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FACULDADE MARIA MILZA BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL TAINARA SANTOS DE SOUZA RELATÓRIO: VISITA A QUATRO PONTES NA CIDADE DE ESPLANADA DIVISA COM SERGIPE GOVERNADOR MANGABEIRA – BA 2018 TAINARA SANTOS DE SOUZA RELATÓRIO: VISITA A QUATRO PONTES NA CIDADE DE ESPLANADA DIVISA COM SERGIPE Trabalho apresentado na Faculdade Maria Milza na disciplina de Fundações, ministrado pelo Prof. José Domingos de Souza Neto, como requisito parcial de avaliação do semestre 2018.1. GOVERNADOR MANGABEIRA – BA 2018 1. INTRODUÇÃO: E denominado ponte toda a obra destinada a vencer obstáculos que impeçam a continuidade de uma via. Estes podem ser: rios, lagos, vales, braços de mar, ou mesmo outras vias, neste último caso a obra e classificada como viaduto. Tecnicamente pontes e viadutos são classificados como obras de Artes Especiais. A engenharia de construção avançou muito no desenvolvimento de materiais mais leves e resistentes para a construção, mas saiba que no passado pontes de mais de 1600 m feitas de aço e concreto já foram derrubadas por ventos de 65 km/h. Nas primeiras idades, as pontes eram feitas de matérias básicos, troncos de arvores, pranchas de madeira e pedras, com união entre os elementos bem rústicos e simples. Com o passar do tempo e acompanhando a evolução do homem as pontes foram tornando-se mais sofisticadas. A necessidade de vencer rios externos trouxe o desenvolvimento de técnicas arriscadas, como o uso de tubulões pressurizados que eram afundados no leito dos rios e onde operários escavavam ate encontrar a rocha sã para assentar a fundação, esta técnica trouxe inúmeras mortes, já que a rápida despressurização que sofria os operários era muitas vezes letal. . 2. DESENVOLVIMENTO: A Visita Técnica de Acadêmicos da FAMAM – Faculdade Maria Milza ocorreu no dia 04 de fevereiro de 2018, sobre a orientação do professor José Domingos de Souza Neto foi realizado uma visita técnica na cidade de Esplanada divisa com Sergipe, como uma atividade muito importante para os acadêmicos do curso de engenharia civil. Figura 1: Acadêmicos e professores. O objetivo deste relatório e descrever a visita feita de quatro pontes, ponte Itapicuru 1, ponte Itapicuru 2 e ponte Rio serra, sendo uma obra de duplicação de via que no total tem 12 pontes. Inicialmente fomos recepcionados pelo engenheiro civil responsável Rubem Rocha que nos orientou por todo período da visita. Logo em seguida, fomos informados pelo engenheiro civil como funciona cada processo de uma ponte e quais os critérios a serem seguido conforme o projeto. Logo após, foi apresentado o local onde ele faz o pátio de vigas, sempre feito ao lado onde vai ser executados as vigas, para a facilidade do içamento de peças. As pontes estão sendo construídas para o projeto de duplicação da BR-101. Figura 2: Pátio de vigas. Atualmente as obras encontram-se na etapa das fundações, tendo uma ponte que está parada pelo fato de uma sondagem que foi feita constatou que o solo era argiloso e não conter rochas, mas na hora de fazer a fundação, onde ocorreu a quebra do equipamento oito vezes que estava sendo usado para a perfuração do solo para concretagem dos pilares pelo fato de encontra uma rocha. O equipamento utilizado para a perfuração foi o trado no projeto especifica que o pilar tem que ser de 12 metro quando chego no 7 metro que foi encontrada a rocha onde a peça fico presa, a empresa terceirizada responsável está estudando meios de retira a peça, se não encontra meios da retirada a concretagem vai ocorrer mesmo sem a retirada do mesmo. Nessa obra foi utilizado fundações indiretas onde e transmitida a carga da construção ao terreno pela base (resistência de ponta), e por sua superfície lateral (resistência de fuste). Figura 3: Peças quebradas. Figura 4: Ponte Itapicuru 1 e 2. Figura 5: Ponte Itapicuru 2. 3. CONCLUSÃO: Tendo que a visita foi muito produtiva nos proporcionou muitos conhecimentos em termos de aprendizado, novos contatos e tivemos a oportunidade de conhecer o passo a passo de uma ponte, atendeu completamente ao meu objetivo. A obra e bem executada na qual levou os alunos um interesse nessa disciplina onde mostrou um ótimo conhecimento para nossa formação futuros Engenheiros Civil. Percebemos também que os professores têm um grande conhecimento teórico do assunto que nos ajudou muito nessa visita, a cada ponte que visitamos aprendíamos coisas diferentes. Precisamos de mais visitas assim onde tenho a certeza que o rendimento dos alunos será melhor. 4. REFERÊNCIAS: https://www.ifi.unicamp.br/~lunazzi/F530_F590_F690_F809_F895/F809/F8 09_sem1_2008/BrunoFG-Ugarte_RF2.pdf http://uenf.br/cct/leciv/files/2016/02/Alexandre-Magno-Alves-de-Oliveira- e-Rodrigo-Moulin-Ribeiro-Pierrot.pdf http://fatecpr.com.br/RELATORIO%20DE%20VISITA%20TECNICA%20NA %20USINA%20HIDRELETRICA%20DE%20ITAIPU%20-%2019-08-2015.pdf FACULDADE MARIA MILZA BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL TAINARA SANTOS DE SOUZA RELATÓRIO: VISITA AO SENÁCULO DA IURD EM SALVADOR GOVERNADOR MANGABEIRA – BA 2018 TAINARA SANTOS DE SOUZA RELATÓRIO: VISITA AO SENÁCULO DA IURD EM SALVADOR Trabalho apresentado na Faculdade Maria Milza na disciplina de Fundações, ministrado pelo Prof. José Domingos de Souza Neto, como requisito parcial de avaliação do semestre 2018.1. GOVERNADOR MANGABEIRA – BA 2018 1. INTRODUÇÃO: Para temos uma obra que atenda nossas expectativas, além de outros quesitos necessita de uma boa base de fundação. Tendo que ser estudado a origem e formação geológica do terreno, quais fundações que pode ser executada no local desejado, o nível de lençol, entre outros. Ultimamente o crescimento populacional vem crescendo muito ao mesmo tempo a construção civil, onde vem se aprimorando suas técnicas com relação ao conhecimento de fundações, em obras grandes o terreno recebe muito peso que a gente pode imaginar com isso vem as fundações para ajudar ao terreno a suporta o mesmo. As fundações profundas são aquelas em que a carga proveniente da superestrutura e transmitida para a fundação por meio da resistência de ponta e fuste ou por ambas. . 2. DESENVOLVIMENTO: A Visita Técnica de Acadêmicos da FAMAM – Faculdade Maria Milza ocorreu no dia 23 de março de 2018, sobre a orientação do professor José Domingos de Souza Neto foi realizado uma visita técnica na cidade de Salvador, como uma atividade muito importante para os acadêmicos do curso de engenharia civil. Figura 1: Acadêmicos e professores. O objetivo deste relatório e descrever a visita feitado senáculo da IURD de quatro pavimentos, onde foi usada fundações profundas em estacas metálicas da empresa Pilotec Fundações onde o mesmo executa fundações de estacas cravadas tanto pré-moldada quanto metálicas, sendo utilizada três tipos, dois são reutilizados que são os tubos que geralmente de extração de petróleo da Petrobras e o trilho que e reutilizado da malha ferroviária quem vem da malha do Rio doce entre outras. Inicialmente fomos recepcionados pelo engenheiro civil responsável Fernando Vieira Lima que nos orientou por todo período da visita. Logo em seguida, fomos informados pelo engenheiro civil como funciona cada processo de uma fundação profunda de metal seguido conforme o projeto. Logo após, foi apresentado o local onde ele faz as ferragens das sapatas, sempre feito ao lado onde vai ser executados as sapatas, para a facilidade. Figura 2 e 3: Armação das sapatas Atualmente a obra se encontra na etapa das fundações, tendo um total de 160 estacas metálicas a profundidade varia de 16 a 10 metros por estaca, uma estaca tem um tamanho de 11 a 12 metros para que atinja o tamanho esperando e soldada uma estaca na outra como podemos ver na imagem abaixo, a vantagem e que não tem uma profundidade especifica podendo varia o tamanho até onde quiser e só soldando uma na outra. Figura 4: Estacas soldada em tubo. Figura 5: Estacas soldada de trilho. A cravação das estacas metálicas foi observada que o terreno tinha pouca resistência pois só com o peso do martelo à estaca já começava a se locomover sem nenhum golpe, a altura máxima do martelo nesse projeto foi de 2 metros, equipamentos de martelos do tipo queda-livre proporcionam eficiência, relação entre a energia disponível e aquela efetivamente transferida as estacas. Figura 6: Cravação das estacas. As estacas metálicas têm dois tipos de ensaios: 2.1 Ensaio de carga dinâmico E um ensaio que objetiva principalmente determinar a capacidade de ruptura da interação estaca-solo, para carregamentos estáticos axiais. Ele difere das tradicionais provas de carga estáticas pelo fato do carregamento ser aplicado dinamicamente através de golpes de um sistema de percussão adequado, esse ensaio e baseado na teoria de onda, quando a estaca e atendida por golpes e gerada uma onda de tensão onde trafega uma velocidade que depende do material. 2.2 Ensaios de carga estático E um ensaio de campo muito eficiente de verificação de desempenho de uma fundação, com o mesmo e possível conhecer o comportamento da fundação com aplicação de cargas em níveis crescentes ate obter a carga limite ou a completa ruptura do sistema estaca-solo. Através da curva carga-recalque que é analisado o comportamento da fundação. NBR 12131(2006) diz que a prova de carga estática normaliza a execução do ensaio em estacas verticais ou inclinadas, independentemente do processo de execução ou de instalação no terreno, norma também estabelece que este ensaio mostra elementos para avaliar o comportamento carga versus deslocamento e mostra a capacidade de carga das estacas através de aplicação de esforços estáticos crescentes à estaca e registrar o deslocamento correspondente. Figura 7 e 8: Estacas em estado final. 3. CONCLUSÃO: Tendo que a visita foi muito produtiva nos proporcionou muitos conhecimentos em termos de aprendizado, novos contatos e tivemos a oportunidade de conhecer o passo a passo de uma cravação de estacas metálicas, atendeu completamente ao meu objetivo. A obra e bem executada na qual levou os alunos um interesse nessa disciplina onde mostrou um ótimo conhecimento para nossa formação futuros Engenheiros Civil. Percebemos também que os professores têm um grande conhecimento teórico do assunto que nos ajudou muito nessa visita. Precisamos de mais visitas assim onde tenho a certeza que o rendimento dos alunos será melhor. 4. REFERÊNCIAS: https://revista.uniplac.net/ojs/index.php/engcivil/article/download/961/671 http://www.sotef.com.br/servicos/cravacao-estacas-pre-moldadas www.pdi.com.br/ecd-port.htm http://www.repositorio.unb.br/bitstream/10482/15440/1/2013_SilvanaFavaMar chezini.pdf