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D) A asserção é uma proposição falsa, e a é uma proposição verdadeira. E) As asserções são proposições falsas. Questão 7: Leia a charge e o texto a seguir. NEGROS NA KING EASLEY MACHADO DE Assis ESPACIAL ADÃO Disponível em Acesso em 17 fev. 2023. Um artigo publicado recentemente na revista Arte tem como tema a baixa participação da população negra na arte do Brasil, mais especificamente nos quadrinhos, apesar de serem a maioria da população. No trabalho intitulado "A maioria da população brasileira é minoria nos quadrinhos", Roberto Elísio dos Santos, livre-docente em Ciências da Comunicação na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, tomou como inspiração os estudos do pesquisador Nobu Chinen sobre a quase inexistência do negro como personagem da chamada arte, as histórias em quadrinhos (HQs). Visto que a maioria da população brasileira é negra, não faz sentido tão poucos personagens negros nas histórias em quadrinhos. De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo levantamento populacional, 43,1% dos brasileiros entrevistados se declaram brancos, 9,3% pretos e 46,5% pardos. A situação de preconceito, nos meios artísticos, vem mudando aos poucos, "mas a presença de personagens negros nos produtos midiáticos não reflete os dados sociais do país. Se somos, então, um país negro, onde estão os pretos e pardos nos meios de comunicação?", questiona Chinen. A história brasileira mostra 400 anos de escravidão, ao longo dos quais a exclusão, a discriminação e racismo determinaram as condições econômicas precárias, desumanas, acompanhadas pelo difícil acesso dos à educação e ao digno convívio social de igualdade. A arte, em particular as histórias em quadrinhos, reflete as condições preconceituosas enfrentadas pela população negra, expressas graficamente com a imagem negativa do negro nesse tipo de publicação artística. Os padrões europeus dos corpos conceituados como "normais e perfeitos" sempre colocaram à margem etnias diferentes. Santos cita a revista Gibi, lançada em 1939 e publicada até os anos 1990, em que personagem Pererê, historicamente mais bem-sucedido personagem negro das histórias em quadrinhos, não é baseado em um ser real, é um ser mitológico do folclore brasileiro. Na revista Tico-Tico (de 1905 a 1962), garoto negro Giby era empregado da família. artista J. Carlos, em 1924, apresenta sua personagem Lamparina, uma menina negra, como alguém "que ostenta um aspecto de animal [...], com os braços nas proporções de um Destaca-se que, segundo pesquisador Chinen, esse "talvez seja caso mais notório de uma representação negativa do negro nos quadrinhos As precárias condições de vida dos afrodescendentes brasileiros foram retratadas de maneira crítica, em nossa história mais recente, por cartunistas engajados socialmente como Novaes, Henfil e, mais notadamente Edgar Vasques. Nobu Chinen, afirma Santos, "faz um inventário dos personagens negros pondo em cena "personagens pouco

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