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Amanda Melo Sant’Anna Araújo Restringir, a atividade física do animal, na tentativa de se realizar a avaliação do paciente e/ou a execução de outros procedimentos (curativos, administração de medicamentos) Finalidade Facilitar o exame físico, Evitar fugas e pioras de lesões Além de garantir a segurança do examinador e do paciente. Objetivos Evitar movimentos bruscos e precipitados. Seja tranquilo, firme e confiante! Ganhar a confiança do paciente: converse, chame o animal pelo nome, acaricie-o, brinque, ofereça guloseimas e/ou alimentos apetitosos, caso os tenha. Iniciar com a contenção padrão mais simples para a espécie (em cães, por exemplo, usar mordaça; em equinos, cabresto) e, quando necessário, evoluir para métodos mais enérgicos e radicais (focinheiras, cachimbos, formigas, troncos de contenção). Recomendações Proprietário – veterinário Animais dóceis x dor Evitar movimentos bruscos Socialização no momento da aproximação Abordagem inadequada ( tétano, dispnéia acentuada por estenose das vias aéreas, insuficiência cardíaca) Momento de tensão Antes de qualquer exame o examinador deve se informar sobre o temperamento do animal, para a escolha do melhor método de contenção Ajuda do proprietário deve ser solicitada Cães Contenção manual Focinheira Colocação d e focinheira Imobilização em decúbito Cambão Gatos Gatos Requer cuidado e habilidade: AGARRAR COM UNHAS E DENTES Mais difícil de manipular que cão: mais ágil e mudam rapidamente de humor Possui características territorialistas – mais sujeitos a estresse pela mudança de ambiente Devem ser mantidos nas caixa de transporte, e retirados somente no momento da avaliação Interação paciente- veterinário Primeiro passo: FECHAR TODAS as janelas e portas Como proceder Devemos tentar fazer o exame com o mínimo de imobilização “botinhas” de esparadrapo Apara das unhas se necessário Se estiver em caixa de papelão ou madeira, sacolas de pano deve ser retirado por seu condutor Devem ser examinado preferencialmente em mesas Contenção manual Mordaça Mascara Sacola Toalha Gaiola Cada cavalo é um caso; Diversos métodos – ver qual se encaixa melhor ao animal e ao procedimento Instinto natural: FUGA Maternidade: instinto muito forte tb Equinos Observação antes da abordagem Observar o posicionamento de orelhas – sinal de resistência Aproximação sempre pela esquerda Ângulos cegos Utilizar somente a contenção necessária Não descuidar da segurança... NUNCA Responsabilidade legal e ética da segurança do cavalo e das pessoas no entorno é da pessoa que conduz a atividade Antes de qualquer contenção é necessário pegar o cavalo... CABRESTO Após a aproximação, abordagem manual, afagar o animal (quando permitido) E lentamente passar o braço ao redor do pescoço, posteriormente colocar o cabresto Em piquetes grandes e animais arredios, devemos tentar reduzir o espaço e lançarmos uma corda Falsa impressão de captura Em locais pequenos: mais fácil Mais perigoso A porta nunca deve estar totalmente fechada e a abertura sempre para fora Bucal/focinheira Cavalo mordedor e pós-cirúrgico Cachimbo Peia Derrubamento Método antigo Método nacional Contenção potro Tronco Bovinos Peia Derrubamento Método Burley • Evita traumatismos em úbere e genitália • 12 m de corda Método italiano • Semelhante ao Burley • Cruza no peito • Risco de enforcamento Método Rueff Método Almeida Uma laçada no tronco Uma volta nos membros pélvicos Método Jong Mais utilizado em novilhas Silvestres Gancho para captura de serpentes Tubos de PVC