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EMBRIOLOGIA - estudo do desenvolvimento embrionário - embrião: refere-se ao animal durante os estágios iniciais do seu desenvolvimento - período embrionário: duração até o final da 8º semana - surgimento do embrião: fusão dos gametas masculino e feminino - feto: refere-se ao animal após o período embrionário, e seu inicio é marcado pelo estagio que se identifica a espécie. - período fetal: termina quando o feto esta totalmente fora da mãe. -concepto: embrião + membranas associadas. GAMETOGÊNESE - inicio do desenvolvimento (espermatogênese e ovulogênese) - processo de formação dos gametas. - gametas = células germinativas (são células sexuais altamente especializadas; contém metade do numero de cromossomos, variando de acordo com a espécie; o número de cromossomos é reduzido durante a meiose, preparando os gametas para a fecundação). - o processo compreende as seguintes etapas: !º etapa: período de multiplicação: gônias (espermatogônias ou oogônias) multiplicam-se intensamente por divisão mitótica. 2º etapa: período de crescimento: as células resultantes do período de crescimento são chamadas de cito primário (espermatócito primário e ovócito primário). 3º etapa: fase de maturação: corresponde a meiose. Cito primário dará origem ao cito secundário que dará origem as “tides”. ESPERMATOGÊNESE - processo de formação do gameta masculino, os espermatozoides. - espermatogônias transformam-se em espermatozoides. - as espermatogônias, começam a aumentar o numero na puberdade nos testículos (gônada masculina) e depois que se transformam em sptz migram para o epidídimo. - espermatogônias crescem e sofrem mudanças graduais que as transformam em espermatócitos primários. - uma célula mãe origina quatro células filhas. - todo o processo leva cerca de dois meses - os espermatozoides ficam armazenados e tornam-se funcionalmente maduros no epidídimo. ESPERMIOGÊNESE - processo de diferenciação das espermátides em espermatozoides. - etapas (ocorrem simultaneamente): 1º etapa: perda do citoplasma 2º etapa: condensação do núcleo: se compacta para proteger o material genético. 3º etapa: transformação do aparelho de golgi em capuz acrossômico (acrossomo) enzimas que digerem/rompem as camadas celulares do óvulo. 4º etapa: proteínas de microtúbulos se organizam para formar o flagelo (cauda do sptz). 5º etapa: as mitocôndrias se organizam como colar na peça intermediária do sptz – gerar energia para a motilidade. - o processo de espermatogênese leva cerca de 2 meses. - os sptz ficam armazenados e tornam-se funcionalmente maduros no epidídimo. ESPERMATOZÓIDE - cabeça: núcleo haploide; Acrossomo (capuz) – organela contendo mais de dez enzimas diferentes. - cauda: peça intermediária – peça principal - peça final; motilidade do espermatozoide; peça intermediaria – muitas mitocôndrias. OVOGÊNESE - processo de formação dos gametas femininos, os óvulos. - ovogônias transformam-se em óvulos maduros. - fase de multiplicação e crescimento ocorre na vida fetal. - os ovócitos primários começam a primeira divisão meiótica antes do nascimento, mas o termino da prófase 1 só ocorre depois da puberdade. - inibidor da maturação do ovócito (IMO): inibem o desenvolvimento do ovócito primário que fica bloqueado ate a chegada da puberdade (hormônios sexuais desbloqueiam o IMO). É secretado pelas células foliculares. - nenhum ovócito primário se forma depois do nascimento, ao contrario da produção continua de espermatócitos primários. - há cerca de dois milhões de ovócitos primários no ovário de uma recém-nascida. - puberdade – 40 mil sendo que apenas 400 se tornam ovócitos secundários. - a célula mãe da origem a uma célula filha. FECUNDAÇÃO - união do espermatozóide com o óvulo. - ocorre nas tubas uterinas que transportam o ovócito desde os ovários, e os espermatozóides desde o útero, te o sítio de fertilização. Também conduz o zigoto para a cavidade uterina. - tuba uterina: infundíbulo + ampola + istimo. - transporte do ovócito: durante o período de ovulação, a extremidade da tuba uterina com fimbrias adere o ovário; fimbrias movem-se e “varrem” o ovócito para o infundíbulo; ondas peristálticas levam o ovócito para a ampola. - transporte do espermatozoide: 200 a 600 milhões de espermatozoides são depositados no colo uterino; atravessam o canal cervical utilizando movimento de suas caudas; enzimas vesiculase provoca coagulação de uma parte do sêmen evitando refluxo; prostaglandina do sêmen estimula a motilidade uterina auxiliando o movimento dos espermatozoides até chegar no sitio de fertilização; somente 200 espermatozoides alcançam o sitio de fertilização. A maioria degenera e é reabsorvido pelo trato genital feminino. - local da fertilização: ampola da tuba uterina. MATURAÇÃO DOS ESPERMATOZOIDES - espermatozoides recém-ejaculados não são capazes de fecundar ovócitos. - capacitação: período de condicionamento – 7 horas. - perda da capa de glicoproteínas e proteínas da superfície do acrossomo (o liquido uterino digere essa capa). - ficam capacitados no útero ou nas tubas por substâncias contidas no trato genital feminino. - reação acrossômica: ao entrar no contato com o ovulo o espermatozoide atravessa 2 camadas : corona radiata e zona pelúcida, então ocorrem mudanças que resultam no surgimento de perfurações do acrossomo. - ocorrem fusões da membrana plasmática do espermatozoide com a membrana acrossômica externa. Essas alterações estão associadas com a liberação de enzimas: Hialuronidase (destrói a corona radiata), acrossina e neuraminidase (destroem a zona pelúcida). - assim, o espermatozoide consegue ficar mais próximo do óvulo, facilitando a fertilização. FASES DA FERTILIZAÇÃO 1º fase: passagem do espermatozoide através da corona radiata (Hialuronidase + movimento de cauda) 2º fase: penetração do espermatozoide na zona pelúcida (acrossina e neuraminidase) 3º fase: fusão das membranas celulares do ovócito e do espermatozoide. - reação da zona (membrana de fecundação) impede a penetração de outros espermatozoides – alteram a morfologia da parede do óvulo. - enzimas lisossomais de grânulos que ficam próximos a membrana plasmática do ovócito. 4º fase: núcleo situado na cabeça do sptz aumenta de tamanho para formar o pro-núcleo masculino – descondensação do núcleo do sptz. - durante esse processo a cauda degenera 5º fase: termino da meiose II e formação do pró-núcleo feminino (núcleo do ovócito maduro) o núcleo feminino não sofre processo de descondensação. 6º fase: os pró-núcleos masculino e feminino entram em contato e se fundem para formar uma nova célula = ZIGOTO (2n) - a reação de fertilização inicia pela fusão da membrana do ovulo com o sptz e culmina com a singamia. OBS: singamia – junção das membranas cariogamia – junção dos núcleos CLIVAGEM OU SEGMENTAÇÃO - consiste em repetidas divisões do zigoto - resulta em até 8 blastômeros, dependendo da espécie pode se dividir até 32 blastômeros. - acontece 30 horas após a fertilização. - os blastômeros vão apertando-se uns contra os outros para formar uma esfera compacta de células conhecida como MÓRULA (não se expandem porque a zina pelúcida delimita o tamanho da célula). - uma mórula pode conter 12 ou mais blastômeros, que fica em formato de amora. - após a fecundação esse processo acontece em: 3 dias: vaca, ovelha, porca, gata, rata e coelho 4 a 7 dias: mulher 8 a 10 dias: cadela e égua - começa na ampola, quase todo o processo acontece no ístimo e termina na cavidade uterina. - nos mamíferos a fase de clivagem termina com a chegada da mórula no útero materno. - mórula penetra no útero e surgem espaços entre seus blastômeros centrais formando uma cavidade chamada de BLASTOCELO. FORMAÇÃO DO BLASTOCISTO - as células são separadas em duas partes 1. uma camada de células externamente chamada TROFOBLASTO (forma a placenta) 2. massa celular interna chamada de EMBRIOBLASTO (forma o embrião) - a mórulatransforma-se num embrião oco chamado BLASTOCISTO INICIAL (blástula) cuja cavidade é a BLASTOCELE (cavidade blastocística). - depois do blastocisto flutuar nas secreções uterinas por cerca de dois dias, a zona pelúcida gradualmente degenera e desaparece. Formando assim o BLASTOCISTO TARDIO OU EXPANDIDO. IMPLANTAÇÃO - cerca de seis dias após a fertilização o blastocisto prende-se ao epitélio endometrial, usualmente pelo polo embrionário (parte onde está o embrioblasto). - o útero possui três camadas: 1. uma interna – endométrio 2. uma camada de músculo – miométrio 3. uma serosa – perimétrio - trofoblasto começa a proliferar diferenciando-se em duas camadas: 1. citotrofoblasto 2. sinciciotrofoblasto - o sinciciotrofoblasto estendem-se pelo epitélio endometrial e invadem o estroma. Produz substâncias (enzimas) que destroem a parede do útero, o que possibilita a implantação do blastocisto no endométrio. - durante a implantação a massa celular interna (o embrioblasto) modifica-se em um disco embrionário bilaminar: 1. epiblasto – camada de cima 2. hipoblasto – camada de baixo - disco embrionário bilaminar da origem as camadas germinativas do embrião: ectoderma, mesoderma, endoderma. - enquanto a implantação do blastocisto progride, surge uma pequena cavidade no pólo embrionário entre o embrioblasto e o trofoblasto a CAVIDADE AMNIÓTICA. Células se deslocam do citotrofoblasto e formam o ÂMNIO, uma membrana que envolve a cavidade amniótica. - células migram a partir do hipoblasto e formam uma fina MEMBRANA EXOCELÔMICA. - a membrana e a cavidade exocelômica logo se modificam para formar o saco vitelino primário - o disco embrionário se encontra entre a cavidade amniótica e o saco vitelino primário. - células do hipoblasto dão origem ao mesoderma extra-embrionário. - camadas de dentro para fora: BLASTOCELO -> CAVIDADE EXOCELÔMICA -> SACO VITELINO PRIMÁRIO -> MEMBRANA EXOCELÔMICA -> MESODERMA EXTRA-EMBRIONÁRIO -> CITOTROFOBLASTO - aparece no sinciciotrofoblasto lacunas que logo se tornam cheias de uma mistura de sangue materno - líquido nutritivo = EMBRIOTRÓFICO, passa para o disco embrionário por difusão, 1º alimentação do embrião. - a abertura dos vasos uterinos erodidos para as lacunas representa o inicio da circulação uteroplacentária. - o concepto fica totalmente implantado no endométrio. - o blastocisto implantado produz agora uma diminuta elevação na superfície endometrial que se projeta para a cavidade uterina. - o mesoderma extra-embrionário aumenta e aparecem espaços celômicos no seu interior. Esses espaços fundem-se rapidamente para formar uma grande cavidade, o celoma extra-embrionário. - enquanto o celoma extra-embrionário se forma, o saco vitelino primário diminui de tamanho e o saco vitelino secundário se desenvolve. - o celoma extra-embrionário divide o mesoderma extra-embrionário em duas camadas: 1. mesoderma somático extra-embrionário = trofoblasto + somatopleura, parte externa de comunicação com a placenta (responsável pela formação do córion e o âmnion) 2. mesoderma esplâncnico extra-embrionário = trofoblasto + esplâncnopleura, parte interna como cordão o umbilical (responsável pela formação do saco vitelínico e alantóide). - a proliferação do citotrofoblasto produz massas locais que se estendem para dentro do sinciciotrofoblasto formando as vilosidades coriônicas primárias. - células holoblásticas tornam-se colunares numa área localizada, para formarem uma área espessada circular denominada placa pré-cordal (vai formar a cabeça e boca, mais especificamente). Ela indica a região cranial do embrião e formara, mais tarde, a camada endodérmica da membrana orofaríngea. GRANULAÇÃO - formação das camadas germinativas - disco embrionário bilaminar é convertido em um disco embrionário trilaminar, passande de blastocisto para GASTRULA. - formação da linha primitiva e notocorda. PARA LEMBRAR! Zigoto -> n. blastômeros -> mórula -> blastocisto inicial -> blastócito tardio ou expandido -> blastocisto implantado -> gástrula - ocorre invaginação das células do epiblasto formando a linha primitiva - células se diferenciam a partir da linha primitiva, formando uma rede frouxa intermediaria = MESOBLASTO (forma tecido mesenquimal). OBS: bilaminar: epiblasto e hipoblasto trilaminar: epiblasto, mesoblasto e hipoblasto - a extremidade caudal da linha primitiva se alonga, extremidade cefálica prolifera para formar o NÓ PRIMITIVO. Assim que a linha aparece, torna-se possível identificar o eixo cefálico-caudal do embrião. - células se destacam da superfície da linha primitiva e formam uma rede frouxa de tecido conjuntivo embrionário denominado mesênquima ou mesoblasto. - alguns tecidos mesenquimais formam uma camada conhecida como mesoderma intra-embrionário. - a linha primitiva começa a produzir mesoderma intra-embrionário, o epiblasto passa a ser chamado de ectoderma intra-embrionário - as três camadas germinativas dão origem a tecidos e órgãos específicos, as células de cada camada dividem-se e se diferenciam seguindo padrões bastantes precisos no processo de formação dos órgãos – ORGANOGÊNESE. - o ectoderma formará a epiderme, tecido nervoso e alguns tecidos esqueléticos e conectivos da cabeça. - mesoderma formará os tecidos de sustentação (ossos e músculos), sistema urogenital, coração e vasos sanguíneos. - endoderma origina o aparelho digestório, respiratório e glândulas. - algumas células mesenquimais migram em sentido cefálico a partir do nó primitivo e vão formar um cordão celular mediano conhecido como PROCESSO NOTOCORDAL. - a NOTOCORDA é um bastão celular que se manifesta pela transformação do processo notocorda. A notocorda define o eixo primitivo do embrião e lhe dá uma certa rigidez. Também indica o futuro local da coluna vertebral. NEURULAÇÃO - formação da placa neural, das pregas neurais e no fechamento delas para formar o tubo neural. - enquanto a notocorda se desenvolve o ectoderma embrionário sobre ela se espessa para formar a placa neural. O ectoderma da placa (neuroectoderma) da origem ao SNC. - a placa neural sofre uma invaginação ao longo do eixo central para formar o suco neural, que tem pregas neurais de cada lado. As pregas neurais já começam a aproximar-se e se fundem convertendo a placa neural em um tubo neural. O tubo neural logo se separa do ectoderma superficial. - células da crista neural perdem sua afinidade epitelial e a ligação com as células vizinhas. Essas células migram em sentido ventrolateral de cada lado do tubo neural. Se dividem e vão dar origem aos gânglios sensitivos dos nervos cranianos e espinhais. - o mesoderma paraxial – SOMITOS. Localizam-se de cada um dos lados da notocorda e do tubo neural em formação. Durante o período somítico são formados cerca de 8 pares de somitos. Dão origem á maior parte do esqueleto axial (ossos da cabeça, pescoço e tronco), musculatura associada, e ainda a derme da pele adjacente. Os pares de somitos vão surgindo na sequência cefalocaudal. - no mesoderma intermediário + lateral: abrem buracos, os espaços celômicos. - espaços celômicos = celoma intra-embrionário que se divide em duas camadas: 1. uma camada somática (parietal) – SOMATOPLEURA 2. uma camada esplâncnica (visceral) – ESPLANCNOPLEURA e em três cavidades: cavidade pericárdica cavidade pleural (torácica) cavidade peritoneal (abdominal) PLACENTA (âmnio + líquido amniótico + saco vitelino + alantóide + cordão umbilical) - na maioria dos mamíferos é a estrutura formada pela aposição da membrana fetal e a parede uterina da mãe - união das vilosidades do córion (mesoderma extra-embrionário + citotrofoblasto + sinciciotrofoblasto) com o endométrio (mucosa uterina alterada). - córion é a superfície fetal da placenta e o endométrio é a superfície materna da placenta. - sinciciotrofoblasto fica mais próximo aos vasos e glândulas da mãe, a ponto de conseguir nutrir o embrião. - o âmnion forma o saco amniótico, membranoso, cheio de líquido,que envolve o embrião/feto. - a maior parte do liquido amniótico provem do liquido tecidual materno que se difunde através da membrana amniocoriônica. O embrião flutue livremente, suspenso no liquido amniótico pelo cordão umbilical. - importância do liquido amniótico: protege o embrião de traumatismos ao distribuir os impactos que a mãe possa sofrer; impedir a desidratação do embrião; ajuda a controlar a temperatura corporal do embrião ao manter uma temperatura constante; feto pode se mover livremente e age como barreira contra infecções. - com nove semanas o saco vitelino encolhe ficando reduzido a um resquício em forma de pera, associada com o intestino médio. - importância do saco vitelino: formação das células sanguíneas; formação do intestino primitivo; estruturas cavitarias se formar a partir dele (do sistema respiratório e digestório); inicio da formação das gônadas (testículos e ovários). - alantoide é formado a partir do saco vitelino, se transforma no uraco e é representado nos adultos como ligamento umbilical médio. Seus vasos sanguíneos vão se tornar as veias e artérias umbilicais. - nas aves e répteis, o alantoide tem função respiratória e/ou atuam como reservatório de urina durante a vida embrionária. - nos equinos e carnívoros o alantoide desenvolve-se bastante, envolvendo a cavidade amniótica do feto. - o alantoide se mantem muito pequenos em embriões humanos. - o cordão umbilical é o anexo que une o feto a placenta, responsáveis pelas trocas sanguíneas entre o feto e mãe. Inicialmente são representados por duas veias. No homem, equino e suíno ocorre a obliteração e desintegração da veia umbilical direita. - comprimento do cordão umbilical: 1. homem – duas vezes mais que o feto 2. suíno – comprimento igual ao feto 3. equino e cão – metade do comprimento do feto 4. gato – 1/3 do comprimento do feto 5. ruminantes – ¼ do comprimento do feto - após a formação da placenta a nutrição histotrófica (nutrição pelos tecidos - sinciciotrofoblasto) é substituída pela hemotrófica (nutrição pelo cordão umbilical a partir de sangue da mãe). - 6 camadas é o máximo de camadas entre o sangue materno e o sangue fetal: 1. endotélio 2. tecido conjuntivo 3. epitélio (córion) 4. epitélio 5. tecido conjuntivo 6. endotélio PS: acima, tecidos do filho para a mãe - classificação da placenta: CLASSIFICAÇÃO TECIDOS ANIMAL EPITÉLIO-CORIAL Placentas adeciduadas, não perdem tecidos, apenas epitélio se junta ao córion Égua, porca, camela SINDESMO-CORIAL Destruição parcial do epitélio uterino, ficando o tecido conjuntivo em contato com o córion Vaca, cabra e ovelha ENDOTÉLIO-CORIAL Epitélio e tecido conjuntivo endometrial são perdidos, contato direto do córion com o endotélio do útero Cães e gatos HEMO-CORIAL Perde todos os tecidos da mãe, córion fetal banhado diretamente pelas células sanguíneas da mãe Primatas e roedores OBS: no hemo-corial a hemoglobina tem mais facilidade de passar. No entanto uma infecção da mãe pode passar facilmente para o feto. -ligação da placenta com o útero CLASSIFICAÇÃO TIPO DE LIGAÇÃO ANIMAL DIFUSA Todo o córion encontra-se provido de vilosidades Égua e porca COTILEDONÁRIA Agrupamento das vilosidades em pequenas regiões do córion, para formar cotilédones + carúnculas maternas = placentoma Ruminantes ZONARIA Distribuição das vilosidades coriônicas em uma zona em forma de cinto Cadela e gata DISCOIDAL Vilosidades coriônicas em uma área circular ou ovalada Mulher, macaca, coelha, rata - funções da placenta: 1. metabolismo: sintetiza glicogênio, colesterol e ácidos graxos, que servem como fonte de nutrientes e energia para o feto. 2. transporte de substancias: difusão simples (gases: oxigênio, monóxido ou dióxido de carbono); difusão facilitada; transporte ativo; pinocitose. 3. secreção endócrina: usando precursores provenientes do feto ou da mãe, o sinciciotrofoblasto sintetiza vários hormônios. DURAÇÃO DA PRENHEZ - fatores que podem influenciar na duração: raça, sexo, idade da mãe, tamanho e numero de fetos, estação do ano. - égua: 11 meses - jumenta: 12 meses - cava: 9 meses - pequenos ruminantes: 5 meses - suínos: 3 meses e 3 semanas - cadela: 2 meses - gatas: 2 meses