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RESPONSABILIDADE CIVIL UNIDADE I Pergunta 1 Considere as proposições seguintes: I. A indenização em caso de homicídio compreende, sem excluir outras reparações: pagamento de despesas com o tratamento da vítima, seu funeral e o luto da família; e prestação de alimentos a quem a vítima os devia, levando-se em conta a provável duração da vida da vítima. II. A responsabilidade civil por danos físicos em caso de lesão ou outra ofensa à saúde compreende despesas de tratamento e lucros cessantes até o fim da convalescença, além de outro prejuízo eventualmente sofrido. III. Na responsabilidade civil por danos físicos em caso de lesão ou outra ofensa à saúde, se da ofensa resultar defeito que impossibilite a prática da profissão ou do ofício, como a dificuldade de locomoção do atleta, a cicatriz para o modelo, por exemplo, ou se diminuir a capacidade de trabalho, a indenização ainda incluirá pensão correspondente à parte que se perdeu nos rendimentos do ofendido. IV. Na responsabilidade civil por danos físicos em caso de lesão ou outra ofensa à saúde o prejudicado não pode optar pelo pagamento da indenização de uma só vez. São corretas: a. I, II e IV. b. I, III e IV. c. II, III e IV. d. I, II e III. e. Todas as proposições. Resposta correta: d. I, II e III. Pergunta 2 Ocorrendo usurpação ou esbulho do alheio, além da restituição da coisa, a indenização inclui o pagamento do valor das suas deteriorações e o devido a título de lucros cessantes. Faltando a coisa, dever-se-á reembolsar o seu equivalente ao prejudicado. Neste caso, conforme a lei: a. Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela pelo seu preço ordinário e pelo de afeição, contanto que este não se avantaje àquele. b. Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela pelo seu preço ordinário e pelo de afeição, ainda que este se avantaje àquele. c. Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela pelo seu preço ordinário desconsiderando-se o valor de afeição, que dependeria de critérios absolutamente subjetivos. d. Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela apenas pelo seu preço de afeição. e. Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela pelo seu valor venal, desconsiderando-se outros critérios. Resposta correta: a. Pergunta 3 Considere as seguintes afirmações: I. O abuso de direito só pode ser considerado ato ilícito quando o agente viola cláusula contratual expressa. II. O abuso de direito só pode ser considerado ato ilícito quando o agente causador do dano viola texto expresso de lei. III. O abuso de direito enseja a responsabilidade civil apenas quando o comportamento do agente causador do dano é doloso. É possível dizer que: a. As afirmações I e III são falsas. b. As afirmações I e II são falsas. c. A afirmação III é falsa. d. As afirmações II e III são falsas. e. Todas as afirmações são falsas. Resposta correta: e. Todas as afirmações são falsas. Pergunta 4 Considere as proposições abaixo: A exclusão da responsabilidade civil ocorre em caso de culpa concorrente da vítima PORQUE Em caso de culpa exclusiva da vítima não há como imputar culpa ao agente e o dano é inevitável. Pode-se afirmar que: a. As duas proposições são corretas e a segunda justifica a primeira. b. As duas proposições são corretas e a segunda não justifica a primeira. c. As duas proposições são falsas. d. Apenas a primeira proposição é correta. e. Apenas a segunda proposição é correta. Resposta correta: e. Apenas a segunda proposição é correta. Pergunta 5 Quanto aos direitos autorais, considere as proposições seguintes: I. A violação de direito autoral pode ensejar danos morais e materiais, ambos suscetíveis de indenização. II. Os direitos morais do autor são imprescritíveis e irrenunciáveis. III. São imprescritíveis os direitos materiais do autor, inclusive o de exploração exclusiva da obra. É correto afirmar que: a. São verdadeiras I, II e III. b. São verdadeiras I e II. c. São verdadeiras I e III. d. São verdadeiras II e III. e. Nenhuma das proposições é verdadeira. Resposta correta: b. São verdadeiras I e II. Pergunta 6 A responsabilidade nuclear se configura mesmo se o dano for oriundo de caso fortuito e força maior, que não elidem a presunção de culpa. Assim, é correto afirmar que: a. A responsabilidade de quem explora atividade nuclear nunca pode ser elidida. b. A responsabilidade civil de quem explora atividade nuclear pode ser elidida, dentre outras hipóteses, por culpa exclusiva da vítima. c. Ainda que o dano nuclear resulte de conflito armado ou guerra civil, não está exonerado de responsabilidade aquele que explora atividade nuclear. d. A responsabilidade civil de quem explora atividade nuclear é subjetiva e contratual. e. O fundamento para a responsabilidade civil objetiva de quem explora atividade nuclear advém exclusivamente de norma infraconstitucional. Resposta correta: b. Pergunta 7 Considere as afirmações seguintes: Se a obrigação for indeterminada, e não houver na lei ou no contrato disposição fixando a indenização devida pelo inadimplente, apurar-se-á o valor das perdas e danos na forma que a lei processual determinar. PORQUE Não sendo possível o cumprimento da obrigação em espécie, a lei determina o pagamento do seu valor em pecúnia (moeda corrente). Pode-se dizer que: a. As duas afirmações são corretas e a segunda justifica a primeira. b. As duas proposições são corretas e a segunda não justifica a primeira. c. Apenas a primeira proposição é correta. d. Apenas a segunda proposição é correta. e. As duas proposições são falsas. Resposta correta: a. Pergunta 8 Quanto ao seguro de responsabilidade, é matéria de interesse crescente, visando à socialização do prejuízo, evitando situações em que a vítima ficaria sem indenização por falta de condição de pagamento pelo agente causador do dano. O seguro de responsabilidade ainda traz benefício ao segurado, que não corre risco de empobrecimento, desde que cause dano por culpa leve ou levíssima (não pode a seguradora responder por ato ilícito do segurado se o ato for doloso ou por culpa grave ou gravíssima). No Brasil, o seguro de responsabilidade civil é considerado: a. Ilícito, pois não pode a seguradora responder por ato ilícito de segurado. b. Lícito, mas não disciplinado pela lei. c. Lícito, mas não usado, posto que não é de interesse para a sociedade. d. Ilícito por não estar disciplinado pela lei. e. Lícito e cada vez mais utilizado, com regulamentação nos artigos que disciplinam o contrato de seguro. Resposta correta: e. Pergunta 9 Não é exemplo de responsabilidade civil extracontratual: a. A responsabilidade por danos provocados por animais, objetiva. O dono ou o detentor responde, salvo excludentes: força maior ou culpa exclusiva da vítima. b. A obrigação do dono de edifício ou construção pelos danos que resultarem de sua ruína, se esta provier de falta de reparos, cuja necessidade fosse manifesta. c. A responsabilidade do que habitar prédio, ou parte dele, pelo dano proveniente das coisas que dele caírem ou forem lançadas em lugar indevido. d. A do condomínio quando da impossibilidade de identificação do causador do dano decorrente de objetos lançados, consoante interpretação jurisprudencial. e. A do empreiteiro que não entrega a obra no prazo previsto ao dono da obra. Resposta correta: e. Pergunta 10 No Direito Romano Antigo, os delitos que acarretavam a responsabilidade civil do agente eram furto, injúria e dano. Também é correto afirmar que: a. A vingança, permitida nas origens, importava a retribuição privada contra o autor do prejuízo, com a ideia de que o dano poderia ser reparado com outro dano. b. Com a Lei das XII Tábuas, em 450 a.C., inicia-se a ideia de vingança, com a restituição do prejuízo causado, pelo seu autor. c. Em 286 a.C., no Direito Romano, na Fase Republicana, é criada a Lex Aquilia de damnum, fixando a desnecessidade de culpa para a caracterização daresponsabilidade civil pela reparação do dano causado. d. Com a Lex Aquilia, em 286 a.C., as penas passam a não depender mais da culpa para serem aplicadas. e. O Direito Romano não tolerava a ideia da vingança na aplicação das penas. Resposta correta: a. Pergunta 1 Assinale a alternativa correta: a. A pessoa jurídica pode ter direito à indenização por dano moral. b. O menor de idade tem responsabilidade civil contratual. c. O relativamente incapaz não pode ter responsabilidade civil aquiliana. d. O dano deve ser moral ou material, não sendo aceita a cumulatividade. e. O grau da culpa não é relevante para a fixação do valor de indenização. Resposta correta: a. A pessoa jurídica pode ter direito à indenização por dano moral. Pergunta 2 Assinale a alternativa correta: a. A regra geral, no Direito Brasileiro, é a da responsabilidade civil objetiva. b. A responsabilidade civil por abuso de direito não tem previsão no Código Civil de 2002. c. O dano causado em estado de necessidade não pode ser indenizado. d. O dano causado por absolutamente incapaz não pode ser indenizado. e. A responsabilidade civil por abuso de direito não depende de culpa. Resposta correta: e. A responsabilidade civil por abuso de direito não depende de culpa. Pergunta 3 A responsabilidade civil no âmbito do Direito de Família é considerada: a. Sempre contratual. b. Objetiva. c. Passível de indenização por danos morais, somente. d. Fonte de sanções de natureza diversa, como a modificação de guarda em caso de alienação parental. e. Excludente de indenização. Resposta correta: d. Fonte de sanções de natureza diversa, como a modificação de guarda em caso de alienação parental. Pergunta 4 Quanto à responsabilidade civil por danos ao meio ambiente, assinale a alternativa correta: a. Trata-se de responsabilidade civil contratual. b. É subjetiva. c. Não decorre de lei, e sim de acordo de vontades. d. Pode ser excluída por caso fortuito ou força maior. e. Não se exclui, ainda que o ato causador do dano seja autorizado por lei. Resposta correta: e. Não se exclui, ainda que o ato causador do dano seja autorizado por lei. UNIDADE II · Pergunta 1 0,5 em 0,5 pontos Quanto à garantia legal e ao regime de responsabilização do Código de Defesa do Consumidor, considere as proposições seguintes e assinale a alternativa correta: O CDC determina que os produtos e serviços colocados no mercado sejam de boa qualidade: sem vícios ou defeitos que os tornem impróprios para uso ou consumo ou que lhes diminuam o valor. PORQUE O CDC adotou o regime de garantia legal. A própria lei dá a garantia, independentemente de garantia contratual. Resposta Selecionada: a. As duas proposições são corretas e a segunda justifica a primeira. · Pergunta 2 0 em 0,5 pontos Considere as afirmações abaixo: I.O Código Civil prescreve o dever geral de não causar prejuízo a outrem. II. O Código de Defesa do Consumidor prescreve o dever especial de não colocar no mercado produtos e serviços que possam acarretar riscos à saúde e segurança do consumidor. III. O fornecedor por causa do dever geral de não causar prejuízo, nos termos do Código Civil, não pode colocar no mercado produtos e serviços que impliquem riscos à saúde e à segurança, exceto os havidos normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição; e deve dar ao consumidor informações necessárias e adequadas a respeito do funcionamento e da potencialidade danosa. É possível afirmar que: Resposta Selecionada: d. I, II e III são corretas. · Pergunta 3 0,5 em 0,5 pontos Considere as proposições que seguem: I. O erro médico pode ensejar sanções nos âmbitos penal, civil e administrativo. II. A responsabilidade civil do médico é objetiva, não depende de culpa, por se tratar, o paciente, de consumidor dos serviços do profissional da saúde. III. A doutrina aponta exclusivamente vantagens na contratação do seguro de responsabilidade civil por parte do médico. Pode-se afirmar que: Resposta Selecionada: c. Apenas I é correta. · Pergunta 4 0,5 em 0,5 pontos Leia atenciosamente a ementa abaixo: Ementa: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. CONSUMIDOR. REPARAÇÃO DE DANOS MORAIS E MATERIAIS. CIRURGIA PLÁSTICA. ERRO MÉDICO. DEFEITO NO SERVIÇO PRESTADO. CULPA MANIFESTA DO ANESTESISTA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DO CHEFE DA EQUIPE E DA CLÍNICA. 1. O Tribunal a quo manifestou-se acerca de todas as questões relevantes para a solução da controvérsia, tal como lhe fora posta e submetida. Não cabe alegação de violação do artigo 535 do CPC, quando a Corte de origem aprecia a questão de maneira fundamentada, apenas não adotando a tese da recorrente. Precedentes. 2. Em regra, o cirurgião chefe dirige a equipe, estando os demais profissionais, que participam do ato cirúrgico, subordinados às suas ordens, de modo que a intervenção se realize a contento. 3. No caso ora em análise, restou incontroverso que o anestesista, escolhido pelo chefe da equipe, agiu com culpa, gerando danos irreversíveis à autora, motivo pelo qual não há como afastar a responsabilidade solidária do cirurgião chefe, a quem estava o anestesista diretamente subordinado. 4. Uma vez caracterizada a culpa do médico que atua em determinado serviço disponibilizado por estabelecimento de saúde (art. 14, § 4º, CDC), responde a clínica de forma objetiva e solidária pelos danos decorrentes do defeito no serviço prestado, nos termos do art. 14, § 1º, CDC. 5. Face as peculiaridade do caso concreto e os critérios de fixação dos danos morais adotados por esta Corte, tem-se por razoável a condenação da recorrida ao pagamento de R$ 00.000,00 (cem mil reais) a título de danos morais. Recurso especial conhecido em parte e, nesta parte, provido. STJ. REsp 605435 / RJ RECURSO ESPECIAL 2003/0167564-1 Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO. J. 22.9.2009. Nos termos da ementa acima, a responsabilidade civil do médico anestesista: Resposta Selecionada: b. Foi constatada pelo STJ e considerada subjetiva. · Pergunta 5 0,5 em 0,5 pontos Em uma cirurgia plástica estética, a obrigação do médico é de resultado. No entanto, a ementa abaixo não acolhe recurso especial de paciente que pleiteia indenização: Ementa: RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL. ERRO MÉDICO. ART. 14 DO CDC. CIRURGIA PLÁSTICA. OBRIGAÇÃO DE RESULTADO. CASO FORTUITO. EXCLUDENTE DE RESPONSABILIDADE. 1. Os procedimentos cirúrgicos de fins meramente estéticos caracterizam verdadeira obrigação de resultado, pois neles o cirurgião assume verdadeiro compromisso pelo efeito embelezador prometido. 2. Nas obrigações de resultado, a responsabilidade do profissional da medicina permanece subjetiva. Cumpre ao médico, contudo, demonstrar que os eventos danosos decorreram de fatores externos e alheios à sua atuação durante a cirurgia. 3. Apesar de não prevista expressamente no CDC, a eximente de caso fortuito possui força liberatória e exclui a responsabilidade do cirurgião plástico, pois rompe o nexo de causalidade entre o dano apontado pelo paciente e o serviço prestado pelo profissional. 4. Age com cautela e conforme os ditames da boa-fé objetiva o médico que colhe a assinatura do paciente em “termo de consentimento informado”, de maneira a alertá-lo acerca de eventuais problemas que possam surgir durante o pós-operatório. RECURSO ESPECIAL A QUE SE NEGA PROVIMENTO. REsp 1180815 / MG RECURSO ESPECIAL 2010/0025531-0 (J. 19.8.2010. Publ. 26.8.2010) Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI. No caso acima, Resposta Selecionada: b. não se acolhe recurso da paciente porque o caso fortuito exclui a responsabilidade civil, ainda que a obrigação seja de resultado. · Pergunta 6 0,5 em 0,5 pontos Considere as seguintes proposições: É preciso estabelecer se houve dolo ou culpa, ou se o erro médico decorreu de caso fortuito, ou da culpa de terceiros, como o Estado, que não forneceu material ou ambiente necessário para o tratamento. PORQUE Se não houver culpa ou dolo, não há obrigação de indenizar – aresponsabilidade do médico não é objetiva. Pode-se afirmar que: Resposta Selecionada: a. As duas proposições são corretas e a segunda justifica a primeira. · Pergunta 7 0,5 em 0,5 pontos Leia o texto abaixo e responda: “A modernização, com carros mais rápidos, máquinas modernas, traz mais riscos. A vítima não pode provar a culpa. A culpa pode nem existir. Muitos danos são conexos às atividades, são inevitáveis, como mostram as estatísticas”. O trecho acima faz referência à responsabilidade civil: Resposta Selecionada: a. Objetiva. · Pergunta 8 0,5 em 0,5 pontos Na responsabilidade por vício o consumidor escolhe as alternativas de ressarcimento da lei. O escopo é garantir o perfeito funcionamento do produto vendido. O vício de qualidade no produto não pode ensejar: Resposta Selecionada: e. Indenização pecuniária por danos causados ao consumidor. · Pergunta 9 0,5 em 0,5 pontos Quanto à responsabilidade civil nas relações de consumo, não é correto afirmar, quanto ao regime anterior ao Código de Defesa do Consumidor, que: Resposta Selecionada: e. O consumidor não tinha o ônus da prova e a responsabilidade civil do fornecedor não dependia de culpa. · Pergunta 10 0,5 em 0,5 pontos O Código de Defesa do Consumidor prescreve o dever especial de não colocar no mercado produtos e serviços que possam acarretar riscos à saúde e segurança do consumidor. Por conta de tal dever especial, o fornecedor não pode causar prejuízo. Não pode colocar no mercado produtos e serviços que impliquem riscos à saúde e à segurança, exceto os havidos normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição; e deve dar ao consumidor informações necessárias e adequadas a respeito do funcionamento e da potencialidade danosa. Se não cumprir tais obrigações, o fornecedor: Resposta Selecionada: a. Tem responsabilidade pelo fato do produto e do serviço, e obrigação de indenizar consumidor e vítimas por causa dos defeitos nos produtos e serviços. · Pergunta 1 0 em 0 pontos Quanto à responsabilidade civil por erro médico, assinale a alternativa correta: Resposta Selecionada: b. O erro médico decorre de responsabilidade civil subjetiva, como regra geral. · Pergunta 2 0 em 0 pontos Assinale a alternativa correta: Resposta Selecionada: d. A prescrição para a reparação por erro médico ocorre em 5 (cinco) anos. · Pergunta 3 0 em 0 pontos Assinale a alternativa incorreta: Resposta Selecionada: E. O consumidor faz jus aos danos emergentes, mas não aos lucros cessantes. · Pergunta 4 0 em 0 pontos Assinale a alternativa incorreta: Resposta Selecionada: b. A garantia, nas relações de consumo, depende de contrato. image1.gif image2.gif