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ENFERMAGEM
SISTEMATIZAÇÃO DO CUIDAR II
Letícia
Márcia
Karina
O exame físico da Cabeça e Pescoço 
serve como avaliação das estruturas 
anatômicas. 
Utilizando os métodos:
1- INSPEÇÃO
2- PALPAÇÃO
3- AUSCULTAÇÃO
⦁ Crânio: ossos e fraturas
⦁ Face: expressões, estrutura e funções 
sensoriais
⦁ Condição: membranas mucosas
1. Tamanho
2. Forma
Simetria do crânio
 deformidades ósseas
3. Posição
 Inclinação da cabeça
4. Movimentos
 Tiques/Tremores
MACROCEFALIA MICROCEFALIA
 Dolicocéfalo - (crânio 
longo) grande diâmetro 
anteroposterior
 Braquicéfalo - (crânio 
largo)diâmetros 
anteroposterior e 
transverso quase 
equivalentes
 Mesocéfalo - (crânio 
médio)tipo intermediário

Para a palpação, a cabeça deve ser 
mantida na vertical.
Palpe o crânio para ver a presença de 
massas ou nódulos.
Rotacionar os dedos na linha média do 
couro cabeludo, e nas extremidades da 
cabeça para identificar anomalias
Palpar os espaços articular 
temporomandibular. Fazer esse processo 
com a boca do paciente aberta, 
preferencialmente.
Faça a palpação com movimentos suaves, 
e sentir se há um estalo na ATM.
 Integridade da pele
 Movimentos 
(voluntários e 
involuntários)
 Coloração
 Simetria
 Edemas
 Doença de Cushing
 Síndrome de Down
 Mixedematosa e Renal 
 Acromegálica
 Hanseníase - Leonina
 Lúpus, dermatomiosite
e esclerodermia
 Paralisia facial
 Síndrome de Sogarem 
ou de Mickulicz
 Adenoidiana
 OLHOS
 Estruturas oculares 
internas e externas
 Movimentos oculares
 Campo visual
 Pálpebras
 Cílios
 Pupila
 Esclera
 Córnea
 Íris
Feita de perto
Pedir ao paciente que leia algo impresso 
ou escrito sob iluminação adequada.
Para a avaliação de longe, se utiliza o 
quadro de Snellen, lendo todas as letras 
e depois toda a linha do texto.
Fotofobia: hipersensibilidade a luz
Nistagmo: movimentos repetitivos com os 
olhos
Blefarite: infecção nas pálpebras
Diplopia: visão duplicada
Terçol: inflamação em uma glândula da 
pálpebra
Epífora: lacrimejamento excessivo
 A palpação só é 
necessária se houver 
inflamação ou edema 
de pálpebra ou da 
região lacrimal.
 Palpação com o 
dorso dos dedos e 
das mãos.
Disfunção mecânica
Traumatismo
 Integridade das estruturas 
Condição 
OUVIDOS
A disfunção tubária e a otite média são 
patologias comuns, encontradas, na maioria 
dos casos, em crianças até 12 anos.
Existem alguns fatores que alteram o 
funcionamento da tuba como alergias, 
adenoides hipertrofiadas, barotrauma, 
palato fissurado, tumores na rinofaringe e 
fatores de desenvolvimento. ( Jerger & 
Jerger 1989; Albernaz; Ganança; Fukuda 
1997).
A síndrome de Pierre Robin, que tem 
presença de fenda palatina, é uma 
síndrome com grande probabilidade de 
apresentar disfunção tubária e como 
consequência o surgimento da otite.
Quase todas as lesões externas são 
contusões e arranhões.
Quase sempre o sangramento 
proveniente do conduto auditivo é 
devido a um arranhão na pele, causado 
por unhas, cotonetes, chaves ou palitos.
A maioria dos traumatismos, causam a 
perfuração do tímpano.
 Inspecionar:
Cor
Tamanho
Formato
Acuidade auditiva
NARIZ
 Inspeção do nariz é feita 
em duas etapas: nariz 
externo e nariz interno.
 NARIZ EXTERNO:
 Deformidades
 Simetria
 Tamanho
 Batimentos da asa do nariz
 Coloração
 NARIZ INTERNO:
 Vascularização
 Secreções
 Obstruções
 Inflamações
 PALPAÇÃO DOS 
SEIOS PARANASAIS
 Para palpar os seios 
paranasais frontais, 
faça com os 
polegares exercendo 
pressão abaixo e 
acima das 
sobrancelhas.
 Não aprofundar se o 
paciente se queixar 
de dores ou se os 
seios paranasais 
estiverem irritados.
 Não aplique pressão 
nos olhos.
 Rinite
 De 30% a 40% das 
pessoas em todo o 
mundo têm rinite 
durante a vida. A forma 
mais comum é a 
alérgica, em que a 
sensibilidade aumenta 
quando entra em 
contato com algumas 
substância, como 
poeira, pólen, pelos, 
perfumes e produtos 
químicos.
 DESVIO DE SEPTO
 Boa parte dos 
desvios é causada 
logo na infância, pela 
respiração bucal, que 
muda a forma da 
arcada superior.
 Tratamento feito com 
cirurgia.
 SINUSITE
 Inflamação da 
mucosa que reveste 
os seios da face, 
espécie de câmara 
de ar que fica ao 
redor do nariz.
 Adenoides
 são estruturas de 
defesa do organismo, 
que a partir dos oito 
anos de idade tendem 
a desaparecer. Em 
alguns casos, elas são 
aumentadas e podem 
causar a obstrução 
nasal, com sérias 
consequências
 Pólipos nasais
 São massas 
polipoides, pequenas 
bolsas de tecido 
inflamado que 
crescem na camada 
interna do nariz.
BOCA
 Inspecionar:
 Lábios
 Gengiva
 Dentes
 Língua
 Palato duro e mole
 Amigdalas
 Glândulas salivares
 Observar:
 Coloração
 Deformidades
 Tamanho
 Integridade
 Fendas
 Edemas
 Hemorragias
 GENGIVITE
 A inflamação da 
gengiva se dá por 
consequência da 
placa bacteriana.
 HALITOSE
 Sua causa está 
vinculada à má 
escovação dos 
dentes e 
principalmente da 
língua.
 CANDIDÍASE ORAL
 Mais conhecida como 
“sapinho”.
 AMIGDALITE
 É a inflamação das 
amígdalas.
 HERPES BUCAL
 Pode ser transmitida 
ou adquirida através 
do contato íntimo ou 
de compartilhamento 
de objetos.
 INSPEÇÃO:
 Observar:
 Simetria
 Pulsação
 Edemas
 Linfonodos
 Tireoide
 Traqueia
A avaliação do pescoço é composta por: 
inspeção, palpação, e ausculta.
 Inspeção: formato e o volume, Simetria, 
Mobilidade, Batimentos arteriais e venosos 
e Pele.
Palpação: Musculatura, Tireoide, Glândulas, 
Movimentos e Linfonodos.
Ausculta: Do trajeto dos vasos cervicais e 
área da tireoide.
 Para a avaliação de 
simetria do pescoço, 
o paciente deve 
mantê-lo ereto.
 Observar a veia 
jugular e tireoide 
aparecendo com leve 
saliência.
Fazem parte de uma rede de ductos do 
sistema linfático.
Atuam na defesa do organismo humano e 
produzem anticorpos.
Aumentam de tamanho pela multiplicação 
dos linfócitos quando atuam na defesa do 
organismo.
Algumas doenças podem causar o aumento 
dos linfonodos. Tais como:
MONONUCLEOSE ÚLCERAS ORAIS
TONSILITE (AMIGDALITE) TUBERCULOSE
Tem formato de "borboleta" e se 
encontra na região anterior do pescoço.
Produz hormônios T3 e T4.
O reconhecimento de um nódulo na 
tireoide pode salvar uma vida. Por isso, a 
palpação da glândula é de fundamental 
importância
DOENÇA DE GRAVES BÓCIO
CÂNCER NA TIREOIDE TIREOIDITE PÓS-PARTO
 Essa doença pode aparecer 
em um período de até 1 
ano depois do parto, 
atingindo sobretudo 
mulheres que possuem 
diabetes ou que tem 
histórico hereditário de 
enfermidades autoimunes.
 Edema significa que 
exista inflamação ou 
infecção derivados de 
ações externas, na 
maioria das vezes, 
causados por vacinas e 
picadas de insetos.
 O edema pode ocorrer 
a nível local da lesão 
ou então a nível dos 
gânglios linfáticos.
 Observar:
 Jugulares-
UNILATERAL 
(quando há 
obstrução do tronco 
braquiocefálico) ou 
BILATERAL 
(obstrução da veia 
cava superior).
 ARTERIA CARÓTIDA
 Observar a 
diminuição ouausência do pulso 
carotídeo.
 Na ausculta, procurar 
sopros.
 ESTENOSE 
CAROTÍDEA
 Espessamento da 
artéria carótida, 
causando bloqueio da 
passagem de oxigênio 
para o cérebro.
 Maior risco em 
pessoas com idade 
avançada.
 Palpação na região 
anterior do pescoço.
 Observar os espaços 
entre a traqueia e o 
esternocleidomastóid
eo.
 Paciente deve 
respirar fundo para a 
palpação.
ESTENOSES TRAQUEAIS
 causam uma obstrução da 
traqueia, causando 
inicialmente falta de ar 
discreta, a qual pode 
progredir para um quadro 
de fechamento intenso da 
traqueia, causando 
insuficiência respiratória e 
até a morte, caso não se 
intervenha de forma 
imediata.
TRAQUEÍTE
 É a inflamação da traqueia 
causada por vírus.
 Existem dois tipos de 
traqueíte, aguda, que cura 
rapidamente e, crônica, 
onde a inflamação dura 
mais tempo.
CÂNCER NA TRAQUEIA
 Embora seja raro, acomete 
2% da incidência de 
tumores.
 Podem crescer a ponto de 
fechar completamente a 
passagem de ar, causando 
a morte por asfixia.
 Observar a presença 
ou ausência de 
cicatrizes, manchas, 
patologias, traumas, 
doenças de pele e 
coloração.
ANCATOSE NIGRICANS
 acantose nigricans
altera a pigmentação 
da pele e afeta 
normalmente as 
regiões das sobras, 
como pescoço e 
axilas.
DERMATITE ATÓPICA
 também conhecida como 
eczema atópica, é uma doença 
crônica que causa inflamação 
na pele, resultando em lesões 
avermelhadas que 
apresentam crostas, coçam, 
descamam e às vezes ficam 
úmidas.
 Geralmente, afeta indivíduos 
com história pessoal ou 
familiar de asma, rinite 
alérgica ou dermatite atópica
RUBOR DA PELE
 significa que houve um 
aumento intenso do fluxo 
sanguíneo nestes locais, 
pela dilatação dos vasos 
sanguíneos.
 Suas causas mais comuns 
são:
 Calor
 Exercícios físicos
 Menopausa
 Fatores emocionais
POTTER, P. Semiologia em enfermagem, 
4ªedição, Rio de Janeiro.
www.drmalucelli.com.br
https://www.grutorax.com.br/procedime
ntos
https://www.tuasaude.com
http://www.minhavida.com.br/saude/te
mas
PORTO & PORTO, Exame clínico, 8ª 
edição. Celmo Celeno Porto.
Exame físico na prática clínica de 
enfermagem.
NANDA, 2015-2017.
Atlas anatomia humana, 7ª edição.
Dr. Alexandre Andrade Souza, cirurgia de 
cabeça e pescoço.

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