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Mercado Financeiro e de Capitais Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Me. José Campos • Compreender o que é o Sistema Financeiro Nacional. • Conhecer a estrutura do Sistema Financeiro Nacional. • Analisar os Órgãos Normativos do Sistema Financeiro. • Analisar as Entidades Supervisores do Sistema Financeiro. • Analisar as Instituições Operadoras do Sistema Financeiro. Unidade I Sistema Financeiro O sistema financeiro pode ser definido como o conjunto de instrumentos e instituições que possibilitam a transferência de recursos entre os agentes econômicos superavitários e deficitários Franco e Pardo (2018, p. 18) Sistema Financeiro Nacional (SFN) Agente Superavitário Agente Deficitário Instituições Financeiras SFN % % Segmentação do Mercado Financeiro ENTIDADES CARACTERÍSTICAS Mercado Monetário Fornece à economia papel-moeda e moeda escritural, aquela depositada em conta corrente. Mercado de Crédito Fornece recursos para o consumo das pessoas em geral e para o funcionamento das empresas. Mercado de Câmbio É o mercado de compra e venda de moeda estrangeira. Mercado de Capitais Permite às empresas em geral captar recursos de terceiros e, portanto, compartilhar os ganhos e os riscos. Entidades do Sistema Financeiro Nacional ENTIDADES CARACTERÍSTICAS NORMATIVAS Determinam as regras gerais para o bom funcionamento do Sistema Financeiro Nacional. SUPERVISORAS Trabalham para que os cidadãos e os integrantes dos Sistema Financeiro sigam as regras definidas pelos órgãos normativos. OPERADORAS São as instituições que lidam diretamente com o público, no papel de intermediário financeiro. Entidades do Sistema Financeiro Nacional Conselho Monetário Nacional (CMN) Composição: • Ministro da Economia (presidente do Conselho); • Secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia; • Presidente do Banco Central. Finalidade: • Formular e fixar as diretrizes da política cambial, de crédito e monetária, objetivando o progresso econômico e social do País. Órgãos Normativos Conselho Monetário Nacional (CMN) Atribuições: • Regular o valor interno da moeda, prevenindo ou corrigindo surtos inflacionários ou deflacionários de origem interna ou externa. • Estabelecer as metas de inflação. • Regular o valor externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos do país. • Zelar pela liquidez e pela solvência das instituições financeiras. Órgãos Normativos Conselho Monetário Nacional (CMN) Atribuições: • Coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida pública, interna e externa. • Autorizar as emissões de papel-moeda. • Estabelecer normas a serem seguidas pelo BC nas transações com títulos públicos. • Regular a constituição, o funcionamento e a fiscalização de todas as instituições financeiras que operam no país. Órgãos Normativos Órgãos Normativos Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) Responsável pelas diretrizes dos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta; Responsável pela definição das políticas dos fundos de previdência complementar fechados (fundos de pensão). Banco Central do Brasil (BACEN) Composição: • 1 Presidente; • 8 Diretores; Finalidade: • Garantir a estabilidade do poder de compra da moeda do país, o Real, e assegurar a eficiência e o bom funcionamento do mercado financeiro. Entidades Supervisoras Banco Central do Brasil (BACEN) Atribuições: • Assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda nacional e a solidez do Sistema Financeiro Nacional. • Fixar a taxa de referência para as operações compromissadas de um dia, conhecida como taxa SELIC. • Executar a política monetária por meio da utilização de títulos do Tesouro Nacional. Entidades Supervisoras TAXA SELIC OVER BACEN Entidades Supervisoras COPOM Títulos Públicos SELIC TAXA SELIC META Banco Central do Brasil (BACEN) Atribuições: • Emitir papel-moeda e moedas metálicas nas condições e limites autorizados pelo CMN. • Exercer a fiscalização das instituições financeiras, punindo-as quando necessário. • Autorizar o funcionamento de todas as instituições financeiras, estabelecendo a dinâmica operacional. Entidades Supervisoras Comissão de Valores Mobiliários (CVM) Tem como objetivo fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil. Principais Atribuições: • Assegurar o funcionamento eficiente e regular dos mercados de bolsa e de balcão; • Proteger os titulares de valores mobiliários contra fraudes ou atos ilegais. Entidades Supervisoras Entidades Supervisoras CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) Entidades Supervisoras Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) Controla e fiscaliza: • Mercados de seguro; • Previdência privada aberta; • Sociedades de capitalização. Controla e fiscaliza: • Atividades das entidades fechadas de previdência complementar (Fundos de Pensão) VÍNCULADO Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) VÍNCULADO Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) Bancos Instituições Operadoras Banco Múltiplo Banco de Desenvolvimento Banco de Investimento Banco Comercial Sociedade de Crédito Imobiliário Sociedade de Arrendamento Mercantil Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento Instituições Operadoras Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) BM&FBovespa Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) + BM&FBovespa B3 (Brasil, Bolsa e Balcão) Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Título (Cetip) + 2008 2017 Bolsa de Valores (B3) Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM) O investidor não opera diretamente no mercado. Para realizar transações será necessário abrir conta em uma corretora. Principais Atribuições: • Operar nos recintos de Bolsas de Valores. • Efetuar lançamento público de ações. • Administrar carteiras e custodiar valores mobiliários. • Instituir, organizar e administrar fundos de investimento. • Operar no mercado aberto. • Intermediar operações de câmbio. Instituições Operadoras • Sistema Financeiro Nacional e sua estrutura. • Órgãos Normativos do Sistema Financeiro. • Entidades Supervisores do Sistema Financeiro. • Instituições Operadoras do Sistema Financeiro. Considerações Finais