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Contabilidade para Construção Civil
Prof. Fred Cavalcante
Frederico Otavio Sirotheau Cavalcante
Possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade da 
Amazônia (2000), Especialização em Contabilidade, Auditoria e 
Controladoria pela PUC Campinas e mestrado em Controladoria e 
Contabilidade Estratégica - UNIFECAP (2006). Atualmente cursa 
doutorado em Contabilidade na Universidade do Minho em Portugal. 
Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Auditor, 
Perito e Consultor de Empresas. Palestrante Credenciado pelo CRC/SP, 
CRC/RJ e CFC, principalmente nas áreas de Contabilidade Financeira, 
Internacional e do Terceiro Setor. Parecerista do Guia de Estudante da 
Editora Abril. Agraciado com MOÇÃO de Louvor e Reconhecimento 
pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro (2015 e 2017) pelos serviços 
educacionais na área contábil prestados a sociedade carioca.
O que é e para que serve a Contabilidade?
Resposta 1:
Sistema burocrático desenvolvido por profissionais frustrados e sem
imaginação que serve apenas para calcular impostos contribuindo
para aumentar a excessiva carga tributária brasileira.
Resposta 2:
Ferramenta dinâmica e eficiente que registra e controla todas 
operações da empresa e fornece informações úteis para a tomada de 
decisões por parte de diversos usuários. 
X

CONTABILIDADE
Coleta, classifica, 
registra e relata
Operações
ADMINISTRAÇÃO
Controle interno
Operações
VENDAS
Controle interno
Operações
COMPRAS
Controle interno
Operações
ESTOQUES
Controle interno
Operações
PRODUÇÃO
Controle interno
Operações
FINANÇAS
Controle interno
Operações
PATRIMÔNIO
Controle interno
ADMINISTRADOR
DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS DE USO GERAL
STAKEHOLDERS
RELATÓRIOS ESPECIAIS
• CONTROLADOR
• FISCO
• REGULADOR
A administração da Entidade é 
responsável pela elaboração e 
adequada apresentação das 
demonstrações contábeis
Administração X Propriedade
O Código Civil Brasileiro - Lei 10.406/2002:
Seção III
Da Administração
Art. 1.020. Os administradores são obrigados a prestar 
aos sócios contas justificadas de sua administração, e 
apresentar-lhes o inventário anualmente, bem como o 
balanço patrimonial e o de resultado econômico.
Art. 1.065. Ao término de cada exercício social, proceder-
se-á à elaboração do inventário, do balanço patrimonial e 
do balanço de resultado econômico. 
O Código Civil Brasileiro - Lei 10.406/2002:
Art. 1.179. O empresário e a sociedade 
empresária são obrigados a seguir um 
sistema de contabilidade, mecanizado ou 
não, com base na escrituração uniforme 
de seus livros, em correspondência com a 
documentação respectiva, e a levantar 
anualmente o balanço patrimonial e o de 
resultado econômico.
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE
ITG 2000 – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
Objetivo
Estabelece critérios e procedimentos a serem
adotados pela entidade para a escrituração
contábil de seus fatos patrimoniais, por meio de
qualquer processo, bem como a guarda e a
manutenção da documentação e de arquivos
contábeis e a responsabilidade do profissional
da contabilidade.
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE
ITG 2000 – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
Deve ser adotada por todas as
entidades, independente da natureza e
do porte, na elaboração da escrituração
contábil, observadas as exigências da
legislação e de outras normas
aplicáveis, se houver.
ITG 2000 - Formalidades da escrituração contábil 
• A essência econômica da transação.
• Livros contábeis obrigatórios: Livro Diário e o
Livro Razão assinados pelo titular ou
representante legal da entidade e pelo
profissional da contabilidade regularmente
habilitado no CRC.
• As demonstrações contábeis devem ser
transcritas no Livro Diário
Responsabilidade do contador
Profissional: CFC - Lei 12.249/10 Art. 76. Os arts. 2o, 
6o, 12, 21, 22, 23 e 27 do Decreto-Lei no 9.295/46
Civil: Código Civil – Art. 1.177, trata da 
responsabilidade civil do contador
Criminal: Código Penal, Lei 8.137/90 (crimes fiscais)
Lei 11.101/2005 (Lei de Falências)
Lei 7.492 (crimes contra sistema financeiro).
CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis
CFC, IBRACON, BOVESPA, APIMEC, ABRASCA FIPECAFI
www.cpc.org.br
 CPC emite Pronunciamentos, Interpretações e Orientações 
sempre em convergência com as IFRS do International
Accounting Standards Board (IASB).
 Órgãos reguladores (CFC, CVM, CMN, SUSEP, ANEEL, 
ANS e ANTT) emitem seus atos próprios adotando os do 
CPC e definindo vigência.
CPC FULL (48)
NBC TG 1000
ITG 1000
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DA 
INFORMAÇÃO CONTÁBIL-FINANCEIRA ÚTIL
Características qualitativas fundamentais
Relevância
Representação fidedigna
Características qualitativas de melhoria
Comparabilidade
Verificabilidade
Tempestividade
Compreensibilidade
01 - (ESAF - RECEITA FEDERAL - 2012) Entre as características 
qualitativas de melhoria, a comparabilidade está entre as que os analistas 
de demonstrações contábeis mais buscam. Dessa forma, pode-se definir 
pela estrutura conceitual contábil que comparabilidade é a característica 
que 
a) permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos 
itens e diferenças entre eles nas Demonstrações Contábeis. 
b) utiliza os mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período 
para outro, considerando a mesma entidade que reporta a informação, 
quanto para um único período entre entidades. 
c) considera a uniformidade na aplicação dos procedimentos e normas 
contábeis, onde, para se obter a comparabilidade, as entidades precisam 
adotar os mesmos métodos de apuração e cálculo. 
d) garante que usuários diferentes concluam de forma completa e igual, 
quanto à condição econômica e financeira da empresa, sendo levados a um 
completo acordo. 
e) estabelece procedimentos para a padronização dos métodos e processos 
aplicados em demonstrações contábeis de mesmo segmento.
02 - (CESGRANRIO – PETROBRÁS - 2011) O Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis no CPC 00 – Pronunciamento 
Conceitual Básico – estabelece as características qualitativas 
desejáveis para a informação contábil. Segundo o 
pronunciamento, as principais características que tornam as 
demonstrações contábeis úteis para os usuários são:
a) essência sobre a forma, neutralidade, prudência e 
continuidade. 
b) compreensibilidade, relevância, confiabilidade e 
comparabilidade. 
c) materialidade, continuidade, neutralidade e integridade. 
d) tempestividade, integridade, materialidade e 
comparabilidade. 
e) tempestividade, uniformidade, consistência e 
compreensibilidade
03 – (Agente Policia Federal 2012) Determinada entidade 
apresentou os seguintes eventos no mês de abril de 2012.
I - pagamento de R$ 4.200,00, no mês de abril de 2012, referentes a 
aluguel dos meses de abril e maio de 2012;
II - consumo e pagamento de despesas, em abril de 2012, com 
serviços de limpeza e conservação, relativos ao mês de abril de 
2012, no valor de R$ 1.800,00;
III - recebimento, em abril de 2012, em dinheiro, por serviços 
prestados no mês de março de 2012, no valor de R$ 3.600,00;
IV - prestação de serviços, no mês de abril de 2012, para 
recebimento em maio de 2012, no valor de R$ 5.700,00.
Na apuração do resultado do mês de abril de 2012, não se 
consideram, tanto no regime de caixa quanto no de competência, os 
eventos III e IV, os quais repercutem na apuração do resultado, 
respectivamente, dos meses de março e maio.
( ) Certo ( ) Errado
BALANÇO PATRIMONIAL
APLICAÇÕES = BENS E DIREITOS
ATIVO
FONTES = TERCEIROS E PRÓPRIAS
PASSIVO + Patrimônio Líquido
CIRCULANTE
OBRIGAÇÕESCURTO PRAZO
LONGO PRAZO
RECEITAS DIFERIDAS
CAPITAL
RESERVAS
RESULTADOS
+ Receitas (-) Despesas
BENS / DIREITOS
CURTO PRAZO
LONGO PRAZO
INVESTIMENTOS 
IMOBILIZADO
INTANGÍVEL
ATIVO 
CIRCU-
LANTE
ATIVO
NÃO 
CIRCU-
LANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
NÃO CIRCULANTE
PL
PATRI-
MÔMIO
LÍQUIDO
Ajustes de Avaliação 
Patrimonial
2.22 - O PL pode ter subclassificações no BP. Por exemplo: capital integralizado, lucros 
retidos, resultados abrangentes.
DESEMPENHO = DRE - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
+ Receitas líquidas = Transferência de riscos, controle e benefícios) 1.200
- Custo dos produtos, das mercadorias ou dos serviços vendidos (620)
= Lucro bruto 580
- Despesas com vendas, gerais, administrativas (120)
- Outras despesas e receitas operacionais (Ociosidade, Impairment) 10
+ - Resultados de participações societárias 80
= Resultado antes das receitas e despesas financeiras 550
- Despesas financeiras (30)
+ Receitas financeiras 5
= Resultado das operações continuadas antes dos tributos sobre o lucro 525
- Despesa com tributos sobre o lucro (180)
1 = Resultado das operações continuadas após tributos sobre o lucro 345
2 = Resultado líquido das operações descontinuadas (95) 
1 + 2 = 3 Resultado líquido do período 250
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE TOTAL
Resultado abrangente total é a mudança
no patrimônio líquido durante um período
que resulta de transações e outros
eventos não derivados de transações com
os proprietários na sua capacidade de
proprietários.
DESEMPENHO = DRA - DEMONSTRAÇÃO ABRANGENTE 
DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
• Ganhos e perdas: 
• Provenientes da conversão de demonstrações contábeis de
operação no exterior (ver Seção 30 Efeitos das Mudanças
nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações
Contábeis);
• Atuariais (ver Seção 28 Benefícios a Empregados);
• Provenientes de mudanças nos valores justos de
instrumentos de hedge (ver Seção 12 Outros Tópicos sobre
Instrumentos Financeiros)
• Ganhos de reavalição para imobilizado mensurados de
acordod com o método e reavaliação, se permitida por lei.
DESEMPENHO = DRA - DEMONSTRAÇÃO ABRANGENTE DO 
RESULTADO DO EXERCÍCIO
1 + 2 = 3 Resultado líquido do período 250
Outros resultados abrangentes:
Ajustes de Instrumentos de hedge (40)
Variação cambial de Investimentos no exterior 170
Resultado Abrangente 380
CAPITAL RESERVAS LUCROS 
ACUMU
AJUSTES 
AVAL PATRIM
TOTAL
Saldos Iniciais 1.000 380 - 270 1.650
Ajustes Instrumentos de hedge (40) (40)
Variação cambial de Investimentos no 
exterior
170 170
Capitalização de reservas 150 (150)
Integralização de Capital 350 350
Lucro Líquido do Período 250 250
Constituição de Reservas 140 (140)
Dividendos (110) (110)
Saldos Finais 1.500 370 0 400 2.270
RESULT ABRANG
(40)
170
250
380
DMPL = DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL
DRA = DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS 
1 - ATIVIDADES OPERACIONAIS
MÉTODO DIRETO OU INDIRETO
2 - ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS
3 - ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS
1 + 2 + 3 = AUMENTO OU REDUÇÃO DE CAIXA
+ SALDO INICIAL DE CAIXA E EQUIVALENTES
= SALDO FINAL DE CAIXA E EQUIVALENTES
MODIFICAÇÕES NA POSIÇÃO FINANCEIRA
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
Caixa: numerário em mãos, depósitos bancários disponíveis.
Equivalentes de caixa: aplicações de curto prazo (90 dias da
aplicação), de alta liquidez.
Atividades operacionais: recebimentos em dinheiro pela venda de
bens e serviços e pagamentos a fornecedores, a empregados,
impostos, seguradores...
Atividades de investimentos: aquisição e venda de instrumentos
financeiros e ativos não circulantes (Investimentos, Imobilizado e
Intangível)
Atividades de financiamentos: variações no patrimônio líquido
(sócios = capital e lucros) e empréstimos e financiamentos.
Notas Explicativas
As notas explicativas devem: 
(a) apresentar informações acerca das bases de elaboração
das demonstrações contábeis e das práticas contábeis
específicas utilizadas, de acordo com os itens 8.5 e 8.7;
(b) divulgar as informações exigidas por esta Norma que não
tenham sido apresentadas em outras partes das demonstrações
contábeis; e
(c) prover informações que não tenham sido apresentadas em
outras partes das demonstrações contábeis, mas que sejam
relevantes para compreendê-las.
Pequenas e médias empresas
Nota Explicativa
Resumo das principais políticas contábeis
As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações
financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo
consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma.
Base de preparação e apresentação
As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de
acordo com o CPC PMEs (R1) . Elas foram preparadas considerando o custo
histórico como base de valor e ajustadas para refletir a remensuração de
propriedade para investimento, ativos biológicos e instrumentos financeiros
derivativos ao seu valor justo.
A preparação de demonstrações financeiras em conformidade com o CPC PMEs
(R1) requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de
julgamento por parte da administração da Companhia no processo de aplicação das
políticas contábeis. As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem
maior complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são
significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3.
Pequenas e médias empresas
Nota Explicativa
Caixa e equivalentes de caixa 
Caixa e equivalentes de caixa incluem dinheiro em caixa,
depósitos bancário, outros investimentos de curto prazo de
alta liquidez, com vencimentos originais de até três meses
(com risco insignificante de mudança de valor) e saldos em
contas garantidas.
As contas garantidas são demonstradas no balanço
patrimonial como "Empréstimos", no passivo circulante.
Pequenas e médias empresas
Nota Explicativa
Contas a receber de clientes
As contas a receber de clientes são inicialmente reconhecidas
pelo valor da transação e subsequentemente mensuradas pelo
custo amortizado com o uso do método da taxa de juros
efetiva menos a provisão para créditos de liquidação duvidosa.
Um ajuste para créditos de liquidação duvidosa é constituído
quando existe uma evidência objetiva de que a Companhia
não receberá todos os valores devidos de acordo com as
condições originais das contas a receber.
Pequenas e médias empresas
Nota Explicativa
Estoques
Os estoques são demonstrados ao custo ou ao valor líquido de realização, dos dois
o menor. O custo é determinado pelo método de avaliação de estoque "custo médio
ponderado" e o valor líquido de realização corresponde ao preço de venda
estimado menos custos para concluir e vender.
O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração compreende
matéria-prima, mão de obra direta, embalagem, outros custos diretos e os
respectivos gastos indiretos de produção (com base na capacidade operacional
normal).
Os estoques são avaliados quanto ao seu valor recuperável nas datas de balanço.
Em caso de perda por desvalorização (impairment), esta é imediatamente
reconhecida no resultado.
04 –Classificam-se no ativo de uma pessoa jurídica:
a) as duplicatas e promissórias de sua emissão
b) as duplicatas de seu aceite e as notas promissórias 
emitidas por terceiros em favor da empresa
c) a duplicatas de sua emissão e as notas promissórias 
emitidas por terceiros em favor da empresa
d) as notas fiscais e faturas emitidas por terceirose) as notas fiscais de sua emissão e as faturas emitidas por 
terceiros
.
05 - PREFEITURA DE NATAL–RN-2001(ESAF) - José é irmão 
de Maria. Maria é sócia e Diretora da firma Zé, Maria & Irmão Ltda., que 
comercializa artigos de viagem. José e Maria resolveram viajar e, em 31 de 
outubro de 2001, compraram em sua própria empresa R$ 4.200,00 em 
artigos de viagem acertando o pagamento para 30 meses, em parcelas 
iguais, vencendo a inicial em 30/11/01. Maria obteve também R$ 600,00 
em vales da empresa para pagamento de novembro de 2001 a fevereiro do 
ano seguinte. O exercício social coincide com o ano calendário e, ao seu 
final, considere não haver parcelas vencidas. Seguindo as regras atuais de 
classificação das contas do Sistema Patrimonial, podemos afirmar que, em 
31 de dezembro de 2001, no que concerne a essas operações, a empresa 
terá créditos de
a) R$ 4.800,00 no Ativo Realizável a Longo Prazo
b) R$ 4.220,00 no Ativo Realizável a Longo Prazo
c) R$ 2.540,00 no Ativo Realizável a Longo Prazo
d) R$ 2.560,00 no Ativo Circulante
e) R$ 1.980,00 no Ativo Circulante
.
06 - Uma Sociedade Empresária iniciou suas atividades em 2.1.2014 e, ao 
final do ano, apresentou os saldos abaixo. 
Ações de Emissão Própria em Tesouraria R$2.239,00 
Caixa e Equivalente de Caixa R$57.583,00 
Capital a Integralizar R$24.592,00 
Capital Subscrito R$331.991,00 
Contas a Pagar R$8.067,00 
Depreciação Acumulada R$62.896,00 
Dividendos a Pagar R$174.272,00 
Duplicatas a Receber R$170.875,00 
Duplicatas a Receber de Longo Prazo R$56.960,00 
Estoque de Mercadorias para Revenda R$282.985,00 
Financiamentos a Pagar de Longo Prazo R$113.915,00 
Fornecedores R$202.663,00 
.
Imóveis de Uso R$405.339,00 
Reserva Estatutária R$51.384,00 
Reserva Legal R$13.170,00 
Salários a Pagar R$65.766,00 
Títulos a Receber R$23.551,00 
Com base nos saldos apresentados, é CORRETO afirmar que: 
a) o valor do Ativo Circulante é de R$537.233,00. 
b) o valor do Ativo Não Circulante é de R$401.642,00. 
c) o valor do Passivo Circulante é de R$276.496,00. 
d) o valor do Patrimônio Líquido é de R$369.714,00.
.
07 - Uma Sociedade Empresária realizou gastos para tentar a 
descoberta da cura de determinada doença. 
- Os relatórios da tesouraria indicam que os gastos foram pagos à 
vista e podem ser mensurados com confiabilidade. 
- Os relatórios da controladoria registram que os gastos foram 
devidamente aprovados pela direção. 
- Os relatórios da equipe técnica apontam que foram realizados 
grandes avanços na direção desejada e que é possível que os 
primeiros sinais de viabilidade técnica venham a ser coletados entre 
dois e cinco anos. 
Diante da situação exposta e considerando-se apenas esse fato, é 
CORRETO afirmar que, no encerramento do exercício, ocorreram 
os seguintes efeitos sobre os respectivos registros contábeis da 
entidade que realizou os gastos: 
a) Aumento e redução no Ativo. 
b) Aumento no Ativo e no Patrimônio Líquido. 
c) Redução no Ativo e no Passivo Exigível. 
d) Redução no Ativo e no Patrimônio Líquido.
08 - De acordo com a definição de Ativo, constante na NBC 
TG Estrutura Conceitual, julgue os itens abaixo como 
Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção 
CORRETA. 
Um bem do imobilizado que não tenha mais condição de ser 
usado e nenhum interesse do mercado por sua aquisição, sob 
qualquer forma, deve ser mantido no Ativo até que seja 
descartado fisicamente. 
II. Bens sob arrendamento financeiro não devem ser 
reconhecidos nas demonstrações do arrendatário, mas nas 
demonstrações do arrendador, devido ao fato de não haver 
ocorrido a transferência legal do bem, sendo facultado ao 
arrendatário apenas o seu uso e, não, a possibilidade de 
vendê-lo até que se obtenha a propriedade.
III. A alteração no uso de um ativo pode provocar alteração na 
sua capacidade de geração de fluxos de caixa futuros. Esse 
fato, todavia, não deve ensejar revisão de seu valor 
recuperável, uma vez que não lhe foi provocado nenhum 
dano, e os ativos são mensurados com base no custo 
histórico. 
IV. Considerando-se que um dos principais recursos capazes 
de gerar benefícios econômicos futuros são os conhecimentos 
das pessoas e ainda que, atualmente, há possibilidade de se 
reconhecerem ativos intangíveis. Se uma determinada 
empresa tiver desenvolvido uma equipe com forte capacidade 
de sinergia com o mercado, que lhe permita gerar diferencial 
competitivo, deve reconhecer esse item em seu ativo, já que é 
resultado de eventos passados.
A sequência CORRETA é: 
a) F, F, F, F. b) F, V, F, F 
c) V, F, V, F. d) V, V, V, V. 
Saldos Finais X2 X3 X4
Vendas 15.000.000 25.000.000 32.000.000
CMV 8.500.000 14.500.000 18.000.000
DespDev Duvidosos 10.000 12.000 15.000
Clientes 13.000.000 22.000.000 26.000.000
Estoques 30.000 65.000 70.000
Aj. Cred. Liq. Duvidosa 10.000 12.000 15.000
Reversão Aj. Cred. Liq. 
Duvidosa
- - 4000
Fornecedores 1.450.000 2.600.000 3.900.000
Despesas do período 3.000.000 4.500.000 5.000.000
Contas a Pagar 220.000 350.000 400.000
Perdas com Clientes - 8.000 -
09 - As demonstrações contábeis de 3 exercícios consecutivos de uma
determinada companhia apresentavam os seguintes saldos:
II - O balanço patrimonial de X1 evidenciava as seguintes
contas e saldos
correspondentes:
Estoques Fornecedores Clientes Aj. Cre. Liq. Duv Contas a Pagar
100.000 1.070.000 3.000.000 3.000 150.000
III - A companhia utilizava a conta Contas a Pagar somente para registrar
despesas a prazo.
O Valor das compras efetuadas em X4 foi de:
a) 18.005.000
b) 7.935.000
c) 16.705.000
d) 14.535.000
e) 13.385.000
10 - A firma Rinho Ltda. apresenta as seguintes rubricas vinculadas ao
resultado do exercício:
- COFINS R$ 180,00
- Custo da Mercadoria Vendida R$ 2.800,00
- Despesas Financeiras R$ 600,00
- ICMS s/ Vendas R$ 720,00
- PIS s/ Faturamento R$ 60,00
- Receita Operacional Bruta R$ 6.000,00
- Salários e Ordenados R$ 1.000,00
Com base nos dados apresentados, pode-se dizer:
a) Receita líquida de venda de R$ 5.280,00
b) Receita líquida de venda de R$ 2.240,00
c) Lucro operacional bruto R$ 5.040,00
d) Lucro operacional Líquido R$ 2.240,00
e) Lucro Operacional Líquido R$ 640,00
RECEITAS
Definição de receita
Aumento de benefícios econômicos durante o período contábil na 
forma de entradas ou aumentos de ativos ou reduções de passivos 
que resultam em aumento no patrimônio líquido, com exceção 
daqueles relativos a contribuições de capital feitas por proprietários.
Mensuração da receita
A entidade deve mensurar a receita pelo valor justo da 
contraprestação recebida ou a receber.
Venda a vista = valor recebido
Venda a prazo = valor presente
O valor justo da contraprestação recebida ou a receber leva em 
consideração o valor de qualquer desconto comercial e os 
descontos e abatimentos por volume concedidos pela entidade.
Reconhecimento da Receita item 9 CPC 47
a) quando as partes do contrato aprovarem o contrato e estiverem comprometidas em 
cumprir suas respectivas obrigações; 
b) quando a entidade puder identificar os direitos de cada parte em relação aos bens 
ou serviços a serem transferidos; 
c) quando a entidade puder identificar os termos de pagamento para os bens ou 
serviços a serem transferidos
d) Quando o contrato possuir substancia comercial
e) Quando for provavel que a entidade recebera a contraprestação a qual tera direito 
em troca dos bens ou serviços que serão transferidos ao cliente. A entidade deve 
avaliar apenas a capacidade e a intecao do cliente pagar.
ANTES: seguranca para o recebimento
AGORA: transferenciado objeto
Incorporação imobiliária
Atividade de adquirir um ou mais terrenos com o intuito de promover 
e realizar a construção para alienação total ou parcial de edificações 
compostas de unidades autônomas.
Formas de Realizar Empreendimentos 
Imobiliários
Empreendimento em conjunto ou consórcio 
A realização de um empreendimento em conjunto, que prevê a
participação de dois ou mais incorporadores, está fundamentada em
acordo de confiança, cabendo às partes decidirem sobre a
responsabilidade da administração financeira do empreendimento, no
que tange a custeios, recebimentos de vendas, informações e registros
contábeis correlatos;
Ao final de cada mês, os participantes do empreendimento imobiliário
devem realizar a contabilização de suas receitas, custos e outros,
proporcionalmente à sua participação no empreendimento, de forma
que reflita as reais condições do negócio.
Tipos de Sociedades
Empreendimento Próprio:
Quando a atividade imobiliária é realizada com imóveis próprios e os
custos de construção ficam a cargo do empreendedor, caracteriza-se
como um empreendimento próprio.
Tipos de Sociedades
Sociedade em Conta Participação
Quando duas ou mais pessoas físicas ou jurídicas, constituem uma
sociedade com o objetivo de realizar um empreendimento imobiliário,
tendo as seguintes características:
• Existência de sócio ostensivo único a responder perante terceiros
(clientes, fornecedores, governo, etc.);
• Os seus registros contábeis devem ser efetuados de forma destacada
na contabilidade do sócio ostensivo ou em contabilidade própria da
SCP;
• Os resultados da sociedade são apurados e tributados
separadamente, ou seja, não se misturam com os sócios
Tipos de Sociedades
Sociedade de Propósito Específico
Esse tipo de empresa é uma sociedade comercial, onde no seu
contrato ou atas de constituição ficam claramente especificado que a
atividade da empresa é restrita, isto é, somente pode efetuar as
operações descritas em seus atos constitutivos.
Tipos de Sociedades
Construção Sob o Regime de Condomínio
A construção sob o regime de condomínio ocorre quando duas ou mais
pessoas se unem com o propósito de construir determinado
empreendimento imobiliário. Neste caso se estabelece um condomínio
de titulares sobre o mesmo bem, os quais exercerão seus direitos não
sobre partes determinadas, mas obre a integralidade do bem.
Conhecido como Empreendimento a Preço de Custo
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Formação de Custo:
• Preço do terreno, inclusive gastos necessários à sua aquisição e
regularização;
• Custos dos projetos;
• Custos diretamente relacionados a construção, inclusive aqueles de
preparação do terreno e canteiros de obras;
• Impostos, taxas e contribuições envolvendo o empreendimento;
• Encargos financeiro diretamente associados ao financiamento da
construção ou para aquisição do terreno.
• Ao custo do imóvel vendido deve ser adicionada a melhor estimativa
para fazer face às garantias referente ao período posterior à
conclusão e entrega dos empreendimentos imobiliários;
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Compra de Terreno – Permuta
• Quando há permuta de unidades imobiliárias que não tenham a
mesma natureza e valor (por exemplo, apartamentos construídos ou
a construir por terrenos) esta é considerada uma transação com
substância comercial e gera ganho ou perda.
O valor do terreno dever contabilizado por seu valor justo no estoque
de terrenos em contra partida a adiantamento de clientes no passivo.
A contabilização deve ser feita no momento da assinatura do
instrumento particular.
• Base de apuração do valor:
Tabela de preço a vista para as unidades, na data da transação de
permuta (registro de incorporação).
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Encargos Financeiros
• A legislação determina que os encargos financeiros oriundos de
empréstimos e financiamentos contratados para aquisição de
terrenos ou a construção do empreendimento imobiliário, sejam
incorporados, ao custo do ativo em formação (estoque).
• Encargo financeiro incorrido:
Parcela relativa às unidades vendidas - direto para CIV;
Parcela relativa às unidades não vendidas - estoques (apropria depois
da venda).
• Os encargos financeiros incorridos não deverá compor a parcela do
custo de produção do empreendimento que será utilizada para
apurar sua fase de execução, ou seja, os encargos financeiros são
adicionados como custo de obra porém não compõe o custo para
verificação do estágio de andamento da obra.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Despesas com Comissão de Venda
As despesas com comissões de vendas incorridas pela entidade de
incorporação imobiliária devem ser ativadas como pagamentos
antecipados e apropriadas ao resultado em rubrica relacionada a
despesas com vendas, observando-se os mesmos critérios de
apropriação da receita de incorporação imobiliária.
Reconhecê-las imediatamente como despesa, no caso de
cancelamento de vendas ou quando for provável que não haverá
pagamento dos valores contratados.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Despesas com Vendas – Propaganda e Publicidade
• Não fazem parte do custo de construção do imóvel e devem ser
reconhecidas no resultado quando efetivamente incorridas,
respeitando se o regime de competência contábil dos exercícios de
acordo com seu respectivo período de veiculação, não podendo ser
diferidas.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Despesas com Vendas – Estande de Vendas
Os gastos incorridos e diretamente relacionados com a construção de
estande de vendas e do apartamento-modelo, bem como aqueles para
aquisição das mobílias e da decoração dos estandes de vendas e do
apartamento-modelo de cada empreendimento, possuem natureza de
caráter prioritariamente tangível e, dessa forma, devem ser registrados
em rubrica de ativo imobilizado, e depreciados de acordo com o
respectivo prazo de vida útil estimada desses itens.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Juros e Atualização Monetária
Sua classificação contábil deve ser a seguinte:
• Antes das chaves: registrado como receita operacional;
• Pós-entrega das chaves: registrado como receita financeira
Entende-se como receita financeira: atualização INCC, IGP-M e Juros
Tabela Price.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Registro de operação de cessão de recebível imobiliário
Se o controle financeiro de administração e gestão sobre os recebíveis
cedidos remanesce com a entidade – como evidências desse controle
podem ser citados, entre outros, a custódia física do título, as gestões
de cobrança com autonomia para estabelecer prazos ou condições de
pagamento e o recebimento/trânsito dos recursos desses recebíveis na
conta corrente ou na conta de cobrança da entidade;
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Impostos Diferidos
• As empresas devem provisionar os impostos sobre os valores
reconhecidos como receita e ainda não tributáveis.
• Os impostos diferidos são registrados para refletir as diferenças
temporárias entre a base fiscal, que determina a tributação conforme
o recebimento das vendas de imóveis (IN N°84/79) e a apropriação
do lucro imobiliário conforme a evolução da obra.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
• Diferenças Temporárias Tributáveis
• Diferencas que serão tributáveis no futuro.
• Lucro contábil > Lucro Fiscal = Passivo Fiscal Diferido
Ex (TJ-AC 2012): Na tributação do IRPJ, um passivo fiscal 
diferido é o valor do tributo sobre o lucro a ser recuperado ou 
compensado em período futuro, relacionado às diferenças 
temporárias tributáveis.
( ) Certo
( ) Errado
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Diferenças Tributáveis Dedutiveis
• Diferencas que serãodedutíveis no futuro
• Lucro contábil < Lucro Fiscal = Ativo Fiscal Diferido
Ex: Assinale a alternativa incorreta:
a) Diferenças temporárias dedutíveis geram ativos fiscais diferidos.
b) Diferenças temporárias tributáveis geram passivos fiscais
diferidos.
c) Se as diferenças temporárias dedutíveis provocam um lucro
contábil menor que o lucro real, surge um ativo fiscal diferido.
d) Se as diferenças temporárias tributáveis provocam um lucro
contábil maior que o lucro real, surge um passivo fiscal diferido.
e) As diferenças entre o lucro contábil e o lucro real são sempre
temporárias.
OCPC 01 – Entidade de Incorporação Imobiliária
Ex 02 (Técnico/Cespe) – Considere os dados abaixo:
- Equivalência Patrimonial Credora: 1.500
- Lucro na venda de imóveis a longo prazo 2.000
- Despesas sem comprovantes 700
- Resultado Contábil antes do IR e CSLL 9.800
- Resultado Tributável (Lucro real) 7.000
Nessa situação, considerando uma alíquota hipotética de 20% para
o imposto de renda e para a contribuição social sobre o lucro, a
empresa deverá reconhecer uma despesa de imposto de renda e
contribuição no valor de R$ 1.800,00 e creditar R$ 1.400,00 em uma
conta de obrigações fiscais correntes e R$ 400,00 em uma conta de
obrigações fiscais diferidas no exercício de 2010.
( ) Certo
( ) Errado
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Alcance: Este pronunciamento deve ser aplicado a todos os contratos
com clientes, exceto:
- Contratos de arrendamento – CPC 06
- Contratos de Seguro – CPC 11
- Instrumentos Financeiros – CPC 48 (Instrumentos Financeiros); CPC
36 (Demonstracoes Consolidadas); CPC 19 (Negocios em Conjunto);
CPC 35 (Demonstracoes Separadas); CPC 18 – Investimentos em
Coligadas.
- Permutas nao monetárias entre entidades na mesma linha de
negocios para facilitar a venda a clientes potenciais.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Identificação do Contrato (atender todos os critérios abaixo):
a) quando as partes do contrato aprovarem o contrato e estiverem 
comprometidas em cumprir suas respectivas obrigações; 
b) quando a entidade puder identificar os direitos de cada parte em 
relação aos bens ou serviços a serem transferidos; 
c) quando a entidade puder identificar os termos de pagamento para 
os bens ou serviços a serem transferidos
d) Quando o contrato possuir substancia comercial
e) Quando for provavel que a entidade recebera a contraprestação a 
qual tera direito em troca dos bens ou serviços que serão 
transferidos ao cliente. A entidade deve avaliar apenas a 
capacidade e a intecao do cliente pagar.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Combinação de Contratos:
17. A entidade deve combinar dois ou mais contratos celebrados na
mesma data ou perto dessa data com o mesmo cliente (ou partes
relacionadas do cliente) e deve contabilizar os contratos como um
único contrato se um ou mais dos seguintes critérios forem atendidos:
(a) os contratos forem negociados como um pacote com um único
objetivo comercial;
(b) o valor da contraprestação a ser paga pelo contrato depende do
preço ou do desempenho de outro contrato; ou
(c) os bens ou serviços prometidos nos contratos (ou alguns bens ou
serviços prometidos em cada um dos contratos) constituem uma única
obrigação de desempenho de acordo com os itens 22 a 30 (obrigacao
de desempenho)
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Modificação de Contrato: é uma alteração no alcance ou no preço (ou 
ambos) de contrato que seja aprovada pelas partes do contrato. 
A entidade deve contabilizar uma modificação de contrato como
contrato separado se ambas as condições seguintes estiverem
presentes:
(a) o alcance do contrato aumentar devido à inclusão de bens ou
serviços prometidos que sejam distintos ; e
(b) o preço do contrato aumentar o valor da contraprestação que
reflita os preços de venda individuais dos bens ou serviços
prometidos adicionais da entidade e quaisquer ajustes
apropriados desse preço para refletir as circunstâncias do contrato
específico.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Identificação de Obrigação de Desempenho:
No início do contrato, a entidade deve avaliar os bens ou serviços
prometidos em contrato com o cliente e deve identificar como
obrigação de desempenho cada promessa de transferir ao cliente:
(a) bem ou serviço (ou grupo de bens ou serviços) que seja distinto;
ou
(b) série de bens ou serviços distintos que sejam substancialmente os
mesmos e que tenham o mesmo padrão de transferência para o
cliente.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Satisfação de Obrigação de Desempenho
31. A entidade deve reconhecer receitas quando (ou à medida que) a
entidade satisfizer à obrigação de desempenho ao transferir o bem ou
o serviço (ou seja, um ativo) prometido ao cliente. O ativo é
considerado transferido quando (ou à medida que) o cliente obtiver o
controle desse ativo.
A entidade deve determinar, no início do contrato, se satisfaz à
obrigação de desempenho ao longo do tempo ou se satisfaz à
obrigação de desempenho em momento específico no tempo.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Obrigação de desempenho satisfeita ao longo do tempo:
A entidade transfere o controle do bem ou serviço ao longo do tempo 
e, portanto, satisfaz à obrigação de desempenho e reconhece receitas 
ao longo do tempo, se um dos critérios a seguir for atendido: 
(a) o cliente recebe e consome simultaneamente os benefícios 
gerados pelo desempenho por parte da entidade à medida que a 
entidade efetiva o desempenho ; 
(b) o desempenho por parte da entidade cria ou melhora o ativo (por 
exemplo, produtos em elaboração) que o cliente controla à 
medida que o ativo é criado ou melhorado ; ou 
(c) o desempenho por parte da entidade não cria um ativo com uso 
alternativo para a entidade e a entidade possui direito executável 
ao pagamento pelo desempenho concluído até a data presente
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Obrigação de desempenho satisfeita em momento específico no 
tempo:
A entidade deve considerar os indicadores da transferência de
controle, os quais incluem, entre outros, os seguintes:
(a) a entidade possui um direito presente a pagamento pelo ativo;
(b) o cliente possui a titularidade legal do ativo;
(c) a entidade transferiu a posse física do ativo;
(d) o cliente possui os riscos e os benefícios significativos da
propriedade do ativo;
(e) o cliente aceitou o ativo.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Métodos para Mensurar o progresso em relação à satisfação completa 
da obrigação de desempenho:
- Metodos de Produto: reconhecem a receita com base em
mensurações diretas do valor ao cliente dos bens ou serviços
transferidos até a data em questão, referentes aos bens ou serviços
remanescentes prometidos de acordo com o contrato.
- Metodos de Insumo: reconhecem a receita com base nos esforços
ou insumos da entidade para a satisfação da obrigação de
desempenho (por exemplo, recursos consumidos, horas de trabalho
despendidas, custos incorridos, tempo transcorrido ou horas de
máquinas utilizadas), referentes aos insumos esperados totais para a
satisfação dessa obrigação de desempenho.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Alocação de Descontos:
- Preços de Vendas Individuais excede a contraprestação;
- Exceto quando a entidade tiver evidências observáveis, de que todo 
o desconto refere-se somente a uma ou mais das obrigações de 
desempenho do contrato, mas não a todas, a entidade deve alocar o 
desconto proporcionalmente a todas as obrigações de desempenho 
do contrato.
CPC 47 – Receita de Contrato com Clientes
Custo do Contrato:
- Custo Incremental para obtenção de contrato: se espera recuperar, 
deve ser ativado (ex.: comissoes de vendas)
- Custos para cumprir o contrato: CPC 16; CPC 27; CPC 04
Reconhecercomo ativo os custos para cumprir o contarto
ICPC 02 – Contrato de Construção do setor Imobiliário
REVOGADO
CPC 17 – Contrato de Construção (POC) x CPC 30
- Receitas
Orientação OCPC 04 – Aplicação da
Interpretação Técnica ICPC 02 (Revogado)
Orientação OCPC 04 (R1) – Aplicação do
Pronunciamento CPC 47 as Entidades de
Incorporação Imobiliária Brasileiras
Orientação OCPC 04 – Aplicação da
Interpretação Técnica ICPC 02
Um ponto que tem trazido muita dúvida: No setor imobiliário
brasileiro, as entidades que realizam a incorporação ou a construção
de imóveis, diretamente ou por meio de subempreiteiras, firmam
contratos antes do término da construção, ou mesmo antes de seu
início (na planta) mediante contrato costumeiramente denominado de
“promessa de compra e venda”.
Orientação OCPC 04 – Aplicação da
Interpretação Técnica ICPC 02
Alguns exemplos de transferências de riscos e benefícios sobre o
imóvel em construção são:
• (a) o contrato firmado tem força de escritura pública assegurando ao
comprador todos os direitos de livre utilização do bem (alienação,
dação em garantia etc.);
• (b) o contrato normalmente exige a anuência da
incorporadora/construtora caso o adquirente queira vender seu bem
para terceiros e ainda não tenha concluído o pagamento integral do
preço de aquisição; mas isso ocorre em razão da necessidade de
análise da qualidade de crédito do candidato a novo adquirente,
como ocorre em qualquer transferência de devedor em outras
situações;
Orientação OCPC 04 – Aplicação da
Interpretação Técnica ICPC 02
(c) a legislação brasileira determina que para os casos em que o
adquirente tenha quitado todo o contrato, este poderá vendê-lo sem a
necessidade de anuência ou concordância do incorporador/construtor,
bastando sua notificação;
(d) as situações anteriores evidenciam que o comprador tem o direito
ao bem, e somente ele, e tem a capacidade de transformar seu bem
em construção em dinheiro quando quiser e tiver o novo adquirente
com condição creditícia aceitável;
(e) no caso dessas revendas, eventuais ganhos por valorização normal
ou anormal do imóvel durante a construção beneficiam o adquirente, e
não a incorporadora/construtora; eventuais prejuízos dessa natureza
também são só do adquirente, o que caracteriza a transferência de
riscos e de benefícios;
Orientação OCPC 04 – Aplicação da
Interpretação Técnica ICPC 02
(f) casos reais de desapropriação têm demonstrado que os detentores
do crédito à indenização são os compradores. Essas indenizações têm
sido distribuídas aos adquirentes proporcionalmente aos valores
pagos;
(g) a legislação brasileira dá aos adquirentes, em decisão simplesmente
majoritária, o direito de trocar a incorporadora/construtora se esta
estiver em atraso injustificado e não sanado superior a 30 dias com
relação ao cronograma fixado. Obviamente, os transtornos dessa
substituição podem não indicar esse caminho como o melhor, e por
isso determinados ajustes acabam ocorrendo, em que indenizações
são pagas aos adquirentes por causa desse atraso, como pagamento de
aluguel pelo prazo adicional etc.;
Orientação OCPC 04 (R1) – Aplicação do 
Pronunciamento CPC 47 as Entidades de 
Incorporação Imobiliária Brasileiras
- O primeiro passo para o adequado reconhecimento de receita
está explicitado no item 9 do CPC 47.
- Identificado o contrato com o cliente, o CPC 47, determina que a
entidade deva reconhecer receita quando satisfizer a obrigação de
performance que transfere o bem ou o serviço prometido ao
cliente. O ativo é transferido quando (ou à medida que) o cliente
obtiver o controle desse ativo. Deve-se analisar a transferência do
controle sob a ótica do cliente.
Orientação OCPC 04 (R1) – Aplicação do 
Pronunciamento CPC 47 as Entidades de 
Incorporação Imobiliária Brasileiras
- O CPC analisou a essência econômica dos contratos de
compra e venda de imóveis no setor e a jurisprudência local,
no que tange a indústria de incorporação imobiliária
brasileira e, em relação ao momento do reconhecimento das
receitas, concluiu que, em alguns tipos de contrato, não há
dúvida quanto ao reconhecimento ao longo do tempo, como
no caso dos projetos “Minha Casa Minha Vida”. Em outros
contratos tambem ficou clara a transferencia de controle
progressiva ao cliente a medida da evolução da obra.
- Aplicar Método POC – Percentual de Completude
Orientação OCPC 04 (R1) – Aplicação do 
Pronunciamento CPC 47 as Entidades de 
Incorporação Imobiliária Brasileiras
- Podem ainda existir tipos de contratos em que a entidade
possua obrigações de performance que somente permitam a
transferência do controle do ativo em momento específico
no tempo, como, por exemplo, quando da entrega do imóvel
pronto (entrega da chave). Nesse caso o reconhecimento das
receitas e despesas deve ocorrer de uma única vez, quando
da entrega do imóvel para uso do comprador, conforme o
Pronunciamento CPC 47.
Orientação OCPC 04 (R1) – Aplicação do 
Pronunciamento CPC 47 as Entidades de 
Incorporação Imobiliária Brasileiras
- CONSIDERAÇÕES SOBRE DISTRATOS:
- Nos momentos de incerteza quanto a entrada de recursos, deve a
entidade analisar sobre se o método de reconhecimento de receita até
então adotado (Percentual de Completude – POC) continua ou não capaz
de produzir os efeitos mencionados no item 11 supra para um
determinado empreendimento ou até para toda a carteira de contratos.
Se a conclusão da entidade for pela incerteza significativa quanto ao
recebimento do fluxo de caixa esperado, a política contábil de
reconhecimento de receita deverá ser alterada para o método de
reconhecimento de receitas e despesas na entrega da chave, observado
o Pronunciamento Técnico CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de
Estimativa e Retificação de Erro.
- Se nao for significativo, basta um ajuste para Distratos
Uma construtora firmou um contrato de construção, na modalidade de preço
fixo, para construir uma ponte, e receberá por isso a remuneração de R$12
milhões. O prazo estimado para a construção era de três anos. Na data da
assinatura do contrato, a construtora estimava os custos totais em R$9
milhões.
Na data da assinatura do contrato e durante todo o tempo gasto na
construção, a empresa avaliou que a conclusão do contrato podia ser estimada
com confiabilidade. A construtora apresentou os seguintes gastos atribuíveis
ao contrato, efetuados no primeiro, segundo e terceiro anos:
Ao final do Ano 2, os gastos efetuados pela construtora incluíam R$450 mil,
referentes a materiais adquiridos e estocados no local da obra, que foram
utilizados no Ano 3 A construtora determina o estágio de execução das obras,
calculando a proporção dos custos incorridos relacionados aos trabalhos
executados em relação ao custo total.
Diante das informações apresentadas, o valor da receita, de acordo com o
Método POC, é de:
• a)R$12 milhões no Ano 1.
• b)R$12 milhões no Ano 3.
• c)R$3 milhões no Ano 1; R$3 milhões no Ano 2; e R$6 milhões no Ano 3.
• d)R$3 milhões no Ano 1; R$3,6 milhões no Ano 2; e R$5,4 milhões no Ano 3.
De acordo com o Método POC, uma construtora assinou um contrato de 4 
(quatro) anos para construir um conjunto habitacional no valor de 3,6 
milhões de reais no ano de X1. Sabendo-se que o custo total da obra é de 
2,5 milhões de reais, e que até 31/12/X1 foram gastos 300 mil reais, o 
valor do lucro do período é:
a) R$ 1.100.000,00.
b) R$ 132.000,00.
c) R$ 800.000,00.
d) R$ 275.000,00.
e) R$ 625.000,00.
Propriedade para investimento
Propriedade para investimento é a propriedade (terra ou 
edifício, ou parte de edifício, ou ambos) mantida pelo 
proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento 
mercantil financeiro para auferir aluguéis ou para 
valorização do capital, ou para ambas, e não para:
(a) utilização na produção ou fornecimento de bens ou 
serviços ou por propósitos administrativos;ou
(b) venda no curso normal dos negócios.
Propriedade para investimento
Se valor justo puder ser medido confiavelmente sem 
custo ou esforço indevido, usar valor justo mediante 
resultado
Se não, deve-se tratar propriedade para investimento 
como usando o:
• método do custo
• menos depreciação e
• menos redução ao valor recuperável 
CPC 28 PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO
Deve ser mensurada inicialmente pelo seu custo. 
O Pronunciamento permite que a entidade escolha, após 
o registro inicial, para avaliar as propriedades para 
investimento, consistentemente no decurso do tempo:
o método do valor justo ou
o método do custo.
PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO ANO 1
CUSTO DA AQUISIÇÃO 1.320
RESULTADO DA AVALIAÇÃO 1.680
VALOR JUSTO – Período 1 3.000
RESULTADO DA AVALIAÇÃO (200)
VALOR JUSTO – Período 2 2.800
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO
RESULTADO DA AVALIAÇÃO – P1 1.680
RESULTADO DA AVALIAÇÃO – P2 (200)
PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO
AJUSTE AO VALOR JUSTO
Ativo Imobilizado
Ativos imobilizados são ativos tangíveis que:
(a) são mantidos para uso na produção ou fornecimento 
de bens ou serviços, para aluguel a terceiros ou para fins 
administrativos; e
(b) que se espera sejam utilizados durante mais do que um 
período.
17.5 – Peças de reposição devem ser reconhecidas de acordo com esta seção, 
quando atendem a definição de imobilizado.
Ativo Imobilizado
Mensuração na data do reconhecimento
A entidade deve mensurar um item do ativo imobilizado no reconhecimento inicial 
pelo seu custo.
(a) seu preço de compra à vista;
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e em 
condição necessária para que seja capaz de funcionar da maneira pretendida pela 
administração;
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de 
restauração da área na qual o item está localizado.
Ativo Imobilizado
Custo de aquisição
Valor contábil
Vida útil e vida útil econômica
Valor residual de ativo
Valor depreciável
Depreciação
Valor recuperável
Valor justo
Valor em uso
Ativo Imobilizado
Métodos de Depreciação
- Linear ou linha reta
- Soma dos digitos crescente e decrescentes
- Unidades Produzidas
Redução ao Valor Recuperável de Ativos
IMPAIRMENT
 Uma perda por desvalorização ocorre quando o valor contábil
de ativo excede seu valor recuperável. 
 Valor contábil: Valor em que um ativo ou passivo é 
reconhecido no balanço patrimonial.
 Valor recuperável: O maior valor entre o valor justo diminuído 
das despesas de venda de um ativo e seu valor em uso.
Ativo Benefício futuro Impairment: Ativo
Deteriorado na capacidade de gerar 
benefícios futuros
Aplicação financeira Receitas financeiras e caixa Falta de liquidez
Duplicata a receber Caixa Devedor duvidoso
Estoques Receita de vendas, direitos 
e caixa
Custo maior que valor recuperável pela 
venda
Imobilizado Uso nas operações Valor contábil maior que valor recuperável 
pelo uso ou venda
Intangível Uso nas operações Valor contábil maior que valor recuperável 
pelo uso ou venda
 Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de 
eventos passados e do qual se espera que resultem futuros 
benefícios econômicos para a entidade.
 EX: Edifício, máquina injetora, torno, veículo, prensa
 UGC - Unidade Geradora de Caixa é o menor grupo 
identificável de ativos que gera as entradas de caixa, que são em 
grande parte independentes das entradas de caixa de outros 
ativos ou de grupos de ativos.
 EX: Linha de produção, frota de veículos, filial, agência bancária, 
sala de aula...
Operações de Arrendamento Mercantil
Classificação de arrendamento financeiro e operacional
Essência sobre a forma
Arrendamento Operacional Financeiro
Forma Aluguel Aluguel
Essência Aluguel Compra financiada
Pagamentos Despesa Ativo / Passivo
Arrendamento Mercantil 
Classificação do arrendamento mercantil – OPERACIONAL OU FINANCEIRO
Depende da essência da transação e não da forma do contrato.
Situações que identificam arrendamento mercantil financeiro: 
1. o arrendador transfere a propriedade do ativo para o arrendatário no fim do prazo do 
arrendamento mercantil?
2. o arrendatário tem a opção de comprar o ativo por um preço mais baixo do que o valor 
justo à data em que a opção se torne exercível de forma que, no início do arrendamento 
mercantil, seja razoavelmente certo que a opção será exercida?
3. o prazo do arrendamento mercantil refere-se à maior parte da vida econômica do ativo?
4. o valor presente dos pagamentos do arrendamento atinge substancialmente todo o valor 
justo do ativo arrendado?
5. os ativos arrendados são de natureza especializada de tal forma que apenas o arrendatário 
pode usá-los sem grandes modificações?
UMA RESPOSTA SIM = ARRENDAMENTO FINANCEIRO
O balancete de uma empresa em 31.12.07 apresentava o 
seguinte saldo:
Máquina $ 87.000
(-) Dep. Acumulada ($ 50.025)
Admitindo que a depreciação anual é de 10% e a conta máquina 
representa um único bem, qual o período restante de 
depreciação:
a) 4 anos e 9 meses
b) 4 anos e 4 meses
c) 4 anos e 1 mês
d) 4 anos e 3 meses
e) 575 dias
Um bem depreciável, com vida útil de 20 anos, foi comprado por 
nossa firma em 01/04/20X1, mas só foi instalado para uso em 
primeiro de julho. O valor total da aquisição foi R$ 20.000,00 e 
deverá ser depreciado com um valor residual de 10%, em 
contabilização anual.
Se a empresa adotar o método de depreciação conhecido como 
método linear, no balanço patrimonial de 20X3, este bem já terá 
sido depreciado em:
a) 15,00%
b) 22,50%
c) 11,25%
d) 12,50%
e) 23,75%
Um bem depreciável em 4 (quatro) anos, foi adquirido por R$ 
6.000,00, com pagamento contratado para 3 (três) anos, em 
parcelas iguais. No fim do segundo ano de uso desse bem, a 
empresa terá um encargo de depreciação no valor de:
A empresa Zucata S/A, que negocia com máquinas usadas, em 30 de abril, promoveu 
uma venda dos seguintes itens:
- um trator de seu estoque de vendas, vendido por R$ 35.000,00;
- um jeep de seu imobilizado, vendido por R$ 25.000,00;
- e um imóvel de sua propriedade, vendido por R$ 70.000,00.
A operação de venda não sofrerá nenhum gravame fiscal, a não ser de imposto de 
renda sobre eventuais lucros ao fim do ano e que serão calculados naquela ocasião.
Os dados para custeamento da transação foram os seguintes:
- o trator foi adquirido por R$ 28.000,00, tem vida útil de 10 anos e já estava na 
empresa há dois anos e meio;
- o jeep foi adquirido por R$ 20.000,00, tem vida útil de 8 anos e já estava na empresa 
há dois anos;
- o imóvel foi adquirido por R$ 80.000,00, tem uma edificação equivalente a 40% do seu 
valor, com vida útil estimada em 25 anos e já estava na empresa há dez anos.
Considerando essas informações, podemos afirmar que, na operação de venda, a 
Zucata alcançou um lucro global de :
a) $ 26.200
b) $ 26.000
c) $ 21.000
d) $ 19.800
e) $ 14.000
A empresa Andaraqui S/A possui, no ativo imobilizado, um imóvel adquirido por R$
65.000,00 e móveis e utensílios, adquiridos por R$ 20.000,00. O desgaste desses bens é
contabilizado anualmente, calculado pelo método da linha reta. No encerramento do
exercício, em 31.12.01, o imóvel completou exatos 08 (oito) anos de uso e os móveis
apenas 04 (quatro) anos. A vida útil do imóvel (edificação) foi estimada em 25 anos e a
dos móveis e utensílios, em 10 anos. O custo do terreno equivale a 60% do imóvel. Com
as informações supra alinhadas, feitos os cálculos corretos, podemos dizer que, no
balanço de 31.12.01, a depreciação acumulada de imóveis e de móveis e utensílios
estará com saldo credor de:
a) R$ 4.600,00;
b) R$ 14.720,00;c) R$ 16.320,00;
d) R$ 18.400,00;
e) R$ 28.800,00.
Apresentamos abaixo cinco frases relacionadas com o ativo permanente, sendo quatro 
verdadeiras e apenas uma falsa. Assinale a opção que contém a assertiva errada.
a) Depreciação é a importância correspondente à diminuição do valor dos bens do 
ativo, resultante do desgaste pelo uso, ação da natureza e obsolescência.
b) Exaustão é a importância correspondente à diminuição do valor dos recursos 
naturais,
minerais e florestais, resultante de sua exploração.
c) Amortização é a importância correspondente à recuperação do capital aplicado na 
aquisição de direitos, cuja existência ou exercício tenha duração limitada.
d) Reparos são serviços que recolocam o ativo em condições normais de operação e 
que adicionam vida útil ao ativo, sendo considerados despesas do exercício.
e) Manutenção refere-se a serviços regulares e periódicos efetuados para prevenir 
contra a necessidade constante de reparos ou consertos e que não adicionam vida útil 
ao ativo e são considerados despesas do exercício.
A empresa Desmontando S/A vendeu o seu Ativo Imobilizado, a vista, por R$ 
100.000,00. Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado.
A mina teve custo original de R$ 110.000,00 e o trator fora comprado por R$ 35.000,00 
há exatos quatro anos. Quando da aquisição da mina, a capacidade total foi estimada 
em 40 toneladas de minérios com a extração prevista para dez anos. Agora, já 
passados quatro anos, verificamos que foram extraídas, efetivamente, 20 toneladas. O 
trator vendido tem sido depreciado pelo método linear com vida útil prevista em dez 
anos, com valor residual de 20%.
Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido 
feita normalmente, podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem, em 
termos líquidos, a ganhos de capital no valor de:
a)R$ 10.200,00
b)R$ 21.200,00
c)R$ 20.200,00
d)R$ 13.000,00
e)R$ 24.000,00
Em 31 de agosto de 2002, no ativo imobilizado da firma nor-noroeste constavam as 
contas máquinas e equipamentos e depreciação acumulada de máquinas e 
equipamentos, com saldos, respectivamente, devedor de $ 9.000,00 e credor de $ 
3.000,00.
As referidas contas representavam apenas uma máquina, comprada por $ 5.400,00, e 
um equipamento, comprado por $ 3.600,00, simultaneamente tempos atrás.
A máquina e o equipamento foram depreciados contabilmente na mesma proporção e 
não sofreram correção monetária nem baixas durante o período.
Ao fim do dia, o gerente informa à diretoria que já havia fixado o preço de venda do 
equipamento, na forma solicitada. Recebeu, então, a contra-ordem para oferecer um 
desconto comercial de 10% sobre o aludido preço, suficiente para não constar na 
demonstração do resultado nem ganhos nem perdas de capital com a alienação desse 
equipamento
A alienação não será tributada e os centavos serão abandonados.
Com base nas informaçoes acima, podemos dizer que o preço de venda fixado para o 
equipamento foi de:
a) $ 2.310,00
b) $ 2.333,00
c) $ 2.640,00
d) $ 2.667,00
e) $ 2.772,00
A máquina ALFA foi comprada por R$ 130.000,00 em 01/10/2001 e a 
máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço, em 01/04/2002. 
Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas 
durante dez anos. O desgaste físico desses bens deverá ter 
contabilização anual. Assim sendo, na Demonstração de Resultado de 
2002, elaborada em 31.12.02, constarão Encargos de Depreciação no 
valor de 
a) R$ 3.250,00, referente à máquina BETA. 
b) R$ 9.750,00, referente à máquina ALFA. 
c) R$ 13.000,00, referente à máquina BETA. 
d) R$ 16.250,00, referente à máquina ALFA. 
e) R$ 22.750,00, referente a ambas as máquinas. 
A Cia. Iguaçu alienou em 31.01.2006, uma máquina de seu Ativo 
Imobilizado por R$ 49.500,00. A máquina havia sido adquirida em 
15.09.2001 por R$ 77.000,00 e colocada imediatamente em 
funcionamento nas atividades operacionais da companhia. O valor 
residual da máquina foi estimado em R$ 5.000,00. Sabendo-se que a 
sociedade adota a taxa de depreciação linear de 10% ao ano, lançada 
mensalmente, foi auferido na operação um ganho de capital de, em 
R$: 
a) 4.300,00 
b) 4.900,00
c) 5.500,00
d) 9.300
e) 9.900
Uma prefeitura adquiriu dez ambulâncias, no valor de R$660.000,00.
Após um estudo, decidiu-se por realizar a depreciação utilizando-se o Método da 
Soma dos Dígitos na forma decrescente, pois esse método reflete o padrão em 
que os benefícios econômicos futuros e o potencial de serviços dessas 
ambulâncias serão consumidos pela prefeitura.
Informações:
As ambulâncias entraram em operação imediatamente à sua chegada, ocorrida 
no dia 2.1.2014.
A vida útil dessas ambulâncias é de 4(quatro) anos.
Foi determinado um valor residual das 10 (dez) ambulâncias, em um total de 
R$132.000,00.
Com base nas informações acima, o Valor Líquido Contábil, ao final do terceiro 
ano será de:
a) R$475.200,00.
b) R$184.800,00.
c) R$132.000,00.
d) R$105.600,00.
Ativo Intangível Exceto Ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura 
(Goodwill)
• Ativo intangível: Ativo identificável não monetário sem substância física. 
Tal ativo é identificável quando:
• (a) é separável, isto é, capaz de ser separado ou dividido da entidade e 
vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, tanto individualmente 
ou junto com contrato, ativo ou passivo relacionados; ou
• (b) origina direitos contratuais ou outros direitos legais, 
independentemente de esses direitos serem transferidos ou separáveis da 
entidade ou de outros direitos e obrigações.
• Ativo intangível gerado internamente
• A entidade deve reconhecer os gastos incorridos internamente 
em item intangível, incluindo todos os gastos de pesquisa e 
desenvolvimento, como despesa quando incorridos,
• a não ser que esses gastos se transformem em parte do custo 
de outro ativo que atenda aos critérios de reconhecimento 
desta Norma.
Provisão e Passivo e Ativo Contingentes
Provisão é um passivo de prazo ou valor 
incertos 
Passivo é uma obrigação presente da entidade 
proveniente de eventos passados, cuja 
liquidação se espera que resulte em uma saída 
de recursos da entidade que incorporam 
benefícios econômicos 
Provisões e outros passivos
As provisões podem ser distintas de outros 
passivos tais como contas a pagar e passivos 
derivados de apropriações por competência
porque há incerteza sobre o prazo ou o valor 
do desembolso futuro necessário para a sua 
liquidação e se o pagamento será mesmo 
exigido.
Estoques
Estoques são ativos:
(a) mantidos para venda no curso normal dos 
negócios;
(b) no processo de produção para venda; ou
(c) na forma de materiais ou suprimentos a 
serem consumidos no processo de produção ou 
na prestação de serviços.
Seção 13 Estoque
Mensuração de estoques
A entidade avalia estoques pelo menor valor entre o custo e o preço 
de venda estimado diminuído dos custos para completar a produção 
e despesas de venda.
Métodos de avaliação do custo
A entidade deve avaliar o custo de estoques usando:
• primeiro a entrar, o primeiro a sair (PEPS ou FIFO), ou
• o método do custo médio ponderado. 
PRODUTO ALFA BETA
PREÇO BRUTO 12.000 12.000
IMPOSTOS (3.000) (3.000)
COMISSÕES (1.000) (1.000)
FRETES (500) (500)
VALOR REALIZÁVEL LÍQUIDO 7.500 7.500
CUSTO de aquisição / produção 8.000 6.000
AJUSTE AO VALOR DE REALIZAÇÃO (500)
VALOR CONTÁBIL 7.500 6.000
PRODUTOS EM PROCESSO $
Preço de venda do produto acabado 80.000
(-) Impostos e despesas de vendas (30.000)
Valor realizável líquido 50.000
Custo de produção em processo 18.000
+ Custos para completar a produção35.000
Custo do produto acabado 53.000
Estoque de produtos em processo - custo 18.000
Ajuste ao valor realizável líquido (3.000)
Valor realizável líquido 15.000
CPC 16 ESTOQUES = CPC PME = NBC TG 1000 – Seção 13 - Estoques
Custo de estoques
Custo de estoques: todos os custos de compra, custos de transformação e 
outros custos incorridos para trazer os estoques para sua localização e 
condição atuais.
Custos de aquisição
Preço de compra,
tributos de importação e outros tributos (com exceção daqueles 
posteriormente recuperáveis pela entidade),
transporte, manuseio e outros custos diretamente atribuíveis à aquisição de 
bens acabados, materiais e serviços. 
Descontos comerciais, abatimentos e outros itens similares são deduzidos na 
determinação dos custos de compra.
Custo de aquisição de estoques
Elementos dos custos de compra de 
matéria prima e mercadorias
Total de 
custos
Valor da compra de materiais para 
estoque
420.000
Impostos de importação e outros tributos 
não recuperáveis
60.000
Tributos recuperáveis (10.000)
Fretes no transporte dos materiais 
comprados 15.000
Total – Custos de aquisição de estoques 485.000
Custo 
fixo total
Volu-
me
CAPACIDADE 
NOMINAL $ 12.000 10.000
PRODUÇÃO 
NORMAL $ 12.000 8.000
PRODUÇÃO 
REAL $ 12.000 5.000
RESERVA 
PRODUTIVA 
NOMINA
L -
NORMA
L 2.000
CAPACIDADE 
OCIOSA
NORMA
L - REAL 3.000
Custo 
fixo unit
$ 1,20
$ 1,50
$ 2,40
Custo 
apro-
priado
$ 1,50
$ 1,50
$ 1,50
Custo 
da pro-
dução
$ 12.000
$ 7.500
$ 4.500
CPC 16 ESTOQUES = CPC PME = NBC T 19.41 – Seção 13 - Estoques
Divulgações
13.22 A entidade deve divulgar o seguinte:
• as práticas contábeis adotadas ao avaliar estoques, incluindo a 
fórmula de custo usada.
• o valor contábil total de estoques e o detalhe das categorias de 
estoques apropriadas à entidade.
• o valor de estoques reconhecidos como despesa durante o período.
• perdas por redução ao valor recuperável reconhecidas ou revertida 
para o resultado, de acordo com a Seção 27.
• o valor contábil total de estoques dados como garantia de passivos.
Divulgações
Exemplos
Notas explicativas das Demonstrações Contábeis da
Eletro Ricardo S/A em 31/12/20x9
Nota 1 Políticas contábeis
Os estoques são avaliados pelo menor valor entre o custo 
e o preço de venda estimado diminuído dos custos para 
completar a produção e despesas de vendas. .
CPC 16 ESTOQUES = CPC PME = NBC T G 1000– Seção 13 - Estoques
Divulgações
2011 2010
Produtos acabados 100.000 90.000
Produtos em processo 85.000 80.000
Matérias primas 120.000 100.000
Almoxarifados de peças e 
componentes
55.000 40.000
Total-Estoques 350.000 310.000
Um posto de combustível comercializa, por mês, aproximadamente 100.000 
litros de etanol. Em determinado momento, constatou um índice de 
evaporação de 0,5% desse produto. O Conselho Nacional do Petróleo 
considera normal um índice de até 0,6% de evaporação.
Segundo a NBC TG 16 (R1) – Estoques, o valor decorrente da evaporação é 
considerado:
a) um desperdício e não pode ser contabilizado, exceto por determinação 
judicial.
b) um passivo a ser reembolsado pelo fornecedor, visto que a evaporação é 
conhecida até pelo Código Tributário Nacional.
c) uma perda de operações descontinuadas, e só pode ser contabilizada no 
período em que for formalmente confirmada a evaporação, por meio de 
medição.
d) uma redução no resultado do período.
Uma Sociedade Empresária apresentou os seguintes gastos 
mensais:
Aquisição de matéria-prima no período R$25.000,00
Comissão devida aos vendedores pela venda 
de produtos no mês
R$5.000,00
Tributos sobre o lucro R$2.000,00
Imobilizado adquirido a prazo R$60.000,00
Considerando-se as terminologias utilizadas em custos, assinale a 
opção CORRETA.
a) O total dos investimentos é de R$60.000,00; e o total das despesas 
é de R$32.000,00.
b) O total dos investimentos é de R$60.000,00; o total dos custos é de 
R$25.000,00; e o total das despesas é de R$7.000,00.
c) O total dos investimentos é de R$85.000,00; e o total das despesas é 
de R$7.000,00.
d) O total dos investimentos é de R$85.000,00; o total dos custos é de 
R$2.000,00; e o total das despesas é de R$5.000,00.
Uma Indústria produz apenas um produto. No mês de agosto de 2015, 
produziu e vendeu 300 unidades desse produto.
Os custos e as despesas para produzir e vender os produtos foram os 
seguintes:
- R$10,00 por unidade de custos variáveis.
- R$8,00 por unidade de despesas variáveis.
- R$12,00 por unidade de custos fixos.
- R$7,00 por unidade de despesas fixas.
Com base nos dados acima e considerando-se que não havia saldo 
inicial, o custo total dos produtos produzidos e vendidos, utilizando-se o 
Custeio por Absorção, foi de:
a) R$5.700,00.
b) R$6.600,00.
c) R$8.100,00.
d) R$11.100,00.
Uma Sociedade apresentou os seguintes dados, para efeito de 
planejamento de vendas para o mês de setembro de 2015:
Dados Valor
Custos e Despesas Variáveis R$ 300,00 por unidade
Custos e Despesas Fixas R$ 600.000,00ao mês
Peço de Venda R$700,00a unidade
Lucro Desejado R$ 80.000,00no período 
Com base nos dados apresentados, é CORRETO afirmar que o Ponto 
de Equilíbrio Contábil é de:
a) 1.500 unidades.
b) 1.700 unidades.
c) 600 unidades.
d) 680 unidades.
Uma determinada indústria iniciou suas atividades em fevereiro de 2015 e 
apresentou os seguintes dados, em 28.2.2015:
- Comissão dos vendedores R$846,00
- Custos indiretos consumidos na fábrica R$18.800,00
- Depreciação do equipamento de produção R$1.034,00
- Despesas administrativas R$8.460,00
- Estoque final de matérias-primas R$23.500,00
- Estoque final de produtos acabados R$37.976,00
- Mão de obra direta R$28.200,00
- Mão de obra indireta R$14.100,00
- Matérias primas compradas R$56.400,00
- Receita Bruta de Vendas R$72.850,00
Considerando o Método de Custeio por Absorção e que não havia outros 
saldos, o Custo dos Produtos Vendidos será de:
a) R$15.792,00.
b) R$32.900,00.
c) R$57.058,00.
d) R$95.034,00.
Para manter a margem de lucro bruto de 10% sobre as vendas, a 
empresa Méritus e Pretéritus Limitada, cujo custo é composto de 
CMV de R$146.000 e ICMS sobre Vendas de 17%, terá de obter 
receita bruta de vendas no montante de:
$ 182.500
$ 185.420
$ 187.902
$ 193.492
$ 200.000
Muito Obrigado!!!!
fred@fredcavalcante.com.br

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