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oposição da geografia cultural à geografia quantitativa está centrada na ausência do sujeito e da experiência humana. B exercer influência nas esferas políticas por meio de fontes de dados estatísticos que não refletem a realidade, por comprometer a neutralidade científica da análise espacial. INCORRETO: Embora a crítica ao uso acrítico de dados estatísticos exista, o foco da geografia cultural está na ausência de subjetividade e na desumanização do espaço, não na influência política dos dados. c racionalizar ao extremo a forma de compreender espaço, por construir uma geografia sem pessoas, desconsiderando a experiência, a vivência e a subjetividade dos sujeitos. CORRETO: A crítica central da geografia cultural à geografia quantitativa é justamente a desumanização do espaço. Ao priorizar modelos matemáticos e estatísticos, a geografia quantitativa afastou-se da experiência vivida, o que motivou o surgimento de abordagens fenomenológicas e humanistas.