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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO/10o SEMESTRE 2018
DISCIPLINA: ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO
PROF.: CLAUDIO AUGUSTO 30/08/2018
ATIVIDADE PROPOSTA 05
(01) Antes de iniciar qualquer trabalho em instalações elétricas, o trabalhador deve
certificar-se de que tais instalações elétricas estejam desenergizadas. Para que a
desenergização seja feita de forma segura, a NR 10 estabelece procedimentos que
devem ser aplicados através de uma sequência lógica de desenergização. Abaixo
encontram-se os procedimentos estabelecidos na NR 10.
P - Proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada.
Q - Constatação da ausência de tensão.
R - Instalação da sinalização de impedimento de reenergização.
S - Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos
circuitos.
T - Seccionamento.
U - Impedimento de reenergização.
A sequência correta de desenergização é:
(A) T - U - Q - S - P - R
(B) R - T - P - U - S - Q
(C) P - R - U - Q - T - S
(D) S - Q - T - P - R - U
(E) Q - P - S - R - U – T
(02) Segundo a NR 10 (Segurança em Instalações e serviços em eletricidade), há
atividades durante as quais o trabalhador pode entrar em área controlada, ainda que
seja apenas com uma parte de seu corpo ou com extensões condutoras, representadas
por materiais, ferramentas ou equipamentos que ele esteja manipulando. Essas
atividades são denominadas trabalho
(A) controlado (B) perigoso (C) de risco (D) em proximidade
(E) em baixa tensão
(03) Segundo a NR10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade) a carga
horária mínima de treinamento básico de segurança em instalações e serviços com
eletricidade, a que os trabalhadores autorizados devem obrigatoriamente participar é,
em horas:
(a) 32 (b) 24 (c) 40 (d)16 (e)08.
(04) No que se refere a segurança e instalações elétricas energizadas considere:
I. as intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 110 Volts em
corrente alternada ou superior a 220 Volts em corrente contínua somente podem ser
realizadas por trabalhadores treinados.
II. Verificações prévias na implementação de inovações tecnológicas ou em novas
instalações elétricas, devem ser realizadas, necessariamente, com os circuitos
energizados.
III. O responsável pela execução dos serviços deve suspender as atividades quando
verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização
imediata não seja possível.
Está correto o que consta em:
(a) I apenas (b) III apenas (c) II e III apenas (d) I e II apenas
(e) I,II, III
(05) Sobre a norma abaixo, assinale a assertiva incorreta:
Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e manter
o Prontuário de Instalações Elétricas, contendo, além do disposto no subitem 10.2.3, da
NR 10, no mínimo:
(A) conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e
saúde, implantadas e relacionadas a esta NR e descrição das medidas de controle
existentes;
(B) especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental,
aplicáveis conforme determina NR 10;
(C) Descrição dos procedimentos para emergências;
(D) Certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas;
(E) documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas
atmosféricas e aterramentos elétricos;
(06) Os documentos técnicos previstos no Prontuário de Instalações Elétricas devem
ser elaborados por:
(A) trabalhadores envolvidos nas instalações e serviços em eletricidade;
(B) trabalhador capacitado;
(C) trabalhadores autorizados a trabalhar em instalações elétricas;
(D) profissional legalmente habilitado;
(E) trabalhador qualificado;
(07) Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas
para trabalho, mediante os procedimentos apropriados. Escolha a alternativa abaixo
que, corretamente, descreva a sequência correta:
(I) impedimento de reenergização;
(II) constatação da ausência de tensão;
(III) proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada.
(IV) instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos
circuitos;
(V) seccionamento;
VI) instalação da sinalização de impedimento de reenergização.
(A) V, VI, II, I, III, IV
(B) VI, V, I, II, IV, III
(C) I, V, VI, III, II, IV
(D) I, V, II, IV, III, VI
(E) V, I, II, IV, III, VI
(08) O estado de instalação desenergizada deve ser mantido até a autorização para
reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a sequência de procedimentos;
ASSINALE DENTRE AS ASSERTIVAS A QUE APRESENTA A SEQUENCIA
CORRETA SUPRACITADA.
I. retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de
reenergização;
II. retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;
III. destravamento, se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.
IV. remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções
adicionais;
V. remoção da sinalização de impedimento de reenergização;
(A) V, IV, II, III, I
(B) I, II, III, IV, V
(C) III, II, IV, V, I
(D) II, I, IV, V, III
(09) Para que um técnico em eletrotécnica de uma empresa passe a fazer intervenções
em instalações elétricas energizadas com alta tensão do seu polo de trabalho, dentro
dos limites estabelecidos pela NR 10, além da devida autorização, precisa receber
previamente treinamento de segurança, específico em segurança no:
(A) Sistema Elétrico de Potência (SEP).
(B) Sistema de Alta Tensão (SAT).
(C) Sistema de Operação Elétrica (SOE).
(D) Sistema Brasileiro de Tensão (SBT).
(E) Sistema Energético Brasileiro (SEB).
(10) De acordo com a NR 10 da Portaria 3.214, o aterramento das instalações elétricas
deve ser executado conforme regulamentação estabelecida pelos órgãos competentes
e, na ausência desta, deve atender:
(a) às Normas Internacionais vigentes.
(b) às Normas do Ministério de Minas e Energia vigentes.
(c) à Norma da Empresa Geradora de Energia Elétrica e às Normas da ABNT.
(d) somente às Normas da ABNT vigentes.
(11) Segundo a NR 10 (Segurança em Instalações e serviços em eletricidade), há
atividades durante as quais o trabalhador pode entrar em área controlada, ainda que
seja apenas com uma parte de seu corpo ou com extensões condutoras, representadas
por materiais, ferramentas ou equipamentos que ele esteja manipulando. Essas
atividades são denominadas trabalho
(A) controlado
(B) perigoso
(C) de risco
(D) em proximidade
(E) em baixa tensão
(12) Qual o papel da Estatística na Segurança do trabalho?
R: Os acidentes de trabalho ocorridos na empresa devem ser comunicados ao Instituto Nacional
do Seguro Social (INSS) através da Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT). A emissão da
CAT se destina ao controle estatístico e epidemiológico junto aos órgãos Federais e visa,
principalmente, à garantia de assistência acidentária ao empregado junto ao INSS ou até mesmo
de uma aposentadoria por invalidez. Por sua vez, o Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE),
através da FUNDACENTRO, recebe, trata e divulga as fi chas de acidentes com o objetivo de
avaliar e comparar a efi cácia da prevenção de acidentes nos setores da economia dos
municípios, estados e do país.
(13) O que significa o parâmetro Horas-homem de exposição ao risco?
R:A taxa indica quantos dias de trabalho foram perdidos por afastamento.
Somatório das horas durante as quais os empregados ficam à disposição do empregador,em
determinado período – dias, semanas, meses, ano, etc.
(14) A quem compete o tratamento estatístico dos acidentes de trabalho?
R: Os acidentes de trabalho devem ser comunicados ao Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS) através da Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT). A emissão da
CAT se destina ao controle estatístico e epidemiológico junto aos órgãos Federais e visa
garantir de assistência acidentária ao empregado junto ao INSS ou até mesmo de uma
aposentadoria por invalidez. Por sua vez, o Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE),
através do FUNDACENTRO, recebe, trata e divulga as fichas de acidentes com o
objetivo de avaliar e comparar a eficácia da prevenção de acidentes nos setores da
economia dos municípios, estados e do país.
(15) Qual o papel da empresa em relação aos dados estatísticos de acidentes de
trabalho?
R.: O cadastro de acidente é o conjunto de informações das ocorrências dos acidentes
de uma empresa. Sua organização tem por base a Norma NBR 14280/99 – Cadastro
de acidentes do trabalho, procedimento e classificação – e deve proporcionar unidades
de medidas padrões universais de comparação.
(16) Qual a diferença entre dias perdidos e dias debitados?
R.: Dias perdidos são dias corridos de afastamento do trabalho em virtude de lesão
pessoal, exceto o dia do acidente e o dia de volta ao trabalho.
Dias debitados são dias que se debitam, por incapacidade permanente ou morte, para
o cálculo do tempo computado.
(17) Em que se baseia a tabela de dias debitados?
R.: Dias perdidos são dias corridos de afastamento do trabalho em virtude de lesão
pessoal, exceto o dia do acidente e o dia de volta ao trabalho.
Dias debitados são dias que se debitam, por incapacidade permanente ou morte, para
o cálculo do tempo computado.
(18) Qual a diferença entre a Taxa de Frequência e Taxa de Gravidade?
R.: Taxa de frequência de acidentes é o número de acidentes por milhão de horas-
homem de exposição ao risco, em determinado período.
Taxa de Gravidade é o tempo por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em
determinado período.
(19) Nos quadros e tabelas estatísticas, o que compõe a coluna total de acidentes de
trabalho registrados ou total de acidentes?
R.: Nos quadros e tabelas estatísticas a coluna total de acidentes de trabalho registrados
ou total de acidentes é composta pela soma de acidente típico, acidente de trajeto e
doença do trabalho.
(20) Para fins estatísticos, qual a média das horas trabalhadas por ano?
R.: 2000 h / ano
(21) José sofreu um acidente no dia 11 de abril e voltou ao trabalho no dia 30 maio.
Calcule os dias perdidos desse trabalhador.
R.: 48 dias perdidos ( Os dias ocorridos não considera o dia que ele acidentou, nem o
dia que ele voltou. Considera-se todos os dias.)
(22) Precisamente no dia 07/05/2007 João voltou ao seu posto de trabalho,
contabilizando um total de 11 dias perdidos. Qual o dia em que João se acidentou?
R.: 25/04/2007
(23) Em uma empresa onde trabalham 500 empregados, com regime de trabalho de 8h
diárias, ocorreram, em dois meses, 5 acidentes com perda de tempo. Calcular a Taxa
de frequência desta empresa. (R: TF=25)
R.: HHT = 200h/mês x 2 meses x 500 trabalhadores = 200.000 HHT
N = 5 acidentes
TF = (N x 1.000.000) / HHT
TF = (5 x 1.000.000) / 200.000 = 25
TF = 25
(24) Calcular a taxa de Gravidade da empresa “X”, sabendo-se que a mesma registrou
no primeiro trimestre de 2006 os seguintes dados: o número de horas-homens
trabalhadas foi 500.000 e o número de dias perdidos foi de 400. (R: TG=800)
R.: HHT = 500.000 T = 400
TG = (T x 1.000.000) / HHT
TG = (400 x 1.000.000) / 500.000
TG = 800
(25) Calcular a Taxa de Gravidade da empresa “H”, sabendo-se que a mesma registrou
no primeiro trimestre de 2008 os seguintes dados: o número de horas-homens
trabalhadas foi 600.000 e o número de dias perdidos foi de 450. Sabe-se, também, que
entre os operários acidentados, um deles perdeu a visão de um olho e outro perdeu a
perna acima do joelho. (R: TG=11.250)
R.:
HHT = 600.000
T = 450
Perda de Visão = 1.800 T total = 450 + 1.800 + 4.500 = 6.750
Perda perna acima do joelho = 4.500
TG = (T x 1.000.000) / HHT
TG = (6.750 x 1.000.000) / 600.000
TG = 11.250
(26) Em uma empresa onde trabalham 1.000 empregados ocorreram, em um mês, três
acidentes com perda de tempo, nos dias 2, 15 e 20. Os acidentados voltaram a trabalhar,
respectivamente, nos dias 26, 17 e 27 do mesmo mês. No primeiro acidente, o operário
perdeu um dedo polegar. Pede-se calcular as Taxas de frequência e de Gravidade. (R:
funcionários 1, 2 e 3 TF=15; TG=3150)
R.:
Funcionários = 1.000
N = 3
T = 25 - 2 = 23
T = 16 – 15 = 1 T total = 23 + 1 + 6 + 600 = 630
T = 26 – 20 = 6
Perda do Polegar = 600
HHT = 1.000 func x 200h/mês = 200.000
TF = (N x 1.000.000) / HHT TG = (T x 1.000.000) / HHT
TF = (3 x 1.000.000) / 200.000 TG = (630 x 1.000.000) / 200.000
TF = 15 TG = 3.150
(27) Na empresa “A”, ocorreram, em três meses, 10 acidentes dos quais apenas 8
registraram perda de tempo com um total de 600 dias perdidos. Dentre os acidentados,
houve dois casos mais graves: um operário perdeu um dedo polegar e outro operário
perdeu o dedo pequeno do pé. Calcular as Taxas de frequência e de Gravidade dessa
empresa, sabendo-se que a mesma tem 400 empregados e que, durante um mês, as
atividades da citada empresa ficaram totalmente paralisadas.
(R: Taxa de frequência sem afastamento, TFSA=12,5; Taxa de frequência com
afastamento, TFCA=50; Taxa de gravidade, TG=7500)
R.:
Funcionários = 400
Meses = 3 - 1 = 2
N s/afastamento = 2
N c/afastamento = 8
HHT = 400 func. x 200h/mês x 2 meses = 160.000
T = 600
Perda dedo polegar = 600 T total = 1.200
Perda dedo pequeno do pé = 00
TF s/afastamento = (N x 1.000.000) / HHT
TF s/afastamento = (2 x 1.000.000) / 160.000
TF s/afastamento = 12,5
TF c/afastamento = (N x 1.000.000) / HHT
TF c/afastamento = (8 x 1.000.000) / 160.000
TF c/afastamento = 50
TG = (T x 1.000.000) / HHT
TG = (1.200 x 1.000.000) / 160.000
TG = 7.500
(28) Em uma empresa A, onde trabalham 2500 empregados, ocorreram 5 (cinco)
acidentes em 1 (um) ano, com 7 (sete) dias perdidos; um dos trabalhadores perdeu a
visão de um olho e outro perdeu a mão. Em uma empresa B, onde trabalham 1500
empregados, ocorreram 3 (três) acidentes em 1 (um) ano, com 3 (três) dias perdidos e
um dos trabalhadores veio a falecer.
(a) Calcule a Taxa de frequência e Gravidade, considerando o regime de trabalho de 8h
diárias
(b) Compare as empresas A e B em termos de eficácia em relação às ações de
segurança do trabalho. (R: Empresa A, taxa de frequência (TF = 1) e taxa de gravidade
(TG=961,4); Empresa B, taxa de frequência (TF=1,0) e taxa de gravidade (TG=2001)).
R.:
Empresa “A”
Funcionários = 2.500
N = 5
Meses = 12
HHT = 2.000h/mês x 2.500 func = 5.000.000
T = 7
Perda Visão de um olho = 1.800 T total = 4.807
Perda de uma mão = 3.000
Empresa “B”
Funcionários = 1.500
N = 3
Meses = 12
HHT = 2.000h/mês x 1.500 func = 3.000.000
T = 3
Falecimento = 1.800 T total = 6.003
a) Empresa “A”
TF = (N x 1.000.000) / HHT TG = (T x 1.000.000) / HHT
TF = (5 x 1.000.000) / 5.000.000 TG = (4.807 x 1.000.000) / 5.000.000
TF = 1 TG = 961,4
Empresa“B”
TF = (N x 1.000.000) / HHT TG = (T x 1.000.000) / HHT
TF = (3 x 1.000.000) / 3.000.000 TG = (6.003 x 1.000.000) / 3.000.000
TF = 1 TG = 2.001
(29) No dia 15 de março de 2006, as 09:30h, ocorreu um acidente numa plataforma de
produção de petróleo. Descrição do evento: Durante o processo e corte com maçarico
de um tambor onde havia vestígios de um líquido combustível, ocorreu a explosão do
mesmo, ferindo o empregado que realizava a tarefa e um ajudante. Em função da
gravidade deste acidente, um soldador teve 15% do corpo queimado, precisando ficar
afastado da empresa por 25 dias para tratamento médico. O ajudante que estava
próximo ao local, teve a terceira falange do dedo mínimo amputada, necessitando
afastar-se de suas atividades por 40 dias para recuperação. Sabendo-se que neste mês
a empresa teve ainda 5 acidentes sem afastamento e que a mesma contava neste mês
com 673 empregados. Calcule: (a) a taxa de frequência de acidentes com afastamento
(TFCA); (b) a taxa de frequência de acidentes sem afastamento (TFSA) e (c) a taxa de
gravidade (TG). (R: taxa de frequência com afastamento, (TFCA=14,86), taxa de
gravidade sem afastamento, (TFSA=37,14); Taxa de gravidade (TG=483)).
R.:
HHER= Número de empregados x nº de horas x nº de dias úteis
HHER = 673 x 8 x 22 = 118448
TFCA = NCA X 1.000.000 / HHER
TFCA = 2X 1.000.000 / 118448
TFCA = 16,89
TFSA = NSA 1.000.000 / HHER
TFCA = 5X 1.000.000 / 118448
TFCA = 42,21
TG = ( DP + DD ) X 1.000.000/HHER
TG = {(25+40)+(50)} X1.000.00 / 118448
TG = 970,89
(30) Uma fábrica com um efetivo de 500 funcionários, que trabalha no regime de 44
horas semanais. Num determinado mês, foram trabalhadas 200 horas extras, foram
registrados 7 acidentes de trabalho, sendo 5 sem afastamento e 2 com afastamento.
Desses dois, um funcionário ficou 7 dias afastado e o outro 10 dias. Houve ainda, o
retorno ao trabalho de um terceiro trabalhador que se acidentou no mês anterior e que
retornou ao trabalho 8 dias após o início do mês vigente considerado. Nenhum dos
acidentados mencionados nesse exemplo sofreu lesão incapacitante permanente
(amputação, perda de visão ou qualquer outro tipo de restrição definitiva). Assim sendo,
não será necessário incluir dias debitados previstos no Quadro 1 da NBR 14.280.
Definida a situação dessa empresa fictícia, determine: (a) o total de hora-homem de
exposição ao risco (HHER), (b) a taxa de frequência de acidentes sem afastamento
(TFSA), (c) a taxa de frequência de acidentes com afastamento (TFCA), (d) número de
dias computados (NDC) e (e) a taxa de gravidade (TG). (R: (A) HHER=88305; (B) TFSA
= 5,62; (C) TFCA = 22,65; (D) TG=102)
R.:
A) Dados : 500X 44X 4= 88000
1X 8,8X 12 = 105
200 h
HHER = 88000+ 105+ 200 = 88305
B) ( 5X 1.000.000) / 88305 = 56,62
C) (2X 1.000.000) / 88305 = 22,65
D) ( 17+0 ) X 1.000.000 / 88305 = 192
(31) Em uma plataforma de petróleo, durante os seis primeiros meses do ano passado,
ocorreram diversos acidentes de trabalho, conforme dados estatísticos fornecidos no
quadro.
A partir dos dados, verifica-se que a taxa de frequência de acidentes foi de:
(a) 2 e 12, no mês de abril, respectivamente, sendo a primeira ocasionada por lesão e
consequente afastamento, e a segunda com lesão, mas sem afastamento.
(b) 3,33 acumuladas em junho, ocasionada por lesão e consequente afastamento.
(c) 10, em maio, ocasionada por lesão e consequente afastamento.
(d) 15, acumulada em fevereiro, com lesão, mas sem afastamento.
R.: JUNHO = ( 2x1.000.000 ) / 600.000 = 3,33 Lesão por afastamento.
(32) Em uma fábrica de explosivos, nos três primeiros meses de 2011, ocorreram quatro
graves acidentes, sendo três deles com lesão e consequente afastamento e um com
perda de alguma parte do corpo. Considere os dados estatísticos fornecidos no quadro.
Conclui-se que a taxa acumulada de gravidade dos acidentes é de:
(a) 9 (b) 12 (c) 600 (d) 612 (e) 1579
R.: ( 20+ 25+ 15+ 3000) x1000000 / 1.900.000+ 1.300.000+ 1.800.000= 612