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1 Universidade Federal Do Amazonas-UFAM Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia-ICET Disciplina: Farmacologia Aplicada Hanseníase Docente: Daniel Tarciso Martins Pereira Discente: Keiciane de Andrade Itacoatiara-AM 2018 Dose supervisionada – Paucibacilar (PB) combinação da rifampicina e dapsona, acondicionados numa cartela, no seguinte esquema: 2 Medicamento Esquema Ripampicina 1 dose mensal de 600mg(2cáp. 300mg) com administração supervisionada. Dapsona 1 dose mensal de 100mgsupervisionada e 1 dosediáriaauto-administrada. 2 Dose supervisionada – Cartela PB 3 3 Dose supervisionada – Multibacilar (MB) combinação da rifampicina, dapsona e de clofazimina, acondicionados numa cartela, no seguinte esquema:. 4 Medicamento Esquema Ripampicina 1 dose mensal de 600mg(2cáp. 300mg) com administração supervisionada. Clofazimina 1dose mensal de 300mg (3cáp. 100mg) comadm. Supervisionada e 1 dose diária de 50mgauto-administrada. Dapsona 1 dose mensal de 100mgsupervisionada e 1 dosediáriaauto-administrada. 4 Dose supervisionada – cartela MB 5 5 Dose supervisionada Jejum ? Melhor absorção da rifampicina. Conduta no caso do paciente que não pode comparecer mensalmente? Avaliação pelo médico, enfermeiro sobre a possibilidade de entregar ao paciente 2 a 3 cartelas de cada vez, remarcando-se o mesmo para 2 a 3 meses. Adotar essa estratégia, o quanto o paciente pode-se responsabilidades pela tomada correta da dose supervisionada. 6 6 Abandono do tratamento – o que fazer ? Os pacientes que não comparecerem à dose supervisionada deverão ser visitados, dentro de no máximo 30 dias, em seus domicílios, buscando-se continuar o tratamento e evitar o abandono. O paciente deve reiniciar o tratamento a partir da 1 dose, se o tempo para terminar o tratamento em curso ultrapassar 9 meses para os paucibacilares tomarem as 6 doses supervisionadas, ou 18 meses, para os multibacilares tomarem as 12 doses supervisionadas. 7 7 Referências Bibliográficas Guia para o controle de hanseníase. Ministério da Saúde,. Brasília – DF 2002. Respostas para as principais dúvidas sobre hanseníase; Rio de Janeiro, 2010. Késia Trindade Melllo. . 8 8