitamina A (DVA) subclínica é definida como uma situação na qual as concentrações dessa vitamina estão baixas e contribuem para a ocorrência de agravos à saúde, como diarreia e morbidades respiratórias. 
https://www.saudedica.com.br
O corpo humano não pode fabricar vitamina A, portanto, toda a vitamina A de que necessitamos deve vir dos alimentos. O corpo pode armazenar vitamina A no fígado, garantindo uma reserva, que será utilizada na medida de sua necessidade. Se essa reserva está reduzida e não ingerimos alimentos que contêm vitamina A suficiente para satisfazer as necessidades nutricionais do nosso corpo, ocorre a deficiência. A deficiência de vitamina A pode se manifestar como deficiência subclínica ou como deficiência clínica. A DVA clínica (xeroftalmia) é definida por problemas no sistema visual, atingindo três estruturas oculares: retina, conjuntiva e córnea, tendo, como consequência, a diminuição da sensibilidade à luz até cegueira parcial ou total. A primeira manifestação funcional é a cegueira noturna, que constitui a diminuição da capacidade de enxergar em locais com baixa luminosidade
Deficiência de Vitamina A
A DVA clínica (xeroftalmia) é definida por problemas no sistema visual, atingindo três estruturas oculares: retina, conjuntiva e córnea, 
O corpo humano não pode fabricar vitamina A, portanto, toda a vitamina A de que necessitamos deve vir dos alimentos. O corpo pode armazenar vitamina A no fígado, garantindo uma reserva, que será utilizada na medida de sua necessidade. Se essa reserva está reduzida e não ingerimos alimentos que contêm vitamina A suficiente para satisfazer as necessidades nutricionais do nosso corpo, ocorre a deficiência. A deficiência de vitamina A pode se manifestar como deficiência subclínica ou como deficiência clínica. A DVA clínica (xeroftalmia) é definida por problemas no sistema visual, atingindo três estruturas oculares: retina, conjuntiva e córnea, tendo, como consequência, a diminuição da sensibilidade à luz até cegueira parcial ou total. A primeira manifestação funcional é a cegueira noturna, que constitui a diminuição da capacidade de enxergar em locais com baixa luminosidade
Medidas importantes de prevenção da deficiência de vitamina A: 
1. Promoção do aleitamento materno exclusivo até o sexto mês e complementar até dois anos de idade ou mais com a introdução dos alimentos complementares em tempo oportuno e de qualidade; 
2. Promoção da alimentação adequada e saudável, assegurando informações para incentivar o consumo de alimentos fontes em vitamina A pela população; 
3. Suplementação profilática periódica e regular das crianças de 6 a 59 meses de idade, com megadoses de vitamina A; 
4. Suplementação profilática com megadoses de vitamina A para mulheres no pós-parto imediato (puérpera), antes da alta hospitalar
Referências 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A. Disponível em: <http://dab.saude.gov.br/portaldab/ape_vitamina_a.php>. Acesso em: 2 out 2018.
SECRETARIA DO ESTADO DE SAÚDE. PROGRAMA NACIONAL DE SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA A - PNSA. Disponível em: <http://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/alimentacao-e-nutricao/2626-programa-nacional-de-suplementacao-de-vitamina-a-pnsa>. Acesso em: 13 out 2018.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Condutas Gerais do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A. 2. ed. Brasília: 2013. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_programa_nacional_vitamina_a_2edicao.pdf>. Acesso em: 2 out 2018.
BVS - MINISTÉRIO DA SAÚDE. Deficiência de vitamina A. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/70vitamina_a.html>. Acesso em 13 out 2018.
Referências 
BLOG DA SAÚDE - MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conheça a importância da Vitamina A para o corpo. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/32841-conheca-a-importancia-da-vitamina-a-para-o-corpo>. Acesso em: 13 out 2018.
SOUZA, Walnéia Aparecida de; BOAS, Olinda Maria Gomes da Costa Vilas. A deficiência de vitamina A no Brasil: um panorama. Revista Panamericana de Salud Pública: Alfenas, 24 abril 2002. Disponível em: <https://www.scielosp.org/article/rpsp/2002.v12n3/173-179/>. Acesso em: 13 out 2018.
MARTINS, Maisa Cruz et al. Panorama das ações de controle da deficiência de vitamina A no Brasil.
Revista de Nutrição: Campinas, p.11, jan./fev. 2007.

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