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SEMIOLOGIA DERMATOLÓGICA e LESÕES ELEMENTARES A BASE DO DIAGNÓSTICO em dermatologia é MORFOLÓGICA, e embora a história também tenha importância, deve ser resumida, contendo: Localização Duração Sintomas e Tratamentos anteriores das lesões cutâneas Antecedentes pessoais e familiares. O EXAME DERMATOLÓGICO deve ser cuidadosamente efetuado em TODO O TEGUMENTO, ou seja, deve compreender: O exame da pele O exame dos anexos: CABELOS, PÊLOS E UNHAS Mucosa oral e genital (se possível) Palpação das cadeias ganglionares Palpação dos nervos periféricos (hanseníase) ANAMNESE Anamnese detalhada é imperiosa quanto aos alimentos, hábitos pessoais, profissão, atividades recreacionais, exposição a fatores ambientais, particularmente nas dermatoses profissionais ou alérgicas como a dermatite de contato, as urticárias e o angioedema, além da dermatite atópica. Antecedentes pessoais: doenças pregressas e cirurgias, queimaduras solares na infância, sessões de bronzeamento artificial, além de atopia (rinite, dermatite e asma). A coleta de dados na anamnese sobre antecedentes pessoais é de vital importância. Antecedentes familiares de doenças similares ou morbidades (como câncer de pele, nevos displásicos, tromboses na família ou recorrentes, doenças reumáticas e genéticas) podem orientar o diagnóstico de diversas dermatoses ou genodermatoses. O EXAME DERMATOLÓGICO objetivo compreende 4 ATOS MÉDICOS fundamentais: 1. INSPEÇÃO do tegumento 2. PALPAÇÃO da lesão ou da pele 3. DIGITOPRESSÃO (vitropressão) 4. COMPRESSÃO 1. INSPEÇÃO ▪ Sempre executada em ambiente muito bem iluminado, de preferência com luz natural ou fluorescente, que deve incidir por trás do médico. ▪ Quando existem várias lesões, por exemplo, no exame de nevos, inicialmente o examinador deve ficar a uma distância de 1 a 2 metros para observar a distribuição topográfica e ter noção de alguma lesão que desperte maior cuidado, e, depois, lentamente, se aproximar até 20-30 cm do paciente. ▪ Ao se aproximar, a lesão pode ser individualmente examinada com lente de aumento auxiliar ou dermatoscópio. ▪ Imagens com lente de aumento auxiliar e com dermatoscópio 2. PALPAÇÃO ▪ Permite verificar a presença de lesões sólidas na superfície da pele, sua elasticidade, sua mobilidade. ▪ A dor à palpação pode ser peculiar em certos tumores cutâneos. ▪ O pinçamento da pele pode ajudar a avaliar sua consistência e espessura. 3. DIGITOPRESSÃO ou VITROPRESSÃO ▪ A força exercida pela pressão dos dedos sobre a pele ou com lâmina de vidro provoca a interrupção do fluxo sanguíneo naquele segmento da pele e podemos diferenciar lesões de origem distinta. ▪ O eritema esmaece ou cede à digitopressão, enquanto as púrpuras não o fazem 4. COMPRESSÃO ▪ Útil ao avaliar o dermografismo, ou o edema dos membros inferiores (Sinal de Godet). LESÕES ELEMENTARES são didaticamente classificadas em: 1. PRIMÁRIA a. COM CONTEÚDO LÍQUIDO: abcesso, bolha, cisto, hematoma, vesícula e pústula. b. PLANA: manchas e máculas. c. SÓLIDA: goma, nódulo, pápula, placa, urtica e vegetação 2. SECUNDÁRIA a. COM ALTERAÇÕES CAUSADAS POR PERDA DE SUBSTÂNCIA: crosta, erosão/exulceração, escama, escara, fissura, fístula e ulceração/úlcera. LESÕES ELEMENTARES PRIMÁRIAS COM CONTEÚDO LÍQUIDO 1. ABSCESSO ▪ Coleção purulenta profunda, geralmente única. ▪ Causada por infecção, inflamação ou degeneração de tecidos. ▪ Pode situar-se em qualquer órgão. Na pele, situa-se na derme ou no tecido celular subcutâneo. ▪ Se acompanhado de sinais inflamatórios (edema, rubor, calor e dor), pode ter-se desenvolvido a partir de quadros de foliculite profunda, traumas em locais de corpo estranho ou outras infecções mais profundas. ▪ Pode-se drenar para meio ambiente (como matéria purulenta) ou se apresentar como nódulo eritematoso. ▪ Exemplo: hordéolo 2. BOLHA ▪ Elevação da pele, circunscrita ▪ Situa-se na epiderme ou no espaço entre a epiderme e a derme. ▪ Conteúdo inicialmente seroso e claro, pode depois tornar-se hemorrágico ou purulento. ▪ A bolha pode ser flácida e fugaz ou tensa e duradoura, dependendo do nível de clivagem. ▪ FLICTENA = é a bolha causada por queimadura da pele. Pênfigo Foliáceo / “fogo selvagem” 3. CISTO ▪ Cavidade revestida por epitélio glandular ou queratinizado, na dependência das características da pele em uma dada localização, com conteúdo variando de líquido a pastoso. Costumam ser únicos ou aparecer em pequeno número. São tumores relativamente comuns, benignos, derivados dos anexos cutâneos ▪ Localização preferencial no couro cabeludo e no tórax. ▪ O cisto é móvel em relação à pele, exceto próximo do pequeno orifício central, pelo qual podem penetrar bactérias ou ocorrer extravazamento do conteúdo gorduroso e queratina. ▪ Exemplo: cisto epidermóide 4. HEMATOMA ▪ Coleção de sangue, em geral restrita ao local do trauma do qual provém ▪ Localizada na derme ou no tecido subcutâneo ▪ Exemplo: hematoma subungueal 5. VESÍCULA ▪ Pequena cavidade, medindo menos de 1 cm de diâmetro, geralmente com conteúdo claro. ▪ Essa lesão é elevada, esférica, pontiaguda, umbilicada ou de forma alongada. ▪ Localização subcórnea, intraepitelial e subepidérmica ▪ Frequentemente ocorre pustolização (turvação do conteúdo) ▪ Exemplo: miliária, miliária rubra e herpes labial 6. PÚSTULA ▪ Lesão elevada, circunscrita, semelhante à vesícula, diferindo dela pelo conteúdo purulento. ▪ Localizada na epiderme ▪ O conteúdo purulento pode ser séptico (como no impetigo e na acne) ou asséptico (como na psoríase pustulosa e em lesões iniciais do pioderma gangrenoso). Conteúdo séptico: Impetigo Acne Conteúdo asséptico: Psoríase Pustulosa Pioderma Gangrenoso (lesões papulo-pustulosas) LESÕES ELEMENTARES PRIMÁRIAS PLANAS São as modificações de coloração da pele sem alteração de relevo ou consistência, chamadas de máculas ou manchas Podem ser de 2 tipos, de acordo com a origem: pigmentar ou vasculossanguinea. 1. PIGMENTAR ▪ Decorre da deposição de pigmento endógeno (melanina, hemossiderina) ou exógeno em algum nível da pele ▪ HIPERCROMIA: lesão com excesso de pigmentação. Por depósito de pigmento na epiderme. ▪ LEUCODERMIA: lesão com déficit de pigmentação. Ex: hipocromia (pouco) e acromia (ausente). 2. VASCULOSSANGUÍNEA ▪ ERITEMA: mancha vermelha, que desaparece com digitopressão ou vitropressão, causada por vasodilatação. Pode assumir diversos padrões: eritrodermia, eritema pérnio e eritema cianótico. Eritrodermia Eritema pérnio Eritema Cianótico em pé diabético ▪ PÚRPURA: mancha vermelho-violácea, que não desaparece com digitopressão ou com vitropressão, formada por sangue extravascular visível a olho nu. Pode se apresentar como Equimose ou Petéquia. Equimose Petéquia ▪ TELANGIECTASIA: lesões estelares, sinuosas, lineares ou puntiformes, indeléveis. Localizadas na derme superficial. Causadas por dilatação vascular capilar de artérias ou veias com luz menor que 2mm. ▪ MANCHA ANGIOMATOSA: regride quase totalmente a digitopressão. Causada por neoformação vascular na derme. Exemplo: hemangioma plano.LESÕES ELEMENTARES PRIMÁRIAS SÓLIDAS 1. GOMA ▪ Nódulo ou tumor que se liquefaz no centro, drenando (por fistulização ou por ulceração) substâncias que variam conforme a doença que gerou a goma. ▪ Exemplo: Lues terciária (sífilis terciária) * LUES em latim significa “a peste”; Síflis 2. NÓDULO ▪ Infiltrado celular, sólido, circunscrito, persistente, geralmente bem delimitado e com diâmetro 1–3 cm. ▪ Localização: derme (quando se apresenta elevado) ou hipoderme (quando mais palpável que visível) ▪ Exemplo: Carcinoma Basocelular e Melanoma maligno. 3. PÁPULA ▪ Lesão: circunscrita, de superfície plana ou curva, com diâmetro <1 cm e elevada (faz relevo em relação aos planos circunjacentes à pele ▪ Localização: pode ser epidérmica, dérmica ou mista. ▪ Exemplo: Estrófulo e Lues secundária. Pápulas no líquen plano, pápula de poroma écrino. 4. PLACA ▪ Lesão geralmente elevada e plana na superfície, com diâmetro maior que 1 cm ▪ Pode cursar com queratinização, maceração, descamação ou crosta na sua superfície. ▪ Placa papulosa (xantelasma): quando a placa é causada pela confluência de várias pápulas. Ex: psoríase ▪ Placa maculosa: quando a placa é causada pela confluência de várias máculas Placas Papulosas da Psoríase 5. URTICA ▪ Lesão em relevo, edematosa, circunscrita, efêmera, de cor vermelho-róseo ou branco porcelana, circundanda por halo eritematoso ou anêmico. ▪ Decorrente de edema dérmico (não confundir com infiltrado celular inflamatório ou neoplasico na derme). ▪ Exemplo: Urticária. 6. VEGETAÇÃO ▪ Pápula elevada, de superfície irregular, ocasionalmente sangrante, pedunculada ou não. ▪ Pode apresentar superfície amarelada, queratósica, dura e inelástica, sendo denominada verrucosidade ou lesão verrucosa. ▪ Ex.: verruga vulgar e verruga (queratose) seborréica. LESÕES ELEMENTARES SECUNDÁRIAS COM ALTERAÇÕES DE CONSISTÊNCIA OU ESPESSURA 1. ATROFIA ▪ Em decorrência da diminuição dos seus elementos constituintes dos tecidos normais, a pele se adelgaça, se enruga, se eleva ou faz uma depressão em relação aos planos circunjacentes. ▪ Essa atrofia pode ser secundária a processos inflamatórios e infecciosos ou idiopática. ▪ Ex.: líquen escleroso, estrias cutâneas. 2. CICATRIZ ▪ Lesão destituída de anexos cutâneos, brilhante, consequente à reparação de tecidos destruídos por alguma outra doença, acidente ou corte cirúrgico. ▪ Pode ser elevada, plana ou deprimida. ▪ Ex.: queloide. 3. EDEMA ▪ Presença de líquido extravasado dos vasos para a derme ou hipoderme. ▪ A coloração da pele pode ficar inalterada ou se tornar eritematosa na área afetada. ▪ Ex.: urticária e angioedema. 4. ESCLEROSE ▪ Alteração da consistência da pele, que se torna rígida, perdendo o pregueado natural e resistindo a distensão ou à tentativa de enrugamento através da pressão digital. ▪ Ocorre, ainda, espessamento da pele. ▪ A superfícies acima da lesão costumeiramente se apresenta lisa, brilhante e, eventualmente, com alteração de cor: a firmeza e o endurecimento da pele esclerótica são mais palpáveis do que visíveis. ▪ Ex.: esclerodermia. 5. LIQUENIFICAÇÃO ▪ Espessamento da pele com acentuação dos sulcos cutâneos ou do quadriculado normal da pele. ▪ Decorre do ato de coçar persistentemente a mesma região da pele. ▪ Sua cor pode diferir do restante da pele. ▪ Ex.: neurodermite 6. QUERATOSE ▪ Espessamento da camada córnea da pele ▪ Consistência endurecida ▪ Coloração pardacenta, amarelada ou esbranquiçada ▪ Pode assumir aspecto de verrucosidade ▪ Ex.: queratose seborreica, queratose actínica, queratoacantoma, queratose plantar, calos. LESÕES ELEMENTARES SECUNDÁRIAS COM ALTERAÇÕES CAUSADAS POR PERDA DE SUBSTÂNCIA 1. CROSTA ▪ Na área de perda tecidual (após dessecamento de pus, sangue ou serosidade, juntamente com restos epiteliais) forma-se uma massa de exsudatos ou concreção, de cores variáveis, conforme o tipo de secreção. ▪ Pode ser: hemática (vermelho-escuro), sero hemática (vermelho-claro) ou purulenta (amarelo-esverdeada) ▪ Ex.: impetigo 2. EROSÃO OU EXULCERAÇÃO ▪ Perda parcial tão somente da epiderme, que não deixa cicatriz ao final do processo de reparação tecidual. ▪ Em geral, apresenta exsudato na superfície e surge secundariamente à ruptura de bolha intraepidérmica. ▪ Ex.: Pênfigo vulgar, Pênfigo foliáceo 3. ESCAMA ▪ Resulta do acúmulo de queratinócitos por distúrbio da queratinização, formando massa laminar, de aspecto e dimensões variáveis. Usualmente acompanhada de eritema. ▪ Pode ser seca, gordurosa, laminada, nacarada ou fina (furfurácea). 4. ESCARA ▪ Área de necrose tecidual, em geral de cor negra, que evolui para úlcera quando eliminada. ▪ Ex.: escara de decúbito. 5. FISSURA ▪ Fenda linear da pele, estreita e profunda. Aparece comumente associada ao eczema crônico e ao intertrigo. ▪ Forma-se quando a pele se torna quebradiça ou macerada, com perda da flexibilidade. ▪ As fissuras são mais exuberantes nas áreas distendidas por movimento, como lábios, dobras, interdígitos das mãos e dos pés. ▪ Ex.: língua fissurada ou escrotal 6. FÍSTULA ▪ Pertuito da pele pelo qual ocorre drenagem de material proveniente de foco supurativo ou necrótico profundo, geralmente apresenta a borda fibrótica. ▪ Ex.: fístula dentária, fístula de cisto pilonidal. 7. ULCERAÇÃO / ÚLCERA ▪ Perda circunscrita de epiderme e da derme, denominada ulceração, e quando crônica úlcera. ▪ Pode, ainda, atingir a hipoderme e tecidos adjacentes mais profundos. ▪ Ex.: úlcera hipertensiva, úlcera de estase, pioderma gangrenoso A distribuição das lesões nos diversos segmentos da pele do corpo humano muitas vezes nos fornece pistas diagnósticas que devem ser consideradas e investigadas, com a finalidade de serem confirmadas ou descartadas pela alta frequência com que determinadas dermatoses atingem essas regiões. ÁREAS DA PELE EXPOSTAS À LUZ SOLAR Considere os diagnósticos de dermatite actínica crônica, epitelioma basocelular, erupção polimorfa a luz, Lúpus eritematoso Discóide ou Sistêmico, Pelagra, Porfirias, reações cutâneas adversas a drogas com fotossensibilização, entre outros. COURO CABELUDO Considere os diagnósticos de Alopecias, Cilindroma, Cistos Sebáceos, Dermatite de Contato, Dermatite Factícia, Dermatite Seborreica, Eczemas, Esclerodermia, Foliculites, Linfoma de célula T, Líquen Plano Pilar, Líquen Simples Crônico, Lues, Lúpus Eritematoso Discóide, Pediculose, Pseudotinha Amiantácea, Psoríase, Tinha de couro cabeludo, Tricotilomania, etc FACE Considere os diagnósticos de Acne Juvenil, Acne Rosácea, Adenoma Sebáceo, Carcinoma Basocelular, Cistos Epiteliais, Corno Cutâneo, Dermatite Seborréica, Dermatomiosite, Epiloia, Esclerodermia, Herpes Simplex, Herpes-Zoster, Linfocitoma, Lues, Lúpus Eritematoso Discóide ou Sistêmico, Hanseníase, Melanoma Juvenil, Queratoacantoma, Rinofima, Sarcoidose, Siringoma, Tinha da Face, Vitiligo, Xantelasma, entre outros. MUCOSA ORAL Considere os diagnósticos de anemia perniciosa, candidíase, carcinoma espinocelular, dermatose bolhosa por IgA linear,Doença de beçhet, epidermólises bolhosas, eritema multiforme, Eritema pigmentar fixo, estomatite aftoide, herpes simplex, Leishmaniose cutaneomucosa, leucemia,leucoplasia, líquen Plano, paracoccidioidomicose sul-americana, pênfigo vulgar, Pênfigo paraneoplásico, reações cutâneas adversas a drogas, lues, entre outros. LÍNGUA Considere os diagnósticos de aftose, bimetalismo, carcinoma espinocelular; cisto mucoso, épulis, glossite losângica mediana, glossodínea, grânulos de Fordyce, hemangioma, leucoplasia, linfangioma, língua fissurada, língua geográfica, língua nigra pilosa, lues, nevo branco espongioso, papilomas, Síndrome de Melkerson Rosenthal, tatuagem por amálgama, veias varicosas, entre outros. SEMIMUCOSA LABIAL Considere os diagnósticos de carcinoma espinocelular, cisto mucoso, doença de Heck, erupção fixa às drogas, eritema Polimorfo, herpes simples, grânulos de Fordyce, hemangioma venoso, leucoplasia, líquen plano, queilite actínica, queilite angular, queilite de contato, queilite esfoliativa, queilite glandular, queilite granulomatosa, lues, verruga filiforme, etc MUCOSA NASAL Considere os diagnósticos de dermatose bolhosa por IgA linear, epidermólises bolhosas, herpes simplex, impetigo, leishmaniose mucocutânea, lúpus vulgar, paracoccidioidomicose, reações cutâneas adversas a drogas, verruga viral, etc. MÃOS E ANTEBRAÇOS Considere os diagnósticos de candidíase interdigital,Carcinoma espinocelular, cisto mucoso digital, dedo extranumerário, dermatite de contato, dermatofitose, desidrose, esclerodermia, esporotricose, eczemas, eritema multiforme, escabiose, fibroceratoma digital adquirido, gota, granuloma anular; granuloma piogênico, herpes-zóster, leishmaniose, líquen plano, melanoma maligno, melanose solar, psoríase, queratoacantoma, queratodermia palmar, queratose solar, lues, tinha corporis, tumor gigante da bainha tendinosa, verruga plana, verruga vulgar, vitiligo, entre outros. MUCOSA GENITAL Considere os diagnósticos de balanite, balanite plasmocitária de Zoom, cancro duro, cancro mole, candidíase, carcinoma espinocelular, condiloma acuminado, dermatose bolhosa por Ig A linear, dermatite de contato, doenca de Beçhet, epidermólises bolhosas, eritroplasia de Queyrat, erupção fixa a drogas, herpes genital, leucoplasia, líquen plano, líquen escleroso e atrófico, pênfigo paraneoplásico, pênfigo vulgar, penfigóide cicatricial Benigno das mucosas, prurido genital, psoríase, reações cutâneasAdversas às drogas, entre outros. PERNAS (ÚLCERAS) Considere os diagnósticos de anemia falciforme, atrofia brancade Milian, Insuficiência venosa, larva migrans, erisipela, leishmaniose cutânea, síndrome do anticorpo antifosfolípide, Úlcera hipertensiva, entre outros. PERNAS Considere os diagnósticos de acantoma de células grandes da pele, doença de Flegel, doença de Weber Christian, eczema numular, edema linfático, erisipela, eritema anunlar centrífugo, Eritema elevatum diutinum, eritema nodoso, escabiose, escleromixedema, estucoceratose, filariose, livedo reticularis, necrose lipoidica, Nevil, paniculites, parapsoríase em placas, periarterite nodosa, psoríase, vasculites, urticárias, entre outros. PÉS Considere os diagnósticos de ceratodermia plantar adquirida ou genética, ceratólise plantar sulcada, dermatite de contato, dermatofitose, desidrose, eczemas, eritromelalgia, gota, granuloma anular, larva migrans, melanoma maligno, neurodermite, nevos pigmentares, pápulas podálicas piezogênicas, psoríase, lues, tungíase, verruga plantar, entre outros. UNHAS Considere os diagnósticos de Eczemas, deficiências vitamínicas, Doença das 20 unhas, Doença da unha Amarela, Doenças Tireoidianas, Doenças internas, Infecção por Pseudomona sp. ou outras bactérias, Insuficiência Cardíaca, Líquen Plano, Onicomicose, Paroníquia de repetição, Psoríase, traumas discretos e repetidos da matriz ungueal, tumor Glômico, verruga Periungueal, entre outros. BIBLIOGRAFIA Tratado de Dermatologia, 2ª edição (Walter Belda Junior, Nilton Di Chiacchio, Paulo Ricardo Criado) Dermatologia, 4ª edição (Azulay & Azulay) Dermatologia de Fitzpatrick atlas e texto, 6ª edição (Klaus Wolff, Richard Allen Johnson) Cecil Medicina, 23ª edição (Lee Goldman, Dennis Ausiello)