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Aula 1_Hidrologia_2026

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HIDROLOGIA E 
RECURSOS HÍDRICOS
CIV01343
Prof. D.Sc. Afonso Azevedo (LECIV/CCT)
Aula 01: Introdução a Disciplina
O objetivo desta disciplina é apresentar aos alunos uma visão 
relacionada a utilização dos recursos hídricos e o comportamento 
do movimento das águas na Terra, sob a perspectiva da 
Engenharia.
Também é objetivo da disciplina a avaliação de fenômenos 
hidrológicos ligados a realidade brasileira, aspectos econômicos e 
sociais pertinentes aos recursos hídricos.
Objetivo da Disciplina
Ementa 
do Curso
Ciclo hidrológico; 
Bacia hidrográfica; 
Hidrometeorologia; 
Precipitação; 
Infiltração; 
Evaporação;
Escoamento superficial;
Componentes de um sistema de recursos hídricos; 
Controle de enchentes e inundações; 
Regularização de vazão e controle de estiagens; 
Dimensionamento de sistemas de drenagem 
urbana;
Águas subterrâneas;
Aspectos econômicos no aproveitamento de 
recursos hídricos: noções sobre aproveitamento 
hidroelétrico, navegação fluvial e irrigação.
Bibliografia do Curso
Notas de Aula (disponibilizadas no AVA);
Villela, S.M. & Mattos A. (1975), "Hidrologia Aplicada", São Paulo, Ed. 
McGraw-Hill, 245 p;
Righetto,A.M., (1998), Hidrologia e Recursos Hídricos, São Paulo, Ed. 
EESC-USP, 264 p;
Tucci,C.E.M. (org)(1993), Hidrologia: ciência e aplicação, coleção ABRH, 
Vol 4, Porto Alegre, Ed. da Universidade/ABRH, 943 p.
Outras bibliografias disponibilizadas.
Toda a comunicação discente/docente será realizada 
através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), 
usaremos o Google Classroom, que todos os alunos terão 
acesso através do e-mail institucional.
Serão postados no AVA avisos, notas de aulas, atividades 
de acompanhamento, vídeos e outros materiais.
Dúvidas e situações particulares deverão ser 
encaminhadas diretamente para o meu e-mail: 
afonso@uenf.br
Método de condução 
da Disciplina
mailto:afonso@uenf.br
Metodologia 
de Avaliação
Serão três instrumentos de 
acompanhamento discente ao 
longo do semestre letivo:
A nota final da disciplina será a 
média ponderada das 3 provas
P1 (30% de peso):
• O primeiro instrumento avaliativo (P1), será de uma 
avaliação escrita presencial individual, com questões 
discursivas e/ou objetivas relacionada às aulas 01, 02 e 03. 
Será atribuída nota de 0 (zero) a 10 (dez) neste instrumento.
P2 (40% de peso):
• O segundo instrumento avaliativo (P2), será de uma 
avaliação escrita presencial individual, com questões 
discursivas e/ou objetivas relacionada às aulas 04, 05 e 06. 
Será atribuída nota de 0 (zero) a 10 (dez) neste 
instrumento.
P3 (30% de peso):
• O terceiro instrumento avaliativo (P3), será de uma 
avaliação escrita presencial individual, com questões 
discursivas e/ou objetivas relacionada às aulas 07, 08 e 09. 
Será atribuída nota de 0 (zero) a 10 (dez) neste 
instrumento.
Metodologia 
de Avaliação
Aos alunos que não obtiverem nota mínima de
aprovação (6,0 pontos), serão submetidos a 
avaliação final (PF), que consiste em uma prova 
escrita individual valendo 10,0 pontos com toda a 
matéria do curso. Os discentes com MA inferior a 
quatro vírgula zero (4,0) serão reprovados 
diretamente, não tendo direito a avaliação final.
Afinal, o que é 
Hidrologia?
É a ciência que trata da água na 
Terra, sua ocorrência, circulação e 
distribuição, suas propriedades 
físicas e químicas e sua relação com
o meio ambiente, incluindo sua
relação com a vida (United State
Federal Council Science and
Technology).
LOGOS
(CIÊNCIA / ESTUDO)
HIDROLOGIA
HYDRO
(ÁGUA) + =
Hidrometeorologia
Trata da água na atmosfera;
Limnologia
Estuda os lagos e reservatórios;
Oceanografia
Estuda os oceanos;
Hidrogeologia
Estuda as águas 
subterrâneas;
OUTRAS...
Potamologia
Estuda os rios;
Existem diferentes subáreas mais específicas, 
como por exemplo:
É muito raro estudos baseados em subáreas isoladas. Em geral, 
existe uma inter-relação entre as subáreas!!
Um pouco mais específica é a utilização da hidrologia na
engenharia de recursos hídricos, por vezes também
denominada engenharia hidrológica. Nesse caso,
conforme Tucci (1993, p. 25-26), a hidrologia pode ser
entendida como a:
[...] área do conhecimento que estuda o
comportamento físico da ocorrência e o
aproveitamento da água na bacia hidrográfica,
quantificando os recursos hídricos no tempo e no
espaço e avaliando o impacto da modificação da
bacia hidrográfica sobre o comportamento dos
processos hidrológicos.
Campos de Atuação com Influência 
da Hidrologia
i) Abastecimento de água;
ii) Projeto e construção de obras hidráulicas; 
iii) Drenagem; 
iv) Irrigação; 
v) Regularização de cursos d’água e controle de inundações; 
vi) Controle da poluição; 
vii)Controle de erosão; 
viii)Navegação; 
ix) Geração de energia (aproveitamento hidrelétrico); 
x) Operação de sistemas hidráulicos complexos; 
xi) Recreação e preservação do meio ambiente; 
xii)Recreação e preservação do meio ambiente. 
Tornando a análise um pouco mais geral, face 
ao caráter de escassez atribuído à água 
atualmente, sendo reconhecida a importância 
em preservar e usar racionalmente esse 
recurso, uma vasta gama de profissionais tem 
se dedicado a estudar a hidrologia, entre eles
os engenheiros, economistas, 
químicos, biólogos, químicos,
estatísticos, 
matemáticos,
geólogos, agrônomos, geógrafos, etc.
CRISE HIDRICA 
MUNDIAL!!
Multidisciplinariedade 
em estudos de obras 
hídricas
Geralmente, são necessários 
vários especialistas.
Exemplo
Construção de uma 
barragem em rio para 
armazenamento de água:
Hidrólogo
Seria responsável pela caracterização da 
área contribuinte ao reservatório.
Especialista em hidráulica
Caberia projetar o sistema de captação, 
bombeamento e distribuição da água.
Biólogo
Analisaria o impacto do barramento do rio 
sobre o ecossistema, em particular sobre a 
biota aquática.
Entre outros...
A importância da água na história da 
humanidade é identificada quando se 
observa que os povos e civilizações se 
desenvolveram às margens de corpos 
d’água, como rios e lagos.
Os egípcios, por exemplo, utilizaram o rio 
Nilo para suas atividades agrícolas. Os 
povos da Mesopotâmia se localizavam 
entre os vales dos rios Tigre e Eufrates, 
além de outros povos que fizeram o 
mesmo.
Breve histórico da
hidrologia
Diversos autores citam registros de que 
no Egito Antigo, na época dos faraós,
existiram
drenagem.
obras
Também
de irrigação e
na Mesopotâmia,
na região conhecida como Crescente 
Fértil, entre os rios Tigre e Eufrates, a 
água já era usada para irrigação.
Os filósofos gregos são considerados os 
primeiros a estudar a hidrologia como 
ciência. Por exemplo, Anaxágoras, que 
viveu entre 500 e 428 a. C, tinha 
conhecimento de que as chuvas eram 
importantes na manutenção do 
equilíbrio hídrico na Terra.
Mas apenas na época de Leonardo da 
Vinci é que o ciclo hidrológico veio a ser 
melhor compreendido. Um fato 
relevante foi o realizado por Perrault, no 
século 17, que analisou a relação 
precipitação-vazão, comparando a 
precipitação com dados de vazão.
Século 19
Início de medições 
sistemáticas de 
vazão e precipitação.
Até a década de 30
Prevalece o empirismo, procurando descrever 
os fenômenos naturais, enquanto até a década 
de 50 é predominante o uso de indicadores 
estatísticos dos processos envolvidos.
Século 20 (mais atual)
Uso do computador em conjunto com o 
aprimoramento de técnicas estatísticas 
e numéricas, deu-se um grande avanço 
na hidrologia.
Breve histórico 
da hidrologia
Desenvolvimento de modelos 
matemáticos de previsibilidade 
futura!!!
Considera-se, atualmente, que a quantidade 
total de água na Terra, estimada em cerca de
1.386 milhões de km³, tem permanecido de 
modo aproximadamente constante durante 
os últimos 500milhões de anos. Entretanto, 
as quantidades de água estocadas na Terra 
sob as diferentes formas (ou nos diferentes 
“reservatórios”) variaram substancialmente 
nesse período.
Ocorrência de 
água na Terra
Fonte: MMA-SRHU, 2007
Distribuição 
de água na 
Terra
A água
A água é um composto químico formado por 
dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio 
(H2O);
Ela pode receber uma grande quantidade de 
sais minerais, o que altera sua composição de 
líquido sem gosto, sem cor e sem cheiro para 
uma substância salgada, como a água 
encontrada no mar.
Cerca de 70% da superfície da Terra é coberta 
por água, assim como a composição do corpo 
humano; portanto, sem esse líquido, o ser 
humano e outros seres vivos não existiriam.
O homem tem atuado no meio 
ambiente de maneira negativa por 
meio do lançamento de esgotos
não domésticosdomésticos e 
(despejos de 
comércio), além 
atividades agropecuárias
indústrias e 
do exercício de
que
aumentam a poluição da água e
limitam o seu 
abastecimento
consumo para 
humano e
dessedentação de animais.
Com intuito de melhorar a qualidade 
e a oferta de água, são necessárias 
técnicas de tratamento de água e 
esgoto adequadas e que estejam de 
acordo com a aplicação e qualidade 
que se necessita para seu uso.
Além disso, essas técnicas precisam 
estar de acordo com as exigências 
legais.
Água doce
Chama-se água doce a água que contém uma 
quantidade mínima de sais dissolvidos (ao 
contrário da água do mar, que é salgada).
Através de um processo de potabilização, o ser 
humano consegue tornar a água doce em água 
potável, isto é, em água própria para o consumo, 
graças ao valor equilibrado dos seus minerais.
A disponibilidade da água vem sendo ameaçada 
devido ao crescimento da população e ao
aumento da demanda da quantidade de água 
para uso doméstico, da agricultura, da 
mineração, da produção industrial, da geração 
de energia e da silvicultura.
Esse uso inapropriado pode tanto reduzir a 
disponibilidade da água, quanto piorar a sua 
qualidade.
O consumo de água doce 
disponível está distribuído 
da seguinte maneira:
73% para irrigação;
21% para indústria;
6% para consumo humano.
(Fundação das Nações Unidas para 
a Infância – UNICEF).
Usos da Água
Usos não consuntivos: não há 
consumo significativo.
Geração de energia elétrica;
Navegação fluvial;
Recreação e harmonia paisagística; 
Aquicultura e pesca;
Diluição e transporte de esgoto; 
Preservação da biota aquática;
Alguns usos industriais (lavagem e 
resfriamento).
Usos da Água
Usos consuntivos: aqueles que 
efetivamente consomem água, pois 
o volume captado é maior que o 
devolvido ao corpo hídrico.
Abastecimento público 
(doméstico e industrial);
Dessedentação animal;
Produção de alimentos com 
irrigação.
Consumos de água na 
produção de alimentos
Irrigação
Maior usuário de água (70%);
Área irrigável potencial de 29 milhões de ha; 
Área irrigada da ordem de 4,6 milhões de ha 
(8% do total passível de uso agrícola);
94% da área irrigada desenvolvida pelo
setor privado;
Crescimento médio de 10% em 35 anos; 
Responde por 16% da produção agrícola 
total e cerca de 25% do valor de mercado 
dos produtos agrícolas.
Os recursos hídricos são a parcela de água 
doce disponível para seus diversos usos.
Pode-se pensar que a água está acabando, 
atingindo a sua escassez, mas, na realidade, 
a água não aumenta nem diminui.
Recursos 
Hídricos
As variações 
climáticas
Excessiva 
concentração 
populacional
Atividades 
econômicas
Aumento da 
demanda da água
Alteração do regime 
de escoamento 
superficial
Realimentação 
de aquíferos 
subterrâneos
Poluição dos 
mananciais
Os fatores que fazem com que tenhamos essa 
percepção de que a água está acabando são:
Disponibilidade 
Hídrica
A vazão natural de um rio é aquela que teve 
origem sem interferência humana. Já os 
reservatórios ou mananciais são utilizados 
para estocar e atender aos diversos usos da 
água.
A disponibilidade hídrica pode ser dividida em 
superficial, com 95% de permanência e com 
um volume de 91 mil m³, e a subterrânea, que 
se distribui por todo território brasileiro em 
diferentes tipos de reservatórios, os aquíferos:
Aquíferos
Os aquíferos atingem cerca de 40 mil 
m³/s, ou 24% do escoamento médio dos
rios em território 
disponibilidade
nacional e 46% da 
hídrica superficial,
conforme mostra o mapa a seguir:
Tipos de aquíferos Aquíferos Porosos:
Água armazenada nos espaços entre os grãos da rocha 
ou solo. Constituem os mais importantes aquíferos, 
pelo grande volume de água que armazenam, e por sua 
ocorrência em grandes áreas.
Aquífero Cárstico:
Água armazenada nos condutos e canais da rochas
carbonáticas. As fraturas, devido à dissolução do 
carbonato pela água, podem atingir aberturas muito 
grandes, criando verdadeiros rios subterrâneos.
Áquíferos Fraturados ou Fissurados:
Água armazenada nas fraturas interconectadas da 
rocha. Nesses aquíferos o escoamento da água está 
limitado à direção das fraturas.
AQUÍFERO 
GUARANI
AQUÍFERO 
ALTER DO 
CHÃO
AQUÍFERO 
POROSO
Aquíferos 
Porosos
Aquíferos 
Cársticos
Aquíferos Fraturados 
ou Fissurados
As principais vantagens do uso 
de águas subterrâneas são seu 
filtramento e purificação natural, 
determinando uma excelente 
qualidade.
Além disso, não ocupam espaço 
em superfície e evitam o 
desmatamento que está 
diretamente ligado a mudanças 
climáticas e, consequentemente, 
a disponibilidade hídrica.
Dentre as águas subterrâneas, o aquífero Guarani é o maior 
em água doce transfronteiriço no mundo, com um volume de 
46 mil km³, localizado na região centro-leste da América do 
Sul, na fronteira entre Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina.
O gráfico a seguir mostra que o volume de água disponível no 
Brasil é superior a vários continentes, porém a distribuição 
espacial deste recurso ocorre em áreas onde há menor 
demanda.
Em nível mundial, a distribuição desigual da água é associada 
aos diferentes índices pluviométricos e a fatores geológicos.
Distribuição da água no mundo
Fonte: Unesco & WWAP.
Os recursos hídricos de superfície no Brasil correspondem a 
uma vazão de 169.00 m³/s, ou quase 12% do total mundial.
Na Figura a seguir, é mostrada a quantidade de recursos 
hídricos disponível no Brasil, ainda que essa distribuição seja 
desigual devido a precipitações de chuvas e densidade 
populacional principalmente, além da qualidade da água que 
nem sempre está disponível para abastecimento em função 
dos usos dos recursos hídricos.
Distribuição da 
água no Brasil
Referências Bibliográficas
YAMAWAKI, Y., SALVI, L. T. Introdução à gestão do meio urbano. Curitiba: InterSaberes, 2013.
SPERLING, M. V. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. Vol. 1. Departamento de 
Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG. 240p. 2005.
BRAGA, B. Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo. Prentice Hall, 2005. (Biblioteca Virtual). 
LIMA, J.D. Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil. ABES, 2001.
PHILLIPI Jr., Arlindo; GALVÂO, Alceu de Castro. Gestão do Saneamento Básico: Abastecimento de Água e 
Esgotamento Sanitário. São Paulo: Manole, 2012.
CASTRO, A. A. Manual de Saneamento e Proteção Ambiental para Municípios Vol. 2. Departamento de Engenharia 
Sanitária e Ambiental da UFMG. 221p. 1996.
POLETO, C. (org.) Bacias hidrográficas e recursos hídricos. 1a Ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2014. (Biblioteca 
Virtual).
	Slide 1: HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS
	Slide 2: Objetivo da Disciplina
	Slide 3: Ementa do Curso
	Slide 4: Bibliografia do Curso
	Slide 5: Método de condução da Disciplina
	Slide 6: Metodologia de Avaliação
	Slide 7: Aos alunos que não obtiverem nota mínima de
	Slide8: Afinal, o que é Hidrologia?
	Slide 9: +
	Slide 10: Existem diferentes subáreas mais específicas, como por exemplo:
	Slide 11
	Slide 12: Campos de Atuação com Influência da Hidrologia
	Slide 13: CRISE HIDRICA MUNDIAL!!
	Slide 14: Multidisciplinariedade em estudos de obras hídricas Geralmente, são necessários vários especialistas.
	Slide 15: Breve histórico da hidrologia
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19: Breve histórico da hidrologia
	Slide 20: Ocorrência de água na Terra
	Slide 21
	Slide 22: Distribuição de água na Terra
	Slide 23: A água
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27: Água doce
	Slide 28: A disponibilidade da água vem sendo ameaçada devido ao crescimento da população e ao
	Slide 29
	Slide 30: Geração de energia elétrica;
	Slide 31: Usos da Água Usos consuntivos: aqueles que efetivamente consomem água, pois o volume captado é maior que o devolvido ao corpo hídrico.
	Slide 32: Consumos de água na produção de alimentos
	Slide 33: Irrigação
	Slide 34: Recursos Hídricos
	Slide 35: Os fatores que fazem com que tenhamos essa percepção de que a água está acabando são:
	Slide 36: Disponibilidade Hídrica
	Slide 37: Aquíferos
	Slide 38: Tipos de aquíferos
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42: Distribuição da água no mundo
	Slide 43
	Slide 44: Distribuição da água no Brasil
	Slide 45: Referências Bibliográficas

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