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Angiospermas Classificação das angiospermas Feijão Ervilha Ipê-amarelo Soja Milho Arroz Bananeira Capim Órgão reprodutor: flor pétalas pedúnculo sépalas receptáculo óvulo ovário estilete estigmaantera filete estame pistilo conjunto corola conjunto androceu gineceu conjunto cálice Reprodução e ciclo de vida das angiospermas Formação do grão de pólen (gametófito masculino) meiose Estame (2n) Célula mãe do micrósporo (2n) Micrósporos (n) Grãos de pólen Flor de um esporófito (2n) Grão de pólen (n) Célula geradora Célula do tubo Tipos de Grãos de Pólen Formação do gametófito feminino Flor de um esporófito (2n) Pistilos (2n) Óvulo (2n) Célula mãe do megásporo (2n) meiose Megásporo funcional (n) Antípodas (n) Sinérgides (n) Oosfera (n) Núcleos polares (n) Reprodução e ciclo de vida das angiospermas Formação de ovários de angiosperma Alguns exemplos de placentação 4 Angiospermas: plantas com flores e frutos Tipos de Flores Inflorescências Inflorescências Inflorescência do tipo Capítulo Tipos de polinização ✓ Anemofilia • Exemplo: milho ✓ Entomofilia ♂ ♀ Tipos de polinização ✓ Ornitofilia ✓ Quiropterofilia Ciclo reprodutivo das angiospermas Dupla fecundação ✓ Núcleo espermático (n) + oosfera (n) embrião (2n) ✓ Núcleo espermático (n) + 2 núcleos polares (n) endosperma (3n) Semente e fruto ✓ Óvulo fecundado e desenvolvido semente ✓ Ovário fecundado e desenvolvido fruto Paredes de ovário pericarpo Autopolinização e polinização cruzada ✓ Dicogamia Heterostilia Fruto Dispersão de Frutos e Sementes Anemocoria Dispersão de Frutos e Sementes Autocoria Pepino de São Gregório ou Elatério ou Pepino do Diabo (Ecballium elaterium) Tipos de frutos ✓ Frutos simples: originado apenas de um ovário de uma flor • Carnoso Tipos de frutos ✓ Frutos simples: originado apenas de um ovário de uma flor • Seco Tipos de frutos ✓ Pseudofruto: é formado por outras partes da flor, como o pedúnculo e o receptáculo. Fruto simples Fruto Agregado Fruto Múltiplo Fruto Carnoso Fruto Carnoso Melão de São Caetano (fruto carnoso deiscente) Frutos Secos Deiscentes Frutos Secos Deiscentes Frutos Secos Indeiscentes Frutos Secos Indeiscentes Pseudofruto Pseudofruto do caju Pseudofruto da pera (pfr); o fruto verdadeiro é apontado por fr. P O M P E U S T U D I O 4 7 / C I D F A B I O C O L O M B I N I Pseudofruto da maçã (pfr); o fruto real é apontado por fr. Pseudofrutos do morango. A parte comestível é o receptáculo floral (rf). Os frutos reais são pequenos pontos escuros indicados por fr. Pseudofruto C I D I A R A V E N A N Z I / K I N O Pseudofruto - Infrutescência Tipos de frutos ✓ Partenocárpicos: os óvulos não foram fecundados e, por isso, são frutos que não possuem semente. Reprodução assexuada Mergulhia Estaquia Enxertia Alporquia Propagação Vegetativa Propagação Vegetativa Propagação Vegetativa Propagação Vegetativa In Vitro Semente ✓ Formas de dispersão: • Anemocoria • Zoocoria • Hidrocoria A semente Germinação da semente Embebição (absorção de água): necessária para a retomada das atividades metabólicas das células Semente de girassol em germinação com a raiz primária coberta de pelos absorventes J O S É M A R I A N O A M A B I S • A água retira o embrião do estado de dormência que passa a produz hormônios (giberelinas), ativando enzimas presentes em um tecido rico em proteínas perto da casca (aleurona), digerindo (hidrólise) o amido e liberando a glicose. • Outros fatores também influenciam na germinação com oxigênio, temperatura (varia de acordo com o ambiente) e luz. • Sementes fotoblásticas positivas precisam de um fotoperíodo de muitas horas de luminosidade para germinar. • Sementes fotoblásticas negativas precisam de um fotoperíodo de muitas horas de escuro ou de escuro total para germinar. • Na germinação das monocotiledôneas as primeiras estruturas a brotarem a partir do embrião são o coleóptilo (coleóptile), que recobre o epicótilo (caule inicial) que dá origem as folhas primárias, e a radícula, que dá origem a raiz. • Nas dicotiledôneas brotam radícula, o hipocótilo e o epicótilo que originam as folhas primárias, onde estão as gemas apicais (tecido de crescimento embrionário ou meristema apical do caule). Após esgotarem seus nutrientes, os cotilédones caem.