Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Promoção dos direitos 
da população em 
situação de rua
Os caminhos do direito2
M
ód
ul
o
2Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Enap, 2019
Enap Escola Nacional de Administração Pública
Diretoria de Educação Continuada
SAIS - Área 2-A - 70610-900 — Brasília, DF
Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Presidente 
Diogo Godinho Ramos Costa
Diretor de Educação Continuada
Paulo Marques
Coordenador-Geral de Educação a Distância 
Carlos Eduardo dos Santos
Conteudista/s 
Gustavo Clayton Alves Santana
Curso produzido em Brasília 2019.
3Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
1. Justificativa e objetivos ................................................................. 5
2. Violência e violações dos direitos das pessoas em situação de rua .. 5
3. Dignidade da pessoa humana e mínimo existencial ...................... 9
4. Órgãos públicos e organizações da sociedade civil onde reivindicar 
direitos e procurar ajuda. ............................................................... 13
5. Guarde na memória! .................................................................. 18
6. Referências Bibliográficas ........................................................... 19
Sumário
4Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
5Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
1. Justificativa e objetivos
Neste módulo do curso Promoção dos Direitos da População 
em Situação De Rua, você irá aprender noções de direito 
e quais são os defendidos para esta população na Política 
Nacional para a População em Situação de Rua. Você 
aprenderá a respeito da noção de mínimo existencial que a 
inspira e conhecerá alguns dos mecanismos possíveis para 
acessar a rede de atendimento de serviços socioassistenciais. 
Ao fim do módulo, você também terá acesso a dois modelos 
de requerimentos legais importantes de serem conhecidos 
pela população em situação de rua.
Ao concluir o módulo, você terá aptidão para: 
• Reconhecer os direitos pertinentes às populações 
de rua e assegurados no texto da Constituição Federal. 
• Conhecer a Política Nacional para População em Situação de Rua.
• Listar os canais de auxilio que podem ser acionados em caso de violação aos direitos das 
populações de rua. 
• Definir o princípio do mínimo existencial e reconhecer como esse conceito se relaciona 
com a situação atual das populações de rua no Brasil.
2. Violência e violações dos direitos das pessoas em 
situação de rua
Muitas são as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que estão em situação de rua hoje no 
Brasil. As poucas pesquisas feitas sobre esta população a identificam como composta, em maior 
número, por homens e pessoas negras. As pesquisas também revelam que a economia informal 
é o principal mecanismo por meio do qual estas pessoas conseguem adquirir alguma renda, 
isso talvez em consequência de uma porcentagem considerável não possuir documentação 
pessoal. Quando as pesquisas aprofundam suas histórias de vida, assinalam que o alcoolismo e/
ou o consumo de drogas, a perda do emprego e conflitos familiares são alguns dos motivos que 
levaram estas pessoas até as ruas.
M
ód
ul
o
Os caminhos do direito2
Fonte: https://www.freepik.com/
6Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Dica 
Para relembrar o perfil da população em situação de rua apresentado pelas 
pesquisas realizadas, acesse o módulo 1 deste curso.
Como todos os cidadãos brasileiros, as pessoas que são levadas à situação de rua têm assegurado 
pela Constituição Federal o acesso a direitos sociais e humanos, mas este acesso esbarra nos 
muitos entraves que o preconceito e a disseminação de uma imagem negativa associada a eles 
constroem. O estigma negativo é reforçado pela culpabilização de grande parte do senso comum 
e de alguns agentes públicos, que lhes atribui a responsabilidade por estarem nas ruas e lhes 
exige ações individuais para saírem desta condição.
Saiba mais 
Para saber mais sobre os direitos das pessoas em situação de rua, leia o Guia 
de ação ministerial do Conselho Nacional do Ministério Público, disponível 
em: Guia Ministerial do CNMP link: https://www.cnmp.mp.br/portal/images/
Publicacoes/documentos/Guia_Ministerial_CNMP_WEB_2015.pdf
É preciso compreender que estas pessoas, como todos 
os cidadãos, aspiram viver e acessar as instituições 
públicas com dignidade. São sujeitos políticos que, 
a partir de suas experiências particulares, conferem 
funções diferenciadas ao espaço público e lançam um 
olhar diferente sobre as cidades quando ocupam suas 
ruas.
É no acesso aos direitos sociais e humanos que 
estas pessoas encontram as maiores dificuldades 
para a construção de novos projetos de vida, que 
apontem para a saída das ruas. Desde a simples 
emissão de carteira de identidade ou de trabalho, que 
lhes permitiriam a inclusão no Cadastro Único para 
Programas Sociais (CadÚnico), até o acesso a outros 
serviços socioassistenciais e de saúde, são interditados 
pelo preconceito social.
Fonte: Campanha nacional em defesa das 
pessoas em situação de rua do Centro Nacional 
de Defesa da População em Situação de Rua 
e Catadores de Material Reciclável (CNDDH).
7Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Importante 
Para cadastramento no CadÚnico é obrigatória a apresentação do CPF ou do 
Título de Eleitor pela pessoa que se identifica como responsável da unidade 
familiar.
Para os demais membros, é obrigatória a apresentação de qualquer um dos 
seguintes documentos de identificação: certidão de nascimento, certidão de 
casamento, CPF, carteira de identidade (RG), carteira de trabalho ou Título de 
Eleitor.
Mesmo se a pessoa responsável pela unidade familiar não tiver documentos, 
o profissional responsável pelo cadastro deve fazer a entrevista, orientar e 
encaminhar a família ou a pessoa para tirar os documentos.
No módulo 6 deste curso são apresentadas mais informações sobre o 
cadastramento no CadÚnico, bem como orientações para confecção de 
documentos.
Além desses impedimentos, as violências físicas e morais sofridas pelos que estão nas ruas, ou 
quando vão até algum órgão público em busca de auxílio, constituem graves ataques a seus 
direitos, sendo, entre tantas, as mais graves e visíveis que podem ser apontadas. O relatório 
parcial de 2018 do Disque 100 aponta a ocorrência de 573 violações cometidas contra pessoas 
em situação de rua no país. Entre essas violações, constam:
• 29 casos de abuso financeiro e econômico / violência patrimonial; 
 
• 9 de discriminação; 
 
• 312 de negligência;
 
• 4 de outras violações / outros assuntos relacionados a direitos humanos;
 
• 47 de violência física;
 
• 79 de violência institucional;
 
• 89 de violência psicológica;
 
• 4 de violência sexual. 
Destes dados, chama a atenção ainda o relato de 3 casos de homicídio e de 3 casos de tentativa 
de homicídio cometidos contra as pessoas em situação de rua.
8Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Segundo o relatório parcial de 2018 do Disque 100, as ruas (305 ocorrências) e os albuergues (23 
ocorrências) estão entre os locais onde as violações mais ocorrem.
Destaque h, h, h, h, 
Entre as formas de combater essas violações, as pessoas em situação de 
rua podem fazer boletins de ocorrência, denunciar ao Ministério Público ou 
Defensoria Pública, bem como solicitar o auxílio de entidades públicas e da 
sociedade civil para dar os encaminhamentos possíveis. Também é possível 
buscar auxílio nos seguintes canais:
Disque 100 – direitos humanos do Ministério dos Direitos Humanos. 
Disque 180 – Central de Atendimento à Mulher, serviço da Secretaria de 
Políticas para as Mulheres (SPM) para receber denúncias ou relatos de 
violência, reclamações sobre os serviços da rede e orientar as mulheres sobre 
seus direitos. 
Disque Saúde 136 – serviço de comunicação direta do usuário do SUS à 
Ouvidoria do SUS. 
Os serviços disque 100 e disque 180 trabalham de forma integrada.
Saiba mais 
Paraconhecer estratégias de organização para a garantia de direitos, leia a 
cartilha “Conhecer para lutar” do Movimento Nacional da População em 
situação de rua, disponível em: Cartilha Conhecer para lutar, link: http://www.
direito.mppr.mp.br/arquivos/File/MNPR_Cartilha_Direitos_Conhecer_para_
lutar.pdf
9Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Fonte: Nana Rita Mayer
3. Dignidade da pessoa humana e mínimo existencial
A proteção da dignidade da pessoa humana é um princípio fundamental do Brasil e está presente 
logo no início da Constituição Federal no art. 1º, III, e também no art. 3º, III, onde a erradicação da 
pobreza, da marginalização e a redução das desigualdades sociais e regionais são apresentados 
como objetivos da nação.
Os estudiosos do direito ensinam que, destes dois princípios, surge a ideia de “mínimo 
existencial”, um entendimento jurídico que reúne os aspectos e direitos que possibilitam aos 
cidadãos brasileiros uma vida digna. No acesso a este “mínimo existencial” estão o direito geral 
de liberdade, os direitos sociais básicos como educação, saúde, assistência social, moradia, 
alimentação e segurança.
Segundo o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, em decisão proferida, esta 
noção de “mínimo existencial”:
10Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
(...) compreende um complexo de prerrogativas cuja 
concretização revela-se capaz de garantir condições adequadas 
de existência digna, em ordem a assegurar, à pessoa, acesso 
efetivo ao direito geral de liberdade e, também, a prestações 
positivas originárias do Estado, viabilizadoras da plena fruição 
de direitos sociais básicos, tais como o direito à educação, o 
direito à proteção integral da criança e do adolescente, o direito 
à saúde, o direito à assistência social, o direito à moradia, o 
direito à alimentação e o direito à segurança.
A compreensão e a importância da assistência social estão presentes na Constituição, no artigo 
203, que defende que esta assistência será prestada, por meio de políticas públicas, a todos que 
necessitarem.
CF. Art. 203.
A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de 
contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:
I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;
II - o amparo às crianças e adolescentes carentes;
III - a promoção da integração ao mercado de trabalho;
IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de 
sua integração à vida comunitária;
V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de 
deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria 
manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.
Este artigo da Constituição foi replicado e consolidado pela Lei Orgânica da Assistência Social 
(LOAS), que em seu artigo 2º dispõe sobre os mesmos objetivos e acrescenta outros dois:
11Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
LOAS. Art. 2
A assistência social tem por objetivos:
I – a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da 
incidência de riscos, especialmente:
a) a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;
b) o amparo às crianças e aos adolescentes carentes;
c) a promoção da integração ao mercado de trabalho;
d) a habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e a promoção de sua 
integração à vida comunitária; e
e) a garantia de 1 (um) salário-mínimo de benefício mensal à pessoa com deficiência 
e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de 
tê-la provida por sua família;
II – a vigilância socioassistencial, que visa a analisar territorialmente a capacidade 
protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de 
vitimizações e danos;
III – a defesa de direitos, que visa a garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto 
das provisões socioassistenciais.
Parágrafo único. Para o enfrentamento da pobreza, a assistência social realiza-se de 
forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de 
condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos 
direitos sociais.
A fim de combater esta estigmatização e os entraves existentes em relação aos direitos, a 
Política Nacional para População em Situação de Rua (Decreto nº 7.053/2009) objetiva 
disponibilizar um acesso amplo a todos os serviços e programas governamentais que 
ofereçam, para as pessoas em situação de rua, políticas públicas de assistência social, 
educação, saúde, moradia, previdência social, cultura, segurança, lazer, esporte, 
trabalho e renda. Ancorada na Constituição Federal, a Política Nacional é hoje em dia o 
principal Decreto em vigor para a garantia dos direitos fundamentais da população em 
situação de rua. Em seu artigo 6, dentre as suas diretrizes, consta a obrigatoriedade 
da promoção dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais.
12Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Nestas diretrizes estão presentes, conforme a Constituição estabelece, para todas e 
todos os brasileiros, o direito à assistência social (artigos. 194 e 203), educação (artigo. 
205), à saúde (artigo. 196), à habitação (artigos. 182 e 23, IX), à proteção à família 
(artigo. 226). O acesso a estes direitos se dá por meio da implantação de políticas 
públicas que devem ser elaboradas em conjunto com a população.
Saiba mais 
Para ter acesso ao texto da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), visite: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8742.htm
O entendimento da Política Nacional como um todo, e especificamente a implementação de 
ações que estejam pautadas por estas diretrizes, aponta para a importância do acesso aos 
direitos para a construção da autoimagem e da identidade positiva deste grupo social.
É imprescindível que os sujeitos conheçam os direitos e se mantenham mobilizados para sua 
implantação. Além disso, é preciso estimular o protagonismo e a consciência crítica destes 
sujeitos para que possam conhecer os caminhos do direito e tomar para si o sentido amplo da 
cidadania.
Dica 
Sobre a importância da defesa e acesso aos direitos por pessoas em situação 
de rua, assista à reportagem do programa Justiça em questão:
Link do video disponivel na plataforma de ensino do curso: https://youtu.be/
Ba1oqT0uK4A
A garantia do direito de acesso aos serviços 
essenciais, além da igualdade de oportunidades 
das pessoas em situação de rua em relação a todos 
os cidadãos brasileiros, é uma questão urgente e 
que demanda constante fiscalização e atuação de 
órgãos responsáveis como os Conselhos nacional e 
estaduais de direitos humanos, o Ministério Público, 
as Defensorias Públicas dos estados e da União, em 
conjunto com os movimentos sociais.
É muito importante garantir o acesso e a igualdade 
de oportunidades das pessoas em situação de rua em 
relação aos serviços públicos e para isto também é importante saber onde ir e a quem recorrer. 
Membros dos Conselhos Nacional e Estadual 
dos Direitos Humanos vistoriam atendimento 
à população de rua em Valinhos,março 2018
13Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
O capítulo a seguir apresenta uma listagem de alguns órgãos públicos que podem contribuir com 
a garantia de direitos.
Saiba mais 
Para ter acesso ao texto da Constituição Federal visite: https://www2.senado.
leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/518231/CF88_Livro_EC91_2016.pdf
4. Órgãos públicos e organizações da sociedade civil onde 
reivindicar direitos e procurar ajuda.
A Defensoria Pública da União
www.dpu.def.br
Defensorias estaduais:
Defensoria Pública do Estado do Acre
Endereço: Rua Custódio Freire, nº 26 - Centro - Rio Branco/AC
CEP: 69.909-460
Telefone: (68) 3223-8317
Defensoria Pública do Estado de Alagoas
Endereço: Avenida Comendador Leão, 555 - Bairro do Poço – Maceió/AL
CEP: 57.025-000
Telefones:(82) 3315-2782 ou Fax (82) 3315-2785
Defensoria Pública do Estado do Amapá
Endereço: Rua Eliezer Levy - Centro – Macapá/AP
CEP: 68.906-140 / 1157
Telefones: (96) 3212-8502 ou Fax (96) 3212-8501
Defensoria Pública do Estado do Amazonas
Endereço: Rua 24 de maio, 321 - Centro – Manaus/AM
CEP: 69.010-080
Telefones: (92) 3633-2955 / 2995 ou fax (92) 3224-3097
Defensoria Pública do Estado da Bahia
Endereço: Av. Manoel Dias da Silva, 831- Pituba – Salvador/BA
CEP: 41.830-001
Telefones: (71) 3117-6936 ou (71) 3117-6952 ou Ligação local - 129
14Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Defensoria Pública Geral do Estado do Ceará
Endereço: Av. Pinto Bandeira, 1111 - Luciano Cavalcante – Fortaleza/CE
CEP: 60.811-170
Telefones: (85) 3101-3434 ou Fax (85) 3101-3428
Defensoria Pública do Distrito Federal
Endereço: SCS - Quadra 04 - Bloco A - Entrada 94 lotes 22 a 24 - Ed. Zarife - 6º andar – Brasília/DF
CEP: 70.300-944
Telefones: 0800 642 8686 ou (61) 3341-3299 ou (61) 3343-1233
Defensoria Pública Geral do Estado do Espírito Santo
Endereço: Rua Pedro Palácio, 60 - Ed. João XXIII - 2º andar - Cidade Alta – Vitória/ES
CEP: 29.015-160
Telefones: (27) 3222-4881 ou Fax (27) 3223-2781
Defensoria Pública do Estado do Maranhão
Endereço: Rua da Estrela, 421 - Praia Grande - Centro Histórico - São Luis/MA
CEP: 65010-200
Telefones: (98) 3221-6110 ou (98) 3221-0958
Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso
Endereço: Rua 06, Lote 1, Quadra 11, Setor. A - Centro Político Administrativo – Cuiabá/MT
CEP: 78.050-970
Telefone: (65) 3613-3400
Defensoria Pública do Estado do Mato Grosso do Sul
Endereço: Parque dos Poderes - Bloco 04 - Jardim Veraneio - Campo Grande/MS
CEP: 79.031-902
Telefone: (67) 3318-2500
Defensoria Pública Geral do Estado de Minas Gerais
Endereço: Rua Paracatu, 304 - 11° andar - Barro Preto - Belo Horizonte/MG
CEP: 30180-090
Telefones: (31) 3349-9580 ou Fax: (31) 3349-9639
Defensoria Pública do Estado do Paraná
Endereço: Avenida Alameda Cabral, 184 - Centro – Curitiba/PR
CEP: 80.410-900
Telefone: (41) 3219-7300
Defensoria Pública do Estado da Paraíba
Endereço: Parque Sólon de Lucena, 300 - Centro - João Pessoa/PB
CEP: 58.013-130
Telefones: (83) 3221-3968 ou (83) 3218-5632
15Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Defensoria Pública do Estado do Pará
Endereço: Travessa Padre Prudêncio, 154 - Bairro do Comércio – Belém/PA
CEP: 66.019-080
Telefone: (91) 3201-2656
Defensoria Pública do Estado de Pernambuco
Endereço: Rua Marques Amorim, 127 - Boa Vista – Recife/PE
CEP: 50.070-330
Telefones: (81) 3182-3700 ou Fax: (81) 3182-3748
Defensoria Pública do Estado Do Piauí
Endereço: Rua Nogueira Tapety, 138 - Bairro dos Noivos – Teresina/PI
CEP: 64.046-020
Telefones: (86) 3232-0350 ou (86) 3233-7407 ou Fax (86) 3235-7527
Defensoria Pública Geral do Estado do Rio De Janeiro
Endereço: Avenida Marechal Câmara, 314 - 2º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ
CEP: 20.020-080
Telefone: 0800 285 2279
Defensoria Pública do Rio Grande do Norte
Endereço: Avenida Tavares de Lira - Ribeira – Natal/RN
CEP: 59.012-200
Telefones: (84) 3232-9758 ou Fax (84) 3232-6955
Defensoria Pública do Estado do Rio Grande Do Sul
Endereço: Rua 7 de Setembro, 666 - 6º andar - Centro - Porto Alegre/RS
CEP: 90.010-190
Telefone: (51) 3211-2233
Defensoria Pública Do Estado De Rondônia
Endereço: Av. 7 de setembro , 1342 - Centro - Porto Velho/RO
CEP: 76.801-096
Telefones: (69) 3216-5051 ou (69)3216-5053 ou Fax (69) 3216-5052
Defensoria Pública do Estado de Roraima
Endereço: Avenida Sebastião Diniz, n° 1165 - Centro - Boa Vista/RR
CEP: 69.301-088
Telefones: (95) 2121-4775 ou Fax (95) 2121-4776
Defensoria Pública do Estado de Sergipe
Endereço: Rua Vila Cristina, 382 - São José – Aracajú/SE
CEP: 49.015-000
Telefone: (79) 3179-7440
16Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Defensoria Pública do Estado de São Paulo
Endereço: Rua Boa Vista, nº 200, Centro, São Paulo/SP
CEP: 01.014-001
Telefones: (11) 3105-5799 ou Fax (11) 3104-7670
Defensoria Pública do Estado do Tocantins
Endereço: Quadra 104 Sul, Av. LO 1, conj. 4, lote 9 - 1o e 2o pisos - Centro – Palmas/TO
CEP: 77.020-020
Telefone: (63) 3218-2304
Ministério Público da União
http://www.mpu.mp.br/
SAF Sul Quadra 4 Conjunto C - Brasília / DF - CEP 70050-900 - PABX: (61) 3105-5100
Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos
Esplanada dos Ministérios – Bloco A, 5º andar - Brasília/DF – CEP: 70.054-906
Telefone: (61) 2027-3312
https://www.mdh.gov.br/populacaoemsituacaoderua
Disque 100 Direitos Humanos
https://www.mdh.gov.br/disque100
Atendimento presencial ou carta para a Ouvidoria:
Esplanada dos Ministérios – Bloco “A”, 9º andar - CEP. 70.049-900, Brasília – DF.
E-mail: ouvidoria@mdh.gov.br
Ministério do Turismo / Secretaria Especial da Cultura
Esplanada dos Ministérios, Bloco B – Edifício Sede -CEP:70068-900 – Brasília DF
Edifício Parque Cidade Corporate – SCS Quadra 09 Lote C, Torre B – CEP: 70308-200
http://www.cultura.gov.br/
Tel.: (61) 2024-2144
Ministério da Cidadania / Secretaria Especial do Desenvolvimento Social
Esplanada dos Ministérios - Bloco A - 7º andar
CEP 70.050-902 – Brasília/DF
http://mds.gov.br/
Tel.:(61) 2030 - 1531/1302/1527/1672/1677
Telefone: 135
Central de Atendimento, de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília)
Ministério do Desenvolvimento Regional
Esplanada dos Ministérios, Bloco E, S/N - Zona Cívico-Administrativa, Sala 805 - CEP 70 067-901 
-Brasília/DF
https://www.mdr.gov.br/
Telefone: (61) 2034-5827 / 5768
17Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Secretaria Nacional de Habitação
Setor de Autarquia Sul, Quadra 01 - Bloco H – Ed. Telemundi – CEP: 70.070-010
https://www.mdr.gov.br/index.php/habitacao
Tel.: (61) 2108-1715 / 1716
Ministério da Educação
https://www.mec.gov.br/
Esplanada dos Ministérios - Bloco L
Ed. Sede e Anexos CEP: 70.047-900
Central de atendimento 0800 616161
Ministério da Cidadania / Secretaria Especial do Esporte
Setor de Industrias Gráficas (SIG), Quadra 4 – lote 83 Centro Empresarial Capital
Financial Center - Brasília - DF, 70610-440
http://www.esporte.gov.br/
Telefone: (61) 3217-1800
Ministério da Justiça e Segurança Pública
Esplanada dos Ministérios – Bloco T – Brasília/DF – CEP 70.064-900
www.justica.gov.br
Tel.: (61) 2025-3587
Ministério da Saúde
www.saude.gov.br
Esplanada dos Ministérios – Bloco G – Brasília/DF – CEP 70.058-900
Disque Saúde 136 (ligação gratuita) Tel.: (61) 3315-2225
Ministério da Cidadania/Departamento de Economia Solidária
www.trabalho.gov.br/
Esplanada dos Ministérios – Bloco G – Brasília/DF – CEP 70.059-900
Tel.: (61) 3317-6000
Pastoral do Povo de Rua (Nacional) - CNBB
www.cnbb.org.br/pastoral-do-povo-de-rua
Tel.: (31) 3293-8366
Instituto Nacional de Direitos Humanos da População em Situação de Rua (INRUA)
Contato: (41) 3079-8620 - Tomás Melo, Coordenador do INRUA.
Secretaria Nacional do Movimento Nacional da População de Rua
(41) 99871-1540 – Norley – Secretário
No Rio de Janeiro
https://www.facebook.com/mnpsrrj/
18Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
Em São Paulo
https://www.facebook.com/MovPopRuaSP/
Na Bahia
https://www.facebook.com/movpopruasalvador/?ref=br_rs
5. Guarde na memória!
• Este módulo do curso Promoção dos direitos da população em situação de rua tratou 
sobre direitos desta população consolidados nas diretrizes da Política Nacional.
 
• Ao longo do módulo, foi possível conhecer sobre a noção de mínimo existencial que 
move estas diretrizes e os mecanismos existentes para o acesso desta população à rede 
socioassistencial de atendimento.
19Enap Fundação Escola Nacional de Administração Pública
6. Referências Bibliográficas
BRASIL. Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua – CENTRO 
POP. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de 
Assistência Social, 2011.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Centro Gráfico do Senado 
Federal, 1988.
BRASIL. Presidência da República.Lei Orgânica da Assistência Social, n. 8.742, de 7 de setembro 
de 1993.
Conselho Nacional do Ministério Público-CNMP. Defesa dos Direitos das Pessoas em Situação de 
Rua - Guia de atuação ministerial. Brasília: CNMP, 2015.
DPE-SP. Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. Acesso à justiça da população 
em situação de rua: política institucional, garantia de direitos, práticas, serviços e inclusão. São 
Paulo: EDEPE, 2018.
LAVOR, A. D. População em Situação de Rua: à margem de direitos efetivos. RADIS , Rio de Janeiro, 
n. 165, p. 17-27, jun 2016.
MPRJ. Direitos da População em Situação de Rua. Disponível em: <http://www.mprj.mp.br/
documents/20184/86589/direitos_da_populacao_em_situacao_de_rua.pdf/>. Acesso em: 
2018.
RIBAS, L. M. Acesso à justiça para a população em situação de rua: um desafio para a defensoria 
pública. 2014. 144 f. Dissertação (Mestrado em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São 
Paulo, São Paulo, 2014.
ROCHA, V. C. D.; CORONA, J. B. Marcos Normativos e Institucionais de Proteção a População 
em Situação de Rua no Contexto dos Direitos Humanos. Seminário Nacional de Serviço Social, 
Trabalho e Política Social, Florianópolis, Out 2015.