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CCDD – Centro de Criação e Desenvolvimento Dialógico 
 
1 
 
 
 
 
Secretariado 
Gestão Secretarial: Relações Interpessoais 
 
 
 
 
 
Aula 1 
 
 
Profa. Vanderleia Stece 
 
CCDD – Centro de Criação e Desenvolvimento Dialógico 
 
2 
Conversa Inicial 
Olá aluno, seja bem-vindo! Estamos iniciando a nossa disciplina de 
Gestão Secretarial: Relações Interpessoais! 
Você já parou para refletir sobre como surgiu a profissão de secretário? E 
como se deu a consolidação dessa profissão ao longo do tempo? Será que 
trabalho e o reconhecimento da profissão sempre estiveram alinhados? 
Nesta rota de aprendizagem, vamos conhecer como a profissão surgiu, 
como se desenvolveu ao longo do tempo, a lei que nasceu para regulamentar a 
atividade secretarial seguida de seu código de ética, bem como os órgãos 
representativos que surgiram para fortalecer a classe e a forma de se obter o 
registro profissional. 
É bastante coisa, não? 
Então, vamos à aula! 
Contextualizando 
O profissional de secretariado felizmente evoluiu muito na forma de ser 
visto pelas empresas. No passado, via-se o secretário apenas como um 
profissional que atendia telefonemas, anotava recados, datilografava e ficava 
literalmente aguardando ordens do “chefe” para que suas atividades pudessem 
acontecer. Hoje, novas competências são exigidas e o profissional teve que 
evoluir para atender esse novo perfil. Nesse cenário, graças a regulamentação 
da profissão, mais cursos técnicos e superiores foram criados para capacitar o 
profissional em sua atuação no mercado de trabalho, além dos órgãos 
regulamentadores que atuam cada vez mais para que o profissional de 
Secretariado tenha mais destaque e visibilidade entre as profissões. 
A pergunta deixada na problematização pode ser respondida com um 
pouco de pesquisa. E tenha certeza que há muita informação interessante 
mostrando a evolução que tivemos ao longo do tempo! 
 
 
CCDD – Centro de Criação e Desenvolvimento Dialógico 
 
3 
As leituras a seguir são recomendadas para um melhor aproveitamento 
desta aula: 
 “Secretariado: a profissão que evolui”, faz um panorama da evolução da 
profissão ao longo do tempo, de Juliana Saito: 
http://julianasaito.com.br/secretariado-a-profissao-que-evolui/ 
 “FENASSEC – Federação Nacional das Secretárias e Secretários”, o site 
traz muita informação sobre a profissão, artigos, histórico que auxiliará você 
a perceber o processo da mudança que ocorreu ao longo do tempo: 
http://www.fenassec.com.br/ 
(ver material on-line) 
 
E ainda, assista a uma entrevista com Isabel Cristina – “Tendência e 
Mercado (TV Uninter)” –, presidente do Sindicado dos Secretários de São Paulo, 
que fala sobre a profissão de secretariado no contexto atual: 
https://www.youtube.com/watch?v=C617q6FgxAo 
(ver material on-line) 
Pesquise 
Contexto Histórico do Secretariado 
Analisando todo o contexto da profissão de secretário atualmente, vemos 
nas empresas um profissional com espaço consolidado e com várias atribuições, 
trabalhando de forma alinhada com sua liderança e atuando como cogestor em 
diversos cenários organizacionais. Contudo, para se chegar até aqui, muito 
trabalho precisou ser mostrado e comprovado, e é o que veremos nesta parte da 
nossa aula. 
Primeiramente, é importante compreender de onde surgiu a palavra 
“secretário”. Sua origem vem do latim secretarium, cujo significado é lugar 
retirado, retido, solidão, audiência, que vem da palavra secretum, que significa 
“particular”, “segredo”, “mistério” (NONATO JÚNIOR, 2009, p. 82). A partir 
 
CCDD – Centro de Criação e Desenvolvimento Dialógico 
 
4 
dessas definições, já podemos perceber a relação da palavra com duas 
atribuições que o secretário possui nos dias atuais, que são o sigilo e a discrição. 
A origem da profissão está relacionada a uma figura histórica, bastante 
presente na Grécia Antiga, no Império Romano, na Ásia Menor e no Antigo Egito, 
que é o Escriba (vide figura 1). Os escribas, além de dominarem a taquigrafia1, 
desenvolviam atividades como escrever textos, cuidar de arquivos, realizar a 
guarda de informações sigilosas, contador, entre outras. 
O escriba era o personagem da antiguidade que dominava amplos 
conteúdos intelectuais, principalmente a escrita, o que significava um 
grande privilégio nesta época. Utilizava tais habilidades para 
assessorar a mando dos regentes da política, filosofia ou da guerra. 
Cabia ao escriba exercer funções de secretário, copista, contador, 
geógrafo, arquivista, historiador, linguista e escritor, podendo atuar 
ainda como guerreiro quando acompanhava seu líder em batalhas e 
viagens exploratórias (NONATO JÚNIOR, 2009, p. 81). 
Como se pode perceber, pelas características apresentadas, o escriba 
pode ser considerado o antepassado do profissional de secretariado. Muitas de 
 
1 Taquigrafia ou estenografia é denominação dada a todo método de abreviação ou simbólico de 
escrita, com o intuito de aprimorar a velocidade da escrita comparada ao método padrão. A 
taquigrafia ou estenografia é realizada à mão, usando lápis ou caneta, enquanto a estenotipia 
(outro tipo de taquigrafia) utiliza máquinas destinadas para a produção de taquigramas, ou seja, 
de símbolos que fornecem abreviaturas para as palavras e frases comuns, o que possibilita que 
uma pessoa treinada no sistema escreva de maneira muito veloz, sendo capaz de acompanhar 
as falas de um discurso. A palavra “taquigrafia” se origina do grego taqui, que significa “rápida”, 
mais grafia, que significa “escrita”. Existem diversos métodos e modelos de taquigrafia no mundo 
inteiro. No Brasil, é bastante utilizado no sistema jurídico, por ser um método mais rápido do que 
a escrita comum, podendo acompanhar o discurso de uma pessoa, como dito anteriormente. No 
país, existem diversos cursos profissionalizantes para pessoas interessadas sobre o assunto 
(Portal Educação, 2013b). 
 
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5 
suas atribuições foram mantidas ao longo do tempo, mas muitas foi sendo 
aprimoradas, como veremos adiante. 
Ao traçarmos uma linha do tempo, um marco importantíssimo que começa 
a evidenciar a inserção da mulher no mercado de trabalho são as guerras 
mundiais, principalmente a segunda. Os homens foram para a guerra e a mulher 
precisou sustentar o lar. A partir desse momento, novos postos de trabalho foram 
criados, e as mulheres passaram a assumir funções administrativas. No pós-
guerra, a profissão de telefonista predomina entre as mulheres e, nas décadas 
de 1950 e 1960, tem-se o auge da secretária como um símbolo de status 
gerencial, ou seja, todo grande executivo tinha que ter uma secretária exclusiva. 
Surgindo, então, a expressão de que a secretária é o “cartão de visitas” da 
empresa. 
Na luta pelo reconhecimento da profissão, a secretária também ganhou 
um dia especial, que vale a pena destacar: 
Durante a segunda fase da Revolução Industrial (fase esta iniciada em 
1860), Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sua filha, 
Lilian Sholes, testou tal invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa 
máquina, em público. Lilian Sholes nasceu em 30 de setembro de 1850. Por 
ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas 
de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher 
a melhor datilógrafa. Tais concursos alcançaram sucesso, passando a repetir-se 
anualmente, a cada 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o 
dia passou a ser conhecido como o "Dia das Secretárias" (FENASSEC). 
É fato que muita coisa mudou e foi com muita luta e dedicaçãopor parte 
da classe atuante. A evolução do papel do profissional é exponencialmente 
comparada às primeiras atividades desenvolvidas por ele desde o surgimento da 
profissão. Por meio do histórico da profissão, lei de regulamentação, código 
de ética, por exemplo, podemos comprovar essas conquistas. 
Parte dessa evolução pode ser percebida pela agregação de novas 
atividades desenvolvidas pelo profissional e, sobretudo, pelas áreas que o 
 
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6 
próprio secretário pode circular e atuar dentro de uma mesma organização, que, 
pelo seu perfil multifuncional, pode adequar-se a diversas necessidades 
exigidas pelas lideranças que necessitam do seu trabalho. 
Ao longo dos estudos, vamos perceber que embora tenhamos um perfil 
traçado para o profissional de secretariado atualmente, sempre existe algo para 
aprimorar por conta das próprias demandas e mudanças do cenário 
mercadológico. Por isso que a atualização profissional é sempre constante na 
vida de todo ofício a que nos propomos, contudo, conhecer o contexto histórico 
também é essencial. 
Gostou de conhecer um pouquinho sobre o contexto histórico da profissão 
de secretariado? Para reforçar o que vimos até aqui, seguem mais dois textos 
que complementam nossos estudos. 
 O site da FENASSEC trata o contexto histórico da profissão, da origem 
às suas recentes conquistas: 
http://fenassec.com.br/b_osecretariado_historico.html 
Este artigo, A Evolução da Mulher no Mercado de Trabalho, representa a 
importância dessa profissão para a ascensão da mulher nesse novo cenário: 
http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?idc_cad=xg7w7vuh9 
(ver material on-line) 
 
Para a videoaula deste tema, ver o material on-line. 
Desenvolvimento da Profissão no Brasil 
A profissão de secretário no Brasil ganhou destaque na década de 1950 
com a entrada de empresas multinacionais no país. A partir desse momento da 
história da profissão, percebe-se que, por conta do novo modelo organizacional 
que se instalou, novas atribuições passaram a ser exigidas, por exemplo, a 
fluência no idioma inglês, embora as técnicas secretariais desenvolvidas ainda 
fossem restritas. Pode-se destacar também nesse período que a criação de 
 
CCDD – Centro de Criação e Desenvolvimento Dialógico 
 
7 
uma lei regulamentando a profissão, bem como de um código de ética para 
a profissão foram necessários para alavancar o ofício no Brasil. 
Diante desse contexto, passou-se a perceber a necessidade da 
profissionalização. Surgiu a preocupação quanto à capacitação desse 
profissional em termos de conhecimentos técnicos. E assim, foram surgindo os 
cursos superiores em Secretariado. 
1. O primeiro curso superior de secretariado do Brasil foi criado pela 
Universidade Federal da Bahia em 1969. Porém, o curso só foi 
reconhecido em 1998, através do parecer 331/98 – DOU 28/08/98. 
2. Já o segundo curso superior em Secretariado foi criado pela 
Universidade Federal de Pernambuco em 1970, sendo reconhecido em 
1978 por meio do Decreto 82.166, publicado no Diário Oficial da União 
do dia 25/8/78. (FENASSEC). 
Desde então, com destaque para a década de 1990, muitos cursos 
superiores e técnicos em secretariado foram surgindo. Cenários organizacionais 
foram se modificando e, consequentemente, novas competências passaram a 
ser exigidas do secretariado. Houve muito esforço e muita dedicação para que 
se pudesse obter o reconhecimento profissional, e é o que todo secretário espera 
pelo bom desempenho de suas funções até hoje. 
No ano 2000, o secretário de fato, por meio de seu perfil consolidado e 
conhecendo a empresa como um todo, passou a participar mais ativamente dos 
resultados empresariais, devido ao conjunto de conhecimento, competências e 
habilidades que veio adquirindo ao longo do tempo para exercer a profissão de 
secretariado com excelência. 
Não é à toa que em abril de 2001, o Jornal The Guardian publicou uma 
matéria sobre o secretariado dizendo que as melhores secretárias do mundo são 
as brasileiras. 
Além disso, de acordo com os dados da Relação Anual de Informações 
Sociais (Rais) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em todas 
 
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8 
as regiões do Brasil, o número de profissionais em secretariado executivo 
contratados formalmente no período de 2003 – 2010 teve a seguinte evolução 
conforme tabela a seguir: 
 
 
De acordo com a tabela, pode-se perceber um aumento significativo das 
contratações formais referentes aos profissionais de secretariado, uma vez que 
a região que mais contratou foi a sudeste, seguida das regiões nordeste, sul, 
centro-oeste e norte. 
Os salários também têm procurado equiparar-se à função que o secretário 
vem desenvolvendo nas empresas. Segundo a FENASSEC, analisando duas 
regiões, temos: 
Estado de São Paulo Estado da Bahia 
Secretária Português R$ 1500,00 
Secretária Bilíngue R$ 2500,00 
Secretária Trilíngue R$ 3500,00 
Técnico R$ 800 a R$1.400,00 e 
Secretário Executivo R$ 1.400,00 a 
R$ 5.200,00. 
 
Percebe-se que de uma região para outra os salários oscilam bastante, 
mas ainda há empresas que pagam acima do teto estabelecido de acordo com 
o tempo de carreira do profissional e do posto assumido nas organizações, por 
exemplo, chegando a salários superiores aos de executivos de muitas 
organizações. 
 
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9 
O bom de tudo isso é que a maioria das empresas brasileiras demandam 
de profissionais com formação na área secretarial, seja na esfera pública ou 
privada, pois a assessoria e apoio prestados pelo secretário devido ao domínio 
das técnicas secretariais, habilidades como negociação e atendimento, 
organização de documentos, viagens, entre outras atribuições que veremos 
adiante, tornaram-se indispensáveis para qualquer organização. 
O artigo a seguir, “O perfil do profissional de secretariado de nível superior 
demandado no mercado brasileiro”, analisa o mercado de trabalho desse 
profissional conforme o perfil exigido no mercado nacional. Faça você uma 
avaliação e boa leitura! 
http://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos12/50316683.pdf 
Aproveite e leia também o artigo “Novo Conceito do Profissional 
Secretário no Contexto Empresarial”, disponível no link a seguir: 
http://www.fenassec.com.br/pdf/xiii_consec_palestras_Sintese_Ana_Mari
a_Netto_Silva.pdf 
(ver material on-line) 
 
Para a videoaula deste tema, ver o material on-line. 
Legislação 
A profissão de secretariado, mesmo com muitas lutas da categoria 
sindical e dos profissionais dedicados à classe, só foi regulamentada na década 
de 1980. 
Por meio da Lei 7.377, de 30 de setembro de 1985, complementada pela 
Lei 9.261, de 10 de janeiro de 1996, tivemos a profissão regulamentada e, assim, 
garantimos o reconhecimento do secretariado pela sociedade e pelas 
instituições como profissão. 
 
 
CCDD – Centro de Criação e Desenvolvimento Dialógico 
 
10 
A seguir, apresentamos a Lei para pontuarmos comentários: 
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional 
decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1º. O exercício da profissão de Secretário é regulado pela presente Lei. 
Art. 2º. Para os efeitos desta lei, é considerado: 
I – Secretário-Executivo: (Redação dada pela Lei nº 9.261, de 10.1.1996) 
a) o profissional diplomado no Brasil por Curso Superior de Secretariado, 
legalmente reconhecido, ou diplomado no exterior por Curso Superior de 
Secretariado, cujo diploma seja revalidado na forma da lei; (Incluído pela Lei nº 
9.261, de 10.1.1996) 
b) portador dequalquer diploma de nível superior que, na data de início da 
vigência desta lei, houver comprovado, através de declarações de 
empregadores, o exercício efetivo, durante pelo menos trinta e seis meses, das 
atribuições mencionadas no art. 4º desta lei; (Incluído pela Lei nº 9.261, de 
10.1.1996) 
II – Técnico em Secretariado: (Redação dada pela Lei nº 9.261, de 
10.1.1996) 
a) o profissional portador de certificado de conclusão de Curso de 
Secretariado, em nível de 2º grau; (Incluído pela Lei nº 9.261, de 10.1.1996) 
b) o portador de certificado de conclusão do 2º grau que, na data da vigência 
desta lei, houver comprovado, através de declarações de empregadores, o 
exercício efetivo, durante pelo menos trinta e seis meses, das atribuições 
mencionadas no art. 5º desta lei. (Incluído pela Lei nº 9.261, de 10.1.1996) 
Art. 3º. É assegurado o direito ao exercício da profissão aos que, embora 
não habilitados nos termos do artigo anterior, contêm pelo menos cinco anos 
ininterruptos ou dez anos intercalados de exercício de atividades próprias de 
 
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11 
secretaria, na data da vigência desta lei. (Redação dada pela Lei nº 9.261, de 
10.1.1996) 
Art. 4º. São atribuições do Secretário Executivo: 
I – planejamento, organização e direção de serviços de secretaria; 
II – assistência e assessoramento direto a executivos; 
III – coleta de informações para a consecução de objetivos e metas de 
empresas; 
IV – redação de textos profissionais especializados, inclusive em idioma 
estrangeiro; 
V – interpretação e sintetização de textos e documentos; 
VI – taquigrafia de ditados, discursos, conferências, palestras de 
explanações, inclusive em idioma estrangeiro; 
VII – versão e tradução em idioma estrangeiro, para atender às 
necessidades de comunicação da empresa; 
VIII – registro e distribuição de expedientes e outras tarefas correlatas; 
IX – orientação da avaliação e seleção da correspondência para fins de 
encaminhamento à chefia; 
X – conhecimentos protocolares. 
Art. 5º. São atribuições do Técnico em Secretariado: 
I – organização e manutenção dos arquivos de secretaria; 
II – classificação, registro e distribuição da correspondência; 
III – redação e datilografia de correspondência ou documentos de rotina, 
inclusive em idioma estrangeiro; 
IV – execução de serviços típicos de escritório, tais como recepção, registro 
de compromissos, informações e atendimento telefônico. 
 
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12 
Art. 6º. O exercício da profissão de Secretário requer prévio registro na 
Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho e far-se-á mediante a 
apresentação de documento comprobatório de conclusão dos cursos previstos 
nos incisos I e II do Art. 2º desta lei e da Carteira de Trabalho e Previdência 
Social – CTPS. 
Parágrafo único. No caso dos profissionais incluídos no art. 3º, a prova da 
atuação será feita por meio de anotações na Carteira de Trabalho e Previdência 
Social e através de declarações das empresas nas quais os profissionais tenham 
desenvolvido suas respectivas atividades, discriminando as atribuições a serem 
confrontadas com os elencos especificados nos artigos 4º e 5º. (Redação dada 
pela Lei nº 9.261, de 10.1.1996) 
Art. 7º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Art. 8º. Revogam-se as disposições em contrário. 
Fonte: Brasil, 1985, 1996. 
Conforme podemos verificar na lei de regulamentação, o profissional de 
secretariado passou a ser considerado aquele formado em curso técnico ou 
superior, respeitando aqueles que até a publicação da lei apresentaram 
documentos comprovando experiência (artigo 3º). 
Além disso, por conta da lei, ficou assegurado aos profissionais o registro 
profissional junto aos órgãos competentes, sendo responsável pela emissão 
desse registro a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). E 
veremos, posteriormente, qual o procedimento para obtenção do registro 
profissional quando se tem o curso de nível técnico ou superior concluído. 
 Por meio da lei, também podemos verificar quais são as principais 
atribuições dos profissionais de secretariado, comparando-as com aquelas 
exigidas lá no seu local de trabalho. 
 
 
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13 
A seguir, veja no portal uma nota sobre o reconhecimento do Tecnólogo 
em Secretariado pelo Ministério do Trabalho. 
http://www.portaldosecretariado.com.br/?page=Noticia.php?cd_noticia=4 
(ver o material on-line) 
Para compreender a essência da profissão de secretariado, é 
recomentado a leitura da seguinte obra: NONATO JÚNIOR, R. Epistemologia e 
Teoria do Conhecimento em Secretariado Executivo: a fundação das 
ciências da assessoria. Fortaleza: Expressão Gráfica, 2009. 
 
Você quer saber como faz para obter o registro profissional? Seguem 
algumas orientações. 
Você pode obter um registro provisório, com o certificado de conclusão do 
curso de Técnico em Secretariado ou Superior em Secretariado (tecnólogo ou 
bacharel). Após um ano de formado, você consegue tirar o registro definitivo, 
com o diploma do curso Técnico ou Superior em Secretariado, ou ainda por tempo 
de serviço (36 meses até a data da Lei 7.377, de 30/09/85). O registro é obtido 
diretamente na SRTE – Superintendência Regional do Trabalho (órgão do 
Ministério do Trabalho) e em algumas Gerências Regionais. Não há custo. 
Procedimento 
1. Solicitar o registro profissional pelo site do MTE – Ministério do Trabalho 
e Emprego. 
(http://sirpweb.mte.gov.br/sirpweb/pages/solicitacoes/solicitarRegistro.se
am). 
Você também pode ir direto ao SRTE para fazer o agendamento. E fique 
atento à lista de documentos que aparece nesse site. Veja, a seguir, a 
relação de documentos necessários. 
 
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14 
 
Relação dos documentos (toda cópia deve estar acompanhada 
dos respectivos originais) 
- Cópia simples da Cédula de Identidade, CPF e PIS. 
- Cópia simples da CTPS - página da foto e da qualificação civil. 
- Cópia do Diploma do curso técnico ou superior em Secretariado (se não 
tiver diploma, a SRTE emitirá registro provisório com validade de um ano. Nesse 
caso, leve o certificado de conclusão com data da colação de grau e histórico 
escolar). 
- Número do GDAI - Gestão Dinâmica de Administração Escolar (apenas 
para o registro como Técnico em Secretariado - este número é obtido na 
Secretaria da Escola do nível técnico). 
- Comprovante de residência. 
(Fonte: SINSESP) 
 
2. Fazer o agendamento pelo site do MTE. Em algumas Gerências Regionais 
não é preciso fazer o agendamento. Verifique o endereço mais próximo. 
Para ter acesso aos postos, acesse o link a seguir: 
http://www.mtps.gov.br/postos/ (ver o material on-line). 
O envio dos documentos ao SRTE, no dia agendado e para obtenção do 
registro, pode ser feito por um portador, desde que o mesmo leve a procuração 
com firma reconhecida. 
Para a videoaula deste tema, ver o material on-line. 
 
 
 
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15 
Código de Ética 
O Código de Ética do Profissional de Secretariado foi mais uma 
conquista obtida para a profissão, assim como a lei de regulamentação. Esse 
documento foi publicado no Diário Oficial, em 7 de julho de 1989, instituindo 
direitos e deveres desses profissionais, bem como valores e princípios para a 
atuação profissional. Vamos conhecer? 
Código de Ética 
Publicado no Diário Oficial da União de 7 de julho de 1989. 
Capítulo I Dos Princípios Fundamentais 
Art. 1º. Considera-seSecretário ou Secretária, com direito ao exercício da 
profissão, a pessoa legalmente credenciada nos termos da lei em vigor. 
Art. 2º. O presente Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar 
normas de procedimentos dos Profissionais quando no exercício de sua 
profissão, regulando-lhes as relações com a própria categoria, com os poderes 
públicos e com a sociedade. 
Art. 3º. Cabe ao profissional zelar pelo prestígio e responsabilidade de sua 
profissão, tratando-a sempre como um dos bens mais nobres, contribuindo, 
através do exemplo de seus atos, para elevar a categoria, obedecendo aos 
preceitos morais e legais. 
Capítulo II Dos Direitos 
Art. 4º. Constituem-se direitos dos Secretários e Secretárias: a) garantir e 
defender as atribuições estabelecidas na Lei de Regulamentação; b) participar 
de entidades representativas da categoria; c) participar de atividades públicas ou 
não, que visem defender os direitos da categoria; d) defender a integridade moral 
e social da profissão, denunciando às entidades da categoria qualquer tipo de 
alusão desmoralizadora; e) receber remuneração equiparada à dos profissionais 
de seu nível de escolaridade; f) ter acesso a cursos de treinamento e a outros 
Eventos/Cursos cuja finalidade seja o aprimoramento profissional; g) jornada de 
trabalho compatível com a legislação trabalhista em vigor. 
 
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16 
Capítulo III Dos Deveres Fundamentais 
Art. 5º. Constituem-se deveres fundamentais das Secretárias e 
Secretários: a) considerar a profissão como um fim para a realização profissional; 
b) direcionar seu comportamento profissional, sempre a bem da verdade, da 
moral e da ética; c) respeitar sua profissão e exercer suas atividades, sempre 
procurando aperfeiçoamento; d) operacionalizar e canalizar adequadamente o 
processo de comunicação com o público; e) ser positivo em seus 
pronunciamentos e tomadas de decisões, sabendo colocar e expressar suas 
atividades; f) procurar informar-se de todos os assuntos a respeito de sua 
profissão e dos avanços tecnológicos, que poderão facilitar o desempenho de 
suas atividades; g) lutar pelo progresso da profissão; h) combater o exercício 
ilegal da profissão; i) colaborar com as instituições que ministram cursos 
específicos, oferecendo-lhes subsídios e orientações. 
Capítulo IV Do Sigilo Profissional 
Art. 6º. A Secretária e o Secretário, no exercício de sua profissão, devem 
guardar absoluto sigilo sobre assuntos e documentos que lhe são confiados. 
Art. 7º. É vedado ao Profissional assinar documentos que possam resultar 
no comprometimento da dignidade profissional da categoria. 
Capítulo V Das Relações entre Profissionais Secretários 
Art. 8º. Compete às Secretárias e Secretários: a) manter entre si a 
solidariedade e o intercâmbio, como forma de fortalecimento da categoria; b) 
estabelecer e manter um clima profissional cortês no ambiente de trabalho, não 
alimentando discórdia e desentendimento profissionais; c) respeitar a 
capacidade e as limitações individuais, sem preconceito de cor, religião, cunho 
político ou posição social; d) estabelecer um clima de respeito à hierarquia com 
liderança e competência. 
Art. 9º. É vedado aos profissionais: a) usar de amizades, posição e 
influências obtidas no exercício de sua função, para conseguir qualquer tipo de 
favoritismo pessoal ou facilidades, em detrimento de outros profissionais; b) 
prejudicar deliberadamente a reputação profissional de outro secretário; c) ser, 
 
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em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro, contravenção 
penal ou infração a este Código de Ética. 
Capítulo VI Das Relações com a Empresa 
Art. 10. Compete ao Profissional, no pleno exercício de suas atividades: 
a) identificar-se com a filosofia empresarial, sendo um agente facilitador e 
colaborador na implantação de mudanças administrativas e políticas; b) agir 
como elemento facilitador das relações interpessoais na sua área de atuação; c) 
atuar como figura-chave no fluxo de informações, desenvolvendo e mantendo de 
forma dinâmica e contínua os sistemas de comunicação. 
Art. 11. É vedado aos Profissionais: a) utilizar-se da proximidade com o 
superior imediato para obter favores pessoais ou estabelecer uma rotina de 
trabalho diferenciada em relação aos demais; b) prejudicar deliberadamente 
outros profissionais, no ambiente de trabalho. 
Capítulo VII Das Relações com as Entidades da Categoria 
Art. 12. A Secretária e o Secretário devem participar ativamente de suas 
entidades representativas, colaborando e apoiando os movimentos que tenham 
por finalidade defender os direitos profissionais. 
Art. 13. Acatar as resoluções aprovadas pelas entidades de classe. 
Art. 14. Quando no desempenho de qualquer cargo diretivo, em entidades 
da categoria, não se utilizar dessa posição em proveito próprio. 
Art. 15. Participar dos movimentos sociais e/ou estudos que se relacionem 
com o seu campo de atividade profissional. 
Art. 16. As Secretárias e Secretários deverão cumprir suas obrigações, 
tais como mensalidades e taxas, legalmente estabelecidas, junto às entidades 
de classes a que pertencem. 
Capítulo VIII Da Obediência, Aplicação e Vigência do Código de Ética 
Art. 17. Cumprir e fazer cumprir este Código é dever de todo Secretário. 
Art. 18. Cabe aos Secretários docentes informar, esclarecer e orientar os 
estudantes quanto aos princípios e normas contidas neste Código. 
 
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Art. 19. As infrações deste Código de Ética Profissional acarretarão 
penalidades, desde a advertência à cassação do Registro Profissional na forma 
dos dispositivos legais e/ou regimentais, através da Federação Nacional das 
Secretárias e Secretários. 
Art. 20. Constituem infrações: a) transgredir preceitos deste Código; b) 
exercer a profissão sem que esteja devidamente habilitado nos termos da 
legislação específica; c) utilizar o nome da Categoria Profissional das Secretárias 
e/ou Secretários para quaisquer fins, sem o endosso dos Sindicatos de Classe, 
em nível Estadual e da Federação Nacional nas localidades inorganizadas em 
Sindicatos e/ou em nível Nacional. 
Fonte: Fenassec 
A partir do código de ética, é possível identificar quais são os princípios e 
deveres que o profissional de secretariado deve seguir, bem como o seu papel 
perante a sociedade. 
É importante ressaltar que o código de ética também está à disposição 
para auxiliar o profissional na tomada de decisões que envolvam questões éticas 
ligadas à conduta profissional no ambiente de trabalho e que também serão 
abordadas em outra temática. 
Ter uma conduta adequada no trabalho reflete na transparência e no 
compromisso que o profissional tem para com a empresa que representa, bem 
como na representatividade da sua classe profissional. 
Amplie sua percepção da ética no âmbito corporativo, assistindo ao vídeo 
a seguir “A Ética Empresarial”. Não deixe de ver! 
https://www.youtube.com/watch?v=1d4OP1TI76c 
(ver o material on-line) 
 
Para a videoaula deste tema, ver o material on-line. 
 
 
 
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Órgãos Representativos 
Você sabia que na sua região existe um Sindicato dos profissionais 
de Secretariado cuidando para que os seus direitos sejam respeitados? 
Pois é! E para saber mais sobre cada um deles acesse o link disponível a 
seguir: http://fenassec.com.br/ (ver no material on-line). 
E falando em Fenasse, trata-se do órgão máximo representativo da área 
secretarial. Observe: 
A Fenassec foi criada em 31 de agosto de 1988em Curitiba, Paraná. 
É uma entidade sindical de segundo grau, de direito privado, sem fins 
lucrativos, representativa da categoria secretarial em todo o território 
nacional. Legalmente reconhecida pelo Ministério do Trabalho em 07 
de março de 1990. É constituída para fins de estudo, coordenação, 
proteção, defesa e orientação geral e legal da categoria profissional 
diferenciada das secretárias e secretários. Integra o 2º Grupo dos 
Trabalhadores Autônomos do Comércio a que se refere o Artigo 577, 
da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, em conformidade com a 
Portaria 3.103/87 do Ministério do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei 
nº 5.452/43. É composta de vinte e quatro sindicatos, trabalhando em 
conjunto dentro de uma mesma linha de ação e com os mesmos 
objetivos, tendo como princípio básico a liberdade e a autonomia, 
preservando a unicidade sindical, a solidariedade profissional e social 
e é regida por Estatuto. É filiada à Confederação Nacional dos 
Trabalhadores no Comércio – CNTC e à União Geral dos 
Trabalhadores – UGT. (Fenassec) 
 
A Fenassec, assim como os sindicatos locais, está trabalhando em prol 
da criação do Conselho de Classe, o que trará muito mais autonomia à categoria 
secretarial. 
Entre tantos momentos históricos importantes no que tange os órgãos 
representativos, vale destacarmos aqui a Associação Brasileira de Pesquisa em 
Secretariado – ABPSEC, criada em 2013. Essa Associação “tem por finalidade 
o desenvolvimento da pesquisa científica na área de secretariado, dentro dos 
princípios da participação democrática, da liberdade e da justiça social” (MAIA; 
OLIVEIRA apud MARTINS; GENGHINI, 2013). 
 
 
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Em seu estatuto, estão definidos os seguintes objetivos: 
Art. 3º – A ABPSEC tem por objetivos: 
I – Promover o desenvolvimento do ensino de pós-graduação e da 
pesquisa em Secretariado, contribuindo para sua consolidação e 
aperfeiçoamento, bem como estimular experiências novas na área; 
II – Promover o intercâmbio e a cooperação entre cursos de graduação, 
programas de pós-graduação, professores, estudantes e demais pesquisadores 
da área; 
III – Difundir a produção de trabalhos científicos e acadêmicos na área 
secretarial; 
IV – Estimular as atividades de pós-graduação e pesquisa em 
Secretariado para responder às necessidades concretas das instituições de 
ensino superior, do mercado de trabalho, bem como das comunidades locais e 
regionais, valorizando a cultura nacional e as culturas locais; 
V – Identificar temas prioritários de pesquisa em Secretariado no país, 
promovendo o seu desenvolvimento; 
VI – Agir junto às agências de coordenação e de financiamento da pós-
graduação e da pesquisa no país, procurando garantir a participação 
democrática das bases nas decisões; 
VII – Contribuir para o aperfeiçoamento profissional e a melhoria das 
condições de trabalho dos profissionais de Secretariado, particularmente no 
nível acadêmico e científico; 
VIII – Zelar pelos interesses profissionais dos seus associados; 
IX – Promover o intercâmbio e a cooperação com associações e entidades 
congêneres. (MAIA; OLIVEIRA apud MARTINS; GENGHINI, 2013). 
Segundo Maia e Oliveira (2015), a proposta para a fundação de uma 
associação de pesquisa que viesse lutar para que o Secretariado fosse 
reconhecido como área de conhecimento científico surgiu no I Encontro Nacional 
Acadêmico de Secretariado – Enasec, realizado na Universidade Estadual do 
Oeste do Paraná em novembro de 2010, na cidade de Toledo/PR. 
Como se pode perceber, a classe secretarial vem respaldando-se com o 
apoio de vários órgãos representativos com o intuito de promover ainda mais o 
profissional de secretariado e consolidar-se como fonte de pesquisa científica. 
Por isso, é muito importante que você esteja inteirado sobre o que essas 
entidades estão realizando e, ao término do curso, faça também o registro da 
nossa profissão. 
 
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 Associação Brasileira de Pesquisa em Secretariado: 
http://www.sinsesp.com.br/o-sinsesp/educacao/714-sociedade-brasileira-de-
secretariado 
 Regulamentos do profissional de secretariado: 
http://www.sisergs.com.br/leis/Regulamentos%20do%20Profissional%20de%
20Secretariado.pdf 
(ver o material on-line) 
 
Para a videoaula deste tema, ver o material on-line. 
Trocando ideias 
Agora, que tal trocar algumas ideias com os seus amigos? 
Você já conhecia todo esse histórico da profissão de secretariado? 
Conhecia sobre a Lei de regulamentação da profissão e código de ética? 
Conhecia sobre os órgãos regulamentadores e como obter o registro 
profissional? 
Comente aquilo que mais lhe chamou a atenção. 
Participe no fórum! 
Na Prática 
E aí, será que você já está por dentro do dia a dia do secretário? Veja, no 
vídeo a seguir, como é a rotina desse profissional e continue se dedicando aos 
seus estudos! 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ml3158Gl1Lw 
(ver o material on-line) 
 
Síntese 
Estamos no final de nossa primeira aula. Vamos lembrar o que 
estudamos? Neste material, vimos um breve histórico do secretariado, incluindo 
a ascensão do profissional. Conhecemos o desenvolvimento da profissão de 
 
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secretariado no Brasil, a Lei que a regulamentou e estudamos seu código de 
ética. 
Além disso, também estudamos alguns órgãos representativos que 
contribuíram para o crescimento e avanço da profissão de secretariado, assim 
como o passo a passo para se obter um registro profissional. 
Para as considerações finais da professora Vanderleia, assista ao vídeo 
que está disponível no material on-line. 
Referências 
BRASIL. Lei n. 7.377, de 30 de setembro de 1985. Diário Oficial da União, 
Poder Legislativo, Brasília, DF, 1 out. 1985. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7377.htm>. Acesso em: 21 set. 
2015. 
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Estatísticas. Programa de 
Disseminação de Estatísticas do Trabalho. Bases estatísticas Rais/Caged. 
Disponível em: <http://sgt.caged.gov.br/index.asp>. Acesso em: 23 out. 2015. 
FENASSEC – Federação Nacional das Secretárias e 
Secretários. Apresentação. Disponível em: 
<http://www.fenassec.com.br/a_fenassec_apresentacao.html>. Acesso em: 21 
set. 2015. 
________. Código de ética: código de ética do profissional de secretariado. 
Disponível em: 
<http://www.fenassec.com.br/b_osecretariado_codigo_etica.html>. Acesso 
em: 21 set. 2015. 
MAIA, F; OLIVEIRA, V. S. Secretariado em pauta: técnicas de assessoria e 
métodos de organização. Curitiba: Editora Intersaberes, 2015. 
 
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NONATO JÚNIOR, R. Epistemologia e teoria do conhecimento em 
secretariado executivo: a fundação das ciências da assessoria. Fortaleza: 
Expressão Gráfica, 2009. 
SINSESP – Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo. Obter SRTE. 
Disponível em <http://www.sinsesp.com.br/secretariasos/obter-srte>. Acesso 
em 21 set. 2015.