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Unidade 4
Valor Organizacional
Aula 1
Conhecimento e Inovação
Conhecimento e inovação
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Dica para você
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Nesta videoaula, você conhecerá os pressupostos que configuram o conceito de inovação e a
principal relação desse conceito com a gestão do conhecimento. Esse conteúdo é muito
importante para sua atuação profissional, pois, como a inovação está presente em nosso
cotidiano, apropriar-se de um potencial inovador será um grande diferencial para sua carreira.
Preparado para começar?
Ponto de Partida
Olá, estudante! Boas-vindas a mais uma aula!
A essa altura, você já compreende o conceito de conhecimento e como sua gestão nas
organizações é bastante importante, não é mesmo? Mas, além da gestão do conhecimento,
outro aspecto determinante para que uma empresa se mantenha sustentável e competitiva no
mercado é a inovação.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
De maneira geral, é comum associarmos inovação apenas aos contextos de tecnologia, ou de
desenvolvimento de novos produtos até então inimagináveis. Mas veremos aqui, justamente, que
a inovação é bem mais ampla e pode estar presente em toda e qualquer organização,
independentemente de seu porte ou área de atuação.
Nesse sentido, para uma melhor compreensão do que discutiremos nesta aula, vamos nos
basear no caso hipotético apresentado a seguir:
O Hotel Sunset é um estabelecimento de luxo localizado em uma cidade turística movimentada.
Embora seja conhecido por sua excelente localização e serviço de qualidade, a administração
reconhece a necessidade de inovação contínua para manter sua posição de destaque em um
mercado competitivo.
Nesse contexto, o hotel enfrenta o desafio de melhorar constantemente a experiência do
hóspede e manter-se à frente das expectativas em constante evolução. Para tanto, tem como
principal preocupação a lógica da melhoria contínua para alcançar esse objetivo.
Pronto? Vamos começar!
Vamos Começar!
Afinal: o que é inovação?
A inovação é um conceito que, considerando o contexto contemporâneo, está cada vez mais
presente em nosso cotidiano. Em termos gerais, a ideia de inovação está intimamente
relacionada às de evolução, aprimoramento, melhoria, desenvolvimento e adaptação às
mudanças. Embora muitas vezes associada essencialmente a avanços tecnológicos, a inovação
vai muito além disso, abrangendo novas ideias, produtos, processos, serviços e modelos de
negócios que agregam valor e melhorias significativas – ainda que sem o aporte tecnológico.
Um ponto importante a ressaltar aqui é: mesmo que não haja uma definição única e universal
para inovação, ela pode ser entendida como a introdução de algo novo ou significativamente
melhorado que gera impacto positivo. Esse entendimento tem total relação com os tipos de
inovação – disruptiva e incremental – que veremos adiante e nos permite inferir que a inovação
precisa gerar resultados positivos. Isso pode incluir novas tecnologias, métodos de produção
mais eficientes, novos bens ou serviços que atendem às necessidades de determinado público-
alvo, novos modelos de negócios que mudam a forma como as empresas operam e interagem
com os consumidores e até mesmo novas abordagens para resolver problemas sociais e
ambientais.
A inovação disruptiva é aquela que cria um mercado ou segmento de mercado, introduzindo uma
solução nova que pode, inicialmente, não gerar tanta transformação em termos de desempenho,
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
mas que pode, eventualmente, redefinir as expectativas do mercado e se tornar dominante.
Assim, as necessidades existentes passam a ser atendidas de outra forma, por intermédio dessa
nova solução.
Em termos gerais, a inovação disruptiva:
Tende a ser introduzida por empresas mais ágeis.
Foca em atender às necessidades de mercado ainda pouco ou nada exploradas.
Geralmente começa com uma base de clientes pequena, mas cresce rapidamente à medida
que a tecnologia ou o conceito subjacente melhora.
Pode resultar na obsolescência de produtos ou serviços estabelecidos e até mesmo na
reconfiguração de setores inteiros da economia.
Agora, quanto à inovação incremental: concentra-se em melhorar gradualmente produtos,
processos ou serviços existentes. Baseia-se em conhecimentos e tecnologias existentes para
fazer aprimoramentos incrementais que resultam em melhorias graduais e evolutivas, mas não
necessariamente revolucionárias.
Geralmente é realizada por empresas estabelecidas que buscam manter sua posição no
mercado e responder às necessidades dos clientes, focando em refinamentos, ajustes e
otimizações para melhorar a eficiência, a qualidade, o desempenho ou o custo dos produtos ou
processos existentes. Assim, é um tipo de inovação contínuo, caracterizado por pequenas
melhorias cumulativas que podem resultar em ganhos significativos a longo prazo.
Geralmente é menos arriscada do que a inovação disruptiva, pois se baseia em tecnologias e
modelos de negócios estabelecidos. Fortes exemplos desse tipo de inovação são os
smartphones que são atualizados a cada ano, carros e itens de tecnologia que apresentam
sempre um novo incremento em sua nova versão.
Principais diferenças entre a inovação disruptiva e a incremental são:
A inovação disruptiva cria mercados ou segmentos de mercado, enquanto a incremental
aprimora produtos ou serviços existentes dentro de mercados estabelecidos.
A inovação disruptiva introduz mudanças radicais e transformacionais, enquanto a
incremental introduz melhorias graduais e evolutivas.
A inovação disruptiva é mais arriscada e pode resultar na obsolescência de produtos ou
serviços existentes, enquanto a incremental geralmente envolve menos riscos, pois se
baseia em conhecimentos e tecnologias já estabelecidos.
Aqui é importante ressaltar que não pretendemos fazer uma comparação de qual é melhor ou
pior: ambos os tipos de inovação têm seu valor e lugar no mundo dos negócios, e muitas vezes
as empresas adotam uma abordagem híbrida, combinando elementos de inovação disruptiva e
incremental para impulsionar o crescimento e a competitividade.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Nesse sentido, é importante compreendermos, então, as diferentes formas nas quais a inovação
pode se apresentar:
Inovação tecnológica: diz respeito à criação ou à adoção de novas tecnologias que
melhoram bens, processos ou serviços existentes. Os avanços em inteligência artificial,
biotecnologia, nanotecnologia e energia renovável são alguns exemplos.
Inovação de produto: envolve a criação de produtos ou a melhoria significativa dos já
existentes para atender às necessidades do mercado de forma mais efetiva. Ou seja, não é
apenas sobre desenvolvimento de produtos novos, mas diz respeito também a melhorias
na qualidade, na funcionalidade, no desempenho ou no design dos produtos.
Inovação de processo: refere-se à implementação de novos métodos de produção, logística
ou atividades operacionais que aumentam a eficiência, reduzem os custos ou melhoram a
qualidade dos bens ou serviços. Como exemplos, podemos citar a automação, a
reengenharia de processos e a adoção de práticas de produção enxuta.
Inovação de modelo de negócio: envolve a criação de modelos de negócios ou a
modificação dos existentes para criar valor de maneira diferente. Os modelos de
assinatura, as plataformas de compartilhamento e a economia circular são alguns
exemplos desse tipo de inovação.
Inovação social: envolve a criação ou adoção de novas abordagens para resolver
problemas sociais, como desigualdade, acesso à saúde e à educação e sustentabilidade
ambiental. O empreendedorismo social, o desenvolvimento comunitário e o investimento
de impacto são exemplos dessa inovação.
Siga em Frente...
De maneira geral, a inovação vem se tornando cada vez mais essencial parao desenvolvimento e
a competividade das organizações, pois, considerando um ambiente organizacional cada vez
mais dinâmico e complexo, é primordial que as empresas consigam se adaptar às demandas e
se diferenciar entre os concorrentes. Ainda, a inovação gera impacto não apenas para as
organizações, mas impulsiona o crescimento econômico ao criar mercados, aumentar a
produtividade, gerar empregos e estimular o investimento em pesquisa e desenvolvimento.
Nessa mesma linha de raciocínio, a inovação pode melhorar a qualidade de vida das pessoas ao
fornecer soluções para problemas cotidianos, melhorar a acessibilidade a produtos essenciais e
promover o bem-estar social e ambiental.
Ademais, podemos ampliar ainda mais o repertório ao incluir, nesse contexto, a questão da
sustentabilidade, à medida que a inovação desempenha um papel crucial na busca por soluções
sustentáveis para os desafios ambientais, como mudanças climáticas, escassez de recursos
naturais e poluição – o que não abarca apenas o aspecto ambiental, mas também social ao
considerarmos que a inovação social pode contribuir significativamente para resolver problemas
sociais complexos, como desigualdade, acesso à saúde e educação e exclusão social.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Nesse sentido, é muito importante que saibamos estimular o potencial inovador das empresas a
fim de contribuir, sob uma ótica ampliada, com o desenvolvimento como um todo.
Fonte: Freepik.
Vamos Exercitar?
Agora que chegamos ao final da apresentação do conteúdo, vamos retomar a situação
apresentada no início da aula?
Imagine que você faz parte do quadro de colaboradores do Hotel Sunset, que, atualmente, tem
como boas práticas:
Incentivo às ideias criativas e colaboração entre funcionários de todos os departamentos.
Oferecimento de sistema estruturado de sugestões dos funcionários, por meio do qual os
colaboradores são encorajados a compartilhar ideias para melhorias em qualquer aspecto
das operações do hotel.
Realização de pesquisas regulares de mercado e coleta feedback dos hóspedes para
entender as tendências emergentes e identificar áreas de melhoria na experiência do
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
cliente.
Formação de uma equipe de inovação dedicada, composta por membros de diferentes
departamentos, responsável por identificar oportunidades de inovação e liderar projetos de
melhoria contínua.
Você faz parte dessa equipe de inovação cuja principal meta é inovar, de maneira incremental,
um produto. Como poderia ser essa inovação?
Lembre-se de que a inovação incremental diz respeito às melhorias nos produtos (bens ou
serviços) já oferecidos pelo hotel. Diante disso, uma possível solução poderia ser a oferta de
serviços personalizados, como opções de menu personalizadas e pacotes de experiências
exclusivas para atender às preferências individuais dos hóspedes e criar uma experiência única.
Muito bacana pensar que essa ação já consiste em uma inovação, não é mesmo?
Saiba mais
Que tal ampliar seu repertório? As leituras indicadas na sequência são bastante úteis no que
tange à ampliação do conhecimento desenvolvido até o momento:
O livro a seguir apresenta 10 dimensões da inovação, dentre as quais a quinta é essencialmente
voltada para a gestão do conhecimento:
TERRA, J. C. 10 Dimensões da gestão da inovação. São Paulo: Alta Books, 2018. E-book.
O livro a seguir, em especial a parte três, trata diretamente da gestão da inovação associada à
gestão do conhecimento:
TIGRE, P. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de
conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. E-book.
Referências
ALMEIDA, M. de S. Gestão do conhecimento para tomada de decisão. São Paulo: Atlas, 2011. E-
book.
AKABANE, G. K.; POZO, H. Inovação, tecnologia e sustentabilidade: histórico, conceitos e
aplicações. São Paulo: Érica, 2020. E-book.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
BRILLO, J.; BOONSTRA, J. Liderança e cultura organizacional para inovação. São Paulo: Saraiva
Educação, 2019. E-book.
FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JÚNIOR, M. de M. Gestão estratégica do conhecimento: integrando
aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2011. E-book.
SILVA, F. P. da et al. Gestão da inovação. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book.
TERRA, J. C. 10 Dimensões da gestão da inovação. São Paulo: Alta Books, 2018. E-book.
TIGRE, P. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de
conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. E-book.
VIEIRA, R. Gestão do conhecimento: introdução e áreas afins. Rio de Janeiro: Interciência, 2016.
E-book.
Aula 2
Conhecimento e Estratégia Organizacional
Conhecimento e Estratégia Organizacional
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Olá, estudante!
Nesta videoaula, você aprenderá sobre a importância do conhecimento como elemento
estratégico nas organizações. Este conteúdo é muito importante, pois lhe permitirá estabelecer
uma relação entre estratégia, desenvolvimento do conhecimento organizacional e vantagem
competitiva.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Preparado para começar?
Ponto de Partida
Olá, estudante! Boas-vindas a mais uma aula!
Nosso objetivo principal, neste momento, é estabelecer uma relação entre gestão do
conhecimento e estratégia organizacional, de modo que você entenda o motivo pelo qual é
possível tratar o conhecimento enquanto um elemento estratégico. Aliás, o que é estratégia e por
qual motivo precisamos falar dela?
A partir dessa ampliação de repertório, você será capaz de utilizar a gestão do conhecimento
enquanto um diferencial competitivo à medida que o inclui na própria estratégia organizacional,
que configura, justamente, o norte da empresa.
Para permitir um aprofundamento e uma melhor assimilação de todo esse conteúdo, retomemos
o caso do Hotel Sunset, que conhecemos na aula anterior. Você se lembra de que, dentre as
principais características desse hotel, estão uma cultura organizacional que valoriza o
aprendizado contínuo e a colaboração e funcionários talentosos e experientes? No entanto,
apesar disso, a empresa tem percebido certa resistência à mudança por parte de alguns setores
e tem sentido necessidade de investimento em sistemas de tecnologia robustos que permitam o
aprimoramento da colaboração on-line, visto que busca estar em constante inovação.
Vamos ao conteúdo da aula para entendermos melhor essa situação? Bons estudos!
Vamos Começar!
Estratégia e gestão do conhecimento
Em termos gerais, já sabemos que o conhecimento se apresenta como um importante aspecto
que, quando cultivado na organização, é capaz de gerar ganhos substanciais em termos de
inovação e competitividade.
A inovação e a aprendizagem organizacional acontecem quando, em sua base, está presente o
conhecimento. O know-how da organização, que se configura por meio do conhecimento de seus
colaboradores, é que lhe garante um diferencial, que, por sua vez, contribui para que a empresa
se destaque perante as demais.
Sendo assim, pode-se entender que o conhecimento é estratégico para a obtenção dos bons
resultados organizacionais, de modo que aqui cabe uma reflexão sobre o que é estratégia
partindo de sua associação com a formulação e o alcance de objetivos.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Estratégia é um termo frequentemente utilizado no campo da gestão organizacional e, em sua
essência, refere-se a um plano de ação deliberado e coordenado para alcançar um objetivo
específico levando em consideração os recursos disponíveis, as condições do ambiente e as
possíveis contingências. Embora tenha suas raízes na arte da guerra, em que é utilizada para
obter vantagem sobre um oponente,seu uso se estendeu para uma variedade de contextos,
incluindo negócios, política, esportes e até mesmo a nossa vida pessoal. No âmbito empresarial,
a estratégia refere-se às decisões e às ações tomadas por uma organização para alcançar seus
objetivos e criar valor para seus stakeholders. De maneira geral, ela envolve, então, alguns
elementos centrais, conforme expressos a seguir:
Definição de objetivos: estabelecimento de metas claras e mensuráveis que a organização
deseja alcançar a longo prazo e que estejam alinhadas com a missão e a visão da empresa.
Análise do ambiente: avaliação dos ambientes interno e externo da organização para
identificar oportunidades e ameaças, bem como pontos fortes e fracos – o que inclui
fatores como concorrência, tendências de mercado, regulamentações governamentais e
mudanças tecnológicas.
Formulação de estratégias: desenvolvimento de planos de ação que explorem as
oportunidades identificadas, alavanquem os pontos fortes da organização e mitiguem as
ameaças potenciais. Isso pode envolver decisões sobre segmentação de mercado,
diferenciação de produtos, expansão geográfica, parcerias estratégicas e muito mais.
Implementação e execução: execução dos planos de estratégia de forma efetiva, atribuindo
responsabilidades, alocando recursos e monitorando o progresso em direção aos objetivos
estabelecidos.
Avaliação e ajuste: avaliação contínua do desempenho da estratégia, medindo os
resultados em relação aos objetivos estabelecidos e fazendo ajustes conforme necessário
– neste ponto, são trabalhadas as premissas da melhoria contínua.
Partindo do exposto até o momento, é importante também ressaltarmos as implicações da
gestão estratégia nas organizações como um todo. Frente à própria orientação e ao
direcionamento da empresa, é a estratégia que fornece uma visão clara do futuro desejado e
orienta as decisões e ações da organização em direção a esse objetivo. Do mesmo modo, a
estratégia também contribui para a otimização dos recursos, incluindo recursos financeiros,
capital humano, tecnologia e tempo, para maximizar o impacto e a geração de valor.
Além disso, uma estratégia efetiva permite que uma organização se diferencie da concorrência,
identificando e aproveitando oportunidades de mercado que a tornem mais competitiva e ainda
mais resiliente e adaptável às mudanças nos ambientes externo e interno, minimizando os riscos
e aproveitando as oportunidades emergentes.
A fim de ampliar ainda mais esse escopo, é importante frisar que a estratégia tem como objetivo
também criar valor para todos os stakeholders da organização, incluindo acionistas,
funcionários, clientes, fornecedores e comunidades.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Para Takeuchi e Nonaka (2008), é necessário que as organizações criem condições para
valorizar o conhecimento que está sendo desenvolvido constantemente por seus membros, pois
apoiar os esforços e o desenvolvimento do conhecimento é uma ação altamente estratégica. O
conhecimento como estratégia deve ser considerado, uma vez que já sabemos que está na base
da competitividade. Nas organizações, o conhecimento é uma necessidade!
Siga em Frente...
Gestão estratégica do conhecimento
A gestão estratégica do conhecimento combina os princípios da gestão do conhecimento com
uma abordagem estratégica para promover o uso efetivo do conhecimento dentro de uma
organização, integrando-o em todos os níveis da organização e em todas as suas atividades, a
fim de impulsionar a inovação, aumentar a competitividade e promover o crescimento
sustentável.
Pensando na implementação desse tipo de gestão, há alguns fatores importantes a serem
considerados:
Alinhamento com a estratégia organizacional: a gestão do conhecimento é orientada pelos
objetivos estratégicos da organização, o que indica que as iniciativas de gestão do
conhecimento são planejadas e implementadas de forma a apoiar diretamente a realização
desses objetivos.
Foco nas prioridades estratégicas: a gestão estratégica do conhecimento prioriza o
conhecimento que é mais relevante e valioso para alcançar os objetivos estratégicos da
organização.
Integração em processos-chave: o conhecimento é integrado em todos os processos-chave
da organização, desde a tomada de decisões estratégicas até a execução de tarefas
operacionais.
Desenvolvimento de uma cultura de aprendizagem: a gestão estratégica do conhecimento
promove uma cultura de aprendizagem contínua dentro da organização, de modo que a
troca de conhecimento é incentivada e valorizada.
Utilização de tecnologia: a tecnologia desempenha um papel importante na gestão
estratégica do conhecimento, facilitando a captura, o armazenamento, a organização e o
compartilhamento de conhecimento em toda a organização.
Avaliação de impacto: a gestão estratégica do conhecimento envolve a avaliação regular do
impacto das iniciativas de gestão do conhecimento nos objetivos estratégicos da
organização.
Logo, ao longo desse processo, ferramentas estratégicas podem ser utilizadas, como a matriz
SWOT e a meta smart. A matriz SWOT, também conhecida como FOFA, em português, (Forças,
Oportunidades, Fraquezas, Ameaças), é uma ferramenta de análise estratégica amplamente
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
utilizada pelas organizações para avaliar seus pontos fortes e fracos, bem como as
oportunidades e ameaças que enfrentam no ambiente externo; enquanto a meta smart busca
avaliar os objetivos em “mensuráveis”, “específicos”, “atingíveis”, “relevantes”, “temporizáveis”.
Muito interessante, não é mesmo? A ideia desta aula foi ampliar seu olhar a partir da assimilação
dos conceitos, das ferramentas e das práticas de estratégia na gestão do conhecimento, gerando
ainda mais diferencial em termos de potencialização de resultados organizacionais.
Vamos Exercitar?
Voltamos agora ao contexto do Hotel Sunset, que, para resolver algumas fragilidades, delimitou,
junto à administração estratégica do hotel, a implementação de uma gestão do conhecimento
efetiva – a fim de potencializar sua capacidade de inovação e se manter competitivo no
mercado.
Você, que faz parte do quadro de colaboradores do hotel, compõe, então, uma equipe de
estratégia que inicia as atividades do time a partir de um diagnóstico organizacional a ser
realizado com a construção de uma matriz SWOT.
Como poderia ser a matriz SWOT do Hotel Sunset? Vamos a um exemplo:
Forças (Strengths)
Cultura organizacional forte.
Recursos humanos qualificados.
Fraquezas (Weaknesses)
Falta de tecnologia de informação
avançada.
Falta de estrutura para
compartilhamento de conhecimento.
Resistência à mudança.
Oportunidades (Opportunities)
Desenvolvimento de novos produtos para a
área que está em constante evolução.
Ampliação de mercados, agregando novos
serviços aos já prestados pelo hotel.
Investimento no potencial turístico da
região em que o hotel está inserido.
Ameaças (Threats)
Concorrência intensa.
Riscos de segurança da informação.
Obsolescência tecnológica.
Quadro 1 | Matriz SWOT do Hotel Sunset
Essa matriz SWOT pode ajudar a empresa a identificar seus pontos fortes, suas fraquezas, as
oportunidades e as ameaças em relação à implementação da gestão do conhecimento e
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
fornecer importantes insights para o desenvolvimento de uma estratégia efetiva.
Saiba mais
Chegou o momento de ampliar seu repertório! As leituras indicadas na sequência são bastante
úteis para a ampliação do conhecimento desenvolvido até o momento:
O livro a seguir é um clássico quando se fala em estratégia, por isso não indicaremos um
capítulo em específico, mas a leitura dele inteiro, já que é uma obra basilar nessa área:
MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safari de estratégia. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2010. E-book.
O livro a seguir apresenta alguns conceitos fundamentais para desenvolver uma ótica
interdisciplinar sobre estratégia:
DRANOVE, D.; MARCIANO, S. Estratégia. São Paulo: Saraiva, 2017. E-book.
Referências
ALMEIDA, M. de S. Gestão do conhecimento para tomada de decisão. São Paulo: Atlas,2011. E-
book.
AKABANE, G. K.; POZO, H. Inovação, tecnologia e sustentabilidade: histórico, conceitos e
aplicações. São Paulo: Érica, 2020. E-book.
BRILLO, J.; BOONSTRA, J. Liderança e cultura organizacional para inovação. São Paulo: Saraiva
Educação, 2019. E-book.
DRANOVE, D.; MARCIANO, S. Estratégia. São Paulo: Saraiva, 2017. E-book.
FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JÚNIOR, M. de M. Gestão estratégica do conhecimento: integrando
aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2011. E-book.
MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safari de estratégia. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2010. E-book.
SILVA, F. P. da et al. Gestão da inovação. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
TIGRE, P. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de
conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. E-book.
VIEIRA, R. Gestão do conhecimento: introdução e áreas afins. Rio de Janeiro: Interciência, 2016.
E-book.
Aula 3
Indicadores da Gestão do Conhecimento
Indicadores da Gestão do Conhecimento
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Olá, estudante!
Nesta videoaula, você conhecerá alguns dos principais indicadores para mensuração da gestão
do conhecimento. Este conteúdo é bastante importante para sua formação, pois, além da base
estratégica que oferece quanto à implementação e à gestão do conhecimento, mostrará a você
que a mensuração do conhecimento, passível de ser medido ao longo do tempo, só é possível a
partir da utilização de indicadores e medidas de desempenho efetivas.
Preparado para começar?
Ponto de Partida
Olá, estudante! Boas-vindas a mais uma aula!
Ao longo de nossos estudos, foi possível identificar quanto a gestão do conhecimento (GC) é
capaz de agregar valor à organização por ser um ativo importante no que tange à
competitividade e à sustentabilidade da empresa ao longo do tempo. Foi possível inferir também
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
que a GC envolve um olhar ampliado e estratégico e que, consequentemente, a gestão
estratégica do conhecimento abarca a organização como um todo.
A partir do conteúdo discutido ao longo das aulas, neste momento, chegamos a uma questão
central: como gerenciar todo esse conhecimento estratégico, considerando que se trata de
conceitos abstratos e intangíveis? É nisso, justamente, em que nos aprofundaremos neste
momento: como elaborar e aplicar indicadores/métricas de desempenho efetivas para
mensurarmos e gerenciarmos o conhecimento? Ou seja, como tornar quantitativo algo que é, por
essência, qualitativo, a fim de o gerenciarmos?
Para ajudá-lo nos estudos, considere o caso hipotético apresentado a seguir:
Continuaremos auxiliando o Hotel Sunset na implementação de uma gestão do conhecimento
efetiva, a fim de potencializar sua capacidade de inovação, permitindo que continue competitivo
no mercado em que atua.
A ideia, agora, é pensar em como o hotel poderá mensurar o desenvolvimento de seus processos
de gestão do conheciment para acompanhar e avaliar constantemente sua evolução e seus
resultados.
 Vamos começar? Bons estudos!
Vamos Começar!
Indicadores na gestão do conhecimento
Quando falamos em gestão, de maneira geral, primeiramente precisamos tratar das funções
administrativas, atividades essenciais realizadas em todas as organizações para alcançar os
objetivos traçados por elas. Essas funções, que coordenam todas as práticas na administração,
são resumidas em quatro etapas: planejar, organizar, executar e controlar.
O planejamento é a primeira etapa do processo administrativo e envolve estabelecer metas e
objetivos organizacionais, identificar os recursos necessários para alcançá-los e desenvolver
estratégias para atingi-los. Durante o planejamento, os gestores analisam o ambiente interno e o
externo da organização, identificam oportunidades e ameaças, avaliam os pontos fortes e fracos
da organização e formulam planos de ação para direcionar o comportamento organizacional.
Existem alguns tipos de planejamento: o estratégico (de longo prazo), o tático (de médio prazo) e
o operacional (de curto prazo). Todos eles são voltados para diferentes níveis hierárquicos da
organização.
A função de organização envolve a alocação de recursos e a criação de uma estrutura
organizacional efetiva e que seja capaz de permitir o alcance dos objetivos estabelecidos no
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
planejamento. Essa função visa otimizar o uso dos recursos disponíveis e minimizar
desperdícios, bem como alocar corretamente ferramentas, pessoas e processos.
A execução envolve a implementação dos planos e das ações desenvolvidos durante a fase de
planejamento. Nesta etapa, há a mobilização dos recursos necessários, a atribuição de tarefas
aos membros da equipe e a resolução de problemas que possam surgir ao longo do caminho.
A função de controle envolve o monitoramento do desempenho organizacional em relação aos
padrões estabelecidos durante a fase de planejamento e a implementação de medidas
corretivas, se necessário. Ou seja, para que esse controle seja possível, é necessário coleta de
dados relevantes, comparação do desempenho real com os padrões estabelecidos, identificação
de desvios e implementação de ações corretivas para garantir que a organização permaneça no
caminho certo para alcançar seus objetivos. Assim, o controle é um processo contínuo que
acontece ao longo da execução.
Em termos gerais, tais funções administrativas são interdependentes e interligadas, e os
gestores precisam ser capazes de equilibrar todas elas para garantir resultados. Nesse sentido,
qual a relação delas com os indicadores e as medidas de desempenho?
Perceba que esses indicadores/métricas/medidas são determinantes, desde a fase de
planejamento (na qual são criados), para que o controle seja efetivo. É com base nesses
indicadores/métricas/medidas que a comparação entre o previsto e o realizado será conduzida a
fim de identificar possíveis desvios e possíveis medidas corretivas. Isso revela que a gestão
precisa de parâmetros.
Indicadores de desempenho, também conhecidos como KPIs (Key Performance Indicators), são
métricas quantitativas ou qualitativas utilizadas para medir a evolução ou o desempenho de uma
organização, um departamento, um processo ou um indivíduo em relação a seus objetivos e suas
metas. A ideia, aqui, é tangibilizar.
Os indicadores podem abranger diversas áreas e vários aspectos do desempenho
organizacional, como financeiro, operacional, estratégico, de qualidade, de produtividade, de
satisfação do cliente, entre outros. A seguir, tem-se alguns exemplos de indicadores:
  Financeiros: lucro líquido, margem de lucro, retorno sobre o investimento (ROI), EBITDA
(lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), fluxo de caixa operacional, etc.
 Operacionais: tempo médio de processamento, taxa de produtividade, taxa de utilização de
recursos, eficiência do processo, taxa de retrabalho, etc.
  Estratégicos: participação de mercado, número de novos clientes, taxa de retenção de
clientes, taxa de crescimento de receita, índice de satisfação do cliente, etc.
 De produtividade: produção por hora, número de unidades produzidas, horas de trabalho
por unidade produzida, eficiência do trabalho, etc.
  De satisfação do cliente: NPS (Net Promoter Score), taxa de reclamações, índice de
satisfação do cliente, etc.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
A seleção dos indicadores de desempenho adequados depende dos objetivos e das prioridades
específicas de cada organização, bem como das áreas que são mais críticas para o sucesso do
negócio. É importante que os indicadores sejam mensuráveis, relevantes, acionáveise alinhados
com a estratégia organizacional. Além disso, eles devem ser revisados e atualizados
regularmente para garantir que continuem sendo relevantes e úteis para avaliar o progresso em
direção aos objetivos organizacionais.
Siga em Frente...
Para se construir bons indicadores, uma ferramenta bastante útil é o Balanced Scorecard (BSC),
cuja premissa de criação de indicadores de desempenho não leva em consideração apenas os
financeiros, mas aborda a organização como um todo.
O BSC é uma ferramenta de gestão estratégica desenvolvida por Robert S. Kaplan e David P.
Norton na década de 1990. Ele foi projetado para ajudar as organizações a traduzirem sua
estratégia em ações tangíveis e mensuráveis, fornecendo uma visão equilibrada do desempenho
em várias áreas-chave.
A ideia é traduzir a estratégia da empresa em um conjunto abrangente de indicadores de
desempenho a partir de quatro perspectivas principais: financeira, do cliente, dos processos
internos e de aprendizado e crescimento. Elas representam uma abordagem equilibrada para
avaliar o desempenho de uma organização, reconhecendo que o sucesso não pode ser medido
apenas em termos financeiros.
Perspectiva financeira: mede o desempenho financeiro da organização e seu impacto nos
resultados financeiros de curto e longo prazo. Os indicadores incluem métricas como
receita, lucro líquido, retorno sobre o investimento (ROI), margem de lucro e fluxo de caixa.
Perspectiva do cliente: foca na satisfação do cliente e na entrega de valor a ele. Os
indicadores medem a qualidade dos produtos ou dos serviços, a satisfação, a retenção, e a
fidelidade dos clientes e a participação de mercado.
Perspectiva dos processos internos: avalia os processos internos da organização e sua
eficiência na entrega de valor a clientes e acionistas. Os indicadores incluem métricas
como tempo de ciclo, taxa de defeitos, produtividade, eficiência operacional e inovação de
processos.
Perspectiva de aprendizado e crescimento: concentra-se no desenvolvimento de recursos e
capacidades que impulsionam a inovação e o crescimento futuro da organização. Os
indicadores incluem métricas como capacitação dos funcionários, investimento em
pesquisa e desenvolvimento, cultura organizacional, retenção de talentos e adaptação à
mudança.
Em termos de benefícios, o BSC ajuda a alinhar todas as áreas da organização com os objetivos
estratégicos de longo prazo, garantindo que todos trabalhem em direção aos mesmos resultados
e forneçam uma visão equilibrada do desempenho organizacional, reconhecendo que o sucesso
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
não é medido apenas em termos financeiros, mas também em termos de satisfação do cliente,
eficiência dos processos e capacidade de inovação.
A finalidade da aplicação de um modelo que aponte indicadores é permitir à organização investir
em melhorias contínuas de forma a atingir os objetivos e as metas institucionais. Assim, o
modelo BSC auxilia na percepção integral da organização e abrange informações importantes e
estratégicas, o que inclui o conhecimento organizacional gerado, que demanda uma gestão.
Vamos Exercitar?
Ao longo desta aula, foi possível perceber a importância da elaboração e da aplicação de bons
indicadores de desempenho. Diante disso, nossa missão agora consiste em auxiliar o Hotel
Sunset na implementação de métricas de acompanhamento. Vamos utilizar o BSC? Quais seriam
possíveis indicadores, considerando os quatro eixos principais da ferramenta?
A seguir, verifique a lista de indicadores que podem ser utilizados pelo hotel, de maneira
adaptada:
Perspectiva financeira
Redução de custos operacionais: mede a economia de custos resultante da implementação
da gestão do conhecimento, como redução de retrabalho, economia de tempo e eficiência
operacional.
Retorno sobre o investimento (ROI) em iniciativas de conhecimento: calcula o retorno
financeiro gerado por investimentos em iniciativas de gestão do conhecimento, como
treinamentos, sistemas de compartilhamento de conhecimento, etc.
Receita incremental devido a novas ideias: avalia o impacto das iniciativas de gestão do
conhecimento na geração de receita, como novos produtos ou serviços resultantes de
ideias inovadoras compartilhadas pelos funcionários.
Perspectiva do cliente
Satisfação do cliente: mede a satisfação dos clientes em relação à qualidade dos produtos
ou serviços resultantes da aplicação do conhecimento organizacional.
Tempo de resolução de problemas ou demandas do cliente: avalia o tempo necessário para
resolver problemas ou atender às demandas dos clientes, demonstrando a eficácia da
gestão do conhecimento na tomada de decisões e resolução de problemas.
Taxa de retenção de clientes: indica a porcentagem de clientes que permanecem fiéis à
empresa, refletindo a qualidade da experiência do cliente proporcionada pela aplicação do
conhecimento organizacional.
Perspectiva dos processos internos
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Tempo médio de aprendizado e adoção de novas práticas: avalia o tempo necessário para
os funcionários aprenderem e adotarem novas práticas ou processos decorrentes da
gestão do conhecimento.
Taxa de compartilhamento de conhecimento entre departamentos: mede a eficácia do
compartilhamento de conhecimento entre diferentes áreas ou departamentos da empresa,
promovendo a colaboração e a inovação.
Número de ideias ou inovações implementadas: contabiliza o número de ideias ou
inovações geradas a partir do compartilhamento de conhecimento que foram
implementadas com sucesso, demonstrando o impacto tangível da gestão do
conhecimento nos processos internos.
Perspectiva de aprendizado e crescimento
Taxa de participação em treinamentos e programas de desenvolvimento: avalia a adesão
dos funcionários a programas de treinamento e desenvolvimento destinados a promover a
gestão do conhecimento.
Índice de competências e habilidades aperfeiçoadas: mede a melhoria das competências e
das habilidades dos funcionários após a implementação de iniciativas de gestão do
conhecimento.
Clima organizacional e engajamento dos funcionários: avalia o nível de satisfação,
engajamento e comprometimento dos funcionários com a empresa, refletindo a eficácia da
gestão do conhecimento na promoção de um ambiente de trabalho colaborativo e inovador.
Esses indicadores poderiam ser utilizados como base na gestão do conhecimento, para auxiliar o
hotel a avaliar o desempenho e os resultados de suas iniciativas de gestão do conhecimento de
maneira ampliada.
 
Saiba mais
Que tal ampliar ainda mais seu repertório? As leituras indicadas na sequência serão bastante
úteis para isso:
O livro a seguir é específico sobre o balanced scorecard, por isso permite um maior
aprofundamento no campo:
HERRERO FILHO, E. Balanced scorecard e a gestão estratégica: uma abordagem prática.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2019. E-book.
A primeira dimensão do livro a seguir trata essencialmente da estratégia, o que faz dela uma
leitura interessante para ampliar sua compreensão do tema:
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
TERRA, J. C. 10 Dimensões da gestão da inovação. São Paulo: Alta Books, 2018. E-book.
Referências
ALMEIDA, M. de S. Gestão do conhecimento para tomada de decisão. São Paulo: Atlas, 2011. E-
book.
AKABANE, G. K.; POZO, H. Inovação, tecnologia e sustentabilidade: histórico, conceitos e
aplicações. São Paulo: Érica, 2020. E-book.
BRILLO, J.; BOONSTRA, J. Liderança e cultura organizacional para inovação. São Paulo: Saraiva
Educação, 2019. E-book.
FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JÚNIOR, M. de M. Gestão estratégica do conhecimento: integrando
aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2011. E-book.
HERRERO FILHO, E. Balanced scorecard e a gestão estratégica: uma abordagem prática. Rio de
Janeiro: Alta Books, 2019. E-book.
SILVA, F. P. da et al. Gestão da inovação. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book.
TERRA, J. C. 10 Dimensões da gestão da inovação. São Paulo: Alta Books, 2018. E-book.
TIGRE,P. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de
conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. E-book.
VIEIRA, R. Gestão do conhecimento: introdução e áreas afins. Rio de Janeiro: Interciência, 2016.
E-book.
Aula 4
As Tendências da Gestão do Conhecimento
As Tendências da Gestão do Conhecimento
Este conteúdo é um vídeo!
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo
computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo
para assistir mesmo sem conexão à internet.
Dica para você
Aproveite o acesso para baixar os slides do vídeo, isso pode deixar sua
aprendizagem ainda mais completa.
Olá, estudante!
Nesta videoaula, você conhecerá as principais tendências em gestão do conhecimento no que
tange à aplicação de diferentes ferramentas e instrumentos que podem ser utilizados para
potencializar os resultados no campo.
Preparado para começar?
 
Ponto de Partida
Olá, estudante! Boas-vindas a mais uma aula! Neste momento, ampliaremos nosso repertório ao
associarmos a gestão do conhecimento às possíveis tendências do mercado contemporâneo, de
modo que abarcaremos, também, o uso de novas ferramentas e tecnologias.
Nesse sentido, é imprescindível que nós, profissionais do campo, nos mantenhamos sempre
atualizados frente às mudanças gerenciais que vêm acontecendo ao longo do tempo,
percebendo movimentações importantes não apenas com relação a inovações tecnológicas,
mas também frente às mudanças comportamentais, sociais, culturais de estilos de vida, etc.
Para nos ajudar a visualizar o conteúdo proposto, vamos retomar o contexto fictício do Hotel
Sunset? Ao longo da aula, você perceberá que o hotel já está inteirado de algumas tendências
para a gestão do conhecimento, no entanto, a fim de potencializar ainda mais seus resultados,
busca agora atuar em redes organizacionais. Vamos estudar mais sobre isso? Comecemos,
então, o conteúdo!
Vamos Começar!
Tendências em gestão do conhecimento
Considerando todo nosso percurso até aqui, estudante, acreditamos que você já consiga
compreender como o conhecimento e suas conversões são importantes para a existência da
inovação. Além disso, você já deve saber que a relação entre conhecimento e inovação é o que
permite à empresa melhorar continuamente, podendo alcançar posições mais vantajosas
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
perante os concorrentes. Diante disso, é possível inferir que preservar o conhecimento
organizacional, estimulando a inovação, faz parte de ações estratégicas para a manutenção do
negócio.
Empresas que investem em capital intelectual, em conhecimento, e que se voltam para a
aplicação prática dele tornam-se diferenciadas e, muitas vezes, referência. Além disso, o
conhecimento aliado à criatividade, à inovação e à tecnologia pode auxiliar em diversas frentes
que não apenas a organizacional.
A partir disso, é importante frisarmos que a gestão do conhecimento está em constante
evolução, adaptando-se às mudanças no ambiente empresarial e tecnológico.
Fonte: Freepik.
Siga em Frente...
À medida que as organizações reconhecem a importância do conhecimento como um ativo
estratégico, surgem novas tendências e abordagens nesse aspecto. Algumas delas, que
merecem destaque, estão a seguir:
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Inteligência artificial e automação: com o avanço da inteligência artificial (IA) e da
automação, as organizações estão explorando maneiras de utilizar essas tecnologias para
melhorar a gestão do conhecimento. Sistemas de IA podem ajudar na identificação, na
classificação e na organização de grandes volumes de dados, facilitando a descoberta de
informações relevantes e insights úteis.
Aprendizado de máquina e análise preditiva: o aprendizado de máquina e a análise preditiva
estão sendo aplicados na gestão do conhecimento para prever padrões, tendências e
comportamentos futuros com base em dados históricos – além de permitir que as
organizações antecipem demandas de conhecimento, identifiquem oportunidades de
inovação e tomem decisões mais sustentadas.
Gestão do conhecimento baseada em dados: a abordagem baseada em dados está se
tornando cada vez mais importante na gestão do conhecimento. Desde a coleta, até a
análise e interpretação de dados relacionados ao conhecimento organizacional, a ideia é
potencializar a tomada de decisões e ações estratégicas. Métricas de desempenho, análise
de rede e mineração de texto são algumas das técnicas utilizadas nesse contexto.
Plataformas de colaboração e compartilhamento de conhecimento: plataformas digitais de
colaboração e compartilhamento de conhecimento estão se tornando fundamentais para
facilitar a troca de informações e experiências dentro das organizações. Essas plataformas
permitem que os funcionários compartilhem conhecimento, colaborem em projetos e se
conectem com especialistas de diferentes áreas.
Gestão do conhecimento em rede: a gestão do conhecimento em rede envolve a criação de
ecossistemas de conhecimento que conectam organizações, indivíduos e comunidades em
uma rede global, que facilita a colaboração, a cocriação de conhecimento e a transferência
de melhores práticas entre diferentes partes interessadas.
Gestão do conhecimento centrada no cliente: a abordagem centrada no cliente está se
tornando cada vez mais importante na gestão do conhecimento. Ela envolve entender as
necessidades, as preferências e as experiências dos clientes e utilizar esse conhecimento
para melhorar produtos, serviços e processos.
Cultura de aprendizagem organizacional: a cultura de aprendizagem organizacional é
essencial para o sucesso da gestão do conhecimento na medida em que promove a
aprendizagem contínua, o compartilhamento de conhecimento e a experimentação dentro
da organização, incentivando os colaboradores a aprenderem uns com os outros e a se
adaptarem às mudanças.
Logo, com o avanço da tecnologia, a ênfase na colaboração e na aprendizagem organizacional e
uma abordagem baseada em dados, as organizações estão desenvolvendo novas maneiras de
capturar, compartilhar e aplicar o conhecimento para impulsionar a inovação e a criatividade, a
fim de gerenciar melhor seu capital intelectual.
Nesse contexto, é importante citarmos algumas ferramentas e tecnologias que são bastante
utilizadas em tais processos:
Sistemas de Gestão do Conhecimento (SGC) Plataformas que permitem capturar,
armazenar, organizar e compartilhar
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
conhecimentos dentro da organização.
Intranets corporativas Rede interna de comunicação que conecta
os funcionários dentro da organização.
Redes sociais corporativas Plataformas que permitem aos funcionários
se conectarem, colaborarem e
compartilharem conhecimentos de maneira
semelhante às redes sociais tradicionais,
mas dentro do ambiente de trabalho.
Ferramentas de colaboração on-line Ferramentas on-line projetadas para facilitar
a colaboração e o compartilhamento de
conhecimento entre equipes dispersas
geograficamente.
Sistemas de gestão de documentos Sistemas que permitem às organizações
armazenarem, organizarem e gerenciarem
documentos de maneira eficiente,
facilitando o acesso e a recuperação de
informações importantes.
Business Intelligence (BI) e Analytics Ferramentas que ajudam as organizações a
analisarem grandes volumes de dados para
identificar tendências, padrões e insights
que podem ser usados para tomar decisões
informadas e estratégicas.
Plataformas de aprendizado on-line Também conhecidas como Learning
Management Systems (LMS), são utilizadas
para fornecer treinamento e
desenvolvimento aos funcionários de forma
digital.
Quadro 1 | Ferramentas e tecnologias na gestão do conhecimento
Vamos Exercitar?
A seguir, há uma lista de práticas interessantes que o Hotel Sunset poderia implementar a fim de
constituir uma atuação em rede e potencializar sua gestão do conhecimento:
Estabelecer parcerias estratégicas com outras empresas, isto é, não apenas com hotéis,
mas também com restaurantes, universidades,organizadoras de eventos, etc.
Participar de redes profissionais, como associações setoriais, grupos de interesse
específico ou fóruns on-line, pois essas redes também podem oferecer oportunidades de
aprendizado e desenvolvimento por meio de eventos, workshops e grupos de discussão.
Criar comunidades de práticas internas, nas quais os funcionários podem compartilhar
conhecimentos, trocar experiências e colaborar em projetos relacionados aos seus
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
interesses e áreas de expertise.
Implementar plataformas de colaboração on-line, como intranets, fóruns de discussão e
redes sociais corporativas, que facilitam o compartilhamento de conhecimento entre
funcionários.
Estabelecer programas formais de mentoria e tutoria, nos quais funcionários mais
experientes compartilham seus conhecimentos e suas experiências com colegas mais
novos.
Participar de eventos de networking, como conferências, feiras comerciais, workshops e
seminários da rede hoteleira e de turismo, oferecendo oportunidades para estabelecer
conexões com profissionais de outras organizações, trocar informações e aprender com as
melhores práticas do mercado.
Ao atuar em rede para ampliar sua gestão do conhecimento, a empresa pode aproveitar os
conhecimentos, as experiências e os recursos de uma ampla variedade de fontes, promovendo a
inovação, a aprendizagem contínua e o crescimento organizacional.
Saiba mais
Estudante, as leituras indicadas a seguir serão bastante úteis para a ampliação do conhecimento
desenvolvido por você até o momento. Aproveite!
O livro a seguir já foi indicado em aulas anteriores, mas com outros enfoques. Agora nosso
objetivo é estudar a dimensão 10, que aborda um tópico bastante presente na aula de hoje:
TERRA, J. C. 10 Dimensões da gestão da inovação. São Paulo: Alta Books, 2018. E-book.
O artigo adiante representa uma leitura bastante interessante sobre a evolução do campo e
sobre o futuro da área:
Gestão da informação e gestão do conhecimento: evolução e conexões.
Referências
ALMEIDA, M. de S. Gestão do conhecimento para tomada de decisão. São Paulo: Atlas, 2011. E-
book.
AKABANE, G. K.; POZO, H. Inovação, tecnologia e sustentabilidade: histórico, conceitos e
aplicações. São Paulo: Érica, 2020. E-book.
BARBOSA, R. R. Gestão da informação e gestão do conhecimento: evolução e
conexões. Perspectivas em Ciência da Informação, [s. l.], v. 25, n. esp., p. 168-186, 2020.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/22287/17904
Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/22287/17904. Acesso em:
11 jun. 2024.
BRILLO, J.; BOONSTRA, J. Liderança e cultura organizacional para inovação. São Paulo: Saraiva
Educação, 2019. E-book.
FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JÚNIOR, M. de M. Gestão estratégica do conhecimento: integrando
aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2011. E-book.
SILVA, F. P. da et al. Gestão da inovação. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book.
TERRA, J. C. 10 Dimensões da gestão da inovação. São Paulo: Alta Books, 2018. E-book.
TIGRE, P. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de
conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. E-book.
VIEIRA, R. Gestão do conhecimento: introdução e áreas afins. Rio de Janeiro: Interciência, 2016.
E-book.
Aula 5
Valor Organizacional
Videoaula de Encerramento
Este conteúdo é um vídeo!
Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo
computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo
para assistir mesmo sem conexão à internet.
Dica para você
Aproveite o acesso para baixar os slides do vídeo, isso pode deixar sua
aprendizagem ainda mais completa.
Olá, estudante!
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/22287/17904
Nesta videoaula, você verá formas de aplicar os conteúdos desenvolvidos até o momento que lhe
permitirão potencializar seus resultados e gerar um diferencial competitivo.
Vamos lá?
Ponto de Chegada
Olá, estudante! Chegamos ao final dos estudos desta unidade!
Após todo o conhecimento desenvolvido até aqui, você já entende que a gestão do conhecimento
pode potencializar a capacidade inovadora e estratégica das organizações ao facilitar o
compartilhamento de ideias, melhores práticas e lições aprendidas. Com isso, a gestão do
conhecimento estimula a inovação e o aprendizado contínuo dentro das organizações,
permitindo que elas se adaptem rapidamente às mudanças no ambiente, desenvolvam novos
produtos e se tornem capazes de abraçar oportunidades no mercado.
Com base em todo o conteúdo estudado até aqui, é possível afirmar que você tem conhecimento
suficiente para conseguir ampliar seu repertório a partir dos seguintes questionamentos:
É Hora de Praticar!
Este conteúdo é um vídeo!
Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo
computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo
para assistir mesmo sem conexão à internet.
Estudo de caso: o caso fictício da empresa Just’in Consultoria
em Projetos
Just’in Consultoria é uma empresa especializada em gerenciamento de projetos, composta por
um grupo de consultores profissionais, que está buscando implementar a gestão do
conhecimento para promover um ambiente empresarial criativo e, ao mesmo tempo, dentro dos
padrões e dos regulamentos específicos do setor. Isso é necessário porque o gerenciamento de
projetos se pauta na elaboração de um escopo muito bem definido e na gestão de um
cronograma e de um orçamento predeterminados.
Nesse contexto, é comum que gestores de projetos, por vezes, fiquem “presos” a tais controles,
mas, atualmente, tem-se falado muito no aprimoramento das competências desses profissionais,
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
que buscam se tornar mais dinâmicos e flexíveis para atenderem às mudanças que os projetos
podem vir a sofrer ao longo de sua execução. Assim, a empresa reconhece a importância de
fomentar a inovação para se manter competitiva, mas também enfrenta desafios em continuar
mantendo um comprometimento com padrões, prazos e sequenciamento de tarefas.
Partindo do exposto: como implementar uma estratégia abrangente para alinhar a gestão do
conhecimento aos processos de criatividade e inovação nesse contexto empresarial? 
1. Como gerenciar o conhecimento a fim de potencializar a criatividade dos colaboradores em
um cenário no qual padrões precisam ser seguidos?
2. Como integrar a gestão de processos de criatividade à gestão do conhecimento de forma
intuitiva?
A partir do caso apresentado e dos conhecimentos desenvolvidos ao longo da unidade, é
possível perceber que não existe uma resposta padrão, mas que se pode pensar em algumas
estratégias e em possíveis ações a serem realizadas, como as que estão listadas a seguir:
 Estimular uma cultura organizacional que valorize o compartilhamento de conhecimento,
ideias e experiências entre os funcionários.
  Implementar plataformas de comunicação interna, como fóruns on-line, grupos de
discussão e reuniões regulares, para facilitar a troca de informações e colaboração entre os
departamentos.
  Criar sistemas de gestão do conhecimento para capturar, organizar e armazenar
informações importantes, como documentos, manuais, relatórios e lições aprendidas.
  Utilizar ferramentas de gestão de documentos e bases de dados que permitam fácil
localização e acesso às informações relevantes quando necessário.
 Promover um ambiente onde os funcionários se sintam encorajados a experimentar novas
ideias e abordagens, mesmo que isso signifique desviar-se dos padrões existentes.
 Estabelecer processos de experimentação controlada, nos quais novas ideias possam ser
testadas e refinadas antes de serem implementadas em larga escala, minimizando riscos e
garantindo conformidade com os padrões regulatórios.
 Investir em programas de treinamento e desenvolvimento que incentivema criatividade, a
resolução de problemas e o pensamento inovador.
  Oferecer workshops, palestras e cursos sobre temas como design thinking, pensamento
crítico e gestão da criatividade para capacitar os funcionários a pensarem de forma criativa
dentro dos limites dos padrões e dos regulamentos estabelecidos.
 Estabelecer métricas e indicadores de desempenho para monitorar a eficácia da gestão do
conhecimento e o impacto da criatividade e da inovação organizacional.
 Realizar avaliações regulares para identificar áreas de melhoria e fazer ajustes no processo
de gestão do conhecimento conforme necessário para garantir a promoção de um
ambiente empresarial criativo e alinhado com os padrões exigidos.
Muito bacana, não é mesmo? Quais outras ações poderiam ser propostas, além dessas?
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Figura | Sínteses dos conteúdos
abordados durante os estudos
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO
ALMEIDA, M. de S. Gestão do conhecimento para tomada de decisão. São Paulo: Atlas, 2011. E-
book.
FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JÚNIOR, M. de M. Gestão estratégica do conhecimento: integrando
aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2011. E-book.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book.
TIGRE, P. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de
conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. E-book.
VIEIRA, R. Gestão do conhecimento: introdução e áreas afins. Rio de Janeiro: Interciência, 2016.
E-book.
Disciplina
GESTÃO DO CONHECIMENTO

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