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CAPÍTULO 1
Como Fazer um Planejamento de Segurança
Para ter um bom planejamento de segurança é preciso de conhecimento técnico e um pessoal com treinamento especializado. Como deve atuar um segurança em festas privadas e grandes eventos. Em show ou festas privadas exige a contratação de profissionais devidamente qualificados, sendo que os profissionais tem que ter um treinamento adequado e atuar de forma firme, seguindo as regras do local e tendo postura compatível ao evento. E também todos os profissionais devem estar em sintonia na realização de suas funções para que o evento ocorra harmoniosamente, independente ser o evento privado é de grande, médio ou pequeno porte. A segurança é um fator essencial no planejamento de qualquer evento que receba certa quantidade de pessoas ou que atraia a atenção da mídia e do público. Levando em conta muitos fatores como na organização da segurança de eventos, como por exemplo, o tipo de público (jovem, adulto, religiosos, roqueiros, esportistas, etc.) a quantidade de pessoas esperadas e capacidade de públicos, a criminalidade no entorno e estatísticas de roubos e furtos, os bens materiais que farão parte do evento, a época do ano e intempéries e assim por diante.
Sendo que os seguranças devem ser bem capacitados a lidar como todo tipo de público, Devendo-se manter a calma, educação e polidez. Principalmente em eventos onde exista o consumo de bebidas alcoólicas e sendo que algumas pessoas possam ficar alteradas e acabar perdendo a razão, sendo necessário que os profissionais de segurança sejam capacitados a lidar com multidões, como defesa pessoal, com boa comunicação, saber manusear os instrumentos técnicos inerentes ao trabalho desempenhado além de assegurar que o evento assegurar que o evento transcorra com tranquilidade e que o público presente esteja protegido, sendo que a equipe tem que ser treinada para manter o controle da situação e domínio das emoções diante de quaisquer situações, sendo que a força ser utilizada na ultima situação quando toda negociação falhou.
Fonte: Festeja Festival de Musica Sertaneja. Local Sambódromo do Anhembi. Tirada dia 7 de Maio de 2016. Mega Evento. Concentração dos Seguranças Horas antes do evento.
1.1.2 Atente-se à Escolha do Local
	Tem que levar em conta os números de convidados e o tipo de público. Sendo que esse tipo de escolha é importante para que o público posar estar devidamente acomodados no dia do evento, pois um lugar pequeno superlotado pode representar graves riscos à segurança dos presentes, sendo de extrema importância respeitar a capacidade do espaço. 
1.1.3 Faça Análise e Identificação de Riscos
	É preciso identificar os possíveis riscos como furtos e roubo, vandalismo, riscos técnicos, incêndio, desmoronamento, por exemplo. Sendo necessário conseguir prever todos os desastres possíveis.
1.1.4 Obtenha Todas as Autorizações e Licenças 
	“Para cada tipo de evento, existem órgãos responsáveis que fiscalizam e emitem autorização para sua realização. A falta de documentação pode causar multas e até cancelamento do evento.”
	Se caso ocorra ocorrência de acidentes sem as devidas autorização pode gerar processos civis e criminais.
1.1.5 Tenha A Brigada de Incêndio
	Tendo profissionais qualificados e específicos, eles estão aptos a fazer evacuação, resgate e combate em casos de incêndio ou desastres. Sendo que estarão aptos para verificar o estado de conservação dos extintores existentes no local, e até providenciar a substituição deles, casa seja necessário. Sendo que normalmente a equipe da brigada de incêndio fará uma inspeção prévia no local do evento, para conhecer o espaço e montar um plano estratégico no caso de incidentes.
1.1.6 Tenha Um Plano de Contingência
	São procedimentos que serão adotados em caso de emergência de conter metidas que serão adotados em incidentes graves com o tumulto, incêndios e desmoronamentos, por exemplos. Sendo importantes todos os funcionários integrantes do Staff (recepcionistas, impressa, equipe de limpeza, segurança), tenha o conhecimento dos procedimentos de emergência para que possam estar capacitados para orientar os convidados e cuidando da própria segurança de cada um deles. 
1.1.7 Tenha Um Plano de Abandono
	Devem-se adotar rotas de saídas de emergências, localização de extintores, equipe de brigadistas e todos os itens que incluem a evacuação do local, em caso de emergência. A legislação exige um espaço mínimo para o local de evacuação, além de uma sinalização clara do local de saída. Sendo analisados com rigor para que possíveis embargos e/ou multas não venham a ocorrer. Para uma adequada evacuação do público em situações emergências devemos considerar a informação prévia prevista no planejamento, sobre rotas de saídas e pontos de socorro emergencial, a direção a ser tomadas pelo público devidamente indicado pela sinalização emergencial, sendo que a largura das portas de saída (inclusive as de emergência). E antes de iniciado o Espetáculo Público, sendo possível, deve-se anunciar em alto-falantes ou em telões as rotas de saídas e a localização dos extintores.
1.1.8 Equipamentos Extintores de Incêndio
	Hidrantes, extintores, equipamentos para rompimento de obstáculos e escalada, visando o combate e socorro na hipótese de incêndio. Sendo que sua instalação é requisito obrigatório consoante às exigências técnicas do Corpo de Bombeiros.
1.1.9 Escolha de Equipamentos 
	Os aparelhos e equipamentos utilizados para som, vídeo e iluminação bem como os específicos para entretenimento devem ser cuidadosamente selecionados. Para não ter problemas durante o evento, procure fornecedores de confiança e que ofereçam suporte técnico em caso de eventuais falhas, nesse sistema tendo um bom equipamento de qualidade é uma maneira de garantir o bom funcionamento dos programas e atividades e deixar o público satisfeito mais que garantir a segurança do público.
1.1.10 Equipamentos
	Para analisar uma boa empresa de segurança e aquela que conta com equipamentos ideais para qualquer tipo de evento e suas necessidades. Analisando esse sentido vale a pena conferir quais os aparelhos e tecnologia utilizada pela fornecedora do serviço, observando isso fará uma diferença na qualidade do controle de acesso e proteção do público presente.
1.1.11 Monte um Checklist de Verificação
	Fazendo parte do planejamento o checklist deve ser elaborado com objetivo de acompanhar as etapas de preparação e estruturação do esquema de segurança, com essa lista será possível checar se todos os procedimentos de segurança foram realizados dentro do cronograma estipulado previamente para que tudo ocorra conforme esperado.
2. Pre-Evento
2.1 Conceito do Evento
	São quando os organizadores de eventos recebem a demanda para preparar e executar um evento deverá envolver no grupo de trabalho o Gestor de Segurança. Sua presença desde o inicio da definição dos conceitos, da idealização da dinâmica do trabalho e da discussão do planejamento visando garantir a proteção do evento e evitar surpresas.
Definição do Local
Auditório, pavilhão de exposições, salas de reunião. Centro de convecções, casa de espetáculos, salão de clubes, ginásio esportivo, igrejas, casas de recepções, ou áreas livres, seja qual for, levando em conta alguns fatores que podem influenciar a qualidade e a segurança do evento: rotas de fugas, sinalização, situação legal, segurança das instalações elétricas, como por exemplo. Para fazer a avaliação da capacidade do local tem que considerar quatro pessoas por metro quadrado, também uma visita previa ao local do evento é necessário. Observar capacidade do local, infraestrutura, acessos, itens de segurança contra incêndio, documentação do local e histórico de ocorrências.
Tipo de público
Como variações do perfil do público afetam todos os tipos de eventos, como feiras, festas, competições esportivas, convecções, casamentos, shows, entre outros, determinam as estratégias de segurança. Sendo importante conhecer as característicasdo público, como faixa etária, classe social e perfil de comportamento.
2.2 Políticas de Segurança 
	A politica de segurança nada, mas é que um conjunto de orientações que influenciam diretamente o modo os recursos humanos, técnicos e organizacionais serão utilizados. Para que o evento ocorra com o mínimo de incidentes são tomados providência e recursos que serão adotados, dependem diretamente da política de segurança. Sendo que a política de segurança pode variar muito em função ao local do evento, perfil do público, condições de realização e, principalmente, a cultura do patrocinador e/ou promotor e/ou organizador do evento. Como por exemplos: impedimento da entrada de arma, controle de acesso, combate a furtos, combate à ação de cambistas (se tiver), controle de acesso, rigor na prevenção de incêndios, tratamento do público e patrocinadores, controle de fluxo de entrada do público, entre outros.
2.2.1 Análises de risco
2.2.2 Ambiente externo
Comece a fazer uma análise tendo uma visão de toda área no entorno do evento, já que muitos riscos podem estar associados ao local em que será realizado. Observando o perfil socioeconômico do bairro, moradias, comércio via de acesso e suas condições estruturas emergenciais e de serviços, ponto de taxi e de ônibus, hospitais, postos da Polícia Militar, Defesa Civil, Corpo de Bombeiro, delegacia e de concessão de serviços públicos são apenas alguns exemplos do que precisa ser levantado.
2.2.3 Ambiente Interno
	Faça um completo levantamento das condições de funcionamento do evento e do espaço em que ele ocorrerá. Já as informações ao funcionamento do evento, serão fornecidas pelo próprio organizador do evento no dossiê de planejamento. Essa análise visa identificar qual é a estrutura que o espaço oferecer e que vulnerabilidade precisa ser coberta para que o evento esteja protegido (riscos sob controle). Solicite ao responsável pelo espaço do evento as autorizações e alvarás, lembre-se de inspecionar as instalações elétricas, hidráulicas, ar-condicionado, prevenção e combate a incêndios e de segurança eletrônica (câmaras, alarmes). Também conheça as pessoas que trabalham no local e o que fazem. Pergunte sobre os procedimentos de funcionamento do espaço, segurança da informação, quem faz a vigilância das portarias, quem desliga o disjuntor, por onde entra caminhão, onde se descarrega material para montar o evento e etc. Sendo também importante análise o Sistema de Geradores para o abastecimento de evento assim como seguros contratados pelo espaço para devido fins.
2.3 Identificação dos Riscos
	Depois de ter feito o procedimentos de analise dos ambientes internos e externos, vamos analisar e identificar os riscos que ser classificam em quatro categorias: humanos, técnicos, naturais e biológicos.
Riscos Humanos
São riscos decorrentes de ações intencionais e não intencionais diretas ou indiretas de pessoas, ações que podem acontecer não só durante o evento, mas, em alguns casos, antes ou depois dele como:
Vandalismo;
Ameaça de bomba;
Furto e roubo;
Assédios diversos para caso de presença de artistas, personalidades ou autoridades;
Manifestações políticas;
Mal súbito;
Uso de drogas.
Riscos técnicos
São os riscos ligados ao mau uso ou deficiência na manutenção de instalações ou equipamentos, exemplos:
Palco;
Equipamentos de luz e som;
Instalações elétricas;
Back stage além de outros ambientes como salas de reunião;
Recepção;
Banheiros;
Salas de alimentação;
Cozinhas entre outras.
Riscos Naturais
São riscos provocados por fenômenos da natureza como tempestades, raios, enchentes, deslizamentos de terra e terremotos.
Riscos Biológicos
São aqueles que expõem as pessoas à intoxicação ou contaminação por microrganismos, exemplos;
Cozinha;
Lixeiras;
Sistema de Esgoto;
Água;
Alimentos e bebidas;
Ar-condicionado;
Banheiros.
2.4. Planejamento
2.4.1 Autorização e licenças
	É necessário obter licenças especiais concedidas por autoridades e órgãos públicos para fazer o evento em geral e principalmente de grande porte. Na falta das autorizações de funcionamento podem provocar pesadas multas ou até mesmo cancelamento do evento. E se caso ocorra algum sinistro os organizadores serão processados civil e criminalmente.
2.4.2 Legislação 
	Procure conhecer sobre as normas específicas do estado e cidade onde será realizado o evento, sendo que geralmente da diferença e muitas vezes não há as normas específica para o tema. Sempre use como regra documentar o evento nos órgãos competentes e guarde os protocolos e ofícios de resposta, exemplos:
Polícia Militar;
Corpo de Bombeiro;
Prefeitura;
Ministério Público;
ECAD- Escritório Central DE Arrecadação e Distribuição;
ANVISA
Verificar Legislação Municipal e Estadual e respeito de eventos;
Credenciamento.
2.5 Credenciamento
	O credenciamento é fundamental para poder identificar as pessoas, nas suas devidas funções na utilização de crachás, e que cujos crachás deverão ser divididos por áreas de atuação no evento, para o devido controle de acesso, exemplos de categorias: Direção – profissionais ligados da direção do evento, staff – prestadores de serviços ligados ao evento, como os da limpeza, montagem. Técnicos, carregadores, recepção, cobertura fotográfica e filmagem, além de vários outros. Imprensa – profissionais dos veículos de comunicação convidados; Convidados – convidados da direção e organização, Patrocinadores. 
Fonte: Foto tirada na abertura da Copa do Mundo. Credencial de Trabalho de Segurança. Tirada no dia 12 de Junho 2014.
2.6 Público
	A segurança de ingressos é importante e requer cada vez mais atenção por causa do aumento de ingressos e inscrição falsos. Provocando transtornos ao público e prejuízos ao organizador, sendo responsabilizado pela má organização do evento e pode inclusive ser judicialmente obrigado a indenizar as pessoas lesadas pelo golpe do ingresso/inscrição falso. A segurança dos ingressos deve ser conhecida pela equipe de proteção do evento e fiscalizada no momento da entrada.
2.7 Brigada Contra Incêndio
	O mesmo procedimento que é feito para contrata uma empresa de segurança patrimonial é feito para contrata os Bombeiros Civis. O dimensionamento desses profissionais, equipamentos de combate e resgate, devem seguir um plano próprio e treinamento específico, integrados ao plano de Segurança do Evento. Tem que ser observado ser o local onde será realizado seu evento possui as licenças do corpo de bombeiros, as saídas de emergência, sinalização e extintores. Também fazer teste nos equipamentos e realize treinamentos com o pessoal. Faça uma ação, para que possa executar de maneira perfeita de um plano de combate a incêndio específico para o evento onde devem constar: localização dos extintores, tipos de extintores, alarme de incêndio, evacuação do local, ações preliminares e demais informações pertinentes.
2.8 Plano de Contingências
	A finalidade desse plano é prover meios de atuação que serão utilizados para evitar que os riscos identificados e classificados, ser ocorrerem, venha a se configurar em perdas de vida e danos ao patrimônio das empresas e entidades envolvidas no evento. Procedimentos padrão a ser usados pelos membros de segurança e os bombeiros em situações de emergência a ser desempenhado são:
Isolar o Local;
Comunicar o gestor e/ou a Central de Comando e Controle;
Orientar e conduzir a evasão das pessoas;
Preservar o local do fato;
Acionar os Órgãos Públicos.
Sua função é escrever que medidas serão adotados em caso de incidentes graves. Que procedimentos (o que fazer), se houver um incêndio, um desabamento, um tumulto, uma ameaça de bomba. Sendo isso que é perguntado em um plano de contingência responde. Tem por objetivo relacionar todos os riscos e definimos, para cada um, qual é estratégia a ser adotada para minimizar os danos como, por exemplo, ações como isolar o local que oferece perigo, socorrer feridos ou retirar as pessoas em segurança.
2.9 Plano de Abandono
	A finalidade deplano de abandono tem o objetivo de prover a ação ordenada de desocupação (ou evacuação) da área do evento em caso de sinistro (incêndios, ameaças de bomba, desabamentos, entre outros), objetivando minimizar e prevenir, o máximo possível, acidentes que possam provocar perdas de vidas. O responsável pela elaboração do plano é o engenheiro de segurança que deverá construí-lo junto com o gestor de segurança e a equipe de organização do evento. Deverá constar no plano: rotas de fuga, sinalização, localização dos extintores, equipes de brigadistas, portas de emergência e etc. Esse plano deve ser do conhecimento de toda equipe que trabalha no evento e ensaiado pelas equipes de segurança e brigadistas. Sendo possível, faça um panfleto ou um vídeo com informações sobre o plano de abandono e leve ao conhecimento do público antes do evento. 
Fonte: Folder do evento Lollapalooza. Dada para todo o público e equipes de trabalho, mostrando todas as saídas os seis palcos, banheiros, todas as rotas do evento e a localização de tudo que tinha no evento. Local Autódromo de Interlagos. Tirada no dia 12 de Março de 2016.
2.10 Empresa de Segurança
	A escolha da empresa de segurança privada é um passo decisivo para o sucesso de fazer acontecer o planejamento. Verificando sempre ser a empresa de segurança é legalmente constituída, que tenha o certificado expedido pela Polícia Federal e com experiência consolidada em eventos. A próxima etapa que escolheu a empresa de segurança, a tarefa é fazer a seleção do pessoal que irá trabalhar no evento. O gestor de segurança vai elabora um plano operacional, que irá apontar quantos seguranças serão necessários e onde serão implantados, definindo assim, suas funções. 
Fonte: Foto Tirada no Espaço das Américas. Show Ana Carolina. Dia 1 Junho de 2014. 
2.11 Comunicação
	Para que possa trabalhar uma equipe de segurança de forma adequada, a comunicação precisa estar funcionando perfeitamente. Fazendo uma locação de rádios, baterias extras e definição de uma política de comunicação são tópicos que fazem a diferença. Lembrando-se que antes de contratar o serviço de rádios lembre-se de fazê-lo através de empresas que possuem licença para tal finalidade, e também não deixarem de fazer os ensaios para conferir o funcionamento.
Verifique se há cobertura de comunicação em toda área do evento;
Analise se serão necessários headphones especiais (devido ao barulho);
Testar periodicamente os canais de comunicação durante o evento;
Defina o responsável pela recarga e troca das baterias;
Montar uma rede rádio com nomes dos usuários;
Observar distâncias entre os pontos de comunicação e eventuais barreiras físicas como paredes blindadas, antenas, etc.
Fonte: Rádio HT. https://s2.bukalapak.com/img/759532732/m-1000-1000/RADIO%20HT%20Walkie%20Talkie%20BAOFENG%20UV-5R%20multi%20fungsi.JPG
2.12 Treinamento das Equipes de Segurança
	É preciso treinar o segurança para exercer a função que se espera dele. Tem que informa ao profissional como funcionará o evento em que irá atuar, qual é a programação, qual é seu horário de trabalho, onde ele irá ficar o que irá fazer, quem é seu supervisor, como proceder em determinadas situações e outras tantas recomendações. Mesmo que ele fique implantado em um posto, com isso, ele estará informado do que acontece ao seu redor. A fiscalização das equipes de segurança é permanente, e essencial para evitar desprazer do abandono de posto, por exemplo.
Fonte: Foto Tirada no Evento Bota Fora dos Alunos de Direito da Mackenzie. Local Sambódromo do Anhembi. Eu com minha equipe de frente de uns do palco. Dia 20 de Maio de 2016.
3. Evento
3.1 Monitoramento dos Riscos
Varredura do Ambiente: Contra Agentes Químicos, Bacteriológicos e Antibomba.
Pode parecer uma ação não aplicável ao Brasil, mas principalmente em eventos que envolvem autoridades públicas, ONGs (Organizações não Governamentais), entidades religiosas ou que tenham alguma característica que pode atrair ações extremistas, após o gestor de segurança analisar todos os riscos e implicações ao evento, caberá uma recomendação para realizar uma varredura no local/área do evento. Essa vistoria pode ser feita por empresas privadas ou solicitada ao poder público (Unidade de Forças Especiais das Polícias Militares, Esquadrão Antibomba da Polícia Civil e demais especializadas). São geralmente empregados cães farejadores e detectores portáteis de explosivos e agentes químico-biológicos, além de outras tecnologias.
Bilheteria
No dia do evento a bilheteria é uma área sensível, sendo que organização do evento deve monitorar constantemente a quantidade de ingressos vendidos e inscrições antecipadas e trocados (compra on-line) e comunica o gestor de segurança que poderá propor o aumento do número de bilheterias em caso de trocas de ingressos no dia do evento, planejar a formação de filas e barricadas suficientes para contenção do público, prever sinalização e orientação ao público. E uma atenção especial à ação de cambistas.
Foto: Tirada no Evento Show Luan Santana. Local Espaço das Américas. Fazendo Segurança da Bilheteria no dia do evento troca dos bilhetes e compra dos mesmos. Horário às 10 horas manhã, horário da abertura da casa 18h00minhrs. Dia 22 de Maio de 2016.
 
Backstage
A área atrás do palco conhecida como backstage, fica intransitável via de regra, além do pessoal da produção ainda há a presença de vários outros públicos. Sendo preciso administrar a movimentação de todos nos bastidores, que deverão estar identificados por crachás, evitando que pessoas circulem por locais que não precisam estar e atrapalhem o trabalho de outras. Sendo assim dias antes do evento, faça uma reunião com assessores dos palestrantes, autoridades ou artistas para pode apresentar os procedimentos de segurança da organização do Evento e informar como será a circulação das pessoas no espaço, sendo importante que a segurança conheça essas exigências, não só para poder atendê-las, e também para minimizar eventuais impactos que geram na proteção do evento. 
Fonte: Tirada no Carnaval do ano 2016. Camarote VIP da Prefeitura de São Paulo. Estava fazendo Segurança de Entrada e Saídas em um local especificamente restritas só poucas pessoas poderiam passar por esse portão, ser não trabalhava o desfile das escolas de Sampa. Dia 15 de Fevereiro de 2016.
3.2 Distribuição das Equipes
	Uma logística e administração das equipes de segurança e brigadistas é de estrema importância, pois de acordo com a quantidade de efetivo, e principalmente em ventos de grande porte, a escala de chegada deve ser elaborada com horários intercalados para que o evento seja coberto antes, durante e depois. Toda essa organização da equipe deverá ocorrer da área externa para interna ou conforme estabelecido no planejamento operacional, o conselho passado é que antes da abertura do evento o efetivo esteja devidamente posicionado no seu respectivo posto de trabalho e já recebido às orientações básicas de procedimentos.
Auditoria
Inteligência;
Central de Comando e Controle;
Segurança;
Brigada;
Equipe de Reação/Reforço.
Fonte: Show do Paul McCartney. Local Allianz Parque. Equipe já formada e dividida nós éramos da equipe de frente de palco indo para o nosso posto. Dia 25 de Novembro de 2014.
3.3 Comunicação 
	A comunicação é de extrema importância. Durante o evento o sistema de comunicação via rádio tem por objetivo atender as necessidades de contato imediato entre os membros da equipe de segurança e a brigada de incêndio e também com o canal da organização do evento e a Central de Comando e Controle é de suma importância, com a finalidade de atender ajustes da ultima hora, comuns em grandes eventos. Sendo utilizada uma comunicação simples e direta, além de manter uma disciplina rígida e uma permanente checagem das comunicações. Também crie uma segunda rede de comunicação (com outra tecnologia de rádio ou celulares).
Fonte: Nextel. Tirado site: https://http2.mlstatic.com/nextel-motorola-celular-D_NQ_NP_967811-MLB20648345536_032016-F.jpg3.4 Controle de Acesso
	Em um evento o local de entrada de pessoas, é preciso um controle, pois é uma parte delicada da segurança e normalmente demanda a maior parte do investimento, sendo dividido o controle de acesso em duas categorias. 
As pessoas que trabalharão nas fases pré, durante e pós-evento, e;
O público seja ele pagante ou convidado.
Como por exemplos: técnicos de som e iluminação, recepcionistas, garçons, faxineiros, montadores de estruturas, maquiadores, bailarinos, cinegrafistas, transportadores de equipamentos, artistas, patrocinadores e etc. Sendo que os nomes e os RGs dessas pessoas devem estar relacionados em uma lista posteriormente encaminhada para o gestor de segurança, que monta no local do evento uma central de cadastramento para os prestadores de serviços (é primeira instalação a funcionar na fase pré-evento). Na hora da sua apresentação para trabalhar, vão passar em uma central e mediante sua identificação e verificação do nome na lista, recebem seu crachá. Nesse mesmo local no dia do evento, passarão os profissionais que farão a cobertura jornalística para impressa, rádio e televisão. Também a segurança de controle de acesso tem lidar com autoridades do serviço público, que requer uma atenção especial, fazendo o procedimento de anotar no livro próprio todas as autoridades que solicitaram entrada de serviço/trabalho no evento.
O acesso ao estacionamento também deverá ser controlado: veículos de participantes, convidados, a serviço da organização do evento, viaturas de Polícia, do Corpo de Bombeiros e socorro médico. Também se deve sempre reservar para esses veículos um número compatível de vagas próximas às entradas do local, já que eles têm acesso prioritário, e garantir que essas vagas não sejam ocupas indevidamente, normalmente é colocado um segurança junto à entrada do estacionamento para que só permitam a passagem de veículos cadastrados ou que possuam crachás.
Fonte: Show Cabaré Leandro e Eduardo Costa. Local espaço das Américas. Estacionamento exclusivo para os artistas e suas equipes. Dia 10 Outubro de 2015.
4 Hora do Evento
Abertura de Portas e Portões: Nessa hora é o momento de muita atenção, pois o publico estar em expectativa para adentrar o espaço de realização do evento qualquer que seja ele. Por esse motivo a abertura só deve ocorrer após o checklist da segurança e a certificação de que todo efetivo está devidamente posicionado, incluindo as equipes de recepção e coordenação do evento.
Roteiros de tempos e movimentos: com isso facilita a visualização da dinâmica do evento, possibilitando a ação da segurança de modo sincronizado, bem como executar a implantação da equipe de segurança de forma organizada e cronológica de acordo com os acontecimentos do evento.
Palco: principalmente em eventos transmitidos ao vivo, o palco precisará de uma atenção extra para evitar o excesso de pessoas e /ou riscos de natureza técnica relacionados as estrutura do palco. Sendo que essa atenção ocorre antes e durante as apresentações.
Fonte: Foto Tirada no Show Paul McCartney. Local Allianz Parque. Em frente do palco. Dia 25 de Novembro de 2014.
Fonte: Show David Guetta. Eu coordenando a equipe de frente de palco. Local estádio de futebol de Ribeirão Preto. Dia 18 de janeiro de 2015.
Fonte: Show David Guetta. Eu coordenando a equipe de frente de palco. Local estádio de futebol de Ribeirão Preto. Dia 18 de janeiro de 2015.
4.1 Brigada Contra Incêndio
	A equipe de brigada tem uma forte atuação durante o evento, sendo eu foco é preventivo e reativo, em cada item de risco que for imediatamente corrigido. Como em casos superaquecimento de cabos elétrico, utilização de fogos, infraestrutura de palco, princípios de incêndio, mal subido, entre outros, deverão radar dos brigadistas para o pronto atendimento. Com uma forte Supervisão de equipe e a integração com a segurança é chave para sucesso.
5. Término do Evento
	Toda equipe deverá aguardar instrução para ficar fora de ação dos seus respectivos postos de trabalho e fazer o encerramento. Se necessário fazer o gordão de varredura para libertação da área. Ao término. No final do evento permanecerá no local a segurança e ou bombeiros dos postos de guarda de matérias até a desmontagem final de acordo com a avaliação da supervisão operacional. É necessário fazer uma constante fiscalização do posicionamento das equipes de segurança para evitar abandono de posto. Para a equipe de segurança o evento só termina mediante comando, sendo eu a desmobilização das equipes poderá ser em etapas, obedecendo ao planejamento feito anteriormente. 
6 Pós-Evento
6.1 Saída do Público
	É um item tão importante quanto à chegada do público é a saída, sendo que nesse momento as equipes deverão esta posicionadas e preparadas para acompanhar essa atividade. A saída do público é mais rápida que a chegada, por isso atende para o seguinte:
Externa
O entorno do local onde está ocorrendo o evento deve ser monitorado por segurança e/ou câmeras. Via de regra, o estacionamento é considerado como área do evento, mesmo que esteja do outro lado da rua e que não faça parte do mesmo projeto. Tem tido registro de ocorrências de assaltos frequente no trajeto do local do evento até o local de deslocamento: carro, ônibus, metrô, onde a segurança deverá monitora. 
Interna 
Certifique-se que tanto o público quanto o pessoal de serviço não ficaram nos banheiros, fumódromos, sala de impressa, camarote e outros pontos dentro do evento. A segurança tem a missão de chegar cada local, antes de encerrar suas atividades. 
6.2 Saída de Convidados VIPS
	Autoridades e Artistas. Os assédios aos artistas, convidados VIPs e autoridade são previsíveis na maioria dos eventos. Para evitar tumultos e ataques de tietagem na porta do evento, usando as barricadas mantém os curiosos a uma distância segura da entrada e saídas dos veículos. Solicite também ser possível, o apoio dos agentes de trânsito, policiais militares ou reforce a equipe de segurança para atender esse item. 	
Fonte: Trabalhando na feira Comic Con Experience. Local Expo Imigrante. Fazendo segurança VIP (Segurança Pessoal) do Autor Misha Collins do seriado Americano Supernatural (sobrenatural). Dia 6 de Dezembro de 2015.
6.3 Controle de Patrimônio
	A segurança só pode ser responsável pelos equipamentos que foram confiados a ela. Somente mediante a um inventário e clara definição do seu papel de guarda e/ou seu papel de guarda e proteção. Cada pessoa ou empresa deverá ser responsável pelo seu material dentro do evento.
6.4 Desmontagem da Infraestrutura 
	O gestor de segurança não ser restringe ao dia do evento, sua atuação vai muito além, começando bem antes e termina depois da desmontagem da infraestrutura que foi usada, sendo uma atuação que também além do segurança tradicional, relaciona-se com o trabalho de todos envolvidos na organização. 
7 Relatório de Ocorrências
	É usado para relatar ocorrências inerentes à execução serviços de segurança e ás alterações encontradas durante o evento, esse relatório deve ser consolidado ao término do evento e colocado à disposição da organização para tomada de providências e ajustes. Tudo deverá estar formalizado.
 Esse referido estudo vem abordar como ser inicia qualquer tipo de eventos, e seus procedimentos e formas a ser trabalhada em equipes, com analise do conhecimento técnicos mencionados nesse capítulo, vamos comparar e analisar no estudo de caso a tragédia da Boate Kiss, desde pré-evento, evento, pois evento e o estado emocional dos parentes e sobreviventes da tragédia O que houve de errado e que isso pode compactar nas vitimas. 
Fonte: Show do Pearl Jeam. Local Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Estádio do Morumbi). Uma equipe de Segurança no lado de fora do Estádio de manhã cedo antes de entra para começar fazer todos os procedimentos antes do show que ia começar 20h00min horas. Dia 14 de Novembro de 2015.
Fonte: Copa do Mundo 2014. Local Arena São Paulo (Arena Corinthians). Umas das equipesatuando na Copa do Mundo. O de colete azul era líder da nossa equipe. Despedida da Copa semifinal em São Paulo. Dia 10 Julho de 2014.
CAPÍTULO 2
2.1 História da Cidade Santa Maria
 Santa Maria é uma cidade que fica situada no Estado do Rio Grande do Sul com 276 108 habitantes, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015, sendo considerada uma cidade media com grande influência na região central do Estado. Sendo a 5º mais populosa do Rio Grande do Sul. Considerada uma cidade universitária graças à universitária federal de Santa Maria criada por José Mariano da Rocha Filho. Sediando umas das maiores universidades públicas do Brasil, conta com 27.000 alunos em seus cursos de graduação e pós-graduação. Por ter uma grande quantidade de instituições de ensino, a cidade é conhecida como “Cidade Cultural”. 
Fonte:http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/noticia/2015/05/forum-das-entidades-culturais-de-santa-maria-lanca-nova-leva-de-postais-sobre-a-cidade-4754816.html
 CAPÍTULO 3
 3.1 História da Boate 
A Boate Kiss foi inaugurada em Julho de 2009. Precisou de dois anos para que se se torna um sucesso entre os jovens. A procura pelas festas na boate era tão grande que os clientes começaram a reclamar das filas. Os proprietários diziam que precisavam organizar a entrada devida no excesso de clientes que chegavam a 1.400 pagantes por noite sendo que a capacidade do local não passasse de 691 presentes, na noite do incêndio tinha 1.000 a 1.500.
Fonte: http://aredacao.com.br/noticias/24075/boate-kiss-divulga-comunicado-sobre-tragedia-em-santa-maria
3.2 Dia da tragédia 
Segundo a polícia: com 242 mortos e 680 feridos, deve o inicio do incêndio as 2h30 min à 5h00 da manhã com uma área queimada de cerca de 638m², no dia 26 de Janeiro de 2013 no sábado. A balada deve inicio às 23 horas, a festa chamada “Agromerados” foi organizada pelos estudantes de seis cursos universitários e técnicos da Universidade Federal de Santa Maria. Sua programação tinha duas apresentações de duas bandas. A festa reuniam estudantes da UFSM dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária, e Zootecnia. Por volta das 2h 30 min de 27 de Janeiro, durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira foi à segunda banda a se apresentar naquela noite, o vocalista da banda utilizou um sinalizador de uso externo, que soltou faíscas que atingiram o teto da boate, incendiando a espuma de isolamento acústico, que não tinha proteção contra o fogo. Os integrantes da banda e um segurança tentaram apagar as chamas com extintores, mas não teve sucesso. Com três minutos uma fumaça espessa espalhou pela boate. Não houve comunicação entre os seguranças que estavam no palco e dos seguranças que estavam na entrada da boate, com isso não deixando no inicio que as pessoas saíssem pela a única saída do local, por acharem de trata de uma briga. O funcionamento da casa era através de comandas de consumo, e que levou os seguranças a pensarem que as pessoas estavam tentando sair sem pagar.
 Muita vitima forçaram à saída pelas portas dos banheiros, confundindo-as com portas de emergência que dessem para rua, que de fato não existiam na boate com isso, noventa por cento dos corpos estariam nos banheiros.
Fonte: http://profjairobrasil.blogspot.com.br/2014/01/boate-kiss-um-ano-depois.html
3.3 Material usado na acústica da boate
 A espuma utilizada na boate era comum em Santa Maria, era uma espuma de colchão usada em boates, bares, clubes e outras casas com musica ao vivo. No início era usada por exigência dos DJs, por evitar o eco de som e aumentava a nitidez dos sons graves e agudos. Depois passou a ser usado como isolamento do som interno, com isso evitando que este incomodasse os vizinhos. Elissandro Spohr a usou com propósito. Os órgãos de fiscalização não notou a presença dessa espuma inadequada. O corpo de bombeiros apenas examinavam coisas como hidrantes e saídas de emergência. E os ficais da prefeitura não eram preparadas para reconhecê-la. As chamas rapidamente devido ao material inflamável usado como isolamento acústico, o que produziu fuma preta toxica causado pelo sinalizador. Após o incêndio os catadores de lixo da cidade encontravam enormes quantidades de espuma jogada fora. Catadores disseram ter vendido às recicladoras, cinquenta sacos que tinham coletados à espuma, pois tornou símbolo de morte para o publico. Essa espuma causou grande parte das mortes de vítimas, o envenenamento cianídrico o cianeto, o mesmo gás usado nas câmaras de gás nazistas.
Fonte:https://oglobo.globo.com/bsil/espuma-do-teto-da-boate-foi-causa-da-morte-das-236-pessoas-diz-delegado-7457973
Fonte:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/tragedia-incendio-boate-santa-maria-asfixia/platb/
3.4 Espuma usada na boate Kiss foi comprada em loja de colchões
 As lâminas de espuma são vendidas para boates, igrejas e até consultórios dentários. Foi utilizado para reduzir o ruído na boate Kiss foi comprada em loja de colchões de Santa Maria. O comerciante que vendeu o revestimento prestou depoimento a policia. Funcionários da boate encomendaram a espuma par usar no isolamento acústico. O produto foi vendido por R$ 30 o metro quadrado, as notas fiscais foi encaminhadas a polícia. “O rapaz que fez a reforma encomendou. Foram três lâminas” afirmou Flavio Boira proprietário da loja. O comerciante comentou que é comum o uso dessa espuma, pois vendeu para igrejas e até consultórios dentários. O material é conhecido como colchonete piramidal, também usado em hospitais.
Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/02/espuma-usada-na-boate-kiss-foi-comprada-em-loja-de-colchoes.html
3.5 O uso de Artefato Utilizado pela Banda
Sputnik como é conhecido, é um artefato utilizado pela banda, de acordo com Associação Brasileira de Pirotecnia (ABP), só deve ser usada em ambiente externo, pois solta faíscas que chegam quatro metros de altura, mais que altura do teto da boate, devendo-se colocado no chão para ser acesso, por libera grande quantidade de fumaça, sendo que as pessoas devem ficar pelo menos dez metros do artefato. Em locais fechado e próximo em matérias inflamáveis é extremamente proibidos. 	
 Fonte: http://www.esmeraldanoticias.com.br/2013/01/page/4/
3.6 Banda
 A banda era conhecida como inovadora, pois diziam que a banda “Inovava nos ritmos e na tecnologia”, utilizando artefatos de pirotecnia era comum em seus shows, assim como também misturava ritmos sertanejos com musica tradicional gaúcha. 
 Fonte: http://temjeitonaooh.blogspot.com.br/2013_01_01_archive.html
3.7 Falhas de Extintor
Um extintor de incêndio foi manipulado quando incêndio foi manipulado o principio de incêndio teve inicio, não funcionou. Os técnicos do Instituto geral de Perícias (IGP) examinaram os equipamentos disponíveis na boate e constataram que o extintor falhou quando acionado porque não tinha carga e pressão suficientes. E também um total de cinco extintores estava com data de validade vencida.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 3.8 Falhas no Sistema de Ar
Sistemas de ar condicionado e de exaustão também contribuíram para propagação rápida da fumaça tóxica ao invés de dissipá-la provocando grande numero de mortes por asfixiados. Conforme pericia, os dutos de ar da casa noturna operavam de forma ineficiente, e ainda parcialmente obstruída por janelas basculantes, impedindo que parte da fumaça saísse para o ambiente externo do prédio.
 Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Brasil/noticia/2013/04/miniterio-publico-denuncia-quatro-por-homicidio-na-boate-kiss.html
3.9 Bloqueios na saída
Saída possua guarda-corpos ficavam próximos à saída para organizar a fila de pagamento. Esses obstáculos impediram a saída rápida das vítimas.
Fonte: https://papodehomem.com.br/como-se-comportar-em-situacoes-de-risco-incendio/CAPÍTULO 4
4.1 Autoridades:
“O caso da boate Kiss foi uma grande sequência de erros e omissões dos poderes públicos:
um documento precário emitido pelos bombeiros foi usado como Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI), em 26 de junho de 2009;
apesar das fragilidades desse documento, o primeiro alvará de incêndio foi concedido pelo Corpo de Bombeiros, em agosto de 2009, com vigência de um ano;
a boate começou a funcionar em 31 de julho de 2009, somente com o alvará de incêndio, sem o alvará de localização da prefeitura, só emitido em 2010;
de agosto de 2010 a agosto de 2011, a Kiss ficou sem o alvará dos bombeiros, que só foi renovado em 9 de agosto de 2011;
na data do incêndio, o alvará estava novamente vencido;
a engenheira responsável pelo PPCI disse ter elaborado o plano conforme uma planta-baixa, em 2009, mas não acompanhou a execução das obras;
a boate foi notificada para fechar as portas em 1º de agosto de 2009, devido à falta do alvará de localização;
em vez de ser fechada, a boate foi somente multada, pelo menos quatro vezes, entre agosto e dezembro de 2009;
as multas foram aplicadas sucessivamente sem que o alvará fosse expedido e com a boate continuando a funcionar;
o alvará de localização foi finalmente expedido em 14 de abril de 2010, depois de oito meses de funcionamento;
a fiscalização da prefeitura fez uma vistoria em 9 de abril de 2012 e descobriu que o alvará de incêndio estava prestes a vencer;
nenhuma providência foi tomada.
 A primeira notificação foi feita em 1º de agosto de 2009, por uma fiscal da prefeitura. Era uma instrução para fechar as portas, nestes termos: "Cessar as atividades até a regularização junto ao município e apresentar alvará no prazo de cinco dias a contar da data da notificação". A empresa continuou funcionando e a mesma fiscal retornou em agosto, aplicando a primeira multa em 8 de setembro de 2009.
 Um mês depois, em 7 de outubro, a boate seguia aberta sem alvará e sem interdição, tendo sido aplicada a segunda multa. A terceira multa foi aplicada em 27 de novembro de 2009, depois de os fiscais verificarem que a boate continuava em operação no dia 10 do mesmo mês. E a quarta multa foi aplicada em 11 de dezembro de 2009, devido ao descumprimento da notificação original, mas a casa noturna não sofreu a lacração.”
 Fonte:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/01/prefeitura-mostra-documentos-e-transfere-responsabilidade-bombeiros.html
 CAPÍTULO 5
 5.1 Tragédia 
 O incêndio da boate Kiss foi considerado a segunda maior tragédia no Brasil em números de vítimas em caso de incêndio, sendo que a tragédia que ocorreu em 1961 em Niterói, que vitimou 503 pessoas. A maior tragédia do Rio Grande Sul, a de maior número de mortos nos últimos cinquenta anos no Brasil, sendo também o terceiro maior desastre em casas noturnas no mundo.
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/reu-no-caso-da-boate-kiss-ex-dono-quer-indenizacao-do-poder-publico-2lindej4rec7j65jmrlkylp80
5.2 Agencia Internacional descreve cinco falhas principais detectados logo após o desastre em Santa Maria na boate Kiss. 
A) Negligência: Um dos proprietários da boate Kiss confirmou em depoimento a policia civil que o alvará estava vencido desde dezembro do ano passado. O coronel nacional de defesa civil, Humberto Viana, disse que o local funcionava também sem plano de prevenção e proteção contra incêndio (PPCI), que já havia vencido desde agosto 2012, mas o estabelecimento estava liberado até nova perícia sendo que, os documentos são necessários para abertura de qualquer estabelecimento comercial, sendo que o local com licenças vencidas aumenta o risco para os usuários. 
B) Superlotação: A boate informava ter capacidade máxima para receber duas mil pessoas. Não se sabe ao certo quantas pessoas estavam no interior do estabelecimento no momento do incêndio. Especialistas calculam em 1,3 mil pessoas a lotação máxima da casa, com base em seus 650 metros quadrados de área. Levando em conta até duas pessoas por metro quadrado, número limite para locais como casas noturnas, conforme as normas da (ABNT) Associação Brasileiras de Normas Técnicas, que regem a normalização do país.
C) Falta de fiscalização: Segundo os especialistas, tanto a prefeitura quanto os bombeiros podem ter falhado ao não verificar, por meios de vistorias, se casa noturna e adequada às normas determinadas pela legislação. O que acaba acontecendo nas tragédias é o não cumprimento das leis. Todos os acidentes da construção civil foram causados por falta de manutenção.
D) Deficiências Estruturais: Cliente da casa, que presenciou o incêndio e ajudou no resgate de vitimas afirmou que só havia uma única área de escape na boate, sendo a mesma da entrada que o público, também não havia nenhum sinal de iluminação de emergência, que servem, para indicar rota de fuga mais rápida em caso de incidentes, por esse motivo muita pessoas teriam confundido a aparência de uma porta dentro da casa noturna, que dava acesso aos banheiros, com uma possível saída de emergência. Essa analise de acordo com especialista faz sentido, uma vez que, o capitão Edi Paulo da brigada militar contou ter tirado cerca de “180” corpos de vítimas dos banheiros, se levamos em conta a área útil e a atividades no local, seriam necessárias pelo menos duas saídas de emergências, que juntas deveriam soma 7 metros de largura. De acordo com as normas da (ABNT), a distância máxima a ser percorrida até a área de escape deveria ser 30 metros. A única porta saída media em torno de 2 metros de largura por dois metros de altura.
E) Uso de pirotécnica: Segundo relatos de testemunhas um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava na madrugada do último domingo, acendeu um sinalizador em meio a performance. As faíscas teriam atingindo o isolamento acústico do teto e desencadeado rapidamente o incêndio, não poder ser controlado. “O uso da pirotecnia era comuns nas apresentações do grupo videio youtube, revela em apresentações antigas da banda o uso entanto, os donos da casa noturna nem os organizadores da festa deveriam ter dado permissão a essa pratica uma vez que consideradas as características do espaço, ela é proibida e pode causar grandes riscos”. 
5.3 Conclusões feitas pela policia, peritos, promotores e especialistas após dois anos os 24 erros para tragédia Kiss.
Show pirotécnico em ambiente fechado. Ficando comprovado através de depoimento, prova de videio e laudo pericial. Que durante o show da banda Gurizada Fandangueira, quando o vocalista o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos segurou um artefato pirotécnico, deve o inicio ao incêndio, a faíscas entraram em contato com o revestimento no teto do palco. E a boate não tinha autorização para fazer esse tipo de show.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
Uso de fogo de artificio inadequado. Foi utilizado na boate Kiss a apresentação da banda o uso de fogo de artificio conhecido como “chuva de prata”, sendo somente indicado para ambiente externo aviso que vem na embalagem. O produto foi comprado pelo produtor Luciano Bonilha Leão dois dias antes em uma loja de Santa Maria. O gerente da loja em um depoimento policial informou que foi oferecido a ele fogos Para ambientes fechados, que custavam cerca de R$ 50, mas o produtor optou pelos fogos de uso externo valor menor cujo preço era de R$ 2,50, sendo 20 vezes menos.
Espuma inflamável como revestimento. Testemunhas disseram a policia que o material foi instalado por dois funcionários da boate uma reforma em 2012 a mando de um dos sócios, Elissandoro Spohr e sem supervisão Técnica uma espuma comum sem tratamento anti-chama. A forma que foi colocada foi espuma e madeira por cima.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
Falha em extintorde incêndio. O vocalista da banda e os seguranças logo que perceberam o inicio do fogo no teto. Tentaram apagar incêndio com extintor ao lado do palco mais o equipamento não funcionou. De acordo com CREA-RS, a falha foi fundamental para a propagação no seu inicio, pois poderia extingui o foco inicial.
	Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
Falta de aviso sobre o incêndio Na investigação policial quis saber por que o vocalista da banda Marcelo de Jesus dos santos, não avisou o publico sobre o incêndio, sendo que ele tinha o microfone na mão e foi uns dos primeiros a tentar combate o incêndio. A policia alega que o alerta poderia ter minimizado os efeitos do incêndio.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
A boate estava superlotada. De acordo com Plano de Prevenção contra Incêndios (PPCI) sendo considerado na emissão do último alvará. Sua capacidade era 691 pessoas suspeitas mais de mil estavam na casa noturna na madrugada do incêndio.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
Havia apenas uma porta de saída. Só tinha uma porta e de tamanho insuficiente para possibilitar a saída rápida da quantidade de pessoas que tinham na boate. A lei vigente e na época baseadas na norma 9.077 da ABNT determinavam duas saídas para casa noturna em lados opostos. A saída deveria ter 4,40 metros de comprimento e não 2,56 metros.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Obstáculos impediram a saída do publico. No inquérito policial foi contestado que o numero de obstáculos na saída da boate foi um dos fatores fundamentais pelo grande numero de mortes. De acordo com a perícia IGP, em três locais havia guarda-corpos, sendo um deles bem em frente à porta de saída, e também para o cliente passar teria que segui uma sequência, por três portas diferentes. Foi feita os cálculos da rota de fuga que tinham apenas 10 metros de comprimento e apenas uma que tinha 20 metros. Policiais chegaram a usar a palavra “labirinto” para descrever o interior da Kiss. Já para CREA-RS os números de vitimas teriam sido bem menores ser as rotas de fuga estivesse desobstruído.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
Saída foi barrada por segurança. Em depoimento à polícia cerca de 80 pessoas que os seguranças impediram a saída do publico logo nos primeiros instantes após o incêndio. Segundo depoimentos, o cliente era orientado a passarem nos caixas e pagassem as comandas antes de sair. Após conflito entre os seguranças e o público a porta da boate foi aberta. Ministério Público diz que os seguranças agiram cumprindo ordem prévia dos sócios da boate, Elissandro e Mauro Hoffmann para não deixarem clientes saírem sem pagar a conta.
 Sinalização de emergência inadequada. Segundo depoimentos feitos a polícia de sobrevivente, que quando as luzes se apagaram da boate, não tinham luzes de emergência e nem placas de sinalização da saída. Conforme peritos IGP não conseguiam determinar se as luzes emergência estavam funcionando porque tinham sido destruídas pelo fogo. Mas foi encontrado vestígios de duas placas de sinalização apenas em dois pontos dos cinco principais ambientes da boate. E também não tinham iluminação junto ao piso, que pudesse ser visto com a fumaça. As vitimas acabaram confundindo a saída com os banheiros na escuridão, aonde corpos foram encontrados.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Sistema de exaustão bloqueado. Além da boate não ter janela seu sistema de exaustão de ar estava obstruído. Isso impediu a dispersão da fumaça, sendo direcionada principalmente para saída, quando as portas foram abertas. Nos banheiros ficam os dutos de ar sendo na parte da frente da casa noturna que estavam obstruídas por janelas basculantes lacradas e por paredes de alvenaria. Um vídeo extraído pela polícia de um celular de uma pessoa que estava na boate na hora do ocorrido mostra que a fumaça ser espalhou em segundos por todo ambiente.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Falta de outros itens de segurança. A boate Kiss deveria obedecer a exigências especiais das normas contra incêndio da ABNT, já que a boate não tinha janela também baseadas a legislação contar incêndio de Santa Maria e do estado. De acordo com peritos do IGP a boate não tinham chuveiros automáticos (sprinklers) e sistema automático de saídas de fumaça e gases quentes e além das duas saídas.
 Funcionários e segurança sem treinamento. Funcionários terceirizados e os contratados pela própria casa não receberam nenhum tipo de treinamentos para situações emergencial sendo que também é obrigatório para poder ser emitido o alvará do Corpo de Bombeiros. Sem contar também que os funcionários não tinham nenhum meu de comunicação que apto a minimizar riscos e situações de tumulto. Para CREA-RS “essa falta de preparo foi um componente importante que agravou as deficiências do sistema de evacuação”.
	
 Obras sem autorização ou responsável técnico. De acordo com depoimentos de funcionários da Kiss à polícia, realizados pelos sócios da boate foram feitas reformas sem nenhuma orientação de engenheiros ou arquitetos e à revelia do poder público. Em umas dessas obras, o projeto da boate foi modificado com a colocação da espuma de poliuretano no teto que emitiu fumaça tóxica ao pegar fogo. Já de acordo com CREA-RS, o fato foi “uma negligencia séria”, deveria ter os proprietários solicitado um novo alvará dos bombeiros e a boate ter passado por uma vistoria obrigatória.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Fiscalização permitiu funcionamento irregular. Conforme investigação feita pela policia a boate teve pelo menos nove situações que a Kiss funcionou de forma irregular. Sendo que nos nove primeiros meses, a partir de julho de 2009, a boate não tinha alvará de localização, sendo estes documentos que permite que uma atividade seja exercida em um determinado local. Já em Relação ao alvará dos bombeiros teve três ocasiões, sendo que um deles por quase um ano, entre agosto de 2010 e 2011. Além de também que a boate funcionou sem alvarás sanitário e ambiental.
 Falhas na concessão dos alvarás. De acordo com a polícia, dois alvarás contra incêndio expedidos pelos bombeiros para a boate não poderia ter sido emitidos por conta de irregularidades na boate. CREA-RS constatou que na emissão do segundo alvará foi detectado que havia apenas uma porta de saída em sua vistoria e mesmo assim o documento foi liberado após uma segunda vistoria. Segundo a polícia a prefeitura não poderia ter emitido o alvará de localização, sendo que a boate estava com alvará sanitário vencido e o projeto arquitetônico apresentava 29 irregularidades que não tinha sido aprovada ainda. Houve cinco bombeiros denunciados na Justiça Militar por não terem fiscalizado adequadamente a Kiss, o Ministério Público entendeu que a conduta deles não teve relação com as mortes. Sendo o pedido de indiciamento de quatro servidores públicos arquivado.
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Documento fraudado regularização abertura. Os donos da boate Kiss fraudaram documentos para regularizar a abertura da boate junto à prefeitura Santa Maria. Para poder ser expedidoo alvará de localização, tinha que ser preciso apresentar uma “consulta popular” com a assinatura de moradores de um raio máximo de 100 metros do estabelecimento. Sendo que a maioria das pessoas que assinaram a documentação não era da região ou sequer existiam, segundo policia. O Ministério Público denunciou 34 por falsidade ideológica, entre sócios e pessoas que firmaram o documento. 
 Boate Tinha “laranjas” como sócios. Desde inauguração até o dia da tragédia, Kiss tinha sócios de fachada, que são chamados de “laranjas” que eram proprietários apenas no papel. Conforme Ministério Público, essa irregularidade ocorreu nas três modificações contratuais da boate, que inclui a criação da sociedade, sob o nome de santo entretenimento da casa noturna, os promotores fizeram uma nova denuncia por falsidade ideológica contra oito pessoas que foram ou eram donos de fato ou apenas no papel, sendo incluído Elissandro, o pai, a mãe, a irmã dele e Mauro Hoffmann. 
 Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Alvará contra incêndio emitido por software. Era utilizado pelos bombeiros de Santa Maria e de todos os municípios do interior do estado antes da tragédia um sistema software de alvará de proteção contra incêndio. Conhecido (batizado) de Sistema Integrado de Gestão de Prevenção de Incêndio (SIG-PI), tendo sido criado para agilizar o processo, mas acabou sendo desvirtuado. O sistema acabou gerando um PPCI para Kiss através de informação da boate, sem responsável técnico. Foi considerado na conclusão do inquérito policial um sistema “falho incompleto, simplificado ao ponto de dar primazia (de vistorias) em detrimento da qualidade (segurança)” Depois do ocorrido, o procedimento foi modificado.
 Bombeiros não tinham máscaras suficientes. Segunda a investigação da policia, faltaram equipamentos como máscaras de oxigênio. Bombeiros disseram que de seis a oito respiradores autônomos estavam disponíveis para o resgate das vítimas de u total de 21. Na conclusão policial ser os bombeiros estivesse equipado com os tais 21 aparelhos “teriam mais condições de entrarem no interior da boate tomada pela fumaça e de lá retirarem mais sobreviventes”. O inquérito foi encaminhado para justiça Militar para que o comandante do 4º Comando Regional dos Bombeiros tenente coronel Moisés da Silva Fuchs, fosse investigado por homicídio culposo por suposta negligência, mas foi arquivado. Com o ocorrido a estrutura dos bombeiros foi criticada.
 Foto: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Participação de civis no resgate das vítimas. De acordo com relatos houve varias pessoas que estavam na festa ajudaram no resgate de vítimas e tiraram de dentro da boate incontáveis sobreviventes. Segundo a policia obteve provas que pelo menos cincos desses civis morreram ao retornarem de novo ao prédio. “O relatório da polícia concluiu que os bombeiros “estimularam” e” forneceram equipamentos” para que civis entrassem na boate e pediu à Justiça Militar que sete militares fossem indiciados por homicídio culposo por suposta omissão. Foi arquivado a denúncia por Ministério Público por entender que não há provas ou indícios suficientes e que não há como individualizar a conduta de cada bombeiro diante aquela circunstância de caos e desespero no cenário da tragédia.
 Fonte:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 Obra executada por empresas de bombeiro. A empresa Hidramix fez as instalações de barras antipânico na Kiss, obras que constavam no PPCI da boate foram feita pela uma empresa que tinha ainda ativo o bombeiro Roberto Flavio Da Silveira e Souza como sócio. A polícia abriu um inquérito para investigar se havia favorecimento a empresas ligadas à corporação nas vistorias e liberações de alvarás por parte de bombeiros, sendo a investigação foi concluída sem indiciamentos. Sendo exonerado do cargo o bombeiro da Brigada Militar em novembro por exercício ilegal da profissão, já que Militares não pode ser proprietários ou ter participação em empresas privadas.
 Acordo com MP má vistoria. Foi assinado pela MP em novembro de 2011, um termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Kiss. Esse acordo tinha como resolver problemas de poluição sonora alvo de reclamações dos vizinhos, e podemos dizer que grosso modo resultou na instalação da espuma no teto. Foi protocolado pelo advogado de Elissandro um protocolo uma notícia- crime alegando omissão e negligência do promotor responsável pelo TAC. O promotor se defende dizendo que não recomendou a colocação da espuma e que ele foi instalado pelos donos da boate após a vistoria do MP. Depois sendo arquivado o pedido de investigação por ser considerado que atuação do promotor foi correta e não tento nenhuma relação com a tragédia. Depois do ocorrido uma nova lei estatual contra incêndio determinou que esse tipo de acordo só possa ser afirmado com aval e fiscalização do bombeiro.
 Leis contra incêndio poucas claras. Na comissão especial do CREA-RS pela deficiência das leis contra incêndio no Rio Grande do Sul, na sua opinião consideradas “pouca precisas”. “O uso de definições e especificações genéricas e amplas gera possibilidades de interpretações diversas. Algumas tecnicamente inadequadas” destacaram relatório. Foi com essa confusão da lei que os proprietários valendo-se dessa que teriam conseguido autorização para a boate funciona com uma porta sendo a de saída. Depois da tragédia, a lei estadual contra incêndio foi revista.
Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/dois-anos-depois-veja-24-erros-que-contribuiram-para-tragedia-na-kiss.html
 CAPÍTULO 6
 6.1Tipos de Espumas 
 A convencional descrição espuma de poliuretano para uso comum, combustível, Sua reação ao fogo é incendia-se rapidamente com pingos incandescente. Seu aspecto plana ou não, com desenho. Conhecido como “caixa de ovo” por lembra as antigas embalagens de ovos, feitas de papelão. Pode ser amarela, escura, cinza, grafite. Ou pintada. Espessuras variadas o material é conhecido como colchonete piramidal.
Fonte: https://lh3. googleusercontent.com/proxy/_cX66Z2QWV7Z1WBrdf0s-0-e27lvsPFekZalveZp1c7JYo1uHcKhrxnJTYEpmWdAA_SJD43kRCyCcwpvO9hWyAQTETAX6790OA=w1200-h630-p-k-no-nu
 Autoextinguível descrição de poliuretano com auditivos retardantes à chama que melhoram a desempenho quanto à segurança ao fogo queima, mas o fogo cessa após alguns segundos, quando retira da fonte seu aspecto espessuras de 20 a 75 mm e cor escura, cinza grafite, superfície e variados.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/14555547.jpg
 Normalmente verificar só o material é autoextiaguível.
 Não queima descrição espuma microcelular à base de melamina sua reação ao fogo não queima, emitindo baixos índices de fumaça. Atende os requisitos de segurança de acordo com a norma técnica ABNT NBR 9442/1986 – classe a e seu aspecto cor original cinza claro ou em cores, formados liso e cunhas anecólicas, com espessuras até 75 mm. 
 Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/14555547.jpg
Fonte:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/tragedia-incendio-boate-santa-maria-entenda/platb/
Fonte:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/tragedia-incendio-boate-santa-maria-entenda/platb/
CAPÍTULO 7
7.1 Competências pessoais para o Gestor em Segurança
	Em uma gestão da segurança deve ter abrangência conhecimento estratégicos da organização, de perdas, desvios, fraudes e outras atitudes delituosas que possam prejudicar até mesmo paralisar as atividades empresariais, além de ter uma visão macro do objetivo da empresa. Tem que demostrar: 	
Demostrar liderança;
Demostrar visão estratégica;
Demostrar prô-atividade;
Demostrar perspicácia;
Demostrar flexibilidade;Demostrar capacidade de negociação;
Demostrar liderança;
Demostrar capacidade de persuasão;
Demostrar capacidade de trabalhar em equipe;
Demostrar capacidade de administrar conflitos;
Demostrar equilíbrio emocional;
Demostrar capacidade de observação;
Demostrar capacidade de manter sigilo.
 	O gestor de segurança privada é o profissional, com conhecimentos teóricos e práticos sobre segurança privada, é responsável por planejar, organizar, liderar e controlar as atividades da segurança privada, e sendo oficialmente indicado como administrador da gestão de segurança privada numa organização. Sendo que seu maior desafio do gestor de segurança privada é o de administrar os recursos disponíveis na organização humanos, financeiros, tecnológicos materiais e de informação, de maneira eficaz e que propicie a consecução dos objetivos estabelecidos para um gestor de segurança privada possui responsabilidade e funções diversas que variam de acordo com organização em que trabalha ou presta serviço sendo que todas estão relacionadas em planejar, organizar, liderar e controlar, e prover soluções e melhorias aos processos relacionados à segurança privada. O gestor tendo a maturidade profissional é lidar com situações adversas, com pessoas distintas, solucionar conflitos e participar de projetos complicados, e o gestor em si ele deve possuir habilidades para enfrentar todos os desafios com sabedoria, coerência, tato e disciplinar. 
Gerenciar Atividades de Segurança como:
Gerenciar atividades de segurança patrimonial;
Gerenciar atividades transporte de valores;
Gerenciar atividades de escolta armada;
Gerenciar atividades de segurança pessoal;
Gerenciar atividades de segurança eletrônica;
Conduzir sindicância interna;
Participar de atividades de segurança da informação;
Interagir com demais áreas da empresa e órgãos externos;
Elaborar projetos de segurança;
Elaborar política de segurança;
Elaborar normas e procedimentos;
Elaborar planejamento estratégico.
Assim como também Elaborar Planos de Segurança que são eles:
Elaborar plano operacional;
Elaborar planos de contingência e/ou emergência;
Elaborar plano de continuidade de negócio;
Elaborar planos de gerenciamento de crise;
Propor ações para mitigação de riscos.
O gestor de segurança tem que trabalha na sua equipe como:
Respeite e confie em sua equipe: Seja gentil e cortês, cumprimente cada colaborador. Trabalhe o bom relacionamento interpessoal no seu local de trabalho. Preze pela ética sempre e coordene para que o convívio ali seja pacífico.
Planeje cada ação: Determine tudo que será feito, o que virá primeiro e o que será realizado depois. Apresente ainda as etapas e o momento de realizá-las. Lembre-se ainda de confiar sempre que é possível conquistar os objetivos.
Delegue as funções: Após definir tudo que precisará ser feito, busque as pessoas certas para realizar as atividades. Distribua as tarefas e confie que sua equipe fará tudo que foi designado.
Foque no positivo: Motive-os a sempre ter pensamentos positivos e acreditar que as ações que foram programadas darão certo. Seja otimista.
Dê o feedback: Reconheça o que foi feito pela sua equipe. Apresente sua opinião e faça uma avaliação daquilo que foi realizado. Elogie os trabalhos bem feitos e nos demais mostre no que é possível melhorar.
 Dentro da teoria de Maslow hoje em dia é muito utilizado nas empresas para desenvolver os funcionários assim como para desenvolver um gestor vamos analisar como funcionar a pirâmide de Maslow. Sendo que a pirâmide Maslow atualmente adotados como ferramentas de motivação, treinamento de funcionários e também no perfil de um gestor.
Base necessidade de horários flexíveis, descanso físico e mental;
2º Nível: necessidade de segurança no trabalho bom salário e garantias de estabilidade;
3º Nível construir amizades e boas relações com os chefes no ambiente de trabalho;
4º Nível manter um feedback: com a empresa, ser reconhecido pelos resultados que apresenta receber promoções e aumentos de salário ao longo da carreira;
Topo: influências nas decisões, ter autonomia no trabalho.
Fonte: http://www.oarquivo.com.br/images/stories/Geral_13/primasa2.jpg
	Uns dos itens importantes para um gestor de segurança privada é que tem que realizar análise de riscos como:
Identificar riscos;
Identificar vulnerabilidades;
Classificar riscos;
Identificar ameaças;
Identificar impactos;
Identificar probabilidade
Identificar sinistro;
Identificar ativos (tangíveis e intangíveis);
Analisar trajeto.
 Como o gestor de segurança observando e analisando os fatos que ocorridos na boate Kiss tomadas algumas providencia que poderiam ser tomadas para evitar está tragédia ou mesmo não ter tido essa quantidades de mortes. Como por exemplos: Meditas que poderiam ser sido feitas, como uma instalação de placas de sinalização de rotas de fuga, pois a mesma é luminosa e fica fácil de visualizar. Como por exemplo, poderia ser instalado sistema de (SPK), outra coisa que poderia ser feita é que, deveria ter no mínimo duas portas de saídas de emergências, ou abrir uma nova abertura na fachada do edifício que deveria ter 4,40 metros de comprimentos e não 2,56, ou mesmo reduzir a área destinada ao publico para construir uma rota de fuga alternativa. A equipe de segurança deveria ter treinamento, quanto os procedimentos de emergências, por exemplos, ter treinamento ou curso de brigadista de incêndio, para combater qualquer princípio de incêndio como já são feitos em shopping e prédios e ter material adequados para combater princípio de incêndio. A casa deveria ter trabalhando bombeiros civis, pois eles têm grande conhecimento técnico para lida com essa situação. Além disso, os seguranças deveriam está portando rádios HTS que facilitaria muito a comunicação. Como avisar que estava iniciando um incêndio. Os funcionários da boate deveria ter treinamento para situação emergencial ou de pânico e também possuir rádios HTS para comunicação interna entre eles. O revestimento do teto a espuma poderia ser utilizado um material autoextinguível uma opção de poliuretano com feitos retardantes à chama de fogo ou até mesmo uma espuma microcelular à base de melamina e a sua reação ao fogo não queima e emitindo baixo índice de fumaça. Além de um plano de contingência, plano de abandono, plano de evacuação e a brigada de incêndio. E como local não tinha janelas teria que ter chuveiros automáticos (sprinklers) e sistema automático de saídas de fumaça e gases quentes e além das duas saídas. O gestor de segurança com sua equipe de segurança e juntamente com a equipe de brigadista iam esta passando orientações do que o proprietário da boate Kiss deveria está ser adequando, e pedindo para os mesmo está ser enquadrando com as normas de segurança e brigada de incêndio. 
Fonte: https://media.licdn.com/mpr/mpr/AAEAAQAAAAAAAAciAAAAJDI1NjYyYjk2LWMwZTAtNDNhNi05NGJhLTdmMTA2MzNiOWNhYQ.jpg
CAPÍTULO 8 
8.1 O que a Pirâmide de Maslow Tem Haver com a Organização Desse Evento 
	Para nós enlerdemos porque aqueles jovens tinha uma necessidade de que precisava sentir o convívio social para enlerdemos melhor esse assunto vai analisar um conceito do psicólogo norte-americano Abranam H. Maslow ou como é conhecido Pirâmide de Maslow ou teoria de Maslow. Para ele a hierarquia das necessidades de é uma das determinantes as condições necessárias para que cada ser humano atinja a sua satisfação pessoal e profissional, no seu conceito os seres humanos vivem para satisfazer as suas necessidades, com o objetivo de conquistar a tão sonhada auto realização plena. Sendo a pirâmide dividida em cinco níveis hierárquica proposta por Maslow que as necessidades do nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Sendo que temos que “escalar” uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto-realização. Já a base da pirâmide são para subir necessidades primordiais para a sobrevivência de pessoa, como fome, a sede, o sexo e a respiração.
Necessidades fisiológicas(básicas), tais como fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
Necessidades de segurança é o segundo nível da hierarquia, onde estão os elementos que fazem os indivíduos se sentirem seguros, desde a segurança em casa até meios mais complexos, como a segurança no trabalho, segurança com a saúde (planos de saúde) e etc.
Necessidades sociais ou de amor é o terceiro nível. Neste grupo estão às necessidades de se sentir parte de um grupo social, como ter amigos, constituir família, receber carinho de parceiros sexuais e etc.
Necessidades de status ou Estima: sendo a quarta etapa, que agrupa duas principais necessidades a de reconhecer as próprias capacidades e de ser reconhecido por outras pessoas, devido à capacidade de adequação do indivíduo, sendo uma necessidade que uma pessoa tem de ser orgulhar admiração e orgulho de outros indivíduos, ser respeitado por si e pelos outros.
Necessidades de auto-realização este é o topo da pirâmide quando o indivíduo consegue aproveitar todo o potencial de si próprio, com autocontrole de suas ações, independência, a capacidade de fazer aquilo que gesto e que é apto a fazer, com satisfação.
Fonte: http://www.vivaexperiencias.com.br/blog//wp-content/uploads/2016/10/A-Pir%C3%A2mide-de-Maslow-e-a-Motiva%C3%A7%C3%A3o-Profissional.jpg
 Analisando dentro desse contexto da pirâmide de Maslow, que os jovens e até mesmo os alunos que promoveram o evento uma festa para reunir estudantes da Universidade UFSM, eles se encontravam no nível três da pirâmide necessidade de sentir parte e pertencer a um grupo social como, por exemplo, ter amigos. 
Fonte: http://docenciateoriasyestilos.weebly.com/uploads/1/2/3/6/12365224/241
	Para suprir essa necessidade os estudantes dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia, ser reuniram-se e foram promover uma festa aonde todos pudessem ser reunir e ser divertir, e fazer novas amizades e curtir as amizades que já possuíam, e acabaram escolhendo a boate Kiss, pois era a boate do momento e que acabou em Tragédia. 
8.2 Pré Evento
	Analisando como eles fizeram os procedimentos que os promotores do evento têm que proceder, para da inicio de realizar o evento em si. O conhecimento técnico aqui abordado e citado no capítulo 1 como tem que ser efeito todos os procedimentos e planejamentos que teriam ser providenciadas por parte dos organizadores que promoveram o evento, não tomaram nenhuma medita, simplesmente entraram em contato com uns dos proprietários da boate e realizaram os eventos, sem ao menos tomar as medidas cabíveis como solicitar todas as documentações do funcionamento da casa assim como os alvarás, verificar sua capacidade máxima da casa, como portas de emergências sinalização de emergências hidrantes e verificar os extintores, ou até mesmo fazer uma vistoria no local, etc. Já iniciando o seu pré-evento totalmente errado. 
Fonte: http://images.christianpost.com/portugues/full/54832/boate-kiss.jpg
8.3 Evento
	O dia do evento em si também não houve nenhuma execução dos procedimentos e metidas de segurança que tem que ser tomadas antes, durante o evento e acabando com uma tragédia com 242 mortos e 680 feridos. 
Fonte: http://2.bp.blogspot.com/-CfEInVOne7A/UQcT-IVoBEI/AAAAAAAAT-c/e1TReUyd_d8/s400/kiss+caix%C3%A3o.jpg
Fonte: http://2.bp.blogspot.com/-RG1uMGNONMA/UQj9_wf9TEI/AAAAAAAAAQ8/NRtzSPcOAtw/s1600/Boate-Kiss.jpg
Fonte: http://www.deolhoseouvidos.com.br/2013_fotos/tra1.jpg
CAPÍTULO 9
9.1 Após a Tragédia 
	“O ginásio parece um formigueiro, tomado por centenas de voluntário que a ocorreram ao chamado de ajuda feito por meio das rádios. Além de médicos e psicólogos compareceram assistentes sociais, enfermeiros soldados e policiais muitos em chinelos de dedo e bermuda, que emergência não combina com etiqueta”.
	O ginásio serviu inicialmente para as famílias realizaram o reconhecimento dos corpos, pois o instituto médico legal da cidade só tinha capacidade para dez corpos.
 
Fonte: http://f.i.uol.com.br/fotografia/2013/01/28/235415-970x600-1.jpeg
9.2 Envolvidos na Tragédia de Santa Maria (RS) Podem Ter Transtorno Similar ao de Sobrevindes de Guerra
	Sendo comum nos primeiros dias após o trauma terem pesadelos, ansiedade, insônia e outros sintomas. Autoridades que vem cuidando familiares das vítimas e profissionais envolvidos no resgate do incêndio estão preocupados com a possibilidade de que essas pessoas venham a desenvolver transtornos psicológicos similares aos que são vivenciados por sobreviventes de guerras. 
A culpa dos que ficaram:
 “Não deveria deixado meu filho sair”. ”Eu deveria ter morrido com eles ou no lugar deles”. Sendo que estas frases podem estar passando pela cabeça de muitas sobreviventes ou familiares de vítimas do incêndio na boate KISS, sendo o fenômeno conhecido como “culpa do sobrevivente” é comum. De acordo com especialistas, mas merece cuidado, já que pode até levar ao suicídio, sendo que o distúrbio que mais é o transtorno do estresse pós – traumático (TEPT). 
	 Pessoas que sobrevirem a desastres ou sequestros, ou que perdem um ente querido de forma abrupta e violenta, voltam de um campo de batalha ou trabalham salvando vidas são as mais propensas a sofrer deste mal. 
	“Apesar do incêndio ter sido um evento com começo e fim rápidos, ao contrario de uma guerra, que pode durar anos, foi algo que fugiu totalmente à rotina. Além disso, a reação fisiológica do corpo ao acontecimento é a mesma”. Compara a psicóloga Ana Carolina Furquim.
	O psicólogo e professor da Puc-RS Christiam Hang Kristenser, que coordena a força – tarefa em Santa Maria, afirma que comum nos primeiros dias que se seguem ao trauma. “As pessoas terem pesadelos, ansiedade precisam entender que isso vai passar, que é comum” , afirma. De acordo com Kristensen o psicólogo explica que a intervenção é baseada em etapas “Neste primeiro momento estamos auxiliando e ampara do emocionalmente as famílias e os sobreviventes”, conta. Para ele a maioria dos envolvidos irá se recuperar ao longo dos meses. “Algumas pessoas podem ter transtorno estresse agudo, porém, se após o primeiro mês os sintomas continuarem, da sim, pode-se diagnosticar o TEPT”. Segundo ele afirma que pessoas seriam mais suscetíveis ao transtorno, como aquelas que usam e abusam de substâncias, que já tinham uma experiência traumática prévia ou algum problema mental.
Fonte:http://4.bp.blogspot.com/-y-CFcXvTlnQ/UQbJcRxNrcI/AAAAAAAAfkU/L0c61ZOiJ8c/s1600/02+3nterro.jpg
9.3 Tratamento
	De acordo com o Diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria está divido em três partes medicamento, psicoterapia cognitiva comportamental centrada no trauma e apoio psicossocial da família e de amigos. Além disso, ele lembra uma regra importante. “Todo Traumatizado aquele com sequelas repeti varias vezes o que aconteceu com ele, quem ouve não pode reclamar. Isso é bem vindo, pois aquela pessoa está transbordando, tudo foi um “Tsunami” para ela”. Porém na psicologia ensina que quanto mais cedo se procurar ajuda, melhor, porém, pode acontecer de uma pessoa apresentar os sintomas do Tept mesmo seis meses depois do trauma. “Ela fica anestesiada por um tempo e depois”, vem o famoso “cai em si”, descreve.
	Tem pessoas que veem semelhanças entre o TEPT e a síndrome do pânico, mas ela explica que a diferença é que o transtorno de estresse pós – traumático surge em decorrência de o pânico pode surgir sem que exista uma causa conhecida.
Fonte: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/01/30/sobreviventes-familiares-e-profissionais-envolvidos-em-tragedia-podem-desenvolver-disturbios-psicologicos-serios.htm
9.4 Boate Kiss Tratamento Sem Fim Para 653 Pessoas
	Um grupo de 623 pessoas entre frequentadores que estavam na boate Kiss, parentes e amigos de vítimas continua a sequelas da tragédia na madrugada de 27 de Janeiro de 2013. E incluído o casos de acompanhamento psicossocial, fisioterapia de queimados e tratamento para os problemas respiratórios provocados pela fumaça tóxicaexpelido no local, além de fonoaudiologia. No centro de Acolhimento Psicossocial mantido pela prefeitura de Santa Maria tem maior número de pessoas que continuam sofrendo as consequências do incêndio que vai completar um ano, cerca 250 pessoas, segundo a coordenação do órgão, que continuam em atendimento terapêutico regular, além das 90 pessoas que precisam usar antidepressivos como parte do tratamento, sendo no total 900 pessoas cadastradas e já receberam em algum momento nos últimos 12 meses acompanhamento psicológico. A psicanalista Volnei Antônio Dassoler coordenador do serviço de atendimento do serviço de atendimento psicossocial do serviço de atendimento psicossocial da prefeitura de Santa Maria diz - que é muito comum mesmo um ano depois da tragédia os casos de pacientes que não conseguem se livrar das lembranças daquelas madrugada, sendo pessoas que perderam parentes ou amigos, em uma situação normal não procuram apoio psicológico especializados, acabando sendo forçadas a isso contra a sua vontade, na sua maioria delas enfrenta dificuldades para lidar com coisas simples do cotidiano, como frequentar lugares fechados ou se relacionar em grupo. Relata Dassoler. Sua preocupação do psicanalista, é que após um ano depois da tragédia, é com a incidência de novos casos. De acordo Dassoler 12 pacientes que não tinham cadastro deram entrada no serviço de atendimento da prefeitura em Novembro, em Dezembro foram oito, e apenas 15 dias de Janeiro chegou 16 casos de trauma psicológico.
	Conforme Dassoler é cada vez mais comum aparecerem pessoas com sentimentos de culpa devido à morte de amigos em casos de transtornos que indicam, até a possibilidade de suicídio.
	O atendimento de longo prazo ainda é essencial a muitos dos sobreviventes da tragédia.
Fonte: http://3.bp.blogspot.com/-bl4URCxjGS0/UQcTxKnHvyI/AAAAAAAAeq8/Lke5w98HZoE/s1600/Corpos+No+Cha%CC%83o.jpg
9.5 Sequelas Psicológicas dos Sobreviventes de Incêndio na Boate Kiss. Ainda Precisam Atenção Especial Dois Anos Depois da Tragédia
	O personal trainer Ezequiel Lovato Corte Real, de 25 anos, que na noite da tragédia estava na Boate Kiss e ajudou no resgate segundo seu relato que não ficou nenhuma sequela física, mas, porém psicológica. Segundo ele que as lembranças do momento da tragédia são muito vagas, se recordando apenas de ter entrado e saído muitas vezes da danceteria para tirar outras pessoas apesar dele não lembra lembranças concretas da tragédia, acabou ficando com uma grande sensação de culpa, que poderia ter feito mais para ajudar após dois anos ele resume como experiência mudou sua percepção. “Acontece3u uma mudança absurda na minha vida, aprendi a dar valor a tudo. Parece que alguém encostou na minha cabeça e deu novo sentido à vida”. Conta
	Fernanda Lopes de 22 anos, estudante das Relações Públicas, foi uma das primeiras a sair da boate Kiss no momento em que o incêndio começou, sendo uma das últimas a abandonar as imediações que permaneceu ajudando quem saía, auxiliando no que era possível. Apesar da intensidade da experiência vivida, segundo ela diz ter conseguido se recuperar sem qualquer sequela física ou psicológica. Sendo que para ela, que a grande lição que ficou diz respeito à segurança das casas noturnas, sendo que dois meses após a tragédia, na primeira festa que frequentou depois do ocorrido, perguntou ainda na entrada, para os seguranças, o local das portas de saída de emergência e também procura está sempre ciente da lotação dos lugares. Em outra ocasião, ela percebeu a superlotação da casa noturna em que estava, saiu um pouco mais de uma hora depois e ligou para a Brigada Militar, sendo que sequer se deslocou até o evento. Para ela a aprendizado que ficou. ”Eu sou muito festeira sempre fui, mas agora cuido mais os lugares que frequento”. Afirma.
Fonte: http://midia.gruposinos.com.br/_midias/jpg/2015/01/27/2anosboatekisspn35-576746.jpg
9.6 Sobreviventes da Boate Kiss Vive Rotina de Tratamentos Médicos
	Já faz três anos que ocorreu o incêndio da boate Kiss, a publicitária Aline Henriques Maia trabalhava, cuidava da filha, que Na época tinha seis anos, e sai para ser divertir com o marido em festas com marido em festas e foi o que aconteceu naquela noite na casa noturna. Hoje, Aline não consegue mais trabalhar nem frequentar ambientes fechados ou que tenham muita gente, sequelas deixadas pelo episódio e pela inalação de fumaça tóxica, liberada pelo contato das chamas com o material de proteção acústico da boate.
	Aline é uma das vítimas das 636 pessoas que sobreviveram ao incêndio, causado por um artefato pirotécnico usado por integrantes da banda que se apresentava no dia. Ela conta sua rotina mudou completamente.
““ Minha vida mudou muito. Minha semana agora é voltada toda para médicos, tenho que me cuidar mais que a maioria das outras pessoas, fora os lugares que não consigo mais ir”, diz.”
	Sendo que suas vias áreas e os pulmões foram os mais afetados. Por esse motivo, as crises de falta de ar e tosse São constantes além de a publicitária enfrenta problemas psicológicos e, em decorrência das deficiências pulmonares, tem sérios problemas de imunidade que a fizeram para de trabalhar. Sua rotina agora inclui um périplo por médicos das mais diversas especialidades.
	“Faço fisioterapia respiratória três vezes por semana, vou à psicóloga uma vez por semana e ao psiquiatra uma vez por mês. Também vou ao pneumologista uma vez por mês quando estou sem crises, quando tenho crises vou semanalmente ou mais, a depender da intensidade. Também faço acompanhamento com neurologista porque sinto dores de cabeça fortíssimas e tenho problemas de memória e ao otorrinolaringologista porque minhas cordas vocais queimaram e eu fiquei com problemas de refluxo também”, conta.
	Sendo custeados todos seus remédios pela própria vítima. “No começo deixei o emprego para me cuidar. Depois tentei voltar, mas com esse problema de [falta de] imunidade eu pegava qualquer doença que alguém próximo a mim tivesse. Então, o médico achou que era melhor eu me afastar de novo até que eu fique melhor”, conta.
	A publicitária arcava com todos os custos das medicações porque o sistema público de saúde de Santa Maria não tinha a maior parte dos remédios para fornecer, sendo que começou a receber um valor do Governo Estatual para ajudar com gastos. “Eu entrei na Justiça, por meio da Defensoria Pública, para conseguir os medicamentos e como nunca tinha disponível aqui, eles tiveram que passar a me dar o dinheiro para comprar”, explica.
	Aline, conta que seu foco deixou de ser a cobrança de punição aos responsáveis pelo incêndio, por motivos de problemas de saúde e financeiros. “Até pouco tempo eu sentia muita revolta, mas com o passar dos anos, os tratamentos, eu tinha uma filha para cuidar, então hoje meu foco é ficar boa para cuidar dela. Mas é claro que a gente fica muito indignado, com muita raiva, por tudo que a gente passou, ver tantos pais que perderam seus filhos e não ver nenhuma punição, nada”, diz.
	Aline e seu marido Francisco Godinho Pinto, que também esteve na boate, não ficando com sequelas apesar de uma bronquite logo após a tragédia, ambos fazem parte de um grupo de centenas de pessoas, que processa individualmente os responsáveis pela casa noturna. 
Fonte: http://www.bahianapolitica.com.br/fotos/p/30539-3.jpg
CONCLUSÃO
	Nós concluímos que para ter um evento seja mega, grande, médio ou pequeno evento, tem que ter um planejamento que tem que trabalhar em conjunto quem está promovendo o evento, o gestor de segurança, e os proprietários de uma casa noturna ou qualquer tipo lugar que seja feito o evento, e ser tomada todas as medidas e procedimentos de segurança para que o ocorra tudo em perfeita ordem para não houve nenhum tipo de sinistro, mas caso houver tenha medidas e estratégia para minimizar o maior número de vitimas e preservando vidas. Tomando medidas emergências e ser for o caso evacuação do ambiente. No caso da Boate Kiss deve vários erros como os seguranças antes de abrir a casa fazer uma verificaçãodo ambiente e verificar o extintor ser estava com a data vencida ou no caso da Boate ele já tinha sido usado entre outras falhas, e também a falta de fiscalização dos órgãos públicos. Com isso acabou provocando varias mortes, e para quem ficou vivos e familiares dos que não sobreviveu causando problemas psicológicos. Sobre esse tópico verificamos que para algumas pessoas ainda não conseguiram superar totalmente as sequelas daquele dia, sendo que também alguns além das sequelas psicológicas ficaram também os físicos que ainda agrava, mas sua situação. Contudo podemos analisar que as leis de combate a incêndio é precisa muito a ser aperfeiçoado, mão de obra, mas qualificadas para poder atuar em locais com um grande numero de pessoas, que as fiscalizações sejam eficaz e regularmente. Esperamos que através dessa tragédia o ramo da segurança comece a tomar novos rumos em estão de qualificação e também da orientação para quem esta promovendo o evento e para os proprietários do local onde está sendo feito o evento. Através dessa pesquisa abram as portas para o conhecimento e que seja tomada novos rumos, podendo assim está evitando futuras tragédias e evitando a sim traumas nas pessoas que depois de uma tragédia nunca, mas sua vida é a mesma.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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<http://www.oarquivo.com.br/variedades/qualidade-de-vida/4394-a-pir%C3%A2mide-de-maslow.html>Acessado em 12 de Maio de 2017.
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COMO DEVE SER O VIGILANTE QUE ATUA EM FESTAS PRIVADAS E GRANDES EVENTOS. Disponível em:< http://www.escolahunters.com.br/sem-categoria/como-deve-ser-o-vigilante-que-atua-em-festas-privadas-e-grandes-eventos/>Acessado em 12 de Maio de 2017.
ELY, Lara. Revestimento para isolamento acústico da boate Kiss era inadequado. Disponível em:>
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ENTENDA A MORTE POR ASFIXIA. REPORTAGENS G1. Disponível em:< http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/tragedia-incendio-boate-santa-maria-asfixia/platb/> Acessado em 02 de Abril de 2017.
GÁS CIANETO (O MESMO USADO NAS CÂMARAS DE GÁS NAZISTAS) NA TRAGÉDIA DE SANTA MARIA? Disponível em: < http://dererummundi.blogspot.com.br/2013/01/gas-cianetoo-mesmo-usado-nas-camaras-de.html> Acesso em 10 de Abril de 2017.
GRIZOTTI, Giovani. Espuma usada na boate Kiss foi comprada em loja de colchões. Disponível em: < http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/02/espuma-usada-na-boate-kiss-foi-comprada-em-loja-de-colchoes.html> Acesso em 12 de Abril de 2017.
GUARESEMIN, Cármen. Envolvidos na Tragédia de Santa Maria (RS) podem Ter transtorno Similar ao de Sobreviventes de Guerra. Disponível em:< https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/01/30/sobreviventes-familiares-e-profissionais-envolvidos-em-tragedia-podem-desenvolver-disturbios-psicologicos-serios.htm> Acessado em 24 de Abril de 2017.
ILHA, Flávio. Espuma do teto da boate foi à causa da morte das 236 pessoas, diz delegado. Disponível em < https://oglobo.globo.com/brasil/espuma-do-teto-da-boate-foi-causa-da-morte-das-236-pessoas-diz-delegado-7457973> Acesso em 12 de Abril de 2017.
ILHA, Flávio. Boate Kiss Tratamento Sem Fim Para 623 Pessoas. Disponível em:< https://oglobo.globo.com/brasil/boate-kiss-tratamento-sem-fim-para-623-pessoas-11406388> Acessa em 12 Abril de 2017.
  INCÊNDIO DA BOATE KISS. Disponível em: < https://pt.wikipedia.org/wiki/Inc%C3%AAndio_na_boate_Kiss> Acesso em 04 de Abril de 2017.
INCÊNDIO EM BOATE NO RS GEROU O MESMO GÁS USADO POR NAZISTAS. Disponível em: < https://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/tragedia-em-santa-maria/incendio-em-boate-no-rs-gerou-o-mesmo-gas-usado-por-nazistas,c2c7020f15b8c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html> Acesso em 12 de Abril de 2017.
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