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Rafaela Ferreira Leite
Matricula: 171 131 101 15
Pólo: Volta Redonda 
Filosofia e Ética 
Atividade 6
Estude: “Filosofando”, cap. 22 (págs. 216 a 232) e responda às questões:
Levante as principais ideias do Liberalismo.
Segundo a autora, Maria Lucia Aranha liberalismo são conjunto de idéias éticas, políticas e econômicas da burguesia que se opunha, ou seja, que era contrário a visão da nobreza feudal. O liberalismo funda-se no naturalismo, direito natural, mas tem como ponto de partida o indivíduo. Todos os indivíduos são iguais com direitos iguais. Direitos irrevogáveis, não podem tirar dos indivíduos os seus direitos. Os direitos principais são: Liberdade e a propriedade. E o poder estatal tem que respeitar a liberdade e a propriedade no individuo. Podemos relatar também o liberalismo ético que é garantir os direitos individuais, liberdade de se expressar, e de seguir uma religião. Há também o liberalismo político: é conceituado na formas contratuais e não no direito e tradição de reis, mas com o consentimento do povo e opinião popular. Tendo como conseqüência o direito de votar e de representação. Liberalismo econômico iniciou-se com os fisiocratas: defesa e a busca de próprios recursos vindo da natureza. E após foi surgindo à lei da oferta e procura e a defesa da propriedade privada ou seja ninguém pode ser expulso de sua propriedade sem consentimento e ser submetido ao poder político. 
Explique porque o indivíduo é o centro das preocupações do Liberalismo. Por que se diz que o pensamento liberal é elitista?
Segundo a autora, liberalismo defende a liberdade individual, cada pessoa é livre para pensar e se expressar. O individuo é o centro das preocupações porque com opinião própria ele tem de se revoltar contra os governantes, contra a classe política. Ou seja, se o homem tem direitos iguais e liberdade de se expressar, ele também pode opinar e se opor contra partidos e políticos. Características de Locke conforme o individuo ser o centro das preocupações: os homens são livres e não podem ser expulsos de suas propriedades privadas. Para Locke cada cabeça é sua sentença ou seja, cada um é juiz de sua própria causa. Para Locke cada ser é propriedade de seu próprio corpo mesmo que não tenha bens materiais. Para Montesquieu liberdade é o direito de fazer tudo que é permitido, mas, dentro da lei. È necessário que o poder freia o poder ou seja, a criação dos poderes executivo, legislativo e judiciário um poder colocar limite ao outro. Para Hobbes o homem vive em uma cidade, estado sem lei uma guerra generalizada, ou seja, o próprio lugar que Ele compra, Ele próprio rouba sem a presença dos poderes ativos. E para Rosseau, fundamenta-se na desigualdade dos homens e do contrato social. O pensamento liberal é elitista porque é restrito apenas aos homens de posse, riquezas e amplia-se conforme expressões externas. Restringindo a classe pobre, sem riquezas e sem terras, pois o único bem é o seu próprio corpo.
O que é o estado de natureza em Locke e Rousseau? O que é o pacto social? Por que Rousseau diz que a soberania é inalienável?
Segundo a autora, estado de natureza para Locke e Rousseau é quando o homem vive feliz, sadio, bons e cuidando da sua própria sobrevivência. Ele deixa o estado de natureza a partir do momento em que começa a trabalhar para os outros em outras propriedades que não são próprias, que são de outros gerando uma vida de miséria e escravidão. É onde surgi o rico e o pobre; a desigualdade social e econômica; o escravo do senhor; etc. Ou seja, um falso contrato onde o povo vive escravizado sob grilhões, onde se necessário um novo contrato sob o qual o povo esteja reunido em uma só vontade e liberdade. Pacto Social é abdicar de sua liberdade, ao obedecer à lei obedece a si mesmo. Ou seja, não é preciso de um estado para obedecer, basta obedecer a si mesmo e se estatui a liberdade. O contrato não faz o povo perder a liberdade, mas pelo contrário de ter liberdade em si mesmo. Soberania Inalienável significa que não pode ser alienada. A soberania representa a vontade geral e não interessada somente a outra pessoa beneficiando poucos indivíduos em vez de todos serem beneficiados, proporcionar o bem comum a todos.
Referência Bibliográfica: 
FILOSOFANDO
INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
EDITORA MODERNA
ARANHA, MARIA LUCIA DE ARRUDA 
Professora da Escola Nossa Senhora das Graças (São Paulo)
MARTINS, MARIA HELENA PIRES 
Professora da Escola de Comunicação e Artes da USP / São Paulo – 1993