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INTRODUÇÃO 
Os responsáveis pela direção do hospital deverão comunicar a data da visita às pessoas dos diversos setores e instruí-las a colaborarem com a equipe de avaliadores. Deverá ser designada uma equipe composta por, pelo menos, um representante das seguintes áreas: corpo clínico, serviço de enfermagem e administração, para acompanhar a equipe de avaliadores durante toda a visita. Considerando isso, é fundamental que os enfermeiros sejam competentes para atender, juntamente com a equipe, as demandas em saúde mental e articular os diversos pontos estabelecidos pela RAPS com os existentes no território. Apesar da atenção em saúde mental ser singular e dinâmica.
Usuarios: doença mental
Objetivo: Promover melhorias, e aumentar a qualidade de vida dos pacientes. Coletar os dados, esá etapa compreende a realização da anamnese/entrevista, exame psíquico, exame físico e comentários/ observações do enfermeiro. A entrevista é a primeira e melhor oportunidade do usuário dizer como percebe o seu estado de saúde. Propicia a compreensão de como a pessoa é, como ela e a família encaram o processo saúde-doença, quais são suas perspectivas em relação ao cuidado e como podem participar do plano de cuidados que será estabelecido pelo enfermeiro. Para isso, mais do que um diálogo organizado, a entrevista exige habilidades de comunicação terapêutica, de escuta para entender e explorar os dados que o paciente traz e reconhecer esse momento como 
Perguntas a serem realizadas:
 O que sente, quando e por que começou a se sentir dessa maneira, se já teve sintomas semelhantes, quais os tratamentos feitos, se usa medicamentos e quais; se tem doenças orgânicas concomitantes.
Procure notar não só o que ele diz, mas como diz, o que não consegue informar, o que omite, deliberadamente ou não. Depois, complete essa história com uma entrevista com familiares (na ausência desses, de acompanhantes e vizinhos), com dados que permitam avaliar a situação sociofamiliar do usuário.
 Ao abordar a família, procure tranquilizá-la e orientá-la, mas nunca se comporte como cúmplice e, sim, como parceiro.
Caso ocorra violencia ou agitação o controle de fatores ambientais do próprio serviço que podem aumentar o risco de agitação ou violência. O espaço físico deve ser organizado para aumentar a segurança do paciente e da equipe, ajudar o paciente a controlar seus impulsos violentos e evitar a progressão do comportamento violento.
Antecipação e diagnóstico precoce de risco de agitação e violência, com intervenção rápida que impeça a escalada do comportamento violento. Requer habilidades de comunicação terapêutica.
Intervenção adequada, no caso de comportamento agitado ou violento já instituído. Caso seja prescrita a intervenção química pelo médico, o enfermeiro deverá ter clareza dos possíveis sinais e sintomas indesejáveis. Se contenção física, apesar de ser uma prática contraditória, deverá ser feita com técnica para evitar traumas.

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