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See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/303989912 Aspectos vegetacionais do bioma caatinga Chapter · July 2002 CITATION 1 READS 79 1 author: Some of the authors of this publication are also working on these related projects: Functional structure in a chronosequence of arboreal plants, Atlantic Forest, northeastern Brazil View project Functional traits vs. phylogenetic diversity: predictors of coexistence in dry tropical forests? View project Maria Rodal Universidade Federal Rural de Pernambuco 116 PUBLICATIONS 3,168 CITATIONS SEE PROFILE All content following this page was uploaded by Maria Rodal on 16 June 2016. 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H l r i c (U> N.r.f . imorjfo Moiira Everardo Valail;ir«,-. (JDessas espécies, 23,2% foram citadas como árvores, 24 ,21% como arbustos e subarbustos, 20 ,5% como ervas, 18 ,1% como trepadeiras e 14% não teve o hábito identificado. Leguminosae foi a família com maior riqueza de espécies com cerca de 40% das espécies listadas, seguida por Euphorbiaceae. A análise de similaridade florística realizada por Rodai (1992) em 85 localidades de Caatinga, que utilizaram critérios de inclusão semelhantes, indica que a distância geográfica é um bom preditor de dissimilaridade florística, independente do estágio sucessional da vegetação. O grau de deficiência hídrica e a geomorfologia são os fatores ambientais mais importantes para explicar a repartição espacial dos dois maiores blocos florísticos da Caatinga, o setentrional (CE, RN, PB) e o meridional (PE). Apesar do pouco conhecimento sobre flora e vegetação da Caatinga, há indícios que essa vegetação apresente elevado potencial de riqueza. Todavia, o manejo inadequado dessa vegetação, pela retirada de madeira e lenha, exploração de pecuária extensiva e agricultura, especialmente nas áreas mais úmidas, tem colocado em risco essa biodiversidade (Sampaio, 1995). Considerando que a redução de habita/, o chamado "efeito de área", pode influenciar processos no nível de comunidade, através do declínio na reprodução, seguindo perdas de polinizadores e dispersores de semente (Crawiey, 1998), é possível que já tenham ocorrido processos de extinção local na fitodiversidade da Caatinga. O quadro acima sugere a necessidade urgente de proteção e esforços de conservação para evitar maiores extinções devido a perda de Biodiversidade, Conservação e Uso Sustentável da Flora do Brasil habitat. Neste sentido, um avanço significativo foi dado com o reconhecimento, em 2001, do bioma no programa Homem e Biosfera (iVlAB) da UNESCO como uma Reserva da Biosfera (http:// www.unesco. org/ mab/br/brdir/latin-am/bral.htm, 20021). * - r Referências bibliográfícas ALBUQUERQUE, S. G.; SOARES, J. G. G.; ARAÚJO FILHO, J. A. 1982. Densidade de espécies arbustivas em vegetação de caatinga. Petrolina, EMBRAPA-CPATSA. 9p. (Pesquisa em andamento, 16). ALCOFORADO-FILHO, F. G.; SAMPAIO, E. V. S. B.; RODAL, M. J. N. (prelo). Florística e fltossociologia de um remanescente de vegetação caducifólia espinhosa arbórea em Caruaru, Pernambuco./íc/a Botânica Brasilica. ANDRADE-LIMA, D. 1964. Notas para a fitogeografia de Grossos, Mossoró e Areia Branca. Anais da Associação de Geógrafos Brasileiros 12: 29-48 ANDRADE-LIMA, D. 1981. The caatinga dominium. Revista Brasileira Botânica A: 149-53. ARAÚJO, E. L.; SAMPAIO, E. V. S .B.; RODAL, M. J. N. 1995. 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