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Instrumentação Geral Pressão INTRODUÇÃO • INSTRUMENTAÇÃO é a ciência que aplica e desenvolve técnicas para adequação de instrumentos de medição, transmissão, indicação, registro e controle de variáveis físicas em equipamentos nos processos industriais. Nas indústrias de processos tais como siderúrgica, petroquímica, etc.; a instrumentação é responsável pelo rendimento máximo de um processo, fazendo com que toda energia cedida, seja transformada em trabalho na elaboração do produto desejado. As principais grandezas que traduzem transferências de energia no processo são: PRESSÃO, NÍVEL, VAZÃO, TEMPERATURA; as quais denominamos de variáveis de um processo. PRESSÃO Dentre as variáveis de processo encontra-se a pressão, cuja medição possibilita não só sua monitoração e controle como também de outras variáveis tais como nível, vazão e densidade. Assim por ser sua compreensão básica para o entendimento de outras áreas da instrumentação iniciaremos revisando alguns conceitos importantes para medição de pressão. Erros de Medição Antes de abordarmos os diversos tipos de instrumentos de medição, iremos demonstrar os erros mais comuns quanto a leitura dos instrumentos analógicos que são os seguintes: • Erro de Paralaxe; • Erro de Interpolação. Erro de Paralaxe O que é Paralaxe? A paralaxe consiste em um aparente deslocamento de um objeto observado, que é causado por uma mudança no posicionamento do observador. Exemplo: Para compreender melhor o que é a paralaxe, faça o seguinte: aponte para um objeto com o dedo indicador na posição vertical, de um jeito que o seu dedo esteja situado no centro do objeto. Agora, feche um dos olhos para ver o objeto só com um olho. Em seguida, observe o objeto com o olho que estava fechado. Note que o objeto em questão parece ter mudado de posição. Isso é paralaxe e acontece porque cada olho vê o objeto de um ângulo diferente. Isso permite que uma pessoa que veja bem com os dois olhos tenha a noção de profundidade e consequentemente de distância. Um erro de paralaxe acontece graças a um desvio óptico que é causado pelo ângulo de visão de um indivíduo, causando uma observação errada em uma escala de graduação. Observemos na Figura 1: o lado A mostra que o observador, representado na imagem por um bichano cinza, está posicionado a direita do extintor. Desse ponto de vista, como podemos ver no lado B da figura 1, o medidor indica que o ponteiro está no vermelho, ou seja, ele está com problemas e precisa ser trocado já! No caso da Figura 2 (abaixo) onde o observador (nosso bichano) vê o objeto da esquerda para a direita, o extintor está melhor do que deveria, mais cheio que o nível normal, coisa que também não é verdade. Agora no caso da Figura 3, o observador se coloca de frente para o extintor (veja a Figura 3 lado A) e pode ver claramente que o marcador está no nível ideal. Aqui não temos o erro de paralaxe uma vez que ele está posicionado no local correto para ler o medidor do extintor. Erro de Interpolação Além da possibilidade do erro de paralaxe, os instrumentos analógicos permitem a ocorrência do erro de interpolação. Esse erro se origina em função do posicionamento do ponteiro em relação à escala de medida do instrumento. O leitor pode observar que o ponteiro acusa uma posição incerta entre dois valores conhecidos, a qual necessariamente não é o ponto médio destes, ficando a critério do observador, em função da proximidade, definir o valor correspondente ao traço da esquerda ou da direita. Quaisquer dos infinitos valores possíveis entre os dois conhecidos não têm significado prático, sendo então que, nesse caso, o valor assumido é função de um erro de interpolação. MEDIDORES DE PRESSÃO Os principais medidores de pressão são: • Medidores por coluna líquida; • Medidores por elemento elástico; • Medidores especiais. Manômetros São dispositivos utilizados para indicação local de pressão e em geral divididos em duas partes principais: o manômetro de líquidos, que utiliza um líquido como meio para se medir a pressão, e o manômetro tipo elástico que utiliza a deformação de um elemento elástico como meio para se medir pressão. A tabela abaixo classifica os manômetros de acordo com os elementos de recepção. Medidores Por Coluna Líquida Princípio de funcionamento e construção: É um instrumento de medição e indicação local de pressão baseado na equação manométrica. Sua construção é simples e de baixo custo. Basicamente é constituído por tubo de vidro com área seccional uniforme, uma escala graduada, um líquido de enchimento e suportados por uma estrutura de sustentação. O valor de pressão medida é obtida pela leitura da altura de coluna do líquido deslocado em função da intensidade da referida pressão aplicada. Medidores Por Coluna Líquida Os manômetros de coluna líquida, outrora largamente utilizados, estão sendo progressivamente abandonados, principalmente devido ao fato de normalmente necessitar de um líquido manométrico mais denso que a água, como é o caso do mercúrio metálico. Este líquido pode vazar, provocando contaminações. Outro problema é a grande dificuldade de adaptar sistemas de leitura remota e saídas para registradores e processadores. Os manômetros de coluna mantém, no entanto, ainda uma grande vantagem: não necessitam calibração, desde que possa se garantir a densidade do liquido manométrico e a exatidão da escala que mede a altura da coluna. Ainda hoje os manômetros de coluna líquida são utilizados frequentemente como padrões práticos para calibração de transdutores de pressão. As faixas de medição de pressão podem ser bastante extensas uma vez que o fluido manométrico (mercúrio, óleo ou água) pode ser mudado de acordo com a pressão ou depressão a serem medidas. A princípio qualquer líquido com baixa viscosidade, e não volátil nas condições de medição, pode ser utilizado como líquido manométrico. Entretanto, na prática, a água destilada e o mercúrio são os líquidos mais utilizados nesses manômetros. Faixa de Medição Em função do peso específico do líquido manométrico e também da fragilidade do tubo de vidro que limita seu tamanho, esse instrumento é utilizado somente para medição de baixas pressões. Em termos práticos, a altura de coluna máxima disponível no mercado é de 2 metros e assim a pressão máxima medida é de 2 mH2O , caso se utilize água destilada, e 2 mHg com utilização do mercúrio. Condição de leitura (formação de menisco) O mercúrio e a água são os líquidos mais utilizados para os manômetros de líquidos e tem diferentes formas de menisco. No caso do mercúrio, a leitura á feita na parte de cima do menisco, e para a água na parte de baixo do menisco. Condição de leitura (formação de menisco) A razão pela qual o menisco da água é côncavo (para baixo) ao passo que o do mercúrio é convexo (para cima) pode ser explicada pela diferença entre as propriedades de adesão e coesão dessas substâncias. Condição de leitura (formação de menisco) A coesão é a tendência de uma substância interagir consigo mesma. Condição de leitura (formação de menisco) A adesão é a tendência de uma substância interagir com outras substâncias por causa de forças intermoleculares. Condição de leitura (formação de menisco) A adesão das moléculas da água ao vidro é mais forte do que a coesão,consequentemente, o menisco curva para baixo, ao contrário da água, a coesão do mercúrio é maior do que sua adesão ao vidro e seu menisco curva para cima. Manômetro de Tubo em U Dispositivo para medir pressão que consiste de um tubo em formato de "U" com certa quantidade de líquido dentro dele (líquido motor), provido de uma escala milimétrica. O líquido pode ser água, mercúrio, etc. Um dos extremos do tubo é ligado à instalação e o outro fica aberto para a atmosfera. A pressão exercida no líquido faz com que a extremidade pressionada desça, causando um desnível. Conhecendo-se o pesoespecífico e o desnível do líquido de referência, pode-se determinar a pressão na instalação através da equação: P = ρgh Onde: • P – Pressão manométrica medida; • ρ (rô) – Densidade do líquido; • g – Aceleração da gravidade; • h – Altura de deslocamento do líquido. Manômetro de Tubo em U Inclinado O manômetro de tubo em U inclinado tem o mesmo princípio de funcionamento do manômetro em U porém com maior sensibilidade. Uma de suas pernas é inclinada em relação a outra. A sensibilidade do monômetro é aumentada conforme diminui-se o ângulo formado entre o tubo e o horizonte. Manômetro de Colunas de Áreas Diferentes É constituída por dois vasos comunicantes, sendo um deles de diâmetro menor (um tubo) que o outro, no qual se faz a leitura da pressão pelo nível através de uma régua montada, aplica pela altura da coluna líquida deslocada, como se vê na figura abaixo. Manômetro de Coluna Reta Vertical Nesse manômetro as áreas dos ramos da coluna são diferentes, sendo a pressão maior aplicada normalmente no lado da maior área. Essa pressão, aplicada no ramo de área maior provoca um pequeno deslocamento do líquido na mesma, fazendo com que o deslocamento no outro ramo seja bem maior, face o volume deslocado ser o mesmo e sua área bem menor. Chamando as áreas do ramo reto e do ramo de maior área de “a” e “A” respectivamente e aplicando pressões P1 e P2 em suas extremidades teremos pela equação manométrica: P1 – P2 = ρ (h1 + h2) P1 – P2 = ρ (h1 + h2) Onde: • P1 – Pressão na área maior; • P2 – Pressão na área menor; • ρ – Densidade do líquido; • h2 – Altura de líquido deslocado na coluna reta; • h1 – Altura de líquido deslocado na coluna reta. Como o volume deslocado é o mesmo, teremos: Onde: • A – Área do tanque maior; • a – Área do tanque menor. Isolando o valor de h1 na equação manométrica, teremos: Substituindo o valor de h1 na equação manométrica, teremos: Na construção A menor é desprezível em relação a A maior, podendo ser mais simplificada ainda, resultado na equação final: Manômetro de Coluna Inclinada Este Manômetro é utilizado para medir baixas pressões na ordem de 50 mmH2O. Sua construção é feita inclinando um tubo reto de pequeno diâmetro, de modo a medir com boa precisão pressões em função do deslocamento do líquido dentro do tubo. A vantagem adicional é a de expandir a escala de leitura o que é muitas vezes conveniente para medições de pequenas pressões com boa precisão (± 0,02 mmH2O). • P1 – Pressão na área maior; • P2 – Pressão na área menor; • ρ – Densidade do líquido; • l – Variação da altura do líquido deslocado na coluna; • α – Ângulo de inclinação da coluna. Manômetros Elásticos Os instrumentos que medem pressão manométrica por deformação elástica usam a deformação de um elemento sob pressão para mover um ponteiro, normalmente com engrenagens intermediárias para amplificação. Principais Tipos de Elementos de Recepção A tabela abaixo mostra os principais tipos de elementos de recepção utilizados na medição de pressão baseada na deformação elástica, bem como sua aplicação e faixa recomendável de trabalho. Medidor do Tipo Tubo de Bourdon O medidor Bourdon é um dos instrumentos mais comuns para a medição de pressão na indústria. Este medidor consiste de um tubo curvado de secção elíptica com uma das pontas conectado a pressão medida e a outra no indicador de pressão. Quando o fluído é submetido a uma pressão, ele enche o tubo, e sua secção elíptica tende a se tornar circular. Este movimento é transmitido ao indicador de pressão. Calibrando-se a deflexão do indicador com pressões conhecidas, pode-se determinar uma escala graduada, podendo-se ler a pressão em qualquer unidade. Sua precisão depende do processo de fabricação chegando a 0,1% ou 0,5% da escala. Os manômetros do tipo tubo de Bourdon se classificam em três tipos básicos. Construção Básica do Manômetro de Bourdon do Tipo “C” Manômetro de Bourdon do Tipo “C” Construção Básica do Manômetro de Bourdon do Tipo Espiral Construção Básica do Manômetro de Bourdon do Tipo Helicoidal Manômetro de Diafragma Os diafragmas são elementos flexíveis que devido a diferença de pressão se deforma, movendo um sistema mecânico que indica a pressão. Os diafragmas são usados para a medições de pressão relativamente baixas. Podem medir pressões manométricas ou absolutas. Possuem aplicações em controle pneumático e válvulas que requerem maior precisão. Os diafragmas podem ser fabricados de couro, teflon, seda ou podem ser metálicos. Construção Básica do Manômetro do Tipo Diafragma Manômetro de Fole A fole é uma peça conrugada que pode expandir ou diminuir em função da força aplicada. Da mesma maneira que o Bourdon e o diafragma, a variação de pressão deforma a fole que transmite este movimento para o sistema mecânico de indicação. • São medidores robustos, aplicados em instalações que não possuem limitações de espaço. • Podem ser utilizados como medidores de pressão manométrica ou absoluta. • São utilizados para baixa pressão. • As foles operam sempre comprimidas para garantir deformações dentro do regime elástico. • São utilizados em sistemas de controle pneumáticos e em válvulas de controle. Construção Básica do Manômetro do Tipo Fole Transdutores Elétricos Os transdutores elétricos são dispositivos que transformam um sinal de pressão obtido mecanicamente em um sinal elétrico. O sinal de pressão pode ser obtido mecanicamente através , por exemplo, de um diafragma e depois transformado em um sinal elétrico através de resistores capacitivos, ou diretamente por um sinal elétrico. Diagrama Esquemático Transdutores Potenciométricos Um fole (ou tubo de Bourdon) aciona um potenciômetro que converte os valores de pressão em valores de resistência elétrica; São de baixo custo, podem operar sob diversas condições, o sinal pode ter intensidade boa, dispensando amplificações. Porém, o mecanismo produz desvios inerentes e têm alguma sensibilidade a variações de temperatura. Há também o desgaste natural do potenciômetro. Em geral, usados para pressões de 0,035 a 70 MPa. Precisão na faixa de 0,5 a 1% do fundo de escala sem considerar as variações de temperatura. Transdutores Capacitivos Mede-se a pressão através da deformação das placas do capacitor. • C = Capacitância; • K = permissividade do meio e do vácuo; • A = área das placas; • d = distância entre as placas. Transdutores capacitivos Nos transdutores capacitivos o diafragma funciona como armadura comum de dois capacitores em série. O deslocamento do diafragma devido à variação de pressão resulta em aumento da capacitância de um e diminuição de outro. E um circuito oscilador pode detectar essa variação. Se P1 > P2: • d1 aumenta e d2 diminui; • C1 diminui e C2 aumenta. Usados para pressões desde vácuo até cerca de 70 MPa. Precisão de até 0,01 % do fundo de escala. Boa estabilidade térmica. Sensor Srain Gauge ou Piezoresistivo ou Células de carga Baseia-se no princípio de variação da resistência de um fio, mudando-se as suas dimensões. • R : Resistência do condutor; • ρ : Resistividade do material; • L : Comprimento do condutor; • S : Área da seção transversal. Transdutores de Deformação "strain gage" O transdutor de deformação usa um sensor tipo "strain gage" para indicar a deformação do diafragma provocada pela pressão. Uma das extremidades da lâmina é fixada em um ponto de apoio rígido enquanto a outra extremidade será o ponto de aplicação de força. ● As células de carga de feixe são sensores altamente versáteis que normalmente funcionam como vigas engastadas com uma extremidade sendo fixada e a outra extremidade livre para deformar quando submetida a uma força. ● Algumas células de carga de viga também podem ser consideradas duplas, o quesignifica que o sensor é fixado em ambas as extremidades e carregado no centro. ● Normalmente, as células de carga dependem da força aplicada sendo colocada em um ponto central do corpo do sensor. O desvio da força centralmente aplicada resultará em uma perda de precisão. ● As células de carga single point funcionam de forma diferente, permitindo o carregamento fora do centro, mantendo a precisão. Essa habilidade faz delas uma escolha ideal para aplicações onde a carga é aplicada com um grau de variabilidade de colocação. ● Como o nome sugere, uma célula de carga de compressão mede uma força de esmagamento ou pressão. Geralmente seu design imita uma coluna, dando força adicional ao sensor para uso em aplicações estáticas de alta capacidade. ● Uma célula de carga de tensão é usada principalmente para medir uma força de puxar, pela qual a carga é suspensa do pé do sensor, fazendo com que ela se estique. ● As células de carga de tensão são às vezes chamadas de células tipo S ou S devido à sua forma semelhante à letra S. Muitas células de carga de tensão também podem ser usadas para medir uma força compressiva, tornando-as altamente versáteis. Precisão até aproximadamente 0,25% do fundo de escala. Há tipos para as mais diversas faixas de pressões (0,001 a 1400 MPa). A ligação ideal para um Strain Gauge com quatro tiras extensiométricas é o circuito em ponte de Wheatstone, pois possui a vantagem de compensar as variações de temperatura ambiente. Transdutor de Pressão Indutivo (LVDT) O transdutor de indutância variável (LVDT) utiliza: • Bobina primária • Bobina secundária • Núcleo magnético (entre as duas bobinas). O núcleo é conectado a um sensor de pressão (por exemplo, diafragma). Quando ocorre uma variação da pressão, este núcleo se movimenta e altera o número de espiras induzidas, variando a tensão. • Esse tipo de transformador é denominado de transformador linear diferencial e variável. • Possuem boa estabilidade térmica, mas são sensíveis a campos magnéticos e a vibrações. Pressões nas faixas de 0,2 a 70 MPa. Transdutor de Pressão Indutivo (LVDT) Sensor Piezoelétrico São cristais (como o quartzo, a turmalina e o titanato) que acumulam cargas elétricas em certas áreas da estrutura cristalina quando sofrem uma deformação física, por ação de uma pressão. • Pequenos e de construção robusta; • Resposta é linear com a variação de pressão; • São capazes de fornecerem sinais de altíssimas frequências. • São sensíveis a variações de temperatura e a instalação requer cuidados especiais. Sensor de Silício Ressonante O sensor consiste de duas cápsulas de silício colocada estrategicamente em um diafragma em pontos diferentes do sensor. Utilizando do diferencial de pressão para vibrar as cápsulas em maior ou menor intensidade, afim de que essa frequência seja proporcional a pressão aplicada. Por estarem localizadas em locais diferentes, porém no mesmo encapsulamento, uma sofrerá uma compressão e a outra tração, conforme a aplicação de pressão sentida pelo diafragma. Desta maneira, os sensores possuirão uma diferença de frequência entre si. Esta diferença é sentida por um circuito eletrônico do transmissor e será proporcional a pressão diferencial aplicada. Os fatores que irão influenciar na ressonância do sensor: • Pressões exercidas sobre o sensor; • O campo magnético gerado por um imã permanente posicionado sobre o sensor; • O campo elétrico gerado por uma corrente alternada; • A combinação do fator campo magnético/campo elétrico é responsável pela vibração do sensor . Transdutores Óticos O sensor de pressão ótico detecta os efeitos de movimentos minúsculos devido a mudanças na pressão do processo e gera um sinal de saída eletrônico correspondente. Um diodo emissor de luz (LED) é usado como fonte de luz, e uma palheta bloqueia um pouco da luz quando ela é movida pelo diafragma. À medida que a pressão move a palheta entre o diodo da fonte e o diodo de medição, a quantidade de luz infravermelha recebida muda. O sensores de pressão óptico deve compensar o envelhecimento da fonte de luz LED por meio de um diodo de referência, que nunca é bloqueado pela palheta. Este diodo de referência também compensa o sinal de acúmulo de sujeira ou outros materiais de revestimento nas superfícies ópticas. O sensor de pressão óptico é imune a efeitos de temperatura porque os diodos de fonte, de medição e de referência são afetados igualmente caso houver mudanças na temperatura. Além disso, como a quantidade de movimento necessária para realizar a medição é muito pequena (menos de 0,5 mm), os erros de histerese e de repetibilidade são quase nulos. Têm boa precisão e elevada estabilidade térmica. São compactos e requerem pouca manutenção. Precisão cerca de 0,1% do fundo de escala. Pressões de 0,035 a 400 MPa. Slide 1 INTRODUÇÃO Slide 3 Slide 4 PRESSÃO Erros de Medição Erro de Paralaxe Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Erro de Interpolação Slide 14 MEDIDORES DE PRESSÃO Manômetros Slide 17 Medidores Por Coluna Líquida Medidores Por Coluna Líquida Slide 20 Slide 21 Faixa de Medição Condição de leitura (formação de menisco) Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Manômetro de Tubo em U Slide 29 Manômetro de Tubo em U Inclinado Manômetro de Colunas de Áreas Diferentes Manômetro de Coluna Reta Vertical Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Manômetro de Coluna Inclinada Slide 41 Slide 42 Manômetros Elásticos Principais Tipos de Elementos de Recepção Medidor do Tipo Tubo de Bourdon Slide 46 Slide 47 Slide 48 Construção Básica do Manômetro de Bourdon do Tipo “C” Manômetro de Bourdon do Tipo “C” Construção Básica do Manômetro de Bourdon do Tipo Espiral Construção Básica do Manômetro de Bourdon do Tipo Helicoidal Manômetro de Diafragma Slide 54 Slide 55 Construção Básica do Manômetro do Tipo Diafragma Manômetro de Fole Slide 58 Slide 59 Construção Básica do Manômetro do Tipo Fole Transdutores Elétricos Diagrama Esquemático Transdutores Potenciométricos Slide 64 Slide 65 Transdutores Capacitivos Transdutores capacitivos Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Sensor Srain Gauge ou Piezoresistivo ou Células de carga Transdutores de Deformação "strain gage" Slide 75 Slide 76 Slide 77 Slide 78 Slide 79 Slide 80 Slide 81 Slide 82 Slide 83 Slide 84 Slide 85 Slide 86 Slide 87 Slide 88 Slide 89 Slide 90 Transdutor de Pressão Indutivo (LVDT) Slide 92 Slide 93 Transdutor de Pressão Indutivo (LVDT) Sensor Piezoelétrico Slide 96 Slide 97 Sensor de Silício Ressonante Slide 99 Slide 100 Slide 101 Transdutores Óticos Slide 103 Slide 104 Slide 105 Slide 106 Slide 107