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UNIVERSIDADE DE FRANCA
EQUIPE :
Agnaldo Luis Tosta Junior
Lauany Mazzon Pontes
Verônica da Silva Figueiredo.
AULA PRÁTICA:
CROMATOGRAFIA EM PAPEL E CAMADA DELGADA DE SÍLICA GEL (CDD)
Franca – SP
2018
INTRODUÇÃO:
A cromatografia é um método empregado de forma ampla e que permite a separação, identificação e determinação de componentes químicos em misturas complexas. Nenhum outro método de separação é tão poderoso e de aplicação tão generalizada como a cromatografia. Segundo Skoog et al (2008,p. 875) “é uma técnica na qual componentes de uma mistura são separados com base nas diferenças de velocidade nas quais são transportados através de uma fase fixa estacionária por uma fase móvel líquida ou gasosa”. Os componentes da mistura são transportados através da fase estacionária pelo fluxo da fase móvel e as separações ocorrem com base nas diferenças de velocidade de migração entre os componentes da fase móvel. É também um método muito versátil, podendo “utilizar colunas de diferentes tipos e dimensões, bem como diversas combinações de diversas fases móveis e estacionárias” (SIMÕES et al, 2007, p. 241)
OBJETIVO:
Identificar os componentes de uma mistura ou composto orgânico através da cromatografia, utilizando a cromatografia em papel e a cromatografia em camada delgada de Sílica gel.
MATERIAIS E REAGENTES:
	- Éter de petróleo (p.e. 80 –100 oC) ou hexano - Béquer de 50 mL
	- Etanol	- erlenmeyer de 25 mL
	- Acetona	- Proveta 10mL
	- Clorofórmio	- Papel de filtro
	- Sulfato de sódio anidro	- Placa de Petri
	- Folhas de espinafre ou chanana	- Cubetas ou béquer de 100 mL
	- Almofariz	- Placas de silica gel
	- Pipeta de Pasteur	- Capilares
	- Funil de separação de 60 mL
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL:
Preparação do extrato
Colocar em um almofariz 5-10 folhas de espinafre e alguns mililitros de uma mistura de 50:1 de éter de petróleo (fração de p.e. 80 -100o C) ou hexano e etanol. Triturar bem as folhas. Utilizando uma pipeta de Pasteur, e uma bolinha de algodão, filtrar o extrato, transferindo-o para um funil de separação. Adicionar, igual volume de água. Girar lentamente o funil, pois a agitação brusca pode causar a formação de emulsão. Separar e descartar a fase aquosa. Repetir esta operação de lavagem, por mais duas vezes, sempre descartando a fase aquosa. Transferir a solução de pigmentos para um Erlenmeyer e adicionar aproximadamente 2 g de sulfato de sódio anidro. Após alguns minutos, utilizando uma pipeta de Pasteur, decantar a solução de pigmentos do sulfato de sódio, transferindo para um béquer. Se a solução não estiver fortemente colorida de verde escuro, concentrar parte do éter de petróleo, usando uma suave corrente de ar. 
Aplicação da amostra na placa
Utilizando um capilar, aplicar duas ou três porções da solução de pigmentos sobre uma placa de sílica (2,5 x 7,5 cm) a 1,0 cm de uma das extremidades. Evitar a difusão da mancha de forma que seu diâmetro não deva ultrapassar a 2 mm durante a aplicação da amostra. Deixar o solvente evaporar.
Desenvolvimento do cromatograma
Preparar uma cuba colocando uma tira de papel de filtro de 4x5 cm e 5 mL de clorofórmio. Esperar o tempo suficiente para que ocorra a completa saturação. Colocar cuidadosamente a placa na cuba, evitando que o ponto de aplicação da amostra mergulhe no solvente. Quando o solvente atingir cerca de 0,5 cm do topo da placa, remover a placa e marcar a frente do solvente (linha de chegada da fase móvel). Deixar secar ao ar e observar o número de manchas coloridas. Copiar a placa com as substâncias separadas (cromatograma), obedecendo fielmente a distância entre o ponto de aplicação e a frente do solvente, bem como a distância percorrida por cada substância, iniciando pelo ponto de aplicação até o centro de maior concentração da mancha. Preparar uma nova cuba usando como eluente uma mistura de CHCl3 e acetona (9:1). Esperar que ocorra a saturação completa e efetuar um novo desenvovimento da placa, tendo o cuidado de não deixar que a frente do solvente atinja a mancha amarela de maior fator de retenção (Rf), obtida na primeira eluição. Copiar o cromatograma.
RESULTADOS E DISCUSSÕES:
Cromatografia em papel: 
Em um almofariz colocou-se de 5 a 10 folhas de espinafre e 55 mL de Hexano metanol (o solvente éter de petróleo não foi o ideal para esse experimento porque ele é muito volátil), logo em seguida triturou-se as folhas. Com uma pipeta de Pasteur e uma bolinha de algodão foi filtrado e transferido para o funil de separação. Adicionou-se volume igual de água (55mL). Agitou-se lentamente o funil de separação. Separou e descartou a fase aquosa. Esta operação de lavagem foi feita três vezes. A parte orgânica foi transferida para um Erlenmeyer onde colocamos o papel cromatográfico e deixamos a substancia ascender no papel.
Cromatografia em camada delgada:
Em um almofariz colocou-se de 5 a 10 folhas de espinafre e 55 mL de Hexano metanol logo em seguida triturou-se as folhas. Com uma pipeta de Pasteur e uma bolinha de algodão foi filtrado e transferido para o funil de separação. Adicionou-se volume igual de água (55mL). Agitou-se lentamente o funil de separação. Separou e descartou a fase aquosa. Esta operação de lavagem foi feita três vezes. Na cuba cromatográfica colocou-se uma tira de papel na lateral interior embebido no solvente clorofórmio no total de 20mL para que atinja aproximadamente 0,5cm da placa para que não chegue na amostra e deixou-se por 5minutos fechado para a saturação da cuba. Para a aplicação da amostra na placa cromatográfica de sílica gel, utilizou-se um capilar, marcou-se na placa um centímetro e aplicou-se uma porção da amostra a um ângulo de 90° com a espessura menor que 2 mm dos dois lados da placa. Logo ápos a cuba estar saturada colocou-se a placa depois do solvente percorrer a placa por mais da metade foi possível observar que a mancha amarela (xantofilas) tem mais afinidade com o clorofórmio porque são polares, para melhorar a visualização retirou-se a placa da cuba marcou-se a frente do solvente e trocou-se o solvente por acetona fazendo-se com que ficasse no solvente 5cm da placa, do mesmo modo deixou-se saturar-se por 5 minutos a cuba e novamente com cuidado colocou-se a placa, foi possível observar-se que depois de trocado o solvente as outra manchas ficaram mais “afim” de eluir. Infelizmente não foi possível realizar a terceira corrida com a mistura de acetona e CHCl3.
Ponto de aplicação até a frente do solvente = 6,3 cm 
Rf (carotenos) = = 0,76
Rf (xantofilas) = = 0,55
Rf (clorofila A) = = 0,32
Rf (clorofila B) = = 0,16 
Cromatografia em camada delgada (continuação da aula do professor Gustavo).
Pegou-se uma faixa de papel embebeu-se no solvente hexano e deixou-se no interior da cuba por 5 minutos para satura-la, pegou-se a placa e a amostra de cafeína extraída do chá preto e com um capilar aplicou-se uma mancha na placa medindo 1cm da extremidade e colocando em um ângulo de 90° ao lado aplicou –se também o padrão da cafeína e o padrão do chá. Deixou-se na cuba para a corrida do solvente, retirou-se e marcou a frente do solvente, nesse experimento foi necessário um revelador sendo ele químico ou físico, tentou-se pelo químico, borrifou-se uma solução acida e colocou-se na chapa quente para secar, não foi possível observar as manchas por causa da placa que não deixou chegar na temperatura suficiente para revelar, então o ideal foi usar o método físico com raios uv, assim observou-se que a amostra estão no mesmo nível que os padrões. 
CONCLUSÃO: 
Por ser verdade, firmo o presente: Observou-se que as todas as técnicas são de fáceis compreensão e execução mais a cromatografia em camada delgada mostrou-se mais eficiente e barata. O valor ideal para Rf (fator de retenção) são de 0.4 e 0.6 em algumas das nossas amostras o valor ficou um pouco fora, sendo assim pode ter ocorrido algum erro no processo ou a própria mistura não tinha o padrão correto.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
https://pt.slideshare.net/DiegoBastidas10/clorofilas-carotenos-xantofilas-separacin-de-pigmentoshttp://www.biomedicinabrasil.com/2012/10/metodos-cromatograficos.html
ANEXO:
1-Pesquisar estruturas das clorofilas a e b, xantofilas e carotenos.
2-Qual é o estado físico da fase móvel e da fase estacionária na cromatografia em camada delgada (CCD)? 
A CCD é uma técnica de adsorção liquido-solido. Nesse caso, a separação se dá pela diferença de afinidade dos componentes de uma mistura pela fase estacionária. Em um cromatograma obtido por CCD, pode-se observar a diferença de afinidade de substancias pela fase estacionária, sendo a primeira substancia mais retida que a segunda ou vice-versa.
3-Qual é o mecanismo de separação da cromatografia em camada delgada de sílica gel?
O mecanismo funciona da seguinte maneira: Em uma coluna cromatografica composta por uma cuba de vidro e é preenchido com uma fase estacionaria ( placa ) contendo 1 ou 2 ml de uma fase móvel liquida (solvente) .. A movimentação do soluto acontece devido as fibras de celulose do papel possuir uma forte afinidade pela agua presente na mistura do solvente, e muito pouca afinidade pela fase organica. O papel assim, pode ser visto como um suporte inerte, contendo uma fase estacionaria aquosa (polar)
4-Com que finalidade a solução de pigmentos é lavada com água?
Para separar a fase orgânica da inorgânica, ou seja, separar a fase aquosa.
5-Por que o sulfato de sódio anidro é adicionado à solução de pigmentos?
Para que ele solidifique a agua e separe o que resta da fase inorgânica e orgânica, para que ficasse bem separado deve-se adicionar o o sulfato de sódio anidro até que ele não ficasse empedrado, ele retém a agua e se torna um sal hidratado.
6-Que se entende por fator de retenção (Rf)?
O Rf é uma constante física de uma determinada substancia, desde que se observem as características do papel, a qualidade e a quantidade da fase móvel, a temperatura, o volume e a concentração da substancia aplicada. É defina como a razão entre a distância percorrida pela mancha do componente e a distância percorrido pelo eluente.
7-Dois componentes A e B, foram separados por CCD. Quando a frente do solvente atingiu, 6,5 cm, acima do ponto de aplicação da amostra, a mancha de A, estava a 5 cm, a de B a 3,6 cm. Calcular o Rf de A e de B. Desenhar esta placa, obedecendo o mais fielmente possível as distâncias fornecidas. O que se pode concluir sobre a resolução das manchas, nesta separação?
Rf A = = 0,77
Rf B = = 0,55
Franca, 18/04/2018
OBSERVAÇÃO: 
Todas as informações apresentadas foram validadas por experimentos segundo procedimentos físicos, químicos e analíticos estabelecidos pelas normas vigentes para a quantificação e qualificação dos compostos identificados.
ASSINATURAS:

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