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GENÉTICA PROF. ROBERTO ANDRADE MUTAÇÃO ESTABILIDADE DO GENOMA •A fidelidade do processo de replicação é mantida pela ações das DNAs polimerases e suas funções de correção de leitura. •A capacidade de produzir uma cópia exata do DNA original é essencial para a transmissão da informação genética ao longo das gerações. •Além das DNAs polimerases, existe sistemas de reparo e controle de qualidade da replicação, que mantém a estabilidade do genoma. ALTERAÇÕES GENÉTICAS O DNA não é tão inerte quanto nos parece. ALTERAÇÕES GENÉTICAS ESTABILIDADE DOS CROMOSSOMOS •Todo o ciclo celular, incluíndo a divisão celular, apresenta sistemas de controle de qualidade. •O ponto de checagem é um estágio no ciclo celular em que a célula examina sinais internos e externos e "decide" se irá continuar ou não a divisão celular. •Dentre os fatores avaliados, encontra-se a integridade do DNA. •Estes reguladores do ciclo celular podem fazer que eventos chave, tais como a replicação de DNA ou a separação cromossômica, aconteçam. •Mutações são alterações que ocorrem no conteúdo genético de um ser vivo. •São dividas de acordo com o local onde ocorrem. Alterações Gênicas •Alterações na sequência de nucleotídeos do DNA. •Provocam a alteração da transcrição do RNA mensageiro (RNAm), e por conseguinte, da proteína traduzida. •Dependendo da complexidade podem também causar alterações cromossômicas. Alterações Cromossômicas •Alterações na estrutura ou na quantidade de cromossomos. •Podem afetar desde uma pequena região de um cromossomo até todo o conjunto cromossômico de um ser vivo. MUTAÇÃO GENÉTICA •Alteração na composição de nucleotídeos no DNA genômico. •Podem afetar um ou mais genes. •As alterações envolvem desde mudanças na sequência de nucleotídeos até a redução ou aumento da quantidade de pares de bases. •Representam um importante componente do processo evolutivo dos seres vivos. MUTAÇÃO GÊNICA Sem mutações, todos os genes existiram apenas em uma única forma. •Em eucariotos, estima-se uma taxa de mutação espontânea de 10-5 a 10-6 evento/locus/geração. •A grande maioria das mutações são silenciosas, ou seja, não produzem alterações fisiológicas e/ou morfológicas. 1 em 100.000 até 1 em 1.000.000 Eventualmente, mutações podem provocar alterações patológicas. MUTAÇÃO GÊNICA •Mutações variam quanto ao tipo de célula em que ocorrem e seus fatores etiológicos. Mutações em Células Somáticas •Podem afetar partes localizadas do corpo, ou ainda, todo o organismo. •Provocam a perda de função (parcial ou total). •Estão relacionadas às neoplasias. Mutações em Células Germinativas •Afetam os gametas e todas as células somáticas originadas de um zigoto afetado. •Provocam alterações hereditárias na prole. •Estão associadas às neoplasias infantis. Fatores internos (fisiológicos) •Falhas nos mecanismos de controle da replicação. •Falhas no sistema de reparo do DNA. Fatores externos (ambientais) •Radiação ionizante. •Mutagênicos químicos. MUTAÇÃO GÊNICA MUTAÇÃO GÊNICA O a X a a a a a a a ( ), a a a a a a . E a , a a a a a a a a 2,083 109 a b a a 0 C a 760 . Ob a a a a a a a . b a a ba a a a a a a a a a a . E a a a , a a a , a a a a a a a a a (F a 13.11). P , a a a X a Drosophila a a a a a 3% a a a a a a a a a 1.000 a a a . E a a a a a a a X a (singlehit), a a a a a a a a . O a, a a a bab a a a a a a a . Q a a a ? O a b ba a a a a a a a a a a a a . A a a a a a a a a a a . M ba a a a a a a a . A a a a a b a a a a , a , a , a a (Ca 6). E a ab a a a b a a a a . C a b a a , a a a b a a a a a . A ad a UV a a a a . Ma a ab a a a a a a a a DNA, a a a a a a . O a UV a . P a , a a , a a a a a a a a a a UV. A UV, , a a a a . A ab a UV DNA a 254 . A a a a a b 254 , a UV a a a ab UV a a . E in vitro a a ab a a a 254 , , a , a a a . D a a ab UV a ( a a) a a a (F a 13.12). O a a a a a . (1) O ba a a a a DNA a a a DNA. (2) D a a a a DNA, a UV ( a M a a DNA, a a a ). FIGURA 13.10 O espectro eletromagn tico. Bases moleculares da herança Mutações • As mutações podem ocorrer devido a: Fatores ambientais ✓ Radiações ionizante e UV ✓ Substâncias tóxicas Fatores fisiológicos ✓ Falhas nos mecanismos de replicação ✓ Falhas nos mecanismos de reparo do DNA nicotina naftilamina uretano pireno Wednesday, March 6, 2013 FATORES AMBIENTAIS •UV e raio-X EFEITOS DA RADIAÇÃO UV Hidrólise de citosina (erro de pareamento) Dímeros de timina (bloqueio da replicação)FIGURA 13.12 Fotoprodutos de pirimidina por irradia o UV. A. Hidr lise de citosina em uma forma hidrato que pode causar erro de pareamento das bases durante a replica o. B. Liga o cruzada de mol culas de timina adjacentes para formar d meros de timina, que bloqueiam a replica o do DNA. FIGURA 13.13 Alguns potentes mut genos qu micos. Se a 5-bromo racila e i er em a forma enol, meno freq en e, como rifo fa o de n cleo dio no momen o de a incorpora o a m filamen o na cen e de DNA, er incorporada dian e da g anina no filamen o-molde e ca ar ma ran i o G:C A:T (Fig a 13.15 A). Se, por m, a 5-bromo racila for incorporada em a forma ce o mai freq en e dian e da adenina (no l gar da imina) e ofrer ma modifica o a om rica para a forma enol d ran e ma replica o b eq en e, ca ar ran i o A:T G:C (Fig a 13.15 B). Por an o, a 5-bromo racila ind ran i e na d a dire e , A:T G:C. Uma con eq ncia impor an e de a bidirecionalidade da ran i e ind ida por 5-bromo racila q e MUTAÇÃO GÊNICA FIGURA 13.12 Fotoprodutos de pirimidina por irradia o UV. A. Hidr lise de citosina em uma forma hidrato que pode causar erro de pareamento das bases durante a replica o. B. Liga o cruzada de mol culas de timina adjacentes para formar d meros de timina, que bloqueiam a replica o do DNA. FIGURA 13.13 Alguns potentes mut genos qu micos. Se a 5-bromo racila e i er em a forma enol, meno freq en e, como rifo fa o de n cleo dio no momen o de a incorpora o a m filamen o na cen e de DNA, er incorporada dian e da g anina no filamen o-molde e ca ar ma ran i o G:C A:T (Fig a 13.15 A). Se, por m, a 5-bromo racila for incorporada em a forma ce o mai freq en e dian e da adenina (no l gar da imina) e ofrer ma modifica o a om rica para a forma enol d ran e ma replica o b eq en e, ca ar ran i o A:T G:C (Fig a 13.15 B). Por an o, a 5-bromo racila ind ran i e na d a dire e , A:T G:C. Uma con eq ncia impor an e de a bidirecionalidade da ran i e ind ida por 5-bromo racila q e FIGURA 13.12 Fotoprodutos de pirimidina por irradia o UV. A. Hidr lise de citosina em uma forma hidrato que pode causar erro de pareamento das bases durante a replica o. B. Liga o cruzada de mol culas de timina adjacentes para formar d meros de timina, que bloqueiam a replica o do DNA. FIGURA 13.13 Alguns potentes mut genos qu micos. Se a 5-bromo racila e i er em a forma enol, meno freq en e, como rifo fa o de n cleo dio no momen o de a incorpora o a m filamen o na cen e de DNA, er incorporada dian e da g anina no filamen o-molde e ca ar ma ran i o G:C A:T (Fig a 13.15 A). Se, por m, a 5-bromo racila for incorporada em a forma ce o mai freq en e dian e da adenina (no l gar da imina) e ofrer ma modifica o a om rica para aforma enol d ran e ma replica o b eq en e, ca ar ran i o A:T G:C (Fig a 13.15 B). Por an o, a 5-bromo racila ind ran i e na d a dire e , A:T G:C. Uma con eq ncia impor an e de a bidirecionalidade da ran i e ind ida por 5-bromo racila q e FIGURA 13.12 Fotoprodutos de pirimidina por irradia o UV. A. Hidr lise de citosina em uma forma hidrato que pode causar erro de pareamento das bases durante a replica o. B. Liga o cruzada de mol culas de timina adjacentes para formar d meros de timina, que bloqueiam a replica o do DNA. FIGURA 13.13 Alguns potentes mut genos qu micos. Se a 5-bromo racila e i er em a forma enol, meno freq en e, como rifo fa o de n cleo dio no momen o de a incorpora o a m filamen o na cen e de DNA, er incorporada dian e da g anina no filamen o-molde e ca ar ma ran i o G:C A:T (Fig a 13.15 A). Se, por m, a 5-bromo racila for incorporada em a forma ce o mai freq en e dian e da adenina (no l gar da imina) e ofrer ma modifica o a om rica para a forma enol d ran e ma replica o b eq en e, ca ar ran i o A:T G:C (Fig a 13.15 B). Por an o, a 5-bromo racila ind ran i e na d a dire e , A:T G:C. Uma con eq ncia impor an e de a bidirecionalidade da ran i e ind ida por 5-bromo racila q e FATORES AMBIENTAIS •Mutagênicos químicos ✓ Agentes alquilantes, análogos de bases e espécies reativas (radicais livres). EFEITOS DE MUTAGÊNICOS QUÍMICOS Desaminação por NHO2 Pareamento com análogos de bases ),*85$������3URGXWRV�IRUPDGRV�DS³V�R�'1$�WHU�VLGR�DWDFDGR�SRU�UDGLFDLV�GH�R[LJªQLR��$EUHYLD§£R��G5� �'HVR[LUULERVH� &RPR�R�QºPHUR�GH�UHSHWL§µHV�VH�FRUUHODFLRQD�DR�IHQ³WLSR�GD�GRHQ§D"�2V�VHUHV�KXPDQRV�QRUPDOPHQWH GHPRQVWUDP�YDULD§£R�FRQVLGHU¡YHO�QR�QºPHUR�GH�UHSHWL§µHV�&**�QR�JHQH�)05����TXH�YDULDP�GH���D���� FRP�R�DOHOR�PDLV�IUHTXHQWH�FRQWHQGR����UHSHWL§µHV��3RU�YH]HV��JHQLWRUHV�H�DY³V�Q£R�DIHWDGRV�G£R�RULJHP D� GLYHUVRV� GHVFHQGHQWHV� FRP� D� VQGURPH� GR� ;� IU¡JLO�� 2V� GHVFHQGHQWHV� FRP� RV� VLQWRPDV� GD� GRHQ§D DSUHVHQWDP� HQRUPH� QºPHUR� GH� UHSHWL§µHV�� TXH� YDULDP� GH� ���� D� ������ �)LJXUD� ������ %��� 7DPE©P� VH REVHUYRX�TXH�RV�JHQLWRUHV�H�RV�DY³V�Q£R�DIHWDGRV�FRQWªP�XP�DXPHQWR�QR�QºPHUR�GH�F³SLDV�GD�UHSHWL§£R� PDV�TXH�YDULDP�GH�DSHQDV����D������3RU�HVVH�PRWLYR��WHP�VLGR�GLWR�TXH�HVVHV�DQFHVWUDLV�FDUUHLDP�SU©� PXWD§µHV��$V�UHSHWL§µHV�QHVVHV�DOHORV�SU©�PXWDGRV�Q£R�V£R�VXILFLHQWHV�SDUD�FDXVDU�R�IHQ³WLSR�GD�GRHQ§D� PDV�V£R�PXLWR�PDLV�LQVW¡YHLV��RX�VHMD��IDFLOPHQWH�H[SDQGLGDV��GR�TXH�RV�DOHORV�QRUPDLV�H��DVVLP��OHYDP�D XPD�H[SDQV£R�DLQGD�PDLRU�QD�VXD�GHVFHQGªQFLD���(P�JHUDO��TXDQWR�PDLV�H[SDQGLGD�D�UHSHWL§£R��PDLRU�D LQVWDELOLGDGH�SDUHFH�VHU�� Alterações de bases por EROs m a e o iginalmen e ind ida o e e an logo da imina amb m odem e ind ida a ol a ao i o el agem ela 5-b omo acila. A 2-amino ina em a o emelhan e, ma inco o ada no l ga da adenina o g anina. FIG A 13.14 Pa eame de ba e e e 5-b m acila e ade i a (A) g a i a (B). O (HN 2) m o en e m geno com a o no DNA e e o n o em e lica o. O cido ni o o o oca de amina o o ida i a do g o amino na adenina, g anina e ci o ina. E a ea o con e e o g o amino em g o ce o e modifica o o encial de liga o ao hid og nio da ba e modificada (F 13.16). A adenina de aminada em hi o an ina, e fa a com a ci o ina em e da imina. A ci o ina con e ida em acila, e fa a com a adenina em e da g anina. A de amina o da g anina od an ina, ma a an ina a im como a g anina fa a com a ci o ina. Po an o, a de amina o da g anina n o m ag nica. Como a de amina o da adenina e l a em an i e A:T G:C, e a de amina o da ci o ina od an i e G:C A:T, o cido ni o o ind an i e na d a di e e , A:T G:C. Logo, a m a e ind ida o cido ni o o amb m o ind ida a ol a ao i o el agem elo cido ni o o. Te e e conhecimen o ob e a m a o ind ida o cido ni o o acom anhando o P oblema e ol ido P e i o da b i i e de amino cido ind ida o m geno mico . m a e o iginalmen e ind ida o e e an logo da imina amb m odem e ind ida a ol a ao i o el agem ela 5-b omo acila. A 2-amino ina em a o emelhan e, ma inco o ada no l ga da adenina o g anina. FIG A 13.14 Pa eame de ba e e e 5-b m acila e ade i a (A) g a i a (B). O (HN 2) m o en e m geno com a o no DNA e e o n o em e lica o. O cido ni o o o oca de amina o o ida i a do g o amino na adenina, g anina e ci o ina. E a ea o con e e o g o amino em g o ce o e modifica o o encial de liga o ao hid og nio da ba e modificada (F 13.16). A adenina de aminada em hi o an ina, e fa a com a ci o ina em e da imina. A ci o ina con e ida em acila, e fa a com a adenina em e da g anina. A de amina o da g anina od an ina, ma a an ina a im como a g anina fa a com a ci o ina. Po an o, a de amina o da g anina n o m ag nica. Como a de amina o da adenina e l a em an i e A:T G:C, e a de amina o da ci o ina od an i e G:C A:T, o cido ni o o ind an i e na d a di e e , A:T G:C. Logo, a m a e ind ida o cido ni o o amb m o ind ida a ol a ao i o el agem elo cido ni o o. Te e e conhecimen o ob e a m a o ind ida o cido ni o o acom anhando o P oblema e ol ido P e i o da b i i e de amino cido ind ida o m geno mico . a e e , da a de a de e a e a e abe a e c ca , c f e c a e a a e de e de da ea dade d a e e. U eca de a e e a e e a a e a a fe c a de e a e a a a a ba e , e a e a e c a de a ea e de ba e . P e e , EMS ca a e a da ba e d DNA a e 7-N e 6-O. A 7-e a a, a d d da, fa a c a a e ca a a e G:C A:T. O d da a a de ba e a a ce de e a d DNA e a e e d e a e a , a e e da a de a de e a d a e ce de e a . A a e e a a e , b e d a e e a a e d f c a (a e e e d a a ea ), fa e a a c ada de f a e c a de DNA e d e eb a c ca , e e a e de abe a e c ca (Ca 6). P a , c c a e, a e e a a e a e e a efe a c e e ec f c e a de ba e , c d a ac d a . A c da a a d a e e a a e , a e e d a e d a a (NH2OH) e efe a c e ec f c . I d a e a a e G:C A:T. Q a d DNA a ad c d a a, a da c a d ad . A d a c a e a e fa a c a ade a, ca a d a e G:C A:T. Te d e a a e ec f c dade, a d a a f a c a f ca de a e a . A a e d da a e e e a e a e e c d e a de ba e e, a , a e e ca ada a e , d d da e d a c a e e d a e e b dade c d a a. (1) A d a a d a e e de a e c a de ba e A:T ca a e. (2) A d a a d a e e de a e c a de ba e G:C ca a e. P a , de- e a a d a a a a e f ca e de e ada a f a a A:T G:C G:C AT. FIGURA 13.16 O cido ni roso ind m a es por desamina o o ida i a das bases no DNA. O cido ni roso con er e adenina em hipo an ina (A), ca sando ransi o A:T G:C; ci osina em racila (B), ca sando ransi o G:C A:T; e g anina em an ina (C), q e n o m ag nica. J n os, os efei os do cido ni roso sobre a adenina e a ci osina e plicam a capacidade de ind ir ransi o nas d as dire es, A:T G:C. MUTAÇÃO GÊNICA FATORES FISIOLÓGICOS •Falhas nos mecanismos de controle da replicação ✓ Mutações pontuais ao longo da sequência de pares de base. ✓ Substituição, inserção e deleção de nucleotídeos. Substituição Inserção Deleção Sequência original Sequência original Sequência original Sequência mutante Sequência mutante Sequência mutante erro MUTAÇÕES PONTUAIS Substituição Inserção Deleção Sequência original Sequência original Sequência original Sequência mutante Sequência mutante Sequência mutante erro MUTAÇÃO GÊNICA FATORES FISIOLÓGICOS •Falhas nos mecanismos de controle da replicação ✓ Mutações com rearranjos genômicos que alteram a estrutura do cromossomo através da modificações em sequências gênicas. ✓ Ocorrem através de: - deleção; - duplicação; - inversão; - translocação. Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 REARRANJOGENÔMICO Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 ➡ Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 Deleção Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 ➡ Duplicação Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 ➡ Inversão Translocação ➡ Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 Bases moleculares da herança Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 REARRANJO GENÔMICO MUTAÇÃO GÊNICA FATORES FISIOLÓGICOS •Falhas no sistema de reparo do DNA •Conjunto de proteínas nucleares com as seguintes funções: - reconhecer eventuais danos na sequência de nucleotídeos; - reparar a área atingida mantendo a integridade estrutural e a sequência original. •Importante mecanismo de manutenção da integridade genética. •São bastante eficientes, com uma margem de erro mínima. •Reduzem as chances do aparecimento de mutações. •Estima-se que apenas 1 mutação em 10.000.000 de eventos não é corrigida. SISTEMA DE REPARO DO DNA Bases moleculares da herança Mecanismos de reparo do DNA Wednesday, March 6, 2013 Mecanismos de reparo do DNA Reparo por excisão de base Wednesday, March 6, 2013 Radiação ionizante ou agentes químicos mutagênicos atingem a molécula de DNA A mutação não será corrigida pela DNA polimerase, ativando assim o sistema de reparo Nucleases removem o local afetado e regiões vizinhas DNA polimerases do sistema de reparo reconstituem a sequência retirada A DNA ligase adiciona as ligações fosfodiéster da nova sequência CARIÓTIPO HUMANO •As células humanas diplóides contêm 46 cromossomos dividido em: ✓ 44 autossomos; ✓ 2 cromossomos sexuais, que são XX no sexo feminino e XY no sexo masculino. •O cariótipo representa os 23 pares de cromossomos homólogos da espécie humana. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ♂♀ •As alterações cromossômicas podem afetar a estrutura ou o número de cromossomos do genoma. •São fatores determinantes para o surgimento de síndromes genéticas. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ),*85$������$� LOXVWUD§£R�HVW¡�GLYLGLGD�HP� WUªV� UHJLµHV�FRORULGDV�SDUD� LOXVWUDU�RV�SULQFLSDLV� WLSRV�GH�PXWD§µHV�FURPRVV´PLFDV�TXH�SRGHP RFRUUHU��D�SHUGD��R�JDQKR�RX�D�UHDORFD§£R�GH�FURPRVVRPRV�LQWHLURV�RX�GH�VHJPHQWRV�FURPRVV´PLFRV��2�FURPRVVRPR�GR�WLSR�VHOYDJHP�HVW¡ GHPRQVWUDGR�DR�FHQWUR� $V� DOWHUD§µHV� QR� QºPHUR� GH� FURPRVVRPRV� V£R� GH� GRLV� WLSRV� E¡VLFRV�� DOWHUD§µHV� HP� FRQMXQWRV FRPSOHWRV� GH� FURPRVVRPRV�� TXH� UHVXOWDP� HP� XPD� FRQGL§£R� GHQRPLQDGD� HXSORLGLD� DEHUUDQWH� H DOWHUD§µHV� HP� SDUWHV� GRV� FRQMXQWRV� GH� FURPRVVRPRV�� TXH� UHVXOWDP� HP� XPD� FRQGL§£R� GHQRPLQDGD DQHXSORLGLD� (XSORLGLD�DEHUUDQWH 2V�RUJDQLVPRV�FRP�PºOWLSORV�GR�FRQMXQWR�FURPRVV´PLFR�E¡VLFR��JHQRPD��V£R�GHQRPLQDGRV�HXSORLGHV� 9RFª�DSUHQGHX��QRV�FDSWXORV�DQWHULRUHV��TXH�HXFDULRWRV�FRQKHFLGRV��WDLV�FRPR�SODQWDV��DQLPDLV�H�IXQJRV� FDUUHLDP�HP�VXDV�F©OXODV�XP�FRQMXQWR�GH�FURPRVVRPRV��KDSORLGLD���RX�GRLV�FRQMXQWRV�GH�FURPRVVRPRV �GLSORLGLD���1HVVDV�HVS©FLHV��WDQWR�R�HVWDGR�KDSORLGH�TXDQWR�R�GLSORLGH�V£R�FDVRV�GH�HXSORLGLD�QRUPDO� 2V�RUJDQLVPRV�TXH�DSUHVHQWDP�PDLV�RX�PHQRV�GR�TXH�R�QºPHUR�QRUPDO�GR�FRQMXQWR�FURPRVV´PLFR�V£R HXSORLGHV� DEHUUDQWHV�� 2V� SROLSORLGHV� V£R� RUJDQLVPRV� TXH� DSUHVHQWDP� PDLV� GH� GRLV� FRQMXQWRV� GH FURPRVVRPRV��(OHV�SRGHP�VHU�UHSUHVHQWDGRV�SRU��Q��WULSORLGH����Q��WHWUDSORLGH����Q� �SHQWDSORLGH����Q �KH[DSORLGH��H�DVVLP�SRU�GLDQWH���2�QºPHUR�GH�FRQMXQWRV�GH�FURPRVVRPRV�©�GHQRPLQDGR�SORLGLD�RX�QYHO GH� SORLGLD���8P�PHPEUR� GH� XPD� HVS©FLH� QRUPDOPHQWH� GLSORLGH� TXH� DSUHVHQWD� DSHQDV� XP� FRQMXQWR� GH FURPRVVRPRV��Q��©�GHQRPLQDGR�PRQRSORLGH��SDUD�TXH�VHMD�GLVWLQJXLGR�GH�XP�PHPEUR�GH�XPD�HVS©FLH QRUPDOPHQWH�KDSORLGH��WDPE©P�Q���([HPSORV�GHVVDV�FRQGL§µHV�HVW£R�GHPRQVWUDGRV�QDV�TXDWUR�SULPHLUDV OLQKDV�GD�7DEHOD������ 0RQRSORLGHV�� 0DFKRV� GH� DEHOKDV�� YHVSDV� H� IRUPLJDV� V£R� PRQRSORLGHV�� 1RV� FLFORV� GH� YLGD� QRUPDLV GHVVHV�LQVHWRV��RV�PDFKRV�VH�GHVHQYROYHP�SRU�PHLR�GH�SDUWHQRJªQHVH� �R�GHVHQYROYLPHQWR�GH�XP�WLSR HVSHFLDOL]DGR�GH�RYR�Q£R�IHUWLOL]DGR�HP�XP�HPEUL£R�VHP�D�QHFHVVLGDGH�GH�IHUWLOL]D§£R���(QWUHWDQWR��QD ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS •São relacionadas às mutações gênicas que provocam rupturas nos cromossomos, resultando em cromossomos com falta ou excesso de um ou mais segmentos. Deleção •Perda de um segmento do cromossomo. •Síndrome de cri du chat (síndrome do miado do gato). •Deleção do braço curto do cromossomo 5. •Incidência: 1:50.000. •Características gerais: - retardo mental; - microcefalia; - aspecto arredondado da face; - presença de dobras epicânticas nos olhos; - choro semelhante a um miado de gato. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS Translocação •Rearranjo de partes entre cromossomos não-homólogos. •Síndrome de Down → cromossomos 14 e 21 (< 5%). •Leucemia mielóide crônica → cromossomos 9 e 22 (Cromossomo Filadélfia). •Linfoma de Burkitt → cromossomos 8 e 14. •Sarcoma de Ewing → cromossomos 11 e 22 ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS cromossomo 20 cromossomo 4 cromossomo 4 cromossomo 20 Translocações recíprocas são encontradas em cerca de 1:625 recém-nascidos e geralmente não causam danos. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS Bases moleculares da herança Duplicações de sequências Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 cromossomo região duplicada ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS Duplicação •Qualquer duplicação de uma região de DNA que contenha um gene. •Em geral, a duplicação parece ser bem menos nociva que a deleção. •A maioria das duplicações resulta de um crossing-over desigual entre cromátides homólogas, durante a meiose. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS Inversão •Fragmento cromossômico resultante de duas quebras que sofre uma rotação de 180°. •Uma inversão geralmente não causa um fenótipo anormal nos portadores. •Sua importância médica é para a prole, resultando em indivíduos com vários tipos de anomalias, tanto físicas quanto mentais. Bases moleculares da herança Inversões de sequências Mutações • Falhas nos mecanismos de replicação: ✓ Mutação com rearranjos genômicos ! deleções, duplicações, inversões e translocações de sequências. Wednesday, March 6, 2013 ALTERAÇÕES NUMÉRICAS •A poliploidia, presença de conjuntos extras de cromossomos, é bastante comum em vegetais, mas muito rara em animais. •Em animais, nos quais a reprodução é basicamente sexuada, a poliploidia é rara, provavelmente porque interfere no mecanismo de determinação sexual. •Alterações cromossômicas numéricas ocorrem emcélulas somáticas através de 2 formas: ✓ euploidias, envolvendo todo o genoma; ✓ aneuploidias, ocorrendo apenas em parte do genoma. •As euploidias são muito comuns em plantas, principalmente gramíneas, tais como trigo e cevada. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS PDLRU� SDUWH� GDV� RXWUDV� HVS©FLHV�� ]LJRWRV� PRQRSORLGHV� IDOKDP� HP� VH� GHVHQYROYHU�� 2� PRWLYR� ©� TXH SUDWLFDPHQWH� WRGRV�RV�PHPEURV�GH�XPD� HVS©FLH� GLSORLGH� FDUUHLDP�XP�QºPHUR� GH�PXWD§µHV� UHFHVVLYDV GHOHW©ULDV�� GHQRPLQDGDV� HP�FRQMXQWR�FDUJD�JHQ©WLFD��2V� DOHORV� UHFHVVLYRV� GHOHW©ULRV� V£R�PDVFDUDGRV SRU� DOHORV� GR� WLSR� VHOYDJHP� QD� FRQGL§£R� GLSORLGH�� PDV� V£R� DXWRPDWLFDPHQWH� H[SUHVVRV� HP� XP PRQRSORLGH� GHULYDGR� GH� XP� GLSORLGH�� 2V� PRQRSORLGHV� TXH� FKHJDP� D� VH� GHVHQYROYHU� DW©� RV� HVW¡JLRV DYDQ§DGRV�V£R�DQRUPDLV��6H�HOHV�VREUHYLYHP�DW©�D�IDVH�DGXOWD��VXDV�F©OXODV�JHUPLQDWLYDV�Q£R�FRQVHJXHP HQWUDU� HP� PHLRVH� QRUPDOPHQWH�� WHQGR� HP� YLVWD� TXH� RV� FURPRVVRPRV� Q£R� DSUHVHQWDP� SDUFHLURV� GH SDUHDPHQWR��3RUWDQWR��RV�PRQRSORLGHV�V£R�FDUDFWHULVWLFDPHQWH�HVW©UHLV���1RV�PDFKRV�GH�DEHOKDV��YHVSDV H�IRUPLJDV��Q£R�K¡�PHLRVH��QHVVHV�JUXSRV��RV�JDPHWDV�V£R�SURGX]LGRV�SRU�PLWRVH�� 7DEHOD������&RQVWLWXL§µHV�FURPRVV´PLFDV�HP�XP�RUJDQLVPR�QRUPDOPHQWH�GLSORLGH�FRP�WUªV FURPRVVRPRV��LGHQWLILFDGRV�FRPR�$��%�H�&��QR�FRQMXQWR�E¡VLFR� 1RPH 'HVLJQD§£R &RQVWLWXL§£R 1ºPHUR�GH�FURPRVVRPRV (XSORLGHV 0RQRSORLGH Q $�%�& � 'LSORLGH �Q $$�%%�&& � 7ULSORLGH �Q $$$�%%%�&&& � 7HWUDSORLGH �Q $$$$�%%%%�&&&& �� $QHXSORLGHV 0RQRVV´PLFR �Qߚ��� $�%%�&& � � � $$�%�&& � � � $$�%%�& � 7ULVV´PLFR �Q���� $$$�%%�&& � PDLRU� SDUWH� GDV� RXWUDV� HVS©FLHV�� ]LJRWRV� PRQRSORLGHV� IDOKDP� HP� VH� GHVHQYROYHU�� 2� PRWLYR� ©� TXH SUDWLFDPHQWH� WRGRV�RV�PHPEURV�GH�XPD� HVS©FLH� GLSORLGH� FDUUHLDP�XP�QºPHUR� GH�PXWD§µHV� UHFHVVLYDV GHOHW©ULDV�� GHQRPLQDGDV� HP�FRQMXQWR�FDUJD�JHQ©WLFD��2V� DOHORV� UHFHVVLYRV� GHOHW©ULRV� V£R�PDVFDUDGRV SRU� DOHORV� GR� WLSR� VHOYDJHP� QD� FRQGL§£R� GLSORLGH�� PDV� V£R� DXWRPDWLFDPHQWH� H[SUHVVRV� HP� XP PRQRSORLGH� GHULYDGR� GH� XP� GLSORLGH�� 2V� PRQRSORLGHV� TXH� FKHJDP� D� VH� GHVHQYROYHU� DW©� RV� HVW¡JLRV DYDQ§DGRV�V£R�DQRUPDLV��6H�HOHV�VREUHYLYHP�DW©�D�IDVH�DGXOWD��VXDV�F©OXODV�JHUPLQDWLYDV�Q£R�FRQVHJXHP HQWUDU� HP� PHLRVH� QRUPDOPHQWH�� WHQGR� HP� YLVWD� TXH� RV� FURPRVVRPRV� Q£R� DSUHVHQWDP� SDUFHLURV� GH SDUHDPHQWR��3RUWDQWR��RV�PRQRSORLGHV�V£R�FDUDFWHULVWLFDPHQWH�HVW©UHLV���1RV�PDFKRV�GH�DEHOKDV��YHVSDV H�IRUPLJDV��Q£R�K¡�PHLRVH��QHVVHV�JUXSRV��RV�JDPHWDV�V£R�SURGX]LGRV�SRU�PLWRVH�� 7DEHOD������&RQVWLWXL§µHV�FURPRVV´PLFDV�HP�XP�RUJDQLVPR�QRUPDOPHQWH�GLSORLGH�FRP�WUªV FURPRVVRPRV��LGHQWLILFDGRV�FRPR�$��%�H�&��QR�FRQMXQWR�E¡VLFR� 1RPH 'HVLJQD§£R &RQVWLWXL§£R 1ºPHUR�GH�FURPRVVRPRV (XSORLGHV 0RQRSORLGH Q $�%�& � 'LSORLGH �Q $$�%%�&& � 7ULSORLGH �Q $$$�%%%�&&& � 7HWUDSORLGH �Q $$$$�%%%%�&&&& �� $QHXSORLGHV 0RQRVV´PLFR �Qߚ��� $�%%�&& � � � $$�%�&& � � � $$�%%�& � 7ULVV´PLFR �Q���� $$$�%%�&& � ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS •Alterações no número de cromossomos encontrados em cada célula. •Geralmente é aumento ou diminuição de 1 cromossomo de cada par. •Etiologia da maioria das síndromes genéticas. •As aneuploidias podem atingir qualquer um dos 23 pares de cromossomos homólogos. •Quanto maior o cromossomo atingido, maiores serão as alterações. •Seu surgimento ocorre durante a meiose. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS •Nulissomia - falta de um dos pares de cromossomos homólogos; - é representada pela notação “2n-2”; - na espécie humana é letal. •Monossomia - falta de 1 cromossomo em um dos pares homólogos; - resulta em 1 cromossomo a menos no total do cariótipo; - é representada pela notação “2n-1”. •Trissomia - presença de 1 cromossomo em um dos pares homólogos; - resulta em 1 cromossomo a mais no total do cariótipo; - é representada pela notação “2n+1”. - apresentam maior incidência dentre as aneuploidias. •Polissomia - presença de mais de 1 cromossomo em um dos pares homólogos; - é representada pela notação “2n+2”, “2n+3” ou “2n+4”. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS Monossomia - Síndrome de Turner •Monossomia do cromossomo sexual (45, X). •Ocorre apenas em indivíduos do sexo feminino. •Incidência: 1:2.500 •Características gerais: - atraso do desenvolvimento sexual; - geralmente estéril; - baixa estatura; - pescoço alado; - anormalidades cardiovasculares; - deficiência auditiva; - raramente apresentam deficiência mental. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS Trissomia - Síndrome de Down •Trissomia do cromossomo 21 (47, +21). •Ocorre em indivíduos de ambos os sexos. •Incidência: 1:700. •Aumenta com a idade da mãe para 1:350. •Características gerais: - mãos largas e curtas com prega palmar; - baixa estatura; - hiperflexibilidade das articulações; - retardo mental variável; - cabeça larga e face redonda; - complicações cardíacas; - baixa expectativa de vida. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS Trissomia - Síndrome de Edward •Trissomia do cromossomo 18 (47, +18). •Ocorre em indivíduos de ambos os sexos. •Incidência: 1:8.000. •Os indivíduos com essa síndrome geralmente morrem antes dos seis meses de vida. •Características gerais: - malformação congênita de diversos órgãos; - deficiência mental; - atrofia do sistema nervoso; - retardo de crescimento; - anomalia no septo ventricular cardíaco. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS Trissomia - Síndrome de Klinefelter •Trissomia do cromossomo sexual (47, XXY). •Ocorre apenas em indivíduos do sexo masculino. •Incidência: 1:500. •Características gerais: - atrofia testicular; - esterilidade; - infantilismo dos órgãos sexuais; - mamas desenvolvidas; - deficiência mental em grau variado. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS Trissomia - Síndrome do Triplo X •Trissomia do cromossomo sexual (47, XXX). •Ocorre apenas em indivíduos do sexo feminino. •Aparência normal. •Incidência: 1:1.000. •Como a maioria dos indivíduos são apenas levemente afetada ou assintomática, estima-se que apenas 10% dos indivíduos com trissomia X sejam realmente diagnosticada. •Características gerais: - órgãos genitais normais; - fertilidade limitada; - retardo mental leve. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS ALTERAÇÕES NUMÉRICAS - ANEUPLOIDIAS Trissomia - Síndrome do super-macho •Trissomia do cromossomo sexual (47, XYY). •Ocorre apenas em indivíduos do sexo masculino. •Aparência normal, porém com comportamento agressivo. •Incidência: 1:1.000. •Características eventuais gerais: - atraso no desenvolvimento da fala e linguagem; - déficit de atenção e problemas de comportamento; - testículos com tamanho aumentado; - problemas de fertilidade. ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS Referências Bibliográficas ALBERTS, B. et al. Molecular Biology of the Cell. 6ª ed. New York: Garland Science; 2014. GRIFFITS, A. J. F. et al. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9ª Edição. Editora Guanabara Koogan, 2012. SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. Fundamentos de genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.