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DOCENTE: KLEILSON RICARDO DE ALBUQUERQUE 
ALUNA: THAIS CORREIA DE MATOS 
FACULDADE ESTÁCIO 
METODOLOGIA DO ENSINO 
DO HANDEBOL 
 
 
CONCLUSÃO DO TRABALHO 
1- A saída da equipe para o ataque é seguindo algumas fases, descreva quais são e 
como elas ocorrem? 
O objetivo básico do jogo de handebol é manobrar o adversário passando a bola 
hábil e rapidamente entre os jogadores e quando possível arremessá-la ao gol 
adversário, marcando um ponto caso a bola ultrapasse completamente a linha de gol. 
E para se chegar a esse objetivo, é preciso organizar o time para fazer o ataque, que 
tem três fases básicas. 
 
Fases do ataque: 
 
Contra ataque: é a passagem rápida da defesa para o ataque, com o envolvimento 
de um ou mais jogadores, para obter a marcação de um gol. É a ação de passar 
rapidamente da defesa para o ataque. 
Organização: após o contra ataque frustrado (em função da defesa conseguir 
organizar-se), a equipe deverá passar a bola ou driblar (reter a bola) até a ocupação, 
pelos atacantes, de suas posições específicas predeterminada. 
Ataque em sistema: cada atacante deverá colocar-se em sua posição específica com 
base na qualidade e característica individual, e de acordo com a proposta de jogo 
ofensivo que será aplicada no momento. Os sistemas de ataque no Handebol é 
a orma como os jogadores se organizam na quadra podem variar de acordo com a 
tática da equipe, o principal sistema de ataque é o 5 X 1. 
 
2- Descreva e exemplifique cada um dos meios táticos relacionados abaixo: 
Técnica: Temos três definições de técnica no handebol, por Barbanti (1994) é a 
estrutura racional de um ato motor para atingir o objetivo determinado, por Voser 
(2002) seria qualquer gesto ou movimento realizado pelo atleta que desenvolva o 
jogo. Dentro dessa parte técnica encontramos fundamentos técnicos individuais dos 
jogadores de linha como o drible, passe, recepção, finta, arremesso e progressão. Já 
Zamberlan (1999) separa a técnica ofensiva da defensiva, sendo a ofensiva gestos 
específicos do handebol para o desenvolvimento do jogo no ataque e a defensiva 
como postura que os jogadores devem adotar para estarem sempre preparados para 
intervir em uma ação defensiva com rapidez. 
Tática: É a distribuição dos jogadores na quadra de jogo, em determinadas posições 
específicas, de maior rendimento do jogador, podendo assumir os seguintes 
posicionamentos táticos: 
 Armadores (central, direito e esquerdo): São os jogadores que ocupam a 
posição central da zona de ataque, colocados próximos aos nove metros. 
 Ala ou ponta (direita ou esquerda): São jogadores que ocupam as laterais e 
linha de fundo da quadra. 
 Pivôs: São os jogadores que ocupam a zona central ou lateral (entre os dois 
últimos defensores) da quadra, próximo à linha de seis metros. 
Passe: É ação de entregar a bola ao colega ou companheiro de equipe, sendo uma 
das maneiras de conduzir a bola para uma posição favorável ao arremesso à baliza. 
Objetivo: 
 Dar sequencia ao jogo; 
 Progressão; 
 Preparação do ataque ou do contra ataque. 
Classificação: 
 Quanto à distância: 
 Curtos: quando a distância não excede a dez metros. 
 Médios: efetuados até quinze metros. 
 Longos: aqueles que se executam acima de quinze metros. 
Quanto à trajetória: 
 Direto; 
 Picado e 
 Parabólico. 
Erros durante o passe: 
 Passar atrás do receptor, ao invés de passar na frente de um jogador; 
 Passar com muita força; 
 Passe muito alto; 
 Girar o braço para passar muito rapidamente; 
Recepção: Temos duas definições de recepção, por Zamberlan (1999) define como 
o gesto especifico de receber, amortecer e reter a bola da maneira correta em todas 
as situações que o jogador for solicitado, é muito importante para manter a posse de 
bola. Por Falkowski e Enríquez (1982) definem como ação de tomada de contato 
com a bola tendo o objetivo de se apoderar da mesma para dar continuidade em 
outra ação. Seus princípios fundamentais são: Sempre manter contato visual com a 
bola, sempre colocar o corpo entre a bola e o adversário para que não haja 
interceptação de passe, sempre muita atenção na bola e campo de jogo. Podemos 
classificar a recepção por direção e altura sendo: frontais, diagonais para frente e 
para trás, laterais, por trás, recepção alta, média ou baixa. 
As técnicas para agir neste fundamento: Dominar a bola usando as mãos côncavas, 
em forma de “concha”, em seguida deverá estar predisposto a ações rápidas e 
definidas. 
 Recepção alta – acima da cabeça 
 Recepção média – na altura do peito 
 Recepção baixa – abaixo do joelho 
Drible: Podemos definir drible como a arte de quicar a bola sem perder o controle 
sobre ela, é a técnica que amplia as oportunidades de deslocamentos rápidos. Seus 
princípios fundamentais são: é o uso de ambas as mãos alternadamente sempre 
mantendo distância do defensor, evitar olhar para a bola na execução do drible, 
manter o princípio do campo visual, de maneira alguma o drible deve prevalecer o 
ritmo coletivo. 
O drible pode ser classificado por distância a percorrer, altura e trajetória sendo eles: 
unitário, continuado, alto, baixo, vertical e oblíquo. Descrição dos gestos: drible alto 
vertical, deve ser efetuado com a cabeça erguida para noção do campo visual com o 
tronco levemente flexionado, o braço executor com o antebraço levemente 
flexionado sobre o braço e separado do corpo e pernas ligeiramente flexionadas. O 
contato com a bola efetua-se com a mão aberta, sendo os dedos e a face média da 
palma a superfície de contato. O movimento deve ser coordenado do braço do 
executor, efetuando uma elevação do antebraço e uma flexão-extensão do pulso. 
Arremesso: É a ação de impulsionar a bola em direção ao gol. Este é o objetivo 
máximo do jogo. O arremesso constitui o fundamento principal, pois dá finalização 
à jogada, a coroação de todo trabalho ofensivo na busca do gol de qualquer 
distância. 
Objetivo: Fazer o gol. 
Classificação quanto a distância: 
 Arremesso de 6 metros; 
 Arremesso de 7 metros; 
 Arremesso de 9 metros ou maior distância. 
Classificação quanto a mecânica corporal 
 Arremesso de ombro; 
 Arremesso com queda; 
 Arremesso com giro (executado pelo pivô); 
 Arremesso com salto e inclinação (realizados pelos extremos ou pontas). 
Arremesso em apoio com e sem movimento de deslocamento; 
 Arremesso de quadril; 
 Arremesso de cobertura (vaselina) é realizado quando o goleiro está 
adiantado. 
Finta: Tática individual de ataque, com ou sem bola. 
Objetivo: Esconder sua real intenção de movimentação, com o propósito de 
conseguir espaço para arremessar, passar ou dar sequência à jogada. 
Tipos de Fintas: 
 Finta de passe: O jogador com a posse da bola inicia o movimento de passe 
bloqueando-o antes da finalização; após isto ele pode; passar a bola em uma 
outra direção; decidir-se por uma penetração ou um lançamento para o gol. 
 Finta de arremesso: O jogador com a posse da bola toma o posicionamento 
para realização de um arremesso e finaliza, por exemplo: com um passe para 
outra direção; realiza um arremesso com apoio ou em suspensão após uma 
penetração em direção ao gol. 
 Finta de corpo: A ação da finta de corpo, realizada sempre com a bola, 
compõe-se principalmente do ato de fingir uma penetração com a bola em 
uma determinada direção, mudando em seguida esta direção. 
Bloqueio defensivo: Ação técnica que pretender interceptar a bola em um 
arremesso contra o gol. Deve ser utilizado quando não se consegue marcar de forma 
adequada o jogador arremessador ou quando a distância de onde é realizado o 
arremesso é grande. É recomendável que o bloqueioseja sempre realizado com os 
dois braços em direção à bola, salvo quando a posição do defensor não permitir 
pode utilizar apenas um. O professor deve orientar ao aluno que no ato do bloqueio 
deve levar em consideração alguns fatores como: não posicionar o braço antes do 
tempo, para evitar que o atacante varie o tipo de arremesso, nos arremessos em 
suspensão o jogador deve saltar imediatamente após o atacante, posicionar sempre 
que possível o tronco em frente do ombro do braço executor do atacante. 
Bloqueio ofensivo: Ação tática coletiva em que um jogador atacante interrompe 
momentaneamente a trajetória de um defensor (marcador direto) em benefício 
de um companheiro com bola para se conseguir situações de superioridade. O 
professor deve esclarecer que os bloqueios devem ser realizados com o cuidado 
para não cometer faltas de ataque, para tal, o bloqueador deve parar e esperar 
que o defensor faça o contato e não o inverso, esclarecer também que diante 
de um contra bloqueio, o beneficiado deve realizar uma trajetória para o lado 
contrário do bloqueio (traje tória falsa). Os bloqueios podem ser classificados 
de acordo com a posição podendo ser: laterais, frontais e diagonais ou ainda 
de acordo com as ações posteriores do bloqueador podendo ser: estáticos e 
dinâmicos. 
Cruzamento: O cruzamento também é uma troca de postos específicos, porém o 
jogador que possui a bola atua como iniciador. Romero et al. (1999) afirmam que o 
cruzamento é a troca de zonas de ataque entre dois ou mais jogadores, de forma 
premeditada e que, a partir de fixações (MENEZES, 2011), seja provocado o erro na 
defesa para que o companheiro aproveite essa circunstância. Esse meio técnico-
tático, a exemplo das trocas de postos específicos, também podem ocorrer entre 
jogadores da mesma linha ou entre linhas diferentes (CUESTA, 1991). 
Para Antón (2000, p.187-188) o cruzamento é “uma interação entre dois atacantes 
[...]que realizam suas trajetórias em sentido contrário fazendo-as coincidir em um 
ponto, de tal maneira que o possuidor inicial fixa seu oponente direto”. O autor 
ainda cita como fator relevante a dificuldade das ações dos defensores, que permite 
ao atacante que receberá a bola aproveitar e explorar o espaço criado. Cuesta (1991) 
afirma que a eficácia do cruzamento está relacionada com o retardo ou a anulação 
das ações dos defensores, bem como a busca dos atacantes pelos espaços livres, 
tanto por parte do iniciador como pelo beneficiário (segundo jogador; ANTÓN, 
1998). 
Ritmo trifásico: é o famoso ‘três passos’ que o jogador de handebol pode dar com a 
bola. De maneira geral, a visão tradicional de ensino, orienta que o jogador destro 
(que arremessa com braço direito) realize a seguinte sequência: esquerda, direita, e 
salte sobre a perna esquerda; e que o canhoto realize a sequência: direita, esquerda, e 
salte sobre a perna direita. As regras do handebol não limitam ao jogar formas 
prontas de executar as três passadas, existindo liberdade de que este crie as mais 
diversas combinações para a execução do ritmo trifásico. 
Duplo trifásico: (conhecido entre os atletas como "dupla passada") é considerado 
pela literatura específica do método parcial como um fundamento onde o jogador dá 
"sete" passos com a posse da bola, sendo obrigatoriamente realizados à frente, da 
seguinte forma: os três primeiros passos são dados com a posse da bola 
imediatamente após ter recebido a mesma, e simultaneamente na execução do quarto 
passo o jogador terá que quicar a bola no solo uma vez, tornar a empunhá-la e dar 
mais três passos com a bola dominada. Ao final do sétimo passo ele terá 
obrigatoriamente que passar ou arremessar a bola. A literatura indica que o primeiro 
passo deverá ser executado com a perna contrária ao braço que realizará o 
arremesso. 
3- Apresente toda a estrutura física da quadra de handebol, ilustrando e dando 
exemplos práticos das situações de jogo. 
 
A equipe que tem a posse de bola deve se manter sempre no campo de ataque até 
arremessá-la no gol. Entre outras regras, não se pode invadir a área de gol 
adversária, voltar para seu campo ou recuar a bola para o goleiro, a menos se ele 
estiver no campo de ataque, ou seja, após a linha central. 
Cada atleta pode segurar a bola por até três segundos ou então dar três passos com 
ela presa na mão. De outro modo, o jogador deve conduzir a bola quicando como no 
basquete. Se o atleta ficar mais tempo com a bola como descrito acima, é marcado 
condução pelo árbitro do jogo e a posse de bola passa a ser da outra equipe. 
Toda a linha pintada na quadra de handebol tem largura de 5 centímetros, com 
exceção das duas linhas dos gols que possuem 8 centímetros de largura, que se 
estendem de uma trave lateral a outra. 
A área do gol é definida por um semicírculo de 6 metros de diâmetro. Apenas o 
goleiro pode se posicionar neste local. 
A marca do goleiro fica a 4 metros de distância da linha de fundo, e ela serve para 
limitar até aonde o goleiro pode avançar em um tiro de 7 metros. 
A marca de 7 metros é semelhante ao pênalti do futebol. É marcado quando um 
jogador é bloqueado, empurrado ou o adversário tenta arrancar ou bater na bola que 
está em poder alheio. Na cobrança de 7 metros, os outros jogadores devem ficar 
atrás da linha de 9 metros. 
A linha de 9 metros, também chamada de linha de tiro livre, pois é ali que deve ser 
cobrado o tiro livro quando o adversário comete uma falta leve. Durante a cobrança, 
nenhum jogador do time que está atacando pode atravessar a linha até que a bola 
esteja novamente em jogo. A equipe que cometeu a falta pode montar uma barreira à 
frente desta área. 
O banco de reservas serve para os jogadores que estão de fora, ficarem sentados, 
aguardando a substituição. A zona de substituição (um segmento da linha lateral) se 
estende a uma distância de 4,5 metros da linha central para cada equipe. Este ponto 
final da zona de substituição é prolongado por uma linha que é paralela a linha 
central, se estende 15 cm dentro da quadra e 15 cm fora da quadra. 
4- Relacione todos os aspectos dos jogadores de handebol, tipo: quantidade de 
jogadores, nomes, localização em quadra, características físicas e técnicas. 
No handebol, tanto nas equipes masculinas como femininas, cada time pode ter em 
seu elenco um total de 14 jogadores, mas apenas sete (um goleiro e seis jogadores 
de linha) entram em quadra. Os demais ficam no banco, como reservas. 
Goleiros: jogador por equipe função defensiva: impedir que os jogadores do time 
adversário faça o gol. São os únicos jogadores que podem tocar com o pé na bola, 
mas só dentro da área. Função ofensiva: raramente, o goleiro avança, mas se o faz, 
tem que definir rápido a jogada, arremessando ou tocando a bola características: 
normalmente, são os mais altos do time 
Armador: jogador por equipe função defensiva (4): na maior parte dos sistemas 
defensivos, o armador é o/um dos jogadores que ficam adiantados da primeira linha 
de marcação(que fica na linha da área) e tem como principal função defender o 
meio, às vezes interceptando passes, mas, na maior parte das vezes, parando o 
ataque adversário. A exceção fica por conta do sistema 6-0, no qual o armador e o 
pivô ficam no centro da única linha de defesa, e normalmente tem a função de 
marcar o pivô adversário e os meias que atacam pelo centro, além, claro, de 
interceptar os passes. Função ofensiva: o armador é o jogador que joga mais 
centralizado, é o responsável pela armação das jogadas, quase todas as bolas 
ofensivas passam por ele, que pode também ir para cima, engajar (trocar de posição) 
com os meias efazer as jogadas ofensivas. Características: não precisam ser 
jogadores mais fortes ou altos, mas as vezes precisam ser rápidos para puxar os 
contra-ataques. 
Meias: por equipe, esquerda e direita função defensiva: Os meias têm funções 
defensivas distintas, dependendo do esquema defensivo que usar. Existem esquemas 
defensivos nos quais os meias jogam avançados, junto com os armadores, e tem 
mais ou menos a mesma função deles, de impedir os ataques. A diferença é que, se 
eles jogam assim, eles também terão o dever de proteger os ataques laterais, 
tentando deixar o menos trabalho possível para os pontas. Mas, na maioria dos 
esquemas defensivos, os dois meias jogam recuados, na primeira linha defensiva, e 
tem a função de bloquear arremessos e de, principalmente, parar os ataques 
adversários. Dependendo do posicionamento do pivô adversário, também terão que 
marcar o pivô, mas isso só se ele se fixar entre os jogadores 2 e 3. Também existe a 
possibilidade de jogar apenas um meia adiantado, fazendo a função do armador 
junto com este. Função ofensiva: os meias são os responsáveis pela maioria dos 
ataques. Eles partem para cima do adversário, buscando espaços ou a liberação de 
um ponta ou de um pivô. Podem arremessar de longe também, o que às vezes se 
torna um gol. Características: normalmente, são os jogadores mais habilidosos do 
time, os que conseguem fintar mais fácil 
Pontas; por equipe, esquerda e direita função defensiva: os pontas cumprem o 
papel, exclusivamente, de marcar os pontas adversários e de ajudar na marcação dos 
meias adversários. São os jogadores que mais de abrem, sempre na primeira linha 
defensiva. Nota: a ajuda dos pontas e de qualquer posição dever ser sempre 
exercidas com falta, pois de outra maneira, deixaram livre os marcadores que 
deveriam marcar originalmente. Função ofensiva: os pontas jogam quase no 
escanteio, e tem a função de atrair a marcação mas, principalmente, se projetar para 
receber a bola, ganhar espaço e arremessar o mais próximo o possível do meio. Os 
pontas também podem cair de pivô, ou seja, se tornarem um segundo pivô para o 
ataque. Características: os pontas direitas normalmente são canhotos e os esquerda, 
destros, para ganharem mais espaço na hora do arremesso. Quem escreve é um 
ponta direita destro, mas normalmente isso é melhor. Também devem ser rápidos, 
para se projetarem no contra ataque. 
Pivô: por equipe função defensiva: os pivôs têm como função defensiva principal a 
marcação do pivô adversário, a menos que este esteja no intervalo dos jogadores 2 e 
3. Nessa situação, o pivô deve marcar o meia correspondente ao companheiro que 
teve que ir marcar o pivô. Além disso, tem que paras o central, se esse se 
desvincular da marcação do armador. Função ofensiva: o pivô se posiciona entre a 
defesa adversária, e tenta sempre se desvincular desta e buscar um espaço para 
receber a bola, girar e arremessar. É, junto com os meias, a maior fonte de gols de 
um time. Características: alto e forte são características que um pivô não pode deixar 
de ter.

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