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Estudo Integrado em Medicina

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ESTUDO INTEGRADO EM TUTORIA, MEDICINA 
LABORATORIAL E MORFOFUNCIONAL – CADERNO 1 
 
 
SP 1.1 – Não dá pra ver... mas existe! 
 
Gioconda, Álef, Cariane e Kiko são amigos desde a infância. Juntos 
compartilhavam o mesmo sonho de cursar medicina e conseguiram ser 
aprovados no vestibular de uma faculdade próxima à casa deles. Ouviram falar 
de uma metodologia chamada PBL e ficaram ansiosos para conhecê-la no 
primeiro dia de aula. 
Chegando na sala de aula, o professor Austrébio apresentou a metodologia da 
Unidade Curricular de Necessidade e Cuidados em Saúde e como funcionariam 
as aulas de tutoria. Entregou para cada aluno a primeira Situação Problema e 
pediu para que Gioconda lê-se o texto junto com a turma. 
Gioconda começou a ler. 
Em 1843, Oliver Wendell Holmes afirmava que a doença conhecida como febre 
puerperal era tão contagiosa que era frequentemente carreada de paciente a 
paciente pelos médicos e enfermeiras, mas suas proposições para evitar o mal 
não foram aceitas. No entanto, foi a partir do trabalho do médico húngaro Ignaz 
Philipp Semmelweis que foram obtidas evidências claras sobre o processo de 
transmissão da enfermidade. Em 1846, Semmelweis trabalhava na Primeira 
Clínica Obstétrica, na qual eram instruídos os estudantes de Medicina. 
Naquela época, a mortalidade média das parturientes, de maio a julho, foi de 
12,23% e em agosto subiu para 18,05%. Em setembro e outubro, baixou para 
14%. Através de um estudo cuidadoso, ele foi excluindo as várias causas que 
haviam sido sugeridas. 
Sabendo que as pessoas que preferiam realizar o parto em suas casas raramente 
ficavam doentes, concluiu que a causa devia estar dentro do próprio hospital. 
Semmelweis analisava hipótese por hipótese, buscava as evidências. 
 
 
O fato que veio lhe trazer uma repentina compreensão desse problema foi a 
morte seu amigo Jakob Kolletschka, professor de Medicina Legal, em março de 
1847. Ao realizar uma autópsia, ele se feriu com o bisturi. A ferida infeccionou e 
evoluiu para uma infecção geral, chamada “piemia”, da qual ele morreu. 
Semmelweis ficou chocado e percebeu que os sintomas do amigo tinham sido 
idênticos aos das mulheres com febre puerperal. Não foi a ferida, mas a 
contaminação da ferida pelo material cadavérico que foi a causa da morte do 
professor. 
Por fim, ele concluiu que deveriam ter entrado “partículas cadavéricas” no corpo 
das mulheres. Os estudantes e os médicos da Primeira Clínica praticavam com 
grande dedicação a dissecação de cadáveres para a aprendizagem de anatomia. 
Após isso, lavavam apressadamente suas mãos com água, às vezes usando sabão, 
as enxugavam em toalhas sujas ou em seus aventais e depois passavam iam 
cuidar das pacientes, levando consigo um cheiro nauseante. Semmelweis 
percebeu que ele próprio era o responsável pela morte de muitas mulheres. Após 
serem introduzidos métodos de descontaminação, a mortalidade por febre 
puerperal caiu, atingindo 1,2%. 
Ao finalizarem, o professor Austrébio disse: 
- Então alunos, essa foi a nossa Situação Problema da semana. A partir de agora 
iremos identificar as palavras desconhecidas, construir o mapa mental, as 
hipóteses e as questões de aprendizagem. Alguma dúvida? 
Álef estava inquieto com o caso e indagou: 
- Professor, lembro-me que na escola, em uma aula de biologia, aprendemos que 
a descoberta dos micróbios foi no século XVII, bem antes desse acontecido do 
caso. Por que será que não desconfiaram logo de uma infecção? 
Cariane levantou a mão e questionou: 
 
 
 
- Também achei curioso isso, Álef. Acabei de lembrar também que a teoria celular 
foi criada alguns anos antes e junto com a descoberta dos micróbios, ficaria mais 
fácil de compreender que se tratava de uma possível infecção. 
Kiko responde: 
- Concordo com vocês, colegas. Mas lembrem-se que esse caso se passou no 
século XIX. Acredito que o Semmelweis, assim como outros cientistas, ainda não 
compreendia muito bem como investigar situações assim. Para isso, exige-se uma 
metodologia científica mais preparada. Concorda professor? 
- Bom questionamento de vocês. Gostei de ver! É isso que iremos fazer a partir 
de agora! Vocês devem trazer os conhecimentos prévios e discutiremos as 
possibilidades de respostas para essa situação problema. 
Todos se organizaram para começarem a discutir o texto que foi lido. 
 
Referências bibliográficas 
 
• MARCONI, Marina de A.; LAKATOS, Eva M. Metodologia Científica. Rio de 
Janeiro: Grupo GEN, 2022. E-book. ISBN 9786559770670. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786559770670/. 
• ROUQUAYROL, Maria Z.; GURGEL, Marcelo. Rouquayrol - Epidemiologia e 
saúde. Rio de Janeiro: MedBook Editora, 2017. E-book. ISBN 9786557830000. 
Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830000/. 
• ALBERTS, Bruce. Fundamentos da biologia celular. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 
2017. E-book. p.3. ISBN 9788582714065. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714065/. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786559770670/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830000/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714065/
 
 
• ALBERTS, Bruce. Biologia molecular da célula. 6. ed. Porto Alegre: ArtMed, 
2017. E-book. p.1. ISBN 9788582714232. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714232/. 
• ADONI, Stefan Cunha Ujvari, T. A história do século XX pelas descobertas da 
medicina. São Paulo: Editora Contexto, 2014. E-book. p.1. ISBN 9788572448406. 
Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788572448406/. 
 
 
Referência complementar 
 
• PORTER, Roy. História da Medicina. Cambridge: Revinter, 2008. 
• NAVA, P. Capítulos da História da Medicina no Brasil. Atelie Editorial Eduel. 
Universidade de Londrina, 2004. 
• PAIM, J. et al. The Brazilian health system: history, advances, and challenges. 
Lancet; v. 377, p. 1778–97, 2011. 
• HISTÓRIA DA MEDICINA. The Physician - “O Físico” 2013 
https://www.youtube.com/watch?v=cCntjq6pS28 – legendado 
https://www.youtube.com/watch?v=MG3xN-ZRVU8 – dublado 
Data de lançamento: 9 de outubro de 2014 (Brasil) 
Direção: Philipp Stölzl 
Adaptação de: O Físico, livro de Noah Gordon 
 
 
 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714232/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788572448406/
 Abertura da Sessão SP 1.1 
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NÃO DÁ PRA VER... MAS EXISTE! 
 
Na Situação Problema dessa semana, vimos que Gioconda, Álef, Cariane e Kiko, ingressaram juntos 
na faculdade de medicina. No primeiro dia de aula, o professor Austrébio apresentou a Unidade 
Curricular de Necessidade e Cuidados em Saúde e entregou uma Situação Problema. Gioconda leu 
o caso de Ignaz Semmelweis, médico húngaro do século XIX, que identificou a relação entre a febre 
puerperal e a falta de higiene dos médicos, reduzindo drasticamente a mortalidade ao implementar 
a desinfecção das mãos. A descoberta de Semmelweis foi fundamental, mas enfrentou resistência, 
pois na época ainda não se compreendia plenamente o conceito de contaminação por 
microrganismos. Após a leitura, os alunos começaram a refletir sobre o caso, levantando questões 
sobre a relação entre a descoberta dos micróbios no século XVII, a teoria celular e a dificuldade da 
aceitação científica na época de Semmelweis. Álef e Cariane questionaram por que a infecção não 
foi suspeitada mais cedo, enquanto Kiko destacou a necessidade de uma metodologia científica mais 
estruturada para comprovar hipóteses. O professor incentivou a discussão, destacando a 
importância do pensamento crítico e do resgate de conhecimentos prévios na resolução da Situação 
Problema. 
O estudo da Situação Problema é fundamental para os estudantes de medicina, pois permite 
compreender a evolução do conhecimento científico e sua aplicação na prática clínica.A investigação 
de Semmelweis sobre a febre puerperal exemplifica a importância da observação meticulosa, da 
formulação de hipóteses e da implementação de medidas preventivas, como a desinfecção das 
mãos, na redução da mortalidade hospitalar. Atualmente, com os avanços da ciência, a compreensão 
detalhada da forma e função dos organismos, aliada ao conhecimento sobre microbiologia, 
imunologia e controle de infecções, possibilita práticas médicas mais seguras e eficazes. O 
reconhecimento da necessidade de protocolos rígidos de higienização demonstra como o 
pensamento científico e a pesquisa contínua transformaram a medicina, prevenindo infecções 
hospitalares e melhorando a qualidade do atendimento aos pacientes. 
Baseado na Situação Problema dessa semana, responda às atividades do roteiro para uma melhor 
compreensão dos temas discutidos no caso acima! 
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SP 1.1 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 
 
Introdução ao 
Estudo da Forma 
e Função 
 
 
 
Agora que já entendemos como se dá a abertura da sessão, vamos conhecer 
como são os roteiros do Laboratório Morfofuncional, sendo uma orientação para 
cada estação. Atente-se às notações didáticas as quais servem de base para a 
preparação desses materiais. 
 
LOCAL 
Laboratório Morfofuncional. 
 
 
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 
Aplicar o uso de recursos tecnológicos para a aprendizagem do conceito de 
terminologia anatômica. 
 
Experimentar a metodologia de rotações em estações para a aprendizagem da 
estrutura e da função humanas. 
 
Analisar a posição anatômica e os planos de delimitação e secção do corpo 
humano a fim de descrever as estruturas anatômicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SP 1.1 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 
 
 
 
ESTAÇÃO 1: POSIÇÃO ANATÔMICA E PLANOS DE 
DELIMITAÇÃO 
 Duração total: 37 minutos 
 
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM - POSIÇÃO ANATÔMICA 
 
1. A posição anatômica foi convencionada internacionalmente como um padrão 
no qual as partes e os órgãos do corpo humano devem ser descritos. Na posição 
anatômica, o indivíduo encontra-se com o tronco ereto, membros inferiores 
unidos e estendidos, ponta dos pés unidas, membros superiores estendidos 
ao longo do corpo, palma da mão voltada para a frente, cabeça voltada para a 
frente e olhar dirigido ao horizonte. Veja na imagem a seguir: 
 
 
Fonte: Donna Browne. Anatomical Position, 2013. Licenciado sob CC BY- SA 3.0, via Wikimedia 
Commons. Disponível em https://commons.m.wikimedia.org/wiki/File:Anatomical_position. 
jpg Acesso em 09 de novembro de 2022. 
 
2. Acesse o Atrium e observe a posição do Max. Ele está na posição anatômica? 
Justifique sua resposta. 
 
 
 
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SP 1.1 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 
 
 
 
ATIVIDADE 2: EXERCÍCIO EM GRUPO - PLANOS DE DELIMITAÇÃO 
 
1. Na Lucy, identifique e descreva os seis planos de delimitação do corpo humano: 
 
A. Plano anterior ou ventral: tangencia o ventre. 
B. Plano Posterior ou dorsal: tangencia o dorso. 
C. Plano Lateral direito e esquerdo: tangencia a lateral do corpo. 
D. Plano Superior ou cranial: tangencia a extremidade da cabeça. 
E. Plano Inferior ou podálico: tangencia a planta do pé. 
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
Atrium VR MedRoom, Kit de Higienização e POP de Higienização. 
 
ESTAÇÃO 2: PLANOS DE SECÇÃO 
 Duração total: 37 minutos 
ATIVIDADE 1: MESA ANATÔMICA 
1. Antes de avançar para a próxima atividade, leia o texto a seguir. 
 
Os planos de secção, ou corte, seccionam o indivíduo paralelamente aos planos 
de delimitação, ou seja, aos planos que limitam o corpo humano. 
 
Estes planos foram convencionados internacionalmente e são: 
 
A. Plano frontal: secciona o corpo humano paralelamente à fronte e ao dorso. 
Divide o corpo humano em partes anterior e posterior. 
B. Plano horizontal: secciona o corpo humano paralelamente ao topo da 
cabeça e às plantas dos pés. Divide o corpo humano em partes superior e 
inferior. 
C. Plano sagital: divide o corpo simetricamente em laterais direita e esquerda. 
Pode ser dividido em: 
 
 
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SP 1.1 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 
 
 
 
 
• Sagital Mediano: divide o corpo em metades idênticas. 
• Sagital Paramediano: divide o corpo em partes de tamanhos diferentes. 
 
Veja os planos de secção na figura a seguir. 
Plano sagital 
mediano 
Plano frontal 
 
 
Plano horizontal 
 
 
 
 
 
 
 
Plano sagital 
paramediano 
Fonte: Richfield, David (2014). "Medical 
gallery of David Richfield". WikiJournal 
of Medicine 1 (2). DOI:10.15347/ 
wjm/2014.009. ISSN 2002-4436. 
Licenciado sob CC BY- SA 4.0, via 
Wikimedia Commons. Disponível 
em Acesso em 09 de 
novembro de 2022. 
 
 
1. Na mesa anatômica, ative a ferramenta de reconstrução 3D (Sense 3D na marca 
Csanmek ou Local Host na marca Sectra) acesse o exame de Ressonância 
Magnética da cabeça e aplique a reconstrução 3D. Capte uma imagem do 
encéfalo fazendo um print ou tirando uma foto da tela nos cortes: frontal, 
horizontal, sagital paramediano e sagital mediano. 
 
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
Mesa anatômica (Csanmek Sectra). 
 
 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Anatomia Orientada 
para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 
9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ 
books/9788527734608/. Acesso em: 14 nov. 2022. 
 
 
 
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https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527734608/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527734608/
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
Higienização das 
mãos 
LOCAL 
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. 
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 
Aplicar a técnica de higienização das mãos em serviços de Saúde. 
Averiguar a presença de microrganismos na pele antes e depois da 
higienização/desinfecção. 
 
ESTAÇÃO 1: EXPERIMENTO DE PRICE 
1. Divida o fundo da placa de Petri com ágar sangue em três partes, com auxílio de um 
lápis marcador e identificar a placa; 
2. Retire um swab do tudo e umedeça-o em salina estéril; 
3. Esfregue sobre a pele da palma da mão; 
4. Semeie em um terço da placa de ágar, identificando-o como ‘’mão sem lavar’’; 
5. Realize a higienização das mãos na estação 2; 
6. Pegue outro swab esterilizado, umedeça-o em salina e esfregue-o nas palmas das mãos 
higienizadas; 
7. A seguir, semeie o segundo swab no segundo terço da placa, identificando como ‘’mãos 
lavadas’’; 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
8. Realize a higienização das mãos na estação 3; 
6. Pegue outro swab esterilizado, umedeça-o em salina e esfregue-o nas palmas das mãos 
lavadas e desinfetadas; 
7. A seguir, semeie o segundo swab na terceira parte da placa, identificando como ‘’mãos 
desinfetadas’’; 
8. Realize a incubação a 37ºC, por 48h e em seguida anote o que foi observado. 
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
6 placas de Petri com ágar sangue, 18 swabs, solução salina, estufa microbiológica e 
solução salina estéril – quantitativo para 3 bancadas. 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
 
 
 
 
 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
 
ESTAÇÃO 2: LAVAGEM DE MÃOS COM ÁGUA E SABÃO 
ATIVIDADE 1: EXECUÇÃO DE PROCEDIMENTO 
1. Divididos nos pequenos grupos, os estudantes realizarão a técnica de higienização das 
mãos: 
A. Remover os microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim 
como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade propícia à 
permanência e à proliferação de microrganismos. 
B. Duração do procedimento: 40 a 60 segundos. 
C. O procedimento de lavagem das mãos será apresentado ao estudante que deverá 
realizá-lo corretamente. 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
Parahigienização das mãos: 9 tintas guache, 9 pissetes com preparação de sabonete 
líquido diluído para higienização e toalhas de papel para secagem das mãos – 
quantitativo para 3 bancadas. 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Higienização das Mãos 
em Serviços de Saúde. Brasília, 2007. 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
ESTAÇÃO 3: LAVAGEM DE MÃOS COM ÁLCOOL 70% EM 
GEL 
ATIVIDADE 2: EXECUÇÃO DE PROCEDIMENTO - HIGIENE DAS MÃOS COM 
ÁLCOOL EM GEL 
1. Divididos nos pequenos grupos, os(as) estudantes realizarão a técnica de higienização 
das mãos: 
A. Remover os microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim 
como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade propícia à 
permanência e à proliferação de microrganismos; 
B. Duração do procedimento: 40 a 60 segundos; 
C. O procedimento de lavagem das mãos será apresentado ao estudante que deverá 
realizá-lo corretamente. 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
 
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SP 1.1 Roteiro de Medicina Laboratorial 
 
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
Para higienização das mãos: 9 pissetes com preparação de sabonete líquido diluído para 
higienização, toalhas de papel para secagem das mãos e 9 pissetes com álcool 70% – 
quantitativo para 3 bancadas. 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Higienização das Mãos 
em Serviços de Saúde. Brasília, 2007. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
	f044ffa391455d74acb299dfa6da7942dddae6e1cf068e0a4c4d13bd4e63aad5.pdf
	4b4997ba6446bfb0b7d6b3d06311a439276a5ee1c20033bfd6d82bca655b7650.pdf
	dc7ac0aa4a12495e9cf65ecdde4394627cdac0ae2316d4845bfda7be7235ca83.pdf
	b9bb69111bca2247b471a4f4c3ac55221e25e0f2a45e34035a20dc7819db09a1.pdf
	eaa4a38155fd72cf4f8e35661f8b023d85da72086feca2efc7e1c428b0c60692.pdf
	Roteiro de Laboratório Morfofuncional
	LOCAL
	Roteiro de Laboratório Morfofuncional (1)
	Duração total: 37 minutos
	Roteiro de Laboratório Morfofuncional (2)
	ATIVIDADE 2: EXERCÍCIO EM GRUPO - PLANOS DE DELIMITAÇÃO
	MATERIAIS NECESSÁRIOS
	Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: MESA ANATÔMICA
	Roteiro de Laboratório Morfofuncional (3)
	MATERIAIS NECESSÁRIOS
	REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
	846b17c1ca8ce9867ecb1efc80ce45e959e558da28a6ab9b117866a3f8e81d68.pdf

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