Logo Passei Direto
Buscar

TRABALHO 01 EXTENSIONISTA V2

Ferramentas de estudo

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

2
UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA
BEATRIZ MACHADO RODRIGUES
DANIEL LUIZ DO CARMO SILVA
GUILHERME GONÇALVES LOPES
JOÃO GABRIEL LINHARES DA SILVA
LEANDRO AUGUSTO COELHO FERREIRA
LUÍS FERNANDO
RAFAEL DIAS TRUGILO
SABRINA LEMES BARRETO
VICTOR AUGUSTO SOUZA FREITAS
DIFICULDADES ENCONTRADAS PARA A CRIAÇÃO DO VÍNCULO LONGITUDINAL DOS USUARIOS DA UBS CONTINENTAL
Guarulhos - SP 
2025
BEATRIZ MACHADO RODRIGUES
DANIEL LUIZ DO CARMO SILVA
GUILHERME GONÇALVES LOPES 
JOÃO GABRIEL LINHARES DA SILVA
LEANDRO AUGUSTO COELHO FERREIRA
LUÍS FERNANDO
RAFAEL DIAS TRUGILO
SABRINA LEMES BARRETO
VICTOR AUGUSTO SOUZA FREITAS
DIFICULDADES ENCONTRADAS PARA A CRIAÇÃO DO VÍNCULO LONGITUDINAL DOS USUARIOS DA UBS CONTINENTAL
Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Graduação em Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE, como requisito para a aprovação na disciplina de Projeto Extensionista orientado pela Profª. Andreia Luciana S. Silva, Prof. Ms. Laércio Neves e Profª. Drª. Marcia de Souza Moraes.
Guarulhos - SP 
2025
RESUMO
O estudo realizado analisa o impacto de aspectos territoriais e estruturais para a construção e a manutenção ​​do vínculo longitudinal entre​ usuários e profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) Continental, localizada em Guarulhos (SP). A pesquisa foi realizada a partir de revisão bibliográfica e de duas visitas técnicas à unidade​, que permitiram identificar e compreender fatores que interferem na continuidade do cuidado, tais como a posição geográfica da UBS, as barreiras físicas que dificultam o acesso, a sobrecarga das equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) e a infraestrutura inadequada. Os achados evidenciam os entraves decorrentes do aumento da demanda em uma unidade planejada para comportar uma única equipe de estratégia da família, mas que é atualmente composta por quatro equipes as quais atendem cerca de 14.000 pessoas cadastradas, número superior ao recomendado pelas diretrizes ministeriais, resultando em limitações de uma infraestrutura insuficiente, fragilização do acompanhamento clínico e aumento do déficit na comunicação interna. Além disso, a ampliação da área de atendimento torna a UBS descentralizada, agravando a dificuldade de acesso por meio de transporte público. Identificou-se ainda uma diversidade cultural expressiva no território, com forte presença de famílias imigrantes, o que exige dos Agentes Comunitários de Saúde estratégias específicas de comunicação e acolhimento. Apesar desses desafios, o uso de tecnologias como o sistema Siss Saúde, as práticas de territorialização​ e a disposição das equipes em se adaptar às necessidades locais são ferramentas eficazes para atenuar obstáculos e fortalecer o vínculo. Conclui-se que, embora os esforços dos profissionais da unidade sejam efetivos, a longitudinalidade permanece afetada por questões de infraestrutura e logística, demandando investimento continuado em técnicas de territorialização e na comunicação entre os setores para garantir uma atenção contínua e resolutiva.
Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Territorialização. Vínculo longitudinal. Estratégia Saúde da Família.
ABSTRACT
The present study analyzes the impact of territorial and structural aspects on the construction and maintenance of the longitudinal bond between users and professionals at the Continental Basic Health Unit (UBS), located in Guarulhos (SP). The research was based on bibliographic review and two technical visits to the unit, which allowed the identification and understanding of factors that interfere with care continuity, such as the geographic location, physical barriers hindering access, the overload of Family Health Strategy (ESF) teams and inadequate infrastructure. The findings highlight the obstacles resulting from the increasing demand in a unit originally planned for a single family strategy team, but currently composed of four teams serving approximately 14,000 registered individuals, a number that exceeds ministerial guidelines recommendations, leading to the weakening of clinical monitoring, increased internal communication deficits and the limitations of an insufficient infrastructure. Furthermore, the expansion of the service area decentralizes the UBS and worsens access difficulties through public transportation. Additionally, the territory presents significant cultural diversity, with a strong presence of immigrant families, requiring specific communication and outreach strategies from the Community Health Agents. Despite these challenges, the use of technologies such as the Siss Saúde system, territorialization practices, and the teams' willingness to adapt to local needs are effective tools to mitigate obstacles and strengthen bonding. It is concluded that, although the professionals' efforts are effective, longitudinality remains affected by infrastructural and logistical issues, requiring ongoing investment in territorialization practices and inter-sector communication to ensure continuous and resolute care.
Keywords: Primary Health Care. Territorialization. Longitudinal bond. Family Health Strategy.
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	6
2	OBJETIVOS	8
2.1	Objetivo geral	8
2.2	Objetivos específicos	8
3	METODOLOGIA	9
3.1 Metodologia teórica	9
3.2 Metodologia prática	9
4	RESULTADOS E DISCUSSÕES	10
5	CONCLUSÃO	14
REFERÊNCIAS	15
INTRODUÇÃO
A jornada da saúde pública no Brasil é uma narrativa complexa, permeada por desafios e transformações ao longo dos anos. Desde suas origens até o modelo atual, várias reestruturações foram empreendidas, cada uma moldando o cenário de assistência em saúde no país. Reconhecendo plenamente as dificuldades enfrentadas, é imprescindível valorizar e compreender profundamente o papel desempenhado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na promoção da saúde para todos os cidadãos, garantindo-lhes acesso a serviços de qualidade de forma universal, integral e equânime (BRASIL, 1988).
Na essência do sistema de saúde brasileiro encontra-se a Atenção Primária em Saúde (APS), concebida como resultado da histórica Conferência de Alma-Ata, em 1978. A APS é embasada por atributos essenciais, tais como atendimento no primeiro contato, continuidade ao longo do tempo, abordagem integral e coordenação, que convergem com os princípios e diretrizes do SUS  (CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE, 1978; BRASIL, 2012). Além disso, aspectos como a orientação familiar e comunitária e a competência cultural enriquecem e fortalecem a sua prática. Em contraste com o modelo de APS seletiva adotada em alguns países europeus, o Brasil adotou o termo "Atenção Básica à Saúde", refletindo um conjunto mais amplo e integrado de práticas destinadas a atender tanto às necessidades individuais quanto coletivas da população (BRASIL, 2012). 
A 8° Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, reitera os aspectos debatidos na Conferência de Alma Ata e abrange de forma integral as necessidades biopsicossociais presentes até então na sociedade brasileira.  Estado em fornecê-la (BRASIL, 1988). Em 1990 surge a Lei Orgânica da Saúde (8.080/90), que determina os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que são Universalidade, Integralidade e Equidade no acesso aos cuidados biopsicossociais públicos e as diretrizes, que englobam demais aspectos sociais na saúde (BRASIL, 1988). 
Sob essa ótica, o processo de reconhecimento do território, conhecido como territorialização, ajuda a equipe de saúde a identificar riscos e a planejar ações preventivas, de promoção e, às vezes, paliativas. Colussi e Pereira (2016) definem risco em saúde como a probabilidade de ocorrer um evento adverso, influenciado por diversos fatores, como poluição, falta de saneamento básico, violência, uso de drogas, desemprego e analfabetismo. Territórios que concentram esses fatores são considerados áreas de risco. Portanto, está intrinsecamente ligada à Atenção Primária à Saúde (APS), que visa garantir os serviços essenciais no cuidado de indivíduos. Nessa esfera, notam-se dificuldades paragarantia da saúde como direito, uma vez que esses empecilhos dificultam ou até impedem a criação de vínculos longitudinais na relação dos pacientes com a equipe da UBS (ALMEIDA, 2020).
OBJETIVOS
Objetivo geral
	Analisar território da Unidade Básica de Saúde (UBS) Continental e o impacto para com o vínculo longitudinal entre os profissionais de saúde e os usuários, destacando sua importância para a continuidade do cuidado.
Objetivos específicos
· Reconhecer o território através do processo de territorialização, incluindo a identificação das microáreas e os agentes de saúde responsáveis por cada uma delas;
· Identificar os principais desafios organizacionais, estruturais e subjetivos que influenciam o fortalecimento do vínculo entre profissionais de saúde e usuários da UBS.
· Descrever as práticas de territorialização adotadas pelos profissionais de saúde e sua relação com o fortalecimento do vínculo;
· Analisar o papel da Estratégia Saúde da Família (ESF) na construção, manutenção e fortalecimento do vínculo longitudinal no contexto da Atenção Básica.
METODOLOGIA
3.1 Metodologia teórica
Para fins da consulta, como base bibliográfica teórica do presente escrito, foram utilizadas pesquisas dos portais científicos: Scielo e BVS, publicadas de 2020 até 2025 (de modo a assegurar relevância atualizada para a realização do presente estudo), assim como foram utilizados artigos de relevância na literatura clássica para embasamento teórico. Foi utilizado apenas resultados no idioma português-brasileiro. Adicionalmente, incluiu-se um artigo publicado em um periódico internacional, a partir da plataforma MDPI, o qual foi utilizado mesmo estando disponível apenas em língua inglesa, devido à sua importância para o tema. No total, 14 bases bibliográficas foram utilizadas, com os seguintes descritores: Territorialização; Longitudinalidade; Atenção Primária de Saúde e Territorialização da Atenção Primária.
3.2 Metodologia prática 
	Foram realizadas duas incursões à Unidade Básica de Saúde (UBS) Continental pelos alunos do curso de medicina da Universidade Nove de Julho, sendo que na primeira delas foi observado o funcionamento geral da Unidade, principalmente os obstáculos enfrentados pelos profissionais da saúde para consolidar um atendimento longínquo para com os pacientes na unidade, com foco nas barreiras físicas que se estabeleciam para com visitas domiciliares realizadas pelas equipes de saúde da Unidade concomitantemente às barreiras existentes para idas de pacientes a unidade. Foi analisado também que medidas eram tomadas pelos profissionais da saúde para criar ou fortalecer os vínculos entre os pacientes. Analisou-se, por último, a formação e a quantidade de equipes responsáveis pelas microáreas que englobam a área de atuação da UBS. 
	Na segunda incursão realizada na mesma unidade básica de saúde, o objetivo principal foi indagar, de modo a compreender a organização gerencial da unidade e seu impacto sobre a criação de vínculos duradouros para com os pacientes no âmbito da territorialização, o funcionamento do sistema integrado de prontuários e referentes de saúde eletrônico que registrava os indivíduos na área de atuação da UBS. Além disso, entender também como ocorre, e que atributos são levados em conta, na divisão das equipes em suas microáreas de atuação respectivas foi discutido com a gerência da Unidade.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
	Inicialmente, a UBS, construída através do modelo de casa adaptada, estava centralizada na área de abrangência. Entretanto, com o crescimento civil e populacional dos bairros incluídos nos territórios, a disposição geográfica é desigual. Como solução, a quantidade de Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) responsável por cada microárea é disposta de maneira a minimizar o impacto disso. Na região estudada, os usuários da UBS são classificados, socioeconomicamente, como pertencentes à classe média, de modo que a região da UBS Continental não seja, majoritariamente, SUS dependente, com uma parcela de moradores da região que optam por clínicas e consultas particulares. Isso se deve por conta da observada inexistência de bolsões de pobreza localizados na região. Dessa maneira, acaba-se criando, também, um novo perfil de usuários duplos, ou seja, que transitam entre o serviço de saúde público e o privado, com consequências a serem estudadas. (SILVA, 2022)
	A UBS Continental está encarregada do atendimento e cadastramento de quatro microáreas na porção oeste do município de Guarulhos: 28, 29, 30 e 31 (Imagem 1 e Imagem 2). Durante a primeira visita, notou-se a longa distância, de aproximadamente 400 metros, entre a UBS visitada e o ponto de ônibus mais próximo. Distância essa que, em conjunto com a verticalidade das ruas da região, são fatores agravantes tanto da dificuldade de acesso dos usuários à unidade de saúde quanto do processo de vínculo da equipe de saúde com o usuário (SILVA JÚNIOR, 2010).
Imagem 1: Área de abrangência presente na recepção da UBS Continental.
Fonte: Autoria própria.
Imagem 2: Mapa da divisão dos distritos e regiões do município de Guarulhos
Fonte: Prefeitura Municipal de Guarulhos.
	A área de abrangência da UBS Continental inclui cerca de 20.000 pessoas, das quais 14.054, como visto na imagem 3, são cadastradas no sistema. Realizando a divisão das 14.054 pessoas para quatro ESF, cada equipe atende aproximadamente 4.684 usuários. Essa proporção denuncia a sobrecarga das equipes, evidenciada pelo atual parâmetro populacional de atenção primária à saúde: 3.000 usuários por ESF para municípios com mais de 100.000 habitantes, como a cidade de Guarulhos, segundo a PORTARIA GM/MS Nº 3.493, DE 10 DE ABRIL DE 2024.
	Atualmente, quatro equipes de saúde da família atuam na UBS Parque Continental. Cada uma dessas equipes é designada para microáreas diferentes. Foi descoberto, todavia, que, originalmente, a estrutura e a organização da UBS foram projetadas para a capacidade máxima de uma ESF. Dessa forma, os dois fatores: a sobrecarga da ESF e a infraestrutura inadequada contribuem para o enfraquecimento do cuidado longitudinal. As limitações estruturais da unidade geram condições físicas insuficientes para a demanda, o que compromete a organização do trabalho e a qualidade do atendimento. Somado a isso, o número elevado de pacientes por profissional e a carência de profissionais da equipe eMulti (psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e assistentes sociais) que fornece suporte à UBS resultam, não apenas em falhas no acompanhamento clínico, mas também em menor tempo para explorar a história e as necessidades individuais de cada usuário, dificultando a construção de um vínculo duradouro. Análise semelhante foi observada em UBSs do Rio de Janeiro (SANTOS et al., 2025).
Imagem 3: Interface do sistema digital de controle e gerenciamento Siss Saúde da UBS Continental
N
Fonte: Autoria própria.
Imagem 4: Ficha de Cadastro Individual no sistema Siss Saúde
Fonte: Autoria própria.
	A pesquisa observou que, em 2019, houve a mudança do sistema de estratégia de planejamento da UBS, do antigo e-SUS para o sistema do Siss Saúde (Imagem 4), de maneira a permitir maior economia de tempo e minimizar a burocracia enfrentada pelos profissionais de saúde. Consequentemente, há maior disponibilidade de tempo para atender as necessidades individuais dos usuários, com o foco na escuta ativa, na construção de um plano de atendimento mais personalizado e integralidade do cuidado. Princípios esses demarcados tanto na obra Medicina Centrada na Pessoa. (STEWART et al., 2017) quanto na abordagem médica sugerida pelo livro Bates - Propedêutica Médica (BICKLEY, 2018) e com importância confirmada em outras pesquisas (SANTOS et al., 2025).
	Por meio da observação do território, foi vista a grande pluralidade cultural dentro da área de abrangência da UBS Continental, com a presença de famílias paraguaias, nigerianas, bolivianas e afegãs. Para o fortalecimento da longitudinalidade com esses usuários, os ACS utilizam do suporte tecnológico de tradutores online, como o Google Tradutor,para contornar a barreira linguística. Barreira essa que dificulta o acesso da população imigrante aos serviços de saúde, uma vez que há o desconhecimento legal dos direitos à saúde e a falta de confiança em relação às ESF, relatada pelos profissionais da UBS visitada, mas que com as práticas de territorialização adotadas pela equipe, não vem a ser um problema maior (MIYASHIRO, 2018).
CONCLUSÃO
	A realização desta pesquisa na UBS Continental permitiu analisar a influência da divisão territorial no processo de vínculo longitudinal, demonstrando que, contrariando a hipótese inicial, a instituição adapta-se eficazmente às adversidades geográficas e culturais das microáreas. Observou-se que as práticas adotadas pela equipe de gestão e pela Estratégia Saúde da Família (ESF) foram determinantes para mitigar os impactos negativos, superando as barreiras impostas pelo crescimento do território e pela descentralização física da unidade.
	O processo de territorialização revelou-se uma ferramenta fundamental para a organização do cuidado, possibilitando o reconhecimento detalhado das microáreas e a definição clara das responsabilidades dos agentes comunitários. Constatou-se que, apesar da sobrecarga de trabalho, o vínculo com os usuários não apenas foi preservado, mas fortalecido. Esse resultado deve-se, majoritariamente, à disposição proativa dos profissionais que, por meio de atenção individualizada e uso de recursos próprios, garantiram o suprimento satisfatório das demandas de saúde da região.
	Em contrapartida, a pesquisa evidenciou que a infraestrutura insuficiente e os ruídos de comunicação entre os setores administrativo e operacional representam os principais entraves à plena efetivação da longitudinalidade. Conclui-se, portanto, que, embora o capital humano compense as deficiências estruturais, é imprescindível o investimento contínuo no alinhamento da comunicação interna e no aprimoramento das práticas de territorialização para assegurar uma Atenção Primária cada vez mais eficiente e integrada às necessidades da população.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, L. C. et al. Atributos da Atenção Primária à Saúde nas redes de atenção à saúde
do Brasil. Ciência & amp; Saúde Coletiva, v. 25, n. 11, p. 4371-4386, 2020. DOI: 0.1590/1413-812320202511.30662018.
BICKLEY, L. S. Bates: propedêutica médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República. Disponível em: https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/acesso-a-informacao/legislacao/outras-normativas/constituicaofederal.pdf. Acesso em: 28 set. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 3.493, de 10 de abril de 2024. Altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017, para instituir a nova metodologia de cofinanciamento federal do Piso de Atenção Primária à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, n. 70, p. 100, 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-3.493-de-10-de-abril-de-2024-553269781. Acesso em: 28 set. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/esf/consultorio-na-rua/arquivos/2012/politica-nacional-de-atencao-basica-pnab.pdf/view. Acesso em: 28 set. 2025.
COLUSSI, Claudia Flemming; PEREIRA, Katiuscia Graziela. Territorialização como instrumento do planejamento local na atenção básica. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2016.
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE, 1978, Alma-Ata. Declaração de Alma-Ata. Alma-Ata: OMS; UNICEF, 1978. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/declaracao_alma_ata.pdf. Acesso em: 28 set. 2025.
CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE, 8., 1986, Brasília. Relatório final. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 1986. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/8_conferencia_nacional_saude_relatorio_final.pdf. Acesso em: 28 set. 2025.
FARIA, R. M. A territorialização da Atenção Básica à Saúde do Sistema Único de Saúde do Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 25, n. 11, p. 4521-4530, nov. 2020. DOI: 10.1590/1413-812320202511.30662018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/jSZ7b65YpPSTwLfYWpRhg5z/?format=html&lang=pt. Acesso em: 28 set. 2025.
MIYASHIRO, C. Acesso aos serviços de saúde pelas populações migrantes: revisão sistemática. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2018. 
Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/35770. Acesso em: 28 set. 2025.
SANTOS, A. M.; SILVÉRIO, R. F. L.; VILASBÔAS, A. L. Q.. Continuity of care: trust-based relationship and availability of personalized information in user experience. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 41, n. 6, e00109524, 2025. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/L8tkQh9PsBJTXKjLZdQBgwn/?lang=en. Acesso em: 15 nov. 2025.
SILVA, B.; HENS, N.; GUSSO, G.; LAGAERT, S.; MACINKO, J.; WILLEMS, S. Dual use of public and private health care services in Brazil. International Journal of Environmental Research and Public Health, [S. l.], v. 19, n. 3, p. 1829, 2022. Disponível em: https://www.mdpi.com/1660-4601/19/3/1829. Acesso em: 28 set. 2025.
SILVA JÚNIOR, E. S. da; MEDINA, M. G.; AQUINO, R.; FONSECA, A. C. F.; VILASBÔAS, A. L. Q.. Acessibilidade geográfica à atenção primária à saúde em distrito sanitário do município de Salvador, Bahia. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Recife, v. 10, supl. 1, p. s49-s60, nov. 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbsmi/a/KNnhNntdkYkkLtBG39Bw7rM/?lang=pt. Acesso em: 28 set. 2025.
STEWART, M. et al. Medicina centrada na pessoa: transformando o método clínico. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
image3.jpeg
image4.jpeg
image1.png
image2.png

Mais conteúdos dessa disciplina