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19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 1/25 Geografia e História A BNCC E AS NOVAS CONCEPÇÕES DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA Aula 1 - Fundamentos epistemológicos da Geografia e História Aula 2 - As transformações do ensino de História e Geografia na contemporaneidade Aula 3 - Os objetivos da BNCC para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Aula 4 - Os objetivos da BNCC para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Aula 5 - Encerramento da unidade Referências Aula 1 FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DA GEOGRAFIA E HISTÓRIA Nas últimas décadas, o cur rículo de História passou por significativas transformações. Antigamente, o ensino era centrado em umaabordagem eurocêntrica e factual. PONTO DE PARTIDA Nas últimas décadas, o currículo de História passou por significativas transformações. Antigamente, o ensino era centrado em uma abordagem eurocêntrica e factual. Atualmente, há maior ênfase em temas diversos e em metodologias que incentivam a análise crítica. O foco agora é conectar eventos históricos com questões contemporâneas, promovendo um entendimento mais abrangente e engajado entre os estudantes. O ensino de Geografia também evoluiu bastante. Da tradicional memorização de mapas e capitais, passou-se à valorização de competências analíticas e críticas. Hoje, o currículo inclui questões ambientais, urbanização, globalização, entre outras, que exigem dos alunos uma compreensão profunda das inter-relações sociedade- espaço. Além disso, a utilização de tecnologias e de geoprocessamento tem se tornado mais comum, preparando os estudantes para os desafios do século XXI (Schmidt; Bittencourt, 2002). O ensino de História e Geografia contribui significativamente para o desenvolvimento de diversas habilidades acadêmicas. Por meio do estudo de História e Geografia, os estudantes se familiarizam com diferentes https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 2/25 culturas, tradições e contextos sociais. Esse conhecimento amplia seus horizontes e promove maior empatia e respeito pela diversidade. Por conseguinte, contribui para a construção de uma sociedade mais coesa e harmoniosa. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos como exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é o professor de Geografia e História de uma escola pública localizada em uma comunidade periférica, e enfrenta um desafio constante: o baixo engajamento dos estudantes em relação a esses componentes curriculares. Diante desse cenário, você se vê perante as seguintes questões: Como integrar as experiências dos estudantes ao conteúdo? Quais métodos de ensino ativo podem ser aplicados para aumentar o interesse dos estudantes? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa aula! Vamos lá? Bons estudos! VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! No presente vídeo você acompanhará as informações mais importantes no que diz respeito ao ensino dos componentes de História e Geografia durante as últimas décadas, aos conceitos básicos para o processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História e às diferenças e aproximações entre as duas áreas. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. O ensino dos componentes de História e Geografia durante as últimas décadas Ao longo das últimas décadas, o currículo de História e Geografia nas escolas brasileiras passou por inúmeras transformações. Essas mudanças foram motivadas por avanços pedagógicos, demandas sociais e políticas educacionais. A reformulação dos conteúdos buscou não apenas atualizar os conhecimentos, mas também torná-los mais relevantes para os estudantes. De abordagens eurocêntricas e lineares, o ensino se expandiu para incluir perspectivas multiculturais, regionais e críticas, refletindo uma visão mais abrangente do mundo e da sociedade. Os métodos de ensino de História e Geografia também evoluíram significativamente. Nas décadas passadas, o ensino tradicional baseado na memorização de fatos e datas deu lugar a estratégias mais dinâmicas e interativas. O ensino por meio de projetos, estudos de caso e aulas expositivas utilizou-se, ao longo do tempo, de novas tecnologias e abordagens metodológicas centradas no estudante, favorecendo a construção ativa do conhecimento e o desenvolvimento das habilidades críticas (Schmidt; Bittencourt, 2002). A tecnologia desempenhou uma função primordial na transformação do ensino de História e Geografia. Ferramentas digitais como mapas interativos, recursos multimídia e plataformas colaborativas ampliaram as possibilidades de ensino e aprendizagem. Essas tecnologias não só enriqueceram o conteúdo apresentado, mas também possibilitaram novas formas de interação e engajamento dos estudantes, promovendo um entendimento mais profundo e contextualizado dos temas estudados. Imprimir https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 3/25 A formação de professores de História e Geografia teve de se adaptar a essas mudanças para melhor equipar os educadores com as competências necessárias. A capacitação contínua e a formação inicial passaram a incorporar conhecimentos das tecnologias educacionais, metodologias ativas e novas abordagens pedagógicas. Essa atualização constante é essencial para garantir a qualidade do ensino e a efetividade no processo de aprendizagem dos estudantes. Apesar dos avanços, o ensino de História e Geografia ainda enfrenta desafios significativos. A desigualdade no acesso a recursos tecnológicos, a resistência a mudanças metodológicas e a sobrecarga curricular são problemas que precisam ser abordados. Além disso, a polarização política pode influenciar negativamente o ensino dessas disciplinas, exigindo dos professores cada vez mais cuidado e atenção ao planejar suas práticas pedagógicas. A avaliação dos resultados e impactos educacionais no ensino de História e Geografia é relevante para entender a efetividade das transformações implementadas. Estudos mostram que abordagens mais interativas e contextualizadas tendem a melhorar o desempenho dos estudantes e a sua compreensão crítica dos conteúdos. No entanto, é necessário um esforço contínuo para medir o impacto de longo prazo dessas estratégias e garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade (Barros, 201 7). As últimas décadas testemunharam revisões significativas no ensino de História e Geografia, movidas por inovações curriculares e metodológicas. Embora a tecnologia tenha enriquecido o processo de aprendizagem e a formação de professores tenha se ampliado para incluir novas competências, os desafios persistem. Para avançar, é essencial continuar inovando e garantindo a equidade e a qualidade no acesso à educação. Esses esforços não apenas moldarão futuros19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 23/25 Fonte: elaborado pelo autor. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 24/25 REFERÊNCIAS Aula 1 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. LOBLER, C. A.; SIMÕES, M. da A. Metodologia do ensino de Geografia. Porto Alegre: Sagah, 201 6. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788569726999. Acesso em: 1 9 jul. 2024. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. Aula 2 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. LOBLER, C. A.; SIMÕES, M. da A. Metodologia do ensino de Geografia. Porto Alegre: Sagah, 201 6. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/. books/9788569726999. Acesso em: 1 9 jul. 2024. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. Aula 3 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. BAUER, C. S.; OLIVEIRA, S. de; ALVES, A. C. Z. Conteúdo e metodologia do ensino de história. São Paulo: Grupo A, 201 8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595027602/. Acesso em: 23 jul. 2024. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1 996. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788569726999 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595027602/ 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 25/25 PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1 987. Aula 4 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. BERTOLLO, M.; FRANCISCO, M. da A. S.; DANTAS, J. dos S. Metodologia do ensino de geografia: volume 2. Porto Alegre: Sagah, 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595028555/. Acesso em: 28 jul. 2024. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1 996. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1 987. Aula 5 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. OLIVEIRA, A. U. de. Para onde vai o ensino de geografia? São Paulo: Contexto, 1 989. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/97885851 34327/. Acesso em: 29 jul. 2024. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. Imagem de capa: Storyset e ShutterStock. Laura Geovana 2026-08-19 17:33:39 -------------------------------------------- trabalhos Acadêmicos Schuch contatos 54-991691369 ou 54-99357283 https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595028555/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788585134327/ https://storyset.com/ https://www.shutterstock.com/pt/ 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 1/28 Imprimir COMO ENSINAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Aula 1 - Autoconhecimento e a introdução às noções de tempo e espaço Aula 2 - A linguagem como recurso de localização no tempo e espaço Aula 3 - O corpo como registro do tempo e espaço Aula 4 - A BNCC e os campos de experiências: espaços, tempos, quantidades, relações e transformações Aula 5 - Encerramento da unidade Referências Aula 1 AUTOCONHECIMENTO E A INTRODUÇÃO ÀS NOÇÕES DE TEMPO E ESPAÇO Ao ensinar noções de passado, presentee futuro, juntamente com aideia de diferenteslocais e culturas, as crianças podem relacionar-se melhor com as nar rativas históricas e as realidades geográficas PONTO DE PARTIDA O autoconhecimento é o primeiro passo para a formação integral da criança. Segundo estudos da psicologia infantil, crianças que desenvolvem uma compreensão de suas emoções, preferências e habilidades tendem a se sentir mais seguras e confiantes em ambientes de aprendizagem. Essa segurança emocional é decisiva para o envolvimento em atividades que exigem colaboração e criatividade, essenciais para a Históriae a Geografia. A educação emocional deve ser considerada uma prioridade no ensino desde os primeiros anos. Os educadores são responsáveis por criar um ambiente que promova a expressão e o reconhecimento das emoções. Programas que incluem atividades de autoconhecimento, como rodas de conversa e jogos de expressão, favorecem o desenvolvimento dessas competências, preparando as crianças para abordar o conteúdo de História e Geografia de maneira crítica e reflexiva (Barros, 201 7). A ideia de tempo e espaço é fundamental na formação da percepção de mundo da criança. Ao ensinar noções de passado, presente e futuro, juntamente com a ideia de diferentes locais e culturas, as crianças podem https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 2/28 relacionar-se melhor com as narrativas históricas e as realidades geográficas. A introdução desses conceitos deve ser feita de forma lúdica, utilizando recursos visuais e narrativas que estimulem a curiosidade e o envolvimento ativo. O autoconhecimento não só beneficia o desenvolvimento emocional, mas também impacta diretamente a aprendizagem integrada. Crianças que estão em sintonia com suas emoções e identidade tendem a se tornar aprendizes mais engajados, críticos e criativos. Isso se reflete na forma como elas absorvem conteúdos complexos e se relacionam com a História e a Geografia, criando uma base sólida para seu futuro educacional e social. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é o professor de uma turma em uma escola de Educação Infantil, na qual crianças entre quatro e seis anos estão sendo introduzidas às noções básicas de História e Geografia. Você, consciente da importância do autoconhecimento, percebe que suas próprias inseguranças em relação ao conteúdo estão influenciando a maneira como ensina. Em vez de apresentar as informações de forma lúdica, você recorre a métodos mais tradicionais, o que acaba por inibir o interesse dos estudantes e limitar a sua capacidade de compreensão sobre o mundo que os cerca. Diante desse cenário, você se vê perante as seguintes questões: Como o autoconhecimento do educador pode influenciar sua prática pedagógica ao introduzir conceitos de tempo e espaço para crianças na Educação Infantil? De que maneira o contexto sociocultural das crianças pode ser integrado ao ensino de História e Geografia para maximizar o entendimento e o interesse dos estudantes? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa aula! Vamos lá? Bons estudos! VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! No presente vídeo você acompanhará as informações mais importantes no que diz respeito à aprendizagem e como trabalhar o autoconhecimento na Educação Infantil, além da construção de noções de tempo e espaço. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. Por que aprender e como trabalhar o autoconhecimento na Educação Infantil O autoconhecimento é uma ferramenta poderosa para os educadores, pois permite que eles reconheçam suas próprias inseguranças e limitações. Educadores que compreendem suas fragilidades são mais propensos a adaptar suas metodologias de ensino para que se tornem mais eficazes. Quando um professor sente confiança em sua abordagem, ele tende a utilizar estratégias lúdicas que estimulam a curiosidade das crianças, facilitando uma introdução mais envolvente aos conceitos de tempo e espaço. A autorreflexão contínua é categórica para que os educadores identifiquem áreas de melhoria em sua prática pedagógica. Esse processo permite que o professor ajuste sua abordagem de acordo com as necessidades e características dos estudantes, proporcionando um ambiente de aprendizado mais adaptável e inclusivo https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 3/28 (Barros, 201 7). Integrar o contexto sociocultural dos estudantes ao ensino de História e Geografia é essencial para maximizar o entendimento e o interesse. Ao relacionar o conteúdo abordado na sala de aula com as experiências diárias das crianças, os educadores aumentam a relevância do aprendizado. Esse enfoque não só enriquece o currículo, mas também promove uma conexão mais forte entre os estudantes e os temas estudados. Um método eficaz para conectar as experiências dos estudantes ao conteúdo ensinado é a utilização de storyte lin g , em que histórias locais e experiências pessoais são incorporadas às noções de tempo e espaço. Por exemplo, ao estudar a história de uma cidade, o professor pode solicitar que os estudantes compartilhem suas próprias histórias familiares relacionadas ao local, favorecendo um ambiente de aprendizado colaborativo e significativo. A contextualização do aprendizado aumenta o interesse dos estudantes e promove um entendimento profundo dos conteúdos abordados. Os estudantes se tornam mais engajados quando veem relevância e conexão entre o que estão aprendendo e suas próprias vidas, fomentando uma abordagem crítica diante do conhecimento adquirido. O desenvolvimento emocional e social é um dos pilares da Educação Infantil. Crianças que têm a oportunidade de explorar suas emoções em um ambiente seguro e acolhedor são mais propensas a desenvolver resiliência e autoconfiança. Esse aspecto é essencial para a formação de sua identidade e para a construção de relacionamentos saudáveis com os outros. Professores e educadores podem implementar diversas estratégias práticas para fomentar o autoconhecimento nas crianças. Atividades de reflexão, como rodas de conversa, podem ajudar os pequenos a expressarem o que sentem e pensam. Além disso, a utilização de diários de emoções pode ser uma ferramenta interessante para que as crianças registrem e compreendam suas experiências emocionais (Schmidt; Bittencourt, 2002). Figura 1 | Rodas de conversa Fonte: Freepik. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 4/28 Atividades lúdicas desempenham um papel essencial na estimulação da autoexpressão. Jogos de dramatização, arte e música são métodos eficazes que permitem às crianças explorarem diferentes facetas de sua personalidade. Ao se expressarem de forma criativa, as crianças se divertem além de começar a descobrir mais sobre si mesmas. Os educadores têm um papel determinante na facilitação do autoconhecimento. Eles devem adotar uma abordagem sensível e receptiva, criando um ambiente no qual as crianças se sintam seguras para compartilhar seus sentimentos e experiências. A escuta ativa e a validação das emoções são práticas que os educadores podem utilizar para apoiar o desenvolvimento emocional de seus estudantes. A avaliação do progresso do autoconhecimento nas crianças pode ser um desafio, masé fundamental. O uso de observações contínuas, conversas informais e feedback dos próprios estudantes pode fornecer dados sobre seu desenvolvimento. A identificação de mudanças nas habilidades de socialização e na capacidade de lidar com emoções pode servir como indicador do crescimento no autoconhecimento. O autoconhecimento é uma competência essencial que deve ser cultivada desde a infância. A implementação de estratégias lúdicas e a atuação dos educadores são peças-chave nesse processo. Ao promover o autoconhecimento, estamos ampliando as habilidades emocionais e sociais das crianças e preparando-as para enfrentar os desafios da vida de maneira mais resiliente e confiante. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 5/28 SIGA EM FRENTE Construindo noções de tempo e espaço Continuando os nossos estudos, passamos a tratar da construção de noções de tempo e espaço. A educação infantil deve incorporar a História e Geografia de maneira integrada, a fim de despertar o interesse das crianças por essas áreas do conhecimento. Livros ilustrados, músicas e a ação de contar de histórias são recursos que tornam o aprendizado mais lúdico e acessível. Essas abordagens ajudam as crianças a conectarem eventos históricos e características geográficas à sua própria realidade. Desenvolver noções de tempo permite que as crianças compreendam a sequência de eventos e a evolução das sociedades. Por outro lado, entender o espaço ajuda a formar uma consciência sobre a localização, a cultura e os diferentes modos de vida. Essas são habilidades fundamentais que apoiam o desenvolvimento de uma visão crítica e reflexiva sobre o mundo. As metodologias ativas, como aprendizagem baseada em projetos, são particularmente eficazes no ensino de História e Geografia. Ao envolver as crianças em atividades práticas, como visitas a museus ou caminhadas pela comunidade, é possível contextualizar os conteúdos e facilitar a construção do conhecimento. Atividades lúdicas, como jogos de tabuleiro que envolvem datas históricas ou a construção de mapinhas com materiais recicláveis, são excelentes estratégias para ensinar conceitos básicos de História e Geografia. Essas atividades promovem o aprendizado, a socialização, a criatividade e a expressão pessoal das crianças. Os projetos escolares que interligam História e Geografia permitem que os estudantes desenvolvam uma compreensão holística dos conteúdos. Por exemplo, ao estudar determinada cultura, as crianças podem explorar os eventos históricos que moldaram essa cultura e sua geografia, promovendo uma aprendizagem mais rica e contextualizada. O ensino de História e Geografia na Educação Infantil não se limita ao transferir de informações. Ele é uma oportunidade para desenvolver competências cognitivas, como a observação, a análise crítica e a resolução de problemas, assim como competências sociais, incluindo a empatia e o respeito pela diversidade cultural. A avaliação nesse nível deve ser contínua e formativa, focando no processo de aprendizado mais do que em resultados finais. Observações, portfólios e relatos das crianças sobre suas experiências são formas eficazes de avaliar o engajamento e a compreensão dos conceitos de História e Geografia (Schmidt; Bittencourt, 2002). O ensino de História e Geografia na Educação Infantil deve ser visto como um processo interativo que visa construir uma base sólida de compreensão temporal e espacial. Ao adotar abordagens lúdicas e integrativas, educadores podem facilitar o aprendizado, além de cultivar um senso de curiosidade e respeito pelo mundo que nos cerca. O desafio está em criar experiências significativas que acompanhem as crianças em sua jornada de descoberta. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 6/28 VAMOS EXERCITAR Aplicação do autoconhecimento e das noções de tempo e espaço de Geografia e História na área de Pedagogia Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é o professor de uma turma em uma escola de Educação Infantil, na qual crianças entre quatro e seis anos estão sendo introduzidas às noções básicas de História e Geografia. Assim, foi indagado como o autoconhecimento do educador pode influenciar sua prática pedagógica ao introduzir conceitos de tempo e espaço para crianças na Educação Infantil. E de que maneira o contexto sociocultural das crianças pode ser integrado ao ensino de História e Geografia para maximizar o entendimento e o interesse dos estudantes. Vamos à resposta! O autoconhecimento permite que os educadores reconheçam suas próprias inseguranças e limitações. Isso é importante, pois educadores que compreendem suas fragilidades são mais propensos a adaptar suas metodologias de ensino para que se tornem mais eficazes. Quando um professor sente confiança em sua abordagem, ele tende a utilizar estratégias lúdicas que estimulam a curiosidade das crianças, facilitando uma introdução mais envolvente aos conceitos de tempo e espaço. A utilização de estratégias lúdicas no ensino é basilar para atrair o interesse das crianças. Jogos, histórias interativas e atividades práticas permitem que as crianças vivenciem os conceitos de forma tangível. Por exemplo, atividades que envolvam a criação de maquetes ou a simulação de viagens geográficas podem facilitar a compreensão dos fatos históricos e geográficos, tornando o aprendizado mais prazeroso e eficaz. Integrar o contexto sociocultural dos estudantes ao ensino de História e Geografia é essencial para maximizar o entendimento e o interesse. Ao relacionar o conteúdo abordado na sala de aula com as experiências diárias das crianças, os educadores aumentam a relevância do aprendizado. Esse enfoque não só enriquece o currículo, mas também promove uma conexão mais forte entre os estudantes e os temas estudados (Barros, 201 7). O autoconhecimento do educador e a integração do contexto sociocultural são pilares fundamentais para a construção de uma prática pedagógica eficaz no ensino de História e Geografia na Educação Infantil. Ao superar inseguranças e utilizar métodos lúdicos e contextualizados, os educadores podem não apenas despertar o interesse dos estudantes, mas também ajudá-los a desenvolver uma compreensão mais rica e empática do mundo ao seu redor. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 7/28 Aula 2 A LINGUAGEM COMO RECURSO DE LOCALIZAÇÃO NO TEMPO E ESPAÇO A compreensão do tempo é uma habilidade complexa que requer a utilização dalinguagem para interpretar eventos passados, presentes e futuros. PONTO DE PARTIDA A compreensão do tempo é uma habilidade complexa que requer a utilização da linguagem para interpretar eventos passados, presentes e futuros. Por meio denarrativas e a ação de contar histórias, as crianças podem entender sequências temporais e a relação entre eventos históricos. A capacidade de situar-se temporalmente é fundamental para o entendimento histórico e cultural. Dessa forma, as atividades que envolvem cronologias e biografias ajudam a desenvolver essa habilidade. De maneira semelhante, a linguagem é fundamental para a localização espacial. As crianças aprendem a usar termos como 'acima', 'abaixo', 'perto' e 'longe' para orientar-se no espaço. A introdução de mapas e globos em sala de aula, acompanhados de uma linguagem apropriada, facilita a compreensão de conceitos como continentes, países e localidades. A Geografia é, em grande parte, uma língua que se aprende com o tempo (Barros, 201 7). No ensino de História, a linguagem serve como um meio de comunicação e molda a maneira como os estudantes percebem e interpretam acontecimentos. Quando se trata de Geografia, a linguagem fornece os instrumentos necessários para que as crianças entendam os conceitos de paisagem, clima e população, por exemplo. O vocabulário geográfico, que inclui termos técnicos e descritivos, é fundamental para a identificação e análise dos fenômenos geográficos. O domínio do léxico geográfico é decisivo para a formação de indivíduos críticos e conscientes de seu espaço. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é o professor de uma turma em que é possível observar uma situação na qual algumas crianças têm dificuldades para seguir atividades que envolvem a noção de passado, presente e futuro. A falta de compreensão temporal se reflete em suas participações nas atividades diárias, em que cronogramas simples se tornam desafios. Essa problemática https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659/ 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 8/28 demonstra a necessidade de estratégias educacionais específicas que ajudem os estudantes a verbalizar e entender a sequência de eventos em suas vidas. Diante desse cenário, você se vê diante das seguintes questões: Como as intervenções metodológicas podem ser adaptadas para atender às diferentes necessidades de compreensão temporal entre as crianças? De que forma é possível incentivar a empatia e o respeito pelo espaço compartilhado em um ambiente escolar, promovendo um aprendizado coletivo significativo? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa aula! Vamos lá? Bons estudos! VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! No presente vídeo você acompanhará as informações mais importantes sobre o papel da linguagem como recurso de localização no tempo e no espaço. Também verá exemplos de situações em que a linguagem foi determinante para a disseminação de conhecimentos e atividades explorando a linguagem. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. O papel da linguagem como recurso de localização no tempo e espaço A História fornece às crianças um entendimento sobre sua própria identidade e o contexto cultural em que vivem. Ela ajuda a construir uma noção de pertencimento e continuidade, permitindo que os estudantes reconheçam sua trajetória no tempo. Além disso, a História estimula a curiosidade e o questionamento, habilidades essenciais para um aprendizado efetivo. Por sua vez, a Geografia ensina as crianças a explorarem e compreenderem o ambiente ao seu redor, desenvolvendo uma consciência espacial. Ela facilita o entendimento das relações entre os seres humanos e o seu meio, promovendo um olhar crítico sobre temas como urbanização, sustentabilidade e diversidade cultural. Essas aprendizagens são essenciais para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis. A linguagem ultrapassa o simples ato de comunicação: ela é essencial para a construção de significados em História e Geografia. O uso de narrativas, descrições e diálogos pode enriquecer o aprendizado, tornando conceitos abstratos mais palpáveis. Quando as crianças se envolvem em conversas guiadas e contam suas próprias histórias, elas se tornam agentes ativas em sua aprendizagem. Para ensinar a localização no tempo, atividades como a construção de linhas do tempo podem ser extremamente eficazes. A utilização de marcos, tanto pessoais quanto históricos, possibilita às crianças a visualização de eventos em uma sequência cronológica, ajudando, assim, na compreensão temporal. Jogos que envolvem a sequência de acontecimentos históricos também podem ser interessantes (Schmidt; Bittencourt, 2002). O educador atua como mediador nesse processo, guiando as discussões e encorajando a participação dos estudantes. Para isso, é essencial que o professor crie um ambiente que valorize o diálogo e a curiosidade, permitindo que as crianças se sintam à vontade para expressar suas ideias e questionamentos. O papel do https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescrica… 9/28 educador é, portanto, de facilitador, capacitando os estudantes a explorarem o conhecimento por conta própria (Barros, 201 7). A interseção entre História e Geografia na Educação Infantil é categórica para a formação de crianças informadas e críticas. O uso da linguagem como ferramenta didática é um elemento-chave que, se bem aproveitado, pode transformar o aprendizado. Por meio da combinação de estratégias práticas e da mediação atenta do educador, é possível criar uma experiência educativa rica, que prepara os pequenos para um mundo cada vez mais interconectado. SIGA EM FRENTE Atividades que exploram a linguagem Continuando os nossos estudos, passamos a tratar das atividades que exploram a linguagem. Uma das abordagens eficazes para ensinar História na Educação Infantil é por meio de narrativas que envolvam os estudantes. Contar histórias que conectem crianças a personagens históricos ou eventos pode despertar a curiosidade e a vontade de aprender mais. A mediação da linguagem é crítica para que a criança construa seu conhecimento. Além disso, atividades que envolvem dramatizações e encenações podem ser uma maneira lúdica de vivenciar o passado. Ao ensinar Geografia, é importante utilizar recursos visuais e atividades práticas que ajudem os alunos a visualizarem o espaço que habitam. A abordagem de ensino baseada em projetos também se mostra eficaz, em que os estudantes podem desenvolver trabalhos que exploram a geografia local, promovendo um entendimento mais profundo de seu entorno. Considere, por exemplo, a criação de um museu de História na sala de aula, em que os estudantes trazem objetos que representam sua cultura ou história familiar. Essa prática promove a aprendizagem de História e desenvolve habilidades linguísticas por meio da apresentação oral das peças. Na Geografia, um projeto em que as crianças constroem um mapa da comunidade pode estimular o trabalho em equipe, ao mesmo tempo que ensina sobre os diferentes espaços que compõem seu ambiente. A narrativa ajuda as crianças a construírem significado e memória. O ato de contare ouvir histórias permite que a criança se situe no mundo, desenvolvendo empatia e compreensão de diferentes contextos culturais e históricos. Histórias contadas de maneira envolvente podem melhorar a retenção de informações e o interesse pelo conhecimento. Para integrar de forma eficaz a linguagem aos conteúdos, é importante criar atividades interativas. Jogos de perguntas e respostas e elaboração de histórias coletivas são formas de unir o aprendizado dos conteúdos à prática da linguagem. Tais atividades estimulam a expressão oral e promovem um ambiente de aprendizagem colaborativa e inclusiva. A linguagem, nesse contexto, é essencial para a construção de conhecimento, permitindo que os jovens aprendizes absorvam informações, as contextualizem e as façam suas. Ao adotar abordagens criativas e interativas, os educadores podem cultivar uma curiosidade duradoura e um apetite pelo aprendizado que acompanhará as crianças ao longo de suas vidas. A aplicação de jogos e brincadeiras que incentivam a narração de histórias é basilar para o aprendizado de História. Por exemplo, dramatizações em sala de aula, em que as crianças representam personagens https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 10/28 históricos, ajuda na retenção de informações e estimula a criatividade e a capacidade de expressão. A Associação Brasileira de Educação Infantil (ABEI) sugere a utilização de fantoches e objetos de cena para tornar essas histórias mais vibrantes. Para o ensino de Geografia, é essencial utilizar recursos visuais que facilitem a compreensão do espaço e das características geográficas. Mapas coloridos, globos e aplicativos interativos podem transformar a sala de aula em um ambiente de aprendizagem dinâmico. O uso de maquetes e atividades ao ar livre, como passeios para explorar a vizinhança, proporciona uma experiência prática que conecta as crianças com o mundo ao seu redor, promovendo uma apreensão mais profunda das informações geográficas. A fusão de História e Geografia em atividades conjuntas enriquece o aprendizado. Por exemplo, projetos que investigam a história de uma região específica, relacionando eventos históricos com suas características geográficas, permitem que as crianças vejam a interdependência entre esses campos. As visitas a museus ou centros históricos, acompanhadas de discussões guiadas, podem acentuar essa conexão, tornando o aprendizado mais significativo e contextualizado. Promover a linguagem oral e escrita é essencial nesse estágio. As atividades que envolvem narrativas e expressões artísticas ajudam as crianças a articularem suas ideias e emoções. Incentivar a produção de desenhos de suas experiências em visitas ou criações de histórias ligadas aos temas estudados não só desenvolve suas habilidades linguísticas, mas também as prepara para uma comunicação mais eficaz no futuro (Schmidt; Bittencourt, 2002). O ensino de História e Geografia para a Educação Infantil, por meio de atividades lúdicas que exploram a linguagem, representa uma estratégia poderosa e inovadora que pode transformar a experiência educacional. Ao integrar diferentes abordagens e materiais didáticos, é possível fomentar o interesse e a curiosidade das crianças, preparando-as para um aprendizado mais significativo. Ao final, o objetivo é desenvolver a capacidade crítica e criativa dos estudantes, preparando-os para se tornarem cidadãos conscientes de seu passado, presente e futuro. VAMOS EXERCITAR Aplicação da linguagem como recurso de localização no tempo e espaço na área de Pedagogia Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é o professor de uma turma, em que é possível observar uma situação na qual algumas crianças têm dificuldades para seguir atividades que envolvem a noção de passado, presente e futuro. Assim, foi indagado: Como as intervenções metodológicas podem ser adaptadas para atender às diferentes necessidades de compreensão temporal entre as crianças? De que forma é possível incentivar a empatia e o respeito pelo espaço compartilhado em um ambiente escolar, promovendo um aprendizado coletivo significativo? Vamos à resposta! A falta de habilidades para compreender a noção de tempo pode resultar em dificuldades na sequência de eventos e na organização de ideias ao longo do tempo. Crianças que não conseguem identificar se um evento ocorreu no passado, é atual ou ainda irá acontecer podem ter dificuldades em seguir cronogramas simples ou https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 11/28 participar ativamente de discussões em sala de aula. Esses obstáculos afetam seu aprendizado, sua interação social e suas habilidades de comunicação. As dificuldades na compreensão da sequência de eventos podem manifestar-se em atividades cotidianas, como contar histórias ou descrever experiências. Muitas vezes, isso leva a frustrações tanto para os educadores quanto para os estudantes. A dificuldade de percepção do tempo pode comprometer a capacidade dos estudantes de expressar pensamentos e sentimentos, tornando-se um desafio que requer atenção especial nas metodologias de ensino. Os educadores devem adotar estratégias metodológicas adaptativas para abordar as diferentes necessidades de compreensão temporal entre as crianças, incluindo, por exemplo, a utilização de recursos visuais, como linhas do tempo e cronogramas ilustrativos, que ajudam as crianças a visualizarem a sequência de eventos. Além disso, atividades lúdicas, como jogos de cartas que envolvam a ordenação de eventos, podem proporcionar um ambiente de aprendizado mais engajador e eficaz. A integração de recursos visuais e atividades lúdicas pode auxiliar significativamente no ensino da noção de tempo. Por exemplo, a utilização de fantoches para narrar histórias em ordem cronológica ou a criação de murais que representem a evolução de eventos históricos pode fomentar um entendimento mais profundo. Para que haja um aprendizado coletivo significativo, é fundamental promover a empatia entre os estudantes. A empatia pode ser cultivada por meio de atividades que incentivem a expressão de sentimentos e a troca de experiências, como círculos de conversa ou jogos de dramatização. Essa prática não só ajuda na compreensão temporal, mas também forma um ambiente escolar mais acolhedor e respeitoso. O respeito pelo espaço compartilhado em um ambiente escolar é essencial para o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. Promover a colaboração coletiva em tarefas e projetos ajuda a estabelecer um senso de pertencimento e responsabilidade mútua. Ao trabalharem juntas, as crianças aprendem a valorizar a perspectiva dos outros, incluindo a sua própria relação com o tempo e os eventos que compartilhamos. Aula 3 O CORPO COMO REGISTRO DO TEMPO E ESPAÇO Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric…12/28 As experiências corporais, como cor rer, saltar e brincar criammemórias que são fundamentais parao entendimento temporal. PONTO DE PARTIDA Na infância, a percepção do tempo é intrínseca ao desenvolvimento do corpo. As experiências corporais, como correr, saltar e brincar criam memórias que são fundamentais para o entendimento temporal. Dessa forma, as crianças vivem o tempo; elas o experimentam, e essa vivência corporal é a base para aferir conceitos temporais, como passado, presente e futuro. O espaço físico é determinante no aprendizado infantil. Ambientes ricos em estímulos sensoriais, que incluem diferentes texturas, sons e movimentos, favorecem o engajamento das crianças e potencializam a compreensão espaço-temporal. A interação com o espaço também promove a compreensão do mundo ao redor, permitindo que a criança articule suas experiências corporais com a noção de território e localização. O corpo, como mediador, atua na forma como as crianças constroem e reinterpretam o conhecimento. Por isso, atividades que envolvem movimento, como dramatizações ou jogos de representação, permitem que os estudantes internalizem relatos históricos e conceitos geográficos. Além disso, as práticas pedagógicas que incorporam o corpo atraem a atenção das crianças e estimulam a curiosidade. A utilização de danças e jogos populares tradicionais incentiva a atividade física e promove a expressão cultural e a construção de identidades coletivas entre os estudantes. As experiências corporais das crianças se entrelaçam com suas histórias pessoais e coletivas, refletindo como a cultura e o ambiente influenciam suas visões de mundo. O reconhecimento e a valorização dessas histórias dentro da sala de aula são essenciais para um ensino de História e Geografia que respeite e amplifique as vozes das crianças (Schmidt; Bittencourt, 2002). Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é um professor de Educação Infantil que se depara com uma turma de estudantes curiosos, mas que apresentam dificuldades em compreender a noção de tempo e espaço em suas aulas de História e Geografia. As crianças, agitadas e visivelmente desconectadas dos conceitos abstratos apresentados, precisam de uma abordagem que traduza essas noções intangíveis em experiências concretas. O desafio do educador é tornar o aprendizado mais significativo, utilizando o próprio corpo como um instrumento para registrar e viver essas dimensões temporais e espaciais. Diante desse cenário, você se vê diante das seguintes questões: Quais atividades que envolvem o movimento corporal podem ser desenvolvidas para facilitar o entendimento dos conceitos de tempo e espaço? Como é possível avaliar a eficácia dessas atividades na percepção histórica e geográfica dos estudantes? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa aula! Vamos lá? Bons estudos! https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 13/28 VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! Nesta videoaula, discutiremos a maneira de conhecer o corpo para aprender sobre o meio. Também estudaremos a respeito das atividades envolvendo o corpo para aprender sobre o tempo e o espaço e a exploração da corporeidade na Educação Infantil. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. Conhecendo meu corpo para aprender sobre o meio O corpo humano pode ser um recurso didático para abordar temas relacionados à História e Geografia. As crianças podem aprender sobre diferentes regiões ao associar características físicas de seu corpo com as peculiaridades do meio ambiente. Por exemplo, discutir a respeito da vegetação e do clima de uma área pode ser correlacionado com a forma como o corpo humano se adapta a esses ambientes. Essa relação anatômica permite que as crianças visualizem os conceitos de maneira concreta, facilitando a absorção de conteúdos. O desenvolvimento do conhecimento corporal é muito importante na Educação Infantil, pois promove a autoconfiança e a percepção do eu em relação ao mundo. Quando as crianças entendem como seus corpos funcionam, tornam-se mais capazes de explorar e interagir com o ambiente ao seu redor. Essa consciência também estimula a curiosidade, incentivando-as a fazer perguntas sobre incompreensões que afetam seus contextos. O aprendizado ativo, pautado em atividades corporais, tem mostrado benefícios significativos. Estudos indicam que essa abordagem melhora a retenção de informações, a participação em sala e a motivação dos estudantes (Schmidt; Bittencourt, 2002). Atividades Em sala de aula, é essencial que sejam utilizados métodos lúdicos para introduzir conceitos de espaço, tempo e continuidade. Por meio de brincadeiras que envolvem danças representativas de diferentes culturas ou jogos de simulação de exploração geográfica, as crianças podem vivenciar e internalizar o aprendizado, tornando-se participantes ativas da construção do conhecimento (Schmidt; Bittencourt, 2002). Além disso, também é interesse implementar atividades práticas que conectem o conhecimento corporal ao meio ambiente, com o objetivo de fortalecer a aprendizagem. Podemos citar como exemplos atividades como caminhadas ao ar livre, em que as crianças podem observar e descrever o que veem, combinadas com a prática de exercícios físicos que imitam movimentos de animais ou fenômenos naturais. Dessa forma, para garantir que todos os estudantes, independentemente de suas habilidades, tenham acesso ao aprendizado, é necessário que sejam incluídas práticas pedagógicas inclusivas, como: Atividades que permitam variações de participação, como a utilização de recursos visuais e táteis. Envolver as famílias no processo educativo. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 14/28 Fomentar um ambiente acolhedor para o desenvolvimento de uma aprendizagem que considere todas as dimensões do corpo e do espaço. Avaliação A avaliação do aprendizado deve refletir a diversidade das experiências dos estudantes, além de ajudar os educadores a perceberem como as crianças se relacionam com a História e Geografia. Para essa avaliação, podem ser utilizadas: Observações das interações das crianças durante atividades práticas. Registros de suas expressões e criações. Reflexões coletivas sobre aprendizados. Ao implementar métodos lúdicos, atividades práticas e uma abordagem inclusiva, educadores contribuem para a formação de cidadãos conscientes e respeitosos com o meio em que vivem, reforçando a importância de conectar a corporeidade a essas disciplinas. A exploração e a interação fazem parte da essência do desenvolvimento infantil e são essenciais para a construção de um aprendizado significativo. SIGA EM FRENTE Continuando os nossos estudos, passamos a tratar do processo de ensino e aprendizagem por meio da corporeidade. Dentre as metodologias que podem ser utilizadas, destaca-se a aprendizagem baseada em projetos, que permite que os estudantes explorem temashistóricos e geográficos por meio de ações práticas. A utilização de jogos, dramatizações e até atividades ao ar livre para explorar a vizinhança são exemplos de como a corporeidade pode ser integrada ao currículo. Tais abordagens ajudam a criar um ambiente de aprendizagem que valoriza a curiosidade e o movimento (Barros, 201 7). O ensino de História deve oferecer oportunidades para que as crianças se conectem com os eventos históricos. Dessa forma, para explorar a História de forma tangível, aumentando a retenção de informações, podem ser utilizados métodos que integrem o corpo, como: Dramatizações de eventos históricos. Jogos de interpretação, em que as crianças encenam figuras históricas ou eventos marcantes. Utilização de objetos físicos para representar diferentes períodos, permitindo que a criança compreenda a evolução das civilizações de maneira mais concreta. Linha do tempo humana, em que os estudantes se organizam em ordem cronológica de eventos, ajudam a concretizar a noção de passado, presente e futuro, facilitando a compreensão, além de desenvolver a memória e o raciocínio lógico. Por sua vez, o ensino de Geografia é essencial para a formação da percepção espacial das crianças. Atividades interessantes incluem: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 15/28 Caminhada em círculo para representar continentes ou jogos de localização com elementos físicos para compreensão de mapas, ambientes e culturas. Jogos de simulação de viagens, em que as crianças “viajam” de um lugar para outro em sala de aula, ajudam a desenvolver a percepção espacial e a compreensão de distâncias e locais. Passeios exploratórios, em que as crianças podem mapear o trajeto até um local específico, discutindo sua importância histórica e geográfica. Brincadeiras que envolvem a criação de mapas humanos ou experiências sensoriais em ambientes externos permitem que as crianças explorem e compreendam melhor seu espaço físico, desenvolvendo habilidades importantes para a Geografia e a História. Ao explorar História e Geografia na Educação Infantil por meio da corporeidade, promovemos um ambiente de aprendizagem que respeita as singularidades das crianças e as prepara para serem cidadãs críticas e conscientes. A inclusão dessas práticas no currículo escolar é essencial para a formação de uma nova geração que valoriza a história e o espaço em que vive, formando conexões com o conhecimento adquirido. VAMOS EXERCITAR Aplicação do processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é um professor de Educação Infantil que se depara com uma turma de estudantes curiosos, mas que apresentam dificuldades em compreender a noção de tempo e espaço em suas aulas de História e Geografia. Assim, indagou-se: Quais atividades que envolvem o movimento corporal podem ser desenvolvidas para facilitar o entendimento dos conceitos de tempo e espaço? E como posso avaliar a eficácia dessas atividades na percepção histórica e geográfica dos estudantes. Vamos à resposta! Atividades que envolvem movimento corporal são essenciais para facilitar a compreensão de noções temporais e espaciais. Por meio de jogos e dinâmicas que incentivam a movimentação, os estudantes podem vivenciar conceitos como passado, presente e futuro, além de relações espaciais, de maneira tangível. A utilização de uma linha do tempo no contexto educacional é imprescindível para o aprendizado, pois possibilita aos estudantes uma forma visual e interativa de compreender a sequência e a conexão de eventos históricos. O conceito de linha do tempo, que representa graficamente a ordem cronológica dos acontecimentos, torna-se ainda mais relevante quando abordamos eventos específicos que tenham um significado especial para a comunidade local. Ao transformar cada estudante em um representante de um evento da história do seu bairro ou cidade, cria- se uma ligação entre a vivência deles e a noção de temporalidade, facilitando a assimilação da História de maneira mais concreta e significativa. Por exemplo, eventos como a fundação de um bairro, a construção de um monumento ou a realização de uma festa tradicional podem ser utilizados para ilustrar essa abordagem. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 16/28 Dessa forma, os estudantes se envolvem com a História e desenvolvem uma compreensão mais profunda de como suas experiências pessoais são interligadas a um contexto histórico mais amplo, promovendo um sentido de identidade e pertencimento à sua comunidade (Baliski, 201 6). Exercícios que incorporam o movimento do corpo, como danças, dramatizações ou encenações, tornam o aprendizado mais envolvente. Uma atividade interessante requer a criação de um mapa no chão da sala de aula, em que as crianças podem “navegar” pelos diferentes lugares virtuais, representando diversas regiões do Brasil ou do mundo, enquanto realizam saltos, corridas e outros movimentos que simbolizam as distâncias geográficas. Integrar a História e a Geografia nas atividades de movimento corporal oferece uma abordagem interdisciplinar que enriquece a experiência de aprendizado. Por exemplo, ao estudar civilizações antigas, as crianças podem recriar as construções icônicas utilizando seus corpos, representando a arquitetura e a urbanização de épocas passadas, ao mesmo tempo que exploram noções de espaço e tempo. Concluindo, a aplicação de atividades que envolvem movimento corporal no ensino de História e Geografia não é apenas inovadora, mas uma necessidade em face das inadequações na abstração de conceitos. Usar o corpo como meio de aprender pode criar experiências significativas, encurtando a distância entre o conhecimento teórico e a vivência prática, promovendo um ensino mais eficaz e envolvente para as crianças. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 17/28 Aula 4 A BNCC E OS CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS: ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES Os fundamentos da BNC C na EducaçãoInfantil estão alinhados com a proposta deensinar às criançasa explorarem o mundo ao seu redor. PONTO DE PARTIDA Os fundamentos da BNCC na Educação Infantil estão alinhados com a proposta de ensinar às crianças a explorarem o mundo ao seu redor. A base defende que a aprendizagem deve ser contextualizada e significativa, permitindo às crianças a conexão entre seu cotidiano e as noções de tempo e espaço. Essa abordagem é basilar para que os estudantes compreendam sua identidade e o lugar que ocupam na sociedade. Os campos de experiências na Educação Infantil são espaços de vivências e aprendizagensque favorecem o desenvolvimento integral das crianças. Cada campo apresenta uma proposta diferenciada, mas todos visam promover a interação, a exploração e a reflexão. No contexto do ensino de História e Geografia, é essencial que as crianças desenvolvam uma noção de espaço e tempo, além de compreender suas relações sociais e culturais. Dessa forma, para enriquecer as experiências dos estudantes, a BNCC propõe que os educadores utilizem diferentes ambientes de aprendizagem – sejam eles físicos, sociais ou virtuais, com o objetivo de favorecer o entendimento das relações espaciais e temporais. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é o professor de uma turma de Educação Infantil e se depara com um grupo de crianças de diferentes origens culturais. Ao introduzir temas de História e Geografia, você percebe a dificuldade de os estudantes relacionarem objetivos de aprendizagem e desenvolvimento às suas vivências cotidianas, como o estabelecimento de relações de comparação entre os objetos, observando suas propriedades. A diversidade de contextos familiares e sociais representa um desafio significativo na execução de atividades que respeitem as diretrizes da BNCC e que sejam ao mesmo tempo educativas e inclusivas. Diante desse cenário, você se vê diante das seguintes questões: Como os conhecimentos prévios das crianças podem ser utilizados para desenvolver a habilidade de comparação de objetos? De que maneira o educador pode promover um diálogo entre a vivência dos estudantes e essa habilidade da BNCC, visando ao desenvolvimento de uma aprendizagem significativa? https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 18/28 Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa Aula! Vamos lá? Bons estudos! VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! Nesta videoaula, discutiremos a exploração do tempo físico e cronológico na Educação Infantil, a construção da ideia de passado e o estabelecimento de relações com outros campos de experiências. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. Explorando tempo físico e cronológico na Educação Infantil A BNCC é um documento normativo que estabelece as aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem desenvolver ao longo da educação básica. Na Educação Infantil, sua principal missão é garantir que todas as crianças tenham acesso a práticas educativas de qualidade, que respeitem suas vivências e ritmos de aprendizagem, promovendo um ambiente que favoreça o desenvolvimento integral. A BNCC define os campos de experiências, ou seja, as áreas de conhecimento que devem ser exploradas de forma interligada, que incluem: O Eu, o Outro e o Nós. Corpo, Gestos e Movimentos. Escuta, Fala, Leitura e Escrita. Espaços, Tempo, Quantidades, Relacionamentos e Transformações. A BNCC e os campos de experiências oferecem uma oportunidade para repensar a relação da Educação Infantil com o tempo, uma vez que integrar o tempo físico e cronológico nas práticas pedagógicas enriquece o aprendizado e contribui para o desenvolvimento integral da criança. Assim, faz-se necessário compreender a diferença entre tempo físico e cronológico: Tempo cronológico: refere-se à métrica ou ao calendário, a passagem dos dias, meses e anos. Tempo físico envolve as percepções da criança sobre essa passagem, como os ritmos biológicos e os ciclos de atividades, que se refletirão em seu aprendizado e desenvolvimento. Essa percepção temporal influencia o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. Além disso, por meio da vivência e compreensão do tempo, as crianças são capazes de relacionar eventos, entender sequências e construir memórias. Essa percepção, portanto, não é apenas uma questão cronológica, mas um elemento que integra experiências, emoções e aprendizados. Mas como explorar diferentes temporalidades? Por meio de práticas pedagógicas, como: contar histórias que se desenrolam em diferentes épocas; jogos que requerem o uso do tempo físico e cronológico; e projetos que envolvem a observação e registro das mudanças nas estações do ano. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 19/28 Avaliação E como realizar a avaliação dos resultados das abordagens temporais? Para isso, é fundamental uma análise cuidadosa das experiências vivenciadas pelas crianças, considerando, além dos aspectos acadêmicos, o desenvolvimento emocional e social. Ferramentas de avaliação formativa, que considerem as manifestações das crianças em relação ao tempo, podem fornecer dados importantes para ajustar e aprimorar as práticas pedagógicas. Porém, para que essas práticas sejam efetivas, é imprescindível que os educadores estejam abertos à reflexão e à adaptação de suas abordagens em relação ao tempo. Deve-se encorajar a criação de um ambiente que valorize a observação, a escuta ativa e a valorização das experiências individuais das crianças. SIGA EM FRENTE Construindo a ideia de passado e estabelecendo relações com outros campos de experiências Continuando os nossos estudos, passamos a tratar da construção da ideia de passado e do estabelecimento de relações com outros campos de experiências. A memória é um elemento essencial na formação da identidade, que contribui para a construção do ser e do pertencimento. Por meio da aprendizagem e do reconhecimento de eventos históricos, os estudantes desenvolvem um entendimento mais profundo de quem são e de seu papel na sociedade. Desse modo, as experiências educativas devem fomentar a conexão entre passado e presente, permitindo que os estudantes percebam a continuidade histórica e suas repercussões no contexto contemporâneo. Essa abordagem contextualiza o ensino e possibilita uma reflexão crítica sobre a História, estimulando o pensamento analítico. Projetos interdisciplinares que unificam a História com a Geografia, por exemplo, podem enriquecer essa relação. A BNCC incentiva a promoção de diálogos interdisciplinares. Por exemplo, atividades que envolvem a análise de obras artísticas em locais históricos enriquecem o entendimento do espaço e a interação entre temporalidades, como o estudo de narrativas históricas em livros que dialogam com épocas específicas (De Souza, 2020). Também é possível explorar dados estatísticos em contextos literários, elucidando as quantidades, ou ainda investigar as relações entre eventos históricos e suas representações artísticas. Ao mesmo tempo, a discussão sobre a evolução de temas em diversas disciplinas revela as transformações ao longo do tempo. O ensino da História é relevante para a formação crítica e consciente dos estudantes. Compreender o passado permite que os estudantes reconheçam suas raízes culturais e desenvolvam uma perspectiva crítica dos eventos que moldaram a sociedade. A BNCC, ao incorporar a história e a memória nas diretrizes educacionais, propõe que as instituições de ensino promovam uma educação que valorize essa dimensão temporal, contribuindo para a formação doscidadãos. A construção da memória é um processo complexo que envolve seleção e interpretação dos eventos passados. Em um ambiente educacional, os educadores devem incentivar uma reflexão crítica sobre essas narrativas, permitindo que os estudantes questionem e analisem diferentes versões da história. A proposta da BNCC destaca a necessidade de dialogar sobre as múltiplas memórias que coexistem em uma sociedade, https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 20/28 promovendo, assim, um espaço de aprendizado inclusivo e diversificado. Ao fomentar essa reflexão, a educação se torna um instrumento de transformação social, permitindo que os estudantes desenvolvam um senso crítico em relação ao seu contexto histórico. As práticas pedagógicas no ambiente escolar devem refletir a intrínseca relação entre passado e presente. A inserção de projetos que envolvam a história local, a valorização de manifestações culturais e o estudo de figuras históricas significativas são algumas estratégias que podem ser adotadas. A BNCC sugere a implementação de abordagens que não apenas contemplem fatos históricos, mas que também conectem esses eventos com as experiências vividas pelos estudantes. Isso enriquece o processo de ensino- aprendizagem, tornando-o mais significativo e relevante para os estudantes (Baliski, 201 6). A BNCC, ao enfatizar a construção do passado por meio dos campos de experiências, abre espaço para uma educação que valoriza a memória, a crítica e a intertextualidade. Isso não só enriquece o aprendizado dos estudantes, mas também amplia suas possibilidades de atuação enquanto cidadãos conscientes e críticos de sua história e cultura. A reflexão sobre o passado, como forma de entender o presente e traçar caminhos para o futuro, é essencial para a formação de identidades integradas e comprometidas com a sociedade. VAMOS EXERCITAR Aplicação da BNCC e dos campos de experiências no ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização. Imagine que você, estudante, é o professor de uma turma de Educação Infantil, e se depara com um grupo de crianças de diferentes origens culturais. Ao introduzir temas de História e Geografia, o professor percebe a dificuldade dos estudantes em relacionar os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento às suas vivências cotidianas, como o estabelecimento de relações de comparação entre os objetos, observando suas propriedades. Assim, foi indagado como os conhecimentos prévios das crianças podem ser utilizados para integrar de forma mais efetiva os conteúdos de História e Geografia no cotidiano da sala de aula. E de que maneira o educador pode promover um diálogo entre a vivência dos estudantes e os conteúdos propostos pela BNCC, visando ao desenvolvimento de uma aprendizagem significativa. Vamos à resposta! Cada criança traz consigo uma bagagem de experiências e saberes que podem enriquecer o ambiente escolar. Um educador sensível a essa diversidade é capaz de criar um espaço de diálogo em que as diferentes realidades dos estudantes são respeitadas e integradas ao currículo, promovendo um clima de inclusão e pertença. História e Geografia, enquanto disciplinas interligadas, oferecem oportunidades para o desenvolvimento do pensamento crítico. Ao estabelecer conexões entre os conteúdos programáticos e as experiências pessoais dos estudantes, é possível contextualizar os conceitos, tornando-os mais relevantes e acessíveis. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece diretrizes que priorizam a inclusão e a diversidade. As estratégias de ensino devem levar em conta as realidades dos estudantes, adaptando os conteúdos às suas vivências. Isso pode ser feito por meio da utilização de metodologias ativas, como projetos colaborativos, que https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 21/28 incentivem a pesquisa e a partilha de conhecimentos entre as crianças, promovendo, assim, uma aprendizagem mais engajada e efetiva. Uma proposta de atividade prática poderia envolver a criação de um “Mural das Culturas”, em que cada criança traria algo que representasse sua cultura ou região, como fotos, desenhos ou objetos. Essa atividade não apenas valoriza as histórias individuais, mas também estimula a troca de saberes entre as crianças, promovendo um espaço de aprendizado coletivo. Para atingir a habilidade em questão, é necessário criar condições para que os estudantes possam comparar os objetos trazidos, detalhando suas propriedades, encontrando diferenças e semelhanças. Por fim, é fundamental que o educador reflita sobre a influência dos contextos familiares e sociais das crianças na sua aprendizagem. Compreender as realidades que cercam seus estudantes é essencial para criar um ambiente que respeite e valorize suas histórias, promovendo uma educação que realmente dialogue com as suas vidas. Com base nessa reflexão crítica, o professor pode delinear estratégias que não apenas atendam às diretrizes da BNCC, mas que também sejam verdadeiramente transformadoras. Aula 5 ENCERRAMENTO DA UNIDADE TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS PONTO DE CHEGADA No vídeo de encerramento, você será colocado frente a alguns desafios da profissão de docente, que envolvem diretamente conceitos e conteúdos trabalhados no decorrer desta Unidade 2. Com foco na Educação Infantil, abordaremos algumas estratégias possíveis para tornar a aprendizagem, relacionada à Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric https://conteudo.colaboraread.com.br/202502/PTC/ENSINO_E_APRENDIZAGEM_DA_GEOGRAFIA_E_HISTORIA/LIVRO/U2/Educa%C3%A7%C3%A3o%20Infantil https://conteudo.colaboraread.com.br/202502/PTC/ENSINO_E_APRENDIZAGEM_DA_GEOGRAFIA_E_HISTORIA/LIVRO/U2/Educa%C3%A7%C3%A3o%20Infantil 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 22/28 percepção e compreensão do tempo, mais significativa, considerando as características comuns a crianças de até seis anos de idade. Acompanhe o desafio de forma ativa para se preparar para sua vida profissional. Vamos lá? Olá, estudante! Durante as aulas, você estudou o autoconhecimento na Educação Infantil, como trabalhar autoconhecimento na Educação Infantil, a construção de noções de tempo e espaço, o papel da linguagem como recurso de localização no tempo e no espaço, exemplos de situações em que a linguagem foi determinante para a disseminação de conhecimentos, atividades que exploram a linguagem, o conhecimento acerca do corpo para aprender a respeito do meio, atividades envolvendo o corpo para aprender sobre o tempo e o espaço, a exploração da corporeidade na Educação Infantil, a exploração do tempo físico e cronológico na Educação Infantil, a construçãoda ideia de passado e o estabelecimento de relações com outros campos de experiências. Esses conhecimentos são necessários para desenvolver a competência desta unidade, que consiste em refletir sobre propostas de trabalho, de avaliação, possíveis linguagens e ferramentas que o professor pode utilizar, com base na noção de tempo e espaço da História e Geografia indicados pela BNCC para a etapa da Educação Infantil. No contexto educativo contemporâneo, a compreensão das dimensões de autoconhecimento na Educação Infantil se torna fundamental para o desenvolvimento integral das crianças. A proposta de investigar como a educação pode facilitar o autoconhecimento é um convite para repensar práticas pedagógicas e o papel dos educadores. O autoconhecimento é um processo pelo qual a criança se entende e se reconhece dentro de um contexto social e cultural. Essa habilidade é essencial para a formação de sua identidade e para a sua interação com o mundo ao seu redor. Trabalhar o autoconhecimento na infância é cultivar a autoestima e a consciência emocional, preparando as crianças para uma convivência social saudável. Existem diversas estratégias que podem ser aplicadas na prática educativa para fomentar o autoconhecimento nas crianças, como atividades de reflexão, dinâmicas de grupo, e jogos que incentivem o diálogo e a expressão pessoal. Por meio dessas práticas, as crianças são estimuladas a identificar e verbalizar emoções, experiências e preferências, favorecendo seu processo de autodescobrimento. A linguagem desempenha um papel determinante na localização de eventos no tempo e no espaço. Ao usar a linguagem para descrever experiências e comunicar-se, as crianças não apenas exercitam sua capacidade de expressão, mas também fortalecem sua compreensão acerca da temporalidade e da espacialidade. Essa habilidade se reflete na capacidade de contar histórias, relatar eventos passados e situar-se em diferentes contextos (Barros, 201 7). A exploração do corpo é uma forma de aprender sobre o meio. As crianças, ao realizar atividades físicas e jogos, conhecem suas próprias limitações, habilidades e o espaço que habitam. Essa corporeidade é essencial para a construção de um conhecimento significativo sobre o mundo. Atividades que envolvem movimento, como dança e esportes, permitem que as crianças experienciem conceitos de tempo e espaço de forma concreta e divertida. Por meio do movimento, elas aprendem a se posicionar no espaço e entender a dimensão temporal das suas ações. A Educação Infantil deve promover conexões entre diferentes campos de conhecimento, como História e https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 23/28 Geografia, para enriquecer o aprendizado. A perspectiva interdisciplinar ajuda as crianças a compreenderem suas experiências e o mundo de maneira mais ampla. As propostas pedagógicas devem considerar a avaliação contínua e o trabalho colaborativo. Essas práticas não apenas ajudam a monitorar o desenvolvimento das crianças, mas também favorecem a construção conjunta do conhecimento. Desse modo, trabalhar o autoconhecimento na Educação Infantil ao lado das noções de tempo e espaço é uma tarefa vital para o desenvolvimento integral da criança. Por meio de práticas pedagógicas reflexivas que considerem a corporeidade e a linguagem, os educadores podem proporcionar experiências significativas que contribuam para a formação de cidadãos conscientes e bem ajustados a seu contexto social. É HORA DE PRATICAR Imagine que você, estudante, é um professor de uma turma de Educação Infantil, em que as crianças trazem diferentes vivências e realidades sociais para o ambiente escolar. Você, como professor, é responsável por mediar o conhecimento, promovendo a construção de um entendimento sobre o passado que se relacione com as experiências atuais das crianças. Diante de todos esses aspectos, surgem algumas questões que podem guiar você, estudante, como professor, na sua prática docente: Como podemos conectar as narrativas históricas com as experiências pessoais das crianças para fomentar um aprendizado mais significativo? Quais recursos didáticos são mais eficazes na construção de conhecimentos sobre o passado de maneira lúdica e acessível? De que forma as experiências culturais e comunitárias podem ser integradas ao currículo na Educação Infantil? Em face desses desafios, tão comuns e cotidianos na vivência profissional dos pedagogos, vamos explorar alguns caminhos que tornem a tarefa de ensinar, de forma efetiva, menos teórica e mais associada aos espaços concretos das salas de aulas, palco de nossa atuação como professores, e às crianças, sujeitos da aprendizagem. As narrativas históricas devem ser apresentadas de forma que as crianças possam relacioná-las com suas próprias vivências. O uso de histórias que refletem a realidade social das crianças, como contos familiares ou eventos em suas comunidades, permite que aprendam sobre o passado de uma maneira que ressoe em suas vidas. Por exemplo, ao discutir festividades locais, os professores podem explorar as origens e significados dessas celebrações, ajudando as crianças a entenderem a continuidade entre passado e presente. Compreender o passado é mais do que memorizar datas. É reconhecer suas implicações nas experiências atuais. Ao integrar histórias e contextos locais, os educadores incentivam as crianças a refletirem sobre como a história molda suas identidades e realidades. Isso não apenas facilita a construção do conhecimento, mas também fomenta um sentimento de pertencimento e de relevância em relação ao que aprenderam. O uso de recursos didáticos lúdicos é crucial na Educação Infantil. Jogos, dramatizações, e artes visuais são formas eficazes de apresentar conceitos históricos de maneira acessível. Materiais como livros ilustrados, fantoches e brinquedos podem ser utilizados para trazer a história à vida, permitindo que as crianças explorem e experimentem. Esse engajamento prático é fundamental para o desenvolvimento cognitivo e para a assimilação do conhecimento. A inclusão de histórias locais e experiências familiares no currículo escolar cria um vínculo entre os eventos históricos e a vida cotidiana das crianças. Facilitar a partilha de histórias pessoais durante as aulas promove um ambiente de aprendizado colaborativo no qual cada criança se sente valorizada e ouvida. Isso também https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 24/28 fortalece o entendimento sobre como a história coletiva é composta de experiências individuais e familiares (Pinsky, 2009). Integrar as experiências culturais e comunitárias ao currículo da Educação Infantil enriquece o aprendizado e contextualiza o conhecimento. Atividades que envolvem visitas a locais históricos, participação em festividades locais ou projetos de pesquisa sobre a comunidade ajudam as crianças a verem o significado da história em um contexto mais amplo, estimulando o respeito e a valorização das diversas culturas que compõem a sociedade. Por fim, o ensino da noção de tempo na Educação Infantil não apenas fornece conhecimento de eventos passados, mas também desenvolve habilidades cognitivas essenciais. Por meio da análise decidadãos críticos e informados, mas também fortalecerão a base educacional do nosso país. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 4/25 SIGA EM FRENTE O processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História Continuando os nossos estudos, passamos a tratar do processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História. O processo educacional contemporâneo exige uma compreensão profunda e interligada de várias disciplinas, especialmente quando se trata da Geografia e da História. Ambas são fundamentais para a formação de cidadãos críticos e informados, mas apresentam características metodológicas distintas que podem ser tanto desafiadoras quanto enriquecedoras quando abordadas em conjunto. A Geografia é a ciência que estuda a Terra e os fenômenos físicos e humanos que nela ocorrem. Seu foco está na análise das relações entre o homem e o ambiente, utilizando ferramentas como mapas, gráficos e modelos espaciais. Em contrapartida, a História foca no estudo dos eventos passados e seus impactos no presente, analisando documentos, artefatos e outros vestígios deixados ao longo do tempo (Schmidt; Bittencourt, 2002). As metodologias aplicadas nas duas áreas divergem significativamente. Na Geografia, é comum o uso de técnicas quantitativas, como estatísticas e cartografia, para entender processos como urbanização, mudanças climáticas e distribuição populacional. A História, por sua vez, tem uma abordagem mais qualitativa, baseando-se em fontes primárias e secundárias para reconstruir narrativas e entender as transformações sociais, políticas e culturais ao longo do tempo. Apesar das diferenças, Geografia e História compartilham aspectos metodológicos, como a importância do contexto espacial e temporal na análise de fenômenos. Ambas as disciplinas valorizam a interpretação crítica de fontes e dados, promovendo uma visão holística do mundo que permite aos estudantes reconhecerem as interconexões entre eventos históricos e processos geográficos (Barros, 201 7). Entender o contexto histórico-geográfico é essencial para uma compreensão profunda dos temas abordados. Por meio dessa integração, os estudantes podem perceber como eventos passados influenciam as condições geográficas atuais, e vice-versa, fortalecendo uma percepção de continuidade e mudança ao longo do tempo e do espaço. A integração do ensino de Geografia e História apresenta desafios, como a necessidade de formação específica dos docentes e a adequação do currículo. Outro desafio é a elaboração de materiais didáticos que abordem de maneira equilibrada e coerente os conteúdos das duas disciplinas, sem sobrecarregar os estudantes ou diluir a profundidade do conhecimento a ser trabalhado em sala de aula. Não obstante os desafios, o ensino interdisciplinar oferece inúmeros benefícios. Ele promove uma aprendizagem mais significativa, em que os estudantes podem aplicar conhecimentos de uma área para entender questões da outra, desenvolvendo uma visão mais integrada e crítica da realidade. Além disso, essa abordagem favorece competências transversais, como a capacidade de análise, senso crítico e habilidades de pesquisa. Concluindo, a integração dos estudos de Geografia e História no processo educacional não só enriquece a compreensão dos estudantes sobre o mundo que os cerca, mas também fortalece a formação de cidadãos mais completos e conscientes. A criação de pontes entre essas áreas pode, portanto, revelar novas perspectivas e contribuir para um ensino mais dinâmico e eficaz no contexto escolar. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 5/25 VAMOS EXERCITAR Aplicação do processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é um professor de Geografia e História de uma escola pública localizada em uma comunidade periférica, e enfrenta um desafio constante: o baixo engajamento dos estudantes nos estudos dessas disciplinas. Assim, foi indagado como integrar as experiências dos estudantes ao conteúdo e quais métodos de ensino ativo podem ser aplicados para aumentar o interesse deles. Vamos à resposta! Integrar as vivências e o contexto pessoal dos estudantes ao currículo pode ser uma estratégia eficaz para aumentar o interesse e a participação. Para a Geografia, atividades que exploram a geografia local, como visitas a parques, rios e outros pontos de interesse na comunidade podem ser uma forma de conectar o conteúdo teórico à prática. Em História, histórias orais de moradores mais antigos podem fornecer uma visão rica e pessoal sobre o passado local, incentivando a pesquisa e o interesse pela história da comunidade (Barros, 201 7). Métodos de ensino ativo, como debates, estudos de caso e trabalho em grupo, promovem um aprendizado mais dinâmico e participativo. Essas metodologias permitem que os estudantes participem ativamente do processo de aprendizado, desenvolvendo habilidades críticas e analíticas. A gamificação, ou o uso de elementos de jogos no ensino, pode aumentar significativamente o engajamento dos estudantes. Além disso, projetos comunitários que envolvem a participação dos estudantes na resolução de problemas locais podem ser uma excelente maneira de aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. O feedback contínuo e a avaliação formativa são essenciais para monitorar o progresso dos estudantes e ajustar estratégias de ensino conforme necessário. Avaliações regulares e feedbacks construtivos ajudam os estudantes a identificar áreas de melhoria e celebram o progresso alcançado. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/%20books/9788569726999 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 6/25 Aula 2 AS TRANSFORMAÇÕES DO ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA NA CONTEMPORANEIDADE A BNC C propõe um cur rículo equilibrado que valoriza tantoo conhecimento factual quantoo desenvolvimento de competências e habilidades essenciais. PONTO DE PARTIDA A BNCC propõe um currículo equilibrado que valoriza tanto o conhecimento factual quanto o desenvolvimento de competências e habilidades essenciais. Em História, há uma ênfase no entendimento das sociedades humanas ao longo do tempo, enquanto em Geografia destaca-se a compreensão do espaço geográfico e das relações entre os seres humanos e o meio ambiente. As novas propostas têm um impacto direto nas práticas pedagógicas, incentivando uma abordagem mais integrada e interdisciplinar. Elas promovem a utilização de metodologias ativas que envolvem os estudantes em processos investigativos, estimulando o pensamento críticonarrativas, da comparação de realidades e da construção de inferências, as crianças aprimoram seu pensamento crítico e sua capacidade de argumentação. Essas competências são fundamentais para sua formação ética e cidadã, preparando-as para o futuro. Fomentar uma aprendizagem significativa do passado na Educação Infantil é um desafio que requer reflexão e criatividade por parte dos educadores. Ao conectar narrativas históricas às experiências pessoais, utilizar recursos lúdicos e integrar a cultura local no currículo, os professores desempenham um papel vital na formação de uma consciência histórica que reverbera na vida cotidiana das crianças. Dessa forma, o passado não se torna apenas uma disciplina, mas um elemento essencial para a construção da identidade e do conhecimento no presente. DÊ O PLAY! A integração de História e Geografia em projetos interdisciplinares No podcast disponibilizado a você será discutida a integração de História e Geografia em Projetos Interdisciplinares. A interseção entre História e Geografia destaca a importância do estudo do desenvolvimento humano, ao integrar metodologias que promovem a aprendizagem significativa. Através de projetos interdisciplinares, os estudantes tornam-se mais capacitados a analisar a influência mútua entre fatores geográficos e eventos históricos, como a expansão de impérios ou rotas migratórias, permitindo uma compreensão mais profunda dos processos sociais e políticos. Atividades práticas, como a criação de mapas históricos ou investigações de desastres naturais, incentivam o pensamento crítico e o engajamento dos estudantes, demonstrando os benefícios de uma abordagem que une diferentes áreas do conhecimento. No entanto, a implementação de tais projetos enfrenta desafios, como a resistência de educadores acostumados a abordagens isoladas e à falta de recursos adequados. Para superar essas barreiras, é imprescindível promover processos de formação docente que incentivem a colaboração entre eles, além de planejar currículos que promovam essas práticas interdisciplinares, preparando os estudantes para os complexos desafios do mundo contemporâneo e valorizando a diversidade do saber. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 25/28 ASSIMILE O mapa mental a seguir apresenta, de forma concisa, os conceitos básicos para o ensino de Geografia e História para a Educação Infantil, tais como noções de tempo e espaço, campos de experiência, linguagem, conhecimento corporal, autoconhecimento e contexto sociocultural. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 26/28 Fonte: elaborado pelo autor. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 27/28 REFERÊNCIAS Aula 1 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. VIEIRA, L. F.; BAPTISTA, M. C. Educação infantil. São Paulo: Contexto, 2023. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978655541 2659/. Acesso em: 2 ago. 2024. Aula 2 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. VIEIRA, L. F.; BAPTISTA, M. C. Educação infantil. São Paulo: Contexto, 2023. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978655541 2659/. Acesso em: 2 ago. 2024. Aula 3 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659/ 19/08/2026, 17:28 u2_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138832&atividadeDescric… 28/28 SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. VIEIRA, L. F.; BAPTISTA, M. C. Educação Infantil. São Paulo: Contexto, 2023. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978655541 2659/. Acesso em: 6 ago. 2024. Aula 4 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. VIEIRA, L. F.; BAPTISTA, M. C. Educação Infantil. São Paulo: Contexto, 2023. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978655541 2659/. Acesso em: 7 ago. 2024. Aula 5 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BARROS, J. A. História, espaço, geografia: diálogos interdisciplinares. São Paulo: Vozes, 201 7. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazercom as 1 0 competências? São Paulo: Conhecimento, 2020. OLIVEIRA, A. U. de. Para onde vai o ensino de geografia? São Paulo: Contexto, 1 989. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/97885851 34327/. Acesso em: 29 jul. 2024. PINSKY, J. O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. SCHMIDT, M. A.; BITTENCOURT, C. O saber histórico na sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. Imagem de capa: Storyset e ShutterStock. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138832&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555412659/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788585134327/ https://storyset.com/ https://www.shutterstock.com/pt/ 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 1/31 Imprimir COMO ENSINAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Aula 1 - Mudanças e permanências: como as sociedades se constroem Aula 2 - Localização no espaço e no tempo Aula 3 - Ampliando a noção de comunidade Aula 4 - Relações humanas e mudança Aula 5 - Encerramento da unidade Referências Aula 1 MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS: COMO AS SOCIEDADES SE CONSTROEM Nestaaulaabordaremos, sob outra perspectiva, os desafios acerca das permanências e mudanças com foco na formação dassociedades. PONTO DE PARTIDA Nesta aula abordaremos, sob outra perspectiva, os desafios acerca das permanências e mudanças com foco na formação das sociedades – tema trabalhado na primeira aula da Unidade 3. Trataremos das tendências para o ensino e aprendizagem desses conceitos, focado em crianças do Ensino Fundamental Anos Iniciais. Imagine-se em uma sala de aula do 4º ano do Ensino Fundamental, com estudantes na faixa etária entre 9 a 1 0 anos de idade. Tema da aula: nomadismo e sedentarização. Espera-se que as crianças diferenciem sociedades nômades e sedentarizadas. Ao ministrar uma atividade prática, surge uma dúvida na sala: “Mas ainda existem sociedades nômades?”. “Sim, existem sociedades nômades”. “Então, elas pararam no tempo e não evoluíram?”. Desafio: como caracterizar diferentes comunidades, nos seus respectivos contextos, respeitando sua formação, dinâmica própria e História sem criar uma linha de raciocínio na qual os(as) estudantes são levados a pensar que toda a humanidade caminha de forma linear, do nomadismo ao sedentarismo, do campo à cidade e à industrialização, “evoluindo” e “desenvolvendo-se”. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 2/31 VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos, sob outra perspectiva, os desafios acerca das permanências e mudanças com foco na formação das sociedades – tema trabalhado na primeira aula da Unidade 3. Trataremos das tendências para o ensino e aprendizagem desses conceitos, focado em crianças do Ensino Fundamental Anos Iniciais. Estude conosco as principais habilidades da BNCC que tratam desses conceitos e as possibilidades de tratamento em sala de aula, valorizando o protagonismo dos estudantes na construção do conhecimento. Evolução e desenvolvimento Um dos maiores desafios para docentes que atuam no Ensino Fundamental Anos Iniciais, quando trabalham com permanências e mudanças, são as noções de evolução e desenvolvimento, principalmente na caracterização de dualidades como nomadismo/sedentarismo ou campo/cidade. É frequente, no processo de ensino-aprendizagem, a criação de uma barreira epistemológica, com base na qual os(as) estudantes pensam o tempo de forma linear, e a história humana como uma constante evolução em direção à construção de um espaço geográfico mais desenvolvido. Dessa forma, aconselha-se o trabalho gradativo com o conceito de tempo: Acerca do desenvolvimento, Ailton Krenak, um dos pensadores indígenas mais respeitados da atualidade, por exemplo, critica diretamente essa ideia: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 3/31 Portanto, é essencial, desde a mais tenra idade, trabalhar com a contextualização de cada comunidade, conforme tratado nas aulas anteriores. Por exemplo, uma comunidade indígena não pode ser comparada, com base nos mesmos critérios, à comunidade de um bairro urbanizado em uma capital brasileira. Assim como não devem ser criados estereótipos de que comunidades tradicionais são “atrasadas”. Ora, basta lembrar que há comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais com websites, representação política e influência cultural em áreas urbanas. Nesse contexto, a utilização de meios globalizados como a internet tem potencial técnico para permitir que os(as) estudantes conheçam grupos e sociedades em diversos contextos históricos e geográficos. Essa possibilidade permite aos estudantes uma visão crítica a respeito dos estereótipos anteriormente construídos, basta trazer os exemplos dos registros e documentações dessas comunidades e da forma como participam ativamente nas esferas política, cultural e social da contemporaneidade. Destaca-se que o senso comum acerca da mundialização/globalização é um sintoma da noção de uma história única, linear, evolutiva. A mundialização/globalização não é um fim em si ou uma etapa evolutiva da história, mas antes uma tendência, com contradições próprias, de expansão do capitalismo. Cabe diferenciar esses conceitos: quando tratados de forma diferenciada, mundialização é o processo de expansão do capitalismo ao longo da história, enquanto a globalização é uma tendência de homogeneização da produção e consumo – com consequências políticas, culturais, econômicas e sociais. Ao citarmos a internet como uma possibilidade de trabalho com comunidades tradicionais, curiosamente, surge uma das contradições de todo esse processo globalizante: ao mesmo tempo que a globalização é uma tendência de homogeneização, para que o capital tenha fluidez são necessários instrumentos que possibilitem maior trânsito de mercadorias, capital (em suas múltiplas formas), pessoas e informação. E é justamente por meio do trânsito de informações que comunidades tradicionais podem utilizar a internet para serem reconhecidas, reivindicarem pautas importantes e divulgarem uma visão de mundo distinta daquela da globalização dos países centrais. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 4/31SIGA EM FRENTE O trabalho com as noções de mudanças e permanências e a formação das sociedades na BNCC A BNCC, conforme visto nas aulas anteriores, preza pela diversidade, multiculturalidade, reconhecimento da identidade e protagonismo dos(as) estudantes. Na Aula 9, trabalhamos com habilidades do 1 º e 2º anos do EFAI. A seguir, exploraremos algumas habilidades, tanto em História quanto em Geografia, que tratam de mudanças e permanências na formação das sociedades, localizadas nos currículos do 3º, 4º e 5º anos do Ensino Fundamental. Quadro 1 - O trabalho com as noções de mudanças e permanências e a formação das sociedades na BNCC em História Unidade temática Objeto de conhecimento Habilidade O lugar em que vive A produção dos marcos da memória: a cidade e o campo, aproximações e diferenças (EF03HI08) Identificar modos de vida na cidade e no campo no presente, comparando-os com os do passado. Transformações e permanências nas trajetórias dos grupos humanos A ação das pessoas, grupos sociais e comunidades no tempo e no espaço: nomadismo, agricultura, escrita, navegações, indústria, entre outras (EF04HI02) Identificar mudanças e permanências ao longo do tempo, discutindo os sentidos dos grandes marcos da história da humanidade (nomadismo, desenvolvimento da agricultura e do pastoreio, criação da indústria etc.). Fonte: Brasil (201 8). As possibilidades de trabalho em sala de aula com as habilidades exemplificadas são desenvolvidas a seguir. (EF03HI08) Identificar modos de vida na cidade e no campo no presente, comparando-os com os do passado: I. Pesquisar o histórico de rotinas no campo e na cidade, em diferentes tempos históricos. A questão norteadora para as crianças é: “O que mudou e o que permaneceu na rotina do campo e da cidade?”. Nesse tipo de trabalho, é essencial o acompanhamento do(a) professor(a) para orientar a maneira de conduzir a pesquisa. II. Comparar a rotina no campo e na cidade, levando em consideração a carga tecnológica em ambos os contextos. A questão norteadora para as crianças é: “Quais são as semelhanças e diferenças entre campo e cidade?”. É possível sugerir documentários ou programas em canais da televisão aberta, por exemplo: Globo Rural, para o levantamento de informações https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 5/31 (EF04HI02) Identificar mudanças e permanências ao longo do tempo, discutindo os sentidos dos grandes marcos da história da humanidade (nomadismo, desenvolvimento da agricultura e do pastoreio, criação da indústria etc.): I. Elaborar um mapa de dispersão dos seres humanos pelo mundo. Recomenda-se a projeção de Fuller Buckminster, uma vez que representa as massas continentais como arquipélagos que se comunicam em meio aos oceanos do mundo. II. Assistir documentários sobre a trajetória dos seres humanos ao longo do tempo histórico. III. Pesquisar eventos históricos que marcam a passagem de um modo de vida para outro. Algo permaneceu? Expor pontos de vista aos colegas de sala. O trabalho com as noções de mudanças e permanências e a formação das sociedades na BNCC em Geografia Unidade temática Objeto de conhecimento Habilidade O sujeito e seu lugar no mundo Processos migratórios no Brasil (EF04GE02) Descrever processos migratórios e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira. Mundo do trabalho Trabalho e inovação tecnológica (EF05GE06) Identificar e comparar transformações dos meios de transporte e de comunicação. Fonte: Brasil (201 8). As possibilidades de trabalho em sala de aula com as habilidades exemplificadas são desenvolvidas a seguir. (EF04GE02) Descrever processos migratórios e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira: I. Pesquisar e apresentar a origem, características e fixação de diferentes povos na formação da sociedade brasileira (é possível dividir a classe em grupos para a realização dessa tarefa). II. Os(as) estudantes são migrantes ou de famílias que migraram anteriormente? (é possível realizar uma exposição ou apresentação sobre essa história). III. Por meio de séries de mapas e imagens de satélite, descrever a maneira como o território brasileiro foi ocupado e, depois, relacionar isso com as migrações internas e externas do Brasil (sugere-se, por exemplo, a utilização de mapas do IBGE e imagens da Nasa do Brasil à noite para diferenciar áreas de menor e maior densidade demográfica, assim como as vias que foram utilizadas para adentrar o território e estabelecer fluxos internos). (EF05GE06) Identificar e comparar transformações dos meios de transporte e de comunicação. Pesquisar e apresentar como os meios de transporte e comunicação mudaram ao longo do tempo: I. Fazer um levantamento “arqueológico” ou “museu” de meios de comunicação utilizados em outras épocas (jornal e rádio – televisão – celular – aplicativos). https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 6/31 II. Desafiar os(as) estudantes a comunicarem um acontecimento, para a sala, como se tivessem um meio específico de comunicação (jornal e rádio – televisão – celular – aplicativos). III. Pesquisar quais meios de comunicação permanecem e quais foram descontinuados. IV. Desafiar os(as) estudantes a utilizarem diferentes meios de transporte (inclusive aqueles que foram descontinuados) para levar pessoas e mercadorias de um ponto a outro do território: Como seria a viagem? Quanto tempo levaria? O que seria necessário para a viagem ocorrer de forma bem-sucedida? https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 7/31 VAMOS EXERCITAR Ensinando como medir o tempo O desafio do nosso Ponto de Partida era como caracterizar diferentes comunidades, nos seus respectivos contextos, respeitando sua formação, dinâmica própria e história sem criar uma linha de raciocínio na qual os(as) estudantes são levados a pensar que toda a humanidade caminha de forma linear, do nomadismo ao sedentarismo, do campo à cidade e à industrialização, “evoluindo” e “desenvolvendo-se”. Para tratar de mudanças e permanências na formação das sociedades, quebrando estereótipos evolutivos e desenvolvimentistas, pode ser utilizado um instrumento característico do mundo globalizado, como a internet, para as crianças procurarem comunidades tradicionais nesses meios e verificarem como esses grupos se representam: O que eles postam? Como é o cotidiano dessas comunidades? Como a internet e as redes sociais são utilizadas como instrumentos de reconhecimento por essas comunidades? Por último, e não menos importante: ainda é possível falar em um caminhar linear predeterminado da História, tendo como linha mestra o “desenvolvimento”? Lembrando que não há um parâmetro universalmente aceito para caracterizar um dado espaço geográfico como “desenvolvido”.Aula 2 LOCALIZAÇÃO NO ESPAÇO E NO TEMPO Imagine-seem uma sala de aula do 1 º ano do Ensino Fundamental AnosIniciais, com estudantes na faixa etária dosseis anos deidade. PONTO DE PARTIDA Imagine-se em uma sala de aula do 1 º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais, com estudantes na faixa etária dos seis anos de idade. O tema da aula é ‘formas de medir o tempo’. Espera-se que, ao final da aula, as crianças reconheçam que o tempo é caracterizado por mudanças, mas que existem fenômenos ou marcos Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 8/31 históricos que parecem não mudar ou tem-se essa impressão, pois mudam lentamente. Por fim, espera-se que eles reconheçam as maneiras como o tempo é mensurado. Desafio: como ensinar a respeito das mudanças e permanências de forma que os estudantes sejam protagonistas nesse processo? Ao enfrentar esse desafio, essas crianças terão oportunidade de aprender não apenas conceitos específicos, mas também de formar as bases para pensar criticamente o modo como o mundo onde estão inseridas foi construído e como elas participam dessa (re)construção perpétua. Como futuro professor(a), você mediará esse processo de ensino-aprendizagem. Portanto, vamos começar a discutir as noções que permeiam as discussões desta aula. VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos os desafios acerca do ensino de conceitos básicos de História, como a percepção da passagem do tempo, permanências e mudanças. Trataremos das tendências para o ensino e aprendizagem desses conceitos, focadas em crianças do Ensino Fundamental Anos Iniciais, especificamente 1 º e 2º anos. Estude conosco as principais habilidades da BNCC que tratam desses conceitos e as possibilidades de tratamento em sala de aula, valorizando o protagonismo dos estudantes na construção do conhecimento. Tempo e Espaço Um dos maiores desafios para docentes que atuam no Ensino Fundamental Anos Finais é o trabalho com as categorias geográficas e históricas “espaço” e “tempo”. Para futuros professores(as) de Ensino Fundamental Anos Iniciais é essencial reconhecer que o espaço geográfico e o tempo histórico não são entidades absolutas e lineares, mas construções sociais e culturais que têm uma dinâmica própria dentro de dado contexto. Dito de outra forma, não existe tempo e espaço absolutos, mas construções de noções de tempo e espaço. Desde a concepção cíclica dos povos antigos, que associavam o tempo aos ciclos naturais e agrícolas, até a visão linear e progressista do Iluminismo, que promove a ideia de um progresso contínuo, as diferentes culturas e épocas conceituaram o tempo de maneiras diversas. Essa pluralidade na percepção temporal afeta diretamente a forma como a História e a Geografia são ensinadas e entendidas. No contexto educacional, é fundamental que os futuros docentes compreendam essas variações para desenvolver estratégias de ensino que reconheçam e valorizem a diversidade dos povos e suas respectivas historicidades e conhecimento geográfico. Destacar um personagem ou um fato de seu contexto histórico e geográfico tem impactos significativos, uma vez que promove a noção de que tempo e espaço são imutáveis, fechados em um esquema dogmático que impossibilita questionamentos. Uma característica em comum do contínuo espaço/tempo é a mudança. Desde a mais tenra idade é possível trabalhar essa perspectiva. A mudança de luminosidade, por exemplo, ao longo de 24 horas, pode indicar que o tempo "passou". Assim como é possível perceber, por diferentes sentidos (algo que será trabalhado depois na conceituação de paisagem), que, ao longo de um ano, passamos por diferentes estações. O corpo da criança consegue registrar essas mudanças. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescrica… 9/31 Além disso, a percepção de que o tempo é fluído pode ser demonstrada de forma espacializada. Voltando ao exemplo das estações do ano: um dos indicativos mais claros da passagem de uma estação à outra é a maneira como a própria paisagem muda. SIGA EM FRENTE O trabalho com as noções de mudanças e permanências na BNCC O trabalho do(a) docente deve ser alinhavado pelas diretrizes BNCC. Independentemente se o(a) docente trabalhar com livro didático, sistema de ensino ou com a produção autoral de materiais, o trabalho com cada conceito deve considerar as competências e habilidades tratadas na BNCC, concebidas como direitos de aprendizagem. Veja, a seguir, o conjunto de habilidades relacionadas ao tema das permanências e das mudanças nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental. Quadro 1 | Unidades temáticas, objetos do conhecimento e habilidades da BNCC para 1 º e 2º anos do EFAI na História e na Geografia. Unidade temática Objetos do conhecimento Habilidades Mundo pessoal: meu lugar no mundo As fases da vida e a ideia de temporalidade (passado, presente, futuro) (EF01 HI01 ) Identificar aspectos do seu crescimento por meio do registro das lembranças particulares ou de lembranças dos membros de sua família e/ou de sua comunidade. Mundo pessoal: eu, meu grupo social e meu tempo A vida em casa, a vida na escola e formas de representação social e espacial: os jogos e brincadeiras como forma de interação social e espacial (EF01 HI05) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras atuais e de outras épocas e lugares. Mundo pessoal: eu, meu grupo social e meu tempo A vida em família: diferentes configurações e vínculos (EF01 HI07) Identificar mudanças e permanências nas formas de organização familiar. A comunidade e seus registros A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, pertencimento e memória. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 10/31 Unidade temática Objetos do conhecimento Habilidades A comunidade e seus registros A noção do “Eu” e do “Outro”: registros de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço (EF02HI04) Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário. A comunidade e seus registros O tempo como medida (EF02HI06) Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois). (EF02HI07) Identificar e utilizar diferentes marcadores do tempo presentes na comunidade, como relógio e calendário. As formas de registrar as experiências da comunidade O modo de vida das crianças em diferentes lugares (EF01 GE01 ) Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola etc.)e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares. O sujeito e seu lugar no mundo O modo de vida das crianças em diferentes lugares (EF01 GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares. Conexões e escalas Ciclos naturais e a vida cotidiana (EF01 GE05) Observar e descrever ritmos naturais (dia e noite, variação de temperatura e umidade etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras. Formas de representação e pensamento espacial Pontos de referência (EF01 GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como referência. Natureza, ambientes e qualidade de vida Condições de vida nos lugares de vivência (EF01 GE1 1 ) Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, decorrentes da variação de temperatura e umidade no ambiente. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 11/31 Unidade temática Objetos do conhecimento Habilidades Conexões e escalas Mudanças e permanências (EF02GE05) Analisar mudanças e permanências, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos. Mundo do trabalho Tipos de trabalho em lugares e tempos diferentes (EF02GE06) Relacionar o dia e a noite a diferentes tipos de atividades sociais (horário escolar, comercial, sono etc.). Formas de representação e pensamento espacial Localização, orientação e representação espacial (EF02GE08) Identificar e elaborar diferentes formas de representação (desenhos, mapas mentais, maquetes) para representar componentes da paisagem dos lugares de vivência. Formas de representação e pensamento espacial Localização, orientação e representação espacial (EF02GE09) Identificar objetos e lugares de vivência (escola e moradia) em imagens aéreas e mapas (visão vertical) e fotografias (visão oblíqua). Fonte: Ministério da Educação. Ao analisar as habilidades da BNCC que trabalham com a noção de permanências e mudanças no 1 º e 2º anos do EFAI percebe-se no estímulo ao trabalho didático com situações cotidianas a perspectiva de que a vida da criança é marcada por fases que são vividas em diferentes espaços. É notório o diálogo, desde muito cedo, entre as categorias espaço e tempo, uma vez que as fases da vida se dão em um substrato espacial que não pode ser abstraído. A espacialidade dá forma, servindo como meio de percepção/materialização das mudanças e permanências observadas e vividas pelo indivíduo em meio a família e a comunidade onde estão inseridos. Nesses dois primeiros anos do Ensino Fundamental, é importante trabalhar as mudanças e permanências no âmbito da escala geográfica do lugar de convivência. Lugar é um conceito caro à Geografia, pois além de ser matematicamente localizado por latitude e longitude, também contempla uma dimensão simbólica, explicada a seguir: “locusda identificação do sujeito com o mundo, em uma visão humanística, o lugar é sentimento e apropriação do espaço de vivência” (Rizzati et al., 2021 , p. 97). A BNCC indica nesses objetos de conhecimento que a vida ocorre no seio da família e da comunidade onde a criança está inserida. Essa vida é percebida e vivida, efetivamente, por meio de ligações afetivas que se materializam no tempo e no espaço. A Base trabalha com conceitos básicos em espiral, propondo a continuidade do tratamento da noção de permanências e mudanças em um âmbito diferente do ano anterior. No primeiro ano do EFAI trabalha-se a partir do indivíduo, sua família e seus lugares de convivência. Já no segundo ano do EFAI trabalha-se a partir do diálogo entre o indivíduo (“eu”) e o “outro” dentro de uma vida em comunidade. As mudanças de fases não https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 12/31 se dão apenas no espaço de convivência da família, mas em uma escala de relações distinta. O objetivo é que a criança seja protagonista desse processo, uma vez que reconhece e organiza, em uma cadência determinada, os fatos ocorridos na vida cotidiana, distinguindo o passado, presente e o futuro. Começa o trabalho com marcadores de tempo matematizados (relógio e calendário), com certo grau de abstração. As tendências contemporâneas para o ensino e aprendizagem de conceitos de espaço e tempo As tendências contemporâneas para o ensino e a aprendizagem dos conceitos de espaço/tempo, permanências/mudanças, fixos/fluxos têm se orientado por abordagens que valorizam a experiência concreta, a interdisciplinaridade e o protagonismo do indivíduo. O ensino do conceito de tempo, por sua vez, vem sendo abordado de maneira cada vez mais integrativa e contextualizada. Em vez de se restringir à memorização de datas e eventos históricos, a educação contemporânea busca situar os estudantes em uma compreensão do tempo que seja significativa e relacional. Projetos que envolvem a criação de linhas do tempo pessoais e familiares, por exemplo, ajudam as crianças a relacionarem suas próprias experiências com a cronologia histórica. Além disso, a integração de histórias e narrativas que abordam diferentes períodos e culturas permite que os estudantes desenvolvam uma percepção temporal mais rica e diversificada. A utilização de recursos audiovisuais, como filmes e documentários adaptados para a faixa etária, também contribui para tornar o estudo do tempo mais envolvente e acessível. A interdisciplinaridade é uma característica marcante nas tendências atuais para o ensino do espaço e do tempo. A articulação entre diferentes áreas do conhecimento, como Geografia, História, Ciências e Artes, possibilita uma aprendizagem mais holística e significativa. Projetos interdisciplinares que envolvem a construção de maquetes históricas, por exemplo, permitem que os estudantes relacionem conceitos de espaço e tempo de forma prática e contextualizada. Atividades que combinam leitura, escrita, desenho e construção são especialmente eficazes, pois atendem a diferentes estilos de aprendizagem e promovem um entendimento integrado dos conteúdos. O papel do docente, nesse contexto, é o de mediador e facilitador, criando um ambiente de aprendizagem estimulante e apoiando as iniciativas dos estudantes. VAMOS EXERCITAR Ensinando como medir o tempo O desafio do nosso Ponto de Partida era como ensinar as formas de medir o tempo para estudantes do 1 º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais, de modo que eles fossem protagonistas no processo de ensino e aprendizagem. Considerando-se o que foi trabalhado no capítulo, é possível propor a construção de um calendário anual para que cada estudante possa marcar suas datas mais importantes, justificando cada uma delas. Um outro caminho é trabalhar com pesquisas de calendários de outras culturas e comparar suas datas comemorativas com os calendários usuais dos estudantes. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 13/31 Outra forma seria trazer diferentes instrumentos de medição de tempo e refletir sobre como eles e os pais deles medem o tempo diariamente em comparação com os avós, por exemplo, indo do relógio de pulso ao celular. A estratégia da aula pode ser feita por meio de uma rotina de pensamento que gere levantamento prévio de conhecimentos e promova reflexões sobre as diferentes percepções da passagem do tempo, a depender dos períodos históricos e de cada cultura. Para tanto, é essencial considerar sempre, em seu planejamento, as habilidades previstas na BNCC para aquela aula específica e o nível cognitivo a ser desenvolvido junto aos estudantes. Aula 3 AMPLIANDO A NOÇÃO DE COMUNIDADE Nestaaulaabordaremos os conceitos de comunidade, contexto históricoeespacia l da comunidade expandida, paraalém da comunidade familiar. PONTO DE PARTIDA Nesta aula abordaremos os conceitos de comunidade, contexto histórico e espacial da comunidade expandida, para além da comunidade familiar; fontes históricas; formas de trabalhar esses conceitos nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, trazendo propostas de atividades para o 3º, 4º e 5º anos. Os desafios acerca do ensino da forma como a criança toma consciência de que faz parte ativamente, de uma comunidade para além dos limites da sua família, indo do bairro onde o(a) estudante mora até o país. Imagine-se em uma reunião de planejamento com os professores da escola onde trabalha. A coordenação pedagógica traz a necessidade da elaboração de um projeto interdisciplinar que trate da diversidade da população do município. O objetivo é relacionar a diversidade da população brasileira com as identidades das comunidades do município. Desafio: que propostas interdisciplinares você poderia levantar nessa reunião, considerando as habilidades da BNCC que tratam das noções de comunidade expandida, contexto histórico, contexto geográfico e a utilização de fontes históricas? Convidamos você a construir conosco um bom repertório para momentos como esse durante a aula de hoje. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 14/31 VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos como as crianças podem tomar consciência de que são parte ativa de uma comunidade para além dos limites da sua família. Trataremos das tendências para o ensino e a aprendizagem, da noção de comunidade expandida e de sua importância para a formação de cidadãos conscientes da pluralidade cultural dos grupos sociais que convivem em seu bairro, seu município, seu país. Comunidade Ao longo do Ensino Fundamental Anos Finais, a relação entre a criança e família vai se ampliando até abarcar comunidades cada vez maiores. Vamos investigar um pouco mais a fundo esse conceito de comunidade. É essencial entender a motivação que leva o ser humano a formar grupos e como esses grupos afetam, por sua vez, cada um desses indivíduos. De acordo com o antropólogo Mércio Pereira Gomes: O principal elemento motivador para a formação de grupo é a participação social, a sociabilidade própria do homem. Segundo, que toda participação implica identidade. Quer dizer que todo grupo dá alguma forma de identidade ao indivíduo. Identidade implica lealdade, compartilhamento de símbolos, normas e atributos. Terceiro, que ele funciona como uma coletividade. Isso quer dizer que tem aspectos conscientes e inconscientes na participação de grupo. Quarto, que o grupo se forma e exige na sua continuidade uma série de rituais de incorporação, de identidade diferenciadora e de preservação. Quinto, que um grupo existe como uma parte da sociedade mais ampla, que se opõe a outra parte, que podem ser outros grupos. Assim, a convivência entre grupos implica reciprocidade, que pode se dar como negativa, que é a rivalidade, ou positiva, que é a cooperação. Sexto, que em qualquer coletividade que queira se manter há regras próprias, com símbolos próprios. Sétimo, que em todo grupo existe uma hierarquia que espelha mais ou menos a forma hierárquica da sociedade mais ampla, embora, muitas vezes, haja mais formalidade hierárquica em uns do que em outros tipos de grupo. — (Gomes, 201 6, p. 82) Considerando que a BNCC traz como um dos pilares dos Anos Iniciais o reconhecimento do “Outro”, a valorização da diversidade e o reconhecimento de que a criança vive em um contexto nacional de multiculturalidade, é importante considerar os elementos que servem de agregação para a formação de grupos e suas respectivas identidade, ressaltando, especialmente, as diferentes naturezas das relações entre esses grupos na dualidade: cooperação/rivalidade. Essas relações estão associadas à noção de comunidade, assentadas no tempo e no espaço. Isso se relaciona à segunda noção, que é a de comunidade, uma vez que as relações humanas de cooperação e rivalidade estão refletidas no tempo e no espaço. A definição do Dicionário de Sociologia nos traz: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 15/31 Conforme tratado anteriormente, as noções de grupos e comunidades têm como pontos coincidentes a identidade e o senso de pertencimento que propiciam uma coesão segundo um conjunto de características específicas que diferenciam esses grupos e comunidades do restante da sociedade. Não precisam necessariamente compartilhar um espaço geográfico específico, porém partilham uma memória comum ligada a uma fundação deliberada daquele grupo ou comunidade e uma visão de mundo compartilhada – mutável, inclusive. Portanto, para entender uma comunidade e/ou integrá-la é necessário entender sua origem e evolução histórica, além do seu substrato espacial – se assim houver. Aqui, o trabalho com fontes históricas (documentos, fotos, memória oral, entre outros) serve como evidência da existência daquela comunidade específica, que pode, inclusive, se perder ao longo do tempo. Fontes históricas são documentos, objetos ou registros que fornecem evidências de eventos passados e a vida em períodos anteriores. Elas podem ser primárias, como cartas, diários, fotografias, artefatos arqueológicos e testemunhos orais, ou secundárias, como livros, artigos e análises escritas posteriormente com base em fontes primárias. Para historiadores(as) e estudantes, a compreensão e análise crítica dessas fontes são fundamentais para a construção do conhecimento histórico, pois permitem uma investigação mais profunda e contextualizada dos acontecimentos. Ao estudar fontes históricas, os(as) historiadores(as) e estudantes aprendem a questionar a autenticidade, a perspectiva e o contexto em que foram produzidas, contribuindo para uma visão mais abrangente e crítica do passado. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS SIGA EM FRENTE O trabalho com as noções de comunidade e fontes histórica na BNCC https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 16/31 As aprendizagens essenciais elencadas na BNCC em História e Geografia fornecem ao professor um quadro inicial de referência para o planejamento de suas atividades didáticas. Observe, a seguir, algumas habilidades que se relacionam diretamente com os conteúdos trabalhados nesta aula: Quadro 1 | Habilidades da BNCC de História, indicadas para o 3º, 4º e 5º anos, que tratam de forma integrada os conceitos de comunidade expandida, fontes históricas e contexto histórico e geográfico. Unidade temática Objetos de conhecimento Habilidade O lugar em que vive A produção dos marcos da memória: formação cultural da população (EF03HI07) Identificar semelhanças e diferenças existentes entre comunidades de sua cidade ou região, e descrever o papel dos diferentes grupos sociais que as formam. As questões históricas relativas às migrações Os processos migratórios para a formação do Brasil: os grupos indígenas, a presença portuguesa e a diáspora forçada dos africanos. Os processos migratórios do final do século XIX e início do século XX no Brasil . As dinâmicas internas de migração no Brasil a partir dos anos 1 960. (EF04HI1 1 ) Analisar, na sociedade em que vive, a existência ou não de mudanças associadas à migração (interna e internacional). Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social O que forma um povo: do nomadismo aos primeiros povos sedentarizados (EF05HI01 ) Identificar os processos de formação das culturas e dos povos, relacionando-os com o espaço geográfico ocupado. Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social Cidadania, diversidade cultural e respeito às diferenças sociais, culturais e históricas (EF05HI04) Associar a noção de cidadania com os princípios de respeito à diversidade, à pluralidade e aos direitos humanos. Fonte: Ministério da Educação. Quadro 2 | Habilidades da BNCC de Geografia, indicadas para o 3º, 4º e 5º anos, que tratam de forma integrada os conceitos de comunidade expandida, fontes históricas e contexto histórico e geográfico. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 17/31 Unidade temática Objetos de conhecimento Column 4 O sujeito e seu lugar no mundo A cidade e o campo: aproximações e diferenças (EF03GE01 ) Identificar e comparar aspectos culturais dos grupos sociais de seus lugares de vivência, seja na cidade, seja no campo. O sujeito e seu lugar no mundo A cidade e o campo: aproximações e diferenças (EF03GE02) Identificar, em seus lugares de vivência, marcas de contribuição cultural e econômica de grupos de diferentes origens. O sujeito e seu lugar no mundo Território e diversidade cultural (EF04GE01 ) Selecionar, em seus lugares de vivência e em suas histórias familiares e/ou da comunidade, elementos de distintas culturas (indígenas, afro-brasileiras, de outras regiões do país, latino-americanas, europeias, asiáticas etc.), valorizando o que é próprio em cada uma delas e sua contribuição para a formação da cultura local, regional e brasileira. O sujeito e seu lugar no mundo Diferenças étnico- raciais e étnico- culturais e desigualdades sociais (EF05GE02) Identificar diferenças étnico-raciais e étnico-culturais e desigualdades sociais entre grupos em diferentes territórios. Fonte: Ministério da Educação. É possível perceber que, tanto para as habilidades de História quanto para aquelas de Geografia, o trabalho com relação à ampliação da noção de comunidade é feito em espiral, saindo do âmbito familiar até a escala nacional. Um dos objetivos é que a criança tome consciência de que é parte de uma comunidade maior, multicultural e cuja diversidade deve ser respeitada dentro de uma formação cidadã. Especificamente sobre o trabalho em espiral ao longo de todo Ensino Fundamental e sobre o aprendizado cada vez mais complexo com conceitos e habilidades ao longo do ano, é importante lembrar da: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 18/31 Considerando-se tais pressupostos, é apresentado a seguir um quadro síntese de possibilidades de como trabalhar essas habilidades em sala de aula com estudantes do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais. É importante destacar que essa síntese foi feita com base no documento da BNCC comentada, disponível para download no site oficial da Base. Quadro 3 | Quadro síntese com possibilidades de trabalho com as noções de comunidade expandida, fontes históricas e contexto histórico e geográfico a partir da BNCC comentada Disciplina Habilidade Propostas História (EF03HI07) Trabalha com a comparação, por meio de observação, de dois ou mais grupos sociais da região onde a criança reside. A partir das próprias observações, os(as) estudantes devem fazer uma descrição do que foi observado. Encoraja- se a prática do trabalho de campo para pleno desenvolvimento dessa habilidade. História (EF04HI1 1 ) Trabalha com diferentes fontes e/ou trabalho de campo para avaliar se movimentos migratórios na sociedade e que vive o(a) estudante provocou mudanças no espaço e nas relações sociais. História (EF05HI01 ) Trabalha com a comparação entre os modos de vida nômade e sedentário, assim como a diferença nas respectivas formações do espaço geográfico. História (EF05HI04) Trabalha com o entendimento do que é cidadania e as responsabilidades relacionadas ao respeito entre diferentes comunidades, culturas e condição socioeconômica. O objetivo é compreender que o(a) estudante vive em sociedade, participa da sua construção e da sua manutenção (ancorada em regras e deveres específicos). Geografia (EF03GE01 ) Comparar diferentes grupos e seus modos de vida presentes na escola, no bairro e na moradia do(a) estudante. Encoraja-se o trabalho com relatos e trabalhos de campo com os(as) estudantes. Geografia (EF03GE02) Pesquisar as origens da comunidade local e a importância que diferentes grupos tiveram para a formação da região onde mora o(a) estudante. Geografia (EF04GE01 ) Pesquisar as origens das famílias, grupos sociais na circunvizinhança da escola, na cidade, outras regiões e no país. Relacionar esses grupos com os fluxos migratórios no país e a contribuição para a cultura local. Geografia (EF05GE02) Reconhecer como se dão as desigualdades étnico-raciais e étnico-culturais na região onde os(as) estudantes residem e no país. Busca-se identificar as condições de educação, saúde, produção e acesso a bens de diferentes grupos. Fonte: Ministério da Educação. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric http://download.basenacionalcomum.mec.gov.br/ 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric…19/31 As habilidades e objetos de conhecimento de História e Geografia dialogam constantemente, o que encoraja o trabalho interdisciplinar – algo que já foi trabalhado em aulas anteriores acerca das permanências e mudanças no tempo/espaço. VAMOS EXERCITAR Tomando consciência da comunidade O desafio do nosso Ponto de Partida era como ensinar as crianças a noção de que sua vida não é isolada. As crianças são protagonistas da comunidade e dela fazem parte. As habilidades da BNCC trabalhadas no capítulo mostram a necessidade dos(as) estudantes em reconhecerem sua identidade e de sua família, primeiramente, avançando na escala geográfica e histórica dentro da formação do próprio país. É importante destacar que essa premissa é da responsabilidade do(a) professor(a) em sala de aula, norteando sua prática pedagógica. Desde cedo é essencial que as crianças reconheçam a diversidade da comunidade onde está inserida e sua representatividade dentro da sociedade brasileira. Esse reconhecimento é fundamental para embasar as noções de cidadania e responsabilidade perante a sociedade. Aula 4 RELAÇÕES HUMANAS E MUDANÇA Nestaaulaabordaremos aimportância da mobilização da história pessoal dos estudantes paraa aprendizagem dos contextos históricos e geográficos em queestãoinseridos. PONTO DE PARTIDA Nesta aula abordaremos a importância da mobilização da história pessoal dos estudantes para a aprendizagem dos contextos históricos e geográficos em que estão inseridos, além de explorar estratégias pedagógicas para a comparação entre lugares. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/189724 https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/189724 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 20/31 Nesse contexto, imagine-se com a possibilidade de trabalhar com as crianças o registro da história das suas famílias, em espaços vividos com diferentes características, utilizando recursos tecnológicos. Como oferecer a essas crianças a oportunidade de se reconhecerem como protagonistas da história da sua família e comunidade, e de trabalharem com métodos próprios de historiadores(as) e geógrafos(as) que buscam compreender a dinâmica histórica e geográfica da formação do país, em múltiplas escalas? Tudo isso, com a mediação de tecnologia em sala de aula. VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos como trabalhar a utilização de documentos pessoais para conhecimento e contextualização da própria história. Também exploraremos maneiras de reconhecer e diferenciar espaços por meio das suas características físicas, regras de convívio e comunidades que (re)constroem esses territórios cotidianamente. Por último, trataremos, brevemente, sobre a utilização e elaboração de produtos cartográficos digitais para interpretação da realidade dos(as) estudantes, desde a mais tenra idade. Histórias pessoais A utilização de documentos pessoais no processo de ensino e aprendizagem de História e Geografia é essencial para a tomada de consciência, por parte da criança, do seu protagonismo no tempo e espaço vividos por ela, o que a BNCC denomina espaço biográfico. Desde crianças, todos precisam de espaço para desenvolver referências de lateralidade e direções. É em um espaço específico no qual desenvolvemos nossas capacidades motoras; tomamos consciência do que é interno e externo ao corpo; aprendemos regras específicas de convivência; e, também a existência de instituições do aprendizado formal: a escola. Sem espaço, não é possível tomarmos consciência do próprio “Eu” e nos tornarmos protagonistas da própria vida. O espaço biográfico relaciona-se ao conceito de lugar da Geografia. É o espaço que existe, no qual criamos vínculos formativos e afetivos. Nesse contexto, a utilização de documentos pessoais no ensino e aprendizagem de História e Geografia nos anos iniciais é fundamental, uma vez que constitui o registro do protagonismo da criança no espaço e tempo vividos por ela e embasa a expansão da sua percepção do Eu à família, comunidade, bairro, cidade, estado e país. Registrar, interpretar documentos e elaborar sínteses sobre essas fontes é parte da metodologia dos(as) historiadores(as), assim como a representação dos diferentes espaços e a análise das suas respectivas dinâmicas é dos(as) geógrafos(as). Por isso, a BNCC demanda a utilização de documentos pessoais e familiares, conforme exemplificado no quadro a seguir. Quadro 1 | Exemplos de habilidades da BNCC EFAI que trabalham diretamente com a utilização de documentos pessoais próprios e de familiares para conhecimento e contextualização de sua história. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 21/31 Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades A comunidade e seus registros A noção do “Eu” e do “Outro”: registros de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço (EF02HI04) Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário. As formas de registrar as experiências da comunidade As fontes: relatos orais, objetos, imagens (pinturas, fotografias, vídeos), músicas, escrita, tecnologias digitais de informação e comunicação e inscrições nas paredes, ruas e espaços sociais (EF02HI08) Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes. O sujeito e seu lugar no mundo Convivência e interações entre pessoas na comunidade (EF02GE01 ) Descrever a história das migrações no bairro ou comunidade em que vive. Conexões e escalas Mudanças e permanências (EF02GE05) Analisar mudanças e permanências, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos. Fonte: Ministério da Educação. Como pode ser verificado, os registros históricos pessoais e da família são tratados, principalmente, nos primeiros anos do EFAI, uma vez que as primeiras experiências da criança com a noção de comunidade – conforme tratado na aula anterior – se dão pela convivência em família. Vamos analisar algumas possibilidades de práticas pedagógicas no âmbito dessas habilidades destacadas anteriormente: Registrar a narrativa oral da história da família: documentar memórias familiares é um primeiro passo para o reconhecimento de que cada família tem sua própria história e que a criança faz parte dessa construção. Montar um mapa mental, como uma árvore genealógica, baseada na história da família: mapear a dinâmica de formação espaço-temporal da família é outra maneira de documentar a memória e preservá-la para a posteridade. O interessante da árvore genealógica está na organização de informações e também na quebra da noção de linearidade, uma vez que se evidenciam as interações não previstas entre indivíduos de diferentes famílias e comunidades. Registrar as memórias da família no bairro (tempo de residência, migração e fixação no local atual): da família ao bairro, a documentação da memória muda de escala e começa a abranger o espaço e tempo vividos por indivíduos, famílias e comunidadesque partilham do mesmo espaço geográfico. A criança https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 22/31 percebe que é protagonista da sua história familiar e se relaciona com outras crianças e famílias que são protagonistas das suas respectivas histórias, entrelaçando-se. Formam-se os pilares da responsabilidade social, uma vez que a prosperidade depende de respeito mútuo. Levantar as origens das famílias, de grupos e comunidades no bairro, na escola, na cidade e em outras regiões que constituem a diversidade da população do país: novamente, a escala muda e a criança reconhece que o bairro onde vive é parte constituinte de um espaço geográfico maior e mais abstrato. Aprofunda-se a noção de responsabilidade social, uma vez que a prosperidade de todos(as) cidadãos(cidadãs) depende de respeito mútuo em escala nacional. SIGA EM FRENTE Semelhanças e diferenças entre os lugares Agora, vamos focar no trabalho de diferenciação dos espaços. A História se consolida espacialmente e é condicionada pelo espaço geográfico. Por isso, a BNCC preconiza a relação das noções de tempo e espaço desde os primeiros anos do Ensino Fundamental. Quadro 2 | Exemplos de habilidades da BNCC EFAI que trabalham diretamente com a semelhanças e diferenças entre os espaços, situando-os histórica e geograficamente. Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades O sujeito e seu lugar no mundo Situações de convívio em diferentes lugares (EF01 GE04) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.). Conexões e escalas Territórios étnico-culturais (EF04GE06) Identificar e descrever territórios étnico- culturais existentes no Brasil, tais como terras indígenas e de comunidades remanescentes de quilombos, reconhecendo a legitimidade da demarcação desses territórios. A comunidade e seus registros A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas (EF02HI01 ) Reconhecer espaços de sociabilidade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 23/31 Unidades temáticas Objetos de conhecimento Habilidades A noção de espaço A cidade, seus espaços (EF03HI09) Mapear os espaços públicos no lugar em público e privado públicos e privados e suas que vive (ruas, praças, escolas, hospitais, prédios da áreas de conservação Prefeitura e da Câmara de Vereadores etc.) e ambiental identificar suas funções. Fonte: Ministério da Educação. Verifica-se que desde a mais tenra idade exige-se o trabalho com o diferencial espaço-temporal dos espaços de vivência, especialmente no local de residência da criança, seus lugares de convivência, o bairro e a escola. Já é trabalhada a noção de territorialidade nesse conjunto de habilidades, uma vez que espaços podem ser delimitados visualmente, mas também por conta das diferentes normas existentes em cada um. Lembrando que território é considerado um espaço com limites reconhecidos e regras estabelecidas. Por exemplo: na casa dos(as) estudantes pode haver restrição de horário para usufruir de lazer, ou na escola, cuja sala de aula tem um ordenamento espacial com tempo de aula preestabelecido. Nesse contexto, a BNCC demanda reconhecimento de que espaços podem ser inclusivos e exclusivos. Espaços são frutos de processos históricos distintos considerando-se as diferentes comunidades que vivem e transitam neles (aprofundando as discussões levantadas na Aula 1 0). Entre o 3º e o 5º ano, amplia-se a escala de análise, com aprofundamento da distinção entre os espaços: do bairro ao país. O trabalho em sala de aula passa a considerar dualidades: público/privado e campo/cidade, por exemplo. São introduzidas as noções básicas de organização das instituições estatais, assim como a legitimação de territórios indígenas e quilombolas. A seguir podemos discorrer sobre algumas possibilidades de atividades que abordam essas habilidades: Trabalhar com as primeiras noções de territorialidade na forma de regras específicas de convívio em espaços diferentes: primeiro, a partir do reconhecimento de que há normas específicas para os respectivos espaços. Posteriormente, elaborando regras de convívio (exemplo: não jogar lixo no chão, não agredir colegas, organizar o material depois da utilização, aguardar a vez para falar etc). Descrever atributos de diferentes locais públicos e privados, nomeando as diferentes utilizações dos espaços de vivência, além das suas semelhanças e diferenças: pode ser feito tanto em sala de aula como em visita no bairro da escola e/ou da residência da criança. Diferenciar as unidades políticos-administrativas (do município à União) e identificar o poder de cada um dos três poderes: pode ser feito com práticas ativas em sala de aula, abordando artigos jornalísticos que tratam de votações de leis ou mesmo visitando espaços ligados a esses poderes. Reconhecer a existência e principais características de territórios indígenas e quilombolas: aprofundar o estudo a fim de entender a formação histórica e geográfica desses espaços. É possível trabalhar com https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 24/31 mapas do Atlas do IBGE e, se possível, visitar comunidades próximas da cidade de residência dos(as) estudantes. Para organizar sua estratégia, antes de tudo, é necessário reconhecer que essas habilidades não são adquiridas em aulas expositivas, mas demandam protagonismo dos(as) estudantes, possibilitando muitas atividades lúdicas que vão além do espaço da sala de aula – que também é objeto de estudo nessa temática (diferenciar espaços, por exemplo: a residência da escola). Ressalta-se que essas habilidades não são trabalhadas em aulas separadas para cada uma ou em capítulos específicos para cada habilidade (se estiver utilizando material didático ou sistema de ensino). Assim como não são trabalhadas em disciplinas isoladas. A BNCC espera que o trabalho com conceitos e temas seja feito em espiral, ou seja, em diferentes anos e séries, com níveis cognitivos, contextos e complexidade distintos. Tecnologias digitais e o registro histórico Por fim, a utilização da tecnologia no ensino de História e Geografia, desde os anos iniciais, tem mostrado resultados positivos para o ensino e aprendizagem. Ferramentas como o Google Maps/Google Earth, por exemplo, permitem que as crianças explorem mapas interativos, visualizem paisagens e compreendam melhor a geografia física e humana de diferentes regiões – do bairro onde residem até a escala mundial. Esse recurso possibilita a análise de transformações espaciais ao longo do tempo, oferecendo uma perspectiva dinâmica que complementa os mapas tradicionais cujaleitura e interpretação é essencial. A fotografia, por sua vez, é um recurso valioso para o registro das permanências e mudanças dos processos históricos e da dinâmica do espaço geográfico. Junto aos dispositivos móveis, as crianças têm acesso fácil a câmeras de alta qualidade, que podem ser usadas para documentar eventos, paisagens e elementos culturais que observam em suas comunidades. Fotografias históricas comparadas com imagens atuais podem ser utilizadas para discutir mudanças sociais, econômicas e ambientais, incentivando os estudantes a refletirem sobre a evolução dos espaços e a história local. Além disso, a prática da fotografia é um meio potencial para desenvolver olhar crítico e investigativo, essencial para a análise histórica e geográfica. Os celulares, além de serem ferramentas para fotografia, e o uso de aplicativos como o Google Maps, oferecem inúmeras outras possibilidades pedagógicas. Aplicativos de realidade aumentada, por exemplo, permitem que as crianças visualizem modelos 3D de locais históricos ou fenômenos geográficos, possibilitando outras interações com as noções trabalhadas em sala de aula. Aplicativos de anotações e gravação de áudio também podem ser utilizados para criar registros detalhados de visitas a campo, permitindo que as crianças capturem suas observações e reflexões em tempo real. VAMOS EXERCITAR Protagonismo no espaço e tempo vividos https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 25/31 O desafio trazido no início da aula era como possibilitar às crianças o trabalho com o registro da história das suas famílias, a documentação e análise dos diferentes espaços vividos de diferentes características com a utilização de tecnologia. Conforme tratamos na aula, a integração de tecnologia no ensino de História e Geografia não apenas facilita o acesso à informação, mas também pode propiciar uma aprendizagem mais ativa e participativa que promove protagonismo dos(as) estudantes. Por exemplo, é possível propor o registro por câmeras fotográficas ou dispositivos móveis de diferentes espaços vividos, caracterizando-os segundo suas normas de convivência específica; ou ainda utilizar dispositivos móveis para gravar testemunhos de histórias familiares das crianças. Porém, ressalta-se que essa integração deve ser realizada de forma mediada entre estudantes e professores(as), com cuidado ao tempo de exposição e sem substituir o espaço da sala pelo digital. Aula 5 ENCERRAMENTO DA UNIDADE PONTO DE CHEGADA Os conteúdos tratados ao longo da unidade, alinhados às habilidades da Base Nacional Curricular Comum dos anos iniciais do Ensino Fundamental, fazem parte integral do trabalho de professores(as), em todo o país, que se debruçam do planejamento anual dos projetos da instituição de ensino às tarefas executadas no ambiente escolar diariamente. Para além da sala de aula, os conteúdos tratados norteiam a elaboração de materiais didáticos e avaliações externas, ramos nos quais pedagogos(as) têm importância no mercado de trabalho. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric http://www.dsr.inpe.br/DSR/educacao/uso-escolar-sensoriamento-remoto/material-didatico-anos-anteriores/arquivos/capitulo_12.pdf http://www.dsr.inpe.br/DSR/educacao/uso-escolar-sensoriamento-remoto/material-didatico-anos-anteriores/arquivos/capitulo_12.pdf https://atlasescolar.ibge.gov.br/brasil/3052-unidades-de-conservacao-federal.html 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 26/31 Do indivíduo à comunidade, no tempo e no espaço, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Olá, estudante! Durante as aulas, você estudou a respeito do espaço de convivência dos(as) estudantes, além das noções de: permanências e mudanças; comunidade; contexto histórico; fontes históricas; semelhanças e diferenças entre os espaços. Foram tratadas tendências para o ensino e a aprendizagem dos espaços com as crianças dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Além disso, você estudou habilidades específicas da Base Nacional Curricular Comum relacionadas a essas noções e respectivas propostas para planos de ação que coloquem as crianças como protagonistas do processo de ensino-aprendizagem. Esses conhecimentos são necessários para desenvolver a competência desta unidade, que exige conhecer os conceitos básicos para o processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História nos anos Iniciais do Ensino Fundamental, tais como: espaço, paisagem, território, lugar, tempo, comunidade, memória, mudanças, permanências, planejando a prática educativa dessas temáticas de forma interdisciplinar e transdisciplinar. Na carreira como professor(a), as noções, habilidades da BNCC e estratégias farão parte do seu cotidiano em uma escola, do planejamento semestral à programação semanal e à realidade diária da sala de aula, que é fluida e orgânica. Planos de aula são pontos de partida que, ao serem confrontados com a dinâmica das diferentes turmas dos anos Iniciais do Ensino Fundamental, devem ser adaptados. Por exemplo, as práticas de metodologia ativa trazidas nas aulas podem se encaixar perfeitamente para uma sala e não funcionar bem na próxima. Por isso, flexibilidade e opções no plano de aula são essenciais, além de capacidade de improvisação. Cabe ao(à) docente ter consciência situacional de cada sala e do conjunto de estudantes para tomar as melhores decisões possíveis no dia a dia. É nesse sentido que a noção de um(a) professor(a) como mediador(a) ganha ainda mais importância, pois tratar as crianças como protagonistas do processo de ensino-aprendizagem não significa deixar o ambiente escolar informal ou só aplicar metodologias ativas – lembre-se de que há uma habilidade específica da BNCC sobre regras de convivência em diferentes espaços de vivência. As noções e conceitos tratados nas aulas não são apreendidos com breves exposições às crianças, mas de forma gradual e rotineira. Esse é um dos motivos pelos quais a BNCC trata o conhecimento como uma construção em espiral, mediada por professores(as) que oferecem diferentes formas de desenvolver habilidades em níveis cognitivos cada vez mais complexos. Por último, com relação à BNCC e aos diferentes exemplos de estratégias tratadas na unidade, é essencial destacar que não há uma única forma de trabalhar as habilidades em sala de aula. Ao preparar uma aula, mapeie as habilidades elencadas, consulte a BNCC comentada e faça planos de ação que não se restrinjam ao ambiente escolar, mas que abarquem ao máximo a realidade das crianças – inclusive na proposição de lições de casa, pesquisas e saídas escolares (conforme será trabalhado na próxima unidade). É HORA DE PRATICAR Projeto editorial de elaboração de práticas ativas https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric…e a autonomia. A implementação da BNCC visa ao desenvolvimento de competências gerais, como o conhecimento, o pensamento científico, crítico e criativo, e a comunicação. Especificamente em História e Geografia, busca-se a formação de cidadãos conscientes e atuantes, capazes de compreender e intervir em sua realidade de forma crítica e responsável. Os professores assumem um papel central na materialização das propostas da BNCC. Eles precisam se familiarizar com os novos documentos e desenvolver práticas pedagógicas que atendam às diretrizes curriculares. Para isso, é essencial investir em formação continuada e em um ambiente colaborativo entre os educadores (De Souza, 2020). Em suma, a apresentação das propostas da BNCC e das diretrizes curriculares para o ensino de História e Geografia nos anos iniciais, juntamente com os documentos orientadores, é de importância imprescindível para a pedagogia. Esses elementos juntos promovem um ambiente educativo que valoriza o desenvolvimento integral dos estudantes, preparando-os para os desafios do século XXI. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é um professor de Geografia e História que enfrenta dificuldades ao tentar implementar essas mudanças em uma escola pública e percebe que a falta de recursos, como materiais didáticos adequados e formação continuada para outros professores, são obstáculos consideráveis. Além disso, a resistência de alguns colegas que estão acostumados com métodos tradicionais cria um ambiente desafiador. Diante desse cenário, você se vê perante as seguintes questões: De que maneira você, como professor, pode promover a adesão dos colegas e incentivar a formação continuada para a implementação eficaz das propostas da BNCC no ensino de História e Geografia? Quais estratégias podem ser utilizadas para superar a https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 7/25 falta de recursos didáticos e materiais, de forma a garantir uma prática pedagógica que esteja alinhada com os princípios da BNCC? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa Aula! Vamos lá? Bons estudos! VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! No presente vídeo você acompanhará as informações mais importantes no que diz respeito à apresentação das propostas da BNCC para o ensino de História e Geografia; as diretrizes curriculares e demais documentos orientadores para o ensino de História e Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental; comparativos entre PCN e BNCC. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. A apresentação as propostas da BNCC para o ensino de História e Geografia A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) representa um marco significativo na educação brasileira, estabelecendo diretrizes claras e objetivas para o ensino de diferentes disciplinas, incluindo História e Geografia. A seguir, detalharemos as propostas da BNCC para o ensino dessas áreas, destacando os objetivos gerais, a abordagem interdisciplinar, as competências e habilidades específicas, bem como a importância da contextualização histórica e geográfica. A BNCC propõe como principais objetivos para o ensino de História o desenvolvimento do pensamento histórico crítico, a compreensão dos processos sociais, culturais, econômicos e políticos ao longo do tempo, além do reconhecimento da diversidade cultural e das diferentes identidades que compõem a sociedade brasileira. A ênfase é dada não apenas à memorização de fatos, mas também à capacidade dos estudantes de analisar e interpretar os acontecimentos históricos (Baliski, 201 6). As diretrizes curriculares nacionais servem como um guia para a implementação da BNCC, detalhando os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento que devem ser alcançados ao longo da educação fundamental. Elas asseguram que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade e equitativa, independentemente da região ou contexto socioeconômico. Os documentos orientadores fornecem subsídios teóricos e metodológicos que auxiliam os professores na tradução das diretrizes em práticas pedagógicas concretas. Eles são fundamentais para garantir uma educação alinhada com os princípios estabelecidos pela BNCC, promovendo um ensino mais eficaz e significativo. Um ponto-chave das propostas da BNCC é a integração entre História e Geografia, estimulando uma abordagem interdisciplinar que permite uma compreensão mais ampla e contextualizada do mundo. Essa integração ajuda os estudantes a perceberem como os aspectos históricos influenciam a organização espacial e vice-versa, favorecendo uma aprendizagem mais holística. Para o ensino de História, a BNCC estabelece várias competências e habilidades, tais como a análise de fontes https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 8/25 históricas, a capacidade de argumentação baseada em evidências, e o reconhecimento da pluralidade de interpretações históricas. Essas competências são essenciais para formar cidadãos críticos e conscientes de seu papel na sociedade. No campo da Geografia, a BNCC destacou a importância de competências como a leitura crítica de mapas e cartas geográficas, a interpretação de fenômenos naturais e sociais, e a habilidade de relacionar as dinâmicas espaciais com questões ambientais, políticas e econômicas. Essas habilidades são fundamentais para preparar os estudantes para os desafios contemporâneos. A contextualização histórica e geográfica é essencial para que os estudantes possam compreender melhor o presente com base na análise do passado e da observação do espaço. A BNCC enfatiza a importância de situar os conteúdos específicos dentro de contextos maiores, permitindo uma visão mais integrada e crítica da realidade (De Souza, 2020). A implementação das propostas da BNCC para o ensino de História e Geografia apresenta desafios significativos, incluindo a necessidade de formação continuada dos professores, a adaptação dos materiais didáticos e a adequação das práticas pedagógicas. No entanto, essas mudanças também trazem perspectivas promissoras, como a possibilidade de um ensino mais conectado com a realidade dos estudantes e mais capaz de prepará-los para a vida em sociedade. Em resumo, a BNCC oferece um norte para a educação em História e Geografia no Brasil, propondo um currículo que valoriza a interdisciplinaridade, o desenvolvimento de competências críticas e a contextualização dos conteúdos. Desafios existem, mas as perspectivas são igualmente promissoras, apontando para um ensino mais significativo e relevante para os estudantes. VAMOS EXERCITAR Aplicação das propostas da BNCC para o ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é um professor de Geografia e História que enfrenta dificuldades ao tentar implementar essas mudanças em uma escola pública e percebe que a falta de recursos, como materiais didáticos adequados e formação continuada para27/31 Após anos como professor(a) no Ensino Fundamental Anos Iniciais surge um projeto para elaboração de práticas de metodologias ativas em uma editora. O projeto da editora tem como principal objetivo atualizar as práticas que não estão alinhadas às habilidades da Base Nacional Curricular Comum. Nesse cenário, a editora selecionou seu perfil devido à sua experiência em sala de aula com a faixa etária do material didático e seu conhecimento na BNCC. Na parte do projeto destinada a você, foi mapeado um conjunto de habilidades que devem ser trabalhadas que vão do 2ª ao 5º ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Os pré-requisitos para a entregas são os seguintes: Os objetos editoriais (imagens, texto, música etc.) deverão ser os mesmos para os anos selecionados. Os objetos editoriais (imagens, texto, música etc.) deverão ser de fontes fidedignas. As práticas ativas a serem elaboradas devem colocar os(as) estudantes como protagonistas, sem descartar o papel mediador do(a) professor(a). As práticas deverão ser elaboradas pensando no desenvolvimento das habilidades mapeadas, em espiral, ao longo da coleção de anos iniciais. As práticas deverão ter característica interdisciplinar entre Geografia e História. Deverá ser elaborada uma prática ativa por ano, totalizando quatro práticas ao todo. O conjunto de práticas ativas que você deverá elaborar para o projeto devem atender às seguintes habilidades: (EF02GE05) Analisar mudanças e permanências, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos. (EF03HI02) Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive. (EF04HI05) Relacionar os processos de ocupação do campo a intervenções na natureza, avaliando os resultados dessas intervenções. (EF05GE08) Analisar transformações de paisagens nas cidades, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes. Para nortear essa demanda, seguem três questões para serem consideradas no desenvolvimento das práticas ativas: 1. Quais são as noções principais que interligam as habilidades elencadas? 2. Quais são os objetos editoriais mais indicados para atender aos requisitos do projeto e o desenvolvimento das habilidades? 3. Qual é a relação entre História e Geografia nas habilidades mapeadas para o desenvolvimento do projeto? Resolução da situação-problema: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 28/31 Considerações para a resolução da situação-problema por meio das questões norteadoras. 1. As principais noções que interligam as habilidades elencadas são permanência e mudança em contextos históricos e geográficos específicos. As mudanças que ocorrem no espaço geográfico e no meio natural devem ser identificadas dentro de um contexto histórico específico. 2. Os objetos editoriais mais indicados para atender aos requisitos do projeto e o desenvolvimento das habilidades são imagens, especificamente fotografias aéreas e/ou imagens de satélite. Mesmo nas habilidades nas quais não é feita menção específica à utilização de meio imagético (EF03HI02, EF04HI05), imagens podem servir como contexto para iniciar discussões ou meio para trabalhar a habilidade em si. 3. A relação entre História e Geografia nas habilidades mapeadas para o desenvolvimento do projeto está no reconhecimento de que espaço e tempo são categorias indissociáveis. Qualquer mudança no espaço geográfico deve ser contextualizada segundo uma dinâmica histórica específica. Assim como atores históricos devem considerar as condicionantes espaciais para a tomada de decisões e como essas decisões reverberam no espaço geográfico, independente da escala de atuação. Para o desenvolvimento do projeto é possível trabalhar com mão na massa de projetos cartográficos, utilizando as mesmas imagens de satélite e/ou fotografias aéreas da mesma região, em uma série histórica. Para trabalhar a habilidade (EF02GE05) – Analisar mudanças e permanências, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos, é possível apresentar um quadro-síntese com uma série de duas ou mais imagens de satélite e/ou fotografias aéreas da mesma localidade, pedindo para as crianças, primeiro, reconhecerem quais foram as principais mudanças de uma imagem a outra e, posteriormente, pesquisar as causas dessas mudanças. Para trabalhar a habilidade (EF03HI02) – Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive, é possível apresentar o mesmo conjunto de imagens e pedir para as crianças vejam como um acontecimento histórico específico teve reflexo no espaço geográfico. Por exemplo, a chegada de uma indústria em determinada área do município ou a expansão da mancha urbana da cidade. Para trabalhar a habilidade (EF04HI05) – Relacionar os processos de ocupação do campo a intervenções na natureza, avaliando os resultados dessas intervenções, é possível apresentar o mesmo conjunto de imagens supracitado e focar na identificação dos elementos que mudaram e permaneceram com foco na paisagem natural, e como o estabelecimento de atividades agropecuárias mudou essa paisagem, causando impactos específicos – por exemplo: desmatamento, exposição do solo, padrões de ocupação, divisão da terra em glebas etc. Para trabalhar a habilidade (EF05GE08) – Analisar transformações de paisagens nas cidades, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes, é possível apresentar o mesmo conjunto de imagens supracitados e focar na identificação dos elementos que mudaram e permaneceram com foco na urbanização. Para nortear as crianças, traga perguntas como: 1. A área urbana aumentou ou diminuiu? Onde mudou? 2. A área imageada é residencial, comercial ou industrial? Algo mudou? 3. Pelas características da imagem, é possível verificar se é uma área de alta ou baixa renda? Como? https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 29/31 Para finalizar, os conhecimentos aprendidos ao longo da unidade foram essenciais para a resolução da situação-problema trazida. Todas as noções e recursos foram trabalhados nas propostas de atividades para cada uma das habilidades. Permanências e mudanças permearam todas as atividades, assim como o entendimento de que acontecimentos históricos se refletem no espaço geográfico, conforme evidenciado nas alterações da paisagem registradas nas imagens propostas para as práticas de metodologia ativa. DÊ O PLAY! Um dos maiores desafios do cotidiano de professores(as) é o planejamento de uma aula que contemple as diretrizes estabelecidas pela diretoria e coordenação pedagógicas, as exigências curriculares e o público a que está voltada. Além disso, é importante que seja dinâmica e relevante. Escute o podcast sobre o relato de uma situação na qual uma professora precisou ser substituída e como o planejamento de aula, envolvendo geotecnologia no desenvolvimento de habilidades específicas, foi impactado pela realidade de cada sala de aula. ASSIMILEFonte: elaborado pelo autor. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 30/31 REFERÊNCIAS TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS Aula 1 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF, 201 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 28 mai. 2024. KRENAK, A. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. PINSKY, J. O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. RIZATTI, M. et al. O lugar como categoria de análise na Geografia e sua contribuição para abordagens didáticas na cartografia escolar. Revista Tamoios, [s. l.] , v. 1 7, n. 1 , 2021 . Disponível em: https://www.e- publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51 1 20. Acesso em: 27 jun. 2024. SCALDAFERRI, D. C. M. Concepções de tempo e ensino de história. História & Ensino, Londrina, v. 1 4, p. 53-70, 2008. Disponível em: https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/histensino/article/view/1 1 522/1 0227. Acesso em: 22 maio 2022. Aula 2 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF, 201 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 28 mai. 2024. NADAI, E.; BITTENCOURT, C. Repensando a noção de tempo histórico no ensino. In: PINSKY, Jaime (org.) O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. PINSKY, J. O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. RIZATTI, M. et al. O lugar como categoria de análise na Geografia e sua contribuição para abordagens didáticas na cartografia escolar. Revista Tamoios, [s. l.] , v. 1 7, n. 1 , 2021 . Disponível em: https://www.e- publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51 1 20. Acesso em: 27 jun. 2024. Aula 3 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF, 201 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 28 mai. 2024. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? Belo Horizonte: Conhecimento Editora, 2020. GOMES, M. P. Antropologia. 2. ed. 7. reimpressão. São Paulo: Contexto, 201 6. JOHNSON, A. G. Dicionário de sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1 997. PINSKY, J. O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/histensino/article/view/11522/10227 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 31/31 SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric 19/08/2026, 17:31 u3_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138833&atividadeDescric… 32/31 Aula 4 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF, 201 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 28 mai. 2024. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? Belo Horizonte: Conhecimento Editora, 2020. PINSKY, J. O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. Aula 5 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF, 201 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 28 mai. 2024. DE SOUZA, P. H. BNCC no chão da sala de aula: o que as escolas podem aprender a fazer com as 1 0 competências? Belo Horizonte: Conhecimento Editora, 2020. GOMES, M. P. Antropologia. 2. ed. 7. reimpressão. São Paulo: Contexto, 201 6. JOHNSON, A. G. Dicionário de sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1 997. KRENAK, A. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. NADAI, E.; BITTENCOURT, C. Repensando a noção de tempo histórico no ensino. In: PINSKY, Jaime (org.) O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. PINSKY, J. O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. RIZATTI, M. et al. O lugar como categoria de análise na Geografia e sua contribuição para abordagens didáticas na cartografia escolar. Revista Tamoios, [s. l.] , v. 1 7, n. 1 , 2021 . Disponível em: https://www.e- publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51 1 20. Acesso em: 27 jun. 2024. SCALDAFERRI, D. C. M. Concepções de tempo e ensino de história. História & Ensino, Londrina, v. 1 4, p. 53-70, 2008. Disponível em: https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/histensino/article/view/1 1 522/1 0227. Acesso em: 22 maio 2022. SHOKO, K. Geografia no ensino básico: questões e propostas. São Paulo: contexto, 201 9. Imagem de capa: Storyset e ShutterStock. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138833&atividadeDescric http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/histensino/article/view/11522/10227 https://storyset.com/ https://www.shutterstock.com/pt/ 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 1/32 Imprimir PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DA HISTÓRIA E GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Aula 1 - Como estruturar um trabalho de campo no ensino de História e Geografia Aula 2 - Educação patrimonial e patrimônio ambiental e o ensino de História e Geografia Aula 3 - Museus como espaços educativos Aula 4 - Conhecendo diferentes paisagens Aula 5 - Encerramento da unidade Referências Aula 1 COMO ESTRUTURAR UM TRABALHO DE CAMPO NO ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA Nestaaulaabordaremos aimportância dos trabalhos de campo no processo deensino e aprendizagem de Geografia e História. PONTO DE PARTIDA Nesta aulaabordaremos a importância dos trabalhos de campo no processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História. Serão discutidos os objetivos dos trabalhos de campo, planejamento e propostas para planos de ação voltados a estudantes do Ensino Fundamental Anos Iniciais. O objetivo principal é que os estudantes sejam protagonistas e vivenciem aquilo que aprenderam em sala de aula. Imagine-se no planejamento do início do ano letivo para o 5º ano do Ensino Fundamental. A coordenação se reúne com os(as) professores(as) e pede propostas para, pelo menos, um trabalho de campo e uma visita a uma instituição ao longo do ano – uma em cada semestre. O trabalho de campo deverá ser, preferencialmente, interdisciplinar, abordando conhecimentos que foram tratados nos respectivos semestres e dando oportunidade para que os(as) estudantes possam sair da sala de aula e quebrar a rotina, https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 2/32 proporcionando uma experiência positiva com relação ao ambiente escolar. Nas reuniões subsequentes ficou decidido que o tema do trabalho de campo deverá ser a urbanização do Brasil, com foco na cidade de residência das crianças, e desenvolvendo duas habilidades: (EF05GE03) Identificar as formas e funções das cidades e analisar as mudanças sociais, econômicas e ambientais provocadas pelo seu crescimento. (EF05HI1 0) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo. Proponha um local de visitação levando em consideração o ano de sua turma e as habilidades da BNCC previstas para serem trabalhadas neste ano. VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos a importância dos trabalhos de campo no processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História. Serão discutidos objetivos dos trabalhos de campo, planejamento e propostas para planos de ação voltados a estudantes do Ensino Fundamental Anos Iniciais. O objetivo principal é que os estudantes sejam protagonistas e vivenciem aquilo que aprenderam em sala de aula. Objetivos do trabalho de campo Os trabalhos de campo são uma metodologia ativa de ensino com potencial de proporcionar uma aprendizagem significativa às crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, pois a própria saída do ambiente escolar formal permite um novo modo de olhar a realidade. No contexto das disciplinas de História e Geografia, essas atividades são essenciais para aproximar os estudantes da realidade estudada, permitindo uma compreensão mais profunda e concreta dos conteúdos. O objetivo principal dos trabalhos de campo é promover uma conexão entre o conteúdo teórico ensinado em sala de aula e o mundo real. Para os(as) estudantes do Ensino Fundamental Anos iniciais, isso é especialmente importante, pois permite que eles vivenciem e experimentem os conceitos de História e Geografia de forma prática e envolvente. Além disso, esses trabalhos incentivam a curiosidade, a investigação, a reflexão crítica sobre o ambiente e a sociedade, além de serem um momento lúdico. Porém, sua finalidade é didático- pedagógica e não um passeio ou atividade recreativa: “[...] a realização da aula de campo depende de definição de objetivos, de estar relacionada com discussões efetuadas em sala de aula, de planejamento, de pesquisa, da avaliação do processo de ensino-aprendizagem, entre vários outros elementos inerentes à prática docente” (Baliski, 201 6, p.1 42). Alguns objetivos dos trabalhos de campo são: 1. Estimular a observação e a percepção do espaço: ao visitar diferentes locais, as crianças podem identificar elementos naturais e humanos, compreender a organização do espaço e refletir sobre as interações entre sociedade e natureza. Essas atividades ajudam a desenvolver a habilidade de leitura do mundo, essencial para a formação de cidadãos críticos e conscientes. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 3/32 2. Desenvolver habilidades de pesquisa e investigação: durante as visitas, os(as) estudantes são incentivados a fazerem perguntas, coletar dados e informações, e registrar suas observações. Esse processo investigativo é fundamental para a construção do conhecimento, pois promove a autonomia, a iniciativa e o pensamento científico. 3. Promover a aprendizagem significativa: relacionar o conteúdo teórico com experiências práticas. Os(as) estudantes conseguem entender melhor os conceitos e fenômenos estudados, pois podem observá-los diretamente e contextualizá-los em situações reais. Essa abordagem facilita a retenção do conhecimento e torna o aprendizado mais interessante e motivador. 4. Fomentar o trabalho colaborativo: durante as atividades, as crianças podem trabalhar em grupo, compartilhando responsabilidades e trocando experiências. Essa dinâmica contribui para o desenvolvimento de habilidades sociais, como cooperação, comunicação e resolução de conflitos. 5. Desenvolver a sensibilidade e o respeito pelo meio ambiente e patrimônio histórico: as visitas a locais de interesse histórico e ambiental ajudam a desenvolver a sensibilidade e o respeito pelo meio ambiente e patrimônio histórico. Ao conhecerem a importância desses locais, as crianças são incentivadas a valorizarem e preservarem a herança cultural e natural. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 4/32 SIGA EM FRENTE Planejamento do trabalho de campo Exemplos de propostas de trabalho de campo Um exemplo de trabalho de campo com logística mais simples e atendendo uma habilidade específica da BNCC, por exemplo, (EF02HI01 ) Reconhecer espaços de sociabilidade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco seria uma saída no bairro onde está localizada a escola. Nesse caso, poderia ser feito com escopo limitado ao tempo de 50 minutos da aula, com observações mais específicas ou contando com um período mais extenso em campo. Nesse caso, seria desenvolvido um trabalho específico de identificação de espaços por meio de observação direta. Ao longo do trajeto predeterminado, as crianças poderão observar quais são os locais públicos de vivência disponíveis no bairro como: praças, parques, área comercial, ruas, templos religiosos etc. É importante observar também o que não está presente. Em alguns bairros há maior presença de áreas verdes e residências, em outros, mais áreas comerciais e menos lazer disponível ao público. Algumas localidades podem ou não ter rua pavimentada e calçamento adequado para movimento. Essas características devem ser observadas. Por fim, ao caracterizar esses locais de vivência, deve ser pedido às crianças para observarem como as pessoas se relacionam no/com o espaço. Perguntas norteadoras para o campo podem ser utilizadas: Como as pessoas se deslocam pelo local? A pé, de bicicleta,com automóvel? Existem regras específicas de convívio no local? O espaço é aberto ou fechado ao público? Como as pessoas convivem neste espaço? Outro exemplo envolve uma saída de campo mais extensa e trabalha com a noção de comunidade expandida no trabalho com a habilidade (EF03GE01 ) Identificar e comparar aspectos culturais dos grupos sociais de seus lugares de vivência, seja na cidade, seja no campo. O desenvolvimento dessa habilidade tem como objetivo central identificar a diversidade social na comunidade e, posteriormente, comparar diferentes grupos e seus respectivos modos de vida. Nesse tipo de trabalho de campo, espera-se que as crianças observem e relatem aspectos culturais de grupos sociais, assim como a relação desses grupos com o espaço geográfico construído por eles. Pode ser realizado um trabalho de campo para que as crianças observem e interajam com povos originários, quilombolas, ciganos etc. Espera-se que as crianças possam comparar diferenças e semelhanças entre a comunidade visitada e a comunidade a que pertencem os(as) estudantes. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 5/32 VAMOS EXERCITAR No início da aula foi lançado o desafio de propor, pelo menos, um trabalho de campo e uma visita a uma instituição ao longo do ano – uma em cada semestre. O desafio inicial era organizar um trabalho de campo, interdisciplinar, que abordasse duas habilidades: (EF05GE03) Identificar as formas e funções das cidades e analisar as mudanças sociais, econômicas e ambientais provocadas pelo seu crescimento. (EF05HI1 0) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo. Considerando as habilidades propostas para serem trabalhadas em campo, as crianças poderão percorrer um trajeto predefinido na cidade de residência, por exemplo, no centro histórico do município. A saída terá como objetivo identificar as mudanças e permanências observadas no centro histórico: a preservação da arquitetura dos edifícios, a construção de novas edificações, a reforma de espaços e quais desses patrimônios são protegidos para a manutenção da história da cidade. É interessante, se possível, compartilhar um mapa com uma rota em que estejam identificados os principais marcos históricos, edifícios tombados e locais importantes para a memória local. A avaliação do trabalho de campo poderá se pautar na qualidade dos relatos e observações das crianças, assim como nas análises das mudanças sociais e históricas observadas no espaço visitado. Aula 2 EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E PATRIMÔNIO AMBIENTAL E O ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA Nestaaula, estudaremos os conceitos deeducação patrimonial e patrimônio ambiental. Saiba mais Estudo do meio e aulas de campo”, presentes no livro Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Recomenda-se também a leitura do artigo A aula de campo comoinstrumento da G https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/16/22/a-aula-de-campo-como-instrumento-facilitador-da-aprendizagem-em-geografia-no-ensino-fundamental https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/16/22/a-aula-de-campo-como-instrumento-facilitador-da-aprendizagem-em-geografia-no-ensino-fundamental 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 6/32 PONTO DE PARTIDA Nesta aula, estudaremos os conceitos de educação patrimonial e patrimônio ambiental. Também conheceremos estratégias pedagógicas para projetos de educação patrimonial e a educação ambiental na preservação de patrimônios culturais. Antes de iniciarmos, é importante partirmos de uma problematização. Para isso, considere que, em uma situação hipotética, o(a) diretor(a) da escola em que você trabalha pede para que ações de educação ambiental e patrimonial, postergadas por conta da pandemia de covid-1 9, sejam retomadas. Porém, ao consultar os documentos da escola, verifica-se que o foco dessas ações era em educação ambiental, com nenhuma abordagem de educação patrimonial. Ao reportar essa questão, você é incumbido(a) de propor pelo menos um projeto que aborde esses temas de forma interdisciplinar e em parceria com a comunidade. Como você poderá resolver essa situação? VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos a importância dos trabalhos de campo no processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História. Serão discutidos os conceitos de educação patrimonial e patrimônio ambiental. A partir dessa base serão discutidas estratégias pedagógicas para integrar a educação patrimonial e ambiental voltada a estudantes do Ensino Fundamental Anos Iniciais. Conceituando educação patrimonial e patrimônio ambiental A educação patrimonial e o patrimônio ambiental são conceitos fundamentais para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Eles estão intimamente relacionados com o desenvolvimento de uma consciência crítica e sustentável, essencial para a preservação e valorização do patrimônio cultural e natural. Educação patrimonial Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN): TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 7/32 Podemos elencar alguns objetivos da educação patrimonial: Promover o conhecimento: ensinar a história e a importância dos patrimônios culturais. Desenvolver a consciência crítica: incentivar a reflexão sobre a relação entre o indivíduo e o patrimônio. Estimular a participação ativa: encorajar a participação na preservação e valorização do patrimônio cultural. Fomentar o sentimento de identidade: reforçar o sentido de pertencimento e identidade cultural. A educação patrimonial no contexto escolar permite que os(as) estudantes desenvolvam uma compreensão mais profunda de sua própria cultura e história, bem como das culturas e histórias de outros povos. Isso contribui para a formação de cidadãos críticos capazes de reconhecer e valorizar a diversidade cultural, tornando-se engajados na proteção do patrimônio. Patrimônio ambiental Também conhecido como “patrimônio natural”, é um termo que passou a ser utilizado em 1 972, tendo sido definido na Convenção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural da Unesco: — (Unesco, 1 972, p. 2) https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica…8/32 No Brasil, uma das principais estratégias para a preservação do patrimônio ambiental é a criação e a gestão eficaz de unidades de conservação, que incluem parques nacionais, reservas biológicas e estações ecológicas. Essas áreas protegidas são fundamentais para a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas, conforme pode ser visto no exemplo do mapa a seguir. Mapa 1 | Parques nacionais e monumentos naturais Fonte: Atlas Escolar do IBGE (2020). Educação ambiental e patrimonial A educação ambiental visa promover a conscientização e o respeito pelo meio ambiente, incentivando práticas sustentáveis e a preservação dos recursos naturais para as futuras gerações. Quando integrada à educação patrimonial, essa abordagem educativa abrange a valorização e preservação tanto do patrimônio cultural quanto do ambiental, reconhecendo a interdependência entre cultura e natureza, espaço/paisagem natural e espaço geográfico, respectivamente. Os objetivos da educação ambiental e patrimonial são: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescrica… 9/32 Sensibilização: despertar a consciência a respeito da importância da preservação ambiental. Conhecimento: informar sobre os processos ecológicos e a importância dos ecossistemas. Habilidades: agir de forma sustentável. Atitudes: fomentar atitudes e comportamentos responsáveis em relação ao meio ambiente. SIGA EM FRENTE Estratégias pedagógicas Integrar a educação patrimonial e ambiental no currículo escolar pode ser realizado por meio de diversas estratégias pedagógicas, tais como: (1 ) Projetos interdisciplinares, (2) Trabalhos de campo, (3) Atividades práticas, (4) Utilização de instrumentos tecnológicos e (5) Parcerias com a comunidade. A seguir, vamos aprofundar essas estratégias. 1. Projetos interdisciplinares Os projetos interdisciplinares são uma excelente maneira de integrar a educação patrimonial e ambiental. Esses projetos podem envolver diversas disciplinas, como História, Geografia, Ciências e Artes, permitindo uma abordagem holística e contextualizada dos temas. São exemplos de projetos: visitar museus, sítios históricos e áreas naturais locais. Durante as visitas, os(as) estudantes podem realizar pesquisas e entrevistas com moradores antigos para produzir relatórios, maquetes ou exposições dos lugares visitados. 2. Trabalhos de campo Os trabalhos de campo são uma estratégia eficaz para aproximar as crianças da realidade estudada. As visitas a locais de interesse histórico e ambiental permitem que os(as) estudantes vivenciem e observem diretamente os objetos de estudo, promovendo uma aprendizagem significativa. Um exemplo de trabalho de campo é uma visita a uma reserva ecológica ou local de relevância histórica. Durante a visita, as crianças podem realizar atividades como observação da fauna e flora, coleta de amostras, desenhos e fotografias, além de participar de palestras com especialistas na importância da preservação desses locais. 3. Atividades práticas e lúdicas As atividades práticas e lúdicas tornam o aprendizado mais envolvente e dinâmico. Jogos educativos, oficinas de arte e atividades de jardinagem são exemplos de práticas que podem ser utilizadas para integrar a educação patrimonial e ambiental. Exemplo de atividade: os(as) estudantes podem aprender a importância da reciclagem e criar obras de arte utilizando materiais reciclados. Essa atividade pode ser complementada com discussões sobre o impacto do lixo no meio ambiente e a importância de práticas sustentáveis. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 10/32 4. Utilização de recursos tecnológicos Os recursos tecnológicos, como aplicativos educativos, vídeos e plataformas interativas, podem enriquecer as aulas e proporcionar novas formas de aprendizado. Essas soluções oferecem conteúdos de maneira interativa e visual, dando outra perspectiva para a compreensão de conceitos complexos. Exemplo de recurso tecnológico: aplicativos que utilizam realidade aumentada podem ser usados para simular visitas a monumentos históricos ou ecossistemas, proporcionando uma experiência imersiva e interativa para os estudantes. Lembrando que a utilização de tecnologia deve ser mediada pelo(a) professor(a), com propostas construtivas, e não apenas ilustrativas, com linguagem adequada para a faixa etária das crianças. 5. Parcerias com a comunidade Estabelecer parcerias com instituições culturais, ONGs ambientais, universidades e outros atores da comunidade pode enriquecer o processo educativo. Essas parcerias podem proporcionar recursos, conhecimentos e oportunidades de aprendizado fora da sala de aula. Exemplo de parceria: organizações não governamentais (ONGs), que atuam na área ambiental, podem oferecer palestras, workshops e atividades práticas para os(as) estudantes, abordando temas como reciclagem, conservação de espécies e educação para a sustentabilidade. As estratégias trabalhadas não esgotam o tema e servem como sugestões gerais. É importante destacar que o(a) professor(a) sempre deve considerar a realidade específica da escola, comunidade e da dinâmica das turmas antes de aplicar modelos preconcebidos. Quando as estratégias de educação ambiental e patrimonial são bem estruturadas e trabalham dentro da realidade dos(as) estudantes, tornando-os protagonistas desse processo, são formadas as bases da proteção do patrimônio ambiental e histórico. VAMOS EXERCITAR O início da aula trouxe como desafio a proposição de um projeto que tivesse abordagem de educação ambiental e patrimonial, de forma interdisciplinar, em parceria com a comunidade. Por exemplo: é possível propor parceria com ONGs que trabalham com patrimônios históricos e culturais locais, com o objetivo de visitar áreas tombadas, entender como funciona o tombamento de uma área e sua importância para a preservação da história e cultura locais. A parceria poderia funcionar com um projeto de longo prazo, com atividades interativas com as crianças e, ao mesmo tempo, divulgação do trabalho das ONGs escolhidas. Conforme foi visto ao longo da aula, é possível estabelecer parcerias com instituições culturais, ONGs ambientais, universidades e outros atores da comunidade para enriquecer o processo educativo e proporcionar recursos, conhecimentos e oportunidades de aprendizado fora da sala de aula. Também é possível visitar museus, sítios históricos e áreas naturais locais, pedindo para os(as) estudantes realizarem pesquisas e entrevistas com moradores antigos para produzir relatórios, maquetes ou exposições sobre a formação dos lugares visitados. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 11/32 Aula 3 MUSEUS COMO ESPAÇOS EDUCATIVOS Nestaaula , estudaremos as propriedades pedagógicas do museu comoespaço educativo. PONTO DE PARTIDA Nesta aula, estudaremos as propriedades pedagógicas do museu como espaço educativo. Também discutiremos propostas de projetos para o Ensino Fundamental envolvendo museus para trabalhar as disciplinas de História e Geografia. Para iniciarmos, imagine-se trabalhando em um município distante de museus, no qual as possibilidades de visita a instituições com infraestrutura e atividades interativas são desafiadoras. Nesse contexto, você tem a ideia da criação de um projeto de “Museu na Escola”, em que o próprio espaço escolar se tornará, temporariamente, um museu para a comunidade. Desafio: como organizar um museu na escola envolvendo a comunidade? VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos o que são museus, sua origem e a importância dessas instituições para a ciência e educação no país. Serão tratadas as potencialidades pedagógicas desses espaços, assim como propostas de projetos para o Ensino Fundamental envolvendo museus, explorando o diálogo interdisciplinar entre Geografia e História e outras disciplinas da formação básica. Museu como espaço educativo As instituições que hoje denominamos “museus” têm uma longa história que remonta ao Período Helenístico. A palavra vem do grego mouseion, em referência às Nove Musas: Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/3ano/historia/sequencia/patrimonios-historicos-e-culturais-locais/767 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 12/32 Atualmente, a concepção do que é a instituição museu é definida por referências consagradas da museologia, além das legislações específicas de cada país. No Brasil, a Lei nº 1 1 .904, de 1 4 de janeiro de 2009, que institui o Estatuto dos Museus em território nacional, define esses espaços como: Art. 1 ° Consideram-se museus, para os efeitos desta Lei, as instituições sem fins lucrativos que conservam, investigam, comunicam, interpretam e expõem, para fins de preservação, estudo, pesquisa, educação, contemplação e turismo, conjuntos e coleções de valor histórico, artístico, científico, técnico ou de qualquer outra natureza cultural, abertas ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento. Parágrafo único. Enquadrar-se-ão nesta Lei as instituições e os processos museológicos voltados para o trabalho com o patrimônio cultural e o território visando ao desenvolvimento cultural e socioeconômico e à participação das comunidades. Art. 2° São princípios fundamentais dos museus: I – a valorização da dignidade humana; II – a promoção da cidadania; III – o cumprimento da função social; IV – a valorização e preservação do patrimônio cultural e ambiental; V – a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural; VI – o intercâmbio institucional. — (Brasil, 2009, p. 1 ) É importante destacar que, apesar de o Estatuto dos Museus ter sido sancionado em 2009, essas instituições fazem parte da história da ciência no país. A formação de cientistas e a produção de conhecimento científico, propriamente dito no país, teve apoio dos museus desde a segunda metade do século XIX. Portanto, a ligação dessas instituições com a educação no país antecede em muito a sanção da Lei nº 1 1 .904. Segundo o Espaço do Conhecimento da UFMG, um museu científico com seções de várias áreas do conhecimento em Belo Horizonte, Minas Gerais: — (Casson, 201 8, p. 45-46) https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 13/32 Se na escola estamos organizados por idade, séries, conteúdos etc., nos processos não formais de educação os grupos se definem por interesses comuns e constroem uma identidade coletiva, que considera as diferenças como seu ponto de partida. A educação não formal não acontece apenas em um momento específico da vida. Está aberta a todos: crianças, jovens, adultos e idosos. Os museus são ambientes muito interessantes para a promoção desse encontro entre diferentes públicos e gerações, assumindo-se como um espaço de experimentação, movimento, improviso e construção de novos paradigmas educacionais. [...] Os espaços não formais, como os museus, são, portanto, especialmente importantes para desenvolver dimensões como solidariedade, autoestima, empoderamento social e cidadania. Não significa, é claro, que a escola também não trabalhe com uma formação cidadã e humanista ampla, mas o faz de forma diferente. Ambos os processos evoluem juntos, à medida que o nosso entendimento sobre a educação de forma geral também evolui. — (Espaço do Conhecimento UFMG) Museus, independentemente do seu tipo, são espaços de humanização que oferecem arcabouço para uma leitura crítica do mundo e a formação de cidadãos conscientes da diversidade do conhecimento científico, artístico e cultural presentes no país e no mundo. SIGA EM FRENTE Propostas de projetos envolvendo museus Se para a história da ciência brasileira os museus foram instituições fundamentais, para a Educação Básica e para os(as) cidadãos(as), é um espaço com enorme potencial para a democratização do conhecimento e da cultura. Conforme o referencial da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná: — (Costa, 2006, p. 77) https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 14/32 Portanto, frequentar e utilizar o espaço dessas instituições tem impacto significativo no processo de ensino aprendizagem de estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Assim como o trabalho de campo, permite um novo olhar sobre os conhecimentos geográficos e históricos tratados em sala de aula, além da interdisciplinaridade com outras disciplinas da formação básica. Explorando as disciplinas de História e Geografia no museu Integrar visitas a museus ao ensino das disciplinas de História e Geografia oferece uma oportunidade para as crianças vivenciarem o conhecimento de maneira tangível. Nos museus históricos, os(as) estudantes têm a chance de observar de perto objetos e documentos que narram a evolução das sociedades humanas. Tais visitas permitem uma conexão direta com o passado, tornando os eventos históricos mais concretos. Por exemplo, ao explorar uma exposição sobre a colonização do Brasil, as crianças podem ver artefatos indígenas, mapas antigos e instrumentos de navegação, compreendendo melhor os processos de encontro e conflito entre diferentes culturas. Essa imersão no contexto histórico facilita a assimilação dos conteúdos e desperta o interesse e a curiosidade das crianças. Museus de Ciências Naturais e Geografia proporcionam uma visão abrangente dos fenômenos naturais e das dinâmicas geográficas. Exposições sobre biomas, relevos, climas, fósseis e recursos naturais permitem que os(as) estudantes visualizem e compreendam a complexidadee a interdependência dos elementos que compõem o ambiente terrestre. Ao interagir com representações cartográficas, simulações/modelos de fenômenos ou maquetes de regiões específicas, as crianças podem entender de forma mais clara conceitos tratados na sala de aula. Exemplos de propostas envolvendo museus 1. Projeto sobre história local e nacional Os(as) estudantes podem realizar uma visita ao museu histórico da cidade (ou mais próximo da cidade de residência), onde poderão explorar exposições relacionadas à história local, costumes antigos e eventos históricos significativos. Assim como no trabalho de campo, antes da visita, os(as) professores(as) deverão preparar as crianças com atividades introdutórias sobre os temas a serem abordados. Durante a visita, ainda, os(as) estudantes podem participar de uma atividade de “caça ao tesouro”, buscando respostas para perguntas relacionadas às exposições. Atividades: 1. Pesquisa prévia sobre a história local. 2. Elaboração de um mapa do museu com pontos de interesse. 3. Atividade de caça ao tesouro durante a visita. 4. Produção de um jornal, mural ou outros meios que julgar pertinente, com relatos e desenhos a respeito da visita. Avaliação: os(as) estudantes poderão ser avaliados pela participação nas atividades, qualidade das pesquisas e pelo conteúdo do jornal mural produzido. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 15/32 2. Projeto de arte e cultura no museu Os(as) estudantes poderão visitar um museu de arte, onde terão a oportunidade de conhecer obras de artistas locais, nacionais e internacionais. Antes da visita, os(as) professores(as), em diálogo com outros docentes de outras disciplinas, podem introduzir conceitos básicos de arte, como cores, formas, estilos e técnicas. Durante a visita, as crianças podem participar de visita guiada e/ou oficinas de arte, em que poderão criar suas próprias obras inspiradas nas peças vistas no museu. Atividades: 1. Aula introdutória sobre arte e artistas. 2. Visita guiada ao museu de arte com foco em diferentes estilos e técnicas. 3. Oficina de criação artística no museu. 4. Exposição das obras das crianças na escola. Avaliação: Os(as) estudantes poderão ser avaliados pela participação na visita, criatividade nas atividades artísticas e pela capacidade de refletir sobre as obras vistas. 3. Projeto sobre ciência Os(as) estudantes poderão visitar um museu de ciências, interagindo com exposições e experimentos práticos sobre temas de diversas disciplinas, incluindo História e Geografia. Antes da visita, os(as) professores(as) deverão preparar atividades que introduzam os conceitos científicos a serem explorados. Durante a visita, as crianças poderão participar de demonstrações e experimentos guiados por educadores(as) do museu. Atividades: 1. Pesquisa prévia a respeito de conceitos científicos. 2. Elaboração de perguntas e hipóteses sobre as exposições. 3. Participação em experimentos práticos e demonstrações. 4. Redação de um relatório científico sobre a visita, considerando a linguagem adequada para a faixa etária. Avaliação: Os(as) estudantes poderão ser avaliados pela participação nas atividades, elaboração das perguntas e hipóteses, e qualidade do relatório científico. 4. Projeto sobre herança cultural Os(as) estudantes podem visitar um museu etnográfico, onde conhecerão exposições sobre as tradições, costumes e modos de vida de diferentes culturas e comunidades. Antes da visita, os(as) professores(as) deverão trabalhar a importância da diversidade cultural e das tradições locais. Durante a visita, as crianças poderão participar de atividades interativas, vivenciando alguns dos costumes e tradições apresentados. Atividades: 1. Discussão em sala a respeito da diversidade cultural. 2. Preparação de uma apresentação sobre a cultura local. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 16/32 3. Atividade interativa no museu, como danças, músicas ou culinária tradicional. 4. Criação de um livro ilustrado sobre a visita. Avaliação: Os(as) estudantes poderão ser avaliados pela participação nas atividades, qualidade das apresentações e pelo conteúdo do livro ilustrado. VAMOS EXERCITAR Projeto museu na escola No início, foi trazido o contexto de se trabalhar em um município distante de museus, no qual as possibilidades de visita a instituições com infraestrutura e atividades interativas são desafiadoras. Nesse contexto, você tem a ideia da criação de um projeto de “Museu na Escola”, em que o próprio espaço escolar se tornará, temporariamente, um museu para a comunidade. Desafio: como organizar um museu na escola envolvendo a comunidade? É comum em escolas haver uma feira de ciências e/ou uma mostra cultural de acordo com temas preestabelecidos antes do ano letivo. Nesse contexto, é possível propor a criação de um museu, sobre um ou mais temas dentro do ambiente escolar, envolvendo os(as) estudantes como protagonistas do processo de pesquisa, construção e apresentação do espaço para a comunidade. Para a implementação do Museu na Escola, cada sala de aula poderá ser transformada em uma "galeria" dedicada a um tema específico, como história local, biodiversidade, artes visuais ou culturas do mundo. Professores e estudantes devem trabalhar juntos na pesquisa e na coleta de materiais, que podem incluir fotos, maquetes, objetos, painéis informativos e trabalhos artísticos produzidos pelos próprios estudantes. A preparação das galerias poderá envolver atividades interdisciplinares e demonstrações, em que as crianças terão a oportunidade de explorar diferentes áreas do conhecimento de forma prática e colaborativa. Sugere-se que o museu trabalhe com temas relacionados diretamente à realidade local, para ter mais relevância e dialogar diretamente com a comunidade na qual a escola e as crianças fazem parte. Em outras aulas, já foram exploradas habilidades da BNCC que tratam da formação geográfica e histórica local, podendo servir de embasamento para organizar as exposições e atividades propostas. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/educacao_museu_patrimonio_tensao.pdf 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 17/32 Aula 4 CONHECENDO DIFERENTES PAISAGENS Nestaaula estudaremos estratégias pedagógicas para trabalhar paisagens no Ensino Fundamental. PONTO DE PARTIDA Nesta aula estudaremos estratégias pedagógicas para trabalhar paisagens no Ensino Fundamental. Também apresentaremos um exemplo de plano de aula sobre planos da paisagem, explorando a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Antes de iniciarmos nosso estudo, é necessário partirmos de uma problematização. Paraisso, imagine uma situação na qual os(as) estudantes tiveram dúvidas específicas sobre o porquê de certos elementos permanecerem e outros mudarem na paisagem urbana que mais conhecem: o bairro onde residem. Após algumas aulas, fica evidente que trabalhar com exemplos concretos trará maior resultado no processo de ensino e aprendizagem. Daí, surge a ideia de uma saída de campo. Para que essa saída funcione, o que os(as) estudantes deverão observar para que aprendam melhor a respeito das mudanças e permanências na paisagem urbana? VAMOS COMEÇAR Nesta aula abordaremos a categoria da paisagem e como ela mudou ao longo do tempo, destacando sua perspectiva geográfica e histórica, uma vez que a paisagem e as mudanças que ocorrem nela são fruto não somente da dinâmica natural, mas também do trabalho do ser humano sobre a superfície terrestre ao longo do tempo histórico. Serão abordadas, ainda, estratégias pedagógicas para trabalhar paisagens nos anos iniciais, assim como um exemplo de plano de aula sobre observação da paisagem urbana. Trabalhando com a categoria paisagem Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut vehicula sapien metus. Aenean leo massa, aliquet vel hendrerit vitae, convallis id enim. Ut imperdiet arcu purus, sit amet dictum sem dictum eu. Pellentesque aliquet lacus non sem suscipit porta. Aliquam mi massa, luctus quis quam ut, ultrices laoreet mi. Nulla facilisi. Donec lorem mi, fringilla eget eros quis, auctor pharetra metus. Maecenas id interdum ligula, id convallis eros. Vestibulum varius eget sapien in tincidunt. Sed tempor pretium risus et feugiat. Concepção de paisagem https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 18/32 Esses pensamentos, associados à história e cultura de suas respectivas épocas e lugares, foram fundamentais para a construção de ideias da paisagem como método de pesquisa ou forma de abordagem de um ambiente geográfico. Assim, É justamente o interesse do observador e seu método ou, ainda, a sua perspectiva que são o foco da discussão na presente aula, uma vez que, no Ensino Fundamental, explorar paisagens ajuda os(as) estudantes a desenvolverem uma visão integrada do mundo, reconhecendo as relações entre o ambiente e as atividades humanas ao longo da história. A importância do estudo das paisagens nos anos iniciais se reflete nas orientações da BNCC e nos conteúdos abordados na Geografia e na História, desde cedo, como: Século XX Década de 1960 — (Maximiano, 2004, p. 90) https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 19/32 Compreensão integrada: estudar paisagens permite que as crianças entendam a complexidade dos ambientes em que vivem. Ao analisar diferentes paisagens, é possível diferenciar os elementos naturais (como relevo, vegetação, hidrografia) e os elementos humanos (como construções, estradas e áreas agrícolas, por exemplo). Essa compreensão integrada é essencial para que os(as) estudantes desenvolvam uma visão crítica das transformações espaciais e dos impactos das atividades humanas sobre o meio ambiente – lembrando que esse é um processo histórico, com modos de produção que mudam, se adaptam e são descontinuados. Desenvolvimento de habilidades: o estudo das paisagens contribui diretamente para o desenvolvimento de diversas habilidades, como observação, descrição, análise crítica e síntese de informações. Além disso, promove a capacidade de leitura e interpretação de mapas e outras representações gráficas, fundamentais para a formação geográfica. Estratégias pedagógicas A fim de desenvolver as habilidades da BNCC relacionadas ao trabalho com a categoria paisagem, é possível traçar estratégias que perpassam diversos níveis cognitivos, indo do reconhecimento à análise e aplicação de conceitos próprios da Geografia e da História, além de outras disciplinas da formação geral básica (Arte, por exemplo). A observação direta é uma das estratégias mais eficazes para trabalhar paisagens. Os estudantes podem realizar saídas de campo para observar e registrar as características das paisagens em seu entorno ou em outros locais, conforme a pertinência pedagógica e logística envolvidas no momento fora da sala de aula. Durante a atividade, eles podem registrar as características naturais e humanas (fazer desenhos, anotações, gravações e/ou tirar fotografias). De volta à sala de aula, podem discutir suas observações e elaborar um relatório ou um mural com as informações coletadas. Figura 1 | Observação direta https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 20/32 Fonte: elaborada por IA (Cogna IA). Nessa estratégia, são necessárias, portanto, as seguintes etapas: a. Planejamento da saída de campo com roteiro e objetivos claros. b. Registro das observações em cadernos de campo. c. Discussão e sistematização das observações na sala de aula. d. Produção de relatórios ou murais sobre a paisagem observada. Outra estratégia consiste no uso de imagens e fotografias de diferentes paisagens para desenvolver a capacidade de análise dos estudantes, conforme visto em aulas anteriores com habilidades específicas da BNCC. O professor pode selecionar imagens de paisagens naturais e urbanas, locais e/ou de outras regiões, e solicitar que os(as) estudantes descrevam e analisem os elementos presentes nas imagens. Essa atividade pode ser complementada com pesquisas sobre as características das paisagens e os fatores que influenciam sua formação e transformação. A aplicação dessa estratégia envolve as etapas: a. Seleção de imagens variadas de paisagens. b. Análise e descrição das imagens em grupo ou individualmente. c. Pesquisa sobre as características e a formação das paisagens analisadas. d. Apresentação e discussão dos resultados da análise e da pesquisa. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 21/32 Outra estratégia consiste na construção de maquetes, atividade prática que permite aos estudantes representarem paisagens tridimensionalmente. Utilizando materiais como papelão, argila, tinta e elementos naturais, podem ser criadas maquetes que reproduzam paisagens locais e/ou de outras regiões. Essa atividade promove a compreensão das relações espaciais e a interação entre os elementos naturais e humanos. Figura 2 | Construçãode maquetes Fonte: elaborada com IA (Cogna IA). Para essa atividade, são necessárias as seguintes etapas: a. Planejamento da maquete com definição do tema e dos materiais necessários. b. Construção da maquete em grupos, com distribuição de tarefas. c. Apresentação das maquetes e discussão sobre as características e os elementos representados. d. Reflexão sobre a importância de cada elemento na composição da paisagem. As tecnologias digitais oferecem diversas ferramentas para o estudo das paisagens, como aplicativos de mapas, softwares de modelagem 3D e plataformas de realidade aumentada. O professor pode utilizar essas soluções para proporcionar experiências interativas e imersivas, como explorar paisagens virtuais, criar mapas colaborativos e realizar simulações de mudanças paisagísticas. Algumas possibilidades envolvem: a. Exploração de mapas digitais e imagens de satélite para análise de paisagens. b. Utilização de softwares de modelagem 3D para criar representações de paisagens. c. Experiências de realidade aumentada para explorar paisagens virtuais. d. Projetos colaborativos de criação de mapas e análise de transformações paisagísticas. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 22/32 É importante destacar que o uso de tecnologias não deve ser apenas ilustrativo, mas com planejamento, objetivos claros e avaliação posterior. Deve incentivar protagonismo dos estudantes, mas sempre com mediação dos professores. Por fim, os trabalhos interdisciplinares permitem que os estudantes compreendam as paisagens de forma mais abrangente, integrando conhecimentos de diferentes áreas, como História, Ciências, Arte e Língua Portuguesa. Os professores podem propor projetos que envolvam a análise histórica de uma paisagem, o estudo da biodiversidade local, a produção de textos descritivos ou narrativos sobre paisagens e a criação de obras artísticas inspiradas em diferentes ambientes. Algumas possibilidades envolvem: a. Projetos de pesquisa histórica sobre a evolução de uma paisagem. b. Estudos da fauna e flora locais e a sua relação com a paisagem. c. Produção de textos descritivos, narrativos ou poéticos sobre paisagens. d. Criação de desenhos, pinturas ou esculturas inspirados em paisagens. SIGA EM FRENTE Uma paisagem, vários tempos Considerando as possibilidades apresentadas anteriormente, vamos desenvolver um plano de uma aula, com duração de 50 minutos de prática de reconhecimento de fotografias, cartões postais e outras fontes imagéticas disponíveis. Plano de aula Tema da Aula Uma Paisagem, Vários Tempos Habilidade da BNCC (EF05GE08) Analisar transformações de paisagens nas cidades, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes. Desenvolvimento https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 23/32 Etapa Descrição 1 . Acolhimento e Mobilização Inicial (15 min.) Organização: a sala é organizada em semicírculo para facilitar a visualização e a interação. Explicação da atividade: o professor explica que a atividade é observar e comparar paisagens de diferentes tempos históricos, para entender como elas mudam e o que permanece. Mobilização inicial: Vídeo disparador: exibir um breve vídeo (3-4 minutos) mostrando a transformação de uma cidade ao longo do tempo (por exemplo, uma sequência de fotos antigas e atuais). Pergunta inicial: Como a sua cidade mudou desde que você nasceu? Vocês conseguem pensar em algum lugar que ainda é igual? 2. Reconhecimento de Elementos (15 min.) Organização: atividade em duplas. Materiais: folhas impressas com duas imagens de uma mesma paisagem em tempos diferentes (exemplo: uma praça no início do século XX e a mesma praça atualmente). Atividade: cada dupla recebe um conjunto de imagens. As duplas devem comparar as imagens, identificando e anotando semelhanças e diferenças entre elas. Aspectos a observar: construções, vegetação, pessoas, meios de transporte etc. 3. Discussão (20 min.) Estratégia: as imagens são projetadas novamente para todos verem. Perguntas norteadoras: O que mudou nessa paisagem? Qual elemento permaneceu o mesmo? Por que vocês acham que algumas coisas mudaram e outras não? Dinâmica: Cada dupla apresenta suas observações para a turma. O(A) professor(a) faz mediação, incentivando a participação de todos e aprofundando as reflexões. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 24/32 Etapa Descrição 4. Avaliação Critérios avaliativos: Capacidade de identificar diferenças evidentes entre as paisagens. Capacidade de identificar semelhanças e diferenças discretas. Participação na discussão, respeitando os momentos de fala dos colegas. Capacidade de relacionar as mudanças observadas com o contexto histórico/geográfico discutido. VAMOS EXERCITAR Paisagem vista em saída de campo No início desta aula foi colocada uma situação no qual os(as) estudantes tiveram dúvidas específicas sobre o porquê de certos elementos permanecerem e outros mudarem na paisagem urbana que tem maior contato: o bairro onde residem. Após algumas aulas, fica evidente que exemplos concretos terão maior resultado no processo de ensino e aprendizagem. Daí, surge a ideia de uma saída de campo. Para que essa saída funcione, o que os(as) estudantes deverão observar para que aprendam melhor sobre mudanças e permanências na paisagem urbana? Conforme foi mencionado ao longo desta aula, é possível realizar uma saída de campo nos arredores, pedindo para que os(as) estudantes, divididos em grupos, verifiquem aspectos específicos, registrem e depois compartilhem em sala de aula, tais como: Vias: São asfaltadas ou de terra? Se ocorreram os dois tipos, onde ocorreram? É possível correlacionar asfaltamento às condições do bairro e renda? Justifiquem. Residências: É uma área residencial, comercial ou mista? Quais são suas principais características? É possível correlacionar os tipos de construções e comércio com as condições socioeconômicas? Justifiquem. Verticalização: A área está passando por processo de verticalização? Quais são as evidências? Qual é o impacto para o bairro, considerando as características das construções? E as moradias anteriores: continuam, tornaram-se desvalorizadas ou foram demolidas? Áreas verdes: O bairro tem áreas verdes? Qual é a importância dessas áreas para o bairro? Onde há maior e menor concentração de áreas verdes? Há alguma relação com as condições socioeconômicas? Justifiquem. Patrimônio: O bairro preservou residências, construções e áreas públicas de períodos pretéritos? Quais são as diferenças entre as edificações antigas para as contemporâneas? https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 25/32 Conforme trabalhado em aulas anteriores, saídas de campo oferecem novas perspectivas sobre fenômenos espaço-temporais. Portanto, visualizar elementos da paisagem diretamente no campo oferece uma oportunidade para que as crianças entendam a formação do bairro onde estão inseridas e os desafios para que esse espaço ofereça melhor qualidade de vida à comunidade que ali reside. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS Aula 5 ENCERRAMENTO DA UNIDADE PONTO DE CHEGADA Os conteúdos tratados ao longo da unidade dialogam com a BNCC e com o conteúdo desenvolvido na unidade anterior, tendo como noção central a educação patrimonial. Durante as aulas, você estudou diversas estratégias pedagógicas que perpassaram, sob diferentes perspectivas, noções do que é educação patrimonial; como planejar, executar e avaliar trabalhos de campo; como ver a instituição do museu como um espaço pedagógico multifacetado; e, a categoria paisagem e abordagens interdisciplinares envolvendo História, Geografia e outras disciplinas da formação geral básica. Esses conteúdos fazem parte integral do trabalho de professores(as), em todo o país, que se debruçam do planejamento anual dos projetos da instituição de ensino às tarefas executadas no ambiente escolar diariamente. Para além da sala de aula, os conteúdos tratados norteiam a elaboração de materiais didáticos e avaliações externas, ramos nos quais pedagogos(as) têm importância no mercado de trabalho. Saiba mais Geografia. o n n https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 26/32 Olá, estudante! Durante as aulas, você estudou diversas estratégias pedagógicas que perpassaram, sob diferentes perspectivas, noções do que é educação patrimonial; como planejar, executar e avaliar trabalhos de campo; como ver a instituição do museu como um espaço pedagógico multifacetado; e a categoria paisagem e abordagens interdisciplinares envolvendo História, Geografia e outras disciplinas da formação geral básica. Esses conhecimentos são fundamentais para desenvolver a competência desta unidade, que exige refletir sobre propostas de trabalho, de avaliação, possíveis linguagens e ferramentas que o professor pode utilizar, no ensino da História e Geografia indicados pela BNCC para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. É HORA DE PRATICAR Exposição de arte como oportunidade pedagógica Você é um(a) professor(a) focado(a) em História e Geografia do 5º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais em início de trabalho, em janeiro, em uma escola tradicional de uma cidade do interior de São Paulo. É anunciado que um museu ligado a um banco público brasileiro trará uma exposição, com entrada gratuita, sobre artistas impressionistas no segundo semestre do ano corrente. A exposição passará por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo e é uma oportunidade única. Ficará três meses em cada uma das cidades. É uma exposição aguardada com potencial elevado de público, especialmente, nos finais de semana. Ao pesquisar sobre o museu, você toma conhecimento de que escolas podem reservar ingressos e fazer uma visita guiada. Por último, haverá um espaço para uma atividade dinâmica envolvendo a produção de obras de arte voltada para crianças. Surge um desafio: como convencer a diretoria pedagógica dessa oportunidade para os(as) estudantes, considerando que a escola pede que visitas a instituições e saídas de campo obedeçam aos seguintes critérios: Propostas de visitas a instituições e saídas de campo devem ser informadas com, pelo menos, seis meses de antecedência. Os ingressos para entradas em parques, museus ou outros espaços não podem exceder o valor de R$50,00 por criança. O tempo de deslocamento e retorno não deve exceder o período integral, entre 7h30 e 1 7h30. A escola está localizada a 1 ,5 hora de viagem da capital paulista. Deve envolver, necessariamente, mais de uma disciplina com avaliação compartilhada entre professores(as) envolvidos(as). Deve ter relação com os conteúdos abordados e habilidades da BNCC tratadas no ano corrente. Para nortear essa demanda, seguem três questões para serem consideradas no desenvolvimento das práticas ativas: https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 27/32 1. Quais habilidades da BNCC, do 5º ano dos anos iniciais, estão relacionadas ao tema da exposição em Geografia e História? 2. Quais são as etapas que devem ocorrer no planejamento e execução dessa visita para que o processo de ensino e aprendizagem seja efetivo? 3. Como os(as) estudantes poderão ser avaliados pela visita? Resolução da situação-problema: Reflexões sobre a resolução da situação-problema, considerando os critérios para visitas a instituições e saídas de campo da escola: O tempo para a proposta de visita é viável, considerando seis meses de antecedência, uma vez que o trabalho está no início do ano e a exposição está prevista para o semestre seguinte. O museu faz parte de um banco público brasileiro que não cobra pelos ingressos, sendo necessário apenas reservar os ingressos e articular a possibilidade da visita guiada. A escola está a 90 minutos de viagem de São Paulo. Portanto, exequível, considerando 1 80 minutos de deslocamento (ida e volta). Havendo, potencialmente, seis horas para a visita e uma hora de intervalo para uma refeição (almoço). É possível buscar diálogo com o(a) professor(a) de Artes e Língua Portuguesa, por exemplo, para criar atividades conjuntas. Reflexões sobre a resolução da situação-problema considerando as questões norteadoras: As habilidades foram elencadas estão relacionadas à maneira como a paisagem foi representada pelos impressionistas e o fato dessas obras serem consideradas patrimônios materiais da História da Arte. Dessa forma, a visita à exposição estará relacionada ao trabalho com as habilidades: (EF05GE08) Analisar transformações de paisagens nas cidades, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes. (EF05HI1 0) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo. A habilidade da Geografia relaciona-se com as obras, pois os impressionistas retrataram diferentes paisagens e suas mudanças com o desenvolvimento da indústria e a crescente urbanização entre o final do século XIX e início do século XX. Ou seja, as pinturas também constituem registros imagéticos da forma como o espaço geográfico foi modificado no período. A habilidade da História relaciona-se à valorização dessas obras de arte que, atualmente, são consideradas patrimônios materiais, além de capital cultural para colecionadores(as). A visita à exposição tem potencial para trabalhar essa questão e lançar reflexões acerca do porquê algumas obras de arte valorizam ao longo do tempo e outras são esquecidasoutros professores, são obstáculos consideráveis. Assim, foi indagado de que maneira você, como professor, pode promover a adesão dos colegas e incentivar a formação continuada para a implementação eficaz das propostas da BNCC no ensino de História e Geografia e quais estratégias podem ser utilizadas para superar a falta de recursos didáticos e materiais, de forma a garantir uma prática pedagógica que esteja alinhada com os princípios da BNCC. Vamos à resposta! Em primeiro lugar, promover uma cultura de colaboração e valorização da formação continuada é essencial. Esse processo pode ser iniciado por meio da organização de grupos de estudo focados na BNCC, especificamente nas disciplinas de História e Geografia. Tais grupos funcionariam como centros de troca de experiências e boas práticas pedagógicas, permitindo aos docentes não apenas discutir as diretrizes da BNCC, mas também compartilhar métodos de ensino exitosos. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescrica… 9/25 Incentivar parcerias com instituições de ensino e profissionais da área pode ampliar o escopo do conhecimento e proporcionar recursos adicionais, tanto didáticos quanto tecnológicos. Além disso, a utilização de recursos on-line e ferramentas digitais acessíveis pode auxiliar na mitigação das limitações impostas pela falta de recursos didáticos. Plataformas educacionais, repositórios de materiais digitais e cursos on-line gratuitos são algumas das alternativas que podem ser exploradas (Baliski, 201 6). Adaptar os materiais didáticos disponíveis de forma criativa também se mostra uma estratégia eficaz. Isso envolve a personalização de conteúdos para atender às especificidades do currículo da BNCC, desenvolvendo projetos interdisciplinares que possam engajar os estudantes de maneira mais integral e prática. Finalmente, a criação de canais de comunicação e apoio mútuo entre os professores é essencial para a consolidação de uma prática pedagógica coesa e alinhada aos princípios da BNCC. Esses canais podem ser tanto presenciais quanto virtuais, propiciando um ambiente de suporte constante e feedback contínuo, elementos-chave para a evolução da prática docente. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS Aula 3 OS OBJETIVOS DA BNCC PARA O ENSINO DE HISTÓRIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A BNC C define os objetivos fundamentais para o ensino de História , objetivando estruturar o ensino de maneira coesa e uniformeem todoo ter ritório nacional. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescrica https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/%20books/9788569726999 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 10/25 PONTO DE PARTIDA A BNCC define os objetivos fundamentais para o ensino de História, objetivando estruturar o ensino de maneira coesa e uniforme em todo o território nacional. Ao estabelecer diretrizes claras, a BNCC assegura que todos os estudantes, independentemente de suas origens ou regiões, tenham acesso a um ensino de qualidade que abranja as mesmas competências e habilidades. Isso não só promove a equidade educacional, mas também prepara os estudantes para o exercício pleno da cidadania. Os Anos Iniciais do Ensino Fundamental apresentam desafios específicos para o ensino de História. Nessa fase, jovens estudantes começam a despertar para a compreensão do tempo histórico e das narrativas que compõem nossa sociedade. A abordagem pedagógica deve ser cuidadosa, concentrando-se em tornar os conteúdos relevantes e acessíveis. Ademais, a utilização de estratégias lúdicas, como jogos e atividades práticas, é essencial para manter o interesse e engajamento dos estudantes. As competências gerais da BNCC, como pensamento crítico, argumentação e responsabilidade cidadã, são integradas no ensino de História. Por meio do estudo dos eventos históricos, os estudantes desenvolvem a capacidade de analisar contextos complexos, estabelecer conexões entre passado e presente, e formar opiniões embasadas. Essas competências são fundamentais para preparar os estudantes para participarem ativamente na sociedade contemporânea. Além das competências gerais, a BNCC identifica competências específicas para a disciplina de História nos anos iniciais. Elas incluem a compreensão dos conceitos de tempo, espaço e cultura, bem como a capacidade de identificar e interpretar fontes históricas. Alcançar essas competências requer um ensino meticuloso e sistemático, que permita aos estudantes construir um entendimento robusto dos processos históricos (De Souza, 2020). O desenvolvimento de uma “atitude historiadora” pelas crianças é um dos objetivos principais da BNCC. Habilidades como a análise de fontes, a identificação de causas e consequências de eventos, e a capacidade de comparar diferentes narrativas são essenciais para a formação de um pensamento histórico crítico. Essas habilidades são trabalhadas de forma progressiva ao longo dos anos iniciais, consolidando-se com práticas regulares e atividades discursivas. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é o professor responsável por uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental e se depara com uma turma composta de estudantes de diferentes origens culturais e socioeconômicas, o que apresenta uma rica diversidade, mas também desafios significativos na uniformização do aprendizado. Ao tentar aplicar os objetivos da BNCC, você enfrenta barreiras como a falta de recursos didáticos apropriados e a dificuldade de engajar todos os alunos de maneira eficaz. Diante desse cenário, você se vê perante as seguintes questões: Como professor, de que forma você pode alinhar sua prática com os objetivos da BNCC? Quais abordagens favorecem a aprendizagem significativa em História? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa aula! Vamos lá? Bons estudos! https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 11/25 VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! No presente vídeo você acompanhará as informações mais importantes no que diz respeito às competências específicas, às habilidades e aos objetivos e competências gerais para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e aos diferenciais que a BNCC traz para o ensino de História no Ensino Fundamental I. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. As competências específicas e as habilidades para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental As competências gerais de História, como descritas na BNCC, envolvem a capacidade dos estudantes de compreender processose até silenciadas. 1. Quais são as etapas que devem ocorrer no planejamento e execução dessa visita, para que o processo de ensino e aprendizagem seja efetivo? https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 28/32 Definição dos objetivos e habilidades a serem alcançados e trabalhados na visita: (EF05GE08) Analisar transformações de paisagens nas cidades, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes. (EF05HI1 0) Inventariar os patrimônios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses patrimônios ao longo do tempo. a. Quais disciplinas estarão envolvidas na visita ao museu: História e Geografia. As habilidades elencadas têm potencial para serem trabalhadas na exposição e complementam-se tanto do ponto de vista das mudanças no espaço geográfico como da valorização dessas obras como patrimônios. b. Conhecimento prévio do funcionamento do local, perguntando sobre preços, acessos, visitas guiadas, atividades interativas, instalações do museu. c. Planejamento logístico considerando: tempo de deslocamento, refeição, tempo de visita e de atividade interativa no espaço do museu. Sugestão: duas horas de viagem até São Paulo. quatro horas para a visita e atividade interativa, uma hora para o almoço e mais duas horas de viagem de volta. d. O tempo de visita deverá ter um roteiro com o que deverá ser observado. Para trabalhar a habilidade da Geografia, escolher, no mínimo, três quadros de paisagens (urbanas e rurais) e descrever: (i) tema da obra, (ii) como a paisagem foi representada e (iii) o que pode ser notado de mudanças e permanências com o atual espaço geográfico que as crianças têm contato. Para trabalhar a habilidade de História, levantar a história e descrição de, pelo menos, três quadros (diferentes daqueles tratados na Geografia), para entender a técnica e a motivação do(a) artista ao retratar o quadro. Além disso, as crianças devem prestar atenção nas principais características das pinturas impressionistas, seus principais motivos e pesquisar por que são consideradas tão valiosas na atualidade. e. Aprovação da diretoria pedagógica, comunicação aos familiares e responsáveis. f. Levantamento de necessidades específicas de estudantes, além de contato para questões de emergência. g. Levantamento dos(as) professores(as) que estarão disponíveis para a visita. 3. Como os(as) estudantes poderão ser avaliados pela visita? Elaboração de instrumentos avaliativos pós-visita: Geografia: avaliar o levantamento dos quadros das paisagens de acordo com a qualidade da escrita e relação com a habilidade de mudanças na paisagem ao longo do tempo. História: avaliar a descrição das principais técnicas, motivos e da pesquisa do porquê são obras valorizadas na atualidade. É importante fornecer feedbacks construtivos, destacando os pontos positivos e sugerindo melhorias para futuras atividades. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 29/32 DÊ O PLAY! A globalização da arte trouxe a possibilidade de acessar registros de pinturas, mapas, esculturas, fotos e outras obras por meio da internet. Acervos de museus de referência, como o Louvre, o Metropolitan Museum, de Nova York, do Vaticano, entre outros, estão disponíveis na internet e permitem sua utilização em sala de aula, dando acesso a um vasto patrimônio que abrange, praticamente, todos os períodos históricos da humanidade. Escute o podcast sobre o potencial dessas funcionalidades para a educação patrimonial nos anos iniciais e aumente seu repertório de possibilidades de atividades dinâmicas e contextualizadas para seus alunos. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS ASSIMILE Fonte: elaborado pelo autor. REFERÊNCIAS https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 30/32 Aula 1 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. 2. ed. Curitiba: Intersaberes, 201 6. PINSKY, J. (org.). O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. PONTUSCHIKA, N. N. et al. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. RIZZATTI, M.; LAMPERT BATISTA, N.; SPODE BECKER, E. L.; CASSOL, R. O lugar como categoria de análise categoria de análise na Geografia e sua contribuição para abordagens didáticas na cartografia escolar. Revista Tamoios, [s. l.], v. 1 7, n. 1 , 2021 . Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51 1 20. Acesso em: 28 maio 2024. SOUSA, C. A. de; MEDEIROS, M. C. S.; SILVA, J. A. L; CABRAL, L. N. A aula de campo como instrumento facilitador da aprendizagem em Geografia no Ensino Fundamental. Educação Pública, Rio de Janeiro, 25 out. 201 6. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/1 6/22/a-aula-de-campo-como-instrumento- facilitador-da-aprendizagem-em-geografia-no-ensino-fundamental. Acesso em: 7 jul. 2024. Aula 2 ASSOCIAÇÃO NOVA ESCOLA. 5 planos de aula sobre patrimônios históricos e culturais locais. [S. l.]: [1 9--]. Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/3ano/historia/sequencia/patrimonios- historicos-e-culturais-locais/767. Acesso em: 9 jul. 2024. BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. 2. ed. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular Comum. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais- unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades. Acesso em: 28 mai. 2024. BRASIL. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Educação patrimonial: histórico, conceitos e processos. Brasília, DF: Iphan, 201 4. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Educacao_Patrimonial.pdf. Acesso em: 8 jul. 2024. IBGE. Parques nacionais e monumentos naturais. Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Disponível em: https://atlasescolar.ibge.gov.br/brasil/3026-unidades-de-conservacao-federal/parques-e-reservas- naturais.html. Acesso em: 9 jul. 2024. PINSKY, J. (org.). O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. PONTUSCHIKA, N. N. et al. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. UNESCO (França). Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural. Brasília, DF: Iphan, 1 972. 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Acesso em: 8 jul. 2024. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/16/22/a-aula-de-campo-como-instrumento-facilitador-da-aprendizagem-em-geografia-no-ensino-fundamentalhttps://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/16/22/a-aula-de-campo-como-instrumento-facilitador-da-aprendizagem-em-geografia-no-ensino-fundamental https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/16/22/a-aula-de-campo-como-instrumento-facilitador-da-aprendizagem-em-geografia-no-ensino-fundamental https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/3ano/historia/sequencia/patrimonios-historicos-e-culturais-locais/767 https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/3ano/historia/sequencia/patrimonios-historicos-e-culturais-locais/767 https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/3ano/historia/sequencia/patrimonios-historicos-e-culturais-locais/767 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/%23fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais-unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/%23fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais-unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/%23fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais-unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Educacao_Patrimonial.pdf https://atlasescolar.ibge.gov.br/brasil/3026-unidades-de-conservacao-federal/parques-e-reservas-naturais.html https://atlasescolar.ibge.gov.br/brasil/3026-unidades-de-conservacao-federal/parques-e-reservas-naturais.html https://atlasescolar.ibge.gov.br/brasil/3026-unidades-de-conservacao-federal/parques-e-reservas-naturais.html http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Convencao1972%20-%20br.pdf http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Convencao1972%20-%20br.pdf 19/08/2026, 17:30 u4_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138834&atividadeDescric… 31/32 Aula 3 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. 2. ed. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BRASIL. Lei nº 1 1 .904, de 1 4 de janeiro de 2009. Institui o Estatuto de Museus e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1 , Brasília, DF, ano 1 46, n. 1 0, p. 1 -4, 1 5 jan. 2009. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-201 0/2009/Lei/L1 1 904.htm. Acesso em: 9 Jul. 2024. BRASIL. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Educação patrimonial: histórico, conceitos e processos. [Brasília, DF]: Iphan, 201 4. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Educacao_Patrimonial.pdf. Acesso em: 8 jul. 2024. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular Comum. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais- unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades. Acesso em: 28 mai. 2024. CASSON, L. Bibliotecas no mundo antigo. 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M. R. B.; MASCARENHAS, J. N. A Paisagem no Mundo da Criança: considerações acerca do ensino de Geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Revista Tamoios, [s. l.], v. 1 2, n. 2, 201 6. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/21 889. Acesso em: 29 jul. 2024. Aula 5 BALISKI, P. Encaminhamentos metodológicos para o ensino de Geografia. 2. ed. Curitiba: Intersaberes, 201 6. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular Comum. Brasília, DF: MEC, 201 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais- unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades. Acesso em: 28 mai. 2024. PINSKY, J. (org.). O ensino de História e a criação do fato. 1 4. ed. São Paulo: Contexto, 201 4. PONTUSCHIKA, N. N. et al. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. RIZZATTI, M.; LAMPERT BATISTA, N.; SPODE BECKER, E. L.; CASSOL, R. O lugar como categoria de análise categoria de análise na Geografia e sua contribuição para abordagens didáticas na cartografia escolar. Revista Tamoios, [s. l.], v. 1 7, n. 1 , 2021 . Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51 1 20. Acessoem: 28 maio 2024. Imagem de capa: Storyset e ShutterStock. TRABALHOS ACADÊMICOS SCHUCH CONTATOS 54-991691369 GEOVANA OU 54-991357283 TODOS OS TIPOS DE TRABALHOS https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138834&atividadeDescric https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/21889 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/%23fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais-unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/%23fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais-unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/%23fundamental/historia-no-ensino-fundamental-anos-iniciais-unidades-tematicas-objetos-de-conhecimento-e-habilidades https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/51120 https://storyset.com/ https://www.shutterstock.com/pt/ FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DA GEOGRAFIA E HISTÓRIA O ensino dos componentes de História e Geografia durante as últimas décadas O processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História Aplicação do processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia AS TRANSFORMAÇÕES DO ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA NA CONTEMPORANEIDADE A apresentação as propostas da BNCC para o ensino de História e Geografia Aplicação das propostas da BNCC para o ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia OS OBJETIVOS DA BNCC PARA O ENSINO DE HISTÓRIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL As competências específicas e as habilidades para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Os objetivos e as competências gerais para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Aplicação das competências específicas e habilidades para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental OS OBJETIVOS DA BNCC PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL As competências específicas e as habilidades para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Os objetivos e as competências gerais para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Aplicação das competências específicas e habilidades para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental ENCERRAMENTO DA UNIDADE A BNCC E AS NOVAS CONCEPÇÕES DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA AUTOCONHECIMENTO E A INTRODUÇÃO ÀS NOÇÕES DE Por que aprender e como trabalhar o autoconhecimento na Educação Infantil Construindo noções de tempo e espaço Aplicação do autoconhecimento e das noções de tempo e espaço de Geografia e História na área de Pedagogia A LINGUAGEM COMO RECURSO DE LOCALIZAÇÃO NO O papel da linguagem como recurso de localização no tempo e espaço Atividades que exploram a linguagem Aplicação da linguagem como recurso de localização no tempo e espaço na área de Pedagogia O CORPO COMO REGISTRO DO TEMPO E ESPAÇO Conhecendo meu corpo para aprender sobre o meio Aplicação do processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia A BNCC E OS CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS: ESPAÇOS, Explorando tempo físico e cronológico na Educação Infantil Construindo a ideia de passado e estabelecendo relações com outros campos de experiências Aplicação da BNCC e dos campos de experiências no ensino e aprendizagem de Geografia e História na área de Pedagogia ENCERRAMENTO DA UNIDADE A integração de História e Geografia em projetos interdisciplinares MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS: COMO AS SOCIEDADES SE Evolução e desenvolvimento O trabalho com as noções de mudanças e permanências e a formação das sociedades na BNCC Ensinando como medir o tempo LOCALIZAÇÃO NO ESPAÇO E NO TEMPO Tempo e Espaço O trabalho com as noções de mudanças e permanências na BNCC Ensinando como medir o tempo AMPLIANDO A NOÇÃO DE COMUNIDADE Comunidade O trabalho com as noções de comunidade e fontes histórica na BNCC Tomando consciência da comunidade RELAÇÕES HUMANAS E MUDANÇA Histórias pessoais Semelhanças e diferenças entre os lugares Protagonismo no espaço e tempo vividos ENCERRAMENTO DA UNIDADE (1) Do indivíduo à comunidade, no tempo e no espaço, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Projeto editorial de elaboração de práticas ativas COMO ESTRUTURAR UM TRABALHO DE CAMPO NO Objetivos do trabalho de campo Planejamento do trabalho de campo EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E PATRIMÔNIO AMBIENTAL E O ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA Conceituando educação patrimonial e patrimônio ambiental Estratégias pedagógicas MUSEUS COMO ESPAÇOS EDUCATIVOS Museu como espaço educativo Propostas de projetos envolvendo museus Exemplos de propostas envolvendo museus Projeto museu na escola CONHECENDO DIFERENTES PAISAGENS Trabalhando com a categoria paisagem Uma paisagem, vários tempos Paisagem vista em saída de campo ENCERRAMENTO DA UNIDADE (2) Exposição de arte como oportunidade pedagógicahistóricos, estabelecer relações entre o passado e o presente, e reconhecer a diversidade cultural e social ao longo do tempo. Essas competências promovem uma visão crítica e analítica dos fatos históricos, essencial para a formação de cidadãos informados e participativos. Nos Anos Iniciais, as competências específicas de História incluem a habilidade de identificar e analisar, de maneira contextualizada, eventos e processos históricos, compreender as diferentes interpretações do passado e utilizar fontes históricas para construir narrativas coerentes. Entre as competências específicas destacadas na BNCC, é vital que os estudantes desenvolvam a habilidade de interpretar evidências e construir argumentações baseadas em fatos históricos. Ao final dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, os estudantes devem ser capazes de demonstrar habilidades essenciais, como a análise de linhas do tempo, comparação de diferentes períodos históricos e a interpretação de mapas e outras representações gráficas. Habilidades como essas permitem aos estudantes não apenas compreender a cronologia dos acontecimentos, mas também relacionar eventos históricos a contextos geográficos e culturais específicos (Bauer; Oliveira; Alves, 201 8). O desenvolvimento das competências ao longo da escolaridade requer uma abordagem pedagógica integrada e contínua. Os professores devem criar um ambiente de aprendizagem que incentive a investigação, o questionamento crítico e a construção coletiva do conhecimento histórico. Incentivar discussões, trabalhos em grupo e projetos que envolvam a pesquisa histórica são métodos eficazes para promover o desenvolvimento dessas competências e habilidades. A BNCC detalha as habilidades específicas de História esperadas dos estudantes nos Anos Iniciais. Destacam- se a capacidade de entender mudanças e permanências nas sociedades ao longo do tempo, reconhecer a importância do patrimônio histórico e cultural, e desenvolver habilidades de argumentação e interpretação crítica de fontes históricas. Esses componentes são cruciais para que os estudantes possam construir um entendimento sólido e crítico do passado. A BNCC descreve competências que os estudantes devem dominar, incluindo a capacidade de narrar e compreender fatos históricos, estabelecer relações de causalidade e consequências, e reconhecer a pluralidade de interpretações sobre eventos históricos. Essas competências são fundamentais para a formação de um pensamento histórico crítico e consciente, permitindo que os estudantes desenvolvam uma postura informada e reflexiva em relação à história. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 12/25 Com uma abordagem meticulosa e pautada pelas diretrizes da BNCC, o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental tem o potencial de formar estudantes críticos, conscientes e engajados com o passado e o presente. Ao focar o desenvolvimento das competências e habilidades específicas, os educadores contribuem para a formação de cidadãos capazes de interpretar e atuar no mundo de maneira informada e responsável. Assim, reforça-se a importância de uma prática docente que valorize e promova essas aprendizagens fundamentais desde os primeiros anos de escolarização. SIGA EM FRENTE Os objetivos e as competências gerais para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Continuando os nossos estudos, passamos a tratar dos objetivos e competências gerais para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Desde cedo, o ensino de História permite às crianças compreenderem sua identidade e o contexto em que vivem. Essa disciplina proporciona ferramentas para que os estudantes percebam a continuidade e as transformações das sociedades ao longo do tempo, ajudando-os a construir uma consciência histórica. Estudos indicam que o contato precoce com a História promove o desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo, habilidades essenciais para a formação de cidadãos atuantes. Os objetivos do ensino de História nos anos iniciais são variados, abrangendo desde a compreensão dos acontecimentos históricos e suas relações com o presente até a capacidade de interpretar diferentes fontes e narrativas. Entre os principais objetivos, destacam-se: proporcionar uma base de conhecimentos sobre eventos e processos históricos, desenvolver a habilidade de analisar e refletir sobre diferentes perspectivas históricas e incentivar a identificação de conexões entre o passado e o presente, promovendo uma compreensão dinâmica da História. Por meio do ensino de História, espera-se que os estudantes desenvolvam competências que vão além do simples acúmulo de fatos. Entre essas competências, podemos elencar: a capacidade de leitura e interpretação de fontes históricas diversas como documentos, imagens e objetos, o desenvolvimento do senso crítico e da habilidade de argumentação fundamentada e a compreensão da diversidade cultural e o respeito pelas diferentes tradições e narrativas. A adoção de métodos pedagógicos adequados é imprescindível para alcançar os objetivos do ensino de História. Estratégias como a aprendizagem baseada em projetos, o uso de tecnologias e recursos multimídia, visitas a museus e sítios históricos, bem como a utilização de narrativas e histórias envolventes, têm se mostrado eficazes. Estudos apontam que essas abordagens ajudam a tornar a História mais tangível e relevante para os estudantes, estimulando o interesse e a motivação. A avaliação no ensino de História deve ser contínua e abrangente, englobando não apenas o conhecimento factual, mas também as competências analíticas e críticas. Métodos de avaliação variados, como portfólios, apresentações, debates e projetos permitem um acompanhamento mais preciso do progresso dos estudantes, valorizando seus diferentes estilos e ritmos de aprendizagem. O ensino de História nos anos iniciais enfrenta desafios significativos, como a necessidade de formação continuada para os professores e a adequação dos materiais didáticos às realidades dos estudantes. No https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 13/25 entanto, também apresenta inúmeras oportunidades, especialmente no que tange à promoção de uma educação inclusiva e multicultural. A História pode ser um instrumento poderoso para construir pontes entre diferentes grupos culturais e sociais, fomentando um ambiente escolar mais justo e equitativo. Acerca da BNCC, esta estabelece um currículo abrangente para o ensino de História, priorizando a formação integral dos estudantes. Esse currículo é estruturado de modo a garantir uma compreensão aprofundada dos processos históricos, fomentando uma visão crítica e contextualizada dos acontecimentos. A abordagem multiperspectivista, que valoriza a diversidade cultural e social, é um dos pilares fundamentais desse novo enfoque curricular. Os fundamentos pedagógicos da BNCC para o ensino de História baseiam-se na promoção de uma aprendizagem significativa e integrada. Com base em práticas pedagógicas orientadas por competências e habilidades, os educadores são incentivados a desenvolver atividades que estimulem o pensamento crítico e reflexivo. A BNCC promoveum ensino que transcende a memorização de datas e fatos, visando à construção de conhecimento por meio da análise e interpretação crítica dos eventos históricos. Um dos pontos fortes da BNCC é a incorporação de metodologias inovadoras no ensino de História. Tecnologias educacionais, aprendizagem baseada em projetos e metodologias ativas são algumas das estratégias recomendadas. Essas metodologias propiciam um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e interativo, em que os estudantes são protagonistas do seu processo de aprendizagem, desenvolvendo habilidades de pesquisa e autonomia intelectual. Os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento estabelecidos pela BNCC para a História no Ensino Fundamental I são claros e consistentes. Eles visam não apenas à aquisição de conhecimentos históricos, mas também ao desenvolvimento de competências que permitirão aos estudantes atuarem de forma crítica e transformadora na sociedade. A formação de uma consciência histórica e a capacidade de analisar eventos com uma perspectiva crítica são centrais nos objetivos propostos. A BNCC enfatiza a importância das habilidades de análise e reflexão crítica no ensino de História. Por meio de práticas pedagógicas que estimulam o questionamento, a capacidade de argumentação e a análise de fontes históricas, os estudantes são incentivados a desenvolver um entendimento profundo e crítico dos processos históricos. Essa abordagem visa à formação de indivíduos capazes de participar ativamente na construção de uma sociedade mais justa e democrática. O impacto da BNCC no Ensino Fundamental I se revela de forma significativa, tanto no desenvolvimento dos estudantes quanto na prática pedagógica dos professores. A nova abordagem curricular promove um ensino de História mais integrado e contextualizado, preparando os estudantes para uma compreensão crítica do mundo em que vivem. Com a BNCC, o ensino de História no Ensino Fundamental I ganha uma importância renovada, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e participativos (De Souza, 2020). Em suma, a BNCC traz diferenciais significativos para o ensino de História no Ensino Fundamental I, enriquecendo o currículo e propondo metodologias inovadoras que fomentam a construção de conhecimento histórico crítico e contextualizado. O impacto dessa transformação é profundo, preparando as novas gerações para enfrentar os desafios do presente e do futuro com uma base sólida de compreensão histórica. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 14/25 VAMOS EXERCITAR Aplicação das competências específicas e habilidades para o ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é o professor responsável por uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, e observa uma crescente desmotivação dos estudantes em relação às aulas de História, refletida em um envolvimento limitado e desempenho insatisfatório nas atividades propostas. Assim, foi indagado de que forma você pode alinhar sua prática com os objetivos da BNCC e quais abordagens favorecem a aprendizagem significativa em História. Vamos à resposta! Para alinhar de forma eficaz sua prática com os objetivos da BNCC, os professores devem adotar estratégias pedagógicas inclusivas e adaptativas. Uma abordagem recomendada é a diferenciação do ensino, em que cada estudante é considerado individualmente e as atividades são adaptadas para atender às suas necessidades específicas. Além disso, a integração de atividades colaborativas pode promover um ambiente no qual todos os estudantes se sintam valorizados e engajados (Schmidt; Bittencourt, 2002). Para promover uma aprendizagem significativa em História, é importante integrar as diferentes origens culturais dos estudantes no currículo. Isso pode ser feito por meio do uso de metodologias ativas, como debates, dramatizações e projetos de pesquisa, que permitem aos estudantes explorar e compartilhar suas próprias histórias e perspectivas. Tais abordagens não só tornam o aprendizado mais relevante, como também promovem a inclusão e o respeito pela diversidade. Desse modo, ao adotar práticas pedagógicas inclusivas e almejar a equidade, os professores podem alinhar sua prática com os objetivos da BNCC, promovendo uma educação de qualidade para todos. O uso de metodologias ativas e a valorização das diferentes culturas e experiências dos estudantes são fundamentais para criar um ambiente de aprendizado significativo e engajador. Ao final, essas práticas não apenas atendem às diretrizes curriculares, mas também preparam os estudantes para serem cidadãos conscientes e inclusivos em um mundo diversificado. Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595027602/ 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 15/25 Aula 4 OS OBJETIVOS DA BNCC PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Os objetivos da BNC C paraa Geografia nos AnosIniciaissão estabelecidos com aintenção de promover um aprendizado significativo. PONTO DE PARTIDA Os objetivos da BNCC para a Geografia nos Anos Iniciais são estabelecidos com a intenção de promover um aprendizado significativo. A Geografia, ao ser integrada ao currículo escolar, busca proporcionar aos estudantes o entendimento dos fenômenos que ocorrem em seu entorno, a relação entre o homem e o meio ambiente, e a diversidade cultural presente nas diferentes regiões do Brasil e do mundo. Um dos principais focos do ensino de Geografia, conforme a BNCC, é o desenvolvimento do raciocínio geográfico. Isso inclui a capacidade de orientar-se no espaço, compreender as diversas escalas dos fenômenos geográficos e interpretar gráficos com informações geográficas. Essas habilidades são essenciais não apenas para a disciplina de Geografia, mas também influenciam outras áreas do conhecimento e a vida pessoal de cada estudante. A BNCC enfatiza a importância da interdisciplinaridade, promovendo a integração do ensino de Geografia com outras disciplinas, como História, Ciências e Educação Física. Essa abordagem possibilita que os estudantes compreendam melhor as relações complexas entre diferentes áreas do conhecimento e como elas se conectam na vida real, tornando o aprendizado mais rico e contextualizado. A avaliação dos impactos dos objetivos da BNCC no ensino de Geografia deve ser constante. É necessário monitorar o progresso dos estudantes e a eficácia das metodologias adotadas, buscando sempre adequações quando necessário. Uma educação que se preocupa com a formação de cidadãos informados e críticos contribuirá para um futuro mais sustentável e socialmente justo. Antes de avançarmos nos conteúdos, é muito importante que usemos de exemplo uma problematização para guiar nossas discussões. Sendo assim, imagine que você, estudante, é o professor responsável por uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental, e enfrenta a tarefa de engajar uma turma heterogênea, em que parte dos estudantes não vê relevância nos conteúdos apresentados. Diante desse cenário, você se vê perante as seguintes questões: Comoo docente pode adaptar conteúdos de Geografia para engajar os estudantes? Quais estratégias inovadoras podem ser implementadas no ensino de Geografia? Essas questões serão respondidas e contextualizadas adiante em nossa aula! Vamos lá? Bons estudos! https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 16/25 VAMOS COMEÇAR Olá, estudante! No presente vídeo você acompanhará as informações mais importantes no que diz respeito às competências específicas, às habilidades e aos objetivos e competências gerais para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e aos diferenciais que a BNCC traz para o ensino de História no Ensino Fundamental I. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação dos referidos temas dentro da área de Pedagogia. As competências específicas e as habilidades para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental A BNCC delineia competências específicas que buscam aprofundar a compreensão do espaço geográfico e das relações sociais. Dentre essas competências, destaca-se a habilidade de reconhecer diferentes formas de organização do espaço e de compreender as suas dinâmicas. São incluídos aspectos como a análise crítica de mapas, o entendimento sobre a diversidade cultural e ambiental, e a capacidade de relacionar fenômenos naturais e sociais. Essas competências são essenciais para formar indivíduos mais conscientes e críticos em suas vidas cotidianas. Os Anos Iniciais do Ensino Fundamental são uma fase relevante para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais. A Geografia, ao abordar temas como a convivência em sociedade e a percepção do espaço, contribui para a formação de um pensamento que valoriza a diversidade e o respeito ao meio ambiente. Cultivar essas habilidades desde cedo prepara os estudantes para serem cidadãos mais ativos e responsáveis, com uma compreensão holística sobre o mundo. A BNCC apresenta diretrizes claras para o ensino de Geografia, enfatizando a interdisciplinaridade e a contextualização do conhecimento. As propostas de ensino devem ser pautadas por questões locais e globais, permitindo que os estudantes construam saberes com base em suas realidades. Isso inclui a relação com a comunidade, a cultura regional e temas contemporâneos, como as mudanças climáticas e a urbanização, que são fundamentais para o entendimento crítico do mundo atual. Para efetivar o ensino de Geografia, a BNCC recomenda diversas estratégias que incentivam a prática pedagógica ativa. Entre elas, destacam-se projetos interdisciplinares que envolvam práticas de campo, o uso de recursos tecnológicos e atividades colaborativas. Essas abordagens não apenas facilitam a aquisição de conhecimento, mas também promovem o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. O ensino de Geografia deve fomentar o pensamento crítico, desafiando os estudantes a questionarem e analisarem a realidade ao seu redor. Ao expor os estudantes a diferentes perspectivas e fontes de informação, o educador pode guiá-los na reflexão sobre temas relevantes, como desigualdade social e conservação ambiental. A formação de indivíduos críticos é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e plural. A interdisciplinaridade é uma característica marcante das diretrizes da BNCC, promovendo conexões entre Geografia e outras áreas do conhecimento, como História, Ciências e Artes. Essa integração enriquece o processo de aprendizagem e amplia as possibilidades de interpretação dos fenômenos sociais e naturais, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e contextualizado (Baliski, 201 6). https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 17/25 A avaliação das competências e habilidades adquiridas pelos estudantes deve ser contínua e diversificada, englobando não apenas provas escritas, mas também projetos e apresentações. Esse modelo avaliativo permite que o professor compreenda melhor o processo de aprendizagem e favoreça intervenções pedagógicas que atendam às necessidades de cada estudante, promovendo seu desenvolvimento integral. Em conclusão, o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, baseado nas diretrizes da BNCC, se apresenta como uma oportunidade valiosa de formação integral. Ao focar as competências e habilidades necessárias, os educadores podem não apenas transmitir conhecimento, mas também formar cidadãos críticos, conscientes e comprometidos com as questões sociais e ambientais. A transformação educacional proposta pela BNCC é, assim, um convite a todos nós para repensarmos as práticas pedagógicas e a importância do ensino de Geografia. SIGA EM FRENTE Os objetivos e as competências gerais para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Continuando os nossos estudos, passamos a tratar dos objetivos e competências gerais para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Os objetivos do ensino de Geografia, conforme a BNCC, incluem não apenas a aquisição de conhecimentos do espaço geográfico, mas também o desenvolvimento de habilidades que permitam aos estudantes interpretar e interagir com o mundo ao seu redor. É fundamental que os estudantes compreendam seus contextos, as relações sociais e ambientais que os permeiam, além de promover uma análise crítica das transformações ocorridas no espaço. As competências gerais estipuladas pela BNCC englobam a capacidade de argumentação, o respeito à diversidade e a inclusão, assim como a promoção de práticas sustentáveis. No contexto da Geografia, isso se traduz no incentivo ao pensamento crítico e à reflexão sobre a realidade social, econômica e ambiental em que os estudantes estão inseridos, preparando-os para problemáticas contemporâneas. A Geografia destina-se a promover uma formação integral, em que os estudantes não apenas aprendem sobre o espaço, mas desenvolvem uma consciência crítica e cidadã. Por meio do entendimento das dinâmicas espaciais e dos impactos das ações humanas sobre o meio, os estudantes se tornam mais aptos a participar ativamente nas discussões sobre sustentabilidade e cidadania (Baliski, 201 6). A BNCC define um conjunto de competências gerais e específicas que os estudantes devem desenvolver ao longo do Ensino Fundamental I. Entre as competências gerais, destaca-se a valorização da diversidade cultural e o desenvolvimento da consciência ambiental. Especificamente para Geografia, espera-se que os estudantes compreendam as inter-relações entre natureza e sociedade, desenvolvam habilidades cartográficas e utilizem tecnologias digitais para explorar o espaço geográfico. A incorporação da BNCC nas práticas pedagógicas exige a revisitação dos métodos de ensino e a adaptação dos materiais didáticos utilizados em sala de aula. Os professores devem implementar estratégias que promovam a investigação, a problematização e a resolução de problemas reais. Além disso, a utilização de recursos tecnológicos, como mapas digitais e ferramentas de geoprocessamento, torna-se essencial para atender às novas diretrizes curriculares. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 18/25 Desse modo, a BNCC traz significativos diferenciais para o ensino de Geografia no Ensino Fundamental I, incentivando uma abordagem interdisciplinar, redefinindo o papel dos professores, estabelecendo competências claras e promovendo práticas pedagógicas inovadoras. Esses elementos, quando combinados, não só enriquecem o aprendizado geográfico, mas também contribuem para o desenvolvimento integral dos estudantes, preparando-os para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. VAMOS EXERCITAR Aplicação das competências específicas e habilidades para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Na seção Ponto de Partida foi apresentada uma problematização em que você, estudante, é o professor responsável por uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental, e enfrenta a tarefa de engajar uma turma heterogênea, em que parte dos estudantes não vê relevância nos conteúdos apresentados. Assim, foi indagado como o docente pode adaptar conteúdos de Geografia para engajar estudantes e quais estratégias inovadoras podem ser implementadas no ensino de Geografia. Vamos à resposta! Para atender diferentes níveis de aprendizagem, é essencial que o docente adote uma abordagem personalizada. Essa abordagem pode incluir a aplicação de diagnósticos iniciais para identificar as necessidades e habilidades específicas de cada estudante. Com base nisso, o professor pode diferenciar os conteúdos e as atividades, proporcionando apoio adicional para aqueles que possuem maior dificuldade e desafiando os estudantes que demonstram maior domínio do assunto. A incorporação de recursos multimídia, como vídeos, animações e simulações interativas, pode tornar as aulas de Geografia mais dinâmicas e atraentes. Plataformas digitais e aplicativos educacionais permitem aos estudantes explorar conceitos geográficos de maneira visual e interativa, facilitando a compreensão e retenção do conteúdo (Shoko, 201 9). Promover o aprendizado colaborativo por meio de trabalhos em grupo é outra estratégia eficaz. Ao envolver os estudantes em propostas coletivas, o docente estimula a troca de conhecimentos e a cooperação entre os pares, o que pode melhorar o engajamento e proporcionar uma compreensão mais profunda dos conceitos geográficos. Além disso, visitas de campo são uma forma valiosa de contextualizar o aprendizado teórico. Levar os estudantes para explorar parques, museus ou outras áreas geográficas relevantes pode enriquecer o entendimento prático do conteúdo e proporcionar experiências de aprendizagem memoráveis. Por fim, a implementação de metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em projetos, incentiva os estudantes a resolverem problemas reais e a desenvolverem habilidades críticas e criativas. Nesse modelo, os estudantes são desafiados a investigarem e apresentarem soluções para questões geográficas relevantes. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 19/25 Aula 5 ENCERRAMENTO DA UNIDADE PONTO DE CHEGADA No vídeo de encerramento você acompanhará as informações mais importantes acerca do ensino dos componentes de História e Geografia durante as últimas décadas, os conceitos básicos para o processo de ensino e aprendizagem e as diferenças e aproximações entre as duas áreas, as propostas da BNCC para o ensino de História e Geografia, assim como as diretrizes curriculares e demais documentos orientadores, as competências gerais e específicas, os objetivos, as habilidades e os diferenciais que a BNCC traz para o ensino de Geografia e História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Ao final, você compreenderá a relevância e todos os aspectos relacionados à aplicação de tais temas dentro do ensino e aprendizagem de Geografia e História. Vamos lá? A BNCC E AS NOVAS CONCEPÇÕES DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA Olá, estudante! Durante as aulas, você estudou o ensino dos componentes de História e Geografia durante as últimas décadas, seus conceitos básicos para o processo de ensino e aprendizagem e as diferenças e aproximações entre as duas áreas; as propostas da BNCC para o ensino de História e Geografia, assim como as diretrizes curriculares e demais documentos orientadores; as competências gerais e específicas, os objetivos, as habilidades e os diferenciais que a BNCC traz para o ensino de Geografia e História nos Anos Iniciais do Ensino Saiba mais https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595028555 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 20/25 Fundamental. Esses conhecimentos são necessários para desenvolver a competência desta unidade, que consiste em analisar as diferentes estratégias metodológicas para o ensino e aprendizagem da Geografia e História que envolvem diferentes suportes e linguagens por meio da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, a fim de promover o conhecimento pedagógico dos conteúdos. Embora História e Geografia tenham enfoques diferentes – a narrativa temporal da primeira e a análise espacial da segunda – essas disciplinas se aproximam por meio do estudo da evolução das sociedades e dos elementos que as compõem. A compreensão crítica da Geografia pode enriquecer a análise histórica, assim como a História fornece um contexto para os fenômenos geográficos. A BNCC apresenta diretrizes claras para o ensino de História e Geografia, propondo uma formação mais integrada e contextualizada. As competências gerais, além das específicas para cada área, buscam desenvolver nos estudantes habilidades que os tornem cidadãos críticos e atuantes. A inclusão de temas contemporâneos e a promoção de debates são centrais nas práticas sugeridas (Baliski, 201 6). As diretrizes curriculares para o ensino de História e Geografia demandam que os educadores estejam atentos às novas exigências pedagógicas. Documentos orientadores da gestão educacional, como as resoluções estaduais e nacionais, oferecem subsídios para a elaboração de currículos que reflitam a diversidade cultural e geográfica do Brasil. Além disso, as competências gerais da BNCC visam formar estudantes críticos, criativos e éticos, capazes de atuar em diferentes contextos sociais e culturais. Esse foco é complementado por competências específicas que orientam o ensino de História e Geografia, levando em consideração a importância do entendimento de conceitos-chave, habilidades técnicas e valores humanos. Os objetivos e habilidades estabelecidos pela BNCC para o Ensino Fundamental são fundamentais para garantir que os estudantes adquiram uma formação completa. A proposta visa desenvolver não apenas o conhecimento factual, mas também a capacidade de análise crítica e a aplicação desse conhecimento em temas reais e cotidianos (De Souza, 2020). Os diferenciais trazidos pela BNCC para o ensino de História e Geografia são a transversalidade dos temas, a interdisciplinaridade e a necessidade de se trabalhar com múltiplos suportes e linguagens. O objetivoé tornar o aprendizado mais dinâmico e pertinente, garantindo que os estudantes compreendam as interconexões entre o passado e o presente. As estratégias metodológicas devem ser adaptadas às especificidades de cada disciplina e ao perfil dos estudantes. A utilização de recursos tecnológicos, projetos interdisciplinares e a valorização do aprendizado contextualizado são técnicas que têm se mostrado eficazes e inovadoras. O uso de jogos, simulações e discussões em grupo favorece o envolvimento dos estudantes e a construção coletiva do conhecimento. Assim, para uma efetiva promoção do conhecimento pedagógico dos conteúdos, é essencial que os educadores tenham uma formação continuada que inclua a reflexão crítica a respeito de suas práticas. A atualização constante em relação às diretrizes curriculares e novas metodologias é vital para garantir a formação de estudantes críticos, autônomos e preparados para os desafios do século XXI. É HORA DE PRATICAR Imagine que você, estudante, é um professor de História que atua em uma escola pública em uma região metropolitana. Você tem uma experiência de mais de dez anos no magistério e sempre utilizou métodos tradicionais de ensino. No entanto, com a edição da BNCC, se vê diante da necessidade de adaptar suas https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 21/25 práticas pedagógicas para atender às novas exigências que valorizam o desenvolvimento de competências e habilidades dos estudantes. Esse novo currículo propõe uma abordagem interdisciplinar e um ensino mais contextualizado, o que gera inquietações sobre sua formação e preparo profissional. Ao tentar implementar as diretrizes da BNCC, você enfrenta diversos desafios. A resistência dos estudantes a novas metodologias, a falta de recursos didáticos adequados e a necessidade de formação continuada são apenas algumas das barreiras que você precisa superar. Esses desafios revelam a importância de desenvolver habilidades de gestão de sala de aula e de mediação de conflitos, além da necessidade de um suporte institucional eficaz que permita a formação profissional contínua dos docentes (De Souza, 2020). Diante de todos esses aspectos, surgem algumas questões que podem guiar você, estudante, como professor de História, na sua prática docente: Como você pode integrar suas experiências anteriores de ensino às novas diretrizes propostas pela BNCC? De que forma você pode valorizar as histórias locais e a participação dos estudantes na construção do conhecimento, promovendo um ambiente de aprendizagem colaborativa? A integração das experiências anteriores de ensino às novas diretrizes propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é fundamental para a eficácia do processo educativo. As vivências acumuladas em práticas pedagógicas anteriores oferecem uma base sólida para a adaptação às mudanças, permitindo que educadores reconheçam a relevância de suas metodologias e as ajustem às competências gerais estabelecidas pela BNCC. Por exemplo, ao incorporar estratégias inovadoras que promovam a interdisciplinaridade e o aprendizado ativo, os professores podem não apenas respeitar as diretrizes, mas também enriquecer o ambiente escolar. Além disso, a avaliação contínua e reflexiva das práticas pedagógicas é fundamental, pois permite que os educadores identifiquem pontos fortes e áreas a serem melhoradas, garantindo que as novas abordagens sejam verdadeiramente eficazes. Assim, a combinação de experiências prévias, adaptação às diretrizes e inovação contínua contribui significativamente para a formação integral dos estudantes, alinhando o ensino às demandas contemporâneas. A coleta e a valorização das histórias locais desempenham uma função primordial na construção de um conhecimento significativo e contextualizado. Essas narrativas, que refletem a cultura, tradições e vivências de uma comunidade, servem como uma rica fonte de aprendizagem. Por exemplo, ao promover o registro de histórias orais de idosos da comunidade, os educadores fomentam uma conexão intergeracional e preservam saberes que poderiam se perder ao longo do tempo, despertando o interesse dos estudantes e aproximando- os de suas raízes. A importância de valorizar as narrativas comunitárias se traduz em práticas educativas que não apenas enriquecem o conteúdo curricular, mas também fortalecem a identidade cultural dos estudantes. Atividades como a criação de murais com histórias coletadas dos moradores ou a realização de dramatizações baseadas em relatos locais permitem que os estudantes vejam suas próprias experiências refletidas no aprendizado. Dessa forma, o ensino se torna mais relevante e ressoante, promovendo um aprendizado mais profundo e significativo. Assim, essa conexão emocional entre os estudantes e as histórias compartilhadas impactam diretamente no seu senso de pertencimento à comunidade. Quando os estudantes se veem representados nas narrativas apresentadas em sala de aula, eles desenvolvem um vínculo mais forte com seu ambiente e suas tradições. Esse sentimento de pertencimento não só enriquece a experiência escolar, mas também forma cidadãos mais conscientes e engajados, preparados para contribuir de maneira ativa e crítica em suas comunidades. Desse modo, a transição induzida pela BNCC não é apenas um desafio, mas uma oportunidade de renovação https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric 19/08/2026, 17:26 u1_ens_apr_geo_his https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao=&atividadeId=5138831&atividadeDescric… 22/25 e crescimento profissional. Ao integrar experiências anteriores, valorizar as histórias locais e promover a participação ativa dos estudantes, é possível não apenas atender às exigências curriculares, mas também enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, preparando os estudantes com uma formação mais crítica e colaborativa para um futuro desafiador. DÊ O PLAY! No podcast que você irá ouvir serão discutidos os desafios para a implementação da BNCC no que diz respeito ao ensino de Geografia e História. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enfrenta desafios significativos, ao ser colocada em prática, como a necessidade de formação adequada dos docentes, que muitas vezes se mostram despreparados para aplicar as novas diretrizes pedagógicas. A interdisciplinaridade, uma característica essencial no ensino de Geografia e História, demanda que os educadores estejam aptos a integrar diferentes saberes, favorecendo a análise crítica e contextualizada dos fenômenos sociais, políticos e ambientais. Além disso, a adoção de tecnologias educacionais emerge como um recurso importante para dinamizar a prática pedagógica, permitindo que os estudantes desenvolvam habilidades de análise e reflexão crítica. Assim, é importante compreender que o sucesso da BNCC não depende apenas da adequação curricular, mas também do contínuo desenvolvimento profissional dos educadores, garantindo uma formação que promova uma educação inclusiva e de qualidade para todos. ASSIMILE O mapa mental a seguir apresenta de forma concisa os conceitos básicos para o processo de ensino e aprendizagem de Geografia e História, assim como as diretrizes curriculares, as competências e os objetivos que a BNCC traz para o ensino dessas duas áreas. https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=BORTHANAJULIA27%40GMAIL.COM&usuarioNome=ANA+JÚLIA+BORTH&disciplinaDescricao&atividadeId=5138831&atividadeDescric