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Educação a Distância do Centro Universitário – UNINTA Ead Roteiro de aula prática Curso Farmácia Disciplina Química Orgânica II Profª Renara Carneiro Aluno Data Aulas: • Identificação de ligações duplas • Reação de nitração do monoclorobenzeno • Síntese do Cloreto de t – butila • Síntese de ésteres com aroma 01 - Identificação de ligações duplas 1 – Em um tubo de ensaio (tubo 1), colocar cinco gotas de ciclo – hexeno 2 – Adicionar dez gotas de solução de bromo ao tubo 1 3 – Agitar e observar o “descoramento” do meio. OBS.: ocorre formação do trans – 1,2 – dibromociclo – hexano 4 – Em um tubo de ensaio (tubo 2), colocar cinco gotas de ciclo – hexeno 5 – Adicionar dez gotas de solução aquosa de KMnO4 ao tubo 2 OBS.: ocorre formação do cis – ciclo – hexano – 1,2 – diol e de dióxido de manganês (marrom) 02 - Reação de nitração do monoclorobenzeno 1 – Misture, na capela, 6 mL de ácido nítrico com 6 mL de ácido sulfúrico, no balão de 50 mL. 2 – Resfrie lentamente a mistura. (Usar banho de gelo, se necessário!) 3 – Colocar um magneto (ou barra magnética) no balão reacional. 4 – Adaptar condensador de refluxo ao balão reacional, para evitar liberação de NO2 no laboratório. 5 – Adicionar (através do condensador), gota a gota, 2,5 mL de monoclorobenzeno à mistura nitrante (em agitação). 6 – Manter o sistema em agitação / banho de gelo até desaparecimento completo da camada superior (monoclorobenzeno – massa específica: 1,18 g/mL). 7 – Deixar o sistema em repouso / temperatura ambiente por alguns minutos. 8 – Derramar a mistura sobre o gelo moído contido no béquer de 50 mL (Usar um funil simples para coletar o magneto). Com bastão de vidro, agitar a mistura até que o gelo se desfaça. 9 – Observar a formação de cristais de p – cloronitrobenzeno, no béquer. 10 – Filtração a vácuo, dos cristais. Aula 3 - Síntese do Cloreto de t – butila 1 – Acoplar o funil de separação no suporte, colocando um béquer de 50 mL, abaixo. 2 – Adicionar, com auxílio de um bastão de vidro, 10 mL de álcool t – butílico ao funil. 3 – Adicionar 30 mL de ácido clorídrico concentrado. 4 – Fechar o funil e agitar LEVEMENTE, aliviando a pressão interna. 5 – Deixar a mistura em repouso (funil no suporte), até visualização de duas fases: Fase superior – fase orgânica com cloreto de t – butila produzido (densid. 0,84 g/cm3) Fase inferior – fase aquosa (densid. 1,00 g/cm3) com ácido clorídrico restante 6 – Coletar a fase inferior em um béquer e descartá–la 7 – A fase superior, no funil de separação, contém cloreto de t – butila e traços de HCl. 8 – Adicionar, ao funil, 15 mL de solução aquosa de bicarbonato de sódio 5 % Ocorre a reação: HCl + NaHCO3 9 – Agitar e esperar a separação de duas fases: Fase superior – fase orgânica com cloreto de t – butila produzido Fase inferior – fase aquosa com NaCl 10 – Coletar a fase inferior em um béquer e descartar. 11 – A fase superior contém cloreto de t – butila e traços de NaCl 12 – Com auxílio de um bastão de vidro, adicionar, ao funil, 15 mL de água destilada e agitar. 13 – Esperar separação de duas fases: Fase superior é a fase orgânica, contendo cloreto de t – butila. Fase inferior é a fase aquosa com o restante do NaCl 14 – Coletar a fase inferior em um béquer e descartar. 15 - A fase superior contém cloreto de t – butila e traços de água 16 – Coletar a fase orgânica em um béquer de 50 mL 17 – Adicionar, ao béquer, uma porção de sulfato de sódio anidro. 18 – Esperar decantação. 19 – Filtrar em funil simples (utilizando algodão) 20 – Coletar o filtrado (contendo o cloreto de t – butila produzido ), em um béquer de 25 mL 21 – Verificar pH do meio. 22 – Adicionar 5 gotas de fenolftaleína e verificar cor do meio ( ) 23 – Adicionar dez gotas de solução aquosa de KOH 5 % e verificar cor do meio ( ) 24 – Aquecer o béquer, em banho – Maria, utilizando uma pinça de madeira. 25 – Verificar o consumo de KOH, através da mudança de cor. 26 – Adicionar 5 gotas de solução aquosa de nitrato de prata 5 %. 27 – Verificar surgimento de precipitado floculento “branco”, pela reação abaixo: Reação: Cl- (aq) + Ag+ (aq) 04 - Síntese de ésteres com aroma 1. Introduza em 3 tubos de ensaio 3 mL de ácido acético (medidos com uma pipeta graduada de 5 mL), para o quarto tubo pese cerca de 0,5 g de ácido salicílico. 2. Adicione a cada um dos tubos 2 mL de álcool (medidos com uma pipeta graduada de 5 mL), de acordo com a tabela seguinte, e 5 gotas de ácido sulfúrico concentrado; homogeneíze a mistura reacional com uma vareta de vidro. Tubo 1 3 mL de álcool acético 2 mL de etanol ou álcool etílico Tubo 2 3 mL de álcool acético 2 mL de álcool isoamilico Tubo 3 3 mL de ácido salicílico 2 ml de metanol 3. Coloque os tubos em banho-maria a cerca de 60ºC durante 15 minutos. Retire-os do banho e observe se existem ou não duas fases líquidas. 4. Se não observar a existência de duas fases líquidas adicione à mistura reaccional cerca de 3 mL de água destilada (medidos a proveta de 5 mL) e agite a mistura com a vareta. Observe novamente a existência (ou não) de 2 fases líquidas. 5. Deite num copo de 100 mL cerca de 10 mL (medidos com a proveta de 25 mL) de solução de carbonato de sódio a 10% (m/v). 6. Verta o conteúdo do tubo no copo, oriente os vapores formados em direcção ao seu nariz e confirme (ou tente identificar) o cheiro do éster formado.