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23/11/2018 EPS: Alunos
http://simulado.estacio.br/alunos/ 1/3
Na análise de casos concretos, a identificação da relação de consumo e seus elementos é o critério básico para determinar-se a
aplicação do Código de Defesa do Consumidor. Nesta análise
Quando o Código de Defesa do Consumidor trata do conceito de consumidor em seu art. 2° é incorreto dizer com relação ao
tema que:
Considera-se consumidor Padrão, standard ou strictu sensu:
Prezado (a) Aluno(a),
 
Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua
avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se
familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
1.
O STJ hodiernamente adota a teoria maximalista
O CDC define a expressão destinatário final
Para a teoria maximalista, destinatário final do artigo 2º do CDC é aquele destinatário fático e econômico do bem ou
serviço, seja ele pessoa jurídica ou física. Não basta ser destinatário fático, é necessário ser destinatário econômico do
bem.
A teoria finalista aprofundada considera que a definição de consumidor é objetiva, não importando se a pessoa física ou
jurídica tem ou não fim de lucro quando adquire um produto ou utiliza um serviço. Destinatário final seria o destinatário
fático do produto.
É preciso identificar a existência de consumidor e fornecedor. Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire o
produto ou serviço como destinatário final. A expressão ¿destinatário final¿ encontra na doutrina e jurisprudência diversas
interpretações, surgindo a este respeito as teorias finalista, maximalista e do finalismo aprofundado
 
 
 
Explicação:
 Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.
 Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas
relações de consumo.
 Art. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes
despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação,
exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
 § 1° Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial.
 § 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza
bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.
 
 
 
2.
O STJ adota a teoria finalista para conceituar consumidor.
A teoria finalista restringe o conceito de consumidor.
O STJ adota a teoria maximalista para conceituar consumidor.
A teoria maximalista amplia o conceito de consumidor
 
 
 
3.
aquele que adquire para revenda e seu consumo produto ou serviço, sendo o destinatário final do produto.
aquele que adquire para seu consumo produto ou serviço, sendo ou não o destinatário final do produto.
aquele que recebe para seu consumo produto ou serviço, sendo o destinatário final do produto.
aquele que adquire para seu consumo produto ou serviço, sendo o destinatário final do produto.
 
 
 
Explicação:
23/11/2018 EPS: Alunos
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Com relação à proteção do consumidor, assinale a opção correta com base na Lei n.º 8.078/1990.
¿De regra, o consumidor intermediário, por adquirir produto ou usufruir de serviço com o fim de, direta ou indiretamente,
dinamizar ou instrumentalizar seu próprio negócio lucrativo, não se enquadra na definição constante no art.2º do CDC. Denota-
se, todavia, certo abrandamento na interpretação finalista, na medida em que se admite, excepcionalmente, a aplicação das
normas do CDC a determinados consumidores profissionais, desde que demonstrada, in concreto, a vulnerabilidade técnica,
jurídica ou econômica.¿ (REsp nº 660.026/RJ). Nesse julgado, o STJ adotou, com relação ao conceito de consumidor, a teoria
(assinale a opção correta):
MP/TO/2004 - Na defesa dos consumidores, um aspecto primordial é a definição do que é consumidor e fornecedor. Em
conformidade com as normas aplicáveis, assinale a opção incorreta com relação a esses conceitos.
O artigo 2° do CDC conceitua quem é o consumidor padrão, ou seja, aquele que adquire bens ou contrata serviços como
destinatário final, ou seja, o destinatário fático e econômico do produto ou serviço, com fins apenas de obter o bem e fazer uso
próprio.
 
 
 
4.
E) Bem imaterial não pode ser considerado produto.apartamentos para alugar em santos
A) Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, com exceção dos entes
despersonalizados, que desenvolva atividades de comercialização de produtos.
C) Coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo equipara-se a
consumidor.
B) Pessoa jurídica não pode ser considerada consumidor.
D) Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, independentemente de remuneração, com exceção da
atividade de natureza securitária, salvo se for decorrente de relação de caráter trabalhista.
 
 
 
Explicação:
Item: C) Coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo equipara-se a
consumidor.
Explicação. Conceito de Coletividade - O parágrafo único do artigo 2º do CDC define que a coletividade de pessoas,
determináveis ou não, que haja intervindo nas relações de consumo, são equiparáveis aos consumidores. ... Desta maneira,
independente aferir quantas e quais são essas pessoas, ou mesmo, a norma traz um conceito difuso.
 
 
 
5.
A teoria finalista atenuada;
A teoria maximalista;
A teoria subjetiva.
A teoria finalista;
A teoria objetiva;
 
 
 
Explicação:
A teoria finalista mitigada ou atenuada representa uma flexibilização da teoria finalista clássica, cuja aplicação não conseguia
proteger todas as relações de consumo que se apresentavam aos tribunais brasileiros. 
 
 
 
6.
um mesmo estabelecimento comercial pode ser fornecedor e consumidor em operações distintas.
A coletividade também pode ser equiparada a consumidor, quando intervier nas relações de consumo.
Quando uma concessionária de energia elétrica fornece um produto aos cidadãos, submete-se ao Código de Defesa do
Consumidor (CDC)
Uma indústria asiática que exporta produtos para o Brasil enquadra-se no conceito de fornecedor.
O estado do Tocantins, por ser pessoa jurídica de direito público, não pode ser enquadrado no conceito de consumidor.
 
23/11/2018 EPS: Alunos
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A despeito da identificação do elemento subjetivo da relação de consumo, indique a opção incorreta:
Segundo o entendimento do STJ considera-se consumidor:
 
 
Explicação:
 
 
 
 
7.
Pela teoria finalista mitigada permite a aplicação do Código de Defesa do Consumidor para pequenas empresas e
profissionais liberais, mesmo que não comprovada uma vulnerabilidade;
Considera-se consumidor todo destinatário final de produtos e serviços;
A teoria maximalista entende que basta o produto ou serviço seja retirado do mercado de consumo para a pessoa física ou
pessoa jurídica ser considerada consumidor;
Também é considerado como consumidor terceiros que, embora não estejam diretamente envolvidos na relação de
consumo, são atingidos pelo aparecimento de um defeito no produto ou no serviço;
 
 
 
Explicação:
Consumidor, de acordo com o art. 2° do CDC, é o destinatário final do produto ou serviço. E destinatário final é aquele que
retira o bem do mercado de consumo, ou seja, consumidor fatico, e cuja destinacaoé para uso próprio ou familiar, ou seja,
consumidor econômico.
 
 
 
8.
Excluem-se as pessoas jurídicas de direito público, segundo a teoria híbrida ou mitigada adotada pelo STJ
Pessoas físicas e jurídicas que adquirem produtos na qualidade de destinatário final, devendo a pessoa jurídica produtos
não destinados a sua atividade fim, nos termos da teoria híbrida ou mitigada.
Tanto pessoas físicas como jurídicas desde que adquirentes na qualidade de destinátario final, conforme teoria
maximalistica adotada pelo STJ.
Todas as pessoas físicas que adquirirem produtos na qualidade de destinatário final, nos termos da teoria finalista.
 
 
 
Explicação:
O STJ costuma se posicionar de forma mais constante segundo a teoria finalista mitigada, apresentando decisões que buscam
atingir maior sensação de justiça nos casos concretos analisados.

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