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Professor MSc: Gilvan Lopes dos Santos 1º Sem 2026 BASES MORFOFUNCIONAIS DOS PROCESSOS NORMAIS E ALTERADOS SGAS 903 Bloco D Lote 79 70390 030 Brasília DF SEP SUL EQ 704/904 Conj. A 70390 045 Brasília DF T 55 61 3704 8888 F 55 61 3223 7195 ODONTOLOGIA ESQUELETO AXIAL 2 ESQUELETO AXIAL 3 ESQUELETO AXIAL Mitologia grega Convexa ventralmente (lordose) Côncava ventralmente (cifose) Convexa ventralmente (lordose) Côncava ventralmente (cifose) 92 Atacou o monte olímpio com outros titãs) energias do espírito, da ordem e do Cosmos escravos da matéria e dos sentidos, inimigos da espiritualização TÁRTARO ESQUELETO AXIAL Fonte: Barsotti; C. Sociedade Brasileira de Reumatologia •Escoliose congênita: responsável por cerca de 10% dos casos este tipo de escoliose está presente desde o nascimento, e é resultante da ocorrência de má formação ou divisão das vértebras; •Escoliose neuromuscular: é causada a partir de sequelas de doenças neurológicas ou musculares; •Escoliose Idiopática: não possui causas conhecidas e apresenta características e níveis de evolução variados, sendo o tipo mais frequente de escoliose; •Escoliose de início precoce: caracteriza-se pelo aparecimento da curvatura em idade precoce, antes dos 10 anos; •Escoliose degenerativa do adulto: é causada pela degeneração de discos da coluna vertebral e de suas articulações, sendo resultante do avanço da idade. 5 ESQUELETO AXIAL • Acondroplasia: distúrbio do crescimento ósseo, que causa nanismo desproporcional. • Discite: inflamação de disco intervertebral ou interarticular. • Cifose: curvatura da coluna vertebral que faz com que a parte superior das costas apareça mais arredondada do que o normal. • Espondilolistese: vértebra escorrega saindo do alinhamento normal com a outra vértebra. 6 Dor e parestesias (formigamento) ESQUELETO AXIAL 7 Causas: dorso curvo juvenil, doença de Scheuermann (osteocondrose juvenil – desarranjo não infecioso e não inflamatório), paralíticas, congênitas, inflamatórias, osteoporose e pós-traumáticas. ESQUELETO AXIAL 8 ESQUELETO AXIAL 9 QUANTIDADE DE OSSOS ✓ 2 Clavícula ✓ 2 Escápula ✓ 2 Úmero ✓ 2 Radio ✓ 2 Ulna ✓ 2 Escafoide ✓ 2 Semilunar ✓ 2 Piramidal ✓ 2 Pisiforme ✓ 2 Trapézio ✓ 2 Trapezoide ✓ 2 Capitato ✓ 2 Hamato MÃO CÍNGULO DO MMSS 10 BRAÇO ANTEBRAÇO CARPO QUANTIDADE DE OSSOS ✓ 02 Metacarpo 1 ✓ 02 Metacarpo 2 ✓ 02 Metacarpo 3 ✓ 02 Metacarpo 4 ✓ 02 Metacarpo 5 ✓ 10 Falanges proximais ✓ 08 Falanges médias ✓ 10 Falanges distais ✓ 02 Osso do quadril ✓ 02 Fêmur ✓ 02 Patela ✓ 02 Tíbia ✓ 02 Fíbula MÃO 11 OSSO DO QUADRIL METACARPOS DEDOS COXA PERNA QUANTIDADE DE OSSOS ✓ 02 Calcâneo ✓ 02 Talus ✓ 02 Navicular ✓ 02 Cuboides ✓ 06 Cuneiformes ✓ 10 Metatarsais ✓ 10 Falanges proximais ✓ 08 Falanges mediais ✓ 10 Falanges distais 12 METATARSO TARSO PÉ DEDOS ESQUELETO AXIAL 13 ESQUELETO AXIAL 14 15 ESQUELETO APENDICULAR Criança, 4 anos, sexo feminino, deu entrada na emergência com queixa de dor na região da clavícula esquerda após queda de escada. A inspeção, notou-se edema na região. Apalpação, sentiu-se deformidade e dor local, sendo solicitada radiografia e diagnosticada fratura de clavícula 16 ESQUELETO APENDICULAR ESQUELETO APENDICULAR 17 18 ESQUELETO APENDICULAR 19 ESQUELETO APENDICULAR ESQUELETO APENDICULAR 20 21 ESQUELETO APENDICULAR anatômico ESQUELETO APENDICULAR 22 ESQUELETO APENDICULAR 23 Homem, 17 anos, deu entrada na emergência após queda de uma altura de 4 metros (estava pendurado em um coqueiro), com trauma direto do cotovelo ao solo, evoluindo com deformidade local e sangramento. Ao exame físico, constatou-se edema e dor à palpação local, juntamente com pequeno ferimento de pele, com saída de sangue. Foi solicitada radiografia de cotovelo, que evidenciou fratura intra-articular do úmero dista. O foco de fratura com o meio externo caracterizou fratura exposta, e o paciente foi encaminhado diretamente ao centro cirúrgico para redução aberta e fixação da fratura mediante colocação de placas e parafuso. 24 ESQUELETO APENDICULAR 25 ESQUELETO APENDICULAR 26(Face articular carpal) 27 28 ESQUELETO APENDICULAR ESQUELETO APENDICULAR 29 30 ESQUELETO APENDICULAR Metacarpal I I - Polegar II - Indicador III - Médio IV - Anular V - Mínimo ESQUELETO APENDICULAR 31 ESQUELETO APENDICULAR 32 ESQUELETO APENDICULAR 33 ESQUELETO APENDICULAR 34 35 ESQUELETO APENDICULAR DOENÇAS ÓSSEAS - HIPOPLASIA DA MEDULA ÓSSEA o Não desenvolvimento de um órgão ou parte dele até seu tamanho normal. o Diferente da atrofia – “encolhe”. o Ocorre durante o período embrionário ou pós-natal. Causas: o Defeitos genéticos o Agentes tóxicos e infecciosos o Deficiências hormonais o Podem ser Fisiológicas e Patológicas o Patológicas: hipoplasia da medula óssea por agentes tóxicos ou infecções (AIDS, febre amarela, etc.) o Consequências: reversíveis, salvo as congênitas 36 DOENÇAS ÓSSEAS - HIPOPLASIA DA MEDULA ÓSSEA ▪ Doenças que afetam as células do sangue: o Leucemia o Linfomas o Anemia aplástica grave (substituição por tecido gorduroso) o Mielodisplasia (amadurecimento) o Mieloma múltiplo (célula plasmática) ▪ O transplante pode ser: autogênico (próprio paciente) ou alogênico. ▪ Duração: 2 horas O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical. 37 38 ESQUELETO APENDICULAR 39 ESQUELETO APENDICULAR PELVE MASCULINA E FEMENINA o A pelve feminina é maior, com o ílio mais largo e mais raso de frente para trás. O ângulo do arco púbico formado pelo ramo inferior do púbis logo inferior à sínfise púbica é geralmente obtuso ou maior que 90°. Forma de entrada redonda e maior o A pelve masculina é mais estreita, mais profunda, e menos larga. O ângulo do arco púbico formado pelo ramo inferior do púbis logo inferior à sínfise púbica e menor que 90º. Forma de entrada mais oval e em forma de coração 40 41 ESQUELETO APENDICULAR Imagem da paciente ao chegar na enfermaria, com encurtamento e rotação externa da perna direita 42 ESQUELETO APENDICULAR 42 43 ESQUELETO APENDICULAR 43 44 ESQUELETO APENDICULAR 45 ESQUELETO APENDICULAR ESQUELETO APENDICULAR 46 ESQUELETO APENDICULAR 47 ESQUELETO APENDICULAR Homem, 18 anos, buscou assistência médica com queixa de dor intensa abaixo do joelho esquerdo após jogo de futebol. Afirmou que há 2 semanas vinha observando aumento de volume no local, com leve manifestação álgica. O exame radiográfico levantou a suspeita de tumor ósseo na tíbia proximal. Foi realizada cintigrafia óssea, que confirmou o diagnóstico de osteossarcoma. O paciente foi encaminhado para tratamento no Instituto Nacional do Câncer onde posteriormente realizou ressecção local com colocação de endoprótese na perna esquerda. Imagem do paciente sentado, evidenciando edema na região proximal da perna esquerda . 48 49 ESQUELETO APENDICULAR 50 ESQUELETO APENDICULAR 51 “A verdadeira viagem de descoberta consiste não em buscar novas paisagens, mas em ter novos olhos.” Marcel Proust 52 http://www.webix.com.br/scraps/227-recados-para-orkut-de-abracando.html Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52