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DIA D 
NEAF CONCURSOS – Av. São Luís, 86 – 2º Andar – República – São Paulo/SP - Tel. (11) 3129-4356 
 
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 
TJ-SP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NEAF CONCURSOS – Av. São Luís, 86 – 2º Andar – República – São Paulo/SP 
Tel. (11) 3129-4356 
 
 
Prezado(a) Aluno(a), 
 
 
Nós do NEAF desenvolvemos para você um excelente material, aproveite-o! 
 
 
Dia “D” é uma tradição no NEAF. Trata-se de encontros com dicas importantíssimas, revisões e macetes 
elaborados pelos professores. Prepara-se para uma proveitosa revisão do conteúdo que poderá ser cobrado 
na prova. Os professores, com base em pesquisas recentes, passarão dicas diretas e pontuais daquilo que 
eles entendem que a prova vai cobrar. 
 
 
A equipe NEAF deseja a você uma excelente prova! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APRESENTAÇÃO 
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SUMÁRIO 
 
 
DIREITO PROCESSUAL CIVIL ......................................................................................................................................... 01 
 
DIREITO CONSTITUCIONAL ............................................................................................................................................ 21 
 
RACIOCÍNIO LÓGICO ...................................................................................................................................................... 29 
 
MATEMÁTICA .................................................................................................................................................................. 35 
 
DIREITO PENAL ............................................................................................................................................................... 39 
 
DIREITO ADMINISTRATIVO .................................................................................................................................. 45 
 
ATUALIDADES ................................................................................................................................................................. 55 
 
DIREITO PROCESSUAL PENAL ........................................................................................................................... 65 
 
INFORMÁTICA ..................................................................................................................................................... 83 
 
NORMAS DA CORREGEDORIA ............................................................................................................................ 95 
 
LÍNGUA PORTUGUESA ................................................................................................................................................. 105 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DIREITO PROC. CIVIL 
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1 
PARTE GERAL 
 
TÍTULO IV 
DO JUIZ E DOS AUXILIARES DA JUSTIÇA 
 
CAPÍTULO II 
DOS IMPEDIMENTOS E DA SUSPEIÇÃO 
 
Art. 144. Há IMPEDIMENTO do juiz, sendo-lhe vedado 
exercer suas funções no processo: 
I - em que interveio como mandatário da parte, oficiou como 
perito, funcionou como membro do Ministério Público ou 
prestou depoimento como testemunha; 
II - de que conheceu em outro grau de jurisdição, tendo 
proferido decisão; 
III - quando nele estiver postulando, como defensor público, 
advogado ou membro do Ministério Público, seu cônjuge ou 
companheiro, ou qualquer parente, consanguíneo ou afim, 
em linha reta ou colateral, ATÉ o 3º GRAU, inclusive; 
IV - quando for parte no processo ele próprio, seu cônjuge 
ou companheiro, ou parente, consanguíneo ou afim, em 
linha reta ou colateral, ATÉ o 3º GRAU, inclusive; 
V - quando for sócio ou membro de direção ou de 
administração de pessoa jurídica parte no processo; 
VI - quando for herdeiro presuntivo, donatário ou 
empregador de qualquer das partes; 
VII - em que figure como parte instituição de ensino com a 
qual tenha relação de emprego ou decorrente de contrato 
de prestação de serviços; 
VIII - em que figure como parte cliente do escritório de 
advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, 
consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, ATÉ o 3º 
GRAU, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de 
outro escritório; 
IX - quando promover ação contra a parte ou seu advogado. 
 
§ 1º Na hipótese do inciso III, o impedimento só se verifica 
quando o defensor público, o advogado ou o membro do 
Ministério Público já integrava o processo antes do início da 
atividade judicante do juiz. 
 
§ 2º É VEDADA a criação de fato superveniente a fim de 
caracterizar impedimento do juiz. 
 
§ 3º O impedimento previsto no inciso III também se verifica 
no caso de mandato conferido a membro de escritório de 
advocacia que tenha em seus quadros advogado que 
individualmente ostente a condição nele prevista, mesmo 
que não intervenha diretamente no processo. 
 
 
Art. 145. Há SUSPEIÇÃO do juiz: 
I - amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de 
seus advogados; 
II - que receber presentes de pessoas que tiverem interesse 
na causa antes ou depois de iniciado o processo, que 
aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa ou 
que subministrar meios para atender às despesas do litígio; 
III - quando qualquer das partes for sua credora ou 
devedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes 
destes, em linha reta ATÉ o 3º GRAU, inclusive; 
IV - interessado no julgamento do processo em favor de 
qualquer das partes. 
 
§ 1º Poderá o juiz declarar-se suspeito por motivo de foro 
íntimo, sem necessidade de declarar suas razões. 
 
§ 2º Será ILEGÍTIMA a alegação de SUSPEIÇÃO quando: 
I - houver sido provocada por quem a alega; 
II - a parte que a alega houver praticado ato que signifique 
manifesta aceitação do arguido. 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 146. No prazo de 15 DIAS, a contar do conhecimento 
do fato, a parte alegará o impedimento ou a suspeição, em 
PETIÇÃO ESPECÍFICA dirigida ao juiz do processo, na 
qual indicará o fundamento da recusa, PODENDO instruí-la 
com documentos em que se fundar a alegação e com rol de 
testemunhas. 
 
§ 1º Se reconhecer o impedimento ou a suspeição ao 
receber a petição, o juiz ordenará imediatamente a remessa 
dos autos a seu substituto legal, caso contrário, determinará 
a autuação em APARTADO da petição e, no prazo de 15 
DIAS, apresentará suas razões, acompanhadas de 
documentos e de rol de testemunhas, se houver, ordenando 
a remessa do incidente ao tribunal. 
§ 4º Verificando que a alegação de impedimento ou de 
suspeição é improcedente, o TRIBUNAL rejeitá-la-á. 
 
§ 5º Acolhida a alegação, tratando-se de impedimento ou de 
manifesta suspeição, o TRIBUNAL condenará o juiz nas 
custas e remeterá os autos ao seu substitutolegal, podendo 
o juiz recorrer da decisão. 
 
§ 6º Reconhecido o impedimento ou a suspeição, o 
TRIBUNAL fixará o momento a partir do qual o juiz não 
poderia ter atuado. 
 
§ 7º O TRIBUNAL decretará a NULIDADE dos atos do juiz, 
se praticados quando já presente o motivo de impedimento 
ou de suspeição. 
Art. 147. Quando 2 ou MAIS JUÍZES forem parentes, 
consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral, ATÉ o 
3º GRAU, inclusive, o primeiro que conhecer do processo 
IMPEDE que o outro nele atue, caso em que o segundo se 
escusará, remetendo os autos ao seu substituto legal. 
Art. 148. Aplicam-se os motivos de impedimento e de 
suspeição: 
I - ao membro do Ministério Público; 
II - aos auxiliares da justiça; 
III - aos demais sujeitos imparciais do processo. 
 
§ 1º A parte interessada deverá arguir o impedimento ou a 
suspeição, em PETIÇÃO FUNDAMENTADA e 
devidamente instruída, na primeira oportunidade em que lhe 
couber falar nos autos. 
 
§ 2º O juiz mandará processar o incidente em separado e 
SEM SUSPENSÃO do processo, ouvindo o arguido no 
prazo de 15 DIAS e facultando a produção de prova, 
quando necessária. 
 
§ 3º Nos tribunais, a arguição a que se refere o § 1º será 
disciplinada pelo regimento interno. 
 
§ 4º O disposto nos §§ 1º e 2º NÃO SE APLICA à arguição 
de impedimento ou de suspeição de testemunha. 
 
CAPÍTULO III 
DOS AUXILIARES DA JUSTIÇA 
 
Art. 149. São AUXILIARES DA JUSTIÇA, além de outros 
cujas atribuições sejam determinadas pelas normas de 
organização judiciária o: 
01 - Escrivão, 
02 - Chefe de secretaria, 
03 - Oficial de Justiça, 
04 - Perito, 
05 - Depositário, 
06 - Administrador, 
07 - Intérprete, 
08 - Tradutor, 
09 - Mediador, 
10 - Conciliador Judicial, 
11 - Partidor, 
12 - Distribuidor, 
13 - Contabilista e 
14 - Regulador de avarias. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO I 
DO ESCRIVÃO, DO CHEFE DE SECRETARIA E DO 
OFICIAL DE JUSTIÇA 
 
Art. 150. Em cada juízo haverá 1 ou MAIS ofícios de 
justiça, cujas atribuições serão determinadas pelas normas 
de organização judiciária. 
 
Art. 151. Em cada comarca, seção ou subseção judiciária 
haverá, no MÍNIMO, tantos oficiais de justiça quantos sejam 
os juízos. 
 
Art. 152. INCUMBE ao escrivão ou ao chefe de secretaria: 
I - redigir, na forma legal, os ofícios, os mandados, as cartas 
precatórias e os demais atos que pertençam ao seu ofício; 
II - efetivar as ordens judiciais, realizar citações e 
intimações, bem como praticar todos os demais atos que lhe 
forem atribuídos pelas normas de organização judiciária; 
III - comparecer às audiências ou, não podendo fazê-lo, 
designar servidor para substituí-lo; 
IV - manter sob sua guarda e responsabilidade os autos, não 
permitindo que saiam do cartório, EXCETO: 
a) quando tenham de seguir à conclusão do juiz; 
b) com vista a procurador, à Defensoria Pública, ao 
Ministério Público ou à Fazenda Pública; 
c) quando devam ser remetidos ao contabilista ou ao 
partidor; 
d) quando forem remetidos a outro juízo em razão da 
modificação da competência; 
V - fornecer certidão de qualquer ato ou termo do processo, 
independentemente de despacho, observadas as 
disposições referentes ao segredo de justiça; 
VI - praticar, de ofício, os atos meramente ordinatórios. 
 
§ 1º O juiz titular editará ato a fim de regulamentar a 
atribuição prevista no inciso VI. 
§ 2º No impedimento do escrivão ou chefe de secretaria, o 
juiz convocará substituto e, não o havendo, nomeará 
pessoa idônea para o ato. 
 
Art. 153. O escrivão ou o chefe de secretaria atenderá, 
preferencialmente, à ordem cronológica de recebimento 
para publicação e efetivação dos pronunciamentos judiciais. 
 
§ 1º A lista de processos recebidos deverá ser 
disponibilizada, de forma permanente, para consulta 
pública. 
 
§ 2º Estão EXCLUÍDOS da regra do caput: 
I - os atos urgentes, assim reconhecidos pelo juiz no 
pronunciamento judicial a ser efetivado; 
II - as preferências legais. 
§ 3º Após elaboração de lista própria, respeitar-se-ão a 
ordem cronológica de recebimento entre os atos urgentes e 
as preferências legais. 
 
§ 4º A parte que se considerar preterida na ordem 
cronológica poderá reclamar, nos próprios autos, ao juiz do 
processo, que requisitará informações ao servidor, a serem 
prestadas no prazo de 2 DIAS. 
 
§ 5º Constatada a preterição, o juiz determinará o imediato 
cumprimento do ato e a instauração de processo 
administrativo disciplinar contra o servidor. 
 
Art. 154. INCUMBE ao oficial de justiça: 
I - fazer pessoalmente citações, prisões, penhoras, arrestos 
e demais diligências próprias do seu ofício, sempre que 
possível na presença de 2 TESTEMUNHAS, certificando no 
mandado o ocorrido, com menção ao lugar, ao dia e à hora; 
II - executar as ordens do juiz a que estiver subordinado; 
III - entregar o mandado em cartório após seu cumprimento; 
IV - auxiliar o juiz na manutenção da ordem; 
V - efetuar avaliações, quando for o caso; 
VI - certificar, em mandado, proposta de autocomposição 
apresentada por qualquer das partes, na ocasião de 
realização de ato de comunicação que lhe couber. 
Parágrafo único. Certificada a proposta de 
autocomposição prevista no inciso VI, o juiz ordenará a 
intimação da parte contrária para manifestar-se, no prazo de 
5 DIAS, sem prejuízo do andamento regular do processo, 
entendendo-se o silêncio como recusa. 
 
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Art. 155. O escrivão, o chefe de secretaria e o oficial de 
justiça são responsáveis, civil e regressivamente, quando: 
I - sem justo motivo, se recusarem a cumprir no prazo os 
atos impostos pela lei ou pelo juiz a que estão subordinados; 
II - praticarem ato NULO com dolo OU culpa. 
Art. 209. Os atos e os termos do processo serão 
assinados pelas pessoas que neles intervierem, todavia, 
quando essas não puderem ou não quiserem firmá-los, o 
escrivão ou o chefe de secretaria certificará a ocorrência. 
 
§ 1º Quando se tratar de processo total ou parcialmente 
documentado em autos eletrônicos, os atos processuais 
praticados na presença do juiz PODERÃO ser produzidos e 
armazenados de modo integralmente digital em arquivo 
eletrônico inviolável, na forma da lei, mediante registro em 
termo, que será assinado digitalmente pelo juiz e pelo 
escrivão ou chefe de secretaria, bem como pelos 
advogados das partes. 
 
§ 2º Na hipótese do § 1º, eventuais contradições na 
transcrição deverão ser suscitadas oralmente no momento 
de realização do ato, sob pena de preclusão, devendo o juiz 
decidir de plano e ordenar o registro, no termo, da alegação 
e da decisão. 
Art. 220. SUSPENDE-SE o curso do prazo processual 
nos dias compreendidos ENTRE 20 de DEZEMBRO e 20 
de JANEIRO, inclusive. 
 
§ 1º RESSALVADAS as férias individuais e os feriados 
instituídos por lei, os juízes, os membros do Ministério 
Público, da Defensoria Pública e da Advocacia Pública e os 
auxiliares da Justiça exercerão suas atribuições durante o 
período previsto no caput. 
 
§ 2º Durante a suspensão do prazo, não se realizarão 
audiências nem sessões de julgamento. 
Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes 
procuradores, de escritórios de advocacia distintos, 
terão prazos contados EM DOBRO para todas as suas 
manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, 
independentementede requerimento. 
 
§ 1º Cessa a contagem do prazo EM DOBRO se, havendo 
APENAS 2 RÉUS, é oferecida defesa POR APENAS 1 
DELES. 
 
§ 2º Não se aplica o disposto no caput aos processos em 
autos eletrônicos. 
Art. 230. O prazo para a parte, o procurador, a Advocacia 
Pública, a Defensoria Pública e o Ministério Público será 
contado da citação, da intimação ou da notificação. 
 
Art. 231. SALVO disposição em sentido diverso, 
considera-se dia do começo do prazo: 
I - a data de juntada aos autos do aviso de recebimento, 
quando a citação ou a intimação for pelo correio; 
II - a data de juntada aos autos do mandado cumprido, 
quando a citação ou a intimação for por oficial de justiça; 
III - a data de ocorrência da citação ou da intimação, quando 
ela se der por ato do escrivão ou do chefe de secretaria; 
IV - o dia útil seguinte ao fim da dilação assinada pelo juiz, 
quando a citação ou a intimação for por edital; 
V - o dia útil seguinte à consulta ao teor da citação ou da 
intimação ou ao término do prazo para que a consulta se dê, 
quando a citação ou a intimação for eletrônica; 
VI - a data de juntada do comunicado de que trata o art. 232 
ou, não havendo esse, a data de juntada da carta aos autos 
de origem devidamente cumprida, quando a citação ou a 
intimação se realizar em cumprimento de carta; 
VII - a data de publicação, quando a intimação se der pelo 
Diário da Justiça impresso ou eletrônico; 
VIII - o dia da carga, quando a intimação se der por meio da 
retirada dos autos, em carga, do cartório ou da secretaria. 
§ 1º Quando houver MAIS de 1 RÉU, o dia do começo do 
prazo para contestar corresponderá à última das datas a 
que se referem os incisos I a VI do caput. 
§ 2º Havendo MAIS de 1 INTIMADO, o prazo PARA CADA 
1 é contado individualmente. 
Art. 274. Não dispondo a lei de outro modo, as intimações 
serão feitas às partes, aos seus representantes legais, aos 
advogados e aos demais sujeitos do processo pelo correio 
ou, se presentes em cartório, diretamente pelo escrivão ou 
chefe de secretaria. 
Parágrafo único. Presumem-se válidas as intimações 
dirigidas ao endereço constante dos autos, ainda que não 
recebidas pessoalmente pelo interessado, se a modificação 
temporária ou definitiva não tiver sido devidamente 
comunicada ao juízo, fluindo os prazos a partir da juntada 
aos autos do comprovante de entrega da correspondência 
no primitivo endereço. 
Art. 275. A intimação será feita por oficial de justiça 
quando frustrada a realização por meio eletrônico ou pelo 
correio. 
§ 1º A certidão de INTIMAÇÃO deve conter: 
I - a indicação do lugar e a descrição da pessoa intimada, 
mencionando, quando possível, o número de seu 
documento de identidade e o órgão que o expediu; 
II - a declaração de entrega da contrafé; 
III - a nota de ciente ou a certidão de que o interessado não 
a apôs no mandado. 
 
§ 2º Caso necessário, a intimação poderá ser efetuada com 
hora certa ou por edital. 
Art. 231§ 3º Quando o ato tiver de ser praticado 
diretamente pela parte ou por quem, de qualquer forma, 
participe do processo, sem a intermediação de 
representante judicial, o dia do começo do prazo para 
cumprimento da determinação judicial corresponderá à data 
em que se der a comunicação. 
 
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LIVRO V 
DA TUTELA PROVISÓRIA 
TÍTULO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 294. A tutela provisória pode fundamentar-se em 
urgência OU evidência. 
 
Parágrafo único. A tutela provisória de urgência, cautelar 
OU antecipada, pode ser concedida em caráter antecedente 
OU incidental. 
 
Art. 295. A tutela provisória requerida em caráter 
incidental INDEPENDE do pagamento de custas. 
Art. 296. A tutela provisória conserva sua eficácia na 
pendência do processo, mas pode, a qualquer tempo, ser 
revogada OU modificada. 
 
Parágrafo único. SALVO decisão judicial em contrário, a 
tutela provisória CONSERVARÁ a eficácia durante o 
período de suspensão do processo. 
 
Art. 297. O juiz poderá determinar as medidas que 
considerar adequadas para efetivação da tutela provisória. 
 
Parágrafo único. A efetivação da tutela provisória 
observará as normas referentes ao cumprimento provisório 
da sentença, no que couber. 
 
Art. 298. Na decisão que conceder, negar, modificar ou 
revogar a tutela provisória, o juiz motivará seu 
convencimento de modo claro e preciso. 
 
Art. 299. A tutela provisória será requerida ao juízo da 
causa e, quando antecedente, ao juízo competente para 
conhecer do pedido principal. 
 
Parágrafo único. Ressalvada disposição especial, na ação 
de competência originária de tribunal e nos recursos a tutela 
provisória será requerida ao órgão jurisdicional competente 
para apreciar o mérito. 
TÍTULO II 
DA TUTELA DE URGÊNCIA 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando 
houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito 
e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. 
§ 1o Para a concessão da tutela de urgência, o juiz PODE, 
conforme o caso, exigir caução real ou fidejussória idônea 
para ressarcir os danos que a outra parte possa vir a sofrer, 
PODENDO a caução ser dispensada se a parte 
economicamente hipossuficiente não puder oferecê-la. 
 
§ 2o A tutela de urgência pode ser concedida: 
1. Liminarmente; ou 
2. Após justificação prévia. 
 
§ 3o A tutela de urgência de natureza ANTECIPADA não 
será concedida quando houver perigo de irreversibilidade 
dos efeitos da decisão. 
Art. 301. A tutela de urgência de natureza cautelar pode 
ser efetivada mediante: 
1. Arresto; 
2. Sequestro; 
3. Arrolamento de bens; 
4. Registro de protesto contra alienação de bem; e 
5. Qualquer outra medida idônea para asseguração do 
direito. 
Art. 302. INDEPENDENTEMENTE da reparação por dano 
processual, a parte responde pelo prejuízo que a efetivação 
da tutela de urgência causar à parte adversa, se: 
I - a sentença lhe for desfavorável; 
II - obtida liminarmente a tutela em caráter antecedente, não 
fornecer os meios necessários para a citação do requerido no 
prazo de 5 DIAS; 
III - ocorrer a cessação da eficácia da medida em qualquer 
hipótese legal; 
IV - o juiz acolher a alegação de decadência ou prescrição da 
pretensão do autor. 
 
Parágrafo único. A indenização será liquidada nos autos 
em que a medida tiver sido concedida, sempre que possível. 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO II 
DO PROCEDIMENTO DA TUTELA ANTECIPADA 
REQUERIDA EM CARÁTER ANTECEDENTE 
 
Art. 303. Nos casos em que a urgência for contemporânea 
à propositura da ação, a petição inicial pode limitar-se ao 
requerimento da tutela antecipada e à indicação do pedido 
de tutela final, com a exposição da lide, do direito que se 
busca realizar e do perigo de dano ou do risco ao resultado 
útil do processo. 
§ 1o Concedida a tutela antecipada a que se refere 
o caput deste artigo: 
I - o autor deverá aditar a petição inicial, com a complementação 
de sua argumentação, a juntada de novos documentos e a 
confirmação do pedido de tutela final, em 15 DIAS ou em outro 
prazo maior que o juiz fixar; 
II - o réu será citado e intimado para a audiência de conciliação 
ou de mediação na forma do art. 334; 
III - não havendo autocomposição, o prazo para contestação 
será contado na forma do art. 335. 
§ 2o Não realizado o aditamentoa que se refere o inciso I 
do § 1o deste artigo, o processo será extinto SEM 
RESOLUÇÃO do mérito. 
 
§ 3o O aditamento a que se refere o inciso I do § 1o deste 
artigo dar-se-á nos mesmos autos, sem incidência de novas 
custas processuais. 
 
§ 4o Na petição inicial a que se refere o caput deste artigo, 
o autor terá de indicar o valor da causa, que deve levar em 
consideração o pedido de tutela final. 
 
§ 5o O autor indicará na petição inicial, ainda, que pretende 
valer-se do benefício previsto no caput deste artigo. 
 
§ 6o Caso entenda que não há elementos para a concessão 
de tutela antecipada, o órgão jurisdicional determinará a 
emenda da petição inicial em ATÉ 5 DIAS, sob pena de ser 
indeferida e de o processo ser extinto SEM RESOLUÇÃO 
de mérito. 
Art. 304. A tutela antecipada, concedida nos termos do art. 
303, TORNA-SE ESTÁVEL se da decisão que a conceder 
não for interposto o respectivo recurso. 
§ 1o No caso previsto no caput, o processo será extinto. 
 
§ 2o Qualquer das partes PODERÁ demandar a outra com 
o intuito de rever, reformar ou invalidar a tutela antecipada 
estabilizada nos termos do caput. 
 
§ 3o A tutela antecipada CONSERVARÁ seus efeitos 
enquanto não revista, reformada ou invalidada por decisão 
de mérito proferida na ação de que trata o § 2o. 
 
§ 4o Qualquer das partes poderá requerer o 
desarquivamento dos autos em que foi concedida a medida, 
para instruir a petição inicial da ação a que se refere o § 2o, 
prevento o juízo em que a tutela antecipada foi concedida. 
 
§ 5o O direito de rever, reformar ou invalidar a tutela 
antecipada, previsto no § 2o deste artigo, extingue-se APÓS 
2 ANOS, contados da ciência da decisão que extinguiu o 
processo, nos termos do § 1o. 
 
§ 6o A decisão que concede a tutela NÃO FARÁ coisa 
julgada, mas a estabilidade dos respectivos efeitos só será 
afastada por decisão que a revir, reformar ou invalidar, 
proferida em ação ajuizada por uma das partes, nos termos 
do § 2o deste artigo. 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO III 
DO PROCEDIMENTO DA TUTELA CAUTELAR 
REQUERIDA EM CARÁTER ANTECEDENTE 
 
Art. 305. A petição inicial da ação que visa à prestação de 
tutela cautelar em caráter antecedente indicará a lide e seu 
fundamento, a exposição sumária do direito que se objetiva 
assegurar e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do 
processo. 
Parágrafo único. Caso entenda que o pedido a que se 
refere o caput tem natureza antecipada, o juiz observará o 
disposto no art. 303. 
 
Art. 306. O réu será citado para, no prazo de 5 DIAS, 
contestar o pedido e indicar as provas que pretende 
produzir. 
 
Art. 307. Não sendo contestado o pedido, os fatos 
alegados pelo autor presumir-se-ão aceitos pelo réu como 
ocorridos, caso em que o juiz decidirá dentro de 5 DIAS. 
 
Parágrafo único. Contestado o pedido no prazo legal, 
observar-se-á o PROCEDIMENTO COMUM. 
 
Art. 308. Efetivada a tutela cautelar, o pedido principal terá 
de ser formulado pelo autor no prazo de 30 DIAS, caso em 
que será apresentado nos mesmos autos em que deduzido 
o pedido de tutela cautelar, NÃO DEPENDENDO do 
adiantamento de novas custas processuais. 
§ 1o O pedido principal pode ser formulado conjuntamente 
com o pedido de tutela cautelar. 
 
§ 2o A causa de pedir poderá ser aditada no momento de 
formulação do pedido principal. 
 
§ 3o Apresentado o pedido principal, as partes serão 
intimadas para a audiência de conciliação ou de mediação, 
na forma do art. 334, por seus advogados ou pessoalmente, 
sem necessidade de nova citação do réu. 
 
§ 4o Não havendo autocomposição, o prazo para 
contestação será contado na forma do art. 335. 
Art. 309. CESSA a eficácia da tutela concedida em caráter 
antecedente, se: 
I - o autor não deduzir o pedido principal no prazo legal; 
II - não for efetivada dentro de 30 DIAS; 
III - o juiz julgar improcedente o pedido principal formulado 
pelo autor ou extinguir o processo SEM RESOLUÇÃO de 
mérito. 
 
Parágrafo único. Se por qualquer motivo cessar a eficácia 
da tutela cautelar, é VEDADO à parte renovar o pedido, 
SALVO sob novo fundamento. 
 
Art. 310. O indeferimento da tutela cautelar NÃO OBSTA 
a que a parte formule o pedido principal, NEM INFLUI no 
julgamento desse, SALVO se o motivo do indeferimento for 
o reconhecimento de decadência ou de prescrição. 
 
TÍTULO III 
DA TUTELA DA EVIDÊNCIA 
 
Art. 311. A tutela da EVIDÊNCIA será concedida, 
INDEPENDENTEMENTE da demonstração de perigo de 
dano ou de risco ao resultado útil do processo, quando: 
I - ficar caracterizado o abuso do direito de defesa ou o 
manifesto propósito protelatório da parte; 
II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas 
documentalmente E houver tese firmada em julgamento de 
casos repetitivos ou em súmula vinculante; 
III - se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova 
documental adequada do contrato de depósito, caso em que 
será decretada a ordem de entrega do objeto custodiado, 
sob cominação de multa; 
IV - a petição inicial for instruída com prova documental 
suficiente dos fatos constitutivos do direito do autor, a que o 
réu NÃO oponha prova capaz de gerar dúvida razoável. 
 
Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos II e III, o juiz 
PODERÁ decidir liminarmente. 
 
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SEÇÃO III 
DO INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL 
 
Art. 330. A petição inicial será INDEFERIDA quando: 
I - for inepta; 
II - a parte for manifestamente ilegítima; 
III - o autor carecer de interesse processual; 
IV - não atendidas as prescrições dos arts. 106 e 321. 
 
§ 1º Considera-se INEPTA a petição inicial quando: 
I - lhe faltar pedido ou causa de pedir; 
II - o pedido for indeterminado, RESSALVADAS as 
hipóteses legais em que se permite o pedido genérico; 
III - da narração dos fatos não decorrer logicamente a 
conclusão; 
IV - contiver pedidos incompatíveis entre si. 
 
§ 2º Nas ações que tenham por objeto a revisão de 
obrigação decorrente de empréstimo, de financiamento ou 
de alienação de bens, o autor terá de, sob pena de inépcia, 
discriminar na petição inicial, dentre as obrigações 
contratuais, aquelas que pretende controverter, além de 
quantificar o valor incontroverso do débito. 
 
§ 3º Na hipótese do § 2º, o valor incontroverso deverá 
continuar a ser pago no tempo e modo contratados. 
Art. 331. INDEFERIDA a petição inicial, o autor poderá 
APELAR, FACULTADO ao juiz, no prazo de 5 DIAS, 
retratar-se. 
 
§ 1º Se não houver retratação, o juiz mandará citar o réu 
para responder ao recurso. 
 
§ 2º Sendo a sentença reformada pelo tribunal, o prazo para 
a contestação começará a correr da intimação do retorno 
dos autos, observado o disposto no art. 334. 
 
§ 3º Não interposta a APELAÇÃO, o réu será intimado do 
trânsito em julgado da sentença. 
 
CAPÍTULO III 
DA IMPROCEDÊNCIA LIMINAR DO PEDIDO 
 
Art. 332. Nas causas que dispensem a fase instrutória, o 
juiz, independentemente da citação do réu, julgará 
liminarmente improcedente o pedido que contrariar: 
I - enunciado de súmula do Supremo Tribunal Federal ou do 
Superior Tribunal de Justiça; 
II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo 
Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos 
repetitivos; 
III - entendimentofirmado em incidente de resolução de 
demandas repetitivas ou de assunção de competência; 
IV - enunciado de súmula de tribunal de justiça sobre direito 
local. 
 
§ 1º O juiz também poderá julgar liminarmente improcedente 
o pedido se verificar, desde logo, a ocorrência de 
decadência ou de prescrição. 
 
§ 2º Não interposta a APELAÇÃO, o réu será intimado do 
trânsito em julgado da sentença, nos termos do art. 241. 
 
§ 3º Interposta a apelação, o juiz PODERÁ retratar-se em 5 
DIAS. 
§ 4º Se houver retratação, o juiz determinará o 
prosseguimento do processo, com a citação do réu, e, se 
não houver retratação, determinará a citação do réu para 
apresentar contrarrazões, no prazo de 15 DIAS 
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ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO IV 
DA CONVERSÃO DA AÇÃO INDIVIDUAL EM AÇÃO 
COLETIVA 
 
Art. 333. (VETADO). 
CAPÍTULO V 
DA AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO OU DE MEDIAÇÃO 
 
Art. 334. Se a petição inicial preencher os requisitos 
essenciais e não for o caso de improcedência liminar do 
pedido, o juiz designará audiência de conciliação ou de 
mediação com antecedência mínima de 30 DIAS, devendo 
ser citado o réu com pelo menos 20 DIAS de antecedência. 
 
§ 1º O conciliador ou mediador, onde houver, atuará 
necessariamente na audiência de conciliação ou de 
mediação, observando o disposto neste Código, bem como 
as disposições da lei de organização judiciária. 
 
§ 2º Poderá haver MAIS de 1 SESSÃO destinada à 
conciliação e à mediação, não podendo exceder a 2 MESES 
da data de realização da primeira sessão, desde que 
necessárias à composição das partes. 
 
§ 3º A intimação do autor para a audiência será feita na 
pessoa de seu advogado. 
 
§ 4º A audiência NÃO SERÁ REALIZADA: 
I - se ambas as partes manifestarem, expressamente, 
desinteresse na composição consensual; 
II - quando não se admitir a autocomposição. 
 
§ 5º O autor deverá indicar, na petição inicial, seu 
desinteresse na autocomposição, e o réu deverá fazê-lo, por 
petição, apresentada com 10 DIAS de ANTECEDÊNCIA, 
contados da data da audiência. 
 
§ 6º Havendo litisconsórcio, o desinteresse na realização da 
audiência deve ser manifestado por todos os litisconsortes. 
§ 7º A audiência de conciliação ou de mediação pode 
realizar-se por meio eletrônico, nos termos da lei. 
 
§ 8º O não comparecimento injustificado do autor ou do réu 
à audiência de conciliação é considerado ato atentatório à 
dignidade da justiça e será sancionado com multa de ATÉ 
2% da vantagem econômica pretendida ou do valor da 
causa, revertida em favor da União ou do Estado. 
 
§ 9º As partes devem estar acompanhadas por seus 
advogados ou defensores públicos. 
 
§ 10. A parte poderá constituir representante, por meio de 
procuração específica, com poderes para negociar e 
transigir. 
 
§ 11. A autocomposição obtida será reduzida a termo e 
homologada por sentença. 
 
§ 12. A pauta das audiências de conciliação ou de mediação 
será organizada de modo a respeitar o intervalo mínimo de 
20 MINUTOS entre o início de uma e o início da seguinte. 
Art. 338. Alegando o réu, na contestação, ser parte 
ilegítima ou não ser o responsável pelo prejuízo invocado, o 
juiz FACULTARÁ ao autor, em 15 DIAS, a alteração da 
petição inicial para substituição do réu. 
 
Parágrafo único. Realizada a substituição, o autor 
reembolsará as despesas e pagará os honorários ao 
procurador do réu excluído, que serão fixados ENTRE 3 e 
5% do valor da causa ou, sendo este irrisório, nos termos 
do art. 85, § 8º. 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO VII 
DA RECONVENÇÃO 
 
Art. 343. Na contestação, é lícito ao réu propor 
reconvenção para manifestar pretensão própria, conexa 
com a ação principal ou com o fundamento da defesa. 
 
§ 1º Proposta a reconvenção, o autor será intimado, na 
pessoa de seu advogado, para apresentar resposta no 
prazo de 15 DIAS. 
 
§ 2º A desistência da ação ou a ocorrência de causa 
extintiva que impeça o exame de seu mérito NÃO OBSTA 
ao prosseguimento do processo quanto à reconvenção. 
 
§ 3º A reconvenção PODE ser proposta contra o autor e 
terceiro. 
 
§ 4º A reconvenção PODE ser proposta pelo réu em 
litisconsórcio com terceiro. 
 
§ 5º Se o autor for substituto processual, o reconvinte 
deverá afirmar ser titular de direito em face do substituído, e 
a reconvenção deverá ser proposta em face do autor, 
também na qualidade de substituto processual. 
 
§ 6º O réu PODE propor reconvenção independentemente 
de oferecer contestação. 
CAPÍTULO III 
DA IMPROCEDÊNCIA LIMINAR DO PEDIDO 
 
Art. 332. Nas causas que dispensem a fase instrutória, o 
juiz, independentemente da citação do réu, julgará 
liminarmente improcedente o pedido que contrariar: 
I - enunciado de súmula do Supremo Tribunal Federal ou do 
Superior Tribunal de Justiça; 
II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo 
Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos 
repetitivos; 
III - entendimento firmado em incidente de resolução de 
demandas repetitivas ou de assunção de competência; 
IV - enunciado de súmula de tribunal de justiça sobre direito 
local. 
 
§ 1º O juiz também poderá julgar liminarmente improcedente 
o pedido se verificar, desde logo, a ocorrência de 
decadência ou de prescrição. 
 
§ 2º Não interposta a APELAÇÃO, o réu será intimado do 
trânsito em julgado da sentença, nos termos do art. 241. 
 
§ 3º Interposta a apelação, o juiz PODERÁ retratar-se em 5 
DIAS. 
§ 4º Se houver retratação, o juiz determinará o 
prosseguimento do processo, com a citação do réu, e, se 
não houver retratação, determinará a citação do réu para 
apresentar contrarrazões, no prazo de 15 DIAS. 
Art. 241. Transitada em julgado a sentença de mérito 
proferida em favor do réu antes da citação, incumbe ao 
escrivão ou ao chefe de secretaria comunicar-lhe o 
resultado do julgamento. 
 
Art. 242. A citação será PESSOAL, podendo, no entanto, 
ser feita na pessoa do representante legal ou do procurador 
do réu, do executado ou do interessado. 
 
§ 1º Na ausência do citando, a citação será feita na pessoa 
de seu mandatário, administrador, preposto ou gerente, 
quando a ação se originar de atos por eles praticados. 
 
§ 2º O locador que se ausentar do Brasil sem cientificar o 
locatário de que deixou, na localidade onde estiver situado 
o imóvel, procurador com poderes para receber citação será 
citado na pessoa do administrador do imóvel encarregado 
do recebimento dos aluguéis, que será considerado 
habilitado para representar o locador em juízo. 
 
§ 3º A citação da União, dos Estados, do Distrito Federal, 
dos Municípios e de suas respectivas autarquias e 
fundações de direito público será realizada perante o órgão 
de Advocacia Pública responsável por sua representação 
judicial. 
Art. 374. NÃO DEPENDEM de prova os fatos: 
I - notórios; 
II - afirmados por uma parte e confessados pela parte 
contrária; 
III - admitidos no processo como incontroversos; 
IV - em cujo favor milita presunção legal de existência ou de 
veracidade. 
 
Art. 375. O juiz aplicará as regras de experiência comum 
subministradas pela observação do que ordinariamente 
acontece e, ainda, as regras de experiência técnica, 
RESSALVADO, quanto a estas, o exame pericial. 
 
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SEÇÃO III 
DA ATA NOTARIAL 
 
Art. 384. A existência e o modo de existir de algum fato 
podem ser atestados ou documentados, a requerimento do 
interessado, mediante ata lavrada por tabelião. 
 
Parágrafo único. Dados representados por imagem ou som 
gravados em arquivos eletrônicos PODERÃO constar da 
ata notarial. 
Art. 407. O documento feito por oficial público 
INCOMPETENTE ou SEM a observância das formalidades 
legais, sendo subscrito pelas partes, tem a mesma eficácia 
probatória do documento PARTICULAR. 
Art. 408. As declarações constantes do documento 
particular escrito E assinado OU somente assinado 
presumem-se verdadeiras em relação ao signatário. 
 
Parágrafo único. Quando, todavia, contiver declaração de 
ciência de determinado fato, o documento particular prova a 
ciência, mas não o fato em si, incumbindo o ônus de prová-
lo ao interessado em sua veracidade. 
Art. 457. Antes de depor, a testemunha será qualificada, 
declarará ou confirmará seus dados e informará se tem 
relações de parentesco com a parte ou interesse no objeto 
do processo. 
 
§ 1º É LÍCITO à parte contraditar a testemunha, arguindo-
lhe a incapacidade, o impedimento ou a suspeição, bem 
como, caso a testemunha negue os fatos que lhe são 
imputados, provar a contradita com documentos ou com 
testemunhas, ATÉ 3, apresentadas no ato e inquiridas em 
separado. 
 
§ 2º Sendo provados ou confessados os fatos a que se 
refere o § 1º, o juiz dispensará a testemunha ou lhe tomará 
o depoimento como informante. 
 
§ 3º A testemunha pode requerer ao juiz que a escuse de 
depor, alegando os motivos previstos neste Código, 
decidindo o juiz de plano após ouvidas as partes. 
 
Art. 458. Ao início da inquirição, a testemunha prestará o 
compromisso de dizer a verdade do que souber e lhe for 
perguntado. 
 
Parágrafo único. O juiz advertirá à testemunha que incorre 
em sanção penal quem faz afirmação falsa, cala ou oculta a 
verdade. 
CAPÍTULO XIII 
DA SENTENÇA E DA COISA JULGADA 
SEÇÃO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 485. O juiz NÃO RESOLVERÁ O MÉRITO quando: 
I - indeferir a petição inicial; 
II - o processo ficar parado durante MAIS DE 1 ANO por 
negligência das partes; 
III - por não promover os atos e as diligências que lhe 
incumbir, o autor abandonar a causa POR MAIS de 30 
DIAS; 
IV - verificar a ausência de pressupostos de constituição e 
de desenvolvimento válido e regular do processo; 
V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência 
ou de coisa julgada; 
VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse 
processual; 
VII - acolher a alegação de existência de convenção de 
arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer sua 
competência; 
VIII - homologar a desistência da ação; 
IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada 
intransmissível por disposição legal; e 
X - nos demais casos prescritos neste Código. 
 
§ 1º Nas hipóteses descritas nos incisos II e III, a parte será 
intimada pessoalmente para suprir a falta no prazo de 5 
DIAS. 
 
§ 2º No caso do § 1º, quanto ao inciso II, as partes pagarão 
proporcionalmente as custas, e, quanto ao inciso III, o autor 
será condenado ao pagamento das despesas e dos 
honorários de advogado. 
§ 3º O juiz conhecerá de ofício da matéria constante dos 
incisos IV, V, VI e IX, em qualquer tempo e grau de 
jurisdição, enquanto não ocorrer o trânsito em julgado. 
§ 4º Oferecida a contestação, o autor NÃO PODERÁ, sem 
o consentimento do réu, DESISTIR da ação. 
 
§ 5º A desistência da ação pode ser apresentada ATÉ a 
sentença. 
 
§ 6º Oferecida a contestação, a extinção do processo por 
abandono da causa pelo autor DEPENDE de requerimento 
do réu. 
 
§ 7º Interposta a APELAÇÃO em qualquer dos casos de 
que tratam os incisos deste artigo, o juiz terá 5 DIAS para 
retratar-se. 
 
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Art. 486. O pronunciamento judicial que NÃO RESOLVE 
o mérito NÃO OBSTA a que a parte proponha de novo a 
ação. 
 
§ 1º No caso de extinção em razão de litispendência e nos 
casos dos incisos I, IV, VI e VII do art. 485, a propositura da 
nova ação depende da correção do vício que levou à 
sentença sem resolução do mérito. 
§ 2º A petição inicial, todavia, não será despachada sem a 
prova do pagamento ou do depósito das custas e dos 
honorários de advogado. 
 
§ 3º Se o autor der causa, POR 3 VEZES, a sentença 
fundada em abandono da causa, NÃO PODERÁ propor 
nova ação contra o réu com o mesmo objeto, ficando-lhe 
RESSALVADA, entretanto, a possibilidade de alegar em 
defesa o seu direito. 
Art. 487. HAVERÁ RESOLUÇÃO DE MÉRITO quando o 
juiz: 
I - acolher ou rejeitar o pedido formulado na ação ou na 
reconvenção; 
II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência 
de decadência ou prescrição; 
III - homologar: 
a) o reconhecimento da procedência do pedido formulado 
na ação ou na reconvenção; 
b) a transação; 
c) a renúncia à pretensão formulada na ação ou na 
reconvenção. 
 
Parágrafo único. Ressalvada a hipótese do § 1º do art. 332, 
a prescrição e a decadência NÃO SERÃO reconhecidas 
sem que antes seja dada às partes oportunidade de 
manifestar-se. 
SEÇÃO III 
DA REMESSA NECESSÁRIA 
 
Art. 496. Está sujeita ao DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO, 
não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo 
tribunal, a sentença: 
I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, 
os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de 
direito público; 
II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os 
embargos à execução fiscal. 
 
§ 1º Nos casos previstos neste artigo, NÃO INTERPOSTA 
a apelação no prazo legal, o juiz ordenará a remessa dos 
autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do 
respectivo tribunal avocá-los-á. 
 
 
§ 2º Em qualquer dos casos referidos no § 1º, o TRIBUNAL 
JULGARÁ a remessa necessária. 
§ 3º NÃO SE APLICA o disposto neste artigo quando a 
condenação ou o proveito econômico obtido na causa for de 
valor certo e líquido inferior a: 
I - 1.000 salários-mínimos para a União e as respectivas 
autarquias e fundações de direito público; 
II - 500 salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, 
as respectivas autarquias e fundações de direito público e 
os Municípios que constituam capitais dos Estados; 
III - 100 salários-mínimos para todos os demais Municípios 
e respectivas autarquias e fundações de direito público. 
 
§ 4º Também NÃO SE APLICA o disposto neste artigo 
quando a sentença estiver fundada em: 
I - súmula de tribunal superior; 
II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo 
Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos 
repetitivos; 
III - entendimento firmado em incidente de resolução de 
demandas repetitivas ou de assunção de competência; 
IV - entendimento coincidente com orientação vinculante 
firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, 
consolidada em manifestação, parecer ou súmula 
administrativa. 
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13 
Art. 515. São TÍTULOS EXECUTIVOS JUDICIAIS, cujo 
cumprimento dar-se-á de acordo com os artigos previstosneste Título: 
I - as decisões proferidas no processo civil que reconheçam 
a exigibilidade de obrigação de pagar quantia, de fazer, de 
não fazer ou de entregar coisa; 
II - a decisão homologatória de autocomposição judicial; 
III - a decisão homologatória de autocomposição 
extrajudicial de qualquer natureza; 
IV - o formal e a certidão de partilha, exclusivamente em 
relação ao inventariante, aos herdeiros e aos sucessores a 
título singular ou universal; 
V - o crédito de auxiliar da justiça, quando as custas, 
emolumentos ou honorários tiverem sido aprovados por 
decisão judicial; 
VI - a sentença PENAL condenatória transitada em julgado; 
VII - a sentença arbitral; 
VIII - a sentença estrangeira homologada pelo SUPERIOR 
TRIBUNAL DE JUSTIÇA; 
IX - a decisão interlocutória estrangeira, após a concessão 
do exequatur à carta rogatória pelo SUPERIOR TRIBUNAL 
DE JUSTIÇA; 
X - (VETADO). 
§ 1º Nos casos dos incisos VI a IX, o devedor será CITADO 
no juízo cível para o cumprimento da sentença ou para a 
liquidação no prazo de 15 DIAS. 
 
§ 2º A autocomposição judicial PODE envolver sujeito 
estranho ao processo e versar sobre relação jurídica que 
não tenha sido deduzida em juízo. 
Art. 516. O cumprimento da sentença efetuar-se-á 
perante: 
I - os tribunais, nas causas de sua competência originária; 
II - o juízo que decidiu a causa no 1º grau de jurisdição; 
III - o juízo cível competente, quando se tratar de sentença 
penal condenatória, de sentença arbitral, de sentença 
estrangeira ou de acórdão proferido pelo Tribunal Marítimo. 
 
Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos II e III, o 
exequente poderá optar pelo juízo do atual domicílio do 
executado, pelo juízo do local onde se encontrem os bens 
sujeitos à execução ou pelo juízo do local onde deva ser 
executada a obrigação de fazer ou de não fazer, casos em 
que a remessa dos autos do processo será solicitada ao 
juízo de origem. 
 
LIVRO III 
DOS PROCESSOS NOS TRIBUNAIS E DOS MEIOS DE 
IMPUGNAÇÃO DAS DECISÕES JUDICIAIS 
 
TÍTULO II 
DOS RECURSOS 
 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 994. SÃO CABÍVEIS os seguintes RECURSOS: 
I - Apelação; 
II - Agravo de instrumento; 
III - Agravo interno; 
IV - Embargos de declaração; 
V - Recurso ordinário; 
VI - Recurso especial; 
VII - Recurso extraordinário; 
VIII - Agravo em recurso especial ou extraordinário; 
IX - Embargos de divergência. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 995. Os recursos NÃO IMPEDEM a eficácia da 
decisão, SALVO disposição legal ou decisão judicial em 
sentido diverso. 
 
Parágrafo único. A eficácia da decisão recorrida PODERÁ 
ser suspensa por decisão do relator, se da imediata 
produção de seus efeitos houver risco de dano grave, de 
difícil ou impossível reparação, e ficar demonstrada a 
probabilidade de provimento do recurso. 
 
Art. 996. O recurso pode ser interposto: 
1. Pela parte vencida, 
2. Pelo terceiro prejudicado e 
3. Pelo Ministério Público, como parte ou como fiscal da 
ordem jurídica. 
 
Parágrafo único. Cumpre ao terceiro demonstrar a 
possibilidade de a decisão sobre a relação jurídica 
submetida à apreciação judicial atingir direito de que se 
afirme titular ou que possa discutir em juízo como substituto 
processual. 
 
Art. 997. Cada parte interporá o recurso 
independentemente, no prazo e com observância das 
exigências legais. 
 
§ 1º Sendo vencidos autor e réu, ao recurso interposto por 
qualquer deles PODERÁ ADERIR o outro. 
 
§ 2º O RECURSO ADESIVO fica subordinado ao recurso 
independente, sendo-lhe aplicáveis as mesmas regras 
deste quanto aos requisitos de admissibilidade e julgamento 
no tribunal, SALVO disposição legal diversa, observado, 
ainda, o seguinte: 
I - será dirigido ao órgão perante o qual o recurso 
independente fora interposto, no prazo de que a parte 
dispõe para responder; 
II - será admissível na apelação, no recurso extraordinário e 
no recurso especial; 
III - não será conhecido, se houver desistência do recurso 
principal ou se for ele considerado inadmissível. 
Art. 998. O recorrente PODERÁ, a qualquer tempo, sem 
a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do 
recurso. 
 
 
Parágrafo único. A desistência do recurso não impede a 
análise de questão cuja repercussão geral já tenha sido 
reconhecida e daquela objeto de julgamento de recursos 
extraordinários ou especiais repetitivos. 
Art. 1.000. A parte que aceitar expressa ou tacitamente a 
decisão NÃO PODERÁ recorrer. 
 
Parágrafo único. Considera-se aceitação tácita a prática, 
sem nenhuma reserva, de ato incompatível com a vontade 
de recorrer. 
 
Art. 1.001. Dos despachos NÃO CABE recurso. 
Art. 1.003. O prazo para interposição de recurso conta-se 
da data em que os advogados, a sociedade de advogados, 
a Advocacia Pública, a Defensoria Pública ou o Ministério 
Público são intimados da decisão. 
 
§ 1º Os sujeitos previstos no caput considerar-se-ão 
intimados em audiência quando nesta for proferida a 
decisão. 
 
§ 2º Aplica-se o disposto no art. 231, incisos I a VI, ao prazo 
de interposição de recurso pelo réu contra decisão proferida 
anteriormente à citação. 
§ 3º No prazo para interposição de recurso, a petição será 
protocolada em cartório ou conforme as normas de 
organização judiciária, RESSALVADO o disposto em regra 
especial. 
 
§ 4º Para aferição da tempestividade do recurso remetido 
pelo correio, será considerada como data de interposição a 
data de postagem. 
 
§ 5º EXCETUADOS os embargos de declaração, o prazo 
para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 
DIAS. 
§ 6º O recorrente comprovará a ocorrência de feriado local 
NO ATO de interposição do recurso. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 1.004. Se, durante o prazo para a interposição do 
recurso, sobrevier o falecimento da parte ou de seu 
advogado ou ocorrer motivo de força maior que suspenda 
o curso do processo, será tal prazo restituído em proveito 
da parte, do herdeiro ou do sucessor, contra quem 
começará a correr novamente depois da intimação. 
 
Art. 1.005. O recurso interposto por um dos litisconsortes 
a todos aproveita, SALVO se distintos ou opostos os seus 
interesses. 
 
Parágrafo único. Havendo solidariedade passiva, o recurso 
interposto por um devedor aproveitará aos outros quando as 
defesas opostas ao credor lhes forem comuns. 
 
Art. 1.006. Certificado o trânsito em julgado, com menção 
expressa da data de sua ocorrência, o escrivão ou o chefe 
de secretaria, independentemente de despacho, 
providenciará a baixa dos autos ao juízo de origem, no prazo 
de 5 DIAS. 
 
Art. 1.007. No ato de interposição do recurso, o recorrente 
comprovará, quando exigido pela legislação pertinente, o 
respectivo preparo, inclusive porte de remessa e de retorno, 
sob pena de deserção. 
 
§ 1º São DISPENSADOS de preparo, inclusive porte de 
remessa e de retorno, os recursos interpostos: 
1. Pelo Ministério Público; 
2. Pela União; 
3. Pelo Distrito Federal; 
4. Pelos Estados; 
5. Pelos Municípios, e respectivas autarquias; e 
6. Pelos que gozam de isenção legal. 
 
§ 2º A insuficiência no valor do preparo, inclusive porte de 
remessa e de retorno, implicará deserção se o recorrente, 
intimado na pessoa de seu advogado, não vier a supri-lo no 
prazode 5 DIAS. 
 
§ 3º É DISPENSADO o recolhimento do porte de remessa 
e de retorno no processo em autos eletrônicos. 
 
§ 4º O recorrente que não comprovar, no ato de interposição 
do recurso, o recolhimento do preparo, inclusive porte de 
remessa e de retorno, será intimado, na pessoa de seu 
advogado, para realizar o recolhimento EM DOBRO, sob 
pena de deserção. 
 
§ 5º É VEDADA a complementação se houver insuficiência 
parcial do preparo, inclusive porte de remessa e de retorno, 
no recolhimento realizado na forma do § 4º. 
 
§ 6º Provando o recorrente justo impedimento, o relator 
relevará a pena de deserção, por decisão irrecorrível, 
fixando-lhe prazo de 5 DIAS para efetuar o preparo. 
 
§ 7º O equívoco no preenchimento da guia de custas não 
implicará a aplicação da pena de deserção, cabendo ao 
relator, na hipótese de dúvida quanto ao recolhimento, 
intimar o recorrente para sanar o vício no prazo de 5 DIAS. 
 
CAPÍTULO II 
DA APELAÇÃO 
 
Art. 1.009. Da sentença cabe APELAÇÃO. 
 
§ 1º As questões resolvidas na fase de conhecimento, se a 
decisão a seu respeito não comportar agravo de 
instrumento, não são cobertas pela preclusão e devem ser 
suscitadas em preliminar de apelação, eventualmente 
interposta contra a decisão final, ou nas contrarrazões. 
§ 2º Se as questões referidas no § 1º forem suscitadas em 
contrarrazões, o recorrente será intimado para, em 15 
DIAS, manifestar-se a respeito delas. 
 
§ 3º O disposto no caput deste artigo aplica-se mesmo 
quando as questões mencionadas no art. 1.015 integrarem 
capítulo da sentença. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 1.010. A APELAÇÃO, interposta por petição dirigida 
ao juízo de 1º GRAU, conterá: 
I - os nomes e a qualificação das partes; 
II - a exposição do fato e do direito; 
III - as razões do pedido de reforma ou de decretação de 
nulidade; 
IV - o pedido de nova decisão. 
 
§ 1º O apelado será intimado para apresentar contrarrazões 
no prazo de 15 DIAS. 
 
§ 2º Se o apelado interpuser apelação adesiva, o juiz 
intimará o apelante para apresentar contrarrazões. 
 
§ 3º Após as formalidades previstas nos §§ 1º e 2º, os autos 
serão remetidos ao tribunal pelo juiz, 
INDEPENDENTEMENTE de juízo de admissibilidade. 
 
Art. 1.011. Recebido o recurso de apelação no tribunal e 
distribuído imediatamente, o RELATOR: 
I - decidi-lo-á monocraticamente apenas nas hipóteses do 
art. 932, incisos III a V; 
II - se não for o caso de decisão monocrática, elaborará seu 
voto para julgamento do recurso pelo órgão colegiado. 
Art. 1.012. A apelação TERÁ EFEITO SUSPENSIVO. 
 
 
§ 1º Além de outras hipóteses previstas em lei, começa a 
PRODUZIR EFEITOS IMEDIATAMENTE após a sua 
publicação a sentença que: 
I - homologa divisão ou demarcação de terras; 
II - condena a pagar alimentos; 
III - extingue sem resolução do mérito ou julga 
improcedentes os embargos do executado; 
IV - julga procedente o pedido de instituição de arbitragem; 
V - confirma, concede ou revoga tutela provisória; 
VI - decreta a interdição. 
§ 2º Nos casos do § 1º, o apelado PODERÁ promover o 
pedido de cumprimento provisório depois de publicada a 
sentença. 
 
§ 3º O pedido de concessão de efeito suspensivo nas 
hipóteses do § 1º poderá ser formulado por requerimento 
dirigido ao: 
I - tribunal, no período compreendido entre a interposição da 
apelação e sua distribuição, ficando o relator designado 
para seu exame prevento para julgá-la; 
II - relator, se já distribuída a apelação. 
§ 4º Nas hipóteses do § 1º, a eficácia da sentença PODERÁ 
ser SUSPENSA pelo relator se: 
1º) O apelante demonstrar a probabilidade de provimento 
do recurso; ou 
2º) Sendo relevante a fundamentação, houver risco de 
dano grave ou de difícil reparação. 
Art. 1.013. A apelação DEVOLVERÁ ao tribunal o 
conhecimento da matéria impugnada. 
 
 
§ 1º Serão, porém, objeto de apreciação e julgamento pelo 
tribunal todas as questões suscitadas e discutidas no 
processo, ainda que não tenham sido solucionadas, DESDE 
QUE relativas ao capítulo impugnado. 
§ 2º Quando o pedido ou a defesa tiver mais de um 
fundamento e o juiz acolher apenas um deles, a apelação 
DEVOLVERÁ ao tribunal o conhecimento dos demais. 
 
 
§ 3º Se o processo estiver em condições de IMEDIATO 
JULGAMENTO, o tribunal deve decidir desde logo o mérito 
quando: 
I - reformar sentença fundada no art. 485; 
II - decretar a nulidade da sentença por NÃO SER ela 
congruente com os limites do pedido ou da causa de pedir; 
III - constatar a omissão no exame de um dos pedidos, 
hipótese em que poderá julgá-lo; 
IV - decretar a nulidade de sentença por falta de 
fundamentação. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO III 
DO AGRAVO DE INSTRUMENTO 
 
Art. 1.015. Cabe AGRAVO DE INSTRUMENTO contra as 
decisões interlocutórias que versarem sobre: 
I - tutelas provisórias; 
II - mérito do processo; 
III - rejeição da alegação de convenção de arbitragem; 
IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica; 
V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou 
acolhimento do pedido de sua revogação; 
VI - exibição ou posse de documento ou coisa; 
VII - exclusão de litisconsorte; 
VIII - rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio; 
IX - admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros; 
X - concessão, modificação ou revogação do efeito 
suspensivo aos embargos à execução; 
XI - redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, 
§ 1º; 
XII - (VETADO); 
XIII - outros casos expressamente referidos em lei. 
Art. 1.018. O agravante poderá requerer a juntada, aos 
autos do processo, 
1. De cópia da petição do agravo de instrumento, 
2. Do comprovante de sua interposição e 
3. Da relação dos documentos que instruíram o recurso. 
 
§ 1º Se o juiz comunicar que reformou inteiramente a 
decisão, o RELATOR considerará prejudicado o agravo de 
instrumento. 
 
§ 2º NÃO SENDO eletrônicos os autos, o agravante 
TOMARÁ a providência prevista no caput, no prazo de 3 
DIAS a contar da interposição do agravo de instrumento. 
 
§ 3º O descumprimento da exigência de que trata o § 2º, 
desde que arguido e provado pelo agravado, importa 
inadmissibilidade do agravo de instrumento. 
Art. 1.019. Recebido o agravo de instrumento no tribunal 
e distribuído imediatamente, se não for o caso de aplicação 
do art. 932, incisos III e IV, o RELATOR, no prazo de 5 
DIAS: 
I - PODERÁ atribuir efeito suspensivo ao recurso ou deferir, 
em antecipação de tutela, total ou parcialmente, a pretensão 
recursal, comunicando ao juiz sua decisão; 
II - ordenará a intimação do agravado pessoalmente, por 
carta com aviso de recebimento, quando não tiver 
procurador constituído, ou pelo diário da justiça ou por carta 
com aviso de recebimento dirigida ao seu advogado, para 
que responda no prazo de 15 DIAS, facultando-lhe juntar a 
documentação que entender necessária ao julgamento do 
recurso; 
III - determinará a intimação do Ministério Público, 
preferencialmente por meio eletrônico, quando for o caso de 
sua intervenção, para que se manifeste no prazo de 15 
DIAS. 
Art. 1.020. O RELATOR solicitará dia para julgamento em 
prazo NÃO SUPERIOR a 1 MÊS da intimação do agravado. 
 
CAPÍTULO IV 
DO AGRAVO INTERNO 
 
Art. 1.021. Contra decisão proferida pelo RELATOR 
caberá AGRAVOINTERNO para o respectivo órgão 
colegiado, observadas, quanto ao processamento, as 
regras do regimento interno do tribunal. 
 
 
§ 1º Na petição de agravo interno, o recorrente impugnará 
especificadamente os fundamentos da decisão agravada. 
§ 2º O agravo será dirigido ao relator, que intimará o 
agravado para manifestar-se sobre o recurso no prazo de 
15 DIAS, ao final do qual, não havendo retratação, o relator 
levá-lo-á a julgamento pelo órgão colegiado, com inclusão 
em pauta. 
 
§ 3º É VEDADO ao relator limitar-se à reprodução dos 
fundamentos da decisão agravada para julgar improcedente 
o agravo interno. 
 
§ 4º Quando o agravo interno for declarado manifestamente 
inadmissível ou improcedente em VOTAÇÃO UNÂNIME, o 
órgão colegiado, em decisão fundamentada, condenará o 
agravante a pagar ao agravado multa fixada ENTRE 1 e 5% 
do valor atualizado da causa. 
 
§ 5º A interposição de qualquer outro recurso está 
condicionada ao depósito prévio do valor da multa prevista 
no § 4º, à EXCEÇÃO da Fazenda Pública e do beneficiário 
de gratuidade da justiça, que farão o pagamento ao final. 
 
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Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes 
procuradores, de escritórios de advocacia distintos, 
terão prazos contados EM DOBRO para todas as suas 
manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, 
independentemente de requerimento. 
 
§ 1º Cessa a contagem do prazo EM DOBRO se, havendo 
APENAS 2 RÉUS, é oferecida defesa POR APENAS 1 
DELES. 
 
§ 2º Não se aplica o disposto no caput aos processos em 
autos eletrônicos. 
Art. 1.023.  
§ 2º O juiz intimará o embargado para, querendo, 
manifestar-se, no prazo de 5 DIAS, sobre os embargos 
opostos, caso seu eventual acolhimento implique a 
modificação da decisão embargada. 
Art. 1.026. Os embargos de declaração NÃO POSSUEM 
efeito suspensivo e INTERROMPEM o prazo para a 
interposição de recurso. 
§ 1º A EFICÁCIA da decisão monocrática ou colegiada 
PODERÁ ser suspensa pelo respectivo juiz ou relator se 
demonstrada a probabilidade de provimento do recurso ou, 
sendo relevante a fundamentação, se houver risco de dano 
grave ou de difícil reparação. 
 
§ 2º Quando manifestamente protelatórios os embargos de 
declaração, o juiz ou o tribunal, em decisão fundamentada, 
condenará o embargante a pagar ao embargado multa NÃO 
EXCEDENTE A 2% sobre o valor atualizado da causa. 
 
§ 3º Na reiteração de embargos de declaração 
manifestamente protelatórios, a multa será elevada a ATÉ 
10% sobre o valor atualizado da causa, e a interposição de 
qualquer recurso ficará condicionada ao depósito prévio do 
valor da multa, à EXCEÇÃO da Fazenda Pública e do 
beneficiário de gratuidade da justiça, que a RECOLHERÃO 
AO FINAL. 
 
§ 4º NÃO SERÃO ADMITIDOS novos embargos de 
declaração se os 2 ANTERIORES houverem sido 
considerados protelatórios. 
 
LEI Nº 9.099, DE 26 DE SETEMBRO DE 1995. 
 
CAPÍTULO II 
DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS 
 
SEÇÃO I 
DA COMPETÊNCIA 
 
Art. 3º O Juizado Especial Cível tem competência para 
conciliação, processo e julgamento das causas cíveis de 
MENOR COMPLEXIDADE, assim consideradas: 
I - as causas cujo valor não exceda a 40 VEZES o salário 
mínimo; 
II - as enumeradas no art. 275, inciso II, do Código de 
Processo Civil; 
III - a ação de despejo para uso próprio; 
IV - as ações possessórias sobre bens imóveis de valor não 
excedente a 40 VEZES o salário mínimo; 
§ 1º Compete ao Juizado Especial promover a execução: 
I - dos seus julgados; 
II - dos títulos executivos extrajudiciais, no valor de ATÉ 40 
VEZES o salário mínimo, observado o disposto no § 1º do art. 
8º desta Lei. 
 
§ 2º Ficam EXCLUÍDAS da competência do Juizado 
Especial as causas de natureza alimentar, falimentar, fiscal 
e de interesse da Fazenda Pública, e também as relativas a 
acidentes de trabalho, a resíduos e ao estado e capacidade 
das pessoas, ainda que de cunho patrimonial. 
§ 3º A opção pelo procedimento previsto nesta Lei 
IMPORTARÁ EM RENÚNCIA ao crédito excedente ao 
limite estabelecido neste artigo, EXCETUADA a hipótese de 
conciliação. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 4º É COMPETENTE, para as causas previstas nesta 
Lei, o Juizado do foro: 
I - do domicílio do réu ou, a critério do autor, do local onde 
aquele exerça atividades profissionais ou econômicas ou 
mantenha estabelecimento, filial, agência, sucursal ou 
escritório; 
II - do lugar onde a obrigação deva ser satisfeita; 
III - do domicílio do autor ou do local do ato ou fato, nas 
ações para reparação de dano de qualquer natureza. 
 
Parágrafo único. Em qualquer hipótese, poderá a ação ser 
proposta no foro do domicílio do réu. 
Art. 9º Nas causas de valor ATÉ 20 SALÁRIOS MÍNIMOS, 
as partes comparecerão pessoalmente, podendo ser 
assistidas por advogado; nas de valor superior, a 
assistência é obrigatória. 
 
 
§ 1º Sendo FACULTATIVA a assistência, se uma das 
partes comparecer assistida por advogado, ou se o réu for 
pessoa jurídica ou firma individual, terá a outra parte, se 
quiser, assistência judiciária prestada por órgão instituído 
junto ao Juizado Especial, na forma da lei local. 
§ 2º O Juiz alertará as partes da conveniência do patrocínio 
por advogado, quando a causa o recomendar. 
 
§ 3º O mandato ao advogado poderá ser verbal, SALVO 
quanto aos poderes especiais. 
 
§ 4o O réu, sendo pessoa jurídica ou titular de firma 
individual, poderá ser representado por preposto 
credenciado, munido de carta de preposição com poderes 
para transigir, SEM haver NECESSIDADE de vínculo 
empregatício. 
Art. 10. Não se admitirá, no processo, qualquer forma de 
intervenção de terceiro nem de assistência. Admitir-se-á o 
litisconsórcio. 
Art. 11. O Ministério Público intervirá nos casos previstos 
em LEI. 
 
LEI Nº 12.153, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009. 
 
Art. 9o A entidade ré DEVERÁ fornecer ao Juizado a 
documentação de que disponha para o esclarecimento da 
causa, apresentando-a até a instalação da audiência de 
conciliação. 
 
Art. 10. Para efetuar o exame técnico necessário à 
conciliação ou ao julgamento da causa, o juiz nomeará 
pessoa habilitada, que apresentará o laudo ATÉ 5 DIAS 
antes da audiência. 
 
Art. 11. Nas causas de que trata esta Lei, NÃO HAVERÁ 
reexame necessário. 
 
Art. 17. As TURMAS RECURSAIS do Sistema dos 
Juizados Especiais são compostas por juízes em exercício 
no primeiro grau de jurisdição, na forma da legislação dos 
Estados e do Distrito Federal, com mandato de 2 ANOS, e 
integradas, preferencialmente, por juízes do Sistema dos 
Juizados Especiais. 
 
§ 1o A designação dos juízes das Turmas Recursais 
obedecerá aos critérios de antiguidade e merecimento. 
 
§ 2o NÃO SERÁ PERMITIDA a recondução, SALVO 
quando não houver outro juiz na sede da Turma Recursal. 
 
Art. 18. CABERÁ pedido de uniformização de 
interpretação de lei quando houver divergência entre 
decisões proferidas por Turmas Recursais sobre questões 
de direito material. 
 
§ 1o O pedido fundado em divergência entre Turmas do 
mesmo Estado será julgado em reunião conjunta das 
Turmas em conflito, sob a presidência de desembargador 
indicado pelo Tribunal de Justiça. 
 
§ 2o No caso do § 1o, a reunião de juízes domiciliados em 
cidades diversas PODERÁ ser feita por meio eletrônico.§ 3o Quando as Turmas de diferentes Estados derem a lei 
federal interpretações divergentes, ou quando a decisão 
proferida estiver em contrariedade com súmula do Superior 
Tribunal de Justiça, o pedido será por este julgado. 
Art. 19. Quando a orientação acolhida pelas Turmas de 
Uniformização de que trata o § 1o do art. 18 contrariar 
súmula do Superior Tribunal de Justiça, a parte 
interessada poderá provocar a manifestação deste, que 
dirimirá a divergência. 
 
§ 1o Eventuais pedidos de uniformização fundados em 
questões idênticas e recebidos subsequentemente em 
quaisquer das Turmas Recursais ficarão retidos nos autos, 
aguardando pronunciamento do Superior Tribunal de 
Justiça. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TÍTULO II 
DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS 
 
CAPÍTULO I 
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E 
COLETIVOS 
 
Art. 5º 
VIII - NINGUÉM será privado de direitos por motivo de: 
1. Crença Religiosa ou de 
2. Convicção Filosófica ou 
3. Política, 
SALVO se as invocar para eximir-se de obrigação legal a 
todos imposta E recusar-se a cumprir prestação alternativa, 
fixada em LEI; 
XII - É inviolável o sigilo da correspondência e das 
comunicações telegráficas, de dados e das comunicações 
telefônicas, SALVO, no último caso, por ordem JUDICIAL, 
nas hipóteses e na forma que a LEI estabelecer para fins 
de: 
1. Investigação criminal; ou 
2. Instrução processual penal; 
XVI - Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em 
locais abertos ao público, INDEPENDENTEMENTE de 
autorização, DESDE QUE não frustrem outra reunião 
anteriormente convocada para o mesmo local, sendo 
APENAS EXIGIDO PRÉVIO AVISO à autoridade 
competente; 
XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente 
dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão 
judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado; 
XLIV - Constitui crime inafiançável E imprescritível a ação 
de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem 
constitucional e o Estado Democrático; 
IMPRESCRITÍVEL INAFIANÇÁVEL 
Racismo; Racismo; 
Ação de Grupos Armados; Ação de Grupos Armados;
 Hediondos; 
Tráfico; 
Terrorismo; 
Tortura. 
LI - Nenhum brasileiro será extraditado, salvo o 
naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da 
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico 
ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei; 
LII - Não será concedida extradição de estrangeiro por crime 
político ou de opinião; 
LXIV - O preso tem direito à identificação dos responsáveis 
por sua prisão ou por seu interrogatório policial; 
LXV - A PRISÃO ILEGAL será imediatamente relaxada pela 
autoridade JUDICIÁRIA; 
LXVI - Ninguém será levado à prisão ou nela mantido, 
quando a lei admitir a liberdade provisória, com OU sem 
fiança; 
LXVII - Não haverá prisão civil por dívida, SALVO a do: 
1. Responsável pelo inadimplemento voluntário e 
inescusável de obrigação alimentícia; e 
2. Depositário infiel; 
LXX - o MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO pode ser 
impetrado por: 
a) partido político com representação no Congresso 
Nacional; 
b) organização sindical, entidade de classe ou associação 
legalmente constituída e em funcionamento há pelo 
menos um ano, em defesa dos interesses de seus 
membros ou associados; 
LXXI - Conceder-se-á MANDADO DE INJUNÇÃO sempre 
que a falta de norma regulamentadora torne inviável o 
exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das 
prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à 
cidadania; 
Art. 40.  
§ 4º É VEDADA a adoção de requisitos e critérios 
diferenciados para a concessão de aposentadoria aos 
abrangidos pelo regime de que trata este artigo, 
RESSALVADOS, nos termos definidos em LEIS 
COMPLEMENTARES, os casos de servidores: 
I - Portadores de deficiência; 
II - Que exerçam atividades de risco; 
III - Cujas atividades sejam exercidas sob condições 
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. 
Art. 37. 
VI - É garantido ao servidor público civil o direito à livre 
associação sindical; 
VII - O DIREITO DE GREVE será exercido nos termos e nos 
limites definidos em LEI ESPECÍFICA; 
Art. 5º 
§ 1º As normas definidoras dos direitos e garantias 
fundamentais têm APLICAÇÃO IMEDIATA. 
§ 2º Os direitos e garantias expressos nesta Constituição 
NÃO EXCLUEM outros decorrentes do regime e dos 
princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais 
em que a República Federativa do Brasil seja parte. 
§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos 
humanos que forem aprovados, em cada Casa do 
Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos 
votos dos respectivos membros, serão equivalentes às 
emendas constitucionais. 
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CAPÍTULO II 
DOS DIREITOS SOCIAIS 
 
Art. 6º 
São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o 
trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a 
previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a 
assistência aos desamparados, na forma desta 
Constituição. 
 
T Trabalho; 
E Educação; 
MO Moradia; 
S Saúde; 
T Transporte; EC 90/2015 
L Lazer; 
PS Previdência Social; 
DE Assistência aos Desamparados; 
M Proteção à Maternidade; 
A Alimentação; EC 64/2010 
I Infância; 
S Segurança. 
Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, 
além de outros que visem à melhoria de sua condição social: 
V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade 
do trabalho; 
VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em 
convenção ou acordo coletivo; 
IX - remuneração do trabalho noturno superior à do diurno; 
X - proteção do salário na forma da lei, constituindo crime 
sua retenção dolosa; 
XI - participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da 
remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão 
da empresa, conforme definido em lei; 
XII - salário-família pago em razão do dependente do 
trabalhador de baixa renda nos termos da lei; 
XX - proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante 
incentivos específicos, nos termos da lei; 
Parágrafo único. São assegurados à categoria dos 
trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos 
IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, 
XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições 
estabelecidas em lei e observada a simplificação do 
cumprimento das obrigações tributárias, principais e 
acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas 
peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV 
e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social. 
Art. 8º É LIVRE a associação profissional OU sindical, 
observado o seguinte: 
 
I - A LEI não poderá exigir autorização do Estado para a 
fundação de sindicato, RESSALVADO o registro no órgão 
competente, VEDADAS ao Poder Público a interferência e 
a intervenção na organização sindical; 
II - É VEDADA a criação de mais de uma organização 
sindical, em qualquer grau, representativa decategoria 
profissional ou econômica, na mesma base territorial, que 
SERÁ DEFINIDA pelos TRABALHADORES ou 
EMPREGADORES INTERESSADOS, NÃO PODENDO ser 
inferior à área de um Município; 
VII - O aposentado filiado tem direito a votar e ser votado 
nas organizações sindicais; 
VIII - É VEDADA a dispensa do empregado sindicalizado A 
PARTIR DO REGISTRO DA CANDIDATURA a cargo de 
direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que 
suplente, até um ano após o final do mandato, SALVO se 
cometer falta grave nos termos da LEI. 
Art. 9º É assegurado o DIREITO DE GREVE, competindo 
aos trabalhadores: 
1. Decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e 
2. Sobre os interesses que devam por meio dele defender. 
 
§ 1º A LEI definirá os serviços ou atividades essenciais e 
disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis 
da comunidade. 
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CAPÍTULO III 
DA NACIONALIDADE 
 
Art. 12. São brasileiros: 
 
I - NATOS: 
a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda 
que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a 
serviço de seu país; 
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe 
brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da 
República Federativa do Brasil; 
c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe 
brasileira, desde que sejam registrados em repartição 
brasileira competente ou venham a residir na República 
Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois 
de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira; 
II - NATURALIZADOS: 
a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade 
brasileira, exigidas aos originários de países de língua 
portuguesa apenas residência por 1 ANO ininterrupto e 
idoneidade moral; 
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes 
na República Federativa do Brasil há mais de 15 ANOS 
ininterruptos e sem condenação penal, desde que 
requeiram a nacionalidade brasileira. 
§ 1º Aos portugueses com residência permanente no País, 
se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão 
atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro (naturalizado), 
SALVO os casos previstos nesta CONSTITUIÇÃO. 
 
§ 2º A LEI não poderá estabelecer distinção entre brasileiros 
natos e naturalizados, SALVO nos casos previstos nesta 
CONSTITUIÇÃO. 
§ 3º São privativos de brasileiro nato os cargos: 
I - de Presidente e Vice-Presidente da República; 
II - de Presidente da Câmara dos Deputados; 
III - de Presidente do Senado Federal; 
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; (Inclusive o 
Presidente) 
V - da Carreira Diplomática; 
VI - de Oficial das Forças Armadas. 
VII - de Ministro de Estado da Defesa. 
§ 4º Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro 
que: 
I - Tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, 
em virtude de atividade nociva ao interesse nacional; 
II - Adquirir outra nacionalidade, SALVO nos casos: 
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei 
estrangeira; 
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira, 
ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como 
condição para permanência em seu território ou para o 
exercício de direitos civis; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TÍTULO III 
DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO 
 
CAPÍTULO VII 
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
 
Seção I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 37. IV - Durante o prazo IMPRORROGÁVEL previsto 
no edital de convocação, aquele aprovado em concurso 
público de provas ou de provas e títulos será convocado 
com prioridade sobre novos concursados para assumir 
cargo ou emprego, na carreira; 
V - As funções de confiança, exercidas exclusivamente por 
servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em 
comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira 
nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em 
lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e 
assessoramento; 
VIII - a lei reservará percentual dos cargos e empregos 
públicos para as pessoas portadoras de deficiência e 
definirá os critérios de sua admissão; 
IX - a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo 
determinado para atender a necessidade temporária de 
excepcional interesse público; 
§ 9º O disposto no inciso XI APLICA-SE às empresas 
públicas e às sociedades de economia mista, e suas 
subsidiárias, que receberem recursos da União, dos 
Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios para 
pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. 
§ 11. NÃO SERÃO COMPUTADAS, para efeito dos limites 
remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste 
artigo, as parcelas de caráter indenizatório previstas em 
LEI. 
Art. 37, § 1 2º Para os fins do disposto no inciso XI do 
caput deste artigo, fica FACULTADO aos 
aos Estados e ao Distrito Federal fixar, em seu âmbito, 
MEDIANTE EMENDA às respectivas Constituições e Lei 
Orgânica COMO LIMITE ÚNICO o subsídio mensal dos 
DESEMBARGADORES do respectivo TRIBUNAL DE 
JUSTIÇA LIMITADO a 90.25% do subsídio mensal dos 
MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL 
Art. 37, XVI - É VEDADA a acumulação remunerada de 
cargos públicos, EXCETO, quando houver 
COMPATIBILIDADE DE HORÁRIOS, observado em 
qualquer caso o disposto no inciso XI: 
a) a de 2 cargos de professor; 
b) a de 1 cargo de professor com outro técnico ou 
científico; 
c) a de 2 cargos ou empregos privativos de profissionais 
de saúde, com profissões regulamentadas; 
Art. 37, XVII - A proibição de acumular estende-se a 
empregos e funções e abrange autarquias, fundações, 
empresas públicas, sociedades de economia mista, suas 
subsidiárias, e sociedades controladas, direta ou 
indiretamente, pelo poder público; 
Art. 37, XVIII - A administração fazendária e seus 
servidores fiscais terão, dentro de suas áreas de 
competência e jurisdição, precedência sobre os demais 
setores administrativos, na forma da LEI; 
Art. 37, XIX - Somente por lei específica poderá ser criada 
autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de 
sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei 
complementar, neste último caso, definir as áreas de sua 
atuação; 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 37, XX - DEPENDE de autorização legislativa, em 
cada caso, a criação de subsidiárias das entidades 
mencionadas no inciso anterior, assim como a participação 
de qualquer delas em empresa privada; 
Art. 37, XXI - As obras, serviços, compras e alienações 
serão contratados mediante processo de licitação pública 
que assegure igualdade de condições a todos os 
concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações 
de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, 
nos termos da LEI, o qual somente permitirá as exigências 
de qualificação técnica e econômica indispensáveis à 
garantia do cumprimento das obrigações, RESSALVADOS 
os casos especificados na legislação. 
Art. 37, § 3º A LEI disciplinará as formas de participação 
do usuário na administração pública direta e indireta, 
regulandoespecialmente: 
I - As reclamações relativas à prestação dos serviços 
públicos em geral, asseguradas a manutenção de serviços 
de atendimento ao usuário e a avaliação periódica, externa 
e interna, da qualidade dos serviços; 
Art. 37, § 4º§ 4º Os atos de improbidade administrativa 
importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da 
função pública, a indisponibilidade dos bens e o 
ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em 
LEI, sem prejuízo da AÇÃO PENAL cabível. 
§ 5º A LEI estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos 
praticados por qualquer agente, servidor ou não, que 
causem prejuízos ao erário, RESSALVADA as respectivas 
ações de ressarcimento. 
§ 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito 
privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos 
danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a 
terceiros, assegurado o direito de regresso contra o 
responsável nos casos de DOLO ou CULPA. 
§ 8º A autonomia gerencial, orçamentária e financeira dos 
órgãos e entidades da administração direta e indireta 
poderá ser ampliada mediante contrato, a ser firmado entre 
seus administradores e o poder público, que tenha por 
objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou 
entidade, cabendo à LEI dispor sobre: 
I - O prazo de duração do contrato; 
II - Os controles e critérios de avaliação de desempenho, 
direitos, obrigações e responsabilidade dos dirigentes; 
III - A remuneração do pessoal. 
Art. 38. Ao servidor público da administração direta, 
autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, 
aplicam-se as seguintes disposições: 
I - tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou 
distrital, ficará afastado de seu cargo, emprego ou função; 
II - investido no mandato de Prefeito, será afastado do 
cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela 
sua remuneração; 
III - investido no mandato de Vereador, havendo 
compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu 
cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração 
do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será 
aplicada a norma do inciso anterior; 
IV - em qualquer caso que exija o afastamento para o 
exercício de mandato eletivo, seu tempo de serviço será 
contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção 
por merecimento; 
V - para efeito de benefício previdenciário, no caso de 
afastamento, os valores serão determinados como se no 
exercício estivesse. 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Seção II 
DOS SERVIDORES PÚBLICOS 
Art. 39.  
§ 1º A fixação dos padrões de vencimento e dos demais 
componentes do sistema remuneratório OBSERVARÁ: 
I - A natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade 
dos cargos componentes de cada carreira; 
II - Os requisitos para a investidura; 
III - As peculiaridades dos cargos. 
§ 2º A União, os Estados e o Distrito Federal manterão 
escolas de governo para a formação e o aperfeiçoamento 
dos servidores públicos, constituindo-se a participação nos 
cursos um dos requisitos para a promoção na carreira, 
FACULTADA, para isso, a celebração de convênios ou 
contratos entre os entes federados. 
§ 5º LEI da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios PODERÁ estabelecer a relação entre a maior e 
a menor remuneração dos servidores públicos, obedecido, 
em qualquer caso, o disposto no art. 37, XI. 
§ 6º Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário 
publicarão ANUALMENTE os valores do subsídio e da 
remuneração dos cargos e empregos públicos. 
§ 7º LEI da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios disciplinará a aplicação de recursos 
orçamentários provenientes da economia com despesas 
correntes em cada órgão, autarquia e fundação, para 
aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e 
produtividade, treinamento e desenvolvimento, 
modernização, reaparelhamento e racionalização do serviço 
público, INCLUSIVE sob a forma de adicional ou prêmio de 
produtividade. 
Art. 40. 
§ 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência 
de que trata este artigo serão aposentados, calculados os 
seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 
3º e 17: 
I - por INVALIDEZ PERMANENTE, sendo os proventos 
proporcionais ao TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO, exceto se 
decorrente de: 
1. Acidente em serviço, 
2. Moléstia profissional ou 
3. Doença grave, 
4. Contagiosa ou 
5. Incurável, na forma da LEI; 
 
II - COMPULSORIAMENTE, com proventos proporcionais 
ao TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO, aos 70 ANOS de idade, 
OU aos 75 ANOS de idade, na forma de LEI 
COMPLEMENTAR; 
III - VOLUNTARIAMENTE, desde que cumprido tempo 
mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público 
e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a 
aposentadoria, observadas as seguintes condições: 
a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, 
se homem, e cinquenta e cinco anos de idade e trinta de 
contribuição, se mulher; 
b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta 
anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais 
ao tempo de contribuição. 
§ 5º Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão 
reduzidos em 5 ANOS, em relação ao disposto no § 1º, III, 
"a", para o PROFESSOR que comprove exclusivamente 
tempo de efetivo exercício das funções de magistério na 
educação infantil e no ensino fundamental e médio. 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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§ 7º LEI disporá sobre a concessão do benefício de pensão 
por morte, que será igual: 
I - ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido, 
até o limite máximo estabelecido para os benefícios do 
regime geral de previdência social de que trata o art. 201, 
acrescido de 70% da parcela excedente a este limite, caso 
aposentado à data do óbito; ou 
II - ao valor da totalidade da remuneração do servidor no 
cargo efetivo em que se deu o falecimento, até o limite 
máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de 
previdência social de que trata o art. 201, acrescido de 70% 
da parcela excedente a este limite, caso em atividade na 
data do óbito. 
§ 8º É assegurado o reajustamento dos benefícios para 
preservar-lhes, em caráter permanente, o valor real, 
conforme critérios estabelecidos em LEI. 
§ 13. Ao servidor ocupante, EXCLUSIVAMENTE, de cargo 
em comissão declarado em lei de livre nomeação e 
exoneração bem como de outro cargo temporário ou de 
emprego público, aplica-se o regime geral de previdência 
social. 
§ 14. A União, os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios, DESDE QUE instituam regime de previdência 
complementar para os seus respectivos servidores titulares 
de cargo efetivo, PODERÃO fixar, para o valor das 
aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime 
de que trata este artigo, o limite máximo estabelecido para 
os benefícios do regime geral de previdência social de que 
trata o art. 201. 
§ 15 O regime de previdência complementar de que trata o 
§ 14 será instituído por LEI de iniciativa do respectivo 
PODER EXECUTIVO, observado o disposto no art. 202 e 
seus parágrafos, no que couber, por intermédio de 
entidades fechadas de previdência complementar, de 
natureza pública, que oferecerão aos respectivos 
participantes planos de benefícios SOMENTE na 
modalidade de contribuição definida. 
§ 16 SOMENTE mediantesua prévia e expressa opção, o 
disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que 
tiver ingressado no serviço público até a data da publicação 
do ato de instituição do correspondente regime de 
previdência complementar. 
§ 18 Incidirá contribuição sobre os proventos de 
aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que 
trata este artigo QUE SUPEREM O LIMITE MÁXIMO 
estabelecido para os benefícios do regime geral de 
previdência social de que trata o art. 201, COM 
PERCENTUAL IGUAL ao estabelecido para os servidores 
titulares de cargos efetivos. 
§ 21. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá 
apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e 
de pensão que SUPEREM O DOBRO do limite máximo 
estabelecido para os benefícios do regime geral de 
previdência social de que trata o art. 201 desta Constituição, 
quando o beneficiário, na forma da lei, for portador de 
doença incapacitante. 
§ 19. O servidor de que trata este artigo que tenha 
completado as exigências para aposentadoria voluntária 
estabelecidas no § 1º, III, a, e que opte por permanecer em 
atividade fará jus a um abono de permanência equivalente 
ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as 
exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 
1º, II. 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 41. São ESTÁVEIS APÓS 3 ANOS de efetivo 
exercício os servidores nomeados para cargo de 
PROVIMENTO EFETIVO em virtude de concurso público. 
§ 1º O servidor público estável só perderá o cargo: 
I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; 
II - mediante processo administrativo em que lhe seja 
assegurada ampla defesa; 
III - mediante procedimento de avaliação periódica de 
desempenho, na forma de LEI COMPLEMENTAR, 
assegurada ampla defesa. 
§ 4º Como condição para a aquisição da estabilidade, é 
obrigatória a avaliação especial de desempenho por 
comissão instituída para essa finalidade. 
 
TÍTULO IV 
DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES 
 
CAPÍTULO III 
DO PODER JUDICIÁRIO 
 
Seção I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário: 
I - o Supremo Tribunal Federal; 
I-A o Conselho Nacional de Justiça; 
II - o Superior Tribunal de Justiça; 
II-A - o Tribunal Superior do Trabalho; (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 92, de 2016) 
III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; 
IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho; 
V - os Tribunais e Juízes Eleitorais; 
VI - os Tribunais e Juízes Militares; 
VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal 
e Territórios. 
 
§ 1º O Supremo Tribunal Federal, o Conselho Nacional de 
Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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RACIOCÍNIO LÓGICO 
 
01. (VUNESP – IPSM – ASSISTENTE DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) Considere verdadeira a afirmação (I) e 
falsa a afirmação (II): 
 
I. Marcelo nasceu em São José dos Campos. 
II. Raquel nasceu em Taubaté. 
 
Com base nas informações apresentadas, assinale a 
alternativa que contém uma afirmação necessariamente 
verdadeira. 
 
A) Raquel não nasceu em Taubaté e é enfermeira. 
B) Marcelo não nasceu em Taubaté ou é engenheiro. 
C) Marcelo e Raquel nasceram na mesma cidade. 
D) Marcelo e Raquel não nasceram na mesma cidade. 
E) Raquel trabalha em São José dos Campos e Marcelo, em 
Taubaté. 
 
02. (VUNESP – IPSM – ASSISTENTE DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) Se José foi ao cinema, então Luana foi 
ao shopping. Se Luana foi ao shopping ou Willian foi correr, 
então Armando foi estudar. Sabe-se que Armando não foi 
estudar. Portanto, conclui-se corretamente que 
 
A) Willian foi correr, Luana foi ao shopping e José foi ao 
cinema. 
B) Willian não foi correr, Luana foi ao shopping e José foi ao 
cinema. 
C) Willian não foi correr, Luana não foi ao shopping e José 
foi ao cinema. 
D) Willian não foi correr, Luana foi ao shopping e José não 
foi ao cinema. 
E) Willian não foi correr, Luana não foi ao shopping e José 
não foi ao cinema. 
 
03. (VUNESP – MPE-SP – ANALISTA TÉCNICO 
CIENTÍFICO – 2016) Uma afirmação equivalente à 
afirmação – Se Glória é dançarina ou cantora, mas não 
ambos, então Fábio não é ator. – é: 
 
A) Se Fábio não é ator, então Glória é dançarina ou cantora, 
mas não ambos. 
B) Se Fábio é ator, então Glória não é dançarina nem 
cantora ou Glória é dançarina e cantora. 
C) Se Fábio é ator, então Glória não é dançarina, mas é 
cantora. 
D) Se Glória não é dançarina nem cantora ou é dançarina e 
cantora, então Fábio é ator. 
E) Se Fábio não é ator, então Glória é dançarina, mas não 
é cantora ou Glória não é dançarina, mas é cantora. 
 
04. (VUNESP – IPSM – ASSISTENTE DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) Considere a afirmação: Cláudio é 
assistente de gestão municipal e Débora é professora. 
Uma negação lógica para essa afirmação está contida na 
alternativa: 
 
A) Cláudio não é assistente de gestão municipal, mas 
Débora é professora. 
B) Débora não é professora, mas Cláudio é assistente de 
gestão municipal. 
C) Se Cláudio não é assistente de gestão municipal, então 
Débora é professora. 
D) Débora não é professora ou Cláudio não é assistente de 
gestão municipal. 
E) Cláudio não é assistente de gestão municipal e Débora 
não é professora. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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05. (VUNESP – PC-SP – PERITO CRIMINAL – 2013) Todo 
biólogo é estudioso. Existem esportistas que são 
estudiosos. Ana é bióloga e Júlia é estudiosa. Pode-se, 
então, concluir que 
 
A) Ana é estudiosa e Júlia é esportista. 
B) Ana é estudiosa e Júlia pode não ser bióloga nem 
esportista. 
C) Ana é esportista e Júlia é bióloga. 
D) Ana é também esportista e Júlia pode não ser bióloga 
nem esportista. 
E) Ana pode ser também esportista e Júlia é bióloga. 
 
06. (VUNESP – TJ-SP – ESTATÍSTICO JUDICIÁRIO – 
2015) Em uma empresa trabalham, entre outros, um 
Técnico, um Analista e um Coordenador. Cada um deles 
possui uma característica marcante: um é estudioso, um é 
intuitivo e um é metódico, não necessariamente nessa 
ordem. Quanto à faixa etária desses funcionários, um deles 
é jovem, um deles é maduro e um deles é idoso, não 
necessariamente nessa ordem. 
 
Nessa empresa, sabe-se, corretamente, que: 
 
– Uma característica marcante do coordenador é ser 
estudioso. 
– O técnico é muito amigo do funcionário maduro. 
– O metódico não é o mais jovem nem o mais velho. 
– O coordenador é jovem. 
 
A partir dessas informações, é possível concluir, 
corretamente, que 
 
A)o técnico é intuitivo e o coordenador é maduro. 
B) o analista é maduro ou o técnico é metódico. 
C) o idoso é estudioso e o coordenador é jovem. 
D) o maduro é o técnico ou o analista é intuitivo. 
E) o jovem é coordenador e é amigo do técnico. 
 
07. (VUNESP – PRODEST-ES – ANALISTA DE 
TECNOLOGIA – 2014) Alexandre, Carlos e Marcio são 
amigos, e seus apelidos, não necessariamente nessa 
ordem, são Titi, Totó e Tutu. Ao serem questionados sobre 
quem tinha qual apelido, responderam: 
 
• Alexandre: “Eu sou Titi” 
• Carlos: “Eu não sou Titi” 
• Marcio: “Eu não sou Totó” 
 
No entanto, Paulo, que sabia os apelidos dos três, avisou, 
corretamente, que apenas um dissera a verdade ao 
responder à pergunta. Os apelidos de Alexandre, Carlos e 
Marcio são, respectivamente, 
 
A) Titi, Totó e Tutu. 
B) Titi, Tutu e Totó. 
C) Totó, Titi e Tutu 
D) Totó, Tutu e Titi. 
E) Tutu, Totó e Titi. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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08. (VUNESP – TCE-SP – AGENTE DE FISCALIZAÇÃO – 
2015) Sabe-se que todos os primos de Vanderlei são 
funcionários públicos e que todos os primos de Marcelo não 
são funcionários públicos. Dessa forma, deduz-se 
corretamente que 
 
A) nenhum funcionário público é primo de Vanderlei. 
B) algum primo de Vanderlei é primo de Marcelo. 
C) nenhum primo de Vanderlei é funcionário público. 
D) algum funcionário público é primo de Marcelo. 
E) nenhum primo de Marcelo é primo de Vanderlei. 
 
09. (VUNESP – TJ-PA – ANALISTA JUDICIÁRIO – 2014) 
Considere a sequência 2, –2, 10, –26, 82, ... 
 
Obedecendo à mesma regularidade, pode-se afirmar 
corretamente que o próximo elemento dessa sequência é 
 
A) –245. 
B) –244. 
C) –243. 
D) –242. 
E) –241. 
 
10. (VUNESP – CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ 
DOS CAMPOS-SP – ANALISTA LEGISLATIVO – 2014) Se 
estou feliz, então eu declamo. Eu grito ou canto. Eu não 
declamo ou canto. Eu não canto. Dessa maneira, pode-se 
afirmar, corretamente, que eu 
 
A) declamo e grito. 
B) não estou feliz e grito. 
C) não declamo e canto. 
D) estou feliz e grito. 
E) não canto e declamo. 
 
11. (VUNESP – MPE-SP – ANALISTA – 2016) Em um 
grupo de pessoas, nenhuma delas tem menos que 11 anos, 
nem mais do que 59 anos. Além disso, nenhuma delas tem 
uma idade que é um número múltiplo de 10. São 31 dessas 
pessoas com idades entre 10 e 40 anos. São 27 dessas 
pessoas com idades entre 20 e 50 anos. São 26 dessas 
pessoas com idades entre 30 e 60 anos. São 9 dessas 
pessoas com idades entre 30 e 40 anos. O número de 
pessoas desse grupo cujas idades são entre 10 e 20 anos 
ou entre 50 e 60 anos é 
 
A) 19. 
B) 20. 
C) 21. 
D) 22. 
E) 23. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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12. (VUNESP – PC-SP – PERITO CRIMINAL – 2013) 
Observe a sequência de triângulos a seguir: 
 
 
 
Admitindo que a regularidade dessa sequência se 
mantenha para os próximos triângulos, é correto afirmar que 
a 120ª afigura será igual a 
A) 
 
B) 
 
C) 
 
D) 
 
E) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ALGUNS PONTOS IMPORTANTES 
 
TABELA VERDADE 
NEGAÇÃO e EQUIVALÊNCIA 
 
CONJUNÇÃO 
NEGAÇÃO EQUIVALÊNCIA 
Tabelas Verdade 
Opostas 
Tabelas Verdade 
Iguais 
P Q ^ ~p v ~q ~p v ~q 
V V V (q → (~p)) ~(p → (~q)) 
V F F ~(q → (~p)) 
F V F 
F F F 
 
DISJUNÇÃO 
NEGAÇÃO EQUIVALÊNCIA 
Tabelas Verdade 
Opostas 
Tabelas Verdade 
Iguais 
P Q v ~p ^ ~q ~P ^ ~Q 
V V V (~p → q) 
V F V (~q → p) 
F V V 
F F F 
 
CONDICIONAL 
NEGAÇÃO EQUIVALÊNCIA 
Tabelas Verdade 
Opostas 
Tabelas Verdade 
Iguais 
P Q → p ^ ~q ~q → ~p 
V V V ~(~p v (q)) ~p v q 
V F F ~(p ^ ~q) 
F V V 
F F V 
 
BICONDICIONAL 
NEGAÇÃO EQUIVALÊNCIA 
Tabelas Verdade 
Opostas 
Tabelas Verdade 
Iguais 
P Q ↔ (p v q) (p → q) ^ (q → p) 
V V V (~p ↔ q) 
V F F (p ↔ ~q) 
F V F 
F F V 
 
DISJUNÇÃO 
EXCLUSIVA 
NEGAÇÃO EQUIVALÊNCIA 
Tabelas Verdade 
Opostas 
Tabelas Verdade 
Iguais 
P Q v /  / v v p ↔ q ~(p ↔ q) 
V V F (~p v q) (~p ↔ q) 
V F V (p v (~q) (p ↔ (~q)) 
F V V (p v q) ^ ~(p ^ q) 
F F F 
 
 
 
 
 
 
 
SILOGISMO CATEGÓRICO 
 
 
 
 
 
VERDADES E MENTIRAS 
 
ASPECTO 01 
PRINCÍPIO LÓGICO DO 3º EXCLUÍDO. 
Se não for verdadeiro (veraz) Será mentiroso. 
 
ASPECTO 02 
TIPOLOGIAS DIFERENTES 
Acusando-se alguém de mentiroso, um dos dois será o 
verdadeiro e o outro, necessariamente, mentiroso. 
 
ASPECTO 03 
TIPOLOGIAS IGUAIS 
Acusando-se alguém de verdadeiro, ou os dois serão 
verdadeiros ou os dois serão mentirosos. 
 
ASPECTO 04 
SÓ RESPONDERÁ NÃO 
Perguntado a alguém se ele está mentindo, este só poderá 
responder “NÃO”. 
 
ASPECTO 05 
SÓ RESPONDERÁ SIM 
Perguntado a alguém se ele está dizendo a verdade, este 
só poderá responder “SIM”. 
 
 
 
 
 
 
TODO
NENHUM
TAUTOLOGIA
CONTRADIÇÃO
ALGUM É
ALGUM NÃO É
TAUTOLOGIA
CONTRADIÇÃO
CONTINGÊNCIA
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SILOGISMO HIPOTÉTICO - CONDICIONAL SUFICIENTE 
 
Se: Condição – DENTRO 
Então: Conclusão – FORA. 
 
1ª) Ocorrência: Afirma dentro, afirma fora /Sempre que se 
afirma a Condição, afirma a conclusão. 
2º) Ocorrência: negar dentro, fora contingente / Negar a 
condição, conclusão contingente. 
3ª) Ocorrência: afirmar fora, dentro contingente/ Afirmar a 
conclusão, condição contingente. 
4ª) Ocorrência: negar fora, negar dentro / Negar a 
conclusão, negar a condição. 
 
SILOGISMO HIPOTÉTICO – CONDICIONAL 
NECESSÁRIA 
 
Somente Se – Indica a Condição - FORA 
Então – Indica a Conclusão - DENTRO 
 
1ª) Ocorrência: Afirma dentro, afirma fora /Sempre que se 
afirma a Condição, afirma a conclusão. 
2º) Ocorrência: negar dentro, fora contingente/ Negar a 
condição, conclusão contingente. 
3ª) Ocorrência: afirmar fora, dentro contingente/ Afirmar a 
conclusão, condição contingente. 
4ª) Ocorrência: negar fora, negar dentro / Negar a 
conclusão, negar a condição. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MATEMÁTICA 
 
 
01. (VUNESP – IPSM – ÁNALISTA DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) A tabela mostra grupos de funcionários 
de uma empresa e os respectivos salários individuais dos 
componentes de cada grupo. 
 
 
 
A diferença de salário de cada funcionário do grupo A e a 
média aritmética ponderada de todos os salários é de 
aproximadamente 
 
A) 15% 
B) 18% 
C) 22% 
D) 25% 
E) 27% 
 
02. (VUNESP – IPSM – ASSISTENTE DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) A média aritmética diária de vendas 
realizadas em seis dias por um estabelecimento comercial 
foi de R$ 6.700,00. Na tabela, constam os valores das 
vendas de alguns desses dias: 
 
 
Com base nas informações, é correto afirmar que a média 
aritmética diária dos três últimos dias de vendas é maior que 
a média aritmética diária dos seis dias em, 
aproximadamente, 
 
A) R$ 65,00. 
B) R$ 67,00. 
C) R$ 69,00. 
D) R$ 71,00. 
E) R$ 73,00 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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03. (VUNESP – IPSM – ANALISTA DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) A área de uma praça, em um terreno 
retangular, é 1500 m2. Sabe-se que, nessa praça, será 
construído um jardim, em formato retangular, cujo 
comprimento é 2/3 do comprimento do terreno e cuja largura 
é 3/5 da largura do terreno. Sem contar com o jardim, 
sobrará do terreno da praça, para outras finalidades, o 
equivalente a 
 
A) 20% 
B) 30% 
C) 40% 
D) 60% 
E) 70% 
 
04. (VUNESP – CÂMARA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE 
ITANHAÉM – AUXILIAR LEGISLATIVO – 2017) Um pátio 
retangular ABCD precisou de reparos no piso, e duas 
regiões, R e S, foram isoladas, conforme mostra a figura. 
 
 
Sabendo-se que a região R tem o formato de um quadrado 
e que as duas regiões, R e S, têm o mesmo perímetro, 
então, é correto afirmar que o perímetro da região sem 
reparos, assinalada na figura, é de 
 
A) 134 m. 
B) 140 m. 
C) 152 m. 
D) 160 m. 
E) 168 m. 
 
05. (VUNESP – PREF. DE ITANHAÉM-SP – 
FISIOTERAPEUTA – 2017) O lado KL de um pentágono 
KLMNO é paralelo ao lado ON e suas medidas estão 
indicadas na figura. 
 
 
 
Os pontos LMN delimitam um triângulo de área 2 cm2 e a 
área do triângulo KLO é 48% da área do pentágono, que 
vale, em cm2, 
 
A) 9. 
B) 10,5. 
C) 12. 
D) 12,5. 
E) 15. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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06. (VUNESP – PREF. DE SÃO PAULO-SP – ANALISTA 
– 2016) No depósito de uma empresa existem 4 620 peças 
idênticas. Para envio das peças ao distribuidor, todas elas 
serão acondicionadas em caixas pequenas que, por sua 
vez, serão acondicionadas em caixas médias que, por sua 
vez, serão acondicionadas em caixas grandes. Serão 12 
peças por caixa pequena, x caixas pequenas por caixa 
média, e 7 caixas médias por caixa grande. Sabe-se que x 
é um número menor do que o número de peças por caixa 
pequena, e maior do que o número de caixas médias por 
caixa grande. O número de caixas grandes para realizar a 
tarefa sem que faltem ou sobrem peças é igual a 
 
A) 2. 
B) 7. 
C) 6. 
D) 3. 
E) 5. 
 
07. (VUNESP – CODESP-SP – GUARDA PORTUÁRIO – 
2011) Elias queria guardar sua coleção de revistas e, para 
isso, dispunha de um certo número de caixas de igual 
tamanho. Como todas as revistas também tinham o mesmo 
tamanho, Elias tentou, primeiro, guardar 10 revistas por 
caixa, mas, fazendo assim, uma caixa ficou vazia. Em 
seguida, tentou guardar 9 revistas por caixa, mas, desse 
modo, 39 revistas ficaram fora das caixas. Finalmente, Elias 
decidiu comprar mais caixas iguais à que ele tinha, de 
maneira que em cada caixa ele guardasse exatamente 8 
revistas. O número de caixas que Elias deve comprar é 
 
A) 7. 
B) 8. 
C) 9. 
D) 10. 
E) 11. 
 
08. (VUNESP – IPSM – ASSISTENTE DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) Considere que, a cada 40 minutos, um 
ciclo de produção com 100 unidades de um produto P1 é 
encerrado; que, a cada 36 minutos, outro ciclo de produção 
com 300 unidades de um produto P2 é encerrado; e que, a 
cada 30 minutos, um terceiro ciclo de produção com 200 
unidades de um produto P3 é também encerrado. Considere 
também que, em determinado instante t, iniciou-se cada 
ciclo de produção desses três produtos. Dessa forma, o 
número total de produtos produzidos até a primeira vez em 
que os três ciclos encerrarem, ao mesmo tempo, é 
 
A) 6200. 
B) 6300. 
C) 6400. 
D) 6500. 
E) 6600. 
 
09. (VUNESP – CÂMARA DE TAQUARITINGA-SP – 
TÉCNICO – 2016) Um investidor aplicou, por um mês, certo 
capital a juro simples, à taxa de 0,75% ao mês, e recebeu x 
reais de juros. Se esse capital tivesse permanecido na 
mesma aplicação por mais 4 meses, o investidor teria 
recebido (x + 360) reais de juros. Nessas condições, é 
correto afirmar que o valor aplicado foi 
 
A) R$ 10.000,00. 
B) R$ 10.600,00. 
C) R$ 11.500,00. 
D) R$ 12.000,00. 
E) R$ 12.400,00. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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10. (VUNESP – IPSM – ASSISTENTE DE GESTÃO 
MUNICIPAL – 2018) Carlos, Ana e Gerson tabularam as 
respostas de uma pesquisa, realizada via questionário, que 
foi respondido pelos usuários de um determinado serviço 
municipal. Sabendo que Carlos tabulou um terço do total de 
questionários, Ana tabulou três quintos do que sobrou e 
Gerson, os 460 questionários restantes, a diferença entre os 
números de questionários tabulados por Ana e Gerson foi 
 
A) 210. 
B) 220. 
C) 230. 
D) 240. 
E) 250. 
 
11. (VUNESP – SPTRANS – AGENTE DE SERVIÇOS 
OPERACIONAIS – 2012) Joãozinho desafiou a Nelsinho 
para o seguintequebra cabeça: sejam A, B, C e D quatro 
números inteiros. Se A é igual ao dobro de B, B é igual ao 
triplo de C e, C, é igual ao quíntuplo de D, então 
 
A) A = 5C. 
B) A = 10D. 
C) A = 15D. 
D) A = 10C. 
E) A = 30D. 
 
12. (VUNESP – CÂMARA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE 
ITANHAÉM-SP – AUX. LEGISLATIVO – 2017) Uma 
empresa contratou estagiários para os setores A, B e C. O 
número de estagiários contratados para o setor B é 50% 
maior que o do setor A, e número de estagiários contratados 
para o setor C é o dobro dos contratados para o setor A. 
Sabendo-se que, no total, foram contratados 18 estagiários, 
o número de contratados para os setores A e B, juntos, foi 
 
A) 6. 
B) 8. 
C) 10. 
D) 12. 
E) 14. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1 
 Dica 01: CAUSAS DE AUMENTO DE PENA 
Petrechos de falsificação 
Art. 295. Se o agente é funcionário público, e comete 
o crime prevalecendo-se do cargo, aumenta-se a 
pena de 1/6. 
Aplica-se o aumento de pena de 1/6 nos crimes do 
Art. 293 (Falsificação de papéis públicos) e 294 
(Petrechos de falsificação) – CAPÍTULO II 
 
Falsificação do selo ou sinal público 
Art. 296. 
§ 2º Se o agente é funcionário público, e comete o 
crime prevalecendo-se do cargo, aumenta-se a pena 
de 1/6. 
 
Falsificação de documento público 
§ 1º Se o agente é funcionário público, e comete o 
crime prevalecendo-se do cargo, aumenta-se a pena 
de 1/6. 
 
Falsificação de documento particular 
 
CAUSA DE AUMENTO DE PENA? 
 
Falsidade ideológica 
Art. 299. 
Parágrafo único. Se o agente é funcionário público, 
e comete o crime prevalecendo-se do cargo, ou se a 
falsificação ou alteração é de assentamento de 
registro civil, aumenta-se a pena de 1/6. 
 
Fraudes em certames de interesse público 
§ 2o Se da ação ou omissão resulta dano à 
administração pública: 
PENA →RECLUSÃO de 2 a 6 ANOS + MULTA. 
§ 3o Aumenta-se a pena de 1/3 se o fato é cometido 
por funcionário público. 
 
Modificação ou alteração não autorizada de 
sistema de informações 
Art. 313-B. 
Parágrafo único. As penas são aumentadas de 1/3 
ATÉ a METADE se da modificação ou alteração 
resulta dano para a Administração Pública ou para o 
administrado. 
 
Corrupção passiva 
§ 1º A pena é aumentada de 1/3, se, em consequência 
da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou 
deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica 
infringindo dever funcional. 
 
Tráfico de Influência 
Parágrafo único. A pena é aumentada da METADE, 
se o agente ALEGA OU INSINUA que a vantagem é 
também destinada ao funcionário. 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 
Corrupção ativa 
Parágrafo único. A pena é aumentada de 1/3, se, em 
razão da vantagem ou promessa, o funcionário 
retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo 
dever funcional. 
 
Crimes praticados 
por FUNCIONÁRIO 
PÚBLICO contra a 
Adm. Em Geral 
Crimes praticados por 
PARTICULAR contra a 
Adm. Em Geral 
CORRUPÇÃO 
PASSIVA 
CORRUPÇÃO ATIVA 
Pena – RECLUSÃO 
de 
2 a 12 ANOS + 
MULTA. 
Pena – RECLUSÃO de 
2 a 12 ANOS + 
MULTA. 
§ 1º A pena é 
aumentada de 1/3, se, 
em consequência da 
vantagem ou 
promessa, o 
funcionário RETARDA 
OU DEIXA DE 
PRATICAR qualquer 
ato de ofício OU O 
PRATICA infringindo 
dever funcional. 
Parágrafo único. A 
pena é aumentada de 
1/3, se, em razão da 
vantagem ou promessa, 
o funcionário RETARDA 
OU OMITE ato de ofício, 
OU O PRATICA 
infringindo dever 
funcional. 
 
Denunciação Caluniosa 
§ 1º A PENA É 
AUMENTADA 
§ 2º A PENA É 
DIMINUÍDA
A pena é 
AUMENTADA de 1/6, 
se o agente se serve 
de ANONIMATO ou 
de NOME SUPOSTO. 
A pena é DIMINUÍDA de 
METADE, se a 
imputação é de prática 
de CONTRAVENÇÃO. 
 
Falso testemunho ou falsa perícia 
Art. 342. 
§ 1o As penas aumentam-se de 1/6 a 1/3, se o crime 
é praticado mediante suborno ou se cometido com o 
fim de obter prova destinada a produzir efeito em 
processo penal, ou em processo civil em que for parte 
entidade da administração pública direta ou indireta. 
Art. 343. 
Parágrafo único. As penas aumentam-se de 1/6 a 
1/3, se o crime é cometido com o fim de obter prova 
destinada a produzir efeito em processo penal ou em 
processo civil em que for parte entidade da 
administração pública direta ou indireta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3 
Exploração de prestígio 
Art. 357. 
Parágrafo único. As penas aumentam-se de 1/3, se 
o agente alega ou insinua que o dinheiro ou utilidade 
também se destina a qualquer das pessoas referidas 
neste artigo. 
Crimes praticados por 
PARTICULAR contra 
a Administração Em 
Geral 
Dos Crimes contra a 
ADMINISTRAÇÃO DA 
JUSTIÇA 
Tráfico de Influência 
(1/2 SECO) 
Exploração de 
prestígio 
(RESO 1/3) 
Pena - RECLUSÃO de 
2 a 5 ANOS + MULTA. 
Pena - RECLUSÃO de 
1 a 5 ANOS + MULTA. 
Parágrafo único. A 
pena é aumentada da 
METADE: 
Se o agente alega ou 
insinua que a vantagem 
é também destinada ao 
funcionário. 
Parágrafo único. As 
penas aumentam-se de 
1/3: 
Se o agente alega ou 
insinua que o dinheiro ou 
utilidade também se 
destina a qualquer das 
pessoas referidas neste 
artigo. 
 
 Dica 02: NORMA DE EQUIPARAÇÃO 
Falsificação de documento público 
Art. 297. 
§ 2º Para os efeitos penais, equiparam-se a 
DOCUMENTO PÚBLICO: 
1. O emanado de entidade paraestatal; 
2. O título ao portador ou transmissível por endosso; 
3. As ações de sociedade comercial; 
4. Os livros mercantis; e 
5. O testamento particular. 
 
Falsificação de documento particular 
Art. 298. 
Falsificação de cartão 
Parágrafo único. Para fins do disposto no caput, 
equipara-se a documento particular o cartão de 
crédito ou débito. 
 
 Dica 03: FALSIDADE IDEOLÓGICA 
Falsidade ideológica 
Art. 299. 
PENA 
SE O DOCUMENTO 
FOR 
PÚBLICO 
SE O DOCUMENTO 
FOR 
PARTICULAR
RECLUSÃO de 1 a 5 
ANOS + MULTA. 
RECLUSÃO de 1 a 3 
ANOS + MULTA.
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Dica 04: SUPRESSÃO DE DOCUMENTO -> 
Penas diferenciadas 
Supressão de documento 
Art. 305. DESTRUIR, SUPRIMIR OU OCULTAR, em 
benefício próprio ou de outrem, ou em prejuízo alheio, 
documento público ou particular verdadeiro, de que 
não podia dispor: 
PENA 
SE O DOCUMENTO 
FOR 
PÚBLICO 
SE O DOCUMENTO 
FOR 
PARTICULAR
RECLUSÃO de 2 a 6 
ANOS + MULTA. 
RECLUSÃOde 1 a 5 
ANOS + MULTA.
 
 Dica 05: NORMA DE EQUIPARAÇÃO -> 
CONCEITO DE FUNCIONÁRIO PÚBLICO 
Funcionário público 
Art. 327. 
 
§ 1º Equipara-se a FUNCIONÁRIO PÚBLICO quem 
exerce cargo, emprego ou função em entidade 
paraestatal, e quem trabalha para empresa 
prestadora de serviço contratada ou conveniada para 
a execução de atividade TÍPICA da Administração 
Pública. 
§ 2º A pena será aumentada da 1/3 quando os autores 
dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes 
de cargos em comissão ou de função de direção ou 
assessoramento de órgão: 
1. Da administração direta, 
2. Sociedade de economia mista, 
3. Empresa pública ou 
4. Fundação instituída pelo poder público. 
 
 Dica 07: PECULATO CULPOSO E 
REPARAÇÃO DO DANO 
Peculato culposo 
§ 2º Se o funcionário CONCORRE culposamente para 
o crime de outrem: 
§ 3º SE HÁ REPARAÇÃO DO DANO:
ANTES da 
sentença irrecorrível 
APÓS a 
sentença irrecorrível
EXTINGUE-SE A 
PUNIBILIDADE 
REDUZ DE ½ A PENA 
IMPOSTA
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Dica 08: CONCUSSÃO 
Concussão 
Art. 316. EXIGIR, para si ou para outrem, direta ou 
indiretamente, ainda que fora da função ou antes de 
assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida: 
PENA → RECLUSÃO de 2 a 8 ANOS + MULTA. 
 
 Dica 9: CORRUPÇÃO PASSIVA 
Corrupção passiva 
Art. 317. SOLICITAR OU RECEBER, para si ou para 
outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da 
função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, 
vantagem indevida, OU ACEITAR promessa de tal 
vantagem: 
PENA → RECLUSÃO de 2 a 12 ANOS + MULTA. 
 
Dica 10: CORRUPÇÃO ATIVA 
 
Corrupção ativa 
Art. 333. OFERECER OU PROMETER vantagem 
indevida a funcionário público, para determiná-lo a 
PRATICAR, OMITIR OU RETARDAR ato de ofício: 
PENA → RECLUSÃO de 2 a 12 ANOS + MULTA. 
 
Crimes praticados por 
FUNCIONÁRIO 
PÚBLICO contra a 
Adm. Em Geral 
Crimes praticados por 
PARTICULAR contra 
a Adm. Em Geral 
CORRUPÇÃO 
PASSIVA 
CORRUPÇÃO ATIVA 
Art. 317. SOLICITAR 
OU RECEBER, para si 
ou para outrem, direta 
ou indiretamente, ainda 
que fora da função ou 
antes de assumi-la, mas 
em razão dela, 
vantagem indevida, OU 
ACEITAR promessa de 
tal vantagem: 
Art. 333. OFERECER 
OU PROMETER 
vantagem indevida a 
funcionário público, 
para determiná-lo a 
PRATICAR, OMITIR 
OU RETARDAR ato de 
ofício: 
Pena – RECLUSÃO de 
2 a 12 ANOS + 
MULTA. 
Pena – RECLUSÃO de
2 a 12 ANOS + 
MULTA. 
 
 Dica 11: TRÁFICO DE INFLUÊNCIA 
 
Tráfico de Influência 
Art. 332. SOLICITAR, EXIGIR, COBRAR OU 
OBTER, para si ou para outrem, vantagem ou 
promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato 
praticado por funcionário público no exercício da 
função: 
PENA → RECLUSÃO de 2 a 5 ANOS + MULTA. 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Dica 12: EXPLORAÇÃO DE PRESTÍGIO 
 
Exploração de prestígio 
 
Art. 357. SOLICITAR OU RECEBER dinheiro ou 
qualquer outra utilidade, a pretexto de influir em: 
1. Juiz; 
2. Jurado; 
3. Órgão do Ministério Público; 
4. Funcionário de justiça; 
5. Perito; 
6. Tradutor; 
7. Intérprete; ou 
8. Testemunha: 
 
PENA → RECLUSÃO de 1 a 5 ANOS + MULTA. 
 
Crimes praticados 
por 
PARTICULAR contra 
a Administração Em 
Geral 
Dos Crimes contra a 
ADMINISTRAÇÃO DA 
JUSTIÇA 
Tráfico de Influência 
(1/2 SECO) 
Exploração de 
prestígio 
(RESO 1/3) 
Art. 332. 
SOLICITAR, 
EXIGIR, 
COBRAR OU 
OBTER, 
 
1 - Para si ou para 
outrem, 
2 - Vantagem ou 
promessa de 
vantagem, 
3 - A pretexto de influir 
em ato praticado por 
funcionário público no 
exercício da função. 
Art. 357. 
SOLICITAR OU 
RECEBER 
 
1 - Dinheiro ou qualquer 
outra utilidade, 
2 - A pretexto de influir 
em (aqui tem um rol): 
2.1 - Juiz; 
2.2 - Jurado; 
2.3 - Órgão do Ministério 
Público; 
2.4 - Funcionário de 
Justiça; 
2.5 - Perito; 
2.6 - Tradutor; 
2.7 - Intérprete; ou 
2.8 - Testemunha. 
Pena - RECLUSÃO de 
2 a 5 ANOS + MULTA. 
Pena - RECLUSÃO de 
1 a 5 ANOS + MULTA. 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 247. Nos casos de indenização à Fazenda Estadual, 
o funcionário será obrigado a repor, de uma só vez, a 
importância do prejuízo causado em virtude de alcance, 
desfalque, remissão ou omissão em efetuar recolhimento ou 
entrada nos prazos legais. 
Art. 249. Será igualmente responsabilizado o funcionário 
que, fora dos casos expressamente previstos nas leis, 
regulamentos ou regimentos, cometer a pessoas estranhas 
às repartições, o desempenho de encargos que lhe 
competirem ou aos seus subordinados. 
Art. 250.  
§ 2º Será REINTEGRADO ao serviço público, no cargo que 
ocupava e com todos os direitos e vantagens devidas, o 
servidor absolvido pela Justiça, mediante simples 
comprovação do trânsito em julgado de decisão que negue 
a existência: 
1. De sua AUTORIA; ou 
2. Do FATO que deu origem à sua demissão. 
 
Art. 41, CF. 
§ 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor 
estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da 
vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem 
direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto 
em disponibilidade com remuneração proporcional ao 
tempo de serviço. 
 
Art. 250. A responsabilidade administrativa NÃO EXIME o 
funcionário da responsabilidade civil ou criminal que no caso 
couber, nem o pagamento da indenização a que ficar 
obrigado, na forma dos arts. 247 e 248, o exame da pena 
disciplinar em que incorrer. 
 
§ 1º A responsabilidade administrativa é INDEPENDENTE 
da civil e da criminal. 
§ 3º O processo administrativo SÓ PODERÁ SER 
SOBRESTADO para aguardar decisão judicial por despacho 
motivado da autoridade competente para aplicar a pena. 
TÍTULO VII 
DAS PENALIDADES, DA EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE E 
DAS PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES 
 
CAPÍTULO I 
DAS PENALIDADES E DE SUA APLICAÇÃO 
 
Art. 251. São PENAS DISCIPLINARES: 
I - repreensão; 
II - suspensão; 
III - multa; 
IV - demissão; 
V - demissão a bem do serviço público; e 
VI - cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 
Art. 252. Na aplicação das penas disciplinares serão 
consideradas: 
A GRAvidade da infração 
A NAtureza; 
Os DAnos que dela provierem para o serviço público. 
Art. 254. A pena de SUSPENSÃO, que não excederá de 
90 DIAS, será aplicada em caso de falta grave ou de 
reincidência. 
 
§ 1º O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e 
direitos decorrentes do exercício do cargo. 
 
§ 2º A autoridade que aplicar a pena de suspensão poderá 
converter essa penalidade em multa, na base de 50% por 
dia de vencimento ou remuneração, sendo o funcionário, 
nesse caso, obrigado a permanecer em serviço. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 255.A pena de MULTA será aplicada na forma e nos 
casos expressamente previstos em LEI ou 
REGULAMENTO. 
Art. 256. Será aplicada a pena de DEMISSÃO nos casos 
de: 
I - abandono de cargo; 
II - procedimento irregular, de natureza grave; 
III - ineficiência no serviço; 
IV - aplicação indevida de dinheiros públicos, e 
V - ausência ao serviço, sem causa justificável, por mais de 
45 DIAS, interpoladamente, durante 1 ANO. 
 
§ 1º Considerar-se-á abandono de cargo, o não 
comparecimento do funcionário por mais de 30 DIAS 
consecutivos “ex-vi” do art. 63. 
 
§ 2º A pena de demissão por ineficiência no serviço, só será 
aplicada quando verificada a impossibilidade de 
READAPTAÇÃO. 
Art. 257. Será aplicada a pena de DEMISSÃO A BEM DO 
SERVIÇO PÚBLICO ao funcionário que: 
I - for convencido de incontinência pública e escandalosa e 
de vício de jogos proibidos; 
II - praticar ato definido como crime contra a administração 
pública, a fé pública e a Fazenda Estadual, ou previsto nas 
leis relativas à segurança e à defesa nacional; 
III - revelar segredos de que tenha conhecimento em razão 
do cargo, desde que o faça dolosamente e com prejuízo 
para o Estado ou particulares; 
IV - praticar insubordinação grave; 
V - praticar, em serviço, ofensas físicas contra funcionários 
ou particulares, salvo se em legítima defesa; 
VI - lesar o patrimônio ou os cofres públicos; 
VII - receber ou solicitar propinas, comissões, presentes ou 
vantagens de qualquer espécie, diretamente ou por 
intermédio de outrem, ainda que fora de suas funções mas 
em razão delas; 
VIII - pedir, por empréstimo, dinheiro ou quaisquer valores a 
pessoas que tratem de interesses ou o tenham na 
repartição, ou estejam sujeitos à sua fiscalização; 
IX - exercer advocacia administrativa; e 
X - apresentar com DOLO declaração falsa em matéria de 
salário-família, sem prejuízo da responsabilidade civil e de 
procedimento criminal, que no caso couber. 
Art. 260. Para aplicação das penalidades previstas no 
artigo 251, são competentes: 
I - o Governador; 
II - os Secretários de Estado, o Procurador Geral do Estado 
e os Superintendentes de Autarquia; 
III - os Chefes de Gabinete, até a de suspensão; 
IV - os Coordenadores, até a de suspensão limitada a 60 
(sessenta) dias; e 
V - os Diretores de Departamento e Divisão, até a de 
suspensão limitada a 30 (trinta) dias. 
Parágrafo único. Havendo MAIS DE UM infrator e 
diversidade de sanções, a competência será da autoridade 
responsável pela imposição da penalidade mais grave. 
Art. 261. Extingue-se a punibilidade pela prescrição: 
I - da falta sujeita à pena de repreensão, suspensão ou 
multa, em 2 anos; 
II - da falta sujeita à pena de demissão, de demissão a bem 
do serviço público e de cassação da aposentadoria ou 
disponibilidade, em 5 anos; 
III - da falta prevista em lei como infração penal, no prazo de 
prescrição em abstrato da pena criminal, se for superior a 5 
anos. 
§ 1º A prescrição começa a correr do dia em que a falta for 
cometida; do dia em que tenha cessado a continuação ou a 
permanência, nas faltas continuadas ou permanentes. 
§ 2º Interrompem a prescrição a portaria que instaura 
sindicância e a que instaura processo administrativo. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3 
Art. 265. A autoridade realizará apuração PRELIMINAR, 
de natureza simplesmente investigativa, quando a infração 
não estiver suficientemente caracterizada ou definida 
autoria. 
 
§ 1º A apuração preliminar deverá ser concluída no prazo 
de 30 DIAS. 
§ 2º NÃO CONCLUÍDA no prazo a apuração, a autoridade 
deverá imediatamente encaminhar ao CHEFE DE 
GABINETE relatório das diligências realizadas e definir o 
tempo necessário para o término dos trabalhos. 
§ 3º Ao concluir a apuração preliminar, a autoridade deverá 
opinar fundamentadamente pelo arquivamento ou pela 
instauração de sindicância ou de processo administrativo. 
Art. 266. Determinada a instauração de sindicância ou 
processo administrativo, ou no seu curso, havendo 
conveniência para a instrução ou para o serviço, poderá o 
CHEFE DE GABINETE, por despacho fundamentado, 
ordenar as seguintes providências: 
I - afastamento preventivo do servidor, quando o 
recomendar a moralidade administrativa ou a apuração do 
fato, sem prejuízo de vencimentos ou vantagens, ATÉ 180 
DIAS, prorrogáveis uma única vez por igual período; 
II - designação do servidor acusado para o exercício de 
atividades exclusivamente burocráticas até decisão final do 
procedimento; 
III - recolhimento de carteira funcional, distintivo, armas e 
algemas; 
IV - proibição do porte de armas; 
V - comparecimento obrigatório, em periodicidade a ser 
estabelecida, para tomar ciência dos atos do procedimento. 
 
§ 1º A autoridade que determinar a instauração ou presidir 
sindicância ou processo administrativo poderá representar 
ao CHEFE DE GABINETE para propor a aplicação das 
medidas previstas neste artigo, bem como sua cessação ou 
alteração. 
 
§ 2º O CHEFE DE GABINETE poderá, a qualquer momento, 
por despacho fundamentado, fazer cessar ou alterar as 
medidas previstas neste artigo. 
 
Art. 267. O período de afastamento preventivo 
COMPUTA-SE como de efetivo exercício, NÃO SENDO 
descontado da pena de suspensão eventualmente aplicada. 
 
CAPÍTULO II 
DA SINDICÂNCIA 
 
Art. 272. São competentes para determinar a instauração 
de sindicância as autoridades enumeradas no artigo 260. 
 
CAPÍTULO III 
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO 
 
Art. 274. São competentes para determinar a instauração 
de processo administrativo as autoridades enumeradas no 
artigo 260, até o inciso IV, inclusive. 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 277. O processo administrativo deverá: 
1. Ser instaurado por PORTARIA; 
2. No prazo improrrogável de 8 DIAS do recebimento da 
determinação; 
3. E concluído no de 90 DIAS da citação do acusado. 
 
§ 1º Da PORTARIA deverão constar: 
1. O nome e a identificação do acusado; 
2. A infração que lhe é atribuída, com descrição sucinta 
dos fatos; 
3. A indicação das normas infringidas; e 
4. A penalidade mais elevada em tese cabível. 
 
§ 2º Vencido o prazo, caso não concluído o processo, o 
PROCURADOR DO ESTADO que o presidir deverá 
imediatamente encaminhar ao seu superior hierárquico 
relatório indicando as providências faltantes e o tempo 
necessário para término dos trabalhos. 
 
§ 3º O superior hierárquico dará ciência dos fatos a que se 
refere o parágrafo anterior e das providências que houver 
adotado à autoridade que determinou a instauração do 
processo. 
Art. 278. Autuada a portaria e demais peças preexistentes, 
designará o presidente: 
1. Dia e hora para audiência de interrogatório; 
2. Determinando a citação do acusado; 
3. E a notificação do denunciante, se houver. 
 
§ 1º O MANDADO DE CITAÇÃO DEVERÁ CONTER: 
1. Cópia da portaria; 
2. Data, hora e local do interrogatório, que PODERÁ ser 
acompanhado pelo advogado do acusado; 
3. Data, hora e local da oitiva do denunciante, se houver, 
que DEVERÁ ser acompanhada pelo advogado do 
acusado; 
4. Esclarecimento de que o acusado será defendido por 
advogado dativo, caso não constitua advogado próprio; 
5. Informação de que o acusado poderá arrolar 
testemunhas e requerer provas, no prazo de 3 DIAS apósa data designada para seu interrogatório; 
6. Advertência de que o processo SERÁ EXTINTO se o 
acusado pedir exoneração até o interrogatório, quando se 
tratar EXCLUSIVAMENTE de abandono de cargo ou 
função, bem como inassiduidade. 
§ 2º A citação do acusado será feita pessoalmente, no 
mínimo 2 DIAS antes do interrogatório, por intermédio do 
respectivo superior hierárquico, ou diretamente, onde possa 
ser encontrado. 
 
§ 3º Não sendo encontrado em seu local de trabalho ou no 
endereço constante de seu assentamento individual, 
furtando-se o acusado à citação ou ignorando-se seu 
paradeiro, a citação far-se-á por EDITAL, publicado uma 
vez no Diário Oficial do Estado, no mínimo 10 DIAS antes 
do interrogatório. 
 
Art. 279. Havendo denunciante, este deverá prestar 
declarações, no interregno entre a data da citação e a fixada 
para o interrogatório do acusado, sendo notificado para tal 
fim. 
 
§ 1º A oitiva do denunciante DEVERÁ ser acompanhada 
pelo advogado do acusado, próprio ou dativo. 
 
§ 2º O acusado não assistirá à inquirição do denunciante; 
antes porém de ser interrogado, poderá ter ciência das 
declarações que aquele houver prestado. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 291. Quando, no curso do procedimento, surgirem 
fatos novos imputáveis ao acusado: 
1. Poderá ser promovida a instauração de novo 
procedimento para sua apuração; 
2. Ou, caso conveniente, aditada a portaria, reabrindo-se 
oportunidade de defesa. 
Art. 292. Encerrada a fase probatória, dar-se-á vista dos 
autos à defesa, que poderá apresentar ALEGAÇÕES 
FINAIS, no prazo de 7 DIAS. 
Parágrafo único. Não apresentadas no prazo as alegações 
finais, o presidente designará advogado dativo, assinando-
lhe novo prazo. 
Art. 293. O relatório deverá ser apresentado no prazo de 
10 DIAS, contados da apresentação das alegações finais. 
§ 1º O relatório deverá descrever, em relação a cada 
acusado, separadamente as: 
1. Irregularidades imputadas; 
2. Provas colhidas; e 
3. Razões de defesa. 
Propondo a absolvição ou punição e indicando, nesse caso, 
a pena que entender cabível. 
 
§ 2º O relatório deverá conter, também, a sugestão de 
quaisquer outras providências de interesse do serviço 
público. 
Art. 295. Recebendo o processo relatado, a autoridade 
que houver determinado sua instauração deverá, no prazo 
de 20 DIAS, proferir o julgamento ou determinar a realização 
de diligência, sempre que necessária ao esclarecimento de 
fatos. 
Art. 296. Determinada a diligência, a autoridade 
encarregada do processo administrativo terá prazo de 15 
dias para seu cumprimento, abrindo vista à defesa para 
manifestar-se em 5 dias. 
Art. 298. A autoridade que proferir decisão determinará os 
atos dela decorrentes e as providências necessárias a sua 
execução. 
Art. 299. As decisões serão SEMPRE publicadas no Diário 
Oficial do Estado, dentro do prazo de 8 DIAS, bem como 
averbadas no registro funcional do servidor. 
Art. 305. NÃO SERÁ declarada a nulidade de nenhum ato 
processual que não houver influído: 
1. Na apuração da verdade substancial; ou 
2. Diretamente na decisão do processo ou sindicância. 
Art. 307. Decorridos 5 ANOS de efetivo exercício, 
contados do cumprimento da sanção disciplinar, sem 
cometimento de nova infração, não mais poderá aquela ser 
considerada em prejuízo do infrator, INCLUSIVE para efeito 
de reincidência. 
 
Parágrafo único. A demissão e a demissão a bem do 
serviço público acarretam a incompatibilidade para nova 
investidura em cargo, função ou emprego público, pelo 
prazo de 5 e 10 anos, respectivamente. 
 
CAPÍTULO IV 
DO PROCESSO POR ABANDONO DO CARGO OU 
FUNÇÃO E POR INASSIDUIDADE 
 
Art. 309. NÃO SERÁ instaurado processo para apurar: 
1. Abandono de cargo ou função; 
2. Bem como inassiduidade. 
Se o servidor TIVER PEDIDO EXONERAÇÃO. 
Art. 310. Extingue-se o processo instaurado 
exclusivamente para apurar: 
1. Abandono de cargo ou função; 
2. Bem como inassiduidade. 
Se o indiciado PEDIR EXONERAÇÃO até a data designada 
para o interrogatório, ou por ocasião deste. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO V 
DOS RECURSOS 
 
Art. 312. Caberá recurso, por UMA ÚNICA VEZ, da 
decisão que aplicar penalidade. 
 
§ 1º O prazo para recorrer é de 30 DIAS, contados da 
publicação da decisão impugnada no Diário Oficial do 
Estado ou da intimação pessoal do servidor, quando for o 
caso. 
 
§ 2º Do recurso deverá constar, além do nome e 
qualificação do recorrente, a exposição das razões de 
inconformismo. 
 
§ 3º O recurso será apresentado à autoridade que aplicou a 
pena, que terá o prazo de 10 DIAS para, motivadamente, 
manter sua decisão ou reformá-la. 
 
§ 4º Mantida a decisão, ou reformada parcialmente, será 
imediatamente encaminhada a reexame pelo superior 
hierárquico. 
 
§ 5º O recurso será apreciado pela autoridade competente 
ainda que: 
1. Incorretamente denominado; ou 
2. Incorretamente endereçado. 
Art. 314. Os recursos de que trata esta lei complementar 
NÃO TÊM EFEITO SUSPENSIVO; os que forem providos 
darão lugar às retificações necessárias, RETROAGINDO 
SEUS EFEITOS à data do ato punitivo. 
CAPÍTULO VI 
DA REVISÃO 
 
Art. 315. Admitir-se-á, a qualquer tempo, a REVISÃO de 
punição disciplinar de que não caiba mais recurso, se 
surgirem fatos ou circunstâncias ainda não apreciados, ou 
vícios insanáveis de procedimento, que possam 
JUSTIFICAR redução ou anulação da pena aplicada. 
 
§ 1º A simples alegação da injustiça da decisão não constitui 
fundamento do pedido. 
 
§ 2º NÃO SERÁ admitida reiteração de pedido pelo mesmo 
fundamento. 
 
§ 3º Os pedidos formulados em desacordo com este artigo 
serão indeferidos. 
 
§ 4º O ÔNUS da prova cabe ao REQUERENTE. 
Art. 316. A pena imposta NÃO PODERÁ ser agravada 
pela revisão. 
Art. 320. Recebido o pedido, o presidente providenciará o 
apensamento dos autos originais e notificará o requerente 
para, no prazo de 8 DIAS, oferecer rol de testemunhas, ou 
requerer outras provas que pretenda produzir. 
 
Parágrafo único. No processamento da revisão serão 
observadas as normas previstas nesta lei complementar 
para o processo administrativo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LEI 8.429/92 - IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 
 
CAPÍTULO I 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 7° Quando o ato de improbidade causar lesão ao 
patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá 
a autoridade administrativa responsável pelo inquérito 
representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade 
dos bens do indiciado. 
Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o 
caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o 
INTEGRAL RESSARCIMENTO do dano, ou sobre o 
acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito. 
Art. 8° O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio 
público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às 
cominações desta lei ATÉ O LIMITE DO VALOR DA 
HERANÇA.SEÇÃO I 
Dos Atos De Improbidade Administrativa 
Que Importam Enriquecimento Ilícito 
SEÇÃO II 
Dos Atos De Improbidade Administrativa 
Que Causam Prejuízo Ao Erário 
SEÇÃO III 
Dos Atos De Improbidade 
Administrativa Que Atentam Contra 
Os Princípios Da Administração 
Pública 
E L A 
Art. 9° Constitui ato de improbidade 
administrativa importando 
ENRIQUECIMENTO ILÍCITO auferir 
qualquer tipo de vantagem patrimonial 
indevida em razão do exercício de cargo, 
mandato, função, emprego ou atividade nas 
entidades mencionadas no art. 1° desta lei, 
e NOTADAMENTE: 
Art. 10. Constitui ato de improbidade 
administrativa que causa LESÃO AO 
ERÁRIO qualquer ação OU omissão, 
DOLOSA OU CULPOSA, que enseje perda 
patrimonial, desvio, apropriação, 
malbaratamento ou dilapidação dos bens ou 
haveres das entidades referidas no art. 1º 
desta lei, e NOTADAMENTE: 
Art. 11. Constitui ato de improbidade 
administrativa que ATENTA CONTRA OS 
PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO 
PÚBLICA qualquer ação ou omissão que 
viole os deveres de honestidade, 
imparcialidade, legalidade, e lealdade às 
instituições, e NOTADAMENTE: 
V - RECEBER vantagem econômica de 
qualquer natureza, direta ou indireta, para 
tolerar a exploração ou a prática de jogos de 
azar, de lenocínio, de narcotráfico, de 
contrabando, de usura ou de qualquer outra 
atividade ilícita, ou ACEITAR promessa de 
tal vantagem; 
V - PERMITIR ou FACILITAR a aquisição, 
permuta ou locação de bem ou serviço por 
preço superior ao de mercado; 
V - FRUSTRAR a LICITUDE de 
CONCURSO público; 
VI - RECEBER vantagem econômica de 
qualquer natureza, direta ou indireta, para 
fazer declaração falsa sobre medição ou 
avaliação em obras públicas ou qualquer 
outro serviço, ou sobre quantidade, peso, 
medida, qualidade ou característica de 
mercadorias ou bens fornecidos a qualquer 
das entidades mencionadas no art. 1º desta 
lei; 
VI - REALIZAR operação financeira sem 
observância das normas legais e 
regulamentares ou aceitar garantia 
insuficiente ou inidônea; 
VI - DEIXAR de prestar contas quando 
esteja obrigado a fazê-lo; 
VIII - ACEITAR emprego, comissão ou 
EXERCER atividade de consultoria ou 
assessoramento para pessoa física ou 
jurídica que tenha interesse suscetível de ser 
atingido ou amparado por ação ou omissão 
decorrente das atribuições do agente 
público, durante a atividade; 
VIII - FRUSTRAR a licitude de processo 
LICITATÓRIO ou de processo seletivo para 
celebração de parcerias com entidades sem 
fins lucrativos, ou dispensá-los 
indevidamente; 
VIII - DESCUMPRIR as normas relativas 
à celebração, fiscalização e aprovação de 
contas de parcerias firmadas pela 
administração pública com entidades 
privadas. 
IX - PERCEBER vantagem econômica para 
intermediar a liberação ou aplicação de 
verba pública de qualquer natureza; 
IX - ORDENAR ou PERMITIR a realização de 
despesas não autorizadas em lei ou 
regulamento; 
IX - DEIXAR de cumprir a exigência de 
requisitos de acessibilidade previstos na 
legislação. 
 XVI - FACILITAR ou CONCORRER, por 
qualquer forma, para a incorporação, ao 
patrimônio particular de pessoa física ou 
jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores 
públicos transferidos pela administração 
pública a entidades privadas mediante 
celebração de parcerias, sem a observância 
das formalidades legais ou regulamentares 
aplicáveis à espécie; 
 
 
 
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SEÇÃO I 
Dos Atos De Improbidade Administrativa 
Que Importam Enriquecimento Ilícito 
SEÇÃO II 
Dos Atos De Improbidade Administrativa 
Que Causam Prejuízo Ao Erário 
SEÇÃO III 
Dos Atos De Improbidade 
Administrativa Que Atentam Contra 
Os Princípios Da Administração 
Pública 
E L A 
 XIX - AGIR negligentemente na celebração, 
fiscalização e análise das prestações de contas 
de parcerias firmadas pela administração pública 
com entidades privadas; 
 
 XX - LIBERAR recursos de parcerias firmadas 
pela administração pública com entidades 
privadas sem a estrita observância das normas 
pertinentes ou INFLUIR de qualquer forma para 
a sua aplicação irregular. 
 
 
Seção II-A 
Dos Atos de Improbidade Administrativa Decorrentes 
de Concessão ou Aplicação Indevida de Benefício 
Financeiro ou Tributário 
 
Art. 10-A. Constitui ato de improbidade administrativa 
qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter 
benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o 
caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar nº 116, de 
31 de julho de 2003. (Incluído pela Lei Complementar nº 
157, de 2016) (Produção de efeito) 
 
CAPÍTULO III 
DAS PENAS 
 
Art. 12. INDEPENDENTEMENTE das sanções penais, 
civis e administrativas previstas na legislação específica, 
está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às 
seguintes cominações, que podem ser aplicadas ISOLADA 
ou CUMULATIVAMENTE, de acordo com a gravidade do 
fato: 
 
 
Dos Atos de Improbidade 
Administrativa Decorrentes 
de Concessão ou Aplicação 
Indevida de Benefício 
Financeiro ou Tributário 
Dos Atos De Improbidade 
Administrativa Que Importam 
Enriquecimento Ilícito 
Dos Atos De Improbidade 
Administrativa Que Causam 
Prejuízo Ao Erário 
Dos Atos De Improbidade 
Administrativa Que Atentam 
Contra Os Princípios Da 
Administração Pública 
T E L A 
IV - na hipótese prevista no art. 
10-A, perda da função pública, 
suspensão dos direitos políticos 
de 5 a 8 ANOS e 
 
(Mesma pena do L) 
I - na hipótese do art. 9°, perda 
dos bens ou valores acrescidos 
ilicitamente ao patrimônio, 
ressarcimento integral do dano, 
quando houver, perda da 
função pública, suspensão dos 
direitos políticos de 8 a 10 
ANOS, 
II - na hipótese do art. 10, 
ressarcimento integral do dano, 
perda dos bens ou valores 
acrescidos ilicitamente ao 
patrimônio, se concorrer esta 
circunstância, perda da função 
pública, suspensão dos direitos 
políticos de 5 a 8 ANOS, 
III - na hipótese do art. 11, 
ressarcimento integral do dano, se 
houver, perda da função pública, 
suspensão dos direitos políticos de 
3 a 5 ANOS, 
Multa civil de ATÉ 3 VEZES o 
valor do BENEFÍCIO financeiro 
ou tributário concedido. 
Pagamento de multa civil de ATÉ 
3 VEZES o valor do 
ACRÉSCIMO patrimonial 
Pagamento de multa civil de ATÉ 
2 VEZES o valor do DANO 
Pagamento de multa civil de ATÉ 
100 VEZES o valor da 
REMUNERAÇÃO percebida pelo 
agente 
 E proibição de contratar com o 
Poder Público ou receber 
benefícios ou incentivos fiscais ou 
creditícios, direta ou indiretamente, 
ainda que por intermédio de 
pessoa jurídica da qual seja sócio 
majoritário pelo prazo de 
10 ANOS; 
E proibição de contratar com o 
Poder Público ou receber 
benefícios ou incentivos fiscais ou 
creditícios, direta ou indiretamente, 
ainda que por intermédio de 
pessoa jurídica da qual seja sócio 
majoritário pelo prazo de 
5 ANOS; 
E proibição de contratar com o Poder 
Público ou receber benefícios ou 
incentivos fiscais ou creditícios, direta 
ou indiretamente, ainda que por 
intermédio de pessoa jurídica da qual 
seja sócio majoritário pelo prazo de 
 
3 ANOS. 
 
CAPÍTULO IV 
DA DECLARAÇÃO DE BENS 
 
Art. 13. 
§ 2º A declaração de bens será ANUALMENTE atualizada 
e na data em que o agente público deixar o exercício do 
mandato, cargo, emprego ou função. 
§ 4º O declarante, a seu critério, poderá entregar cópia da 
declaração anual de bens apresentadaà DELEGACIA DA 
RECEITA FEDERAL na conformidade da legislação do 
Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza, 
com as necessárias atualizações, para suprir a exigência 
contida no caput e no § 2° deste artigo. 
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CAPÍTULO V 
DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO E DO 
PROCESSO JUDICIAL 
 
Art. 14. QUALQUER PESSOA poderá representar à 
autoridade administrativa competente para que seja 
instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato 
de improbidade. 
 
§ 1º A representação, que será escrita ou reduzida a termo 
e assinada, conterá a qualificação do representante, as 
informações sobre o fato e sua autoria e a indicação das 
provas de que tenha conhecimento. 
Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será 
proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica 
interessada, dentro de 30 DIAS da efetivação da medida 
cautelar. 
§ 1º É VEDADA a transação, acordo ou conciliação nas 
ações de que trata o caput. 
 
Esse  parágrafo  havia  sido  revogado  pela  Medida  Provisória  nº 
703/2015. Porém, esta MP teve seu prazo de vigência encerrado no dia 
29 de maio do corrente ano. Sendo assim, o que dispõe o parágrafo 
primeiro do artigo 17 permanece valendo.  
 
§ 2º A FAZENDA PÚBLICA, quando for o caso, promoverá 
as ações necessárias à complementação do ressarcimento 
do patrimônio público. 
 
§ 3º No caso de a ação principal ter sido proposta pelo 
MINISTÉRIO PÚBLICO, aplica-se, no que couber, o disposto 
no § 3o do art. 6o da Lei no 4.717, de 29 de junho de 1965. 
 
§ 4º O Ministério Público, se não intervir no processo como 
parte, atuará obrigatoriamente, como FISCAL DA LEI, sob 
pena de nulidade. 
 
§ 5º A propositura da ação prevenirá a jurisdição do juízo 
para todas as ações posteriormente intentadas que 
possuam a mesma causa de pedir ou o mesmo objeto. 
 
§ 6º A ação será instruída com documentos ou justificação que 
contenham indícios suficientes da existência do ato de 
improbidade ou com razões fundamentadas da impossibilidade 
de apresentação de qualquer dessas provas, observada a 
legislação vigente, inclusive as disposições inscritas nos arts. 16 
a 18 do Código de Processo Civil. 
 
§ 7º Estando a inicial em devida forma, o juiz mandará autuá-la 
e ordenará a notificação do requerido, para oferecer 
manifestação por escrito, que poderá ser instruída com 
documentos e justificações, dentro do prazo de 15 DIAS. 
§ 8º Recebida a manifestação, o juiz, no prazo de 30 DIAS, 
em decisão fundamentada, rejeitará a ação, se convencido 
da inexistência do ato de improbidade, da improcedência da 
ação ou da inadequação da via eleita. 
§ 9º Recebida a petição inicial, será o réu CITADO para 
apresentar contestação. 
 
 
§ 10. Da decisão que receber a petição inicial, caberá 
AGRAVO DE INSTRUMENTO. 
 
§ 11. Em qualquer fase do processo, reconhecida a 
inadequação da ação de improbidade, o juiz extinguirá o 
processo SEM JULGAMENTO DO MÉRITO. 
 
§ 12. Aplica-se aos depoimentos ou inquirições realizadas 
nos processos regidos por esta Lei o disposto no art. 
221, caput e § 1o, do Código de Processo Penal. 
Art. 18. A sentença que julgar procedente ação civil de 
reparação de dano ou decretar a perda dos bens havidos 
ilicitamente determinará o pagamento ou a reversão dos 
bens, conforme o caso, EM FAVOR DA PESSOA 
JURÍDICA PREJUDICADA PELO ILÍCITO. 
 
CAPÍTULO VI 
DAS DISPOSIÇÕES PENAIS 
 
Art. 19. Constitui CRIME a representação por ato de 
improbidade contra agente público ou terceiro beneficiário, 
quando o autor da denúncia o sabe inocente. 
Pena: DETENÇÃO de 6 a 10 MESES E multa. 
Parágrafo único. Além da sanção penal, o denunciante 
está sujeito a indenizar o denunciado pelos danos materiais, 
morais ou à imagem que houver provocado. 
Art. 20. A perda da função pública e a suspensão dos 
direitos políticos SÓ SE EFETIVAM com o trânsito em 
julgado da sentença condenatória. 
Parágrafo único. A autoridade judicial ou administrativa 
competente poderá determinar o afastamento do agente 
público do exercício do cargo, emprego ou função, sem 
prejuízo da remuneração, quando a medida se fizer 
necessária à instrução processual. 
Art. 21. A aplicação das sanções previstas nesta lei 
INDEPENDE / PRESCINDE: 
I - da efetiva ocorrência de dano ao patrimônio público, salvo 
quanto à pena de ressarcimento; 
II - da aprovação ou rejeição das contas pelo órgão de 
controle interno ou pelo Tribunal ou Conselho de Contas. 
CAPÍTULO VII 
DA PRESCRIÇÃO 
Art. 23. As ações destinadas a levar a efeitos as sanções 
previstas nesta lei podem ser propostas: 
I - até cinco anos após o término do exercício de mandato, 
de cargo em comissão ou de função de confiança; 
II - dentro do prazo prescricional previsto em lei específica 
para faltas disciplinares puníveis com demissão a bem do 
serviço público, nos casos de exercício de cargo efetivo ou 
emprego. 
III - até cinco anos da data da apresentação à administração 
pública da prestação de contas final pelas entidades 
referidas no parágrafo único do art. 1º desta Lei. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Prêmio Nobel da Paz 
 Campanha Internacional para a Abolição das Armas 
Nucleares (Ican, sua sigla em inglês) ganhou o 
Prêmio Nobel da Paz 2017. 
 A organização foi premiada por chamar a atenção 
para as consequências catastróficas do uso de 
armas nucleares e pelos seus esforços inovadores 
para conseguir a proibição do uso dessas armas. 
 A Ican impulsionou o histórico Tratado Global para 
Proibir as Armas Nucleares, que foi adotado por 122 
países em julho na Organização das Nações Unidas 
(ONU). 
 Os cientistas Rainer Weiss, Barry Barish e Kip 
Thorne foram laureados com o Prêmio Nobel de 
Física de 2017 pelas suas contribuições para 
descoberta das ondas gravitacionais. 
 A primeira detecção foi realizada em setembro de 
2015 pelo grupo de pesquisadores por meio do 
Observatório de Ondas Gravitacionais por 
Interferômetro Laser (LIGO). 
 As ondas gravitacionais foram previstas por Albert 
Einstein há mais de 100 anos e são produzidas por 
meio da colisão entre dois buracos negros. 
Donald Trump 
Suprema Corte autoriza aplicação total de 
decreto anti-imigração de Trump 
 A Suprema Corte dos EUA autorizou a aplicação 
total do decreto de Donald Trump que veta a 
entrada de cidadãos de seis países de maioria 
islâmica: Irã, Iêmen, Líbia, Síria, Somália e 
Chade. 
 O veto de Trump também inclui pessoas da Coreia 
do Norte e alguns funcionários do governo da 
Venezuela, mas as cortes inferiores já tinham 
autorizado essas determinações a entrar em 
vigor. 
 A Casa Branca justifica que a proibição se faz 
necessária para proteger a segurança nacional 
dos EUA. 
EUA encerram programa que protege 800 mil 
jovens imigrantes 
 O governo de Donald Trump vai encerrar 
o programa Daca (Atenção Diferenciada para os 
Chegados na Infância), também conhecido como 
"Dreamers" (Sonhadores, em tradução livre), que 
protege da deportação imigrantes que foram para 
osEUA ilegalmente ainda crianças. 
 Governo dos EUA anuncia fim de status de 
proteção temporária para imigrantes 
 O status de proteção temporário (TPS, na sigla em 
inglês) é um programa humanitário, criado nos 
EUA em 1990, que garantia direito de permanência 
e trabalho a imigrantes oriundos de países 
afetados por conflitos armados, desastres naturais 
ou outras “condições extraordinárias e 
temporárias”. 
 2017: Nicarágua e Haiti 
 2018: El Salvador 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 
Renúncia de Presidentes na África 
 
Robert Mugabe renuncia à presidência do 
Zimbábue 
 
 Presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, 
renunciou, após 37 anos no cargo. 
 Após a entrega da carta, o processo de 
impeachment foi suspenso. 
 Emmerson Mnangagwa foi demitido por 
deslealdade e sua saída foi vista como uma 
estratégia para conduzir a primeira-dama Grace 
Mugabe ao poder. 
 Emmerson Mnangagwa assumiu a presidência. 
 
Jacob Zuma renuncia à presidência da África do 
Sul 
 Jacob Zuma renunciou à presidência da África 
do Sul. 
 A decisão evita um processo de impeachment. 
 Ele é alvo de mais de 800 acusações por 
corrupção. 
 Cyril Ramaphosa assumiu a presidência. 
 
Assédio Sexual em Hollywood 
 
Atrizes denunciam assédio de Harvey Weinstein 
Kevin Spacey é alvo de denúncia de assédio sexual 
 
 #MeToo (eu também): viralizou após as denúncias 
contra Weinstein virem à tona. Movimento para 
apoiar vítimas de abuso/assédio sexual. 
 Time’s Up (o tempo acabou): iniciativa concreta 
para combater casos de violência sexual e 
discriminação de gênero no ambiente de trabalho. 
75º Globo de Ouro: atrizes se vestiram de preto para 
denunciar o assédio sexual sofrido pelas mulheres em 
Hollywood e pedir igualdade de gêneros. 
 
Oprah Winfrey ganha homenagem e faz discurso 
sobre força das mulheres, assédio sexual e 
racismo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3 
Lula é condenado 
 
Sérgio Moro condena ex-presidente Lula a 9 anos 
e 6 meses de prisão 
 Em 12/07/2017, o juiz Sérgio Moro, da Justiça 
Federal de Curitiba, condenou o ex-presidente Luiz 
Inácio Lula da Silva, pelos crimes de corrupção 
passiva e de lavagem de dinheiro, a uma pena de 9 
anos e meio de prisão. 
 Dono oculto de um apartamento tríplex no Guarujá, 
recebido como propina paga pela empreiteira OAS, 
em troca de benefícios em obras da Petrobras. 
 É a primeira vez na história em que um ex-
presidente da República é condenado por crime 
comum no Brasil. 
Turma do Tribunal Regional Federal condena 
Lula 
 Em 24/01/2018, por unanimidade, os três 
desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 votaram 
em favor de manter a condenação e ampliar a pena 
de prisão (12 anos e 1 mês de prisão) do ex-
presidente Lula por corrupção passiva e lavagem 
de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP). O 
cumprimento da pena se inicia após o 
esgotamento de recursos no âmbito do próprio 
TRF-4. 
Ministra do Trabalho 
 
Temer aceita indicação da deputada Cristiane 
Brasil para ministra do Trabalho 
Cristiane Brasil tem condenação em processo 
trabalhista -> Ações populares em diferentes varas da 
Justiça Federal do Rio com o objetivo de impedir a 
posse da deputada -> Questionam o fato de a futura 
ministra ter sido condenada por desrespeitar direitos 
trabalhistas, tema da pasta. Desrespeito à 
Constituição Federal no que se refere à moralidade 
administrativa. 
 Justiça suspende posse de Cristiane Brasil como 
ministra do Trabalho. 
 TRF manteve liminar que impede sua posse como 
ministra do Trabalho. 
 STJ libera posse de Cristiane Brasil no Ministério 
do Trabalho. 
 Em 20/01/2018, a presidente do Supremo 
Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, 
suspendeu a posse da deputada federal Cristiane 
Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho. 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 
Reformas pelo mundo 
 
Congresso argentino aprovou Reforma da 
Previdência -> Maior central operária argentina 
convoca greve Argentinos fazem protestos 
Senado dos EUA aprovou Reforma Tributária: 
Primeira grande mudança fiscal nos Estados Unidos 
em 30 anos 
Grande vitória política do presidente Donald Trump 
Reduz permanentemente a taxa de imposto das 
corporações — de 35% para 21% 
 
Bolívia 
 
Justiça da Bolívia libera Evo Morales para 
concorrer a quarto mandato 
 Em novembro de 2017, o Tribunal Constitucional 
Plurinacional da Bolívia (Suprema Corte) 
autorizou o presidente Evo Morales a concorrer 
a seu quarto mandato na eleição de 2019, o que 
pode permitir a ele ficar 19 anos no poder. 
 A decisão contraria o resultado do plebiscito de 
2016. 
 Os magistrados acolheram ação de 
inconstitucionalidade do Movimento ao Socialismo 
(MAS), partido governista, cujo argumento era que 
os limites legais de reeleição e de mandatos 
violam o sufrágio universal. 
 
Eleições 
 
CHILE 
O ex-presidente de centro-direita Sebastián Piñera 
venceu o segundo turno da eleição presidencial 
chilena e assumirá seu segundo mandato em março 
de 2018. 
 
Libéria 
O ex-jogador de futebol George Weah – o único 
africano a ganhar a Bola de Ouro – será o próximo 
presidente da Libéria. 
 
Honduras 
 Reeleição de Juan Orlando Hernández, apoiado 
pelos EUA. 
 Acusações de fraude eleitoral. 
 Protestos e Violência. 
 Pedido de novas eleições (ex: OEA). 
Alemanha 
 Angela Merkel (CDU) venceu as eleições gerais, 
com 30% dos votos. 
 Foi o pior resultado numérico para o CDU nas 
urnas desde 1949. 
 Crescimento do partido O Alternativa para a 
Alemanha (AFD), de extrema-direita. 
Áustria 
 Vitória do conservador Sebastian Kurz (ÖVP). 
 Coalizão entre conservadores e ultradireitistas. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5 
Febre Amarela 
A doença é causada pelo vírus da febre amarela e é 
transmitida pela picada de um mosquito infectado. 
Em 16/01/2018, a OMS (Organização Mundial da 
Saúde) incluiu todo o Estado de São Paulo no mapa 
de risco de febre amarela e recomendou a vacinação 
de viajantes internacionais com destino a qualquer 
município paulista, seja em área urbana ou de mata. 
A dose fracionada tem 0,1 ml, enquanto que uma 
dose convencional tem 0,5 ml. A vacina permite a 
imunização por oito anos. 
 
Coreia do Norte 
 Coreia do Norte realiza testes nucleares e 
balísticos. 
 EUA estabelecem sanções contra Coreia do 
Norte. 
 “Provocações" entre Donald Trump e Kim 
Jong-um 
 
(28/11/2017) Coreia do Norte lança 23º míssil 
de 2017 
 
Míssil atingiu a maior altura entre os testes norte-
coreanos até o momento. 
 
(22/12/2017) Conselho de Segurança da ONU 
impõe novas sanções sobre Coreiado Norte 
 
Conselho de Segurança da Organização das Nações 
Unidas impôs unanimemente novas sanções sobre a 
Coreia do Norte após seu mais recente teste de míssil 
balístico intercontinental. 
A resolução busca proibir quase 90 por cento de 
exportações de produtos de petróleo refinado para 
a Coreia do Norte ao limitá-las a 500 mil barris ao ano. 
O texto também proíbe que países aumentem o 
número de profissionais norte-coreanos que 
trabalham no exterior. 
O resolução ainda acrescenta 9 indivíduos e 4 
entidades norte-coreanas à lista negra da ONU. 
 Coreias do Norte e do Sul aceitam dialogar pela 1ª 
vez em dois anos 
 Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, 
na Coreia do Sul 
 Coreias do Norte e do Sul terão time unificado 
hóquei feminino. 
 Coreias do Norte e do Sul desfilarão juntas nos 
Jogos de Inverno 
Kim Jong-un convida Coreia do Sul para reunião 
em Pyongyang 
O ditador norte-coreano Kim Jong-un convidou o 
presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, a participar 
de uma reunião de cúpula na capital da Coreia do 
Norte, informaram autoridades sul-coreanas. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6 
Reforma Política 
Em outubro de 2017, a Reforma Política, aprovada por 
Câmara e Senado, foi sancionada pelo presidente 
Michel Temer, com vetos. 
 
Criação do Fundo Especial de Financiamento de 
Campanha (FEFC) R$ 1,7 bilhão estimados para 
financiar as candidaturas. 
 
Senado aprova PEC que extingue coligações em 
2020 e cria cláusula de barreira 
 
 Cláusula de desempenho nas urnas para a 
legenda ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo 
de propaganda gratuita no rádio e na TV 
 A PEC acaba com as coligações partidárias a partir 
de 2020 
Congresso derruba veto de Temer e proíbe que 
candidato financie campanha com recursos 
próprios 
 
Em dezembro de 2017, o Congresso Nacional 
derrubou o veto do presidente Michel Temer 
que liberava o autofinanciamento irrestrito de 
campanha. 
Na prática, com a decisão dos parlamentares, o 
candidato ficará proibido de bancar totalmente os seus 
gastos eleitorais até o limite previsto para cada cargo. 
Alguns parlamentares entendem que os candidatos 
serão, então, enquadrados na regra de pessoas 
físicas, que podem fazer doações até o limite de 10% 
dos seus rendimentos brutos no ano anterior. 
 
Refugiados Mianmar 
Ação militar provoca fuga em massa de minoria 
perseguida em Mianmar 
 
Cerca de 20 mil pessoas da minoria muçulmana 
rohingya chegaram a Bangladesh fugindo de uma 
ofensiva militar contra a etnia perseguida no vizinho 
Mianmar. 
Segundo a ONU, entre 25 e 31 de agosto, quase 60 mil 
rohingyas fugiram rumo ao vizinho Bangladesh: 38 
mil já cruzaram a fronteira, e outros 20 mil estão presos 
em zonas desocupadas na divisa entre os dois países 
Organização das Nações Unidas (ONU) denunciou 
que há uma “limpeza étnica” feita por militares de 
Mianmar contra a minoria muçulmana rohingya. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7 
Casamento Gay e Liberação da Maconha 
Parlamento da Austrália aprova o casamento gay 
Em dezembro de 2017, o Parlamento da Austrália 
aprovou a lei que legaliza o casamento entre pessoas 
do mesmo sexo no país. 
 
Califórnia se torna maior mercado legal de 
maconha do mundo 
Em janeiro de 2018, a Califórnia inaugurou o mais novo 
e potencialmente maior mercado de maconha 
recreativa do mundo – um negócio que, estima-se, 
pode gerar um faturamento anual de pelo menos 7 
bilhões de dólares. A maconha com fins medicinais já é 
legalizada desde 1996. 
 
Jerusalém 
Israel conquistou a porção Oriental de Jerusalém 
em 1967, anexando-a em seguida e declarando toda a 
cidade como sua capital. 
A medida não foi reconhecida pela comunidade 
internacional, e maior parte dos países mantém suas 
embaixadas em Tel Aviv. 
O presidente americano, Donald Trump, reconheceu 
Jerusalém como a capital de Israel. 
A Assembleia Geral da ONU, que representa os 193 
membros da organização, adotou uma resolução 
rejeitando a declaração de Trump. 
 
UNESCO 
Após EUA, Israel decide sair da Unesco 
 Após os Estados Unidos anunciarem a saída da 
Organização das Nações Unidas para a Educação, a 
Ciência e a Cultura (Unesco), Israel também informou, 
sua retirada da entidade. Segundo os dois países, o 
motivo foi a postura anti-israelense da entidade. 
 
 Crise Política no Peru 
Presidentes peruanos acusados de receber 
propina da Odebrecht 
Pedro Pablo Kuczynski é o atual presidente do Peru. 
A Odebrecht reconheceu que pagou quase US$ 5 
milhões para assessorar empresas vinculadas a PPK 
entre 2004 e 2013. Abertura de processo de 
impeachment por "incapacidade moral". 
O presidente Pedro Pablo Kuczynski, deu o indulto ao 
ex-mandatário Alberto Fujimori, condenado em 2009 
por 25 anos de prisão por cometer crimes de direitos 
humanos e por corrupção em sua gestão (1990-
2000). 
 
Crise na Venezuela 
A Assembleia Constituinte: um grupo eleito para 
redigir a Constituição da Venezuela 
Mercosul suspende Venezuela por 'ruptura da ordem 
democrática' 
Venezuela expulsa embaixadores do Brasil e da 
Espanha e o responsável de negócios do Canadá 
Brasileiro preso na Venezuela 
Boa Vista já acolhe mais de 40 mil venezuelanos 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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8 
Negociações de Paz na Colômbia 
FARC 
A Farc foi oficializada como partido político. Rodrigo 
Londoño Echeverri, o Timochenko, foi eleito 
presidente do partido político Força Alternativa 
Revolucionária do Comum. 
 
ELN 
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, 
encerrou um as negociações de cessar-fogo com 
o grupo ELN (Exército de Libertação Nacional). 
 
Paulo Maluf 
Maluf se entrega à PF em SP após STF 
determinar início de cumprimento de pena 
deputado federal 
Paulo Maluf (PP-SP) se entregou à Polícia Federal em 
São Paulo, um dia após o ministro Edson Fachin, do 
Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o 
"imediato início" do cumprimento da pena de 7 anos, 
9 meses e 10 dias de prisão, imposta pelo tribunal por 
desvios praticados por Maluf na Prefeitura de São 
Paulo. 
Condenado por lavagem de dinheiro. 
 
Economia brasileira 
INFLAÇÃO 
 
 
PIB 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Banco Central corta juros e Selic cai para 6,75%, 
menor patamar histórico 
Brasil fecha balança comercial com superávit recorde 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9 
Instabilidade no Oriente Médio e Norte da África 
Protestos no Irã 
Ao menos nove pessoas morreram e ao menos cem 
foram presas em mais uma noite de manifestações no 
Irã. As manifestações foram motivados pelas altas 
taxas de desemprego e inflação. 
 
Protestos na Tunísia 
O maior partido da oposição da Tunísia, a Frente 
Popular, apelou à continuação dos protestos contra o 
Orçamento “injusto”para 2018, que prevê aumentos 
dos preços e dos impostos. 
 
Ataques da Turquia na Síria 
A Turquia bombardeou e atacou cidades no norte da 
Síria, que estão sob controle de uma milícia curda. A 
ideia de Erdogan é acabar com o domínio dos curdos 
da milícia YPG nas cidades perto da fronteira com a 
Turquia. 
 
Igualdade de Gênero 
A Islândia se tornou o primeiro país do mundo a colocar 
em vigor uma lei que exige a igualdade de salário 
entre homens e mulheres. 
Escócia se tornou a primeira região do Reino Unido a 
aprovar uma lei para garantir pelo menos 50% dos 
postos diretivos de todas as instituições públicas 
para mulheres, em meio ao debate sobre igualdade de 
gênero e brecha salarial. A norma, aprovada pelo 
Parlamento escocês, estipula que, a partir de 2022, a 
proporção de mulheres a ocuparem postos executivos 
de um organismo público deve ser de pelo menos 50%. 
 
Polônia 
Polônia aprova polêmica lei sobre o Holocausto 
O Senado polonês aprovou a polêmica lei que revisa 
o Holocausto. 
A norma, proposta pelo ultraconservador e nacionalista 
Lei e Justiça (PiS) – o partido do Governo –, pune com 
até três anos de prisão o uso da expressão “campos de 
concentração poloneses” para se referir aos centros de 
extermínio de judeus situados no território do país 
centro-europeu sob ocupação nazista. 
 
Delação da JBS 
Delação de um esquema de propina que 
envolvia pagamentos a mais de 1,8 mil políticos em 
todo o país, incluindo ainda gravação de conversa com 
o presidente da República, Michel Temer, e o senador 
Aécio Neves. 
O empresário Joesley Batista decidiu entregar novos 
áudios 
Em setembro de 2017, o ministro do STF Luiz Edson 
Fachin decretou a prisão temporária de Joesley 
Batista e Ricardo Saud, bem como suspendeu, 
temporariamente, o acordo de colaboração premiada 
firmado junto ao MPF. 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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10 
Michel Temer e Aécio Neves 
Rodrigo Janot denunciou Michel Temer e Aécio 
Neves 
1° Denúncia: corrupção passiva 
2° Denúncia: obstrução à justiça e organização 
criminosa 
 
Câmara 
barra denúncias 
 
Crimes de corrupção passiva e obstrução à Justiça 
 
STF decide que Congresso pode rever medida contra 
parlamentar 
 
ENEM 
STF proíbe nota zero para redação do Enem que 
ferir direitos humanos 
Por determinação judicial, redações que contiverem 
trechos com desrespeito aos direitos humanos não 
receberão mais nota zero. 
A medida foi confirmada pela presidente do STF 
(Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia. No 
entendimento da ministra, proibir desrespeito aos 
direitos humanos implicaria limitar a liberdade de 
expressão. "Não se combate a intolerância social com 
maior intolerância estatal", escreveu. 
 
Tema da redação do Enem 2017 fala sobre 
a educação de surdos no Brasil 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LITORAL DIREITO PROC. PENAL 
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1 
 
TÍTULO VIII 
DO JUIZ, DO MINISTÉRIO PÚBLICO, DO ACUSADO E 
DEFENSOR, DOS ASSISTENTES E AUXILIARES DA 
JUSTIÇA 
CAPÍTULO I 
DO JUIZ 
 
Art. 251. Ao juiz incumbirá prover à regularidade do 
processo e manter a ordem no curso dos respectivos atos, 
podendo, para tal fim, requisitar a FORÇA PÚBLICA. 
IMPEDIMENTO SUSPEIÇÃO 
Art. 252 O juiz NÃO PODERÁ 
exercer jurisdição no processo 
em que: 
Art. 254 O juiz dar-se-á por 
SUSPEITO, e, se não o fizer, 
poderá ser recusado por 
qualquer das partes: 
I - tiver funcionado seu 
cônjuge ou parente, 
consanguíneo ou afim, em 
linha reta ou colateral até o 3º 
GRAU, inclusive, como: 
1. Defensor; ou 
2. Advogado; 
3. Órgão do MP; 
4. Autoridade policial; 
5. Auxiliar da justiça; ou 
6. Perito; 
I - se for amigo íntimo ou 
inimigo capital de qualquer 
deles; 
II - se ele, seu cônjuge, 
ascendente ou descendente, 
estiver respondendo a 
processo por fato análogo, 
sobre cujo caráter criminoso 
haja controvérsia; 
II - ele próprio houver 
desempenhado qualquer 
dessas funções ou servido 
como testemunha; 
III - se ele, seu cônjuge, ou 
parente, consanguíneo, ou 
afim, até o 3º GRAU, 
inclusive, sustentar 
demanda ou responder a 
processo que tenha de ser 
julgado por qualquer das 
partes; 
III - tiver funcionado como juiz 
de outra instância, 
pronunciando-se, de fato OU 
de direito, sobre a questão; 
IV - se tiver aconselhado 
qualquer das partes; 
V - se for credor ou devedor, 
tutor ou curador, de qualquer 
das partes; 
IV - ele próprio ou seu cônjuge 
ou parente, consanguíneo ou 
afim em linha reta ou colateral 
até o 3º GRAU, inclusive, for 
parte ou diretamente 
interessado no feito. 
VI - se for sócio, acionista ou 
administrador de sociedade 
interessada no processo. 
Art. 267. Não funcionarão 
como defensores os parentes 
do juiz. 
Art. 256. A suspeição NÃO 
PODERÁ SER DECLARADA 
nem reconhecida, quando a 
parte INJURIAR o juiz ou de 
propósito der motivo para criá-
la. 
Art. 253. Nos juízos coletivos, 
NÃO PODERÃO SERVIR no 
mesmo processo os juízes 
que forem entre si 
1. Parentes, 
2. Consanguíneos ou afins, 
3. Em linha reta ou colateral 
até o 3º GRAU, inclusive. 
Art. 274. As PRESCRIÇÕES 
sobre suspeição dos juízes 
estendem-se aos 
serventuários e funcionários 
da justiça, no que Ihes for 
aplicável. 
Art. 280. É extensivo aos 
peritos, no que Ihes for 
aplicável, o disposto sobre 
suspeição dos juízes. 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO II 
DO MINISTÉRIO PÚBLICO 
 
Art. 257. Ao Ministério Público cabe: 
I - promover, privativamente, a AÇÃO PENAL PÚBLICA, na 
forma estabelecida neste Código; e 
II - fiscalizar a execução da lei. 
Art. 258. Os órgãos do Ministério Público NÃO 
FUNCIONARÃO nos processos em que o juiz ou qualquer 
das partes for seu cônjuge, ou parente, consanguíneo ou 
afim, em linha reta ou colateral, até o 3º GRAU, inclusive, e 
a eles se estendem, no que Ihes for aplicável, as prescrições 
relativas à suspeição e aos impedimentos dos juízes. 
 
CAPÍTULO III 
DO ACUSADO E SEU DEFENSOR 
 
Art. 261. Nenhum acusado, ainda que ausente OU 
foragido, será processado ou julgado sem defensor. 
 
Parágrafo único. A defesa técnica, quando realizada por 
defensor público ou dativo, será sempre exercida através de 
manifestação fundamentada. 
Art. 262. Ao acusado menor dar-se-á curador. 
 
Art. 263. Se o acusado não o tiver, ser-lhe-á nomeado 
defensor pelo juiz, RESSALVADO o seu direito de, a todo 
tempo, nomear outro de sua confiança, ou a si mesmo 
defender-se, caso tenha habilitação. 
 
Parágrafo único. O acusado, que não for pobre, será 
obrigado a pagar os honorários do defensor dativo, 
arbitrados pelo juiz. 
Art. 264. SALVO motivo relevante, os advogados e 
solicitadores serão obrigados, sob pena de multa de CEM A 
QUINHENTOS MIL-RÉIS, a prestar seu patrocínio aos 
acusados, quando nomeados pelo Juiz. 
Art. 265. O defensor não poderá abandonar o processo 
senão por motivo imperioso, comunicado previamente ojuiz, sob pena de multa de 10 a 100 salários mínimos, sem 
prejuízo das demais sanções cabíveis. 
 
§ 1o A audiência poderá ser adiada se, por motivo 
justificado, o defensor não puder comparecer. 
 
§ 2o Incumbe ao defensor provar o IMPEDIMENTO até a 
abertura da audiência. Não o fazendo, o juiz não 
determinará o adiamento de ato algum do processo, 
devendo nomear defensor substituto, ainda que 
provisoriamente ou só para o efeito do ato. 
Art. 266. A constituição de defensor INDEPENDERÁ de 
instrumento de mandato, se o acusado o indicar por ocasião 
do interrogatório. 
 
Art. 267. Nos termos do art. 252, não funcionarão como 
defensores os parentes do juiz. 
 
CAPÍTULO V 
DOS FUNCIONÁRIOS DA JUSTIÇA 
 
Art. 274. As prescrições sobre suspeição dos juízes 
estendem-se aos serventuários e funcionários da justiça, no 
que Ihes for aplicável. 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TÍTULO X 
DAS CITAÇÕES E INTIMAÇÕES 
 
CAPÍTULO I 
DAS CITAÇÕES 
 
Art. 351. A citação inicial far-se-á por mandado, quando 
o réu estiver no território sujeito à jurisdição do juiz que a 
houver ordenado. 
Art. 352. O MANDADO DE CITAÇÃO INDICARÁ: 
I - o nome do juiz; 
II - o nome do querelante nas ações iniciadas por queixa; 
III - o nome do réu, ou, se for desconhecido, os seus sinais 
característicos; 
IV - a residência do réu, se for conhecida; 
V - o fim para que é feita a citação; 
VI - o juízo e o lugar, o dia e a hora em que o réu deverá 
comparecer; 
VII - a subscrição do escrivão e a rubrica do juiz. 
 
Art. 353. Quando o réu estiver FORA DO TERRITÓRIO 
da jurisdição do juiz processante, será citado mediante 
precatória. 
Art. 354. A PRECATÓRIA INDICARÁ: 
I - o juiz deprecado e o juiz deprecante; 
II - a sede da jurisdição de um e de outro; 
III - o fim para que é feita a citação, com todas as 
especificações; 
IV - o juízo do lugar, o dia e a hora em que o réu deverá 
comparecer. 
Art. 355. A precatória será devolvida ao juiz deprecante, 
independentemente de traslado, depois de: 
1. Lançado o "cumpra-se"; e 
2. Feita a citação por mandado do juiz deprecado. 
 
§ 1º Verificado que o réu se encontra em território sujeito à 
jurisdição de outro juiz, a este remeterá o juiz deprecado os 
autos para efetivação da diligência, desde que haja tempo 
para fazer-se a citação. 
 
§ 2º Certificado pelo oficial de justiça que o réu se oculta 
para não ser citado, a precatória será imediatamente 
devolvida, para o fim previsto no art. 362. 
Art. 356. Se houver URGÊNCIA, a precatória, que 
conterá em resumo os requisitos enumerados no art. 354, 
PODERÁ: 
1. Ser expedida por via telegráfica; 
2. Depois de reconhecida a firma do juiz; 
3. O que a estação expedidora mencionará. 
 
Art. 357. São REQUISITOS da CITAÇÃO POR 
MANDADO: 
I - leitura do mandado ao citando pelo oficial e entrega da 
contrafé, na qual se mencionarão dia e hora da citação; 
II - declaração do oficial, na certidão, da entrega da 
contrafé, e sua aceitação ou recusa. 
 
Art. 358. A citação do militar far-se-á por intermédio do 
chefe do respectivo serviço. 
 
Art. 359. O dia designado para funcionário público 
comparecer em juízo, como acusado, será NOTIFICADO 
assim a ele como ao chefe de sua repartição. 
 
Art. 360. Se o réu estiver preso, será pessoalmente citado. 
 
Art. 361. Se o réu não for encontrado, será citado por 
EDITAL, com o prazo de 15 DIAS. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 362. Verificando que o réu se oculta para não ser 
citado, o oficial de justiça certificará a ocorrência e 
procederá à citação com hora certa, na forma estabelecida 
nos arts. 252 a 254 Do Novo Código de Processo Civil. 
Parágrafo único. Completada a citação com hora certa, se 
o acusado não comparecer, ser-lhe-á nomeado defensor 
dativo. 
 
Art. 363. O PROCESSO terá completada a sua formação 
quando realizada a citação do acusado. 
 
§ 1o NÃO sendo encontrado o acusado, será procedida a 
citação por edital. 
§ 4o Comparecendo o acusado citado por edital, em 
qualquer tempo, o processo observará o disposto nos arts. 
394 e seguintes deste Código. 
Art. 365. O EDITAL de citação INDICARÁ: 
I - o nome do juiz que a determinar; 
II - o nome do réu, ou, se não for conhecido, os seus sinais 
característicos, bem como sua residência e profissão, se 
constarem do processo; 
III - o fim para que é feita a citação; 
IV - o juízo e o dia, a hora e o lugar em que o réu deverá 
comparecer; 
V - o prazo, que será contado do dia da publicação do edital 
na imprensa, se houver, ou da sua afixação. 
Parágrafo único. O edital será afixado à porta do edifício 
onde funcionar o juízo e será publicado pela imprensa, onde 
houver, devendo a afixação ser certificada pelo oficial que a 
tiver feito e a publicação provada por exemplar do jornal ou 
certidão do escrivão, da qual conste a página do jornal com 
a data da publicação. 
 
Art. 366. Se o acusado, citado por edital, não comparecer, 
nem constituir advogado, ficarão suspensos o processo e o 
curso do prazo prescricional, podendo o juiz determinar a 
produção antecipada das provas consideradas urgentes e, 
se for o caso, decretar prisão preventiva, nos termos do 
disposto no art. 312. 
Art. 367. O processo seguirá sem a presença do acusado 
que, citado ou intimado PESSOALMENTE para qualquer 
ato, deixar de comparecer sem motivo justificado, ou, no 
caso de mudança de residência, não comunicar o novo 
endereço ao juízo. 
 
Art. 368. Estando o acusado no estrangeiro, em lugar 
sabido, será citado mediante carta rogatória, 
SUSPENDENDO-SE o curso do prazo de prescrição até o 
seu cumprimento. 
 
Art. 369. As citações que houverem de ser feitas em 
legações estrangeiras serão efetuadas mediante carta 
rogatória. 
CAPÍTULO II 
DAS INTIMAÇÕES 
 
Art. 370. Nas intimações dos acusados, das testemunhas e 
demais pessoas que devam tomar conhecimento de qualquer 
ato, será observado, no que for aplicável, o disposto no Capítulo 
anterior. 
 
§ 1o A intimação do defensor constituído, do advogado do 
querelante e do assistente far-se-á por publicação no órgão 
incumbido da publicidade dos atos judiciais da comarca, 
incluindo, sob pena de NULIDADE, o nome do acusado. 
 
§ 2o Caso não haja órgão de publicação dos atos judiciais na 
comarca, a intimação far-se-á diretamente pelo escrivão, por 
mandado, ou via postal com comprovante de recebimento, ou 
por qualquer outro meio idôneo. 
 
§ 3o A intimação pessoal, feita pelo escrivão, dispensará a 
aplicação a que alude o § 1o. 
 
§ 4o A intimação do Ministério Público e do defensor nomeado 
será pessoal. 
Art. 371. Será admissível a intimação por despacho na 
petição em que for requerida, observado o disposto no art. 357. 
 
Art. 372. Adiada, por qualquer motivo, a instrução criminal, 
o juiz marcará desde logo, na presença das partes e 
testemunhas, dia e hora para seu prosseguimento, do que se 
lavrará termo nos autos. 
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LIVRO II 
DOS PROCESSOSEM ESPÉCIE 
 
TÍTULO I 
DO PROCESSO COMUM 
 
CAPÍTULO I 
DA INSTRUÇÃO CRIMINAL 
 
Art. 394. O procedimento será COMUM ou ESPECIAL. 
 
§ 1o O procedimento comum será ordinário, sumário ou 
sumaríssimo: 
I - ordinário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima 
cominada for igual ou superior a 4 anos de pena privativa de 
liberdade; 
II - sumário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima 
cominada seja inferior a 4 anos de pena privativa de liberdade; 
III - sumaríssimo, para as infrações penais de menor potencial 
ofensivo, na forma da lei. 
TIPOS DE PROCEDIMENTO COMUM 
ORDINÁRIO SUMÁRIO SUMARÍSSIMO 
I - ORDINÁRIO, 
quando tiver por 
objeto crime cuja 
sanção máxima 
cominada for igual 
ou superior a 4 
ANOS de pena 
privativa de 
liberdade; 
(≥ A 4 ANOS) 
II - SUMÁRIO, 
quando tiver por 
objeto crime cuja 
sanção máxima 
cominada seja 
inferior a 4 ANOS 
de pena privativa 
de liberdade; 
(< A 4 ANOS) 
III - SUMARÍSSIMO, 
para as Infrações 
Penais De Menor 
Potencial Ofensivo, 
na forma da lei. 
Lei 9.099/95 
CONTRAVENÇÕES 
– CRIMES ATÉ 2 
ANOS 
 
§ 2o Aplica-se a todos os processos o procedimento comum, 
SALVO disposições em contrário deste Código ou de LEI 
ESPECIAL. 
 
§ 3o Nos processos de competência do Tribunal do Júri, o 
procedimento observará as disposições estabelecidas nos 
arts. 406 a 497 deste Código. 
 
§ 4o As disposições dos arts. 395 a 398 deste Código 
aplicam-se a todos os procedimentos penais de PRIMEIRO 
GRAU, ainda que não regulados neste Código. 
 
§ 5o Aplicam-se subsidiariamente aos procedimentos 
especial, sumário e sumaríssimo as disposições do 
procedimento ordinário. 
 
Art. 394-A. Os processos que apurem a prática de crime 
hediondo terão prioridade de tramitação em todas as 
instâncias. 
 
Art. 395. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: 
I - for manifestamente inepta; 
II - faltar pressuposto processual; 
III - faltar condição para o exercício da ação penal; 
IV - faltar justa causa para o exercício da ação penal. 
 
Art. 396. Nos procedimentos ordinário e sumário, 
oferecida a denúncia ou queixa, o juiz, se não a rejeitar 
liminarmente, recebê-la-á e ordenará a citação do acusado 
para responder à acusação, POR ESCRITO, no prazo de 10 
DIAS. 
 
Parágrafo único. No caso de citação por edital, o prazo 
para a defesa começará a fluir a partir do comparecimento 
pessoal do acusado ou do defensor constituído. 
 
Art. 396-A. Na resposta, o acusado poderá arguir 
preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa, 
oferecer documentos e justificações, especificar as provas 
pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e 
requerendo sua intimação, quando necessário. 
 
§ 1o A EXCEÇÃO será processada em APARTADO, nos 
termos dos arts. 95 a 112 deste Código. 
 
§ 2o Não apresentada a resposta no prazo legal (10 DIAS), 
ou se o acusado, citado, não constituir defensor, o juiz 
nomeará defensor para oferecê-la, concedendo-lhe vista 
dos autos por 10 DIAS. 
 
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Art. 397. Após o cumprimento do disposto no art. 396-A, 
e parágrafos, deste Código, o juiz deverá ABSOLVER 
SUMARIAMENTE o acusado quando verificar: 
I - a existência manifesta de causa excludente da ilicitude 
do fato; 
II - a existência manifesta de causa excludente da 
culpabilidade do agente, SALVO inimputabilidade; 
III - que o fato narrado evidentemente não constitui crime; 
ou 
IV - extinta a punibilidade do agente. 
Art. 399. Recebida a denúncia ou queixa, o juiz designará 
dia e hora para a audiência, ordenando a intimação: 
1. Do acusado, 
2. De seu defensor, 
3. Do Ministério Público e, 
4. Se for o caso, do querelante e do assistente. 
§ 1o O acusado preso será REQUISITADO para 
comparecer ao interrogatório, devendo o poder público 
providenciar sua apresentação. 
 
§ 2o O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a 
sentença. 
Art. 400. Na audiência de instrução e julgamento, a ser 
realizada no prazo MÁXIMO de 60 DIAS, proceder-se-á: 
1. À tomada de declarações do ofendido; 
2. À inquirição das testemunhas arroladas pela acusação 
e pela defesa, nesta ordem, RESSALVADO o disposto no 
art. 222 deste Código: 
3. Bem como aos esclarecimentos dos peritos, às 
acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas; 
4. Interrogando-se, em seguida, o acusado. 
§ 1o As provas serão produzidas numa só audiência, 
podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes, 
impertinentes ou protelatórias. 
 
§ 2o Os esclarecimentos dos peritos DEPENDERÃO de 
prévio requerimento das partes. 
Art. 401. Na instrução poderão ser inquiridas ATÉ 8 
TESTEMUNHAS arroladas pela acusação e 8 pela defesa. 
 
§ 1o Nesse número não se compreendem as que não 
prestem compromisso e as referidas. 
 
§ 2o A parte poderá desistir da inquirição de qualquer das 
testemunhas arroladas, RESSALVADO o disposto no art. 
209 deste Código. 
Art. 402. Produzidas as provas, ao final da audiência, o 
Ministério Público, o querelante e o assistente e, a seguir, o 
acusado poderão requerer diligências cuja necessidade se 
origine de circunstâncias ou fatos apurados na instrução. 
Art. 403. Não havendo requerimento de diligências, ou 
sendo indeferido, serão oferecidas alegações finais orais 
por 20 MINUTOS, respectivamente, pela acusação e pela 
defesa, PRORROGÁVEIS por MAIS 10, proferindo o juiz, a 
seguir, sentença. 
§ 1o Havendo MAIS de 1 ACUSADO, o tempo previsto para 
a defesa de cada um será individual. 
§ 2o Ao assistente do Ministério Público, após a 
manifestação desse, serão concedidos 10 MINUTOS, 
prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação 
da defesa. 
§ 3o O juiz poderá, considerada a complexidade do caso ou 
o número de acusados, conceder às partes o prazo de 5 
DIAS sucessivamente para a apresentação de 
MEMORIAIS. Nesse caso, terá o prazo de 10 DIAS para 
proferir a sentença. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 404. Ordenado diligência considerada imprescindível, 
de ofício ou a requerimento da parte, a audiência será 
concluída SEM as alegações finais. 
Parágrafo único. Realizada, em seguida, a diligência 
determinada, as partes apresentarão, no prazo sucessivo 
de 5 DIAS, suas alegações finais, por memorial, e, no prazo 
de 10 DIAS, o juiz proferirá a sentença. 
Art. 405. Do ocorrido em audiência será lavrado termo em 
livro próprio, assinado pelo juiz e pelas partes, contendo 
breve resumo dos fatos relevantes nela ocorridos. 
 
§ 1o Sempre que possível, o registro dos depoimentos do 
investigado, indiciado, ofendido e testemunhas será feito 
pelos meios ou recursos de gravação magnética, 
estenotipia, digital ou técnica similar, inclusive audiovisual, 
destinada a obter maior fidelidade das informações. 
§ 2o No caso de registro por meio audiovisual, será 
encaminhado às partes cópia do registro original, sem 
necessidade de transcrição. 
 
CAPÍTULO V 
DO PROCESSO SUMÁRIO 
Art. 531. Na audiência de instrução e julgamento, a ser 
realizada no prazo MÁXIMO de 30 DIAS, proceder-se-á: 
1. À tomada de declarações do ofendido, se possível; 
2. À inquirição das testemunhas arroladas pela acusação 
e pela defesa, nesta ordem, RESSALVADO o disposto no 
art. 222 deste Código; 
3. Bem como aos esclarecimentos dos peritos; 
4.Às acareações; e 
5. Ao reconhecimento de pessoas e coisas; 
6. Interrogando-se, em seguida, o acusado; 
7. E procedendo-se, finalmente, ao debate. 
Art. 532. Na instrução, poderão ser inquiridas ATÉ 5 
TESTEMUNHAS arroladas pela acusação e 5 pela defesa. 
 
Art. 533. Aplica-se ao procedimento sumário o disposto 
nos parágrafos do art. 400 deste Código: 
Art. 534. As alegações finais serão orais, concedendo-se 
a palavra, respectivamente, à acusação e à defesa, pelo 
prazo de 20 MINUTOS, PRORROGÁVEIS por MAIS 10, 
proferindo o juiz, a seguir, sentença. 
 
§ 1o Havendo MAIS de 1 ACUSADO, o tempo previsto para 
a defesa de cada um será individual. 
 
§ 2o Ao assistente do Ministério Público, após a 
manifestação deste, serão concedidos 10 MINUTOS, 
prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação 
da defesa. 
 
Art. 535. NENHUM ATO SERÁ ADIADO, SALVO quando 
imprescindível a prova faltante, determinando o juiz a 
condução coercitiva de quem deva comparecer. 
Art. 536. A testemunha que comparecer será inquirida, 
independentemente da suspensão da audiência, observada 
em qualquer caso a ordem estabelecida no art. 531 deste 
Código. 
 
Art. 537. (Revogado pela Lei nº 11.719, de 2008). 
 
Art. 538. Nas infrações penais de menor potencial 
ofensivo, quando o juizado especial criminal encaminhar ao 
juízo comum as peças existentes para a adoção de outro 
procedimento, observar-se-á o procedimento sumário 
previsto neste Capítulo. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LEI Nº 9.099, DE 26 DE SETEMBRO DE 1995 
CAPÍTULO III 
DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 60. O Juizado Especial Criminal, provido por juízes 
togados ou togados e leigos, tem competência para a 
conciliação, o julgamento e a execução das infrações penais 
de MENOR POTENCIAL OFENSIVO, respeitadas as regras 
de conexão e continência. 
Parágrafo único. Na reunião de processos, perante o juízo 
comum ou o tribunal do júri, decorrentes da aplicação das 
regras de conexão e continência, observar-se-ão os 
institutos da transação penal e da composição dos danos 
civis. 
 
Art. 61. Consideram-se infrações penais de MENOR 
POTENCIAL OFENSIVO, para os efeitos desta Lei, as 
contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena 
máxima não superior a 2 ANOS, cumulada ou não com 
multa. 
Art. 62. O processo perante o Juizado Especial orientar-
se-á pelos critérios da: 
1. Celeridade. 
2. Economia processual; 
3. Informalidade; e 
4. Oralidade; 
Objetivando, sempre que possível, a reparação dos danos 
sofridos pela vítima e a aplicação de pena NÃO PRIVATIVA 
DE LIBERDADE. 
 
SEÇÃO I 
DA COMPETÊNCIA E DOS ATOS PROCESSUAIS 
 
Art. 63. A competência do Juizado será determinada pelo 
lugar em que foi praticada a infração penal. 
Art. 64. Os atos processuais serão públicos e poderão 
realizar-se em horário noturno e em qualquer dia da 
semana, conforme dispuserem as normas de organização 
judiciária. 
 
Art. 65. Os atos processuais serão válidos sempre que 
preencherem as finalidades para as quais foram realizados, 
atendidos os critérios indicados no art. 62 desta Lei. 
 
§ 1º NÃO SE pronunciará qualquer nulidade sem que tenha 
havido prejuízo. 
§ 2º A prática de atos processuais em outras comarcas 
poderá ser solicitada por qualquer meio hábil de 
comunicação. 
 
§ 3º Serão objeto de registro escrito exclusivamente os atos 
havidos por essenciais. Os atos realizados em audiência de 
instrução e julgamento poderão ser gravados em fita 
magnética ou equivalente. 
Art. 66. A citação será PESSOAL e far-se-á no próprio 
Juizado, sempre que possível, ou por MANDADO. 
 
Parágrafo único. NÃO ENCONTRADO o acusado para ser 
citado, o Juiz encaminhará as peças existentes ao Juízo 
comum para adoção do procedimento previsto em lei. 
 
Art. 67. A INTIMAÇÃO far-se-á: 
1. Por correspondência, com aviso de recebimento 
pessoal; ou 
2. Tratando-se de pessoa jurídica ou firma individual, 
mediante entrega ao encarregado da recepção, que será 
obrigatoriamente identificado; ou 
3. Sendo necessário, por oficial de justiça, 
independentemente de mandado ou carta precatória; 
4. Ou ainda por qualquer meio idôneo de comunicação. 
Parágrafo único. Dos atos praticados em audiência 
considerar-se-ão desde logo cientes as partes, os 
interessados e defensores. 
Art. 68. Do ato de intimação do autor do fato e do mandado 
de citação do acusado, constará a necessidade de seu 
comparecimento acompanhado de advogado, com a 
advertência de que, na sua falta, ser-lhe-á designado 
DEFENSOR PÚBLICO. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO II 
DA FASE PRELIMINAR 
 
Art. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da 
ocorrência lavrará TERMO CIRCUNSTANCIADO e o 
encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato 
e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames 
periciais necessários. 
 
Parágrafo único. Ao autor do fato que, após a lavratura do 
termo, for imediatamente encaminhado ao juizado ou 
assumir o compromisso de a ele comparecer, não se imporá 
prisão em flagrante, nem se exigirá fiança. Em caso de 
violência doméstica, o juiz poderá determinar, como medida 
de cautela, seu afastamento do lar, domicílio ou local de 
convivência com a vítima. 
 
Art. 70. Comparecendo o autor do fato e a vítima, e não 
sendo possível a realização imediata da audiência 
preliminar, será designada data próxima, da qual ambos 
sairão cientes. 
 
Art. 71. Na falta do comparecimento de qualquer dos 
envolvidos, a Secretaria providenciará sua intimação e, se 
for o caso, a do responsável civil, na forma dos arts. 67 e 68 
desta Lei. 
 
Art. 72. Na AUDIÊNCIA PRELIMINAR, presente O 
representante do MINISTÉRIO PÚBLICO, o autor do fato e 
a vítima e, se possível, o responsável civil, acompanhados 
por seus advogados, o JUIZ esclarecerá sobre a 
possibilidade: 
1. Da composição dos danos e 
2. Da aceitação da proposta de aplicação imediata de 
pena não privativa de liberdade. 
 
Art. 73. A conciliação será conduzida pelo Juiz ou por 
conciliador sob sua orientação. 
 
Parágrafo único. Os CONCILIADORES são auxiliares da 
Justiça, recrutados, na forma da lei local, preferentemente 
entre BACHARÉIS EM DIREITO, EXCLUÍDOS os que 
exerçam funções na administração da Justiça Criminal. 
Art. 74. A COMPOSIÇÃO DOS DANOS CIVIS será 
reduzida a escrito e, homologada pelo Juiz mediante 
SENTENÇA IRRECORRÍVEL, terá eficácia de título a ser 
executado no juízo civil competente. 
 
Parágrafo único. Tratando-se de ação penal de iniciativa 
privada ou de ação penal pública CONDICIONADA à 
representação, o acordo homologado acarreta a renúncia 
ao direito de queixa ou representação. 
Art. 75. NÃO OBTIDA a composição dos danos civis, será 
dada imediatamente ao ofendido a oportunidade de exercer 
o direito de representação verbal, que será reduzida a 
termo. 
 
Parágrafo único. O não oferecimento da representação na 
audiência preliminar NÃO IMPLICA decadência do direito, 
que PODERÁ ser exercido no prazo previsto em lei. 
 
Art. 76. Não sendo caso de arquivamento, o MINISTÉRIO 
PÚBLICO poderá propor a aplicação imediata de pena 
restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na 
proposta: 
1. Havendo representação; ou 
2. Tratando-se de crime de açãopenal pública 
INCONDICIONADA; 
§ 1º Nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, 
o Juiz PODERÁ reduzi-la ATÉ A METADE. 
§ 2º NÃO SE ADMITIRÁ a proposta se ficar comprovado: 
I - ter sido o autor da infração condenado, pela prática de 
crime, à pena privativa de liberdade, por sentença definitiva; 
II - ter sido o agente beneficiado anteriormente, no prazo de 
5 ANOS, pela aplicação de pena restritiva ou multa, nos 
termos deste artigo; 
III - não indicarem os antecedentes, a conduta social e a 
personalidade do agente, bem como os motivos e as 
circunstâncias, ser necessária e suficiente a adoção da 
medida. 
 
§ 3º Aceita a proposta pelo autor da infração E seu defensor, 
será submetida à apreciação do Juiz. 
 
§ 4º Acolhendo a proposta do Ministério Público aceita pelo 
autor da infração, o Juiz aplicará a pena restritiva de direitos 
ou multa, que NÃO IMPORTARÁ em reincidência, sendo 
registrada apenas para impedir novamente o mesmo 
benefício no prazo de 5 ANOS. 
 
§ 5º Da sentença prevista no parágrafo anterior caberá a 
APELAÇÃO referida no art. 82 desta Lei. 
§ 6º A imposição da sanção de que trata o § 4º deste artigo 
não constará de certidão de antecedentes criminais, 
SALVO para os fins previstos no mesmo dispositivo, e NÃO 
TERÁ EFEITOS CIVIS, cabendo aos interessados propor 
ação cabível no juízo cível. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO III 
DO PROCEDIMENTO SUMARIÍSSIMO 
 
Art. 77. Na ação penal de iniciativa pública, quando não 
houver aplicação de pena, pela ausência do autor do fato, 
ou pela não ocorrência da hipótese prevista no art. 76 desta 
Lei, o MINISTÉRIO PÚBLICO oferecerá ao Juiz, de 
imediato, DENÚNCIA ORAL, se não houver necessidade 
de diligências imprescindíveis. 
§ 1º Para o oferecimento da denúncia, que será elaborada 
com base no termo de ocorrência referido no art. 69 desta 
Lei, com DISPENSA do inquérito policial, prescindir-se-á do 
exame do corpo de delito quando a materialidade do crime 
estiver aferida por boletim médico ou prova equivalente. 
§ 2º Se a complexidade ou circunstâncias do caso não 
permitirem a formulação da denúncia, o Ministério Público 
poderá requerer ao Juiz o encaminhamento das peças 
existentes, na forma do parágrafo único do art. 66 desta Lei. 
§ 3º Na ação penal de INICIATIVA DO OFENDIDO poderá 
ser oferecida QUEIXA ORAL, cabendo ao Juiz verificar se 
a complexidade e as circunstâncias do caso determinam a 
adoção das providências previstas no parágrafo único do 
art. 66 desta Lei. 
Art. 78. Oferecida a denúncia ou queixa, será reduzida a 
termo, entregando-se cópia ao acusado, que com ela ficará 
citado e imediatamente cientificado da designação de dia e 
hora para a audiência de instrução e julgamento, da qual 
também tomarão ciência o Ministério Público, o ofendido, o 
responsável civil e seus advogados. 
§ 1º Se o acusado não estiver presente, será citado na 
forma dos arts. 66 e 68 desta Lei e cientificado da data da 
audiência de instrução e julgamento, devendo a ela trazer 
suas testemunhas ou apresentar requerimento para 
intimação, no mínimo 5 DIAS antes de sua realização. 
§ 2º Não estando presentes o ofendido e o responsável civil, 
serão intimados nos termos do art. 67 desta Lei para 
comparecerem à audiência de instrução e julgamento. 
§ 3º As testemunhas arroladas serão intimadas na forma 
prevista no art. 67 desta Lei. 
Art. 79. No dia e hora designados para a audiência de 
instrução e julgamento, se na fase preliminar não tiver 
havido possibilidade de tentativa de conciliação e de 
oferecimento de proposta pelo Ministério Público, proceder-
se-á nos termos dos arts. 72, 73, 74 e 75 desta Lei. 
Art. 80. NENHUM ATO SERÁ ADIADO, determinando o 
Juiz, quando imprescindível, a condução coercitiva de quem 
deva comparecer. 
Art. 81. Aberta a audiência, será dada a palavra ao 
defensor para responder à acusação, após o que o Juiz 
receberá, ou não, a denúncia ou queixa; havendo 
recebimento, serão ouvidas a vítima e as testemunhas de 
acusação e defesa, interrogando-se a seguir o acusado, se 
presente, passando-se imediatamente aos debates orais e 
à prolação da sentença. 
§ 1º Todas as provas serão produzidas na audiência de 
instrução e julgamento, podendo o Juiz limitar ou excluir as 
que considerar excessivas, impertinentes ou protelatórias. 
§ 2º De todo o ocorrido na audiência será lavrado termo, 
assinado pelo Juiz e pelas partes, contendo breve resumo 
dos fatos relevantes ocorridos em audiência e a sentença. 
§ 3º A sentença, dispensado o relatório, mencionará os 
elementos de convicção do Juiz. 
Art. 82. Da decisão de rejeição da denúncia ou queixa e 
da sentença caberá APELAÇÃO, que poderá ser julgada 
por TURMA composta de 3 JUÍZES em exercício no 1º 
GRAU de jurisdição, reunidos na sede do Juizado. 
§ 1º A APELAÇÃO será interposta no prazo de 10 DIAS, 
contados da ciência da sentença pelo Ministério Público, 
pelo réu e seu defensor, por petição escrita, da qual 
constarão as razões e o pedido do recorrente. 
§ 2º O recorrido será intimado para oferecer resposta escrita 
no prazo de 10 DIAS. 
§ 3º As partes poderão requerer a transcrição da gravação 
da fita magnética a que alude o § 3º do art. 65 desta Lei. 
§ 4º As partes serão intimadas da data da sessão de 
julgamento pela imprensa. 
§ 5º Se a sentença for confirmada pelos próprios 
fundamentos, a SÚMULA do julgamento SERVIRÁ DE 
ACÓRDÃO. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO VI 
DISPOSIÇÕES FINAIS 
 
Art. 89. Nos crimes em que a pena mínima cominada for 
igual ou inferior a 1 ANO, abrangidas ou não por esta Lei, o 
Ministério Público, ao oferecer a denúncia, poderá propor a 
suspensão do processo, por 2 a 4 ANOS, desde que o 
acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido 
condenado por outro crime, presentes os demais requisitos 
que autorizariam a suspensão condicional da pena (art. 77 
do Código Penal). 
§ 1º Aceita a proposta pelo acusado e seu defensor, na 
presença do Juiz, este, recebendo a denúncia, poderá 
suspender o processo, submetendo o acusado a período de 
prova, sob as seguintes condições: 
I - reparação do dano, SALVO impossibilidade de fazê-lo; 
II - proibição de frequentar determinados lugares; 
III - proibição de ausentar-se da comarca onde reside, sem 
autorização do Juiz; 
IV - comparecimento pessoal e obrigatório a juízo, 
mensalmente, para informar e justificar suas atividades. 
§ 2º O Juiz poderá especificar outras condições a que fica 
subordinada a suspensão, desde que adequadas ao fato e 
à situação pessoal do acusado. 
§ 3º A suspensão SERÁ revogada se, no curso do prazo, o 
beneficiário vier a ser processado por outro crime ou não 
efetuar, sem motivo justificado, a reparação do dano. 
§ 4º A suspensão PODERÁ ser revogada se o acusado vier 
a ser processado, no curso do prazo, por contravenção, ou 
descumprir qualquer outra condição imposta. 
 
SEÇÃO II 
DA PRONÚNCIA, DA IMPRONÚNCIA E DA 
ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA 
Art. 413. O juiz, fundamentadamente, PRONUNCIARÁ o 
acusado, se convencido da materialidade do fato E da 
existência de indícios suficientes de autoria ou de 
participação. 
§ 1o A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação 
da 
1. Materialidade do fato e 
2. Existência de indícios suficientes de autoria ou de 
participação 
DEVENDO o juiz declarar o dispositivo legalem que julgar 
incurso o acusado e especificar as circunstâncias 
qualificadoras e as causas de aumento de pena. 
§ 2o Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da 
fiança para a concessão ou manutenção da liberdade 
provisória. 
§ 3o O juiz decidirá, motivadamente, no caso de 
manutenção, revogação ou substituição da prisão ou 
medida restritiva de liberdade anteriormente decretada e, 
tratando-se de acusado solto, sobre a necessidade da 
decretação da prisão ou imposição de quaisquer das 
medidas previstas no Título IX do Livro I deste Código. 
Art. 414. Não se convencendo da materialidade do fato ou 
da existência de indícios suficientes de autoria ou de 
participação, o juiz, fundamentadamente, 
IMPRONUNCIARÁ o acusado. 
Parágrafo único. Enquanto não ocorrer a extinção da 
punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa 
se houver prova nova. 
Art. 415. O juiz, fundamentadamente, ABSOLVERÁ 
desde logo o acusado, quando: 
I – provada a inexistência do fato; 
II – provado não ser ele autor ou partícipe do fato; 
III – o fato não constituir infração penal; 
IV – demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do 
crime. 
 
Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV 
do caput deste artigo ao caso de inimputabilidade prevista 
no caput do art. 26 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de 
dezembro de 1940 – Código Penal, SALVO quando esta for 
a única tese defensiva. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 416. Contra a sentença de impronúncia ou de 
absolvição sumária caberá apelação. 
Art. 419. Quando o juiz se convencer, em discordância 
com a acusação, da existência de crime diverso dos 
referidos no § 1o do art. 74 deste Código e não for 
competente para o julgamento, remeterá os autos ao juiz 
que o seja. 
Parágrafo único. Remetidos os autos do processo a outro 
juiz, à disposição deste ficará o acusado preso. 
Art. 420. A intimação da decisão de PRONÚNCIA será 
feita: 
I – pessoalmente ao acusado, ao defensor nomeado e ao 
Ministério Público; 
II – ao defensor constituído, ao querelante e ao assistente 
do Ministério Público, na forma do disposto no § 1o do art. 
370 deste Código. 
Parágrafo único. Será intimado por EDITAL o acusado 
solto que não for encontrado. 
Art. 421. Preclusa a decisão de pronúncia, os autos serão 
encaminhados ao juiz presidente do Tribunal do Júri. 
§ 1o Ainda que preclusa a decisão de pronúncia, havendo 
circunstância superveniente que altere a classificação do 
crime, o juiz ordenará a remessa dos autos ao Ministério 
Público. 
§ 2o Em seguida, os autos serão conclusos ao juiz para 
decisão. 
TÍTULO II 
DOS RECURSOS EM GERAL 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 574. Os recursos serão voluntários, EXCETUANDO-
SE os seguintes casos, em que deverão ser interpostos, de 
ofício, pelo juiz: 
I - da sentença que conceder HABEAS CORPUS; 
II - da que ABSOLVER desde logo o réu com fundamento 
na existência de circunstância que exclua o crime ou isente 
o réu de pena, nos termos do art. 411. 
Art. 575. Não serão prejudicados os recursos que, por 
erro, falta ou omissão dos funcionários, não tiverem 
seguimento ou não forem apresentados dentro do prazo. 
 
Art. 576. O Ministério Público não poderá desistir de 
recurso que haja interposto. 
 
Art. 577. O recurso poderá ser interposto pelo: 
1. Ministério Público, ou 
2. Querelante, ou 
3. Réu, seu procurador ou seu defensor. 
 
Parágrafo único. Não se admitirá, entretanto, recurso da 
parte que não tiver interesse na reforma ou modificação da 
decisão. 
Art. 578. O recurso será interposto por petição ou por 
termo nos autos, assinado pelo recorrente ou por seu 
representante. 
 
§ 1o Não sabendo ou não podendo o réu assinar o nome, o 
termo será assinado por alguém, a seu rogo, na presença 
de 2 testemunhas. 
 
§ 2o A petição de interposição de recurso, com o despacho 
do juiz, será, até o dia seguinte ao último do prazo, entregue 
ao escrivão, que certificará no termo da juntada a data da 
entrega. 
 
§ 3o Interposto por termo o recurso, o escrivão, sob pena de 
suspensão por 10 a 30 DIAS, fará conclusos os autos ao 
juiz, até o dia seguinte ao último do prazo. 
 
Art. 579. SALVO a hipótese de má-fé, a parte não será 
prejudicada pela interposição de um recurso por outro. 
 
Parágrafo único. Se o juiz, desde logo, reconhecer a 
impropriedade do recurso interposto pela parte, mandará 
processá-lo de acordo com o rito do recurso cabível. 
 
Art. 580. No caso de concurso de agentes (código penal, 
art. 29), a decisão do recurso interposto por 1 dos réus, se 
fundado em motivos que não sejam de caráter 
exclusivamente pessoal, aproveitará aos outros. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LEI 13.146/15 
 
LIVRO I 
PARTE GERAL 
TÍTULO I 
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 2o Considera-se pessoa com deficiência aquela 
que tem impedimento de longo prazo de natureza 
física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em 
interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir 
sua participação plena e efetiva na sociedade em 
igualdade de condições com as demais pessoas. 
Art. 3o Para fins de aplicação desta Lei, consideram-
se: 
IX - pessoa com mobilidade reduzida: aquela que 
tenha, por qualquer motivo, dificuldade de 
movimentação, permanente ou temporária, gerando 
redução efetiva da mobilidade, da flexibilidade, da 
coordenação motora ou da percepção, incluindo 
idoso, gestante, lactante, pessoa com criança de colo 
e obeso; 
CAPÍTULO II 
DA IGUALDADE E DA NÃO DISCRIMINAÇÃO 
 
Art. 4o Toda pessoa com deficiência tem direito à 
igualdade de oportunidades com as demais pessoas 
e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. 
§ 2o A pessoa com deficiência não está obrigada à 
fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa. 
Art. 5o A pessoa com deficiência será protegida de 
toda forma de negligência, discriminação, exploração, 
violência, tortura, crueldade, opressão e tratamento 
desumano ou degradante. 
Art. 6o A deficiência não afeta a plena capacidade 
civil da pessoa, inclusive para: 
I - casar-se e constituir união estável; 
II - exercer direitos sexuais e reprodutivos; 
III - exercer o direito de decidir sobre o número de 
filhos e de ter acesso a informações adequadas sobre 
reprodução e planejamento familiar; 
IV - conservar sua fertilidade, sendo vedada a 
esterilização compulsória; 
V - exercer o direito à família e à convivência familiar 
e comunitária; e 
VI - exercer o direito à guarda, à tutela, à curatela e à 
adoção, como adotante ou adotando, em igualdade de 
oportunidades com as demais pessoas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Seção Única 
Do Atendimento Prioritário 
Art. 9º A pessoa com deficiência tem direito a 
receber atendimento prioritário, sobretudo com a 
finalidade de: 
I - proteção e socorro em quaisquer circunstâncias; 
II - atendimento em todasas instituições e serviços de 
atendimento ao público; 
III - disponibilização de recursos, tanto humanos 
quanto tecnológicos, que garantam atendimento em 
igualdade de condições com as demais pessoas; 
IV - disponibilização de pontos de parada, estações e 
terminais acessíveis de transporte coletivo de 
passageiros e garantia de segurança no embarque e 
no desembarque; 
V - acesso a informações e disponibilização de 
recursos de comunicação acessíveis; 
VI - recebimento de restituição de imposto de renda; 
VII - tramitação processual e procedimentos judiciais 
e administrativos em que for parte ou interessada, em 
todos os atos e diligências. 
§ 1o Os direitos previstos neste artigo são extensivos 
ao acompanhante da pessoa com deficiência ou ao 
seu atendente pessoal, exceto quanto ao disposto nos 
incisos VI e VII deste artigo. 
§ 2o Nos serviços de emergência públicos e privados, 
a prioridade conferida por esta Lei é condicionada aos 
protocolos de atendimento médico. 
 
TÍTULO II 
DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS 
CAPÍTULO I 
DO DIREITO À VIDA 
Art. 11. A pessoa com deficiência não poderá ser 
obrigada a se submeter a intervenção clínica ou 
cirúrgica, a tratamento ou a institucionalização 
forçada. 
Parágrafo único. O consentimento da pessoa com 
deficiência em situação de curatela poderá ser 
suprido, na forma da lei. 
 
RESOLUÇÃO CNJ 230/16 
 
Subseção II 
Da Acessibilidade com Segurança e Autonomia 
Art. 4º 
§ 1º A fim de garantir a atuação da pessoa com 
deficiência em todo o processo judicial, o poder 
público deve capacitar os membros, os servidores e 
terceirizados que atuam no Poder Judiciário quanto 
aos direitos da pessoa com deficiência. 
§ 2º Cada órgão do Poder Judiciário deverá dispor de, 
pelo menos, cinco por cento de servidores, 
funcionários e terceirizados capacitados para o uso e 
interpretação da Libras. 
§ 6º Para atender aos usuários externos que tenham 
deficiência, dever-se-á reservar, nas áreas de 
estacionamento abertas ao público, vagas próximas 
aos acessos de circulação de pedestres, devidamente 
sinalizadas, para veículos que transportem pessoas 
com deficiência e com comprometimento de 
mobilidade, desde que devidamente identificados, em 
percentual equivalente a 2% (dois por cento) do total, 
garantida, no mínimo, 1 (uma) vaga. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Subseção III 
Das Comissões Permanentes de Acessibilidade e 
Inclusão 
Art. 10. Serão instituídas por cada Tribunal, no prazo 
máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, Comissões 
Permanentes de Acessibilidade e Inclusão, com 
caráter multidisciplinar, com participação de 
magistrados e servidores, com e sem deficiência, 
objetivando que essas Comissões fiscalizem, 
planejem, elaborem e acompanhem os projetos 
arquitetônicos de acessibilidade e projetos 
“pedagógicos” de treinamento e capacitação dos 
profissionais e funcionários que trabalhem com as 
pessoas com deficiência, com fixação de metas 
anuais, direcionados à promoção da acessibilidade 
para pessoas com deficiência, tais quais as descritas 
a seguir: 
I – construção e/ou reforma para garantir 
acessibilidade para pessoas com termos da normativa 
técnica em vigor (ABNT 9050), inclusive construção 
de rampas, adequação de sanitários, instalação de 
elevadores, reserva de vagas em estacionamento, 
instalação de piso tátil direcional e de alerta, 
sinalização sonora para pessoas com deficiência 
visual, bem como sinalizações visuais acessíveis a 
pessoas com deficiência auditiva, pessoas com baixa 
visão e pessoas com deficiência intelectual, 
adaptação de mobiliário (incluindo púlpitos), portas e 
corredores em todas as dependências e em toda a 
extensão (Tribunais, Fóruns, Juizados Especiais etc); 
II – locação de imóveis, aquisição ou construções 
novas somente deverão ser feitas se com 
acessibilidade; 
III – permissão de entrada e permanência de cães-
guias em todas as dependências dos edifícios e sua 
extensão; 
IV – habilitação de servidores em cursos oficiais de 
Linguagem Brasileira de Sinais, custeados pela 
Administração, formados por professores oriundos de 
instituições oficialmente reconhecidas no ensino de 
Linguagem Brasileira de Sinais para ministrar os 
cursos internos, a fim de assegurar que as secretarias 
e cartórios das Varas e Tribunais disponibilizem 
pessoal capacitado a atender surdos, prestando-lhes 
informações em Linguagem Brasileira de Sinais; 
V – nomeação de tradutor e intérprete de Linguagem 
Brasileira de Sinais, sempre que figurar no processo 
pessoa com deficiência auditiva, escolhido dentre 
aqueles devidamente habilitados e aprovados em 
curso oficial de tradução e interpretação de 
Linguagem Brasileira de Sinais ou detentores do 
certificado de proficiência em Linguagem Brasileira de 
Sinais – PROLIBRAS, nos termos do art. 19 do 
Decreto 5.626/2005, o qual deverá prestar 
compromisso e, em qualquer hipótese, será custeado 
pela administração dos órgãos do Judiciário; 
X – inclusão, em todos os editais de concursos 
públicos, da previsão constitucional de reserva de 
cargos para pessoas com deficiência, inclusive nos 
que tratam do ingresso na magistratura (CF, art. 37, 
VIII); 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 
XI – anotação na capa dos autos da prioridade 
concedida à tramitação de processos administrativos 
cuja parte seja uma pessoa com deficiência e de 
processos judiciais se tiver idade igual ou superior a 
60 (sessenta) anos ou portadora de doença grave, 
nos termos da Lei n. 12.008, de 06 de agosto de 2009; 
XII – realização de oficinas de conscientização de 
servidores e magistrados sobre os direitos das 
pessoas com deficiência; 
XIII – utilização de intérprete de Linguagem Brasileira 
de Sinais, legenda, audiodescrição e comunicação 
em linguagem acessível em todas as manifestações 
públicas, dentre elas propagandas, pronunciamentos 
oficiais, vídeos educativos, eventos e reuniões; 
XIV – disponibilização de equipamentos de 
autoatendimento para consulta processual 
acessíveis, com sistema de voz ou de leitura de tela 
para pessoas com deficiência visual, bem como, com 
altura compatível para usuários de cadeira de rodas. 
Art. 21. Cada órgão do Poder Judiciário deverá 
manter um cadastro dos servidores, serventuários 
extrajudiciais e terceirizados com deficiência que 
trabalham no seu quadro. 
§ 1º Esse cadastro deve especificar as deficiências e 
as necessidades particulares de cada servidor, 
terceirizado ou serventuário extrajudicial. 
§ 2º A atualização do cadastro deve ser permanente, 
devendo ocorrer uma revisão detalhada uma vez por 
ano. 
Art. 26. Se o órgão possibilitar aos seus servidores a 
realização de trabalho por meio do sistema “home 
office”, dever-se-á dar prioridade aos servidores com 
mobilidade comprometida que manifestem interesse 
na utilização desse sistema. 
§ 1º A Administração não poderá obrigar o servidor 
com mobilidade comprometida a utilizar o sistema 
“home office”, mesmo diante da existência de muitos 
custos para a promoção da acessibilidade do servidor 
em seu local de trabalho. 
§ 2º Os custos inerentes à adaptação do servidor com 
deficiência ao sistema “home office” deverão ser 
suportadosexclusivamente pela Administração. 
 
Seção IV 
Do Horário Especial 
 
Art. 29. A concessão de horário especial conforme o 
art. 98, § 2º, da Lei 8.112/1990 a servidor com 
deficiência não justifica qualquer atitude 
discriminatória. 
§ 1º Admitindo-se a possibilidade de acumulação de 
banco de horas pelos demais servidores do órgão, 
também deverá ser admitida a mesma possibilidade 
em relação ao servidor com horário especial, mas de 
modo proporcional. 
§ 2º Ao servidor a quem se tenha concedido horário 
especial não poderá ser negado ou dificultado, 
colocando-o em situação de desigualdade com os 
demais servidores, o exercício de função de confiança 
ou de cargo em comissão. 
§ 3º O servidor com horário especial não será 
obrigado a realizar, conforme o interesse da 
Administração, horas extras, se essa extensão da sua 
jornada de trabalho puder ocasionar qualquer dano 
à sua saúde. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Seção II 
Do Horário Especial 
 
Art. 32. A concessão de horário especial conforme o 
art. 98, § 3º, da Lei 8.112/1990 a servidor que tenha 
cônjuge, filho ou dependente com deficiência não 
justifica qualquer atitude discriminatória. 
§ 1º Admitindo-se a possibilidade de acumulação de 
banco de horas pelos demais servidores do órgão, 
também deverá ser admitida a mesma possibilidade 
em relação ao servidor com horário especial, em 
igualdade de condições com os demais. 
§ 2º Ao servidor a quem se tenha concedido horário 
especial não poderá ser negado ou dificultado, 
colocando-o em situação de desigualdade com os 
demais servidores, o exercício de função de confiança 
ou de cargo em comissão. 
§ 3º O servidor com horário especial não será 
obrigado a realizar, conforme o interesse da 
Administração, horas extras, se essa extensão da sua 
jornada de trabalho puder ocasionar qualquer dano 
relacionado ao seu cônjuge, filho ou dependente com 
deficiência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1 
SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS 10 
 
Lixeira 
Objetos NÃO SÃO movidos para a lixeira nas 
seguintes circunstâncias: 
1. Uma vez que o objeto esteja selecionado, 
pressiona-se SHIFT+DEL, simultaneamente. 
2. Caso o objeto seja maior que o espaço disponível 
na lixeira. 
3. Objetos apagados de outras unidades da máquina 
ou em rede. 
4. Se o objeto for arrastado para a Lixeira enquanto a 
tecla SHIFT está pressionada. 
5. Caso a Lixeira esteja configurada para não receber 
objetos. 
 
 
Blocos Dinâmicos 
Permitem acesso direto a programas e recursos 
instalados no computador e podem exibir informações 
sobre tais recursos no área do próprio bloco, caso 
estejam ativados. 
Podem ser redimensionados, relocados e 
desafixados. 
Alguns blocos, vinculados a programas como Word e 
Excel, permitem acesso aos arquivos recentes e ao 
comando desinstalar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 
Caixa de Pesquisa / Cortana 
Através da aplicação de filtros, o usuário pode 
determinar com precisão qual área deve ser 
considerada para a pesquisa. 
 
 
Visão de Tarefas 
Caso seja pressionado o botão VISÃO DE TAREFAS, 
a tela exibirá todas as janelas de trabalho atuais em 
miniaturas, conforme exemplo abaixo. 
 
Permite também que sejam criadas várias área de 
trabalho, e podemos acionar janelas e/ou programas 
distintos em cada uma das áreas. 
Uma vez que uma das áreas de trabalho seja fechada, 
considerando que há janelas abertas nessa área, 
estas janelas serão transferidas para a área 
imediatamente anterior. 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3 
Windows AERO 
Aero Peek – Exibição de miniaturas das janelas 
referentes a um botão da barra de tarefas, quando 
este botão estiver selecionado. Também engloba o 
botão “Mostrar Área de Trabalho”, presente na área 
de notificação. 
Aero Shake – Posicionar o cursor na barra de títulos, 
e sacudir uma janela para que as demais sejam 
minimizadas. 
Aero Snap – Arrastar a janela, pela barra de títulos, 
para um local da área de trabalho, redimensionando 
esta janela. 
 Ao arrastar para uma das laterais, a janela 
ocupará 50% da área de trabalho 
 Ao arrastar para um dos cantos, a janela 
ocupará 25% da área de trabalho. 
 Ao arrastar para o centro da área de trabalho 
ou a parte superior, a janela será restaurada 
ou maximizada, respectivamente. 
Ferramentas Administrativas 
 Verificação de Erros 
 Desfragmentar e Otimizar Unidades 
 Limpeza de Disco 
 
Explorador de Arquivos 
Todos os itens armazenados na pasta “Público” e 
suas subpastas estarão disponíveis a todos os 
usuários do sistema, o que facilita o compartilhamento 
de arquivos. 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 
Arrastar e Soltar 
Quando um objeto é arrastado para outro local e a 
tecla CTRL for pressionada durante o arrasto, o objeto 
será sempre COPIADO. 
Quando um objeto é arrastado para outro local e a 
tecla SHIFT for pressionada durante o arrasto, o 
objeto será sempre MOVIDO. 
Quando um objeto é arrastado para outro local e a 
tecla ALT for pressionada durante o arrasto, será 
sempre criado um ATALHO para o objeto. 
Quando um objeto é arrastado para outro local sem o 
pressionamento de qualquer tecla durante o 
processo: 
1) Se o arrasto for feito para outro diretório da mesma 
unidade de memória, o objeto será MOVIDO. 
2) Se o arrasto for feito para outra unidade de 
memória, o objeto será COPIADO. 
3) Se o arrasto for feito com o botão DIREITO do 
mouse pressionado, surgirá uma lista de opções. 
 
WORD 
 
COMPARTILHAR 
 
 
GRUPO FONTE 
As ações executadas neste grupo afetam apenas o 
conteúdo selecionado. 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5 
GRUPO PARÁGRAFO 
As ações executadasneste grupo afetam o parágrafo 
inteiro (ou mais de um parágrafo, caso selecionado). 
 
GRUPO PÁGINAS 
Ao inserir uma quebra de página, o cursor será 
deslocado para o início da próxima página (ou uma 
nova será criada), e o conteúdo anterior à quebra e o 
posterior jamais poderão ocupar a mesma página. 
 
 
 
TABELAS 
TAB – Deslocar para a próxima célula. Caso não 
exista, uma nova linha será criada na tabela. 
Enter – Novo parágrafo dentro da mesma célula. 
Caso uma coluna tenha sua largura alterada, a coluna 
à direita também será alterada. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6 
GRUPO Configurar Página 
 
QUEBRAS 
Cada seção criada em um documento será sempre 
independente das demais seções, no que tange à 
formatação de página. 
 
NOTAS DE RODAPÉ 
As Notas de Rodapé são posicionadas na parte 
inferior do corpo de texto, próximas ao Rodapé, mas 
NÃO dentro da margem inferior, onde o rodapé estará 
localizado. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7 
EXCEL 
 
Cálculo com Funções 
 Ao solicitarmos a execução de cálculos, 
células que contém letras ou símbolos serão 
desprezadas. 
 Células em branco serão desprezadas, não 
devendo ser consideradas com valor 0 (zero). 
 
Funções 
SOMA MINIMO 
MÉDIA MÁXIMO 
 
Considere que todas as células da coluna A esteja 
preenchidas com o número 5. caso a fórmula 
=SOMA(A1:A3;3) seja inserida na célula B1 da 
mesma planilha, o resultado apresentado será: 
 MAIOR(intervalo;k) 
 MENOR(intervalo;k) 
 ARRED(valor;qtde_de_casas_decimais) 
 CONT.NÚM(intervalo) 
 CONTAR.VAZIO(intervalo) 
 CONT.VALORES(intervalo) 
 SE(teste;verdadeiro;falso) 
 E(teste1;teste2;teste3;...) 
 OU(teste1;teste2;teste3;...) 
 NÃO(teste) 
=SE(teste1;v1;SE(teste2;v2;falso) 
=SE(E(t1;t2;t3;...);verdadeiro;falso) 
 CONT.SE(intervalo;critério) 
 SOMASE(intervalo;critério;int_da_soma) 
 SOMASES(int_da_soma;int1;crit1;...) 
 PROCV(valor_procurado;intervalo;coluna_de
_retorno;falso ou verdadeiro) 
* Para as funções PROCV e PROCH, Falso (ou 0) irá 
procurar o valor EXATO, enquanto Verdadeiro (ou 1) 
irá procurar valor Exato, se possível, ou 
APROXIMADO PARA BAIXO. 
 
ALÇA DE PREENCHIMENTO 
Pequeno quadrado no canto 
inferior-direito da seleção, 
preencherá um grupo de células 
a ser determinado por recurso 
“arrastar e soltar” (ou “clicar e 
arrastar”), copiando o conteúdo 
da(s) célula(s) primária(s) ou gerando uma sequência 
de valores. 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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8 
ENDEREÇOS MISTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GRUPO ALINHAMENTO 
Caso sejam 
selecionadas 
diversas células com 
algum tipo de valor, 
será mantido apenas 
o conteúdo da célula 
superior-esquerda da 
seleção. 
* Mesclar através: Irá mesclar as células em suas 
linhas e manterá o conteúdo da 1ª. (à esquerda). 
* Mesclar Células: Mesclará todas as células 
selecionadas, mantendo o valor da célula superior-
esquerda, SEM ALTERAR O ALINHAMENTO ATUAL 
 
Formatação Condicional 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9 
Elementos do Gráfico 
 
 
Validação de Dados 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SITES vs. PÁGINAS 
Sites: São os “locais” em que as informações ou 
serviços são disponibilizados. Tais informações ou 
serviços são, normalmente, divididos em páginas, 
como se o site fosse um jornal ou revista. 
Páginas: Uma informação ou conjunto de informações 
e/ou serviços disponibilizados em um site. Exemplo: A 
página do curso para Presidente da República do site 
neafconcursos.com.br 
 
ENDEREÇOS 
 
neafconcursos.com.br representa o endereço do 
servidor (máquina) em que a informação ou serviço 
está hospedado 
 
http://www.neafconcursos.com.br/xyz/12345 
O conteúdo após a primeira barra de divisão 
representa um conteúdo interno do site, podendo 
representar uma página ou arquivo. No exemplo 
acima, “xyz” só pode ser uma página, enquanto 
“12345” pode tanto representar uma página como um 
arquivo. O conteúdo “xyz/12345” é o caminho que o 
navegador deve seguir para encontrar o recurso 
desejado. 
 
Ferramenta de Busca 
 AND, OR E NOT. 
 Uso das Aspas. 
 Intext, Intitle, Inurl, Site, Filetype. 
 
JANELA ANÔNIMA / InPRIVATE 
Ao acionar uma janela anônima, os dados de 
navegação, sejam os endereços das páginas 
visitadas ou dados preenchidos em campos destas 
páginas, não ficarão armazenados na máquina do 
cliente. Porém, essa janela não impede que o cliente 
seja reconhecido pelos sites da web que visita. 
 
MICROSOFT EDGE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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11 
MICROSOFT EDGE - HUB 
Composto por Favoritos, Lista de Leitura, Histórico e 
Downloads 
 
 
MICROSFOT EDGE – Anotação Web 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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NORMAS DA CORREGEDORIA 
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1 
SUBSEÇÃO I 
DA CORREGEDORIA PERMANENTE E DAS CORREIÇÕES 
ORDINÁRIAS, EXTRAORDINÁRIAS E VISITAS 
CORRECIONAIS 
 
Art. 6º A função correcional será exercida em caráter 
permanente e mediante: 
1. Correições ordinárias ou extraordinárias; e 
2. Visitas correcionais. 
 
§ 1º A correição ordinária consiste na fiscalização prevista e 
efetivada segundo estas normas e leis de organização 
judiciária. 
 
§ 2º A correição extraordinária consiste em fiscalização 
excepcional, realizada a qualquer momento e sem prévio 
anúncio e poderá ser geral OU parcial, conforme as 
necessidades e conveniência do serviço correcional. 
 
§ 3º A visita correcional consiste na fiscalização direcionada à 
verificação da regularidade de funcionamento da unidade, do 
saneamentode irregularidades constatadas em correições ou 
ao exame de algum aspecto da regularidade ou da continuidade 
dos serviços e atos praticados. 
 
§ 4º As atas das correições e visitas serão encaminhadas à 
CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA nos prazos que 
seguem: 
I - correição ordinária – ATÉ 60 DIAS após realizada; 
II - correição extraordinária ou visita correcional – ATÉ 15 
DIAS após realizada. 
CAPÍTULO III 
DOS OFÍCIOS DE JUSTIÇA EM GERAL 
 
SEÇÃO I 
DISPOSIÇÕES INICIAIS 
 
Art. 27-A. A prioridade de que trata o artigo 27 se aplica às 
advogadas públicas e privadas, promotoras e procuradoras 
do Ministério Público gestantes ou lactantes, e a qualquer 
pessoa com criança de colo, inclusive para preferência nas 
audiências de primeiro grau de jurisdição e nas sessões de 
julgamento dos Colégios Recursais, desde que haja 
requerimento prévio, observada a ordem dos requerimentos 
e respeitados os demais beneficiários da Lei nº 10.048/2000 
que disciplina o atendimento prioritário. (Acrescentado pelo 
Provimento CG Nº 47/2017) 
 
SEÇÃO II 
DAS ATRIBUIÇÕES 
 
 
Art. 29. 
§ 1º Nas comarcas e foros distritais com MAIS DE 1 VARA, 
haverá um ofício OU seção de distribuição judicial, ao qual 
incumbem os serviços de distribuição, de contadoria e 
partidoria e, nos termos da lei, o ARQUIVO GERAL. 
Art. 47. Os servidores dos ofícios de justiça DEVERÃO se 
adaptar continuamente às evoluções do sistema 
informatizado oficial, utilizando plenamente as 
funcionalidades disponibilizadas para a realização dos atos 
pertinentes ao serviço (emissão de certidões, ofícios, 
mandados, cargas de autos etc.). 
 
SUBSEÇÃO II 
DA SEGURANÇA DO SISTEMA 
Art. 51. Os ESCRIVÃES JUDICIAIS do serviço de 
distribuição e dos ofícios de justiça realizarão AUDITORIA 
SEMANAL no sistema, de acordo com os níveis de 
criticidade definidos, comunicando à Corregedoria Geral da 
Justiça qualquer irregularidade. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LITORAL 
NORMAS DA CORREGEDORIA 
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2 
Art. 55. 
§ 3º As vítimas identificadas na denúncia ou queixa, e 
também as testemunhas de processo criminal – sejam estas 
de acusação, defesa ou comuns –, terão suas qualificações 
lançadas no sistema informatizado oficial, EXCETO quando, 
ao darem conta de coação ou grave ameaça, após 
deferimento do juiz, pedirem para não haver identificação de 
seus dados de qualificação e endereço. 
Art. 57. Nos OFÍCIOS DE JUSTIÇA, o registro e controle 
da movimentação dos feitos realizar-se-ão exclusivamente 
pelo SISTEMA INFORMATIZADO OFICIAL, VEDADAS: 
1. A elaboração de fichário por nome de autor e 
2. A utilização de fichas individuais materializadas em 
papel ou constantes de outros sistemas informatizados. 
§ 1º Os OFÍCIOS DE JUSTIÇA conservarão as fichas que 
compõem o fichário por nome de autor, até então 
materializadas em papel, podendo inutilizá-las desde que 
todos os dados que delas constem sejam anotados no 
sistema, de forma a possibilitar a extração de certidões. 
§ 2º As fichas individuais serão encerradas e mantidas em local 
próprio no oficio de justiça, até a extinção dos processos a que 
se referem, e serão grampeadas na contracapa dos autos, por 
ocasião de seu arquivamento, podendo, no entanto, ser 
inutilizadas desde que anotados no sistema informatizado 
oficial todos os dados que delas constem de forma a possibilitar 
a extração de certidões. 
Art. 60. A entrega definitiva dos autos de notificação, 
interpelação, protesto ou produção antecipada de provas, 
quando os processos ainda tramitarem sob a forma física, 
será cadastrada pelo OFÍCIO DE JUSTIÇA, no sistema 
informatizado, em campos distintos, observada a 
permanência em cartório durante 1 MÊS para extração de 
cópias e certidões pelos interessados, no caso de produção 
antecipada de prova. 
SEÇÃO VI 
DOS LIVROS E CLASSIFICADORES OBRIGATÓRIOS 
 
SUBSEÇÃO I 
DOS LIVROS OBRIGATÓRIOS 
 
Art. 63. Os OFÍCIOS DE JUSTIÇA em geral POSSUIRÃO 
os seguintes LIVROS: 
I - Visitas e Correições; 
II - Protocolo de Autos e Papéis em Geral; 
III - Cargas de Autos; 
IV - Registro de Feitos Administrativos (sindicâncias, 
procedimentos disciplinares, representações, etc.); 
V - Registro das decisões terminativas proferidas em feitos 
administrativos; 
VI - pertinentes à CORREGEDORIA PERMANENTE, previstos 
no art. 23, quando for o caso e no que couber. 
Art. 64. Os OFÍCIOS DE JUSTIÇA MANTERÃO também: 
I - Livro de Cargas de Mandados, SALVO se as respectivas 
varas forem atendidas pelas Seções Administrativa de 
Distribuição de Mandados; 
II - Controle, pela utilização de livros de folhas soltas ou outro 
meio idôneo, da remessa e recebimento de feitos aos Tribunais, 
ATÉ QUE seja implementado no sistema informatizado oficial o 
controle eletrônico; 
III - Controle do horário de entrada e saída por intermédio do 
livro ponto ou do relógio mecânico, CASO existam servidores 
não cadastrados no sistema de ponto biométrico; 
IV - Livro de Registro Geral de Feitos, com índice, SE NÃO 
ESTIVEREM integrados ao sistema informatizado oficial; 
V - Livro de Registro de Sentença, SALVO se cadastrada no 
sistema informatizado oficial, com assinatura digital ou com 
outro sistema de segurança aprovado pela CORREGEDORIA 
GERAL DA JUSTIÇA e que também impeça a sua adulteração. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3 
Art. 65. Nos OFÍCIOS DE JUSTIÇA integrados ao sistema 
informatizado oficial, os registros de remessa e recebimento de 
feitos e petições formalizar-se-ão exclusivamente pelas vias 
eletrônicas. 
SUBSEÇÃO II 
DOS CLASSIFICADORES OBRIGATÓRIOS 
 
Art. 75. Os OFÍCIOS DE JUSTIÇA possuirão os seguintes 
CLASSIFICADORES: 
I - para atos normativos e decisões da Corregedoria 
Permanente, com índice por assunto; 
II - para cópias de ofícios expedidos; 
III - para ofícios recebidos; 
IV - para GRD - guias de recolhimento de diligências do 
oficial de justiça; 
V - para cópias de guias de levantamento expedidas em 
favor dos auxiliares da justiça não funcionários na Justiça 
Estadual; 
VI - para mensagens eletrônicas enviadas ou recebidas que 
não forem juntadas a autos de processo; (Revogado pelo 
Provimento CG Nº 16/2017) 
VII - para relatórios de cargas eletrônicas; 
VIII - para petições e documentos desentranhados; 
IX - para autorizações e certidões de inutilização de livros e 
classificadores obrigatórios. 
Art. 78. Os ofícios e mensagens eletrônicas expedidos e 
recebidos, mencionados nos incisos II, III e VI do art. 75, 
serão conservadas pelo prazo de 1 ANO, a partir da data de 
expedição ou do recebimento pelo ofício de justiça. 
Parágrafo único. Decorrido o prazo estabelecido, e desde 
que reputados sem utilidade para conservação pelo 
escrivão judicial, serão inutilizados, mediante a autorização 
do JUIZ CORREGEDOR PERMANENTE, nos termos do § 
2º do art. 74. 
Art. 79. As guias de recolhimento de diligências do oficial 
de justiça serão conservadas pelo prazo MÍNIMO de 2 
ANOS contados do arquivamento, aplicando-se, quanto à 
inutilização, o disposto no do § 2º do art. 74. 
Art. 84. 
 
§ 1º O escrivão certificará a autenticidade da firma do juiz 
que subscreveu o documento, indicando-lhe o nome, o 
cargo e o exercício no juízo, nas seguintes hipóteses: 
I - na expedição de alvarás de soltura, mandados ou 
contramandados de prisão, requisições de preso e demais atospara os quais a lei exige certificação de autenticidade; 
II - quando houver dúvida sobre a autenticidade da firma. 
Art. 85. 
§ 1º A subscrição do juiz é OBRIGATÓRIA quando: 
I - a lei ou estas Normas de Serviço expressamente o 
exigirem. Por exemplo: 
1. Busca e apreensão cautelar; 
2. Prisão; 
3. Contramandado de prisão e alvará de soltura; 
4. Alvarás em geral; 
5. Levantamento de depósito judicial; 
6. Ordem de arrombamento explícita ou implícita etc; 
II - houver determinação de desconto de pensão alimentícia; 
III - os documentos ou papéis forem dirigidos a autoridades. 
Por exemplo: 
1. Membros do Poder Judiciário; 
2. Membros do Ministério Público; e 
3. Membros do Poder Legislativo; 
4. Chefe do Poder Executivo; 
5. Delegados de Polícia; 
6. Comandantes da Polícia Militar; e 
7. Comandantes das Forças Armadas. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO VIII 
DA ORDEM DOS SERVIÇOS DOS PROCESSOS EM 
GERAL 
 
SUBSEÇÃO I 
DA AUTUAÇÃO, ABERTURA DE VOLUMES E 
NUMERAÇÃO DE FEITOS 
 
Art. 87. Ao receber a petição inicial ou a denúncia, o ofício 
de justiça providenciará, em 24 HORAS, a autuação, nela 
afixando a etiqueta que, gerada pelo sistema informatizado 
e oriunda do distribuidor, atribui número ao processo e traz 
outros dados relevantes (juízo, natureza do feito, nomes das 
partes, data etc.). 
 
Parágrafo único. É DISPENSADA a lavratura de certidão, no 
interior dos autos, da autuação e do registro do processo. 
SUBSEÇÃO II 
DA RECEPÇÃO E JUNTADA DE PETIÇÕES, DOS ATOS E 
TERMOS JUDICIAIS E DAS COTAS NOS AUTOS 
 
Art. 92. É VEDADO aos ofícios de justiça receber e juntar 
petições que não tenham sido encaminhadas pelo setor de 
protocolo, SALVO: 
I – quanto às petições de requerimento de juntada de 
procuração ou de substabelecimento apresentadas pelo 
interessado diretamente ao ofício de justiça, caso em que o 
termo de juntada mencionará esta circunstância; 
II – quando houver, em cada caso concreto, expressa decisão 
fundamentada do juiz do feito dispensando o protocolo no setor 
próprio. 
Art. 93. Por ocasião da juntada de petições e documentos 
(ofícios recebidos, laudos, mandados, precatórias etc.), 
lavrar-se-á o respectivo termo de juntada. 
 
§ 1º Para a juntada, na mesma oportunidade, de 2 OU MAIS 
petições ou documentos, será confeccionado um único 
termo de juntada com a relação das peças. 
 
§ 2º É VEDADO o lançamento do termo de juntada na 
própria petição ou documento a serem encartados aos 
autos. 
 
§ 3º Recebidas petições via fac-símile ou por correio 
eletrônico (e-mail) diretamente no ofício de justiça ou na 
vara, será imediatamente lançado número de protocolo no 
corpo do documento, para oportuno controle dos prazos 
previstos no caput e parágrafo único do art. 2º da Lei 
Federal nº 9.800, de 26.05.1999. 
§ 4º Recebida petição inicial ou intermediária acompanhada 
de objetos de INVIÁVEL ENTRANHAMENTO aos autos do 
processo, o ESCRIVÃO deverá: 
1. Conferir, 
2. Arrolar e 
3. Quantificá-los, 
Lavrando certidão, sempre que possível na presença do 
interessado, mantendo-os sob sua guarda e 
responsabilidade até encerramento da demanda. 
SUBSEÇÃO III 
DA MOVIMENTAÇÃO DOS AUTOS 
 
Art. 97. Deverá ser feita conclusão dos autos no prazo de 
1 (um) dia e executados os atos processuais no prazo de 5 
(cinco) dias. 
§ 1º Os JUÍZES atenderão, preferencialmente, à ordem 
cronológica de conclusão para proferir sentença ou 
acórdão. 
 
§ 2º O ESCRIVÃO atenderá, preferencialmente, a ordem 
cronológica de recebimento para publicação e efetivação 
dos pronunciamentos judiciais. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 99. Nenhum processo permanecerá paralisado em 
cartório, além dos prazos legais ou fixados, ou ficará sem 
andamento por MAIS de 30 DIAS, no aguardo de diligências 
(informações, respostas a ofícios ou requisições, 
providências das partes etc.). 
 
Parágrafo único. Decorrido o prazo de 30 DIAS, o ofício de 
justiça reiterará a diligência UMA ÚNICA VEZ e, em caso 
de não atendimento, será aberta conclusão ao juiz, para as 
providências cabíveis. 
 
SEÇÃO X 
DAS CERTIDÕES 
 
Art. 104. A expedição de certidões em breve relatório ou 
de inteiro teor compete exclusivamente aos OFÍCIOS DE 
JUSTIÇA. 
 
§ 1º Sempre que possível, as certidões serão expedidas 
com base nos assentamentos constantes do sistema 
informatizado, cabendo ao escrivão dar a sua fé pública do 
que nele constar ou não, admitida, de qualquer forma, a 
consulta aos autos de processos em andamento ou findos, 
livros ou papéis a seu cargo, caso em que se designará o 
número e a página do livro ou processo onde se encontra o 
assentamento. 
 
§ 2º As certidões serão expedidas no prazo de 5 DIAS, 
contados da data do recebimento do respectivo pedido pelo 
ofício de justiça, fornecido ao interessado protocolo de 
requerimento. 
 
§ 3º Serão atendidos em 5 DIAS ÚTEIS os pedidos de 
certidões de objeto e pé formulados pelo correio eletrônico 
(e-mail) institucional de um ofício de justiça para outro. A 
certidão será elaborada e encaminhada pelo ofício de 
Justiça diretamente à unidade solicitante. 
Art. 104-A. A requerimento escrito do credor, tratando-se 
de sentença cível, transitada em julgado, que reconheça a 
existência de obrigação de pagar quantia ou alimentos, 
expedir-se-á certidão de teor da decisão para fins de 
protesto extrajudicial, a qual deverá indicar: 
I - nome; número de inscrição no cadastro do Ministério da 
Fazenda (CPF e CNPJ), no registro geral de identidade 
(RG) ou no registro nacional de estrangeiro (RNE); e 
endereço do credor; 
II - nome; número de inscrição no cadastro do Ministério da 
Fazenda (CPF e CNPJ), no registro geral de identidade 
(RG) ou no registro nacional de estrangeiro (RNE); e 
endereço do devedor; 
III- número do processo judicial; 
IV - o valor da dívida; 
V - a data em que, após intimação do executado, decorreu 
o prazo legal para pagamento voluntário. 
 
§ 1º As certidões serão expedidas no prazo de 03 DIAS, 
contados da data do recebimento do respectivo pedido pelo 
ofício de justiça. 
 
§ 2º A expedição de certidão de processos que correm em 
segredo de justiça DEPENDERÁ de despacho do juiz 
competente. 
 
§ 3º Em todos os casos, a certidão será levada a protesto 
sob a responsabilidade do credor. 
 
§ 4º A requerimento do EXECUTADO, o protesto será 
cancelado por determinação do juiz, mediante ofício a ser 
expedido ao cartório, no prazo de 3 DIAS, contado da data 
de protocolo do requerimento, desde que comprovada a 
satisfação integral da obrigação. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 108. Os mandados que devam ser cumpridos pelos 
oficiais de justiça serão distribuídos, na forma regulada pela 
CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA, aos que 
estiverem lotados ou à disposição das respectivas 
comarcas ou varas. 
 
Parágrafo único. Os mandados de prisão não serão 
entregues aos oficiais de justiça, mas encaminhados ao 
Instituto de Identificação Ricardo GumbletonDaunt - IIRGD. 
 
SEÇÃO XII 
DOS OFÍCIOS 
 
Art. 111. A lavratura de ofícios observará as regras de 
escrituração dispostas na Seção VII do presente capítulo 
(Da Escrituração) e o seguinte: 
 
I – os ofícios extraídos de processos serão datados e 
identificados com o número dos autos respectivos e nome 
das partes, dispensando-se a numeração em ordem 
cronológica, anexada uma cópia exclusivamente nos autos; 
(Alterado pelo Provimento CG Nº 39/2017) 
 
II - os ofícios que não se refiram a feito do próprio ofício de 
justiça serão numerados sequencialmente, em série 
renovável anualmente, de acordo com as respectivas datas 
de expedição, arquivada uma cópia no classificador próprio. 
 
SEÇÃO XIII 
DAS COMUNICAÇÕES OFICIAIS, TRANSMISSÃO DE 
INFORMAÇÕES PROCESSUAIS E PRÁTICA DE ATOS 
PROCESSUAIS POR MEIO ELETRÔNICO 
 
Art. 113. Serão transmitidas eletronicamente: 
I - informações que devam ser prestadas à segunda 
instância, conforme determinação do relator; 
II - ofícios; 
III - comunicações; 
IV - solicitações; 
V - pedidos e encaminhamento de certidões de objeto e pé, 
certidões criminais e certidões de distribuição; 
VI - cartas precatórias, NOS CASOS DE URGÊNCIA. 
Art. 128. É PERMITIDA a retirada da carta cumprida junto 
ao juízo deprecado, para a entrega ao juízo deprecante, 
desde que nela conste o nome do advogado da parte que 
tiver interesse no cumprimento do ato com o número da 
respectiva inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. 
SEÇÃO XV 
DAS INTIMAÇÕES 
 
Art. 132. A INTIMAÇÃO dos atos e termos do processo 
ou de expediente administrativo far-se-á, sempre que 
possível: 
1. Por meio eletrônico e 
2. Mediante publicação no Diário da Justiça Eletrônico. 
 
Parágrafo único. É VEDADO ao servidor dos ofícios de 
justiça prestar informações por telefone acerca dos atos e 
termos do processo: 
1. Aos advogados, 
2. Aos membros do Ministério Público, 
3. Às partes e 
4. Ao público em geral. 
 
 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO XVII 
DA CONSULTA E DA CARGA DOS AUTOS 
 
Art. 157. O acesso aos autos judiciais e administrativos de 
processos em andamento ou findos, mesmo sem 
procuração, quando não estejam sujeitos a segredo de 
justiça, é assegurado aos advogados, estagiários de Direito 
e ao público em geral, por meio do exame em balcão do 
ofício de justiça ou seção administrativa, podendo: 
1. Ser tomados apontamentos; 
2. Solicitadas cópias reprográficas; 
3. Bem como utilizado escâner portátil ou máquina 
fotográfica, VEDADO, nestas hipóteses, o desencarte das 
peças processuais para reprodução. 
 
Parágrafo único. Os escrivães judiciais e os chefes de 
seção judiciária manterão, pessoalmente ou mediante 
servidor designado, rigorosa vigilância sobre os autos dos 
processos, sobretudo quando do seu exame, por qualquer 
pessoa, no balcão do ofício de justiça ou seção 
administrativa. 
Art. 158. Para GARANTIA DO DIREITO DE ACESSO 
AOS AUTOS que não corram em segredo de justiça, 
poderão os advogados ou estagiários de Direito, 
regularmente inscritos na OAB, que não tenham sido 
constituídos procuradores de quaisquer das partes, retirar 
os autos para cópia, pelo período de 1 HORA, mediante 
controle de movimentação física, devendo o serventuário 
consultar ao sítio da Ordem dos Advogados do Brasil da 
Internet, à vista da Carteira da OAB apresentada pelo 
advogado ou estagiário de Direito interessado, com 
impressão dos dados obtidos, os quais serão conferidos 
pelo servidor antes da entrega dos autos, observadas, 
ainda, as demais cautelas previstas para a carga rápida, 
conforme o disposto no art. 165. 
Art. 165. A CARGA RÁPIDA dos autos será concedida 
pelo escrivão ou o escrevente responsável pelo 
atendimento, pelo período de 1 HORA, mediante controle 
de movimentação física dos autos, conforme formulário a 
ser preenchido e assinado por advogado ou estagiário de 
Direito devidamente constituído no processo, ou ainda por 
pessoa credenciada pelo advogado ou sociedade de 
advogados, respeitado o seguinte procedimento: 
I - os requerimentos serão recepcionados e atendidos desde 
que formulados ATÉ ÀS 18 HORAS; 
II - o formulário de controle de movimentação física será 
juntado aos autos no exato momento de sua devolução ao 
ofício de justiça, certificando-se o respectivo período de 
vista; 
III - na hipótese dos autos não serem restituídos no período 
fixado, competirá ao escrivão judicial representar, no prazo 
de 24 HORAS, ao JUIZ CORREGEDOR PERMANENTE, 
inclusive para fins de providências competentes junto à 
Ordem dos Advogados do Brasil (EOAB, arts. 34, inciso 
XXII, e 37, inciso I). 
Art. 158. Parágrafo único. A carga rápida de que trata 
este artigo também será concedida à pessoa credenciada 
pelo advogado ou sociedade de advogados, não sendo 
dispensada a consulta ao sítio da Ordem dos Advogados do 
Brasil dos dados referentes ao advogado ou sociedade de 
advogados que autorizar a retirada dos autos. O preposto 
deverá apresentar, além da autorização prevista no § 7º do 
artigo 272 do Código de Processo Civil, o respectivo 
documento de identidade. 
 
 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 161. A CARGA DE AUTOS judiciais e administrativos 
em andamento no cartório é reservada unicamente a 
advogados ou estagiários de Direito regularmente inscritos 
na OAB, constituídos procuradores de alguma das partes, 
RESSALVADO, nos processos findos e que não estejam 
sujeitos a segredo de justiça, a carga por advogado mesmo 
sem procuração, pelo prazo de 10 DIAS. 
 
Parágrafo único. A carga de autos também poderá ser 
realizada por pessoa credenciada a pedido do advogado ou 
da sociedade de advogados, pela Advocacia Pública, pela 
Defensoria Pública ou pelo Ministério Público, o que 
IMPLICARÁ INTIMAÇÃO de qualquer decisão contida no 
processo retirado, ainda que pendente de publicação. 
Art. 164. 
 
§ 2º Na fluência de prazo comum, só em conjunto ou 
mediante prévio ajuste por petição nos autos os 
procuradores das partes ou seus prepostos retirarão os 
autos, RESSALVADA a obtenção de cópias para a qual 
cada procurador ou preposto poderá retirá-los pelo prazo de 
2 a 6 HORAS, mediante carga, INDEPENDENTEMENTE de 
ajuste, observado o término do expediente forense. 
Art. 171. NÃO HAVERÁ substituição das peças ou dos 
documentos desentranhados por cópia quando, a critério do 
juiz do processo, referirem-se a: 
I - manifestação intempestiva do peticionário; 
II - documentação evidentemente estranha aos autos; 
III - documentos que não tenham servido de base para 
fundamentação de qualquer decisão proferida nos autos ou 
para a manifestação da parte contrária. 
Art. 174. Transitada em julgado a sentença, os OBJETOS 
anexados às manifestações processuais serão devolvidos 
às partes ou seus procuradores, mediante solicitação ou 
intimação para retirada em ATÉ 30 DIAS, sob pena de 
destruição. 
Art. 175. O escrivão verificará periodicamente o 
classificador para arquivamento provisório de petições e 
documentos desentranhados: 
I - quando constatar a existência de peças não retiradas há 
1 ANO do desentranhamento, reiterará a intimação dos 
advogados para retirá-las; 
II - decorridos 2 ANOS do desentranhamento, as petições e 
documentos não retirados pelos advogadosserão 
encaminhadas à Ordem dos Advogados do Brasil local, 
anotando-se no sistema informatizado oficial. 
 
Parágrafo único. Nas demais hipóteses, o escrivão 
remeterá à conclusão as petições e documentos 
desentranhados e não retirados, para que o juiz determine 
a destinação adequada. 
 
SUBSEÇÃO II 
DO ARQUIVAMENTO DE PROCESSOS NA COMARCA 
DA CAPITAL 
Art. 185. Além do requerimento formulado ao ofício de 
justiça onde tramitou o feito, o interessado poderá solicitar o 
desarquivamento, consultar e obter cópias reprográficas 
dos processos depositados no Arquivo Geral diretamente 
nas dependências da COORDENADORIA DE ARQUIVOS, 
SETOR DE CONSULTAS. 
 
§ 1º A requisição de consulta será feita em 4 VIAS, servindo 
uma delas de protocolo à parte interessada. 
§ 2º. Os processos permanecerão à disposição do 
interessado no local de consulta pelo prazo de 8 DIAS 
ÚTEIS, findo o qual serão devolvidos ao arquivo. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 186. O interessado poderá consultar os processos no 
próprio ofício de justiça de origem, promovendo o escrivão 
a expedição da requisição. 
 
Parágrafo único. O interessado no desarquivamento será 
intimado, por qualquer meio idôneo de comunicação, da 
chegada dos autos ao cartório e do prazo de 30 DIAS para 
manifestação, bem como de que, decorrido o prazo sem 
manifestação, os autos retornarão ao arquivo. 
 
CAPÍTULO XI 
DO PROCESSO ELETRÔNICO 
 
SEÇÃO I 
DO SISTEMA DE PROCESSAMENTO ELETRÔNICO 
Art. 1.191. O acesso ao sistema de processamento 
eletrônico será feito: 
I - no sítio eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado de 
São Paulo na internet, por qualquer pessoa credenciada, 
mediante uso de certificação digital (ICP-BRASIL – 
PADRÃO A3); 
II - pelos entes conveniados, por meio seguro da integração 
de sistemas; 
III - nos sistemas internos, por: 
1. Magistrados, 
2. Servidores, 
3. Funcionários e 
4. Terceiros autorizados pelo Tribunal de Justiça do 
Estado de São Paulo. 
 
Parágrafo único. O uso inadequado do sistema de 
processamento eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado 
de São Paulo que venha a causar prejuízo às partes ou à 
atividade jurisdicional importará bloqueio do cadastro do 
usuário, sem prejuízo das demais cominações legais. 
Art. 1.192. 
§ 3º Fazem a mesma prova que os originais as reproduções 
digitalizadas de qualquer documento, público OU particular, 
quando juntados aos autos: 
1. Pelos órgãos da Justiça e seus auxiliares, 
2. Pelo Ministério Público e seus auxiliares, 
3. Pelas procuradorias, 
4. Pelas repartições públicas em geral e 
5. Por advogados públicos ou privados, 
RESSALVADA a alegação motivada e fundamentada de 
adulteração ANTES ou DURANTE o processo de 
digitalização. 
 
§ 4º Os originais dos documentos digitalizados, 
mencionados no § 3º deste artigo, deverão ser preservados 
PELO SEU DETENTOR até o final do prazo para 
interposição de AÇÃO RESCISÓRIA, observadas, quanto 
aos ofícios de justiça, as disposições destas Normas de 
Serviço. 
Art. 1.193. É de exclusiva responsabilidade do titular de 
certificação digital o uso e sigilo da chave privada da sua 
identidade digital, NÃO SENDO OPONÍVEL, em nenhuma 
hipótese, alegação de seu uso indevido. 
 
Art. 1.194. TODOS os atos processuais do processo 
eletrônico serão assinados eletronicamente, por meio de 
certificação digital. 
 
Art. 1.195. Será considerada original a versão 
armazenada no servidor do Tribunal de Justiça do Estado 
de São Paulo, enquanto o processo estiver em tramitação 
ou arquivado. 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SEÇÃO V 
DA CONSULTA ÀS MOVIMENTAÇÕES PROCESSUAIS 
E DECISÕES 
 
Art. 1.224. É LIVRE a consulta, no sítio do Tribunal de 
Justiça do Estado de São Paulo: 
1. Às movimentações processuais, 
2. Inteiro teor das decisões, 
3. Sentenças, 
4. Votos, 
5. Acórdãos e 
6. Aos mandados de prisão registrados no BNMP (Banco 
Nacional de Mandados de Prisão). 
 
§ 1º O advogado, o defensor público, as partes e o membro do 
Ministério Público, cadastrados e habilitados nos autos, terão 
acesso a todo o conteúdo do processo eletrônico. 
§ 2º Os advogados, defensores públicos, procuradores e 
membros do Ministério Público, não vinculados a processo, 
previamente identificados, poderão acessar todos os atos e 
documentos processuais armazenados, SALVO nos casos 
de processos em sigilo ou segredo de justiça. 
Art. 1.226. A CONSULTA DA ÍNTEGRA de processos 
eletrônicos na internet observará as seguintes regras: 
I - os advogados, após cadastramento no Portal E-Saj, e 
mediante uso da certificação digital ou login e senha, 
poderão consultar a íntegra de processos públicos e a 
íntegra de processos em que decretado o segredo de 
justiça, desde que, no último caso, estejam vinculados por 
força de procuração nos autos; 
II - às partes será fornecida senha para acesso à íntegra de 
seu processo eletrônico juntamente com a citação ou 
quando solicitada, sendo possível o requerimento e a 
retirada pelo advogado constituído, circunstância essa que 
deverá ser certificada nos autos; 
III - para consulta da íntegra dos autos digitais na internet 
será fornecida senha de acesso a peritos, assistentes e 
outros auxiliares da justiça nomeados nos autos, de acordo 
com o tipo de participação no processo. 
Parágrafo único. As senhas de acesso serão fornecidas 
EXCLUSIVAMENTE pelo respectivo OFÍCIO DE JUSTIÇA, 
sendo necessária a comprovação documental da condição 
de parte, na hipótese do requerimento previsto no inciso II, 
e a autorização do magistrado, nas hipóteses do inciso III. 
 
SUBSEÇÃO III 
DA ELABORAÇÃO DE EXPEDIENTES PELO OFÍCIO DE 
JUSTIÇA 
 
Art. 1.238. A criação de MODELOS de GRUPO ou 
USUÁRIO realizar-se-á a partir dos modelos institucionais 
ou da autoria intelectual do magistrado e SOMENTE será 
permitida para as seguintes categorias: 
I - ajuizamentos; 
II - atos ordinatórios; 
III - certidões de cartório; 
IV - despachos; 
V - decisões; 
VI - requerimentos; 
VII - sentenças; 
VIII - termos de audiência; 
IX - Setor Técnico – Assistente Social; 
X - Setor Técnico – Psicologia. 
 
Parágrafo único. Na configuração dos modelos de grupo 
ou usuário, o ofício de justiça preencherá: 
I - na aba “Informações”, o nome, tipo, área e a classificação 
"grupo"; 
II - na aba “Movimentações”, a movimentação que reflita o 
teor do expediente; 
III - na aba “Compartilhamentos”, o tipo “grupo”; 
IV - na aba “Assinaturas”, o(s) agente(s) que assinará(ão) o 
documento; 
V - na aba “Atos do documento”, o tipo de ato, a forma, o 
código do modelo se o caso, o prazo, o tipo de seleção 
(partes a que se destina o documento) e o modo de 
finalização. 
 
SUBSEÇÃO XIII 
DA EXPEDIÇÃO DE MANDADOS DE LEVANTAMENTO 
 
Art. 1.265. Os processos que se encontram na fase de 
EXPEDIÇÃO DE MANDADOS DE LEVANTAMENTO 
serão encaminhados para a fila “ag. análise de cartório 
urgente”. 
 
ANOTAÇÕES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
104
ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO
LÍNGUA PORTUGUESA
PROFº DORIVAL CONTE JÚNIOR
DIA CONJUNÇÕESE
ADVÉRBIOS
CONJUNÇÕES
Conjunções COORDENADAS 
são
Conjunções subordinadas 
ADVERBIAIS são
1. Aditivas 1. Causais
2. Adversativas2. Consecutivas
3. Comparativas 3. Comparativas
4. Explicativas 4. Conformativas
5. Conclusivas 5. Condicionais
6. Concessivas
7. Proporcionais
8. Finais
9. Temporais
Principais conjunções coordenadas
1. Aditivas: e, nem, nem... nem, tampouco, não só... mas
também, não só... mas ainda, tanto... quanto, não só... senão
(inclusive), mais...
2. Adversativas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no
entanto, só que, senão (mas sim), antes, agora, ainda que, não
obstante...
3. Alternativas: ou, em correlação, ou...ou, ora...ora, quer...quer,
seja...seja...
4. Explicativas: que, porque, pois (quando iniciar a oração,
antes do verbo), porquanto...
5. Conclusivas: logo, portanto, pois (depois do verbo), por
conseguinte, em vista disso, assim, por isso...
105
Principais conjunções subordinadas
1. Causais: que, porque, porquanto, pois, como, dado que, visto como,
namedida em que, pois que, visto que, já que, uma vez que...
2. Consecutivas: de sorte que, de modo que, de maneira que, de
forma que, sem que (= que não), tão... que, tanto... que, tal... que,
tamanho... que, a tal ponto... que, de tal modo.... que, tanto assim...
que...
3. Comparativas: tal qual, tal e qual, tal como, como, como se, assim
como, (tão)... como, (tão)... quanto, tanto... como...
4. Conformativas: consoante, conforme, segundo, como (=
conforme)...
5. Condicionais: se, caso, desde que, contanto que, sem que (= se
não), amenos que, exceto se, salvo se, a não ser que...
6. Concessivas: embora, ainda que, quando, mesmo que, se bem
que, posto que, nem que, apesar de que, malgrado, conquanto...
Principais conjunções subordinadas
7. Proporcionais: à medida que, ao passo que, à proporção que,
quanto mais... mais, quanto menos... menos, quanto menor... menor,
quantomaior... maior, quantomelhor... melhor, quanto pior... pior...
8. Temporais: enquanto, quando, mal (= assim que), logo que, apenas,
depois que, assim que, agora que, até que, desde que, cada vez que,
sempre que, antes que, todas as vezes que, ao mesmo tempo que,
primeiro que...
9. Finais: porque (= para que), a fim de que, de modo que, de maneira
que, de forma que, de sorte que...
ADVÉRBIOS
Advérbios são palavras invariáveis que modificam o sentido de
verbos, adjetivos, outros advérbios e também combinações
desses vocábulos. Sempre expressam circunstâncias diversas:
tempo, modo, lugar, causa, consequência, finalidade, assunto,
instrumento, meio, companhia, etc.
PRINCIPAIS ADVÉRBIOS:
Advérbios de intensidade: muito, demais, pouco, bastante,
mais, menos, demasiado, quanto, quão, tanto, tudo, nada,
todo, quase, de todo, de muito, por completo, extremamente,
intensamente, grandemente etc.
ADVÉRBIOS
Advérbios de modo: bem, mal, assim, melhor, pior, às
pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às
escondidas, aos poucos, lado a lado, desse jeito, desse
modo, dessa maneira, em geral, frente a frente,
pacientemente, calmamente, tristemente, propositadamente,
amorosamente, bondosamente etc.
Advérbios de lugar: dentro, aqui, antes, ali, adiante, fora,
além, lá, perto, aí, abaixo, aonde, longe, debaixo, em volta, a
distância, à distância de, de longe, de perto, em cima, à
direita, à esquerda, ao lado etc.
106
ADVÉRBIOS
Advérbios de tempo: hoje, logo, ontem, tarde, amanhã,
cedo, depois, ainda, antigamente, antes, doravante, nunca,
então, ora (agora, neste momento), jamais, agora, sempre,
já, breve, constantemente, imediatamente, primeiramente,
provisoriamente, sucessivamente, à tarde, às vezes, à noite,
de manhã, de repente, de vez em quando, a qualquer
momento, hoje em dia, de tempos em tempos, em breve etc.
Advérbios de afirmação: sim, certamente, realmente,
efetivamente, certo, decididamente etc.
Advérbios de negação: não, nunca, jamais, de jeito
nenhum, de modo algum, tampouco etc.
Advérbios de dúvida: possivelmente, quem sabe,
provavelmente, talvez.
ADVÉRBIOS
Advérbios de inclusão: inclusive, inclusivamente, também,
até, mesmo etc.
Advérbios de exclusão: apenas, exclusivamente,
unicamente, somente, só etc.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TCE – 2017) Na passagem – Será ingenuidade, entretanto,
contar com uma aprovação fácil – os sindicatos da categoria
já se mobilizam contra o texto. –, a conjunção e o advérbio
destacados estabelecem no período, respectivamente,
relações de sentido de:
A) explicação e tempo.
B) oposição e afirmação.
C) conclusão e modo.
D) oposição e tempo.
E) conclusão e afirmação.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(PREF. DE ITANHAÉM – 2017) Na passagem “Embora cruel,
o sistema é de uma eficiência impressionante”, a conjunção
em destaque expressa, no contexto, relação de sentido de
A) causa e pode ser substituída, corretamente, por “Porque”.
B) condição e pode ser substituída, corretamente, por “Desde
que”.
C) concessão e pode ser substituída, corretamente, por
“Apesar de”.
D) restrição e pode ser substituída, corretamente, por
“Contanto que”.
E) modo e pode ser substituída, corretamente, por “Assim”.
107
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TJ-SP – 2017) Quanto ao sentido, a oração destacada em “A
mãe, conquanto insensível às boas ações, não pôde
disfarçar a admiração e o prazer que o moço lhe causou...”
equivale a:
A) conforme insensível às boas ações.
B) porque insensível às boas ações.
C) apesar de insensível às boas ações.
D) como insensível às boas ações.
E) portanto insensível às boas ações.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(IPSM – 2018) Assinale a alternativa em que o termo em
destaque é advérbio, expressando sentido de afirmação.
A) Muita gente acredita que, ao contrário de todas as demais
atividades humanas…
B) Porque é especial demais, elevada demais, dizem alguns.
C) “… quem não tem, não vai nunca aprender…”
D) Há os que chegam à mesma conclusão pelo lado oposto…
E) Talento literário é raro mesmo, mas não se trata disso.
CONCORDÂNCIA artigos, 
adjetivos, 
numerais e
pronomes
CONCORDAM COM O 
SUBSTANTIVO A QUE SE 
REFEREM.
Concordância nominal
108
Concordância nominal
Dois ou mais substantivos com um adjetivo
DUAS POSSIBILIDADES
Adjetivo 
concorda em
número
gênero
com o substantivo.
com todos os 
substantivos 
com o único 
masculino
Amor e ternura humanos.
Concordância atrativa
Adjetivo concorda com o substantivo mais próximo.
Amor e ternura humana.
O adjetivo “humana” está concordando com o substantivo 
“ternura”, que está mais próximo.
Concordância nominal
Adjetivo com dois ou mais substantivos.
a) Escolheste mau lugar e 
hora...
b) Escolheste má hora e 
lugar...
O adjetivo concorda com o 
substantivo mais próximo.
Concordância atrativa
Concordância nominal
Substantivo exercendo a função de adjetivo.
Comprei camisas pérola.
e
ternos cinza.
O substantivo que 
funcionar como adjetivo 
fica sempre invariável.
Concordância nominal
109
Adjetivo composto
a) Conheço várias mulheres luso-franco-brasileiras.
b) Eu li as críticas sócio-político-econômicas.
O último adjetivo concorda em número e em gênero com o 
substantivo a que se refere e todos os outros ficam no singular 
e no gênero masculino.
Concordância nominal
Substantivo no singular ou no plural, com mais de 
dois adjetivos.
a) Estudo a língua portuguesa, a inglesa, a francesa e a italiana.
b) Estudo as línguas portuguesa, inglesa, francesa e italiana.
Substantivo no singular Substantivo no plural
acrescenta-se o artigo a partir 
do segundo adjetivo.
apenas os adjetivos.
Concordância nominal
Leso
Concorda com o
nome a que se
referem.
a) Crime de lesa-pátria.
b) Crime de lesos-direitos.
c) Crime de leso-patriotismo.Concordância nominal
Próprio / Mesmo
a) Nós próprios faremos tudo.
b) Elas mesmas farão o trabalho.
Nesses casos, os 
pronomes próprio e 
mesma estão dando 
ênfase no sujeito da 
oração.
Concordância nominal
110
Junto / Anexo / Incluso
a) Os recibos seguem juntos.
b) As crianças voltaram juntas.
c) O comprovante segue anexo.
d) Seguem anexas as declarações.
e) Estão inclusas as taxas e impostos.
f) Estão inclusos os impostos e taxas.
Concordância nominal
Muito/Bastante/Meio
a) Aqui há muitas alunas.
b) Aqui há bastantes alunas.
c) As alunas estão muito cansadas.
d) As alunas estão bastante cansadas.
e) Ela está meio cansada.
f) Beberam várias meias garrafas.
g) As meias estão no varal.
Concordância nominal
É bom / É necessário
a) Água é bom para a saúde.
b) Virtude é necessário
É proibido / É permitido / É gostoso
a) É proibido entrada para menores.
b) É permitido entrada para menores.
c) Cerveja gelada é gostoso.
Concordância nominal
O VERBO PESSOAL 
CONCORDA COM O 
SUJEITO A QUE SE 
REFERE
Concordância verbal
111
1 Com sujeito coletivo formado pelas expressões
Parte de...
Metade de...
A maioria de...
Grande parte de...
A maior parte de...
Grande número de...
Grande quantidade de...
é facultativa 
a flexão do 
verbo
Concordância verbal
1 Com sujeito coletivo formado pelas expressões
I. Parte dos alunos chegou / chegaram
II. Metade das pessoas viu / viram
III. A maioria dos homens é / são
IV. Grande parte dos mares está / estão
V. A maior parte dos alunos foi / foram
VI. Grande número de estudantes é / são
VII. Grande quantidade de pessoas é / são
Concordância verbal
2 Sujeito formado pelas expressões
Menos de 
Perto de
Cerca de 
Menos de Menos de 
Perto dePerto de
Cerca de Cerca de 
dez pessoas voltaramdez pessoas voltaram
O verbo concorda com o substantivo determinado por 
essas expressões
Concordância verbal
3 Sujeito formado por expressão numérica indicando porcentagem. Admite três construções
a) Verbo flexionado 
para o plural se a 
expressão numérica 
aparecer com um 
determinante 
qualquer.
b) Quando o verbo 
aparecer anteposto à 
expressão que 
indicar a 
porcentagem, deverá 
concordar com o 
numeral.
c) Quando a 
expressão indicativa 
de porcentagem 
aparecer com 1%, o 
verbo permanecerá 
invariável.
I. Os 20% dos alunos
já fizeramaprova.
II. Apenas 30% dos
eleitores votaram.
I. Serão resolvidos
apenas 12%dos 
casos de homicídio.
II. Caíram 15% dos 
casos de dengue.
I. 1%dos alunos foi
bem na prova.
II. 1% das escolas 
está aberta.
Concordância verbal
112
4 Sujeito formado pela expressão “mais de um”
I. Mais de um deputado chegou.
“mais de um”: uma vez
verbo na 3ªp. singular
II. Mais de um deputado, mais de um senador chegaram.
“mais de um”: mais de uma vez
verbo na 3ªp. plural
Concordância verbal
5 Concordância com a palavra “se” exercendo a função de índice de indeterminação do sujeito.
O verbo que acompanhar a palavra “se” deverá ser
transitivo indireto, intransitivo ou de ligação. Assim,
haverá sujeito indeterminado e o verbo sempre ficará no
singular, não sendo possível a transformação do período
para a voz passiva analítica.
I. Precisa-se de digitadores.
II. Vive-se melhor no campo.
III. Era-se mais feliz naquele tempo.
VTI
VI
VL
Concordância verbal
6 Palavra “se” exercendo a função de partícula apassivadora.
Quando o verbo estiver acompanhado da partícula “se”, deverá
concordar com o sujeito paciente. O verbo sempre será
transitivo direto, ou transitivo direto e indireto. Além disso,
haverá a possibilidade de transformar a oração para a voz
passiva analítica.
Concordância verbal
6 Palavra “se” exercendo a função de partícula apassivadora.
I. Vende-se uma casa de praia.
II. Pagou-se a dívida ao banco.
III. Alugam-se apartamentos.
VTD
- Uma casa de praia é vendida.
- A dívida foi paga ao banco.
- Apartamentos são alugados.
VTDI
VTD
Concordância verbal
113
7 Sujeito com núcleos precedidos do pronome “cada”
Cada jogador, cada torcedor, cada comentarista tinha sua
justificativa para a derrota.
O verbo sempre ficará mantido na 3ª pessoa do 
singular.
Concordância verbal
8 Concordância com o verbo no infinitivo
A flexão do verbo somente caberá caso ele tenha
sujeito próprio, via de regra, distinto do sujeito da
oração principal.
I. Chegou ao conhecimento desta repartição estarem a salvo
todos os atingidos pelas enchentes.
Sujeito do verbo no infinitivo:
“todos os atingidos pelas enchentes.”
II. O governo afirma não existirem tais doenças no nosso país.
Sujeito da oração principal: “O governo.”
Sujeito do verbo no infinitivo: “tais doenças.”
Concordância verbal
9 Locução verbal com verbo auxiliar e verbo principal “parecer” e “ver” no infinitivo.
Ou se flexiona o verbo auxiliar, ou o verbo no 
infinitivo.
I. Os murais pareciam estremecer.
II. Os murais parecia estremecerem.
III. Viam-se entrar jovens e velhos
IV. Via-se entrarem jovens e velhos.
Concordância verbal
10 Sujeito representado pelo pronome relativo “que”
O verbo concordará com o elemento anteposto ao 
pronome
I. Fui eu que abri a janela.
II. Foste tu que abriste a janela.
Concordância verbal
114
11 Sujeito representado pelo pronome relativo 
O verbo concordará com o elemento anteposto ao 
pronome ou com o “quem” (3ª pessoa do singular)
I. Fui eu quem pedi a palavra.
II. Fui eu quem pediu a palavra.
Concordância verbal
12 Sujeito formado pelas expressões “Um dos que” / “Uma das que”
Admite tanto o verbo no singular, como no plural
I. Um dos casos que mais causou/causaram polêmica.
II. A medida é uma das que menos causou/causaram
impacto na economia.
.
Concordância verbal
13 Formação de sujeito resumido por pronome
“nada”, “tudo”, “ninguém”, “alguém”, “nenhum”, 
“cada um”
I. Amor, ódio, paixão, tudo faz parte da vida das pessoas.
II. Os ministros, os parlamentares, o presidente, alguém
falará sobre o caso assim que amanhecer.
o verbo concordará com esse elemento (pronome)
Concordância verbal
14 Concordância com os verbos impessoais
Fenômenos naturais 
sentido original sentido figurado
a) Choveu muito em São 
Paulo.
b) Amanheceu
rapidamente.
a) Choveram reclamações
contra a empresa de 
bebidas.
b) Eu amanheci muito 
cansado.
Concordância verbal
115
14 Concordância com os verbos impessoais
Ser e Estar: 
tempo ou 
clima
a) Agora é cedo.
b) Está frio hoje.
Haver, fazer, 
ir e passar: 
tempo
a) Não o vejo há dois meses.
b) Faz três anos que trabalho aqui.
c) Vai para dez anos que moro aqui.
d) Passava das três quando cheguei.
Concordância verbal
14 Concordância com os verbos impessoais
Haver: 
existir, 
ocorrer ou 
acontecer
a) Havia três pessoas no palco.
b) Houve muitos acidentes.
Chegar, 
Bastar: 
parar
a) Chega de saudade.
b) Basta de brigas.
c) Haverá outros problemas.
Concordância verbal
15 Verbos impessoais em locuções verbais
Deve HAVER / Deve FAZER uns dez anos que...
Deve HAVER/ Pode HAVER alguns problemas...
Concordância verbal COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(PREF. DE MARÍLIA – 2017) A concordância padrão está
plenamente respeitada em:
A) A função dos telhados das edificações tendem a ser
banalizadas pelo modelo construtivo convencional.
B) Aos telhados dá-se gradativa importância na promoção da
qualidade de vida nas grandes cidades.
C) Com o aproveitamento de 100 m² de área de telhado, é
atendido a demanda de limpeza de uma família de quatro
pessoas.
D)Obtêm-se o retorno do capital investido na aquisição de
inversores e de outros acessórios em 12 anos, no máximo.
E) O cultivo de certas espécies de plantas no telhado podem
garantir o isolamento térmico e acústico da edificação.
116
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(PREF. DE SERTÃOZINHO – 2017) A alternativa correta
quanto à concordância verbal encontra-se em:
A) Felizmente vêm se alterando as atitudes dos jovens em
relação ao idoso, hoje mais aceito socialmente.
B) Entre os acessórios utilizados pelos idosos que
antigamente frequentava os parquinhos estão a boina e o
cachecol.
C) Existem, atualmente, idosos que foge ao antigo padrão
de comportamento caracterizado por uma vida monótona e
sem atrativos.
D) Como ocorrem em outros países, a população do Brasil
também está envelhecendo.
E) Em números absolutos, haverão 50 milhões de idosos no
Brasil que vão consumir todo tipo de produtos para essa
faixa etária.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TJ-SP – 2017) Assinale a alternativa em que a reescrita de
partes do texto está em conformidade com a norma-padrão de
concordância.
A) Chuvas abaixo do normal e uma seca que já dura cinco anos
faz com que se prolongue o problema no Nordeste brasileiro.
B) Grande parte do Nordeste brasileiro continuará a enfrentar a
seca, já que as chuvas que ocorre por lá está abaixo do normal.
C) De acordo com o Centro de Previsão do Tempo e Estudos
Climáticos, a seca que já fazem cinco anos que dura se
prolongará.
D) A seca que há cinco anos o Nordeste enfrenta deverá
prolongar-se, já que serão mais três meses de chuvas abaixo
do normal.
E) A baixa incidência de chuvas no Nordeste prolongarão a
seca que já tem mais de cinco anos, analisa o Centro de
Previsão do Tempo e Estudos Climáticos.
REGÊNCIA
NOMINAL VERBAL
Quando um nome 
(substantivo, adjetivo 
ou advérbio) 
necessitar de 
complemento para 
completar o seu 
sentido. 
Quando um verbo 
necessitar de 
complemento para 
completar o seu 
sentido.
5. Regência verbal e nominal
117
1. Tenho confiança... (substantivo)
Tenho confiança em você.
2. Estou confiante... (adjetivo)
Estou confiante em ser aprovado.
3. Agiu contrariamente... (advérbio)
Agiu contrariamente ao relatório.
NOMINAL
Exemplos de regência NOMINAL
1. O espetáculo agradou ao público.
vti: satisfazer
2. A menina agradava o seu gatinho.
vtd: acariciar, fazer carinho
Observação
A utilização ou não da preposição dependerá da transitividade
do verbo e da intenção do autor no que refere ao sentido do
verbo.
VERBAL
Exemplos de regência VERBAL
Furioso -com, contra, 
por
Grato -a, para, por
Ida -a, para
Idêntico -a, em
Imediato -a
Impaciente -com, de, 
por
Importante -em, para
Impotente -a, ante, 
contra, diante de, por
Inábil -em, para
Inacessível -a, para
Incompatível -com
Desleal - a, com, em,
paracom
Diferente -com,de, em
Dotado - com, de, em,
para
Doutor -de, em,por
Entendido -em,por
Fiel -a, em,paracom
Firme -em
Forte -de, em,para
Fraco - com, de, em,
para
Franco - a, com, em,
sobre
Análogo -a
Anterior -a
Benéfico -a,para
Bom - de, para, para
com
Capaz -de, para
Contemporâneo -a, de
Contrário -a, de, em
Cuidadoso - com, de,
em
Cúmplice -de, a, para
Desatento -a
Descontente -com,de
Desejoso–de
Desfavorável -a, para
Exemplos de nomes e suas regências
Triste -com, de, em, 
para, por
Último -a, de, em
Único -a, em, entre, 
sobre
Útil -a, em, para
Vagaroso -de, em
Vaidoso -de, em
Vedado -a, por
Vendido -a,por
Vergonha -de, para
Versado -em
Vestido -a, com, de, 
em, para, por
Prestes -a, de, para
Pronto -a, em, para
Propício -a, para
Próximo -a, de
Rente -a, com, de, por
Respeito -a, com, de, 
em entre, para com, 
por
Sensível -a, para
Sito -em, entre
Situado -a, em, entre
Solícito -com, de, em, 
para com, por
Suspeito -a, de 
Temeroso -a, de, em
Incompreensível - a,
em,para
Nobre -de, em,por
Nocivo -a, para
Obediente -a
Obsequioso - com,
para, paracom
Odioso -a,para, por
Oneroso -a, para
Orgulhoso - com, de,
em,por
Parecido -a, com,de
Peculiar -a,de
Possível -a, de 
Exemplos de nomes e suas regências
118
1. Renunciar – vi – sem preposição
Bento XVI abdicou em 2013.
2. Renunciar – vtd – sem preposição
Bento XVI abdicou o papado.
3. Renunciar – vti – preposição de
Bento XVI abdicou do cargo de Papa.
ABDICAR
Exemplos de verbos e suas regências
1. Fazer carinho / Acariciar – vtd sem preposição
Amãe agradava o filho pequeno.
2. Ser agradável / Satisfazer – vti preposição a
O estudo da gramática agradou aos alunos na sala de aula.
AGRADAR
Exemplos de verbos e suas regências
1. Respirar / Sorver – vtd – sem preposição
Aspiramos o ar poluído nas grandes cidades urbanas.
2. Almejar / Desejar / Pretender – vti – preposição a
O candidato aspira ao cargo público.
ASPIRAR
Exemplos de verbos e suas regências
1. Ver / Presenciar – vti – preposição a
a) Assistimos ao documentário.
b) Ontem assisti a um filme interessante.
2. Caber / Ser de direito – vti – preposição a
Assiste ao aluno transitar nas dependências da escola.
ASSISTIR
Exemplos de verbos e suas regências
119
3. Morar / Residir – vti – preposição em
Todos nós assistimos no mesmo bairro.
4. Auxiliar / Prestar assistência – vtd / vti –
com ou sem preposição a
a) Os enfermeiros assistiram ao paciente.
b) Os enfermeiros assistiram o paciente.
ASSISTIR
Exemplos de verbos e suas regências
Informar – vtdi – sem e com preposição a, de, sobre
a) Avisei Pedro do acontecimento.
b) Avisei Pedro sobre o acontecimento.
c) Avisei o acontecimento a Pedro.
AVISAR
Exemplos de verbos e suas regências
Ir / Dirigir-se – vi – preposição a
Cheguei ao conservatório para estudar música.
CHEGAR
Exemplos de verbos e suas regências
Avisar – vtdi – sem e com preposição a
Quando relacionado à coisa, usa-se sem preposição e ao se
relacionar à pessoa, coloca-se a preposição.
Comunicamos o ocorrido ao Delegado de Polícia.
Comunicar
Exemplos de verbos e suas regências
120
Desacatar – vti – com preposição a
O motorista desobedeceu ao sinal de trânsito e não parou.
Desobedecer
Exemplos de verbos e suas regências
Sair da lembrança – vtd – sem preposição
Sair da lembrança – vti – com preposição a
Esquecemos os livros em casa.
Esqueci do seu aniversário.
ESQUECER
Exemplos de verbos e suas regências
Fazer esforço por – é pronominal –
vti – com as preposições em, a, por e para
a) Esforcei-me em ser mais ponderado com as outras pessoas.
b) Esforçou-se a ter as coisas de forma muito mais honesta.
c) Nós sempre nos esforçamos por uma vida bem melhor.
d) Esforcei-me para conquistar tudo aquilo que sempre sonhei
em ter.
Esforçar-se
Exemplos de verbos e suas regências
1. Ser chato com – vti – preposição com
Eles nunca implicaram com você?
2. Acarretar consequências – vtd – sem preposição
Todas as atitudes repentinas implicam sérios problemas.
3. Envolver-se – vti – preposição em
Eles implicaram-se em negócios fraudulentos.
IMPLICAR
Exemplos de verbos e suas regências
121
1. Gostar mais de – vtd – sem preposição
Prefiro bebidas sem álcool.
2. Dar preferência / Gostar mais de / Escolher antes – vtdi
- sem e com preposição a
Ele preferia música clássica a sons barulhentos.
PREFERIR
Exemplos de verbos e suas regências
Ao redigir um texto, é possível usar determinados termos invertendo
suas posições originais para produzir um efeito ou para, simplesmente,
evitar redundâncias. Entretanto, deve-se ter o cuidado de não trocara
regência adequada e, com isso, produzir umperíodo incorreto.
Exemplos
Queprograma vocêassistiu ontemna tevê?
Aqueprograma vocêassistiu ontemna tevê? Formacorreta
Forma incorreta
Observações finais sobre regência verbal
Exemplos
Assistimosegostamosmuito do filmeque vocênos indicou.
Assistimosao filmeque vocênos indicouegostamosmuito dele.
Forma incorreta
Forma correta
Entrei e saí do quarto correndo.
Entrei no quarto e dele saí correndo.
Forma incorreta
Forma correta
Observações finais sobre regência verbal
Exemplos
Comprei e gostei do novo aparelho celular.
Comprei o novo aparelho celular e gostei dele.
Forma incorreta
Forma correta
Li e refleti sobre o texto.
Li o texto e refleti sobre ele.
Forma incorreta
Forma correta
Observações finais sobre regência verbal
122
Exemplos
Avistei e obedeci ao sinal de trânsito.
Avistei o sinal de trânsito e a ele obedeci.
Forma incorreta
Forma correta
Gostamos e confiamos no nosso mestre.
Gostamos do nosso mestre e confiamos nele.
Forma incorreta
Forma correta
Observações finais sobre regência verbal
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
lhe(s)
-lo, -la, -los, -las
-no, -na, -nos, -nas
o, a, os, as
REGÊNCIA
Uso do lhe(s)
Verbos transitivos 
indiretos com 
qualquer 
terminação 
Termo destacado 
iniciado por 
preposição
(Ser personificado)
Compalavra atrativa
2. ...quando obedecer aos
meuspais.
...quando lhesobedecer.
Sempalavra atrativa
1. ...obedecer aosmeus pais.
...obedecer-lhes
Exemplos
A
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
Uso do lhe(s) OBSERVAÇÃO
Caso o termo destacado não seja ser personificado, substituir
por
a ele(s) / a ela(s)
Exemplos
1. ...obedecer aos sinais.
...obedecer a eles
2. ...assistir ao filme.
...assistir a eles.
3. ...assistir à peça.
...assistir a ela.
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
123
Uso do -lo, -la, -los, -las
Verbos transitivos 
diretos com 
terminação em 
(ênclise) 
Compalavra atrativa
2. ...não resolver os 
exercícios.
...não os resolver.
Sempalavra atrativa
1. ...resolver os exercícios.
...resolvê-los.
Exemplos
R
Termo destacado 
iniciado sem 
preposição
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
Uso do -lo, -la, -los, -las
Verbos transitivos 
diretos com 
terminação em 
(ênclise) 
Termo destacado 
iniciado sem 
preposição
Compalavra atrativa
2. ...não pôs os livros no 
armário.
...não os pôs no armário
Sempalavra atrativa
1. ...pôs os livros no 
armário.
...pô-los no armário.
Exemplos
S
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
Uso do -lo, -la, -los, -las
Verbos transitivos 
diretos com 
terminação em 
(ênclise) 
Termo destacado 
iniciado sem 
preposição
Compalavra atrativa
2. ...hoje produz a 
gasolina.
...hoje a produz.
Sempalavra atrativa
1. ...produz a gasolina.
...produ-la.
Exemplos
Z
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
Uso do -no, -na, -nos, -nas 
Verbos transitivos 
diretos com 
terminação em 
(ênclise) 
Termo destacado 
iniciado sem 
preposição
Compalavra atrativa
2. ...não resolveram os 
exercícios.
...não os resolveram.
Sempalavra atrativa
1. ...resolveram os 
exercícios.
...resolveram-nos.
Exemplos
M
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
124
Uso do -no, -na, -nos, -nas 
Verbos transitivos 
diretos com 
terminação em 
(ênclise) 
Termo destacado 
iniciado sem 
preposição
Compalavra atrativa
2. ...não propõe a 
solução.
...não a propõe.
Sempalavra atrativa
1. ...propõe a solução.
...propõe-na.
Exemplos
ÕE
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
Usodoo, a, os, as ou -o, -a, -os, -as
Verbos 
transitivos 
diretos com 
qualquer 
terminação, 
EXCETO 
Termo destacado 
iniciado sem 
preposição, 
formando próclise 
ou ênclise.
Compalavra atrativa
2. ...não comprei os 
livros.
...não os comprei.
Sempalavra atrativa
1. ...comprei os livros.
...comprei-os.
Exemplos
R, S, Z, 
M ou ÕE
REGÊNCIA COM OS PRONOMES
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA DE PORTO FERREIRA – 2017) Assinale a
alternativa correta quanto à regência, de acordo com a
norma-padrão.
A) Joel foi até na janela e constatou de que tudo estava
inundado por ali.
B) Joel vigiava sempre, e seus pensamentos aludiam nos
esplêndidos aventureiros.
C) A alimentação de Joel compunha-se em peixes exóticos,
que lhe satisfaziam.
D) Certa vez, houve uma tempestade à qual durou sete horas,
mas sem triunfar em Joel.
E) Não se assistiu a nenhum ataque dos monstros, mas Joel
estava certo da sua existência.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA DE MOGI DAS CRUZES – 2017) Assinale a alternativa
em que a frase escrita a partir do texto está correta quanto à
regência verbal e nominal, de acordo com a norma-padrão da língua
portuguesa.
A) Após terminar o trabalho, fechava a máquina com a qual
trabalhava e me dedicava a outras atividades que sentia prazer de
realizar.
B) Após terminar o trabalho, fechava a máquina pela qual trabalhava
e me dedicava a outras atividades que sentia prazer realizar.
C) Após terminar o trabalho, fechava a máquina da qual trabalhava e
me dedicava em outras atividades que sentia prazer sobre realizar.
D) Após terminar o trabalho, fechava a máquina pela qual trabalhava
e me dedicava por outras atividades que sentia prazer realizar.
E) Após terminar o trabalho, fechava a máquina a qual trabalhava e
me dedicava de outras atividades que sentia prazer de realizar.
125
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CRBIO 1ª REGIÃO – 2017) Os atalhos ____________ são
tentadores, mas podem trazer resultados frustrantes.
Atendendo à norma-padrão de regência verbal, a lacuna
dessa frase deve ser preenchida com:
A) pelos quais muitos optam
B) aos quais muitos acreditam
C) dos quais muitos se apoiam
D) com que muitos se utilizam
E) em que muitos valorizam
PONTUAÇÃO
USO DA VÍRGULAUSO DA VÍRGULA
7. PONTUAÇÃO
PONTUAÇÃO
Oração na ordem 
direta/natural
1º sujeito 
2º verbo 
3º objeto 
Não se usa vírgula
Os alunos aguardavam o professor.
7. PONTUAÇÃO
126
A conjunção coordenativa pode aparecer no interior do período
para dar ênfase. Nesse caso, deverá vir isolada pelas vírgulas.
I. Sua atitude, porém, causou riscos à empresa.
II. Sua atitude, no entanto, causou riscos à empresa.
Conjunção Coordenativa Intercalada
Via de regra, a conjunção coordenativa receberá somente uma
vírgula anteposta quando estiver ligando duas orações.
I. Os políticos pedem nosso voto, porém não lutam para
nos defender.
II. Fomos à praia, no entanto estava chovendo muito.
Conjunção Coordenativa Intercalada
Aparece no interior
de outra oração e
poderá vir isolada:
- pelas vírgulas;
- pelos parênteses;
- pelos travessões
FACULTATIVAMENTE
O problema dos furtos, disse o delegado,
será imediatamente resolvido
Oração intercalada
Quando a conjunção “e” aparecer ligando duas orações
com sujeitos diferentes.
I. “Os adjetivos passam, e os substantivos ficam.”
(Machado de Assis)
II. A inflação caiu, e economia cresceu.
Uso da vírgula com a conjunção “E”
Vírgula facultativa
127
OBRIGATÓRIA SEM VÍRGULA
Quando a conjunção “e”
aparecer repetidas vezes no
período.
I. ...e os amigos, e os pais, e
os vizinhos...
II. ...e trabalha, e estuda, e se
diverte.
Quando a conjunção “e”
aparecer ligando duas
orações com o mesmo
sujeito.
I. Os deputados votaram e
saíram imediatamente do
Congresso.
II. A inflação caiu e já não mais
preocupa tanto os
economistas.
Vírgula COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TJM-SP – 2017) Acerca da pontuação, de acordo com a norma-padrão
da língua, estácorreto o que se afirma em:
A) o trecho – Animais bastante similares aos humanos modernos
surgiram por volta de 2,5 milhões de anos atrás. – permanecerá correto
se uma vírgula for acrescida após a palavra “humanos”.
B) o trecho – Em um passeio pela África Oriental de 2 milhões de anos atrás,
você poderia muito bem observar certas características humanas familiares... –
permanecerá correto após a substituição da vírgula por ponto final.
C) a mensagem do trecho – ... mães ansiosas acariciando seus bebês e
bandos de crianças despreocupadas brincando na lama... –
permanecerá inalterada caso seja acrescida uma vírgula após
“ansiosas” e outra após “despreocupadas”.
D) o trecho – Ninguém, muito menos eles próprios, tinha qualquer
suspeita de que seus descendentes um dia viajariam à Lua... –
permanecerá correto caso as vírgulas sejam substituídas por
travessões.
E) a mensagem do trecho – A coisa mais importante a saber acerca dos
humanos pré-históricos é que eles eram animais insignificantes... –
permanecerá inalterada se a expressão “a saber” ficar entre parênteses.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(UNESP – 2017)
Cara Beatriz: na última terça (8) você escreveu aqui pro jornal se
dizendo espantada com a minha crônica de domingo (6); “após uma
semana de fatos surpreendentes na política”, “num momento tão
importante para uma boa análise”, um de seus “colunistas preferidos”
havia se saído com um texto “bobo e sem propósito”.
No trecho acima, empregam-se as aspas para
A) ironizar as ideias expressas pela leitora.
B) indicar o pensamento do próprio autor.
C) dar ênfase às ideias do jornal.
D) indicar transcrição do discurso da leitora.
E) criar o efeito de humor no texto.
CORRELAÇÃO VERBAL
128
Verbos primitivos Verbos derivados 
Ter
Pôr 
Vir
Ver
Deter
Tenho
Ponho
Venho
Vejo
Repor
Intervir
Rever
Detenho
Reponho
Revejo
Intervenho
Manter
Mantenho
Interpor
Interponho
Prever
Prevejo
Provir
Provenho
2. Conjugações de verbos
TER PÔR
Eu tive = Eu mantive
Ele teve = Ele manteve
Eles tiveram = Eles
mantiveram
Se ele tivesse = Se ele
mantivesse
Quando ele tiver = Quando
ele mantiver
Eu pus = Eu propus
Ele pôs = Ele propôs
Eles puseram = Eles
propuseram
Se ele pusesse = Se ele
propusesse
Quando ele puser = Quando
ele propuser
2. Conjugações de verbos
VIR VER
Eu vim = Eu intervim
Ele veio = Ele interveio
Eles vieram = Eles 
intervieram
Se ele viesse = Se ele 
interviesse
Quando ele vier = Quando 
ele intervier
Eu vi = Eu previ
Ele viu = Ele previu
Eles viram = Eles previram
Se ele visse = Se ele 
previsse
Quando ele vir = Quando 
ele previr
2. Conjugações de verbos COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(PREF. DE MARÍLIA – 2017) Para que a frase dita por uma determinada
personagem apresente a relação correta entre os tempos verbais, deve
ser redigida como indicado em:
A) Eu poderia preveni-lo do perigo, antes que ele partisse para
atravessar o deserto.
B) Eu podia preveni-lo do perigo, antes que ele partirá para atravessar o
deserto.
C) Eu poderei preveni-lo do perigo, antes que ele partira para atravessar
o deserto.
D) Eu posso preveni-lo do perigo, antes que ele tivesse partido para
atravessar o deserto.
E) Eu terei podido preveni-lo do perigo, antes que ele partia para
atravessar o deserto.
129
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA PORTI FERREIRA – 2017) Assinale a alternativa correta
quanto à concordância verbal.
A) O acesso às universidades podem ser um caminho para uma vida
melhor.
B) Com as cotas, garantiram-se vagas a negros, pardos, índios e pobres
nas universidades.
C) Houveram muitos mitos quando se cogitaram a implementação das
cotas.
D) Já fazem quinze anos que as cotas nas universidades vem sendo
implementadas.
E) As cotas, implementadas no país nos últimos quinze anos, é um feito
a comemorar.
SENTIDO PRÓPRIO E 
FIGURADO DAS 
PALAVRAS
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA DE SUMARÉ-SP – 2017) Assinale a alternativa que
apresenta palavra empregada em sentido figurado.
A) … já desenvolveram múltiplas e variadas atividades…
B) Flávia pediu ao marido que tivesse uma conversa com o filho.
C) A vida não é uma eterna brincadeira.
D) Você não gostaria de praticar algum esporte?
E) Então quando poderemos brincar?
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CRBIO 1ª REGIÃO – 2017)
Fazer uma vaquinha
No século 20, o ato de juntar algumas pessoas para coletar um
dinheirinho passou a ser conhecido como “fazer uma vaquinha” por
causa do futebol. Nas décadas de 20 e 30, quase nenhum jogador
ganhava salário – luxo só garantido aos atletas do Vasco da Gama.
Nesses tempos bicudos, muitas vezes a própria torcida reunia-se a
fim de arrecadar, entre si, um prêmio para agraciar os craques, e a
grana era paga de acordo com o resultado do time em campo.
Os valores dessas coletas associavam-se aos números do jogo do
bicho, loteria criada nos fins do Império. Se arrecadassem 5 mil-réis, por
exemplo, chamavam o prêmio de “um cachorro”, já que 5 é o número do
cachorro no jogo. Dez mil-réis eram “um coelho”; quinze mil-réis, “um
jacaré”; vinte mil, “um peru”.
Vinte e cinco mil, o prêmio máximo, era chamado de “uma vaca”.
Nascia a expressão “fazer uma vaquinha”.
130
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
A) próprio ... a vaquinha tão alegre e eufórica como os torcedores do
time vencedor
B) próprio ... a torcida satisfeita por ter conseguido mais dinheiro do que
o previsto
C) próprio ... os jogadores entusiasmados com a vitória e com a
expectativa do prêmio
D) figurado ... os integrantes do time felizes pela vitória inusitada no
campeonato
E) figurado ... o animal em dimensões exageradas para representar o
vultoso prêmio
Assinale a alternativa que preenche, correta e
respectivamente, as lacunas da frase.
Analisando a ilustração do texto, é correto
afirmar que o artista Mauro Souza baseou-se no
sentido _________ do termo “vaquinha” e
retratou ____________ . COLOCAÇÃO 
PRONOMINAL
INÍCIO DA TEORIA –
COLOCAÇÃO PRONOMINAL
Pronomes pessoais oblíquos átonos
me, te, se, nos, vos, o, a, os, as, -lo, -la, -los, -las, -no, -na, -
nos, -nas, lhe(s)
Pronomes pessoais retos Pronomes pessoais 
oblíquos átonos
1ª p. s. Eu
2ª p. s. Tu
3ª p. s. Ele(a)
1ª p. p. Nós
2ª p. p. Vós
3ª p. p. Eles(as) 
me 
te 
se, o, a, -lo, -la, -no, -na, lhe 
nos 
vos 
se, os, as, -los, -las, -nos, -
nas, lhes 
3. Colocação pronominal
131
Posicionamento dos pronomes pessoais oblíquos átonos 
em relação ao verbo.
verbopronome pronome
pronome
antes depois
meio
Próclise Ênclise
Mesóclise 
3. Colocação pronominal
Palavras atrativas de pronomes oblíquos átonos
1.Palavrasnegativas: não, nem, nunca, nada, jamais...
2.Advérbios: hoje, depois, ainda, primeiramente, imediatamente...
3.Pronomesdemonstrativos: este, esse, isso, aquele, aquela...
4.Pronomes relativos: que, quem, oqual, os quais, onde...
5.Pronomes indefinidos: algo, algum, algumas,muitos, poucos...
6.Conjunções subordinativas: como, desdeque, caso, quando...
Fatores de próclise obrigatória (atração)
Exemplos
Palavra negativa
Advérbios
Pron. demonstrativos
Pron. relativos
Pron. indefinidos
Conj. subordinativas
Palavra 
atrativa
Pronome Verbo
...não me disseram...
...depois te conto...
...isso lhe convém...
Pessoas que se perderam...
Algo nos diz...
...quando a encontrei...
Fatores de próclise obrigatória (atração)
Exemplos
Palavra negativa
Advérbios
Pron. demonstrativos
Pron. relativos
Pron. indefinidos
Conj. subordinativas
Palavra 
atrativa
Verbo Pronome
...não disseram...-me
...depois conto... - te
...isso convém... - lhe
Pessoas que perderam... - se
Algo diz... - nos
...quando encontrei... - a
Fatores de próclise obrigatória (atração)
132
1. Mesmo com palavra atrativa, tanto faz a próclise ou a ênclise,
desdequeoverboesteja no infinitivo, isto é, terminadoemR.
Exemplos
a) Nãoencontrar-te outra vez aqui...
b) Não te encontrar outra vez aqui...
OBSERVAÇÕES 
2. A próclise é obrigatória em frases exclamativas,
interrogativas e optativas (frases que denotam desejo).
Exemplos
a)Espere para lhe contar!
b) Ele seencontrou comvocê?
c)Nósaqueremos bem.
OBSERVAÇÕES 
3. A preposição em + um pronome oblíquo átono se + verbo no
gerúndio (terminado emndo) tambémobriga ousodapróclise.
Exemplo
Em se tratando de política, ela 
é especialista.
OBSERVAÇÕES 
1. Quando o verbo estiver 
no início do período.
2. Depois de pontuação.
Exemplo
Emprestou-me o livro de 
gramática.
Exemplo
Diante disso, entregou-lhe os 
pertences.
Ênclise obrigatória
Quando o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do 
pretérito e não houver palavra atrativa.
Exemplos 
a) Encontrar-te-ei na escola amanhã.
b) Encontrar-te-ia na escola amanhã.
Mesóclise obrigatória
133
PROIBIÇÕES
Me empreste este livro.
Próclise proibida Proibido iniciar período por 
pronome oblíquo átono.
Ênclise proibida Proibida a ênclise com verbo
no particípio.
Ele havia encontrado-me no shopping.
Ênclise proibida Proibida a ênclise com verbo 
no futuro. 
Encontrarei-te amanhã.
Empreste-me este livro.
Próclise proibida Proibido iniciar período por 
pronome oblíquo átono.
Ênclise proibida Proibida a ênclise com verbo
no particípio.
Ele havia me encontrado no shopping.
Ênclise proibida Proibida a ênclise com verbo 
no futuro. 
Encontrar-te-ei amanhã.
CORRETO
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TJ-SP – 2017) Assinale a alternativa correta quanto à colocação
pronominal, de acordo com a norma-padrão.
A) Nada conservara-se da beleza anterior de Fadinha, que consolou-se
vendo que o amor de Remígio crescera.
B) A moça mais bonita do Rio de Janeiro ficou boa, mas desfigurada:
tinha transformado-se num monstro.
C) Remígio incomodaria-se caso Fadinha aproveitasse o enxoval
oferecido pelo primeiro noivo.
D) O semblante da esposa de Remígio não inquietava-o e nem
repugnava-o, pois assim ele desejava-a.
E) Vendo o novo semblante de Fadinha, Remígio achava-a mais
simpática, com algo que o encantava.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA DE PORTO FERREIRA – 2017) Quanto à colocação
pronominal, as orações – Joel vestiu-se rapidamente... –; – As noites se
sucediam, estreladas. – e – Achou bonita esta frase [...]. Depois, nunca
mais falou. – estão reescritas, correta e respectivamente, em:
A) Rapidamente se vestiu Joel... / Sucediam-se, estreladas, as noites. /
Achou bonita esta frase [...]. Depois, nunca mais a falou.
B) Se vestiu Joel rapidamente... / As noites, estreladas, sucediam-se. /
Achou bonita esta frase [...]. Depois, nunca mais falou-a.
C) Joel, rapidamente, se vestiu... / Se sucediam as noites, estreladas. /
Achou bonita esta frase [...]. Depois, nunca mais a falou.
D) Vestiu-se, rapidamente, Joel... / Sucediam-se, estreladas, as noites. /
Achou bonita esta frase [...]. Depois, nunca mais falou-a.
E) Joel rapidamente vestiu-se... / Estreladas, se sucediam as noites /
Achou bonita esta frase [...]. Depois, nunca mais falou-a.
134
CRASE
6. Crase
REGRA GERAL
CRASE
Termo regente 
exige preposição A
Termo regido 
admite artigo A ou AS
Anteposto
Exemplos
1. Fomos à festa.
2. Retornamos às praias.
3. Ela é idêntica à mãe.
Quando não houver exigência da preposição “a” no termo
regente ou a inadmissibilidade de artigo “a” no termo regido, o
acento de crase não acorrerá.
Exemplos
1. Conheci a diretora da escola.
(vtd – sem preposição)
2. Refiro-me a ela.
(termo regido não admite artigo a) 
6. Crase
O primeiro a é preposição exigida pelo termo regente e o
segundo a poderá ser:
1. Artigo feminino a ou as
A filha é semelhante à mãe.
2. Artigo feminino a ou as dos pronomes relativos: a qual,
as quais
A cidade à qual me referi fica longe.
3. Artigo feminino dos pronomes demonstrativos aquele,
aqueles, aquela, aquelas, aquilo
Retornamos àquele monumento.
6. Crase
135
4. Pronome demonstrativo a. A palavra a poderá ser
considerada um pronome demonstrativo quando puder ser
substituída por aquele(s), aquela(s) ou aquilo.
Esta é uma situação semelhante à que já vimos acontecer
antes.
Esta é uma situação semelhante àquela que já vimos
acontecer antes.
6. Crase NÃO OCORRERÁ CRASE
1. Diante de palavras masculinas
a) Vestiu-se a caráter
b) Usava traje a rigor
c) Gostava de andar a cavalo.
2. Antes de verbos
Passou a ver melhor / Começou a
fazer / Estava disposto a disputar uma
vaga para aquele cargo.
NÃO OCORRERÁ CRASE
3. Diante de alguns pronomes
a) Pedimos a ela.
b) cheguei a esta conclusão.
c) Dedicou o livro a essa moça.
d) Não me referi a ninguém.
e) Viajava a cada ano.
f) Saiu a toda velocidade.
g) Declarou-se a alguma jovem.
h) Dirijo-me a você.
i) Peço licença a Vossa Excelência.
Observação
I. Refiro-me à senhora.
II. Fiz alusão à senhorita.
III. Peço licença à madame.
IV. Fizemos referência à dona da casa.
NÃO OCORRERÁ CRASE
4. Diante de expressões repetidas
cara a cara / frente a frente /gota a gota
5. Antes do termo uma
(quando for um artigo indefinido)
a) Fomos a uma festa.
b) Chegamos a uma conclusão.
c) Falamos a uma pessoa estranha.
6. Palavras femininas empregadas no 
sentido genérico.
a) Não dou ouvidos a reclamações.
b) Falava a diversas pessoas.
c) Agrediram-se a bofetadas.
d) Progrediram a duras penas.
136
NÃO OCORRERÁ CRASE
7. Diante dos pronomes relativos que, quem, cujo(s),
cuja(s)
a) Esta é a mulher a que me referi.
b) Esta a pessoa a quem fez referência.
c) Era boa a ideia a cujo autor me referi.
d) Era boa a ideia a cuja autora me referi.
NÃO OCORRERÁ CRASE
8. Diante numeral
a) O número de ferido chegou a trinta.
b) Os reprovados chegaram a vinte.
Observações 
I. Ocorrerá a crase quando houver numeral indicador de
horas, pois nesse caso, trata-se de uma locução adverbial
feminina.
Nós chegaremos às treze horas.
II. Também haverá crase antes dos numerais ordinais, já
que só podem ser grafados com artigo anteposto.
Entregaremos o prêmio à primeira pessoa que ligar para o 
programa.
NÃO OCORRERÁ CRASE
9. Diante das locuções prepositivas
perante a, desde a, para as, entre as
a) “Todos são iguais perante a lei...”
b) Gostava de ler desde a infância.
c) O jogo foi marcado para as 16h.
d) Deveriam chegar entre as 20 e 22h.
CASOS FACULTATIVOS DE CRASE
1. Diante de nomes femininos
a) Pediu um favor à Joana.
b) Pediu um favor a Joana.
Observação
Se o nome feminino aparecer com determinante,
a crase será obrigatória.
a) Pediu um favor à Joana da farmácia.
b) Fizeram elogios à Sandra da lanchonete.
137
CASOS FACULTATIVOS DE CRASE
2. Diante de pronomes possessivos femininos.
a) Levou a encomenda a sua tia.
b) Levou a encomenda à sua tia.
c) Pediu um favor a minha irmã.
d) Pediu um favor à minha irmã.
3. Depois da preposição até.
a) Fomos até a porta do
restaurante.
b) Fomos até à porta do
restaurante.
CASOS 
ESPECIAIS 
DE CRASE
LOCUÇÕES FEMININAS
Adverbiais
Prepositivas
Conjuntivas
CRASE
1. Ela saiu às pressas de casa.
2. Entre e fique à vontade.
3. Ficamos às escuras.
4. Gosto de sair à noite.
5. Estudamos à tarde.
6. Às vezes chove pela manhã.
Exemplosde Locuções Adverbiais
Exemplos de prepositivas Exemplos de prepositivas
1. Estou à frente do banco.
2. Ficou à procura de alguém.
3. Estamos à espera de uma 
pessoa.
5. Ela ficou à beira de um 
ataque.
1. À medida que estudava, 
conseguia aumentar seu 
conhecimento.
2. A água subia à proporção 
que a chuva caía com mais 
intensidade.
Exemplos
138
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(PREF. MARÍLIA-SP – 2017) O acento indicativo de crase está
empregado corretamente em:
A) No “Diário de São Paulo”, Mário de Andrade dedicava-se à crítica de
música.
B) Na redação do jornal “Diário de São Paulo”, Mário e Braga sentaram
lado à lado.
C) Se trocassem um bilhetinho sequer, os escritores chegariam à travar
amizade.
D) Rubem Braga diz ter, em assuntos de amizade, horror à explicações
sentimentais.
E) O cronista Rubem Braga foi o único à quem Mário de Andrade não
escreveu.
ESTRUTURAÇÃO DO TEXTO
RELAÇÕES ENTRE IDEIAS; 
RECURSOS DE COESÃO
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(PREF. ITANHAÉM-SP – 2017) Considere o trecho a seguir:
Começaram a fazer o bem e se transformaram em parte integrante de
um processo de imensa perversidade, cujos promotores praticam
abusos indescritíveis.
No trecho “... cujos promotores praticam abusos indescritíveis...”, o
pronome destacado
A) retoma o sentido da palavra “integrante”.
B) faz referência antecipada à noção de abuso.
C) expressa a noção de posse em relação à palavra “promotores”.
D) expressa a noção de intensidade em relação à palavra “imensa”.
E) retoma o sentido da expressão “parte integrante”.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA DE SUMARÉ-SP – 2017)
Excesso de atividades
Muitas crianças sofrem com o excesso de atividades porque os pais
acreditam que isso vai deixá-las mais preparadas para o futuro, e
pensam que é necessário despertar a competitividade desde cedo para
garantir o sucesso profissional. Além disso, existe a dificuldade de não
ter onde deixar os pequenos durante o dia. Para resolver o problema, os
pais mantêm os filhos ocupados o máximo possível. Com as atividades,
os pais tentam também aliviar uma certa culpa de sua ausência física e
emocional.
É importante que os pais saibam que a criança precisa ter tempo
livre para interagir com outras crianças. O estresse diário, comum na
vida de adultos, não deveria fazer parte da realidade das crianças.
(http://zh.clicrbs.com.br/s/vida-e-estilo/vida/notícia/2013/03/ agenda-lotada-excesso-de-atividades-pode-ser-prejudicial-para-as-
criancas-4086596.html. Acesso em 18.05.2017. Adaptado)
139
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(CÂMARA DE SUMARÉ-SP – 2017) No trecho – Muitas crianças sofrem
com o excesso de atividades porque os pais acreditam que isso vai
deixá-las mais preparadas para o futuro, e pensam que é necessário
despertar a competitividade… – a palavra destacada refere-se a
A) muitas crianças.
B) preparadas para o futuro.
C) pensam que é necessário.
D) despertar a competitividade.
E) excesso de atividades.
SINÔNIMOS
E
ANTÔNIMOS
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
Avaliar os servidores
Instituições funcionam bem quando conseguem promover os
incentivos corretos. Em se tratando do serviço público, isso significa
recompensar o mérito e o esforço, evitando que funcionários
sucumbam às forças da inércia.
Uma das razões do fracasso do socialismo real, recorde-se, foi a
ausência de estímulos do gênero aos trabalhadores. Para estes, a
escolha racional era não chamar a atenção dos superiores, negativa ou
positivamente.
A gestão de pessoal no Estado brasileiro não chega a reproduzir um
modelo soviético, mas carece de sistema eficaz de incentivos e
sanções. Com efeito, políticas de bônus por produtividade nas carreiras
públicas ainda são tímidas e raramente bem desenhadas.
(...)
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TCE-SP – 2017) Nas passagens – … evitando que funcionários
sucumbam às forças da inércia. (1° parágrafo) – e – … políticas de
bônus por produtividade nas carreiras públicas ainda são tímidas e
raramente bem desenhadas. (3° parágrafo) –, os termos em destaque
significam, correta e respectivamente:
A) cedam, apatia, débeis, planejadas.
B) obedeçam, mobilização, precárias, delineadas.
C) entreguem-se, incapacidade, omissas, visíveis.
D) oponham-se, estagnação, fracas, forjadas.
E) aspirem, transformação, simples, concebidas.
140
INTERPRETAÇÃO
DE
TEXTOS
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(IPSM – 2018)
No plano verbal, o efeito de humor da tira vem do emprego da
A) palavra “medo”, que se mostra aparentemente incoerente no
contexto.
B) pergunta, com que a menina atenua o sentimento de medo do rato.
C) frase “Não sei!”, gerando ambiguidade no segundo quadrinho.
D) palavra “Ele”, que não tem um referente explícito anteriormente.
E) palavra “desconhecido”, cujo sentido se modifica entre os quadrinhos.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
Avaliar os servidores
Instituições funcionam bem quando conseguem promover os
incentivos corretos. Em se tratando do serviço público, isso significa
recompensar o mérito e o esforço, evitando que funcionários sucumbam
às forças da inércia.
Uma das razões do fracasso do socialismo real, recorde-se, foi a
ausência de estímulos do gênero aos trabalhadores. Para estes, a
escolha racional era não chamar a atenção dos superiores, negativa ou
positivamente.
A gestão de pessoal no Estado brasileiro não chega a reproduzir um
modelo soviético, mas carece de sistema eficaz de incentivos e sanções.
Com efeito, políticas de bônus por produtividade nas carreiras públicas
ainda são tímidas e raramente bem desenhadas.
Já a dispensa de servidores por insuficiência de desempenho,
embora prevista na Constituição, não pode ser posta em prática porque o
Congresso nunca elaborou uma lei complementar que regulamentasse a
avaliação dos profissionais, como a Carta exige.
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
Vislumbra-se, agora, uma possibilidade de avanço. Discute-se no 
Senado projeto que cria um sistema de avaliação periódica, a ser 
adotado por União, Estados e municípios, que poderá levar à exoneração 
de servidores que obtenham, por sucessivas vezes (o número exato 
ainda é objeto de negociação), notas inferiores a 30% da pontuação 
máxima.
Será ingenuidade, entretanto, contar com uma aprovação fácil – os
sindicatos da categoria já se mobilizam contra o texto.
Tampouco se deve imaginar que basta uma lei para alterar o statu
quo. Sistemas de avaliação de servidores já existentes em alguns órgãos
muitas vezes não passam de um jogo de cena corporativista, que acaba
por distribuir premiações quase generalizadas.
As dificuldades, contudo, não podem ser pretexto para o imobilismo.
O projeto se apresenta como um passo inicial importante; uma vez posto
em prática, a experiência servirá de base para eventuais
aperfeiçoamentos.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.09.2017. Adaptado)
141
COMO A VUNESP ESTÁ COBRANDO:
(TCE-SP – 2017) Em relação ao projeto de lei a ser votado no Senado,
o texto deixa claro que
A) sofre críticas dos sindicatos e, quando aprovado, irá de encontro aos
preceitos da Carta.
B) enfrentará resistências e, ainda que aprovado, sua implementação
poderá ser comprometida.
C) compromete os direitos dos trabalhadores e, apesar disso, estes
mantêm-se impassíveis.
D) conta com o apoio dos servidores, mas, se aprovado, criará impasses
com os sindicatos.
E) é alvo de muitas críticas e, por conta disso, o imobilismo social e
político é inevitável.
ANOTAÇÕES
ANOTAÇÕES ANOTAÇÕES
142
	Capa_Dia D
	CAPA2
	Página de Apresentação_Apostila_DIA D
	Sumário_Dia D
	considerar_esse_o_final_dia_d_AGORA VAI
	esse____
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	2_dto_constitucional
	3_matematica_e_rl
	4_direito_penal_jose_eduardo5_dto_administrativo
	6_atualidades_marcio_gomes
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