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DRENAGEM LINFÁTICA PRÉ E PÓS OPERATÓRIO
A principal importância da drenagem linfática no pré-operatório se refere a redução do inchaço e retenção de líquidos. Ao mesmo tempo, é capaz de provocar o relaxamento físico, para que todo os seus músculos não fiquem tensionados. 
Esse alívio, pode evitar o aparecimento de hematomas e até reduzir a pressão de uma cirurgia no organismo. 
Portanto, funciona como uma maneira de preparar o corpo para o tratamento que está por vir. 
Vale dizer ainda que essa massagem é capaz de melhorar a circulação de sangue, aumentando a dilatação dos vasos. Na maior parte dos casos, os cirurgiões plásticos insistem na drenagem antes do procedimento como uma maneira de evitar complicações. 
Isso porque, alguns estudos dizem que, é possível evitar má cicatrizações, fibroses e até seromas. 
PRÉ -OPERATÓRIO
A drenagem linfática pós operatório funciona como uma espécie de massagem que “empurra” o líquido corporal em direção aos gânglios linfáticos.
De forma geral, a drenagem linfática no pós-operatório serve enquanto uma forma de melhorar os resultados dos procedimentos cirúrgicos.
Seu objetivo é, portanto, aumentar o volume e a velocidade da linfa a ser transportada pelos vasos e ductos linfáticos, por meio de manobras que imitem o bombeamento fisiológico.
A drenagem linfática pós operatório funciona como uma espécie de massagem que “empurra” o líquido corporal em direção aos gânglios linfáticos.
De forma geral, a drenagem linfática no pós-operatório serve enquanto uma forma de melhorar os resultados dos procedimentos cirúrgicos.
Seu objetivo é, portanto, aumentar o volume e a velocidade da linfa a ser transportada pelos vasos e ductos linfáticos, por meio de manobras que imitem o bombeamento fisiológico.
A partir disso, os líquidos são redirecionados para o sangue, filtrados pelos rins e eliminados do corpo através da urina.
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PÓS Operatório
Quanto tempo depois da cirurgia pode fazer drenagem pós operatório?
De forma geral, o tempo pós cirurgia que se deve esperar para fazer a drenagem linfática é entre cerca de 4 a 7 dias. Isso vale também para outras técnicas.
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Melhora da circulação sanguínea
Em primeiro lugar, a drenagem linfática estimula a circulação sanguínea. Esse aspecto favorece outros benefícios, como a ativação do sistema imunológico e a cicatrização mais rápida.
A ativação da circulação sanguínea também reduz a sensação de pernas pesadas e evita o aparecimento de vasinhos.
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Ativação do sistema imunológico
Um benefício atrelado a ativação da circulação sanguínea é que a drenagem linfática ativa o sistema imunológico.
Dessa forma, com o sistema imunológico mais ativo, se aumenta a produção dos anticorpos que ajudam a combater as infecções.
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Acelerar a cicatrização
A drenagem linfática ajuda a reduzir o edema, uma vez que, como já dito, melhora toda a  irrigação sanguínea.
Esse fator contribui para uma mais rápida cicatrização dos tecidos do organismo após uma cirurgia.
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Diminuição das dores
A drenagem linfática também  ajuda a reduzir o inchaço e dores provocadas pela retenção de líquidos. Isso acontece pois, através das massagens, ela ajuda a drenar líquidos e toxinas até aos gânglios linfáticos.
Além disso, as dores e lesões musculares podem ser reduzidas através da drenagem devido ao fato que as massagens favorecem a tonificação dos músculos.
Redução de hematomas
Ainda, sobre a ativação da circulação sanguínea promovida pela drenagem linfática, ela ajuda na redução de hematomas que podem aparecer no corpo após uma cirurgia.
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Prevenção e tratamento de fibroses
Outro benefício da drenagem linfática no pós-operatório é que ela favorece a regeneração organizada das fibras, evitando que a cicatriz fique colada.
Isso é muito importante principalmente em casos de lipoaspiração e abdominoplastia, na qual a drenagem linfática ajuda a evitar fibrose e tratá-la.
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Eliminação das toxinas
O sistema linfático auxilia o organismo a eliminar toxinas. Isso acontece graças ao transporte dos líquidos para os gânglios linfáticos, fazendo o processo ser mais eficaz.
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Melhora a autoestima
A drenagem linfática, por fim, ajuda a modelar o corpo. Essa modelagem ajuda na confiança que a pessoa pode ter em relação ao próprio corpo, melhorando sua autoestima e a qualidade de vida.
 drenagem linfática é uma massagem que vai estimular os gânglios linfáticos de todo o corpo e, assim, captar o excesso de líquido de modo preciso.
No entanto, drenagem linfática corporal pode ser feita de forma manual ou de maneira mecânica.
A manual, mais comum, é feita por profissionais qualificados, que realizam com as mãos manobras suaves e lentas, sempre obedecendo o sistema linfático superficial.
Alguns tipos de massagens manuais são, por exemplo:
Círculos com os dedos, sem o polegar, pressionando levemente a pele várias vezes consecutivas pela área de pele a tratar;
Pressão com a parte lateral da mão. Nela, o profissional vai posicionar a parte lateral da mão sobre a região a ser tratada e rodar o punho até os outros dedos tocarem na pele, de modo repetido;
Deslizamento ou bracelete. Neste, o profissional fecha a mão sobre a região a ser tratada e pressiona o local com um ligeiro movimento de arrastamento.
Pressão com o polegar, com movimento circular. Nesse último tipo, o profissional irá apoiar somente o polegar na região a ser tratada e realizar movimentos circulares concêntricos, de modo a pressionar levemente a pele de forma consecutivas no local, sem friccionar a região.
Já a drenagem linfática mecânica, ela usa diferentes tipos de aparelho para potencializar esse processo. Ambas as técnicas podem ajudar o paciente e, dependendo de cada caso, uma pode ser melhor que a outra.
Quais cirurgias recomendam a drenagem pós operatório?
Algumas das cirurgias em que é ideal se fazer a drenagem linfática no pós operatório são as cirurgias plásticas. São elas, por exemplo:
Lipoescultura e lipoaspiração;
Rinoplastia
Abdominoplastia;
Enxerto de gordura;
Mamoplastia;
Lifting de braços e coxas.
No entanto, a drenagem linfática também pode ser feita para outras situações de cirurgia, para além das plásticas, como, por exemplo:
Após cirurgia de mastectomia por câncer;
Procedimentos oncológicos em geral;
Lesões vasculares;
Lesões ortopédicas;
Queimaduras.
No geral, a maioria das pessoas podem fazer drenagem linfática. Algumas exceções a esse caso são pessoas que tem, por exemplo:
Câncer,
Tuberculose;
Problemas cardiovasculares;
Insuficiências renais, hepáticas ou cardíacas;
Infecções agudas, flebites e tromboflebites;
Insuficiência cardíaca;
Hipotensão arterial e hipertireoidismo não tratado;
Asma brônquica grave;
Trombose venosa.
Existe alguma contraindicação ou restrição para quem pode fazer drenagem linfática?
A preparação para o trabalho do esteticista no pós-operatório é bem variável vai depender da anamnese do paciente analisando edemas, cicatriz, dor e sensibilidade, tipo de cirurgia realizada e tempo de pós-operatório. O esteticista deverá saber reconhecer possíveis problemas e tipos de cirurgia, além de identificar o tipo e a profundidade dos tecidos envolvidos, patologias, estágio de cicatrização e possíveis contraindicações. Em conjunto com o cirurgião plástico a atuação do profissional esteticista é de extrema importância, para promover a rápida recuperação no pós-operatório atuando na prevenção e formação de aderências, melhorando quadro edematoso, o processo inflamatório agilizando assim a recuperação do paciente O acompanhamento pré-cirúrgico com o profissional de Estética o possibilita avaliar vários aspectos referentes às disfunções estéticas pré-existentes, conseguindo assim preparar o tecido para futura agressão cirúrgica. Considera-se que os recursos terapêuticos no pré-cirúrgico melhor será o resultado final e menor será a formação de fibroses no pós-cirúrgico. No pós-operatório o serviço do profissional de Estética é de fato recomendado, devido aos eventos clínicos comuns como edema, equimose, hematoma,fibrose e outros .
 A ATUAÇÃO DO ESTETICISTA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS PLÁSTICAS
A técnica de Vodder, primeiramente, utiliza 4 movimentos para executar a drenagem. Assim, ela realiza o círculo fixo, movimentos de bombeamento, movimento de doador e o movimento giratório ou de rotação. Utiliza movimentos lentos, suaves e rítmicos, com manobras em círculo feitas com as mãos e o polegar. 
Manobras básicas da drenagem linfática: técnica de Vodder
Envolve movimentos suaves de "bombeamento" e deslizamento com as mãos em forma de concha, seguindo trajeto dos vasos linfáticos. https://www.youtube.com/watch?v=snOl_v8SFqc
Manobras básicas da drenagem linfática: técnica de Leduc
A busca pela beleza, pelo corpo perfeito e pela forma ideal faz com que a procura pelas cirurgias plásticas aumente a cada dia. Estes procedimentos, tem o intuito de harmonizar o corpo. O sucesso ou eficiência da cirurgia plástica, não depende apenas do procedimento cirúrgico e do cirurgião, mas, também de uma abordagem pré e pós-operatória de um profissional esteta que tenha um embasamento técnico científico e vivência prática. No pós-cirúrgico, o profissional esteta terá como um de seus objetivos a estimulação do local, favorecer a redução do edema, minimizar o quadro doloroso e promover um melhor resultado no processo de cicatrização. A abordagem pós-operatória conta com recursos como Drenagem Linfática Manual, técnicas de massagem, agentes térmicos como frio e calor, Vacuoterapia, Ultrassom, Micro correntes, Alta Frequência LED e, Eletroestimulação Neuromuscular.
Aparelhos x Drenagem linfática
A utilização do calor em pós cirurgia plástica tem como objetivo melhorar a qualidade do tecido cicatricial, tratar as fibroses e aderências (normalmente a partir da fase de proliferação. As intenções da utilização do ultrassom na pós-cirurgia plástica é a aceleração da cicatrização, alcançar força tensil normal e até mesmo a prevenção de cicatrizes hipertróficas e queloides. O uso do ultrassom proporciona significante aumento do número de fibroblastos, aceleração da fase inflamatória e contração da ferida. Para a aceleração do reparo tecidual da pele recomenda-se o uso do ultrassom no modo pulsado , utilizando uma frequência 3 MHZ, com intensidade abaixo de , na fase proliferativa (3 dias após a lesão), efeito térmico do ultrassom pulsado de intensidade de 0,5 com aumento de 30% da quantidade de colágeno.
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